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	<title>EUA &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>EUA &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil afirma que tarifas dos EUA não têm justificativa e reforça defesa do diálogo comercial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro voltou a contestar a proposta dos Estados Unidos de aplicar tarifas sobre produtos nacionais e afirmou que não existem fundamentos que justifiquem a adoção da medida. Em manifestação oficial enviada às autoridades norte-americanas, o Brasil sustentou que as alegações apresentadas por Washington não encontram respaldo nos dados da relação comercial entre os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro voltou a contestar a proposta dos Estados Unidos de aplicar tarifas sobre produtos nacionais e afirmou que não existem fundamentos que justifiquem a adoção da medida. Em manifestação oficial enviada às autoridades norte-americanas, o Brasil sustentou que as alegações apresentadas por Washington não encontram respaldo nos dados da relação comercial entre os dois países e defendeu a continuidade das negociações.</p>
<p>O documento, elaborado pelo Ministério das Relações Exteriores, argumenta que a sobretaxa de 25% sugerida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) teria efeitos negativos também para empresas e consumidores norte-americanos. Segundo o governo brasileiro, diversos produtos exportados pelo Brasil são utilizados como insumos por indústrias dos EUA e sua taxação elevaria custos de produção, afetando a competitividade e podendo resultar em aumento de preços no mercado americano.</p>
<p>Na resposta encaminhada ao USTR, o Brasil também rebateu as críticas relacionadas ao sistema de pagamentos Pix, ao ambiente regulatório, às decisões do Poder Judiciário, à política ambiental e a outros pontos incluídos na investigação comercial conduzida pelos Estados Unidos. O governo sustenta que todas as políticas questionadas seguem a legislação brasileira e os compromissos internacionais assumidos pelo país.</p>
<p>O Itamaraty reiterou que o relacionamento econômico entre Brasil e Estados Unidos é historicamente equilibrado e destacou que empresas norte-americanas também seriam impactadas pela eventual adoção das tarifas. O governo brasileiro informou ainda que recebeu manifestações de associações empresariais dos próprios Estados Unidos defendendo a exclusão de produtos brasileiros da medida, devido à dependência de matérias-primas e componentes fornecidos pelo Brasil.</p>
<p>Enquanto mantém a contestação formal às justificativas apresentadas por Washington, o Brasil continua apostando na via diplomática para tentar evitar o aumento das barreiras comerciais. As equipes técnicas dos dois países seguem em negociação na tentativa de construir uma solução antes da decisão definitiva sobre a aplicação das tarifas.</p>
<p>A proposta de sobretaxar produtos brasileiros integra uma investigação conduzida pelo USTR, que apontou supostas práticas comerciais consideradas desleais. O governo brasileiro, no entanto, afirma que apresentou informações capazes de demonstrar que as acusações não procedem e defende que não há base técnica ou jurídica para a imposição das novas tarifas.</p>
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		<title>FIFA revoga suspensão de Balogun após recurso e decisão gera repercussão internacional</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fifa-revoga-suspensao-de-balogun-apos-recurso-e-decisao-gera-repercussao-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:42:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[O atacante Folarin Balogun foi liberado pela FIFA para defender os Estados Unidos no confronto contra a Bélgica pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, mesmo após ter sido expulso na partida anterior contra a Bósnia e Herzegovina. A decisão do Comitê Disciplinar da entidade suspendeu a punição automática de um jogo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O atacante Folarin Balogun foi liberado pela FIFA para defender os Estados Unidos no confronto contra a Bélgica pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, mesmo após ter sido expulso na partida anterior contra a Bósnia e Herzegovina. A decisão do Comitê Disciplinar da entidade suspendeu a punição automática de um jogo e provocou ampla repercussão no cenário esportivo internacional.</p>
<p>Balogun havia recebido cartão vermelho durante a vitória norte-americana sobre a Bósnia, resultado que, pelas regras da competição, o impediria de atuar na fase seguinte do torneio. No entanto, a FIFA utilizou o Artigo 27 do seu Código Disciplinar para suspender a aplicação da sanção por um período probatório de um ano, mantendo o registro da infração, mas permitindo que o jogador estivesse em campo diante da seleção belga.</p>
<p>O episódio ganhou dimensão política após a divulgação de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou em contato com o presidente da FIFA, Gianni Infantino, para pedir a revisão da punição. Depois da decisão, Trump comemorou publicamente a liberação do atacante e classificou a medida como a correção de uma &#8220;grande injustiça&#8221;.</p>
<p>A decisão, porém, provocou reações negativas. Dirigentes e representantes do futebol europeu questionaram a utilização do dispositivo disciplinar e manifestaram preocupação com um possível precedente para futuras competições. A federação belga demonstrou surpresa com a medida, enquanto críticas também partiram de ex-dirigentes da FIFA e de analistas esportivos, que apontaram riscos à credibilidade dos processos disciplinares da entidade.</p>
<p>Balogun chega ao confronto como um dos principais destaques da seleção norte-americana na Copa do Mundo. Artilheiro dos Estados Unidos no torneio, o atacante já marcou três gols e é considerado uma das principais referências ofensivas da equipe comandada por Mauricio Pochettino. Sua permanência entre os titulares é vista como um reforço importante para a equipe na busca por uma vaga nas quartas de final.</p>
<p>O caso se tornou um dos assuntos mais comentados desta edição do Mundial por envolver uma decisão incomum da FIFA, tomada às vésperas de uma partida eliminatória e cercada por forte repercussão política e esportiva. A expectativa agora é que o desempenho de Balogun em campo mantenha o episódio em evidência durante a sequência da competição.</p>
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		<title>Governo reforça negociações com os EUA para evitar novas tarifas sobre produtos brasileiros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-reforca-negociacoes-com-os-eua-para-evitar-novas-tarifas-sobre-produtos-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 18:57:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Márcio Elias Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal intensificou as negociações com os Estados Unidos para tentar impedir a aplicação de tarifas adicionais sobre produtos brasileiros exportados ao mercado americano. Nesta quinta-feira (2), o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou que a orientação do governo é manter o diálogo aberto até o limite das tratativas. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal intensificou as negociações com os Estados Unidos para tentar impedir a aplicação de tarifas adicionais sobre produtos brasileiros exportados ao mercado americano. Nesta quinta-feira (2), o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou que a orientação do governo é manter o diálogo aberto até o limite das tratativas.</p>
<p>Segundo o ministro, o Brasil atua seguindo a determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de priorizar a negociação. “Nunca abandone a mesa de negociação”, reproduziu a fala de Lula. “Quem defende o multilateralismo, como o Brasil, tem que saber lutar contra as barreiras que são impostas”.</p>
<p>Márcio Elias assumiu o comando da pasta em abril, após a saída de Geraldo Alckmin, e passou a integrar diretamente a equipe responsável pelas conversas com o governo americano. Nesta quinta-feira, ele participou de uma reunião virtual com representantes da Representação Comercial dos Estados Unidos (USTR), acompanhado por integrantes do Ministério das Relações Exteriores e da assessoria especial da Presidência da República.</p>
<p>Após o encontro, o ministro destacou que o governo trabalha contra o tempo para chegar a uma solução antes de 15 de julho, data prevista para o início da cobrança das tarifas. “O tempo corre contra porque o prazo é 15 de julho”, ressaltou. Segundo ele, fatores políticos acabam dificultando o andamento das negociações.</p>
<p>Ao comentar esse cenário, Márcio Elias citou manifestações de integrantes da família do ex-presidente Jair Bolsonaro, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, sem mencionar nomes diretamente. Ele fez referência a publicações de um ex-deputado federal que teria reivindicado participação na adoção das medidas tarifárias e também a manifestações favoráveis à decisão nas redes sociais.</p>
<p>Na avaliação do ministro, esse tipo de comportamento introduz elementos políticos em uma discussão que deveria permanecer restrita às relações comerciais entre os dois países.</p>
<p>“Não cabe na mesa de negociação da economia, do comércio bilateral, questões ideológicas, eleitoreiras, pessoalmente oportunistas, isso não tem cabimento”, afirmou.</p>
<p>As declarações foram dadas após sua participação no 1º Fórum Econômico da Transformação Ecológica Brasileira, realizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro.</p>
<p>De acordo com o ministro, a reunião virtual desta quinta-feira foi a quarta realizada em nível ministerial para tratar da questão com autoridades americanas. Além desses encontros, já ocorreram outras oito reuniões técnicas.</p>
<p>Durante a conversa entre os dois governos, também foram discutidos temas relacionados ao combate ao crime organizado transnacional, lavagem de dinheiro, imigração, cooperação policial, atração de investimentos em data centers e proteção à propriedade intelectual. Sobre esse último ponto, Márcio Elias afirmou que o Brasil já segue os padrões internacionais.</p>
<p>A possibilidade de aplicação das tarifas surgiu após a abertura de uma investigação pela USTR, fundamentada na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos. O governo do presidente Donald Trump sustenta que o Brasil adota práticas consideradas desleais no comércio internacional e menciona o Pix entre os fatores que, segundo Washington, prejudicariam empresas americanas. O governo brasileiro rejeita essas alegações.</p>
<p>Também presente ao evento no BNDES, o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Ribeiro Capobianco, contestou outra justificativa apresentada pelos Estados Unidos para defender a adoção das tarifas, relacionada ao desmatamento e ao comércio ilegal de madeira.</p>
<p>Segundo ele, o país mantém o desmatamento sob controle e conta com um sistema de rastreabilidade que impede a exportação de madeira obtida ilegalmente.</p>
<p>“O Ibama libera a exportação verificando toda essa cadeia de custódia, todo o processo regulamentado, registrado”, certificou Capobianco.</p>
<p>O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, também comentou a carta enviada pelo secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, ao senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Para Mercadante, o conteúdo do documento envolve temas estratégicos para o país.</p>
<p>“São informações do Estado brasileiro, de estratégia, de desenvolvimento, da defesa, de tecnologia, da área de energia”, listou.</p>
<p>“É uma afronta à soberania e aos interesses nacionais”, concluiu.</p>
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		<title>Suprema Corte dos EUA rejeita medida de Trump e mantém cidadania por nascimento</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/suprema-corte-dos-eua-rejeita-medida-de-trump-e-mantem-cidadania-por-nascimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu manter o entendimento de que a cidadania por nascimento segue válida no país, rejeitando uma tentativa do presidente Donald Trump de restringir o direito por meio de uma ordem executiva. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (30) e consolida o princípio constitucional que garante cidadania automática a praticamente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu manter o entendimento de que a cidadania por nascimento segue válida no país, rejeitando uma tentativa do presidente Donald Trump de restringir o direito por meio de uma ordem executiva. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (30) e consolida o princípio constitucional que garante cidadania automática a praticamente todos os nascidos em solo norte-americano.</p>
<p>Por maioria de 6 votos a 3, os magistrados consideraram que a medida proposta pelo governo contrariava a interpretação histórica da 14ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos, adotada após a Guerra Civil e aplicada há mais de um século como base do direito à cidadania por nascimento.</p>
<p>A proposta do governo Trump buscava impedir o reconhecimento automático da cidadania a crianças nascidas no país cujos pais não fossem cidadãos norte-americanos ou residentes permanentes legais. A iniciativa fazia parte de uma agenda mais ampla de endurecimento das regras migratórias, mas já vinha sendo barrada em instâncias judiciais inferiores antes de chegar ao Supremo.</p>
<p>Na decisão, o tribunal reforçou o entendimento consolidado desde o caso Wong Kim Ark, julgado em 1898, segundo o qual a cidadania por nascimento se aplica de forma ampla a pessoas nascidas em território dos Estados Unidos, independentemente da situação migratória dos pais, com exceções restritas como filhos de diplomatas estrangeiros.</p>
<p>O caso foi acompanhado de forte repercussão política, já que a proposta de restringir a cidadania por nascimento havia sido uma das promessas defendidas por Trump desde seu retorno à presidência. Após a decisão, o governo sinalizou que pode buscar alternativas legislativas no Congresso, embora mudanças nesse tema exijam alterações constitucionais ou aprovação de leis com forte consenso político.</p>
<p>Organizações de direitos civis e parte da opinião pública celebraram o resultado como uma confirmação de um princípio considerado central no sistema jurídico norte-americano. Já setores mais conservadores criticaram o entendimento da maioria da Corte e defenderam a necessidade de revisão do alcance da 14ª Emenda.</p>
<p>Com a decisão, o entendimento vigente sobre cidadania por nascimento permanece inalterado, mantendo o status jurídico de milhões de pessoas nascidas anualmente nos Estados Unidos e encerrando, ao menos por enquanto, uma das principais disputas legais envolvendo a política migratória do país.</p>
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		<title>Estados Unidos estudam cobrança extra para acelerar emissão de vistos de turismo e negócios</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estados-unidos-estudam-cobranca-extra-para-acelerar-emissao-de-vistos-de-turismo-e-negocios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:39:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem pretende viajar aos Estados Unidos poderá enfrentar uma nova modalidade de cobrança para obter o visto de entrada com maior rapidez. O governo norte-americano avalia a implementação de um programa que permitirá aos solicitantes pagar uma taxa adicional para antecipar o agendamento da entrevista obrigatória para emissão do documento. A proposta, que está em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem pretende viajar aos Estados Unidos poderá enfrentar uma nova modalidade de cobrança para obter o visto de entrada com maior rapidez. O governo norte-americano avalia a implementação de um programa que permitirá aos solicitantes pagar uma taxa adicional para antecipar o agendamento da entrevista obrigatória para emissão do documento.</p>
<p>A proposta, que está em fase piloto, prevê a cobrança de US$ 750, valor equivalente a aproximadamente R$ 3,8 mil na cotação atual. A taxa seria aplicada aos pedidos de visto das categorias B1 e B2, utilizadas por turistas e viajantes a negócios. O pagamento seria somado à tarifa já exigida para abertura do processo, atualmente fixada em US$ 185.</p>
<p>Caso a medida seja efetivamente adotada, o custo total para solicitar o visto poderá alcançar US$ 935, o equivalente a cerca de R$ 4,8 mil. Em contrapartida, os candidatos teriam acesso a uma fila prioritária para a realização da entrevista consular, com previsão de atendimento em até dez dias após a solicitação.</p>
<p>A iniciativa integra uma estratégia do Departamento de Estado dos Estados Unidos para ampliar as opções de atendimento e reduzir o impacto das filas em determinadas representações diplomáticas. Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, o programa experimental deverá funcionar entre 1º de julho e 31 de dezembro de 2026, período em que os resultados serão avaliados antes de uma possível adoção permanente.</p>
<p>As autoridades americanas ainda não divulgaram quais embaixadas e consulados participarão do projeto. Dessa forma, não há confirmação sobre a inclusão das unidades instaladas no Brasil. A definição dos postos selecionados deverá ser anunciada pelo governo norte-americano nas próximas semanas.</p>
<p>Mesmo com a cobrança adicional, o pagamento não altera os critérios de aprovação do visto. A análise dos pedidos continuará seguindo as mesmas exigências atualmente adotadas pelos consulados americanos. O benefício oferecido pelo programa está relacionado exclusivamente à redução do prazo para obtenção da entrevista, sem qualquer garantia de concessão do documento.</p>
<p>No Brasil, os tempos de espera para entrevistas variam de acordo com a cidade. Dados do Departamento de Estado indicam que os prazos atuais oscilam entre cerca de 15 dias e pouco mais de dois meses, dependendo da unidade consular escolhida pelo solicitante. Em comparação com outros países, o cenário brasileiro é considerado relativamente favorável, já que algumas representações diplomáticas no exterior registram filas superiores a oito meses.</p>
<p>A discussão sobre novas cobranças ocorre em meio ao endurecimento das políticas migratórias adotadas pelo governo dos Estados Unidos nos últimos anos. Paralelamente, autoridades americanas analisam outras medidas voltadas ao controle de entrada de estrangeiros, incluindo avaliações mais rigorosas dos processos de solicitação de vistos e mecanismos adicionais de verificação de candidatos.</p>
<p>Enquanto os detalhes finais não são divulgados, viajantes interessados em visitar os Estados Unidos deverão acompanhar os anúncios oficiais do Departamento de Estado para saber se a modalidade de atendimento prioritário estará disponível em seus países e quais serão as regras para adesão ao novo sistema.</p>
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		<item>
		<title>Brasil contesta justificativas dos EUA para novas tarifas e reforça defesa em negociações comerciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 22:59:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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		<category><![CDATA[Mauro Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério das Relações Exteriores]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro voltou a rebater as alegações utilizadas pelos Estados Unidos para justificar a possível imposição de novas tarifas sobre produtos nacionais. Em declaração feita nesta quinta-feira (4), o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou que os argumentos apresentados pelas autoridades norte-americanas não possuem fundamento suficiente para embasar medidas comerciais contra o Brasil. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro voltou a rebater as alegações utilizadas pelos Estados Unidos para justificar a possível imposição de novas tarifas sobre produtos nacionais. Em declaração feita nesta quinta-feira (4), o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou que os argumentos apresentados pelas autoridades norte-americanas não possuem fundamento suficiente para embasar medidas comerciais contra o Brasil.</p>
<p>A manifestação ocorreu após uma série de encontros diplomáticos realizados em Paris, onde o chanceler brasileiro participou de reuniões com representantes de diferentes países e organismos internacionais. Entre os compromissos esteve uma conversa com o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, responsável por conduzir as discussões comerciais em nome do governo norte-americano.</p>
<p>Segundo Vieira, o Brasil apresentou esclarecimentos técnicos e informações detalhadas para responder às acusações feitas por Washington durante a investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR). O ministro destacou que a expectativa do governo brasileiro é que os dados enviados sejam considerados durante o processo de negociação.</p>
<p>“O que nós esperamos é que isso tudo seja levado em conta e que fique comprovado que não há por que sermos objetos de tarifas, porque todos os argumentos apresentados nós provamos que não são legítimos”, declarou Mauro Vieira.</p>
<p>A controvérsia teve início após a divulgação de um relatório do USTR recomendando a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. O documento aponta supostas práticas consideradas discriminatórias ou prejudiciais aos interesses comerciais dos Estados Unidos. Entre os temas citados estão o sistema de pagamentos instantâneos Pix, regras relacionadas ao comércio digital, proteção à propriedade intelectual, políticas de combate à corrupção, acesso ao mercado de etanol e ações de combate ao desmatamento ilegal.</p>
<p>Além dessa proposta, autoridades norte-americanas também anunciaram a intenção de aplicar uma tarifa complementar de 12,5% relacionada a questionamentos sobre o combate ao trabalho forçado em cadeias produtivas. A medida faz parte de uma ofensiva comercial mais ampla que atingiu dezenas de países.</p>
<p>O governo brasileiro tem sustentado que as críticas apresentadas pelos Estados Unidos não refletem a realidade das políticas adotadas pelo país. Integrantes da equipe econômica e diplomática defendem que instrumentos estratégicos, como o Pix, não serão colocados em negociação e consideram que temas ligados à soberania nacional devem permanecer fora de qualquer acordo comercial.</p>
<p>As tarifas propostas ainda não entraram em vigor. O processo prevê um período de negociações entre os dois países antes da decisão final. Uma audiência está prevista para julho, quando representantes brasileiros e norte-americanos deverão apresentar argumentos e esclarecimentos sobre as medidas discutidas.</p>
<p>Paralelamente às tratativas com os Estados Unidos, Mauro Vieira aproveitou sua agenda internacional para discutir temas econômicos com autoridades da União Europeia, Coreia do Sul, Canadá, Espanha, Suíça e República Tcheca. Entre os assuntos abordados esteve a implementação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, considerado uma das prioridades da política externa brasileira para os próximos anos.</p>
<p>O debate sobre as tarifas ocorre em um momento de forte atenção às relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos. Caso as medidas avancem, setores industriais exportadores poderão ser diretamente impactados, especialmente os segmentos de máquinas e equipamentos, produtos plásticos, calçados, madeira, papel e metalurgia, que possuem forte presença no mercado norte-americano.</p>
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		<title>Estados Unidos propõem nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e ampliam tensão comercial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 13:53:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O governo dos Estados Unidos deu mais um passo na escalada das disputas comerciais com o Brasil ao propor a aplicação de uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano. A recomendação foi apresentada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), após a conclusão de uma investigação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo dos Estados Unidos deu mais um passo na escalada das disputas comerciais com o Brasil ao propor a aplicação de uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano. A recomendação foi apresentada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), após a conclusão de uma investigação comercial aberta contra o Brasil. A decisão final sobre a adoção da medida caberá ao presidente norte-americano, Donald Trump.</p>
<p>A investigação foi conduzida com base na chamada Seção 301 da legislação comercial dos Estados Unidos, instrumento utilizado pelo governo americano para apurar práticas consideradas prejudiciais ao comércio norte-americano. Segundo o USTR, a proposta de nova taxação é uma resposta ao que Washington classifica como práticas comerciais inadequadas adotadas pelo Brasil.</p>
<p>Caso seja confirmada pela Casa Branca, a nova tarifa poderá atingir diversos setores exportadores brasileiros, aumentando o custo de entrada de mercadorias nacionais no mercado dos Estados Unidos. A medida surge em um momento de negociações entre os dois países para tentar solucionar divergências comerciais acumuladas nos últimos meses.</p>
<p>O anúncio ocorre após uma série de mudanças na política tarifária americana. Desde 2025, o governo Trump vem adotando medidas protecionistas contra diversos parceiros comerciais, incluindo o Brasil. Em diferentes momentos, produtos brasileiros já foram submetidos a tarifas adicionais que afetaram segmentos como siderurgia, agronegócio e indústria de transformação.</p>
<p>A proposta também aumenta a preocupação entre empresários brasileiros, especialmente aqueles que dependem do mercado americano. Representantes do setor produtivo acompanham o caso com atenção, temendo impactos sobre exportações, investimentos e contratos internacionais.</p>
<p>Nos bastidores, integrantes da equipe econômica brasileira avaliam possíveis consequências da medida e discutem estratégias diplomáticas para evitar novos prejuízos ao comércio exterior. Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou que o Ministério da Fazenda acompanhasse de perto iniciativas do governo norte-americano que possam afetar empresas e instituições financeiras brasileiras.</p>
<p>Especialistas observam que a relação comercial entre Brasil e Estados Unidos atravessa um período de instabilidade, marcado por divergências sobre tarifas, regras comerciais e questões geopolíticas. Embora os dois países mantenham importantes laços econômicos, a adoção de novas barreiras pode aumentar a pressão sobre setores exportadores e gerar reflexos na balança comercial.</p>
<p>Apesar da proposta apresentada pelo USTR, ainda não há definição sobre a entrada em vigor da tarifa. Antes de uma decisão definitiva, o governo americano deverá ouvir representantes do setor privado e analisar manifestações de empresas e entidades ligadas ao comércio internacional. Somente após essa etapa Donald Trump decidirá se a sobretaxa será efetivamente aplicada aos produtos brasileiros.</p>
<p>A expectativa do governo brasileiro é que o diálogo diplomático e as negociações comerciais em andamento possam evitar a implementação da medida e preservar o fluxo de negócios entre as duas maiores economias do continente americano.</p>
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		<title>Lula determina avaliação de possíveis impactos de medidas dos EUA sobre empresas e bancos brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:15:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[CV]]></category>
		<category><![CDATA[Dario Durigna]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Terroristas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, uma análise detalhada sobre os possíveis efeitos econômicos da decisão do governo dos Estados Unidos de enquadrar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. A preocupação do Palácio do Planalto é evitar que empresas e instituições financeiras brasileiras sejam atingidas por eventuais restrições decorrentes da medida adotada por Washington.</p>
<p>O assunto foi discutido durante reunião realizada nesta segunda-feira (1º) no Palácio da Alvorada. Após o encontro, Durigan afirmou que a equipe econômica está reunindo informações para compreender os possíveis desdobramentos da decisão americana e avaliar eventuais reflexos sobre a atividade econômica nacional.</p>
<p>Segundo o ministro, uma das principais preocupações do governo brasileiro está relacionada ao impacto que decisões externas podem provocar sobre a soberania econômica do país e sobre a estabilidade das instituições financeiras. A avaliação é de que interpretações amplas ou medidas adotadas de forma unilateral possam gerar consequências para setores que não possuem qualquer relação com atividades criminosas.</p>
<p>Durigan destacou que o combate ao crime organizado continuará sendo uma prioridade do governo brasileiro, mas ressaltou a necessidade de evitar efeitos colaterais que possam atingir empresas, trabalhadores e o sistema financeiro nacional. Durante conversa com jornalistas, o ministro afirmou que o objetivo é impedir prejuízos que não estejam fundamentados em situações concretas.</p>
<p>A estratégia do Ministério da Fazenda inclui o monitoramento das próximas ações do governo dos Estados Unidos e o diálogo com representantes do setor produtivo. De acordo com Durigan, a pasta já mantém contatos com empresários de diferentes segmentos da economia para identificar possíveis vulnerabilidades e compreender as preocupações existentes no mercado.</p>
<p>O ministro também informou que pretende discutir o tema com autoridades americanas assim que o governo brasileiro concluir sua análise técnica. Embora não exista reunião marcada no momento com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, Durigan afirmou que mantém canais de comunicação abertos e pretende levar a posição oficial do Brasil quando houver um diagnóstico consolidado.</p>
<p>Além da questão envolvendo as facções criminosas, o encontro entre Lula e Durigan tratou de temas ligados à economia brasileira e à agenda internacional de investimentos. O ministro apresentou ao presidente informações sobre o desempenho recente da atividade econômica e detalhou compromissos previstos para uma viagem à China e ao Japão ainda neste mês.</p>
<p>Durante a missão internacional, a equipe econômica pretende promover o programa Eco Invest Brasil, iniciativa voltada à atração de recursos estrangeiros para projetos sustentáveis. O governo também busca ampliar a cooperação econômica com parceiros asiáticos e fortalecer a presença do país em debates relacionados ao financiamento do desenvolvimento e da transição ecológica.</p>
<p>A movimentação ocorre em um momento de atenção nas relações entre Brasil e Estados Unidos, especialmente diante de medidas recentes adotadas pela administração do presidente Donald Trump. O governo brasileiro acompanha os desdobramentos da decisão americana para evitar impactos sobre investimentos, empregos e operações financeiras realizadas por empresas nacionais.</p>
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		<title>Seleção Brasileira inicia reta final para a Copa com treino nos Estados Unidos um dia após desembarque</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 20:06:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Amistoso]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo 2026]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Seleção Brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[A Seleção Brasileira embarca na noite desta segunda-feira rumo aos Estados Unidos para a fase decisiva de preparação para a Copa do Mundo de 2026. Sob o comando do técnico Carlo Ancelotti, o grupo terá pouco tempo para descanso após a viagem, já que o primeiro treinamento em solo norte-americano está programado para menos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Seleção Brasileira embarca na noite desta segunda-feira rumo aos Estados Unidos para a fase decisiva de preparação para a Copa do Mundo de 2026. Sob o comando do técnico Carlo Ancelotti, o grupo terá pouco tempo para descanso após a viagem, já que o primeiro treinamento em solo norte-americano está programado para menos de 24 horas depois do embarque.</p>
<p>A delegação deixa o Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, às 22h desta segunda-feira. A chegada ao Aeroporto Internacional de Newark, em Nova Jersey, está prevista para as 6h de terça-feira, no horário de Brasília. Após o desembarque, jogadores e comissão técnica seguirão para a cidade de Basking Ridge, onde ficará instalada a base brasileira durante a competição.</p>
<p>O primeiro treinamento nos Estados Unidos ocorrerá às 16h de terça-feira, marcando o início oficial da preparação da equipe para a disputa do Mundial. A atividade será realizada no centro de treinamento do New York Red Bulls, estrutura escolhida pela Confederação Brasileira de Futebol para receber a seleção durante sua permanência em Nova Jersey.</p>
<figure id="attachment_90956" aria-describedby="caption-attachment-90956" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-90956" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/01-Delegacao-brasileira-treinara-no-CT-do-New-York-Red-Bulls-em-Basking-Ridge-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Delegação Brasileira Treinará No CT Do New York Red Bulls, Em Basking Ridge - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/01-Delegacao-brasileira-treinara-no-CT-do-New-York-Red-Bulls-em-Basking-Ridge-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/01-Delegacao-brasileira-treinara-no-CT-do-New-York-Red-Bulls-em-Basking-Ridge-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/01-Delegacao-brasileira-treinara-no-CT-do-New-York-Red-Bulls-em-Basking-Ridge-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/01-Delegacao-brasileira-treinara-no-CT-do-New-York-Red-Bulls-em-Basking-Ridge-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-90956" class="wp-caption-text">elegação brasileira treinará no CT do New York Red Bulls, em Basking Ridge &#8211; New York Red Bulls/Divulgação</figcaption></figure>
<p>O complexo esportivo conta com oito campos oficiais e uma arena de apoio, oferecendo toda a infraestrutura necessária para os trabalhos técnicos, físicos e táticos da equipe brasileira antes da estreia na competição.</p>
<p>Dos 26 jogadores convocados para a Copa do Mundo, 23 viajarão com a delegação nesta segunda-feira. Os zagueiros Marquinhos e Gabriel Magalhães, além do atacante Gabriel Martinelli, se apresentarão posteriormente nos Estados Unidos. Os três participaram da final da Liga dos Campeões da Europa no último fim de semana e receberam autorização para se juntar ao grupo após o compromisso continental.</p>
<p>Antes da estreia na Copa, a equipe ainda fará um amistoso preparatório contra a seleção do Egito. A partida está marcada para o próximo sábado, em Cleveland, e será o último teste da comissão técnica antes do início da competição.</p>
<p>A caminhada brasileira em busca do hexacampeonato mundial começa no dia 13 de junho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Integrante do Grupo C, o Brasil também terá pela frente as seleções do Haiti e da Escócia na fase inicial do torneio.</p>
<p>A expectativa da comissão técnica é aproveitar ao máximo os dias que antecedem a estreia para ajustar detalhes táticos e promover a adaptação dos atletas ao ambiente da competição. A chegada aos Estados Unidos marca a entrada da Seleção Brasileira na etapa mais importante da preparação para aquele que é o principal objetivo do futebol nacional em 2026: a conquista do sexto título mundial.</p>
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		<title>Quênia autoriza instalação de quarentena dos EUA para americanos expostos ao ebola</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/quenia-autoriza-instalacao-de-quarentena-dos-eua-para-americanos-expostos-ao-ebola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 23:20:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Congo]]></category>
		<category><![CDATA[Ebola]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Quênia]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo do Quênia aprovou um pedido dos Estados Unidos para instalar uma estrutura de quarentena destinada a cidadãos norte-americanos expostos ao ebola no leste da África. A decisão acontece em meio ao crescimento do surto da doença na República Democrática do Congo e ao aumento da preocupação internacional com a disseminação do vírus. Segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Quênia aprovou um pedido dos Estados Unidos para instalar uma estrutura de quarentena destinada a cidadãos norte-americanos expostos ao ebola no leste da África. A decisão acontece em meio ao crescimento do surto da doença na República Democrática do Congo e ao aumento da preocupação internacional com a disseminação do vírus.</p>
<p>Segundo autoridades norte-americanas ouvidas pela Reuters, a instalação será montada em uma base da Força Aérea na região de Laikipia, no centro do Quênia, e deve começar a operar nesta sexta-feira com capacidade inicial para 50 leitos.</p>
<p>A estrutura será usada para receber cidadãos dos Estados Unidos que tenham sido expostos ao vírus ou apresentem alto risco de infecção durante permanência em áreas afetadas pelo surto. O plano prevê tratamento e isolamento ainda no continente africano, evitando o transporte imediato de pacientes para território norte-americano.</p>
<p>O governo do presidente Donald Trump afirmou que a medida faz parte de uma estratégia preventiva para impedir a entrada do ebola nos Estados Unidos. Durante reunião de gabinete realizada nesta semana, o secretário de Estado Marco Rubio declarou: “Não podemos e não permitiremos que nenhum caso de Ebola entre nos Estados Unidos”.</p>
<p>De acordo com integrantes da administração norte-americana, a instalação foi planejada para oferecer atendimento rápido a cidadãos americanos infectados ou em observação, reduzindo o tempo de deslocamento e permitindo resposta médica imediata.</p>
<p>O projeto está sendo conduzido em conjunto pelo Departamento de Estado dos EUA, pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos e pelo Pentágono. Profissionais de saúde pública norte-americanos já começaram a ser mobilizados para atuar na operação.</p>
<p>O atual surto de ebola concentra-se principalmente na República Democrática do Congo, onde autoridades de saúde monitoram centenas de casos suspeitos. Dados divulgados por órgãos internacionais apontam mais de 900 ocorrências suspeitas e mais de 200 mortes em investigação relacionadas à doença. Uganda também confirmou casos da infecção.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde acompanha o avanço do surto e intensificou ações na região africana. O diretor-geral da entidade viajou ao Congo nesta semana para acompanhar as medidas de contenção e reforçar o apoio internacional.</p>
<p>Especialistas em saúde pública nos Estados Unidos criticaram a decisão do governo norte-americano de utilizar instalações fora do país. Segundo pesquisadores e ex-integrantes da resposta internacional ao ebola, os EUA já possuem hospitais especializados e estruturas altamente preparadas para o tratamento da doença em território americano.</p>
<p>Autoridades quenianas ainda não detalharam como será o funcionamento da unidade nem quais protocolos de segurança serão adotados para evitar riscos à população local. O país não possui casos confirmados de ebola até o momento.</p>
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