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	<title>EUA &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>EUA &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil reforça vacinação e vigilância contra o sarampo diante do avanço da doença nas Américas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 14:12:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde reforçou as ações de vacinação e vigilância contra o sarampo diante do aumento de casos nos Estados Unidos e em outros países das Américas. Até 5 de outubro, o Brasil havia registrado 52 casos importados da doença, sendo 41 em São Paulo, dez no Amazonas e um no Rio de Janeiro. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde reforçou as ações de vacinação e vigilância contra o sarampo diante do aumento de casos nos Estados Unidos e em outros países das Américas. Até 5 de outubro, o Brasil havia registrado 52 casos importados da doença, sendo 41 em São Paulo, dez no Amazonas e um no Rio de Janeiro. Apesar dos registros, o país permanece sem circulação endêmica do vírus.</p>
<p>O alerta ocorre em um cenário de expansão do sarampo no continente. Segundo dados citados pelo Ministério da Saúde, os Estados Unidos enfrentam o maior número anual de casos em mais de 35 anos. Mais de 90% das pessoas infectadas no país não estavam vacinadas ou não tinham informação sobre a situação vacinal.</p>
<p>Na América Latina e América do Norte, Estados Unidos, Guatemala, México, Peru e Canadá concentram mais de 95% dos casos confirmados em 2026, de acordo com dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).</p>
<h3>Vigilância é reforçada</h3>
<p>Para evitar que casos importados provoquem novas cadeias de transmissão no Brasil, equipes de saúde realizam busca ativa, investigação epidemiológica, acompanhamento de pessoas que tiveram contato com infectados e bloqueio vacinal.</p>
<p>A vacinação também foi ampliada em locais públicos e áreas de grande circulação, especialmente nas regiões que registraram casos.</p>
<p>Em São Paulo, as ações foram reforçadas na capital, em Guarulhos, São Bernardo do Campo e Santo André. Entre as medidas está a aplicação da chamada dose zero para crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias. Essa dose é complementar ao esquema de rotina, que prevê vacinação aos 12 e aos 15 meses.</p>
<p>Na região de tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, o Ministério da Saúde também ampliou a resposta após a identificação de casos importados. As equipes atuam na vacinação, investigação de suspeitas, coleta de amostras e acompanhamento de contatos.</p>
<h3>Brasil recuperou status de eliminação</h3>
<p>O país já enfrentou um cenário mais grave recentemente. Em 2019, foram registrados mais de 20 mil casos de sarampo e, após mais de 12 meses de transmissão, o Brasil perdeu a certificação de eliminação da doença.</p>
<p>A situação foi revertida após a interrupção da transmissão sustentada. Em novembro de 2024, a Opas voltou a reconhecer o Brasil como país livre da circulação endêmica do sarampo.</p>
<p>Entre 2023 e 2025, foram confirmados 85 casos no país, sem registro de mortes. Em 2026, os casos registrados até agora estão relacionados à importação ou a situações que ainda são investigadas pelas autoridades de saúde.</p>
<h3>Cobertura vacinal aumentou</h3>
<p>A melhora da vacinação é apontada pelo Ministério da Saúde como um dos fatores que ajudaram o país a recuperar e manter o controle da doença.</p>
<p>Desde 2023, a cobertura das 16 vacinas previstas no calendário infantil aumentou, enquanto o número de crianças sem vacinação caiu 86%, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Unicef.</p>
<p>Em 2025, a cobertura da primeira dose da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, chegou a 93,10% no país. Em São Paulo, o índice foi de 94,39%, enquanto no Amazonas ficou em 89,54%.</p>
<p>Ao longo de 2026, quatro grandes mobilizações de vacinação foram realizadas. Mais de 3,8 milhões de doses foram aplicadas em São Paulo e aproximadamente 192 mil no Amazonas.</p>
<h3>Vacina está disponível gratuitamente</h3>
<p>O Ministério da Saúde reforça que a vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo e está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Quem estiver com alguma dose atrasada deve procurar uma unidade de saúde para verificar a situação da caderneta e completar o esquema recomendado pelo Programa Nacional de Imunizações.</p>
<p>A manutenção de altas coberturas vacinais, aliada à identificação rápida de casos e ao acompanhamento dos contatos, é considerada essencial para impedir que infecções trazidas de outros países voltem a provocar transmissão sustentada do vírus no território brasileiro.</p>
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		<title>Senado aprova projeto que reduz tributos sobre combustíveis e amplia benefícios fiscais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 00:55:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Etanol]]></category>
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		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Isenção Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Petroleo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (12) o Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/2026, que estabelece redução de tributos federais incidentes sobre combustíveis. A proposta recebeu 61 votos favoráveis e dois contrários e, após também ter sido aprovada pela Câmara dos Deputados no mesmo dia, será encaminhada para sanção presidencial. A medida foi negociada entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (12) o Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/2026, que estabelece redução de tributos federais incidentes sobre combustíveis. A proposta recebeu 61 votos favoráveis e dois contrários e, após também ter sido aprovada pela Câmara dos Deputados no mesmo dia, será encaminhada para sanção presidencial.</p>
<p>A medida foi negociada entre o governo federal e lideranças do Congresso em meio à pressão provocada pela elevação das cotações internacionais do petróleo. O texto reduz a tributação sobre óleo diesel, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação e também incorpora uma série de benefícios fiscais destinados a setores considerados estratégicos.</p>
<p>A proposta surgiu como resposta aos efeitos da alta do petróleo provocada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio. A interrupção da principal rota de exportação de petróleo da região provocou forte volatilidade no mercado internacional e elevou os custos dos combustíveis.</p>
<p>Durante a tramitação, porém, o projeto ganhou um alcance maior. Além das medidas diretamente relacionadas aos combustíveis, os parlamentares incluíram incentivos para a produção de etanol e fertilizantes, pesquisa e exploração de minerais críticos e terras raras, além de benefícios tributários para a Fifa em razão da Copa do Mundo de Futebol Feminino, que será realizada no Brasil em 2027.</p>
<h3>Recursos extras do petróleo serão usados para compensar renúncias</h3>
<p>Um dos pontos centrais da proposta é a forma encontrada para compensar a perda de arrecadação decorrente das desonerações. O texto permite que receitas extraordinárias obtidas pela União com a valorização do petróleo sejam utilizadas para equilibrar os benefícios tributários.</p>
<p>A arrecadação federal proveniente de royalties e outras participações relacionadas ao petróleo cresceu significativamente em 2026. Entre janeiro e março, foram registrados R$ 28 bilhões, ante R$ 9 bilhões no mesmo período do ano anterior. O avanço real superou 200%.</p>
<p>A lógica prevista no projeto é utilizar parte desse aumento de receitas para financiar as medidas de redução de tributos e os incentivos incorporados ao texto.</p>
<h3>Etanol terá mecanismos para preservar vantagem sobre gasolina</h3>
<p>O setor de biocombustíveis foi contemplado com medidas específicas. A proposta estabelece mecanismos para preservar a diferença tributária entre a gasolina e o etanol diante de eventuais reduções dos impostos incidentes sobre combustíveis fósseis.</p>
<p>Caso a tributação federal da gasolina seja reduzida em 30% ou mais, as alíquotas aplicadas ao etanol poderão chegar a zero. O texto determina que a vantagem tributária do biocombustível seja preservada em relação ao cenário anterior ao conflito, considerando tanto os percentuais quanto os valores por unidade de medida.</p>
<p>Também está prevista uma subvenção de R$ 1,2 bilhão para produtores de etanol hidratado. O objetivo é manter a diferenciação de preços entre o combustível renovável e a gasolina.</p>
<p>Produtores e cooperativas do setor ainda poderão utilizar até R$ 750 milhões em créditos tributários para compensar débitos junto à Receita Federal. A medida será calculada de acordo com a participação da produção de etanol hidratado registrada em 2025 pelos contribuintes habilitados.</p>
<h3>Projeto cria pacote de incentivos para fertilizantes</h3>
<p>Outro segmento beneficiado é o de fertilizantes e insumos utilizados na produção agrícola. O texto autoriza a concessão de até R$ 5 bilhões em créditos fiscais entre 2027 e 2031 para empresas que produzam fertilizantes, matérias-primas, remineralizadores e bioinsumos no país.</p>
<p>O limite será de R$ 1 bilhão por ano, e os créditos poderão corresponder a até 20% dos gastos realizados com a produção nacional de fertilizantes e matérias-primas.</p>
<p>A proposta também prevê isenção do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) para mercadorias destinadas a projetos de desenvolvimento da indústria de fertilizantes e matérias-primas. Segundo o texto aprovado, a renúncia poderá alcançar R$ 200 milhões por ano.</p>
<p>Na área rural, outra mudança reduz de 50% para 30% o percentual máximo de receitas provenientes de exportações exigido para que determinadas empresas possam se enquadrar na suspensão do pagamento do IBS e da CBS.</p>
<h3>Fifa também será beneficiada</h3>
<p>Entre as medidas incorporadas ao projeto está ainda a possibilidade de concessão de benefícios fiscais à Fifa, entidade responsável pela organização da Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027, que terá o Brasil como sede.</p>
<p>A inclusão da entidade faz parte do conjunto de benefícios tributários acrescentados durante a tramitação da proposta no Congresso.</p>
<p>O texto também autoriza o governo a ampliar em até R$ 2,5 bilhões as despesas do Ministério da Defesa acima dos limites estabelecidos para os gastos. Esses valores deverão ser descontados dos orçamentos futuros da pasta.</p>
<p>Outra autorização permite antecipar até R$ 3 bilhões em despesas temporárias nas áreas de saúde e educação que estavam previstas inicialmente para 2027.</p>
<h3>Projeto estabelece limites para determinadas despesas</h3>
<p>A negociação entre o governo e o Congresso também resultou na inclusão de mecanismos relacionados ao controle das despesas públicas.</p>
<p>Pelo texto, caso o relatório bimestral de receitas e despesas indique uma projeção de déficit fiscal, determinadas despesas deverão observar limites vinculados ao arcabouço fiscal.</p>
<p>A regra alcança recursos de fundos como o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). Em um cenário de déficit projetado, a correção desses recursos no exercício seguinte ficará limitada à inflação acrescida de um percentual máximo de 2,5%.</p>
<p>O mecanismo também poderá restringir o crescimento dos pisos constitucionais destinados à saúde e à educação, atualmente estabelecidos em 15% e 18%, respectivamente, da Receita Corrente Líquida da União.</p>
<p>A proposta não modifica a fórmula utilizada para calcular a Receita Corrente Líquida nem as vinculações existentes. O que muda é a possibilidade de limitar o crescimento de determinadas despesas quando houver previsão de resultado fiscal negativo, evitando que receitas extraordinárias, como as provenientes do petróleo, provoquem automaticamente aumento dessas despesas.</p>
<h3>Acordo destravou votação no Congresso</h3>
<p>A aprovação ocorreu durante o esforço concentrado do Congresso após o retorno dos parlamentares do recesso. O avanço do PLP 114/2026 foi resultado de um acordo entre o governo e as lideranças do Legislativo, com participação dos ministérios do Planejamento e da Fazenda.</p>
<p>Na manhã de quarta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), no Palácio da Alvorada. O encontro teve como objetivo definir prioridades para a agenda legislativa durante o período de votações.</p>
<p>Também participaram da reunião o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, e a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE).</p>
<p>O Congresso estabeleceu duas semanas de esforço concentrado antes das eleições. A primeira ocorre entre 10 e 14 de agosto, enquanto a segunda está prevista para o período de 31 de agosto a 3 de setembro.</p>
<p>Com a aprovação nas duas Casas, o projeto deixa a etapa legislativa e segue para análise do presidente da República. A sanção presidencial será o próximo passo para que as medidas previstas no texto possam entrar em vigor.</p>
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		<title>EUA respondem ao Brasil na OMC e aceitam reunião para consultas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[🔁 Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 20:56:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos responderam, nesta segunda-feira (10), à manifestação do Brasil junto à Organização Mundial de Comércio (OMC) sobre as tarifas extras impostas por eles a produtos brasileiros.  Na resposta, o país norte-americano se disse pronto para conversar e atender ao pedido de consultas feito pelo governo brasileiro. “Os Estados Unidos aceitam o pedido do Brasil para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos responderam, nesta segunda-feira (10), à manifestação do Brasil junto à Organização Mundial de Comércio (OMC) sobre as tarifas extras impostas por eles a produtos brasileiros. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Na resposta, o país norte-americano se disse pronto para conversar e atender ao pedido de consultas feito pelo governo brasileiro.</p>
<p>“Os Estados Unidos aceitam o pedido do Brasil para participar das consultas. Estamos prontos para dialogar com as autoridades da sua missão em uma data mutuamente conveniente para consultas”, respondeu o governo norte-americano.</p>
<p>O Brasil apresentou seus argumentos como um pedido de consultas aos Estados Unidos no sistema de solução de controvérsias da OMC. O documento expõe o cenário, inclusive com as alegações dos EUA de serem tratados de forma discriminatória pelo Brasil.</p>
<p>O pedido de consultas representa a primeira etapa formal do sistema de solução de controvérsias da OMC. Nessa fase, os países buscam negociar uma solução para o conflito antes da eventual instalação de um painel para analisar o caso.</p>
<p>O Brasil se manifestou junto à OMC no dia 27 de julho e argumentou que as tarifas aplicadas pelos Estados Unidos são “inconsistentes” com as regras definidas pela entidade.</p>
<p>“As medidas em questão [tomadas pelos EUA] parecem ser inconsistentes com as obrigações dos EUA sob o Acordo Geral de Tarifas e Comércio 1994”, afirmou o Brasil.</p>
<p>O Acordo Geral de Tarifas e Comércio traz a base normativa para aplicação de tarifas por parte dos membros da OMC.</p>
<p>O Brasil também afirma que é preterido pelos EUA na relação comercial, comparado a outros países da Organização Mundial do Comércio.</p>
<h2>China</h2>
<p>Autoridades do governo chinês também se manifestaram no mesmo pedido de consultas feito pelo Brasil e pediram autorização para participar das consultas.A China é o maior parceiro comercial do Brasil.</p>
<p>“China tem um interesse comercial substancial nessas consultas”, disse o documento. A China afirma que os EUA também impuseram “certas medidas” a produtos originados no país.</p>
<p>“Essas medidas afetam todas as exportações da China aos Estados Unidos, sujeitas a isenções específicas, e em particular as condições de competição para esses produtos originados na China e vendidos ao mercado estadunidense, como resultado de tarifas adicionais impostas. A China, portanto, solicita respeitosamente que seja permitida sua participação nas consultas nesta disputa”, acrescentou.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Cooperação com a China pode fortalecer soberania digital do Brasil na inteligência artificial, apontam especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 18:20:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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		<category><![CDATA[Pax Silica]]></category>
		<category><![CDATA[Waico]]></category>
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					<description><![CDATA[O avanço da cooperação entre Brasil e China na área de inteligência artificial pode representar um passo importante para o fortalecimento da soberania digital brasileira. A avaliação foi feita por especialistas durante debates realizados na Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC), em Xangai, onde autoridades, pesquisadores e representantes do setor tecnológico discutiram os desafios da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço da cooperação entre Brasil e China na área de inteligência artificial pode representar um passo importante para o fortalecimento da soberania digital brasileira. A avaliação foi feita por especialistas durante debates realizados na Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC), em Xangai, onde autoridades, pesquisadores e representantes do setor tecnológico discutiram os desafios da governança global e do desenvolvimento de tecnologias estratégicas.</p>
<p>Segundo os participantes, o cenário internacional exige que países ampliem sua capacidade de desenvolver infraestrutura própria para inteligência artificial, reduzindo a dependência de soluções controladas por empresas estrangeiras. Nesse contexto, a aproximação entre Brasil e China é vista como uma oportunidade para impulsionar investimentos em pesquisa, processamento de dados, computação em nuvem e desenvolvimento de modelos treinados em língua portuguesa e adaptados às necessidades nacionais.</p>
<figure id="attachment_91886" aria-describedby="caption-attachment-91886" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-91886" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/01-Pax-Silica-iniciativa-dos-EUA-com-paises-aliados-na-area-de-inteligencia-artificial-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Pax Silica, Iniciativa Dos EUA Com Países Aliados Na área De Inteligência Artificial - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/01-Pax-Silica-iniciativa-dos-EUA-com-paises-aliados-na-area-de-inteligencia-artificial-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/01-Pax-Silica-iniciativa-dos-EUA-com-paises-aliados-na-area-de-inteligencia-artificial-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/01-Pax-Silica-iniciativa-dos-EUA-com-paises-aliados-na-area-de-inteligencia-artificial-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/01-Pax-Silica-iniciativa-dos-EUA-com-paises-aliados-na-area-de-inteligencia-artificial-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-91886" class="wp-caption-text">Pax Silica, iniciativa dos EUA com países aliados na área de inteligência artificial. Foto: Divulgação &#8211; Divulgação</figcaption></figure>
<p>Os especialistas destacaram que a soberania digital vai além da criação de ferramentas de inteligência artificial. Ela envolve o domínio sobre dados, infraestrutura tecnológica, centros de processamento e capacidade de formular políticas públicas capazes de garantir autonomia diante das transformações provocadas pela nova economia digital.</p>
<p>Durante o encontro, também foi ressaltado que a inteligência artificial passou a ocupar posição estratégica nas relações internacionais, tornando-se um dos principais temas da disputa tecnológica entre grandes potências. Nesse cenário, a cooperação internacional pode contribuir para acelerar a formação de capacidades nacionais sem comprometer a autonomia dos países envolvidos.</p>
<p>A participação brasileira na fundação da Organização Mundial para Cooperação em Inteligência Artificial (WAICO), sediada em Xangai, foi apresentada como um dos marcos recentes dessa aproximação. A nova instituição tem como objetivo incentivar a cooperação internacional para o desenvolvimento e a aplicação da inteligência artificial de forma ética, segura, confiável e voltada ao benefício da sociedade.</p>
<p>Para os debatedores, o Brasil reúne condições favoráveis para ampliar sua presença nesse setor por contar com universidades, centros de pesquisa e profissionais qualificados. No entanto, afirmam que ainda são necessários investimentos consistentes em infraestrutura computacional, formação de especialistas e incentivo à inovação para que o país deixe de ser apenas consumidor de tecnologias desenvolvidas no exterior.</p>
<p>Outro ponto destacado foi a importância da adoção de modelos de código aberto e de iniciativas que permitam maior controle nacional sobre dados estratégicos e sistemas utilizados pelo setor público. A expectativa é que a cooperação tecnológica entre Brasil e China contribua para acelerar esse processo e ampliar a participação brasileira na definição das futuras regras internacionais para o desenvolvimento da inteligência artificial.</p>
<p>Ao longo dos debates, especialistas também defenderam que o fortalecimento da soberania digital deve caminhar ao lado de princípios como transparência, segurança, proteção de dados e uso responsável da inteligência artificial. A avaliação é que esses elementos serão fundamentais para garantir que o avanço tecnológico ocorra de forma sustentável e alinhada aos interesses públicos.</p>
<p>A aproximação entre Brasil e China na área tecnológica vem sendo ampliada nos últimos meses por meio de acordos de cooperação e iniciativas conjuntas voltadas ao desenvolvimento de inteligência artificial, computação em nuvem e transformação digital, reforçando a estratégia brasileira de ampliar sua capacidade tecnológica e reduzir a dependência de soluções externas.</p>
<figure id="attachment_91887" aria-describedby="caption-attachment-91887" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-91887" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/governanca_ia_-_versao_3.webp?resize=754%2C1453&#038;ssl=1" alt="" width="754" height="1453" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/governanca_ia_-_versao_3.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/governanca_ia_-_versao_3.webp?resize=156%2C300&amp;ssl=1 156w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/governanca_ia_-_versao_3.webp?resize=593%2C1142&amp;ssl=1 593w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/governanca_ia_-_versao_3.webp?resize=150%2C289&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/governanca_ia_-_versao_3.webp?resize=750%2C1445&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-91887" class="wp-caption-text">Brasília &#8211; 31/07/2026 &#8211; Iniciativas da China (Waico) e dos EUA (Pax Silica) para governança da IA. Arte. &#8211; Foto: governança da IA &#8211; Governança da IA</figcaption></figure>
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		<title>Brasil afirma que tarifas dos EUA não têm justificativa e reforça defesa do diálogo comercial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro voltou a contestar a proposta dos Estados Unidos de aplicar tarifas sobre produtos nacionais e afirmou que não existem fundamentos que justifiquem a adoção da medida. Em manifestação oficial enviada às autoridades norte-americanas, o Brasil sustentou que as alegações apresentadas por Washington não encontram respaldo nos dados da relação comercial entre os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro voltou a contestar a proposta dos Estados Unidos de aplicar tarifas sobre produtos nacionais e afirmou que não existem fundamentos que justifiquem a adoção da medida. Em manifestação oficial enviada às autoridades norte-americanas, o Brasil sustentou que as alegações apresentadas por Washington não encontram respaldo nos dados da relação comercial entre os dois países e defendeu a continuidade das negociações.</p>
<p>O documento, elaborado pelo Ministério das Relações Exteriores, argumenta que a sobretaxa de 25% sugerida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) teria efeitos negativos também para empresas e consumidores norte-americanos. Segundo o governo brasileiro, diversos produtos exportados pelo Brasil são utilizados como insumos por indústrias dos EUA e sua taxação elevaria custos de produção, afetando a competitividade e podendo resultar em aumento de preços no mercado americano.</p>
<p>Na resposta encaminhada ao USTR, o Brasil também rebateu as críticas relacionadas ao sistema de pagamentos Pix, ao ambiente regulatório, às decisões do Poder Judiciário, à política ambiental e a outros pontos incluídos na investigação comercial conduzida pelos Estados Unidos. O governo sustenta que todas as políticas questionadas seguem a legislação brasileira e os compromissos internacionais assumidos pelo país.</p>
<p>O Itamaraty reiterou que o relacionamento econômico entre Brasil e Estados Unidos é historicamente equilibrado e destacou que empresas norte-americanas também seriam impactadas pela eventual adoção das tarifas. O governo brasileiro informou ainda que recebeu manifestações de associações empresariais dos próprios Estados Unidos defendendo a exclusão de produtos brasileiros da medida, devido à dependência de matérias-primas e componentes fornecidos pelo Brasil.</p>
<p>Enquanto mantém a contestação formal às justificativas apresentadas por Washington, o Brasil continua apostando na via diplomática para tentar evitar o aumento das barreiras comerciais. As equipes técnicas dos dois países seguem em negociação na tentativa de construir uma solução antes da decisão definitiva sobre a aplicação das tarifas.</p>
<p>A proposta de sobretaxar produtos brasileiros integra uma investigação conduzida pelo USTR, que apontou supostas práticas comerciais consideradas desleais. O governo brasileiro, no entanto, afirma que apresentou informações capazes de demonstrar que as acusações não procedem e defende que não há base técnica ou jurídica para a imposição das novas tarifas.</p>
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		<title>FIFA revoga suspensão de Balogun após recurso e decisão gera repercussão internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:42:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Jogador]]></category>
		<category><![CDATA[Liberação]]></category>
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					<description><![CDATA[O atacante Folarin Balogun foi liberado pela FIFA para defender os Estados Unidos no confronto contra a Bélgica pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, mesmo após ter sido expulso na partida anterior contra a Bósnia e Herzegovina. A decisão do Comitê Disciplinar da entidade suspendeu a punição automática de um jogo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O atacante Folarin Balogun foi liberado pela FIFA para defender os Estados Unidos no confronto contra a Bélgica pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, mesmo após ter sido expulso na partida anterior contra a Bósnia e Herzegovina. A decisão do Comitê Disciplinar da entidade suspendeu a punição automática de um jogo e provocou ampla repercussão no cenário esportivo internacional.</p>
<p>Balogun havia recebido cartão vermelho durante a vitória norte-americana sobre a Bósnia, resultado que, pelas regras da competição, o impediria de atuar na fase seguinte do torneio. No entanto, a FIFA utilizou o Artigo 27 do seu Código Disciplinar para suspender a aplicação da sanção por um período probatório de um ano, mantendo o registro da infração, mas permitindo que o jogador estivesse em campo diante da seleção belga.</p>
<p>O episódio ganhou dimensão política após a divulgação de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou em contato com o presidente da FIFA, Gianni Infantino, para pedir a revisão da punição. Depois da decisão, Trump comemorou publicamente a liberação do atacante e classificou a medida como a correção de uma &#8220;grande injustiça&#8221;.</p>
<p>A decisão, porém, provocou reações negativas. Dirigentes e representantes do futebol europeu questionaram a utilização do dispositivo disciplinar e manifestaram preocupação com um possível precedente para futuras competições. A federação belga demonstrou surpresa com a medida, enquanto críticas também partiram de ex-dirigentes da FIFA e de analistas esportivos, que apontaram riscos à credibilidade dos processos disciplinares da entidade.</p>
<p>Balogun chega ao confronto como um dos principais destaques da seleção norte-americana na Copa do Mundo. Artilheiro dos Estados Unidos no torneio, o atacante já marcou três gols e é considerado uma das principais referências ofensivas da equipe comandada por Mauricio Pochettino. Sua permanência entre os titulares é vista como um reforço importante para a equipe na busca por uma vaga nas quartas de final.</p>
<p>O caso se tornou um dos assuntos mais comentados desta edição do Mundial por envolver uma decisão incomum da FIFA, tomada às vésperas de uma partida eliminatória e cercada por forte repercussão política e esportiva. A expectativa agora é que o desempenho de Balogun em campo mantenha o episódio em evidência durante a sequência da competição.</p>
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		<title>Governo reforça negociações com os EUA para evitar novas tarifas sobre produtos brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 18:57:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Márcio Elias Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal intensificou as negociações com os Estados Unidos para tentar impedir a aplicação de tarifas adicionais sobre produtos brasileiros exportados ao mercado americano. Nesta quinta-feira (2), o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou que a orientação do governo é manter o diálogo aberto até o limite das tratativas. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal intensificou as negociações com os Estados Unidos para tentar impedir a aplicação de tarifas adicionais sobre produtos brasileiros exportados ao mercado americano. Nesta quinta-feira (2), o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou que a orientação do governo é manter o diálogo aberto até o limite das tratativas.</p>
<p>Segundo o ministro, o Brasil atua seguindo a determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de priorizar a negociação. “Nunca abandone a mesa de negociação”, reproduziu a fala de Lula. “Quem defende o multilateralismo, como o Brasil, tem que saber lutar contra as barreiras que são impostas”.</p>
<p>Márcio Elias assumiu o comando da pasta em abril, após a saída de Geraldo Alckmin, e passou a integrar diretamente a equipe responsável pelas conversas com o governo americano. Nesta quinta-feira, ele participou de uma reunião virtual com representantes da Representação Comercial dos Estados Unidos (USTR), acompanhado por integrantes do Ministério das Relações Exteriores e da assessoria especial da Presidência da República.</p>
<p>Após o encontro, o ministro destacou que o governo trabalha contra o tempo para chegar a uma solução antes de 15 de julho, data prevista para o início da cobrança das tarifas. “O tempo corre contra porque o prazo é 15 de julho”, ressaltou. Segundo ele, fatores políticos acabam dificultando o andamento das negociações.</p>
<p>Ao comentar esse cenário, Márcio Elias citou manifestações de integrantes da família do ex-presidente Jair Bolsonaro, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, sem mencionar nomes diretamente. Ele fez referência a publicações de um ex-deputado federal que teria reivindicado participação na adoção das medidas tarifárias e também a manifestações favoráveis à decisão nas redes sociais.</p>
<p>Na avaliação do ministro, esse tipo de comportamento introduz elementos políticos em uma discussão que deveria permanecer restrita às relações comerciais entre os dois países.</p>
<p>“Não cabe na mesa de negociação da economia, do comércio bilateral, questões ideológicas, eleitoreiras, pessoalmente oportunistas, isso não tem cabimento”, afirmou.</p>
<p>As declarações foram dadas após sua participação no 1º Fórum Econômico da Transformação Ecológica Brasileira, realizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro.</p>
<p>De acordo com o ministro, a reunião virtual desta quinta-feira foi a quarta realizada em nível ministerial para tratar da questão com autoridades americanas. Além desses encontros, já ocorreram outras oito reuniões técnicas.</p>
<p>Durante a conversa entre os dois governos, também foram discutidos temas relacionados ao combate ao crime organizado transnacional, lavagem de dinheiro, imigração, cooperação policial, atração de investimentos em data centers e proteção à propriedade intelectual. Sobre esse último ponto, Márcio Elias afirmou que o Brasil já segue os padrões internacionais.</p>
<p>A possibilidade de aplicação das tarifas surgiu após a abertura de uma investigação pela USTR, fundamentada na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos. O governo do presidente Donald Trump sustenta que o Brasil adota práticas consideradas desleais no comércio internacional e menciona o Pix entre os fatores que, segundo Washington, prejudicariam empresas americanas. O governo brasileiro rejeita essas alegações.</p>
<p>Também presente ao evento no BNDES, o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Ribeiro Capobianco, contestou outra justificativa apresentada pelos Estados Unidos para defender a adoção das tarifas, relacionada ao desmatamento e ao comércio ilegal de madeira.</p>
<p>Segundo ele, o país mantém o desmatamento sob controle e conta com um sistema de rastreabilidade que impede a exportação de madeira obtida ilegalmente.</p>
<p>“O Ibama libera a exportação verificando toda essa cadeia de custódia, todo o processo regulamentado, registrado”, certificou Capobianco.</p>
<p>O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, também comentou a carta enviada pelo secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, ao senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Para Mercadante, o conteúdo do documento envolve temas estratégicos para o país.</p>
<p>“São informações do Estado brasileiro, de estratégia, de desenvolvimento, da defesa, de tecnologia, da área de energia”, listou.</p>
<p>“É uma afronta à soberania e aos interesses nacionais”, concluiu.</p>
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		<title>Suprema Corte dos EUA rejeita medida de Trump e mantém cidadania por nascimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu manter o entendimento de que a cidadania por nascimento segue válida no país, rejeitando uma tentativa do presidente Donald Trump de restringir o direito por meio de uma ordem executiva. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (30) e consolida o princípio constitucional que garante cidadania automática a praticamente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu manter o entendimento de que a cidadania por nascimento segue válida no país, rejeitando uma tentativa do presidente Donald Trump de restringir o direito por meio de uma ordem executiva. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (30) e consolida o princípio constitucional que garante cidadania automática a praticamente todos os nascidos em solo norte-americano.</p>
<p>Por maioria de 6 votos a 3, os magistrados consideraram que a medida proposta pelo governo contrariava a interpretação histórica da 14ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos, adotada após a Guerra Civil e aplicada há mais de um século como base do direito à cidadania por nascimento.</p>
<p>A proposta do governo Trump buscava impedir o reconhecimento automático da cidadania a crianças nascidas no país cujos pais não fossem cidadãos norte-americanos ou residentes permanentes legais. A iniciativa fazia parte de uma agenda mais ampla de endurecimento das regras migratórias, mas já vinha sendo barrada em instâncias judiciais inferiores antes de chegar ao Supremo.</p>
<p>Na decisão, o tribunal reforçou o entendimento consolidado desde o caso Wong Kim Ark, julgado em 1898, segundo o qual a cidadania por nascimento se aplica de forma ampla a pessoas nascidas em território dos Estados Unidos, independentemente da situação migratória dos pais, com exceções restritas como filhos de diplomatas estrangeiros.</p>
<p>O caso foi acompanhado de forte repercussão política, já que a proposta de restringir a cidadania por nascimento havia sido uma das promessas defendidas por Trump desde seu retorno à presidência. Após a decisão, o governo sinalizou que pode buscar alternativas legislativas no Congresso, embora mudanças nesse tema exijam alterações constitucionais ou aprovação de leis com forte consenso político.</p>
<p>Organizações de direitos civis e parte da opinião pública celebraram o resultado como uma confirmação de um princípio considerado central no sistema jurídico norte-americano. Já setores mais conservadores criticaram o entendimento da maioria da Corte e defenderam a necessidade de revisão do alcance da 14ª Emenda.</p>
<p>Com a decisão, o entendimento vigente sobre cidadania por nascimento permanece inalterado, mantendo o status jurídico de milhões de pessoas nascidas anualmente nos Estados Unidos e encerrando, ao menos por enquanto, uma das principais disputas legais envolvendo a política migratória do país.</p>
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		<title>Estados Unidos estudam cobrança extra para acelerar emissão de vistos de turismo e negócios</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estados-unidos-estudam-cobranca-extra-para-acelerar-emissao-de-vistos-de-turismo-e-negocios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:39:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Visto]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem pretende viajar aos Estados Unidos poderá enfrentar uma nova modalidade de cobrança para obter o visto de entrada com maior rapidez. O governo norte-americano avalia a implementação de um programa que permitirá aos solicitantes pagar uma taxa adicional para antecipar o agendamento da entrevista obrigatória para emissão do documento. A proposta, que está em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem pretende viajar aos Estados Unidos poderá enfrentar uma nova modalidade de cobrança para obter o visto de entrada com maior rapidez. O governo norte-americano avalia a implementação de um programa que permitirá aos solicitantes pagar uma taxa adicional para antecipar o agendamento da entrevista obrigatória para emissão do documento.</p>
<p>A proposta, que está em fase piloto, prevê a cobrança de US$ 750, valor equivalente a aproximadamente R$ 3,8 mil na cotação atual. A taxa seria aplicada aos pedidos de visto das categorias B1 e B2, utilizadas por turistas e viajantes a negócios. O pagamento seria somado à tarifa já exigida para abertura do processo, atualmente fixada em US$ 185.</p>
<p>Caso a medida seja efetivamente adotada, o custo total para solicitar o visto poderá alcançar US$ 935, o equivalente a cerca de R$ 4,8 mil. Em contrapartida, os candidatos teriam acesso a uma fila prioritária para a realização da entrevista consular, com previsão de atendimento em até dez dias após a solicitação.</p>
<p>A iniciativa integra uma estratégia do Departamento de Estado dos Estados Unidos para ampliar as opções de atendimento e reduzir o impacto das filas em determinadas representações diplomáticas. Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, o programa experimental deverá funcionar entre 1º de julho e 31 de dezembro de 2026, período em que os resultados serão avaliados antes de uma possível adoção permanente.</p>
<p>As autoridades americanas ainda não divulgaram quais embaixadas e consulados participarão do projeto. Dessa forma, não há confirmação sobre a inclusão das unidades instaladas no Brasil. A definição dos postos selecionados deverá ser anunciada pelo governo norte-americano nas próximas semanas.</p>
<p>Mesmo com a cobrança adicional, o pagamento não altera os critérios de aprovação do visto. A análise dos pedidos continuará seguindo as mesmas exigências atualmente adotadas pelos consulados americanos. O benefício oferecido pelo programa está relacionado exclusivamente à redução do prazo para obtenção da entrevista, sem qualquer garantia de concessão do documento.</p>
<p>No Brasil, os tempos de espera para entrevistas variam de acordo com a cidade. Dados do Departamento de Estado indicam que os prazos atuais oscilam entre cerca de 15 dias e pouco mais de dois meses, dependendo da unidade consular escolhida pelo solicitante. Em comparação com outros países, o cenário brasileiro é considerado relativamente favorável, já que algumas representações diplomáticas no exterior registram filas superiores a oito meses.</p>
<p>A discussão sobre novas cobranças ocorre em meio ao endurecimento das políticas migratórias adotadas pelo governo dos Estados Unidos nos últimos anos. Paralelamente, autoridades americanas analisam outras medidas voltadas ao controle de entrada de estrangeiros, incluindo avaliações mais rigorosas dos processos de solicitação de vistos e mecanismos adicionais de verificação de candidatos.</p>
<p>Enquanto os detalhes finais não são divulgados, viajantes interessados em visitar os Estados Unidos deverão acompanhar os anúncios oficiais do Departamento de Estado para saber se a modalidade de atendimento prioritário estará disponível em seus países e quais serão as regras para adesão ao novo sistema.</p>
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		<title>Brasil contesta justificativas dos EUA para novas tarifas e reforça defesa em negociações comerciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 22:59:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Itamaraty]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério das Relações Exteriores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro voltou a rebater as alegações utilizadas pelos Estados Unidos para justificar a possível imposição de novas tarifas sobre produtos nacionais. Em declaração feita nesta quinta-feira (4), o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou que os argumentos apresentados pelas autoridades norte-americanas não possuem fundamento suficiente para embasar medidas comerciais contra o Brasil. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro voltou a rebater as alegações utilizadas pelos Estados Unidos para justificar a possível imposição de novas tarifas sobre produtos nacionais. Em declaração feita nesta quinta-feira (4), o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou que os argumentos apresentados pelas autoridades norte-americanas não possuem fundamento suficiente para embasar medidas comerciais contra o Brasil.</p>
<p>A manifestação ocorreu após uma série de encontros diplomáticos realizados em Paris, onde o chanceler brasileiro participou de reuniões com representantes de diferentes países e organismos internacionais. Entre os compromissos esteve uma conversa com o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, responsável por conduzir as discussões comerciais em nome do governo norte-americano.</p>
<p>Segundo Vieira, o Brasil apresentou esclarecimentos técnicos e informações detalhadas para responder às acusações feitas por Washington durante a investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR). O ministro destacou que a expectativa do governo brasileiro é que os dados enviados sejam considerados durante o processo de negociação.</p>
<p>“O que nós esperamos é que isso tudo seja levado em conta e que fique comprovado que não há por que sermos objetos de tarifas, porque todos os argumentos apresentados nós provamos que não são legítimos”, declarou Mauro Vieira.</p>
<p>A controvérsia teve início após a divulgação de um relatório do USTR recomendando a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. O documento aponta supostas práticas consideradas discriminatórias ou prejudiciais aos interesses comerciais dos Estados Unidos. Entre os temas citados estão o sistema de pagamentos instantâneos Pix, regras relacionadas ao comércio digital, proteção à propriedade intelectual, políticas de combate à corrupção, acesso ao mercado de etanol e ações de combate ao desmatamento ilegal.</p>
<p>Além dessa proposta, autoridades norte-americanas também anunciaram a intenção de aplicar uma tarifa complementar de 12,5% relacionada a questionamentos sobre o combate ao trabalho forçado em cadeias produtivas. A medida faz parte de uma ofensiva comercial mais ampla que atingiu dezenas de países.</p>
<p>O governo brasileiro tem sustentado que as críticas apresentadas pelos Estados Unidos não refletem a realidade das políticas adotadas pelo país. Integrantes da equipe econômica e diplomática defendem que instrumentos estratégicos, como o Pix, não serão colocados em negociação e consideram que temas ligados à soberania nacional devem permanecer fora de qualquer acordo comercial.</p>
<p>As tarifas propostas ainda não entraram em vigor. O processo prevê um período de negociações entre os dois países antes da decisão final. Uma audiência está prevista para julho, quando representantes brasileiros e norte-americanos deverão apresentar argumentos e esclarecimentos sobre as medidas discutidas.</p>
<p>Paralelamente às tratativas com os Estados Unidos, Mauro Vieira aproveitou sua agenda internacional para discutir temas econômicos com autoridades da União Europeia, Coreia do Sul, Canadá, Espanha, Suíça e República Tcheca. Entre os assuntos abordados esteve a implementação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, considerado uma das prioridades da política externa brasileira para os próximos anos.</p>
<p>O debate sobre as tarifas ocorre em um momento de forte atenção às relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos. Caso as medidas avancem, setores industriais exportadores poderão ser diretamente impactados, especialmente os segmentos de máquinas e equipamentos, produtos plásticos, calçados, madeira, papel e metalurgia, que possuem forte presença no mercado norte-americano.</p>
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