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	<title>Estudo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Estudo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Estudo aponta impacto da pobreza no desenvolvimento motor de bebês a partir dos seis meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 15:02:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[bebês desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
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					<description><![CDATA[Crianças que crescem em contextos de vulnerabilidade social podem apresentar atrasos no desenvolvimento motor já aos seis meses de idade. A conclusão é de uma pesquisa conduzida pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), que analisou a relação entre condições socioeconômicas e a variedade de movimentos realizados por bebês. Os resultados foram divulgados no início [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Crianças que crescem em contextos de vulnerabilidade social podem apresentar atrasos no desenvolvimento motor já aos seis meses de idade. A conclusão é de uma pesquisa conduzida pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), que analisou a relação entre condições socioeconômicas e a variedade de movimentos realizados por bebês. Os resultados foram divulgados no início de fevereiro na revista científica Acta Psychologica.</p>
<p>O acompanhamento envolveu 88 bebês no interior paulista. A investigação identificou que, aos seis meses, crianças que vivem em situação de pobreza demonstravam menor repertório motor. Entre as diferenças observadas estavam maior dificuldade ou demora para alcançar objetos, virar o corpo e sentar sem apoio, em comparação com aquelas inseridas em ambientes com melhores condições de vida.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora Caroline Fioroni Ribeiro da Silva, responsável pelo estudo, os bebês em maior vulnerabilidade apresentavam menos variações de movimento e, em alguns casos, não conseguiam executar determinadas ações motoras típicas da faixa etária. O trabalho contou com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).</p>
<p>A pesquisadora ressalta que evidências anteriores já associam atrasos no desenvolvimento infantil a possíveis dificuldades futuras no aprendizado. Estudos indicam que a carência de estímulos pode estar relacionada a problemas escolares, como transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e dificuldades de coordenação motora. Ainda assim, ela pondera que são necessárias investigações adicionais para consolidar essas relações.</p>
<p>Apesar do alerta, o levantamento também trouxe resultados positivos. Aos oito meses, muitos dos bebês inicialmente avaliados já não apresentavam diferenças significativas no desenvolvimento motor. A melhora foi atribuída à adoção de práticas simples no cotidiano, sobretudo com maior participação das mães.</p>
<p>Entre as estratégias recomendadas estão colocar o bebê de bruços sobre uma superfície segura, sob supervisão — prática conhecida como “tummy time” —, conversar, cantar, estimular a observação de movimentos faciais e oferecer objetos simples e chamativos, como papel amassado. Segundo a pesquisadora, essas atividades ampliam as oportunidades de exploração corporal e fortalecem músculos do pescoço, ombros, costas e braços, preparando a criança para rolar, sentar, engatinhar e, posteriormente, ficar em pé.</p>
<p>Durante as visitas domiciliares, a equipe orientou as famílias a intensificar momentos de interação, incluindo leitura em voz alta e brincadeiras no chão, considerado um espaço mais seguro para permitir que o bebê se movimente livremente. A pesquisa destaca que não são necessários brinquedos sofisticados: objetos improvisados, como chocalhos feitos com grãos dentro de garrafas plásticas, também favorecem o desenvolvimento da coordenação motora fina.</p>
<p>O estudo identificou ainda que, em lares mais vulneráveis, os bebês permaneciam por mais tempo em carrinhos ou contidos, muitas vezes devido à limitação de espaço físico, o que restringe a exploração do ambiente. A presença de muitos adultos na mesma residência também foi associada a contextos considerados mais desorganizados, com menos áreas adequadas para a movimentação segura da criança.</p>
<p>Por outro lado, a convivência com ambos os pais ou com outro adulto de apoio mostrou impacto positivo, assim como maior escolaridade materna. Segundo a pesquisadora, responsáveis que criam os filhos sozinhos tendem a enfrentar sobrecarga, o que reduz o tempo disponível para estímulos e brincadeiras.</p>
<p>Grande parte das mães em situação de pobreza incluídas no estudo era adolescente e relatou desconhecer formas adequadas de estimular os filhos. Nesse cenário, a atuação de profissionais de saúde, como agentes comunitários e fisioterapeutas, foi apontada como medida relevante para orientar práticas simples e eficazes nos primeiros meses de vida.</p>
<p>A realidade observada no estudo brasileiro dialoga com dados globais. De acordo com o relatório “Situação Mundial das Crianças 2025: Erradicar a Pobreza Infantil – Nosso Dever Comum”, divulgado em novembro de 2025 pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), cerca de 400 milhões de crianças vivem atualmente em situação de pobreza no mundo, enfrentando privações que afetam saúde, desenvolvimento e bem-estar.</p>
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		<title>Renda e cor ainda definem quem conclui o ensino médio no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/renda-e-cor-ainda-definem-quem-conclui-o-ensino-medio-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 12:53:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[conclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Todos pela Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo da organização Todos Pela Educação revela que, apesar dos avanços significativos na última década, renda e cor continuam sendo os principais determinantes para que jovens brasileiros concluam ou não o ensino médio na idade adequada. A análise, baseada na Pnad Contínua e no seu Módulo Educação, do IBGE, comparou dados de 2015 e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo da organização Todos Pela Educação revela que, apesar dos avanços significativos na última década, renda e cor continuam sendo os principais determinantes para que jovens brasileiros concluam ou não o ensino médio na idade adequada. A análise, baseada na Pnad Contínua e no seu Módulo Educação, do IBGE, comparou dados de 2015 e 2025, examinando a conclusão do ensino fundamental aos 16 anos e do ensino médio aos 19.</p>
<p>Os números indicam progresso. A taxa de conclusão do ensino fundamental subiu de 74,7% em 2015 para 88,6% em 2025, enquanto o ensino médio registrou um salto ainda maior: de 54,5% para 74,3% no mesmo período. Para especialistas da entidade, essa evolução se deve a políticas pedagógicas mais consistentes, melhorias na formação docente e, em parte, à redução da distorção idade-série observada após a pandemia.</p>
<p>Segundo Manoela Miranda, gerente de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, o aumento do acesso também ajudou a elevar as taxas de conclusão. “São mais estudantes chegando ao final da educação básica, e isso é muito positivo. Mas o cenário ainda está longe do ideal”, afirma.</p>
<h3>Renda: o fator que mais pesa</h3>
<p>A pesquisa mostra que a renda segue sendo o maior marcador de desigualdade educacional. Em 2015, a diferença na taxa de conclusão do ensino médio entre os 20% mais pobres e os 20% mais ricos era de 49,1 pontos percentuais. Em 2025, essa diferença caiu para 33,8 pontos, mas ainda evidencia um abismo persistente.</p>
<p>Mesmo com avanços, os jovens mais pobres continuam em desvantagem histórica. Hoje, a proporção dos que concluem o ensino médio entre os mais pobres é 25% menor do que a dos mais ricos há dez anos. Mantido o ritmo atual, a igualdade de oportunidades só será alcançada daqui a mais de duas décadas.</p>
<h3>Raça e gênero seguem moldando trajetórias educacionais</h3>
<p>Embora menos determinante do que a renda, o fator racial permanece relevante. Em 2025, a taxa de conclusão entre brancos e amarelos é de 81,7%, contra 69,5% entre estudantes pretos, pardos e indígenas (PPI) — uma diferença de 12,2 pontos percentuais.</p>
<p>Entre os mais pobres, a desigualdade racial se torna ainda mais evidente.<br />
• Homens PPI pobres têm a menor taxa de conclusão: 78,6%.<br />
• Entre homens pobres não pertencentes ao grupo PPI, o índice chega a 86%.<br />
• Entre as mulheres, o cenário se inverte: meninas PPI pobres têm 86,5% de conclusão, ligeiramente acima das brancas e orientais (85,5%).<br />
• No topo, mulheres PPI apresentam taxa de 100%, frente a 99,3% de brancas e orientais.</p>
<p>Homens brancos ou asiáticos também registram índices mais altos (99,1%) do que homens PPI (93,2%).</p>
<h3>Desigualdade regional ainda marca o país</h3>
<p>As regiões Norte e Nordeste avançaram mais rapidamente na última década, com altas de 25,7 e 23 pontos percentuais, respectivamente. No entanto, mesmo com esse progresso, continuam muito abaixo das taxas do Sudeste (79,6%), Centro-Oeste (75,4%) e Sul (73,6%).</p>
<p>Para Manoela Miranda, olhar para essas desigualdades territoriais é essencial. “Cada estado precisa de um diagnóstico próprio, que considere suas particularidades. As políticas devem ser intencionais e focadas onde os estudantes mais precisam”, afirma.</p>
<h3>Caminhos para reduzir a evasão e acelerar a conclusão</h3>
<p>O estudo alerta que, para diminuir a defasagem e evitar a evasão, será necessário acelerar e ampliar políticas já existentes. Entre as soluções apontadas estão:</p>
<ul>
<li>expansão de políticas de permanência e apoio à continuidade dos estudos;</li>
<li>programas de complementação de renda, considerados decisivos para as famílias mais vulneráveis;</li>
<li>fortalecimento do ensino médio integral, modalidade que já apresenta redução significativa da evasão em alguns estados;</li>
<li>políticas de recomposição das aprendizagens, especialmente após a pandemia.</li>
</ul>
<p>Segundo Manoela, enfrentar desigualdades socioeconômicas, raciais e regionais é o único caminho para garantir que todos os jovens tenham as mesmas oportunidades. “É preciso combinar políticas que façam sentido para cada território e que assegurem não apenas o acesso, mas a permanência e a conclusão da educação básica”, conclui.</p>
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		<item>
		<title>OCDE elogia reforma tributária e prevê ganhos de competitividade para o Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ocde-elogia-reforma-tributaria-e-preve-ganhos-de-competitividade-para-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 13:54:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OCDE]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou, nesta segunda-feira (10), um estudo com avaliação positiva sobre a reforma tributária brasileira, apontando que a mudança deverá tornar o ambiente econômico mais competitivo e atrativo para investidores, além de simplificar um dos sistemas mais complexos do mundo. De acordo com o relatório The Reform [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou, nesta segunda-feira (10), um estudo com avaliação positiva sobre a reforma tributária brasileira, apontando que a mudança deverá tornar o ambiente econômico mais competitivo e atrativo para investidores, além de simplificar um dos sistemas mais complexos do mundo.</p>
<p>De acordo com o relatório <em>The Reform of Brazil&#8217;s Consumption Tax System</em> (<em>A Reforma Brasileira do Sistema Tributário sobre o Consumo</em>), a nova estrutura introduz um modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA), considerado “moderno e transparente”, que substituirá os cinco principais tributos sobre o consumo cobrados hoje nas esferas federal, estadual e municipal.</p>
<p>O documento destaca que o Brasil adotará um IVA dual — formado pelo IVA federal e pelo IVA estadual e municipal —, ambos regidos pelas mesmas regras sobre alíquotas, créditos, isenções e regimes especiais. Segundo a OCDE, essa padronização “reduzirá significativamente a complexidade do sistema e eliminará distorções históricas”, ao impedir que cada ente federativo adote bases de cálculo diferentes.</p>
<p>A organização, porém, faz um alerta: o sucesso da reforma dependerá da uniformidade na interpretação das normas. “Será crucial garantir a consistência entre as instâncias administrativas. Permitir que cada um dos 27 estados e 5.570 municípios emita regulamentos próprios prejudicaria o objetivo da reforma”, diz o texto.</p>
<p>Para a OCDE, o novo sistema tributário brasileiro representa um avanço estrutural de longo prazo, com potencial para impulsionar o investimento produtivo, aumentar a transparência e melhorar a competitividade global do país.</p>
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		<item>
		<title>Vacina contra HPV reduz em até 58% os casos de câncer do colo do útero no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/vacina-contra-hpv-reduz-em-ate-58-os-casos-de-cancer-do-colo-do-utero-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 10:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cancer]]></category>
		<category><![CDATA[Colo de Útero]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[A vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) já mostra impacto significativo na saúde pública brasileira. Um estudo conduzido por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a Royal Society e o CNPq, analisou dados do Sistema Único de Saúde (SUS) entre 2019 e 2023 e constatou que o imunizante reduziu em 58% os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) já mostra impacto significativo na saúde pública brasileira. Um estudo conduzido por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a Royal Society e o CNPq, analisou dados do Sistema Único de Saúde (SUS) entre 2019 e 2023 e constatou que o imunizante reduziu em 58% os casos de câncer do colo do útero e em 67% as lesões pré-cancerosas graves (NIC3) em mulheres de 20 a 24 anos.</p>
<p>A pesquisa, publicada na prestigiada revista científica The Lancet, avaliou anualmente dados de mais de 60 milhões de mulheres nessa faixa etária e demonstrou que os efeitos positivos da vacina já são visíveis antes mesmo da idade recomendada para o rastreamento da doença (25 anos).</p>
<p>“O impacto observado no Brasil confirma que a vacinação contra o HPV é eficaz não apenas em países de alta renda, mas também em contextos com recursos limitados. Esse é um passo fundamental rumo à eliminação global do câncer do colo do útero”, afirmam os autores do estudo, entre eles os pesquisadores da Fiocruz Bahia Thiago Cerqueira-Silva, Manoel Barral-Netto e Viviane Sampaio Boaventura.</p>
<h3>Avanços no Programa Nacional de Imunizações</h3>
<p>O Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferece a vacina contra o HPV desde 2014, gratuitamente, pelo SUS. Em 2024, o Brasil adotou o esquema de dose única, alinhado às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e às evidências mais recentes. Já em 2025, novas diretrizes ampliaram o público-alvo, incluindo adolescentes de 15 a 19 anos, além de usuários de PrEP, imunossuprimidos e pacientes com papilomatose respiratória recorrente.</p>
<h3>Impacto social e prevenção</h3>
<p>O câncer do colo do útero continua sendo o segundo mais frequente entre mulheres no Brasil e figura entre as principais causas de mortalidade feminina. A vacina se confirma como uma ferramenta crucial para reduzir desigualdades em saúde e aproximar o país da meta da OMS de eliminar a doença como problema de saúde pública até 2030.</p>
<p>Estima-se que 50% a 70% da população sexualmente ativa terá contato com o HPV em algum momento da vida. O imunizante, no entanto, protege contra até 98% dos tipos oncogênicos mais perigosos.</p>
<h3>Quem pode se vacinar</h3>
<p>Pelo SUS, a vacina contra o HPV está disponível em unidades básicas de saúde e nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie). Ela é indicada para:</p>
<ul>
<li>Meninas e meninos de 9 a 14 anos;</li>
<li>Pessoas de 9 a 45 anos vivendo com HIV, transplantados, pacientes oncológicos ou vítimas de violência sexual;</li>
<li>Usuários de PrEP entre 15 e 45 anos;</li>
<li>Pacientes com Papilomatose Respiratória Recorrente (PRR) a partir dos 2 anos de idade.</li>
</ul>
<h3>Vacinação salva vidas</h3>
<p>Com a ampliação do acesso e os resultados já observados em larga escala, especialistas reforçam a importância da imunização como estratégia prioritária no combate ao câncer do colo do útero. “A vacina é uma das ferramentas mais eficazes para salvar vidas e reduzir desigualdades”, concluem os pesquisadores.</p>
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		<item>
		<title>Mais de 500 espécies de aves podem ser extintas em 100 anos, alerta estudo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mais-de-500-especies-de-aves-podem-ser-extintas-em-100-anos-alerta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 15:17:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[aves]]></category>
		<category><![CDATA[Espécies]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Extinção]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo publicado nesta segunda-feira (24) na revista científica Nature Ecology &#38; Evolution alerta que mais de 500 espécies de aves podem ser extintas nos próximos 100 anos. A projeção, feita por pesquisadores da Universidade de Reading, no Reino Unido, considera os efeitos combinados das mudanças climáticas, perda de habitat e ação humana como principais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo publicado nesta segunda-feira (24) na revista científica <em>Nature Ecology &amp; Evolution</em> alerta que mais de 500 espécies de aves podem ser extintas nos próximos 100 anos. A projeção, feita por pesquisadores da Universidade de Reading, no Reino Unido, considera os efeitos combinados das mudanças climáticas, perda de habitat e ação humana como principais fatores de risco.</p>
<p>De acordo com os cientistas, o número projetado é três vezes maior que todas as extinções de aves registradas desde o ano 1500. Espécies vulneráveis como o pássaro-guarda-chuva-de-pescoço-pelado, o calau-de-capacete e o pássaro-sol-de-barriga-amarela estão entre as mais ameaçadas.</p>
<p>O estudo analisou quase 10 mil espécies, com base em dados da Lista Vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN). Os pesquisadores alertam que, mesmo com a redução imediata das ameaças humanas, cerca de 250 espécies ainda correm risco e exigem programas complementares de conservação, como reprodução assistida e restauração de ecossistemas.</p>
<p>“Estamos diante de uma crise de extinção sem precedentes. Reduzir as ameaças humanas é urgente, mas não será suficiente. Precisamos de ações direcionadas às aves mais raras”, afirmou a pesquisadora Kerry Stewart, principal autora do artigo.</p>
<p>A pesquisa mostra que aves de grande porte são mais vulneráveis à caça e ao clima extremo, enquanto aves com asas largas sofrem mais com a degradação do habitat. Além disso, destaca que preservar apenas 100 das espécies mais singulares pode evitar até 68% da perda de diversidade funcional, fundamental para a manutenção de ecossistemas saudáveis.</p>
<p>“O fim da destruição dos habitats salvaria a maioria das aves, mas evitar a caça e mortes acidentais é essencial para proteger aquelas com funções ecológicas únicas”, concluiu a professora Manuela Gonzalez-Suarez, coautora do estudo.</p>
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		<title>Famílias no semiárido nordestino precisam de até R$ 4.996 por mês para viver com dignidade, aponta estudo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/familias-no-semiarido-nordestino-precisam-de-ate-r-4-996-por-mes-para-viver-com-dignidade-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 14:31:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso]]></category>
		<category><![CDATA[Custo]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
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		<category><![CDATA[semiárido]]></category>
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		<category><![CDATA[vida digna]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo conduzido pelo Instituto IDH, em parceria com o Anker Research Institute e o Cebrap, revelou que famílias de quatro pessoas precisam de uma renda mensal entre R$ 1.986 e R$ 4.996 para garantir uma vida digna em regiões do semiárido brasileiro. A pesquisa, que avaliou dez zonas específicas nos estados da Paraíba, Pernambuco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo conduzido pelo Instituto IDH, em parceria com o Anker Research Institute e o Cebrap, revelou que famílias de quatro pessoas precisam de uma renda mensal entre R$ 1.986 e R$ 4.996 para garantir uma vida digna em regiões do semiárido brasileiro. A pesquisa, que avaliou dez zonas específicas nos estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, leva em conta custos com alimentação saudável, moradia, saúde, educação, lazer e reserva para emergências.</p>
<p>Os valores estimados estão significativamente acima do salário mínimo atual e da linha de pobreza oficial, fixada em R$ 872. A análise também diferencia entre salário digno, voltado para trabalhadores assalariados do campo, e renda digna, voltada a pequenos produtores rurais. Em ambos os casos, a renda real das famílias costuma estar abaixo do necessário.</p>
<p>O estudo ainda alerta para os impactos das mudanças climáticas e da degradação ambiental, como a desertificação, que já ameaça 13% do território semiárido. Segundo Grazielle Cardoso, da Fundação IDH, a ausência de cadeias produtivas sustentáveis impede a geração de renda adequada no campo, o que agrava a vulnerabilidade social e econômica dessas populações.</p>
<p>A pesquisa reforça a urgência de políticas públicas estruturantes que garantam condições mínimas de vida digna para comunidades historicamente marginalizadas pela falta de acesso a direitos básicos e pela precariedade das estruturas produtivas no meio rural.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Crianças vulneráveis no Brasil enfrentam déficit no acesso à educação infantil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/criancas-vulneraveis-no-brasil-enfrentam-deficit-no-acesso-a-educacao-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 12:56:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[creches]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[No Brasil, apenas 43% das crianças de 0 a 3 anos em situação de vulnerabilidade social estão matriculadas em creches, deixando cerca de 2,6 milhões fora do sistema educacional. Esse dado alarmante, divulgado pela Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, com apoio da Quantis, revela a discrepância entre a demanda e a oferta de creches no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, apenas 43% das crianças de 0 a 3 anos em situação de vulnerabilidade social estão matriculadas em creches, deixando cerca de 2,6 milhões fora do sistema educacional. Esse dado alarmante, divulgado pela Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, com apoio da Quantis, revela a discrepância entre a demanda e a oferta de creches no país e sublinha as desigualdades regionais no acesso à educação infantil.</p>
<p>Conforme o Índice de Necessidade de Creche, as principais dificuldades no acesso incluem a falta de vagas e a inexistência de unidades próximas. Estados como Roraima têm quase 95% das crianças vulneráveis sem creche, enquanto São Paulo alcança o maior índice de atendimento entre as crianças pobres, com 54,7% matriculadas. A situação é ainda mais preocupante entre crianças em famílias de baixa renda, onde mais de 70% não estão matriculadas.</p>
<p><strong>Principais Barreiras e a Urgência do Planejamento Público</strong></p>
<p>Entre os principais motivos da falta de matrícula estão a escolha dos responsáveis (56%) e a falta de vagas ou infraestrutura. Para Karina Fasson, gerente de Políticas Públicas da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, a situação aponta para a urgência de uma expansão planejada de vagas, por meio da construção de creches e parcerias com entidades sem fins lucrativos. Ela alerta para a importância de políticas públicas focadas, afirmando que “é preciso que os municípios contem com o apoio dos governos estaduais e federal para planejar a expansão da educação infantil”.</p>
<p>Embora a matrícula em creches não seja obrigatória, o Supremo Tribunal Federal reforçou recentemente a necessidade do poder público em disponibilizar vagas. Isso se torna ainda mais relevante diante do Plano Nacional de Educação, que exige que 50% das crianças de até 3 anos estejam em creches até 2025 — atualmente, apenas 37,3% têm acesso.</p>
<p><strong>A Importância da Primeira Infância para o Desenvolvimento</strong></p>
<p>A primeira infância é um período decisivo no desenvolvimento humano, especialmente para estabelecer conexões cerebrais essenciais para o aprendizado. Fasson destaca a creche como um espaço fundamental para o desenvolvimento saudável das crianças, além de um direito básico. Ela enfatiza que “a qualidade da educação infantil é vital para o desenvolvimento cognitivo e emocional na fase que define 90% das conexões cerebrais de uma criança até os 6 anos”.</p>
<p>A situação, além de mostrar o impacto da desigualdade no acesso à educação, aponta para a necessidade de esforços coordenados e investimentos robustos para garantir um futuro mais equitativo para as crianças mais vulneráveis do Brasil.</p>
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		<title>Estudo aponta disparidades no desempenho de políticas públicas em grandes cidades do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 13:24:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[disparidades]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[grandes cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Público]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo realizado pela consultoria Macroplan, intitulado *Desafios da Gestão Municipal 2024*, revelou disparidades significativas na eficácia das políticas públicas entre os 100 municípios mais populosos do Brasil, com destaque para as regiões Sudeste e Sul, que ocupam as melhores posições no ranking de indicadores de saúde, educação, saneamento e segurança. Utilizando dados públicos como mortalidade, taxas de matrículas e atendimento pré-natal, a pesquisa classificou os municípios quanto à qualidade dos serviços oferecidos à população.</p>
<p>Entre as cidades melhor avaliadas, Maringá (PR) lidera o ranking, seguida por Franca (SP), Jundiaí (SP), Uberlândia (MG) e Curitiba (PR). Apenas Goiás e Tocantins tiveram representantes fora do eixo Sul-Sudeste: Goiânia ficou em 27º lugar, e Palmas, em 28º. Na contramão, as piores avaliações vieram principalmente de cidades do Norte, Nordeste e da Baixada Fluminense no Rio de Janeiro, com Macapá (AP) na última posição, após Nova Iguaçu, Porto Velho, Belford Roxo e Duque de Caxias.</p>
<p>A coordenadora do estudo, Adriana Fontes, enfatiza a necessidade de gestão baseada em evidências e cooperação entre governos para superar desigualdades regionais. &#8220;O Brasil é marcado por desigualdades históricas, que também se refletem no desempenho dos municípios. A continuidade das políticas públicas e o aprendizado com boas práticas são fundamentais para acelerar o progresso, evitando desperdícios e reduzindo disparidades.&#8221;</p>
<p>O estudo considerou dados entre 2010 e 2023, organizando um índice de qualidade similar ao IDH. A distribuição dos municípios avaliados mostra forte presença do Sudeste, especialmente de São Paulo, com 30 cidades na lista, enquanto estados como Acre, Alagoas, e Maranhão tiveram apenas as capitais analisadas. Brasília, no Distrito Federal, foi excluída do estudo.</p>
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		<title>Estudo mostra uso de inteligência artificial na detecção de fake news</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 13:44:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa desenvolvida na Universidade Federal Fluminense (UFF) criou uma técnica inovadora para a detecção de notícias falsas, as chamadas fake news, nas redes sociais, utilizando inteligência artificial (IA). Este método é resultado da dissertação de mestrado do engenheiro de telecomunicações Nicollas Rodrigues, orientado pelo professor Diogo Mattos, do Laboratório de Ensino e Pesquisa em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa desenvolvida na Universidade Federal Fluminense (UFF) criou uma técnica inovadora para a detecção de notícias falsas, as chamadas fake news, nas redes sociais, utilizando inteligência artificial (IA). Este método é resultado da dissertação de mestrado do engenheiro de telecomunicações Nicollas Rodrigues, orientado pelo professor Diogo Mattos, do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Redes de Nova Geração da UFF.</p>
<p>A ferramenta de IA desenvolvida tem a capacidade de distinguir entre fatos e fake news com uma precisão impressionante de 94%. Em outras palavras, de cada 100 notícias analisadas, a ferramenta consegue identificar corretamente 94 delas como verdadeiras ou falsas. A pesquisa analisou mais de 30 mil mensagens publicadas na rede social X (antigo Twitter).</p>
<p>&#8220;Testamos três metodologias e duas tiveram maior sucesso. Sugerimos, no final dos resultados, a utilização de ambas de forma complementar&#8221;, explicou Rodrigues.</p>
<p>A primeira metodologia envolveu o treinamento de um algoritmo com notícias verdadeiras, para que ele aprendesse a reconhecê-las. As notícias que não se encaixavam no perfil aprendido eram classificadas como fake news. A segunda abordagem foi semelhante à primeira em termos de análise textual, mas utilizou uma metodologia estatística que analisa a frequência de determinadas palavras e combinações de palavras nas fake news.</p>
<p>Os resultados desse trabalho podem se transformar em ferramentas úteis para os usuários da internet, ajudando-os a identificar notícias que apresentam indícios de serem falsas e, assim, serem mais cautelosos com a informação recebida.</p>
<p>&#8220;É possível transformar a ferramenta em um plugin compatível com algumas redes sociais. A partir do momento em que você usa a rede social, o plugin pode indicar que a notícia pode ser falsa, com base em alguns parâmetros, como erros de português. Também existe a possibilidade de fazer uma aplicação na própria web, onde você cola o texto da notícia e essa aplicação dirá se aquilo se assemelha ou não a uma notícia falsa&#8221;, explicou Rodrigues.</p>
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		<title>Estudo Revela: Homens mais suscetíveis a doenças que causam mortes prematuras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2024 13:54:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Homens]]></category>
		<category><![CDATA[morte prematura]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo divulgado nesta quinta-feira (2) evidenciou diferenças significativas entre homens e mulheres em termos de saúde, destacando que os homens são mais vulneráveis a doenças que resultam em mortes prematuras. A pesquisa, publicada na revista médica The Lancet Public Health, analisou dados globais de 2021 para comparar o número de anos de vida perdidos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo divulgado nesta quinta-feira (2) evidenciou diferenças significativas entre homens e mulheres em termos de saúde, destacando que os homens são mais vulneráveis a doenças que resultam em mortes prematuras.</p>
<p>A pesquisa, publicada na revista médica The Lancet Public Health, analisou dados globais de 2021 para comparar o número de anos de vida perdidos devido a doenças e morte prematura em 20 das principais causas de enfermidades em homens e mulheres com mais de 10 anos.</p>
<p>Os resultados indicam que o ônus de 13 dessas 20 principais causas de doenças, incluindo covid-19, lesões no trânsito, e problemas cardiovasculares e respiratórios, foi maior em homens do que em mulheres em 2021.</p>
<p>Entre os homens, a perda de saúde é observada principalmente em doenças que levam a uma mortalidade mais precoce, como câncer de pulmão, problemas cardíacos e doença renal crônica, conforme apontado pelo estudo.</p>
<p>Por outro lado, as mulheres, que geralmente vivem mais, são afetadas por doenças ou incapacidades que persistem ao longo da vida, como dor lombar, dor de cabeça, depressão, ansiedade, doença de Alzheimer e outras demências.</p>
<p>A análise exclui questões de saúde específicas de cada sexo, como câncer de próstata e doenças ginecológicas, mas destaca as disparidades entre homens e mulheres afetados pelas mesmas condições de saúde.</p>
<p>Segundo os autores do estudo, as diferenças de gênero em relação à saúde em escala global têm sido consistentes desde 1990, com exceção de algumas doenças, como diabetes, cuja disparidade aumentou quase três vezes, afetando mais os homens do que as mulheres.</p>
<p>Luísa Sorio Flor, epidemiologista brasileira do Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, uma das autoras do estudo, ressaltou a necessidade de desenvolver, implementar e avaliar formas de prevenir e tratar as principais causas de morbidade e mortalidade prematura com base no sexo e gênero, desde a infância e em diversas populações.</p>
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