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	<title>Estudo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Estudo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Motoristas de aplicativo enfrentam maior risco de endividamento, aponta estudo apresentado ao TST</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:33:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[endividamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[motoristas de aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>
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					<description><![CDATA[O crescimento do trabalho por aplicativos tem transformado o mercado de trabalho brasileiro nos últimos anos, mas também tem exposto milhares de profissionais a uma situação de maior vulnerabilidade econômica. Um estudo apresentado ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) indica que motoristas de plataformas digitais estão mais suscetíveis ao endividamento quando comparados a trabalhadores com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento do trabalho por aplicativos tem transformado o mercado de trabalho brasileiro nos últimos anos, mas também tem exposto milhares de profissionais a uma situação de maior vulnerabilidade econômica. Um estudo apresentado ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) indica que motoristas de plataformas digitais estão mais suscetíveis ao endividamento quando comparados a trabalhadores com vínculos formais de emprego.</p>
<p>A pesquisa foi debatida durante audiência pública promovida pelo TST para discutir as condições de trabalho dos profissionais que atuam por meio de aplicativos de transporte. Os dados mostram que a combinação entre renda instável, altos custos operacionais e ausência de garantias trabalhistas contribui para aumentar o risco financeiro enfrentado pela categoria.</p>
<p>Segundo especialistas que participaram do encontro, muitos motoristas precisam arcar com despesas relacionadas ao combustível, manutenção do veículo, seguros, financiamentos e depreciação do automóvel. Esses gastos, somados à variação constante dos ganhos obtidos nas plataformas, dificultam o planejamento financeiro e tornam o trabalhador mais vulnerável a dívidas.</p>
<p>O estudo também aponta que a falta de benefícios tradicionais, como férias remuneradas, décimo terceiro salário, licença médica e contribuição previdenciária obrigatória por parte das empresas, reduz a capacidade de proteção financeira dos profissionais em momentos de emergência ou queda na renda.</p>
<p>Outro aspecto destacado durante os debates foi o aumento do número de trabalhadores que recorreram aos aplicativos como alternativa de renda após períodos de desemprego ou instabilidade econômica. Muitos ingressam na atividade utilizando veículos financiados, assumindo compromissos financeiros de longo prazo sem garantia de ganhos suficientes para cobrir todas as despesas.</p>
<p>Especialistas afirmam que, em diversos casos, a necessidade de manter longas jornadas para atingir uma renda considerada adequada pode agravar ainda mais a situação econômica dos motoristas. Isso porque o aumento das horas trabalhadas também eleva os custos de operação e acelera o desgaste dos veículos utilizados na atividade.</p>
<p>Durante a audiência, representantes de entidades ligadas aos trabalhadores defenderam a criação de mecanismos de proteção social para a categoria, incluindo regras relacionadas à previdência, segurança financeira e condições mínimas de trabalho. O objetivo seria reduzir a exposição dos profissionais a situações de vulnerabilidade econômica.</p>
<p>Por outro lado, representantes das plataformas digitais argumentaram que o modelo atual oferece flexibilidade e autonomia aos motoristas, permitindo que cada profissional organize sua própria jornada de trabalho. As empresas também destacaram que o setor se tornou uma importante fonte de geração de renda para milhões de brasileiros.</p>
<p>O debate ocorre em um momento em que diferentes instâncias do Judiciário e do Poder Legislativo discutem formas de regulamentar o trabalho por aplicativos no país. Questões relacionadas ao reconhecimento de vínculo empregatício, direitos trabalhistas e proteção social continuam no centro das discussões.</p>
<p>Os dados apresentados ao Tribunal Superior do Trabalho reforçam a preocupação com a sustentabilidade financeira da atividade. Embora os aplicativos tenham ampliado oportunidades de geração de renda, o estudo sugere que a ausência de mecanismos de proteção e a transferência dos custos da operação para os trabalhadores podem aumentar significativamente o risco de endividamento entre os motoristas.</p>
<p>A discussão deverá continuar nos próximos meses e poderá influenciar futuras decisões judiciais e propostas legislativas voltadas à regulamentação do trabalho em plataformas digitais no Brasil.</p>
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		<title>Estudo da FGV desmonta discurso de que Bolsa Família gera dependência e mostra avanço social entre jovens beneficiários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 05:24:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa Família]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos do Bolsa Família: Uma análise da última década do programa]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Getulio Vargas]]></category>
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					<description><![CDATA[As declarações recentes do apresentador Luciano Huck sobre o Bolsa Família reacenderam um debate antigo no Brasil: a ideia de que programas de transferência de renda desestimulam o trabalho e criam dependência permanente do benefício. No entanto, estudos acadêmicos e dados oficiais apresentados pela Fundação Getulio Vargas indicam um cenário diferente do defendido por críticos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As declarações recentes do apresentador Luciano Huck sobre o Bolsa Família reacenderam um debate antigo no Brasil: a ideia de que programas de transferência de renda desestimulam o trabalho e criam dependência permanente do benefício. No entanto, estudos acadêmicos e dados oficiais apresentados pela Fundação Getulio Vargas indicam um cenário diferente do defendido por críticos do programa.</p>
<p>Durante participação pública, Luciano Huck afirmou que o Bolsa Família não gera estímulos suficientes para que as famílias deixem o programa e declarou que muitos beneficiários “<em>criam um monte de atalhos para conseguir ficar no programa de distribuição de renda e de proteção social há de eterno</em>”. A fala provocou reação de pesquisadores, especialistas em políticas sociais e economistas que trabalham diretamente com dados sobre pobreza e mobilidade social.</p>
<blockquote><p>&#8220;O Bolsa Família não acomoda; ele dá a oportunidade para que os filhos superem a condição de seus pais e conquistem autonomia&#8221;, destacou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome do Brasil Wellington Dias.</p></blockquote>
<p>Levantamentos recentes da Fundação Getulio Vargas apontam justamente o contrário: grande parte das famílias atendidas pelo Bolsa Família deixa o programa ao longo do tempo, especialmente os jovens que cresceram em lares beneficiários e conseguiram acesso ao mercado formal de trabalho.</p>
<p>O estudo <a href="https://projetos.fgv.br/sites/default/files/users/user6/apresentacao_mds_04.pdf?utm_source=portal-fgv&amp;utm_medium=fgvnoticias&amp;utm_id=fgvnoticias-2025-12-05" target="_blank" rel="noopener"><strong>“Filhos do Bolsa Família: Uma análise da última década do programa”</strong></a>, apresentado na sede da <strong>FGV</strong>, no Rio de Janeiro, analisou o acompanhamento de crianças e adolescentes de famílias beneficiárias entre 2014 e 2025. A pesquisa utilizou dados do <strong>Cadastro Único</strong>, da folha de pagamentos do programa e informações da <strong>Relação Anual de Informações Sociais</strong> (<strong>RAIS</strong>), base utilizada para identificar vínculos formais de emprego.</p>
<p>Entre os principais resultados apresentados pelos pesquisadores está o fato de que <strong>60,68%</strong> dos beneficiários que recebiam o Bolsa Família em 2014 já haviam deixado o programa até 2025. Entre aqueles que eram adolescentes no início do acompanhamento, os índices são ainda maiores: <strong>68,8%</strong> dos jovens que tinham entre 11 e 14 anos saíram do programa, enquanto o percentual alcança <strong>71,25%</strong> na faixa de 15 a 17 anos.</p>
<figure id="attachment_90831" aria-describedby="caption-attachment-90831" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-90831" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-Expresso-Carioca.webp?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="Filhos Do Bolsa Familia Uma Análise Da última Década Do Programa - FGV - Expresso Carioca" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-Expresso-Carioca.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-Expresso-Carioca.webp?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C422&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-90831" class="wp-caption-text">FILHOS DO BOLSA FAMÍLIA: Uma análise da última década do programa &#8211; Imagem: Reprodução/Apresentação do Estudo/FGV</figcaption></figure>
<p>Os dados também mostram aumento da inserção no mercado formal e saída expressiva do Cadastro Único, indicador utilizado para monitorar famílias em situação de vulnerabilidade social. Segundo os pesquisadores, os números revelam avanço de autonomia econômica e mobilidade social entre os beneficiários.</p>
<figure id="attachment_90842" aria-describedby="caption-attachment-90842" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-90842" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca.webp?resize=800%2C443&#038;ssl=1" alt="Filhos Do Bolsa Familia Uma Análise Da última Década Do Programa - FGV - Expresso Carioca" width="800" height="443" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C166&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca.webp?resize=768%2C425&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C83&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C415&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-90842" class="wp-caption-text">FILHOS DO BOLSA FAMÍLIA: Uma análise da última década do programa &#8211; Imagem: Reprodução/Apresentação do Estudo/FGV</figcaption></figure>
<p>Na apresentação do estudo, o ministro Wellington Dias destacou: “<em>O que verificamos aqui é a quebra do ciclo intergeracional da pobreza. O Bolsa Família não acomoda; ele dá a oportunidade para que os filhos superem a condição de seus pais e conquistem autonomia</em>”.</p>
<p>O professor Valdemar Pinho Neto, responsável pela apresentação técnica, explicou que o programa atua em duas frentes simultaneamente: combate imediato à pobreza e criação de condições para mobilidade social no futuro. Segundo o material apresentado pela FGV, o Bolsa Família garante renda mínima às famílias vulneráveis enquanto as condicionalidades em educação e saúde ajudam a ampliar a formação de capital humano.</p>
<p>O estudo aponta ainda que fatores como escolaridade dos pais, acesso a empregos formais e melhores condições urbanas aumentam as chances de emancipação das famílias. Entre os jovens de famílias cuja pessoa de referência tinha carteira assinada em 2014, a taxa de saída do programa chegou a 79,4%.</p>
<figure id="attachment_90833" aria-describedby="caption-attachment-90833" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-90833" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-1.webp?resize=800%2C443&#038;ssl=1" alt="Filhos Do Bolsa Familia Uma Análise Da última Década Do Programa - FGV - Expresso Carioca" width="800" height="443" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-1.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C166&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-1.webp?resize=768%2C425&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C83&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-1.webp?resize=750%2C415&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-90833" class="wp-caption-text">FILHOS DO BOLSA FAMÍLIA: Uma análise da última década do programa &#8211; Imagem: Reprodução/Apresentação do Estudo/FGV</figcaption></figure>
<p>A pesquisa também desmonta outra afirmação recorrente no debate público: a de que o programa estimularia a permanência na informalidade. De acordo com os pesquisadores, a chamada Regra de Proteção foi criada justamente para evitar que famílias rejeitem oportunidades de emprego por medo de perder o benefício imediatamente.</p>
<p>O mecanismo permite que famílias que ultrapassem o limite de renda continuem recebendo parte do auxílio por um período de transição. A medida funciona como uma proteção temporária enquanto a renda do trabalho se estabiliza.</p>
<figure id="attachment_90846" aria-describedby="caption-attachment-90846" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-90846" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-2.webp?resize=800%2C443&#038;ssl=1" alt="Filhos Do Bolsa Familia Uma Análise Da última Década Do Programa - FGV - Expresso Carioca" width="800" height="443" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-2.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-2.webp?resize=300%2C166&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-2.webp?resize=768%2C425&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-2.webp?resize=150%2C83&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-2.webp?resize=750%2C415&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-90846" class="wp-caption-text">FILHOS DO BOLSA FAMÍLIA: Uma análise da última década do programa &#8211; Imagem: Reprodução/Apresentação do Estudo/FGV</figcaption></figure>
<p>Segundo a apresentação da FGV, a Regra de Proteção reduz o risco conhecido como “armadilha da pobreza”, além de incentivar a formalização e facilitar o ingresso no mercado de trabalho.</p>
<p>Outro dado destacado pelos pesquisadores mostra que, entre 2023 e 2025, o número médio mensal de famílias que deixaram o Bolsa Família foi superior ao de novas entradas no programa. Nesse período, a média foi de aproximadamente 447 mil saídas mensais, contra cerca de 359 mil novas inclusões.</p>
<figure id="attachment_90847" aria-describedby="caption-attachment-90847" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-90847" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-3.webp?resize=800%2C443&#038;ssl=1" alt="Filhos Do Bolsa Familia Uma Análise Da última Década Do Programa - FGV - Expresso Carioca" width="800" height="443" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-3.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-3.webp?resize=300%2C166&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-3.webp?resize=768%2C425&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-3.webp?resize=150%2C83&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-3.webp?resize=750%2C415&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-90847" class="wp-caption-text">FILHOS DO BOLSA FAMÍLIA: Uma análise da última década do programa &#8211; Imagem: Reprodução/Apresentação do Estudo/FGV</figcaption></figure>
<p>O levantamento também apresenta resultados do programa Acredita, iniciativa voltada ao empreendedorismo, qualificação profissional e microcrédito produtivo para famílias de baixa renda. O material aponta crescimento no número de pequenos negócios formais e ampliação do acesso ao crédito entre beneficiários inscritos no Cadastro Único.</p>
<p>Pesquisadores e especialistas em políticas sociais afirmam que a ideia de que o Bolsa Família gera “preguiça” não encontra respaldo consistente em estudos científicos. Trabalhos acadêmicos realizados com dados da RAIS indicam, inclusive, maior probabilidade de inserção no mercado formal entre beneficiários do programa em comparação com pessoas em condições socioeconômicas semelhantes que não recebiam o auxílio.</p>
<p>As análises também ressaltam que o benefício possui valor insuficiente para substituir renda do trabalho. Atualmente, o Bolsa Família parte de R$ 600 por família, valor frequentemente citado por especialistas como incompatível com qualquer padrão confortável de sobrevivência, especialmente diante do custo da alimentação, transporte e moradia nas grandes cidades.</p>
<figure id="attachment_90837" aria-describedby="caption-attachment-90837" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-90837" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-4.webp?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="Filhos Do Bolsa Familia Uma Análise Da última Década Do Programa - FGV - Expresso Carioca" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-4.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-4.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-4.webp?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-4.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-4.webp?resize=750%2C422&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-90837" class="wp-caption-text">FILHOS DO BOLSA FAMÍLIA: Uma análise da última década do programa &#8211; Imagem: Reprodução/Apresentação do Estudo/FGV</figcaption></figure>
<p>Ao longo dos últimos anos, o programa se consolidou como uma das principais políticas públicas de combate à extrema pobreza no país. O estudo da FGV conclui que o Bolsa Família funciona como instrumento de proteção social, mas também como plataforma de acesso a melhores oportunidades educacionais, profissionais e econômicas para as novas gerações.</p>
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		<title>Rock in Rio projeta movimentar R$ 3,36 bilhões e amplia programação da edição de 2026</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rock-in-rio-projeta-movimentar-r-336-bilhoes-e-amplia-programacao-da-edicao-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 17:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rock In Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Entretê]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Getulio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rock In Rio 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Faltando menos de três semanas para o início da venda geral de ingressos, o Rock in Rio divulgou uma nova série de anúncios para a edição de 2026, incluindo os line-ups completos dos palcos Supernova e Global Village, além de novidades voltadas à experiência do público dentro e fora da Cidade do Rock. Segundo estudo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-83228" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></p>
<p>Faltando menos de três semanas para o início da venda geral de ingressos, o Rock in Rio divulgou uma nova série de anúncios para a edição de 2026, incluindo os line-ups completos dos palcos Supernova e Global Village, além de novidades voltadas à experiência do público dentro e fora da Cidade do Rock. Segundo estudo da Fundação Getulio Vargas, o festival deve gerar impacto econômico estimado em R$ 3,36 bilhões na economia brasileira.</p>
<p>A venda geral dos ingressos será aberta no dia 8 de junho, às 19h, exclusivamente pela plataforma da Ticketmaster Brasil.</p>
<p>Os novos anúncios foram apresentados durante coletiva realizada pela Rock World, responsável pela criação e organização do festival. Entre as novidades estão a programação completa dos palcos Supernova e Global Village, que juntos vão receber 49 apresentações ao longo dos sete dias de evento.</p>
<p>O Palco Supernova, realizado em parceria com o Filtr Music Brasil, terá foco em artistas da nova cena nacional, reunindo nomes em ascensão e músicos já conhecidos do público em projetos diferentes de suas trajetórias tradicionais. Já o Global Village retorna para sua segunda edição apostando em diversidade cultural e sonoridades de diferentes partes do mundo.</p>
<p>Segundo Roberto Medina, presidente e criador da Rock World, o impacto do festival vai além do entretenimento e movimenta diversos setores da economia do Rio de Janeiro e do país.</p>
<p>“O Rock in Rio sempre foi sobre encontro. Encontro de pessoas, de culturas e de gerações vivendo em harmonia em um só lugar. Quando temos um estudo projetando R$ 3,36 bilhões movimentados na economia, não estamos falando apenas de um número impressionante. Estamos falando de uma cidade inteira que se prepara, se transforma e vive o festival junto com a gente”, afirmou.</p>
<p>De acordo com o levantamento da FGV, o festival deve gerar cerca de 33,9 mil postos de trabalho, sendo 22,8 mil empregos diretos e 11,1 mil indiretos. O estudo também aponta que, para cada R$ 1 investido na realização do evento, R$ 6,59 são movimentados na economia brasileira.</p>
<p>Além da programação musical, o festival anunciou o retorno da Babilônia Feira Hype à Cidade do Rock. A feira, conhecida por reunir marcas independentes, moda, design e economia criativa, volta a integrar o espaço do evento como parte da proposta de valorizar a cultura carioca.</p>
<p>Outra iniciativa ampliada para 2026 é o programa Viva o Rio com Rock in Rio, que passa a oferecer novos benefícios e experiências voltadas aos fãs durante todo o ano. O festival também apresentou detalhes do serviço Primeira Classe, criado para facilitar o deslocamento do público com mais conforto e praticidade na chegada e saída da Cidade do Rock.</p>
<p>Entre as ações digitais, o Rock in Rio lançou ainda o perfil @featrockinrio no Instagram, definido pela organização como uma comunidade colaborativa voltada à participação de fãs, criadores de conteúdo, artistas e fandoms na construção de conteúdos ligados ao festival.</p>
<p>Durante a apresentação das novidades, Ana Deccache, diretora de marketing da Rock World, apareceu usando a jersey comemorativa inspirada na primeira edição do festival, lançada em parceria com a C&amp;A. A peça faz parte das ações que unem música e futebol como símbolos culturais do país em 2026.</p>
<p>“Estamos entrando na reta final dos anúncios do Rock in Rio 2026 e já podemos ver a ansiedade tomando conta do público. A poucos dias da venda geral de ingressos, queremos que os fãs já comecem a sentir o clima do festival”, declarou Ana.</p>
<p>O Rock in Rio 2026 será realizado nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro, na Cidade do Rock, instalada no Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.</p>
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		<title>População acima dos 50 anos deve responder por metade dos gastos com saúde no Brasil em 2044</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/populacao-acima-dos-50-anos-deve-responder-por-metade-dos-gastos-com-saude-no-brasil-em-2044/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 14:45:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas 50+]]></category>
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					<description><![CDATA[O envelhecimento da população brasileira deve provocar uma mudança significativa no perfil de consumo do país nas próximas décadas. Segundo levantamento divulgado pela consultoria Data8, os brasileiros com 50 anos ou mais serão responsáveis por metade de todos os gastos das famílias com saúde até 2044. A projeção estima movimentação de R$ 559 bilhões em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O envelhecimento da população brasileira deve provocar uma mudança significativa no perfil de consumo do país nas próximas décadas. Segundo levantamento divulgado pela consultoria Data8, os brasileiros com 50 anos ou mais serão responsáveis por metade de todos os gastos das famílias com saúde até 2044. A projeção estima movimentação de R$ 559 bilhões em produtos e serviços do setor, dentro de um mercado total previsto em R$ 1,1 trilhão.</p>
<p>Atualmente, a participação desse grupo já é considerada elevada. Em 2024, as pessoas acima dos 50 anos representavam 27% da população brasileira, mas concentravam 35% das despesas relacionadas à saúde, incluindo medicamentos, planos de saúde, suplementos e tratamentos médicos.</p>
<p>O estudo “Mercado Prateado: consumo dos brasileiros 50+ e projeções” também aponta crescimento acelerado dessa faixa etária no país. A estimativa é que o número de brasileiros acima dos 50 anos salte de 59 milhões para 92 milhões em duas décadas, passando a representar cerca de 40% da população nacional.</p>
<p>Uma das coordenadoras da pesquisa, Lívia Hollerbach, afirmou que a velocidade desse crescimento chamou atenção dos pesquisadores. “Nos surpreendeu essa projeção de que muito rapidamente, em menos de 20 anos, essa população já vai ser responsável por movimentar metade do consumo no país em todo o setor de saúde”, disse à Agência Brasil.</p>
<p>Os dados mostram ainda que os gastos com saúde pesam mais no orçamento conforme a idade avança. Enquanto brasileiros com menos de 50 anos destinam cerca de 8% da renda mensal para despesas da área, entre os consumidores acima dessa faixa etária o percentual sobe para 14%. No grupo entre 70 e 74 anos, o comprometimento chega a 18%, alcançando 21% entre pessoas com 80 anos ou mais.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, planos de saúde, medicamentos e suplementos correspondem a quase 80% das despesas mensais da geração prateada com cuidados médicos. Consultas, exames e materiais de tratamento também aparecem entre os principais gastos desse público.</p>
<p>O levantamento também faz um alerta sobre os impactos do envelhecimento populacional na estrutura de atendimento do país. A avaliação é de que o crescimento contínuo da demanda pode ampliar a pressão sobre hospitais, clínicas e serviços de saúde públicos e privados nos próximos anos.</p>
<p>Para os pesquisadores, será necessário ampliar investimentos em prevenção, atenção básica e cuidados de longa duração. A coordenadora do estudo destacou ainda a importância de fortalecer políticas voltadas à medicina preventiva e à qualidade de vida da população idosa.</p>
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		<title>Estudo aponta impacto da pobreza no desenvolvimento motor de bebês a partir dos seis meses</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estudo-aponta-impacto-da-pobreza-no-desenvolvimento-motor-de-bebes-a-partir-dos-seis-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 15:02:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[bebês desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pobreza]]></category>
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					<description><![CDATA[Crianças que crescem em contextos de vulnerabilidade social podem apresentar atrasos no desenvolvimento motor já aos seis meses de idade. A conclusão é de uma pesquisa conduzida pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), que analisou a relação entre condições socioeconômicas e a variedade de movimentos realizados por bebês. Os resultados foram divulgados no início [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Crianças que crescem em contextos de vulnerabilidade social podem apresentar atrasos no desenvolvimento motor já aos seis meses de idade. A conclusão é de uma pesquisa conduzida pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), que analisou a relação entre condições socioeconômicas e a variedade de movimentos realizados por bebês. Os resultados foram divulgados no início de fevereiro na revista científica Acta Psychologica.</p>
<p>O acompanhamento envolveu 88 bebês no interior paulista. A investigação identificou que, aos seis meses, crianças que vivem em situação de pobreza demonstravam menor repertório motor. Entre as diferenças observadas estavam maior dificuldade ou demora para alcançar objetos, virar o corpo e sentar sem apoio, em comparação com aquelas inseridas em ambientes com melhores condições de vida.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora Caroline Fioroni Ribeiro da Silva, responsável pelo estudo, os bebês em maior vulnerabilidade apresentavam menos variações de movimento e, em alguns casos, não conseguiam executar determinadas ações motoras típicas da faixa etária. O trabalho contou com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).</p>
<p>A pesquisadora ressalta que evidências anteriores já associam atrasos no desenvolvimento infantil a possíveis dificuldades futuras no aprendizado. Estudos indicam que a carência de estímulos pode estar relacionada a problemas escolares, como transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e dificuldades de coordenação motora. Ainda assim, ela pondera que são necessárias investigações adicionais para consolidar essas relações.</p>
<p>Apesar do alerta, o levantamento também trouxe resultados positivos. Aos oito meses, muitos dos bebês inicialmente avaliados já não apresentavam diferenças significativas no desenvolvimento motor. A melhora foi atribuída à adoção de práticas simples no cotidiano, sobretudo com maior participação das mães.</p>
<p>Entre as estratégias recomendadas estão colocar o bebê de bruços sobre uma superfície segura, sob supervisão — prática conhecida como “tummy time” —, conversar, cantar, estimular a observação de movimentos faciais e oferecer objetos simples e chamativos, como papel amassado. Segundo a pesquisadora, essas atividades ampliam as oportunidades de exploração corporal e fortalecem músculos do pescoço, ombros, costas e braços, preparando a criança para rolar, sentar, engatinhar e, posteriormente, ficar em pé.</p>
<p>Durante as visitas domiciliares, a equipe orientou as famílias a intensificar momentos de interação, incluindo leitura em voz alta e brincadeiras no chão, considerado um espaço mais seguro para permitir que o bebê se movimente livremente. A pesquisa destaca que não são necessários brinquedos sofisticados: objetos improvisados, como chocalhos feitos com grãos dentro de garrafas plásticas, também favorecem o desenvolvimento da coordenação motora fina.</p>
<p>O estudo identificou ainda que, em lares mais vulneráveis, os bebês permaneciam por mais tempo em carrinhos ou contidos, muitas vezes devido à limitação de espaço físico, o que restringe a exploração do ambiente. A presença de muitos adultos na mesma residência também foi associada a contextos considerados mais desorganizados, com menos áreas adequadas para a movimentação segura da criança.</p>
<p>Por outro lado, a convivência com ambos os pais ou com outro adulto de apoio mostrou impacto positivo, assim como maior escolaridade materna. Segundo a pesquisadora, responsáveis que criam os filhos sozinhos tendem a enfrentar sobrecarga, o que reduz o tempo disponível para estímulos e brincadeiras.</p>
<p>Grande parte das mães em situação de pobreza incluídas no estudo era adolescente e relatou desconhecer formas adequadas de estimular os filhos. Nesse cenário, a atuação de profissionais de saúde, como agentes comunitários e fisioterapeutas, foi apontada como medida relevante para orientar práticas simples e eficazes nos primeiros meses de vida.</p>
<p>A realidade observada no estudo brasileiro dialoga com dados globais. De acordo com o relatório “Situação Mundial das Crianças 2025: Erradicar a Pobreza Infantil – Nosso Dever Comum”, divulgado em novembro de 2025 pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), cerca de 400 milhões de crianças vivem atualmente em situação de pobreza no mundo, enfrentando privações que afetam saúde, desenvolvimento e bem-estar.</p>
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		<title>Renda e cor ainda definem quem conclui o ensino médio no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/renda-e-cor-ainda-definem-quem-conclui-o-ensino-medio-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 12:53:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[conclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Todos pela Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo da organização Todos Pela Educação revela que, apesar dos avanços significativos na última década, renda e cor continuam sendo os principais determinantes para que jovens brasileiros concluam ou não o ensino médio na idade adequada. A análise, baseada na Pnad Contínua e no seu Módulo Educação, do IBGE, comparou dados de 2015 e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo da organização Todos Pela Educação revela que, apesar dos avanços significativos na última década, renda e cor continuam sendo os principais determinantes para que jovens brasileiros concluam ou não o ensino médio na idade adequada. A análise, baseada na Pnad Contínua e no seu Módulo Educação, do IBGE, comparou dados de 2015 e 2025, examinando a conclusão do ensino fundamental aos 16 anos e do ensino médio aos 19.</p>
<p>Os números indicam progresso. A taxa de conclusão do ensino fundamental subiu de 74,7% em 2015 para 88,6% em 2025, enquanto o ensino médio registrou um salto ainda maior: de 54,5% para 74,3% no mesmo período. Para especialistas da entidade, essa evolução se deve a políticas pedagógicas mais consistentes, melhorias na formação docente e, em parte, à redução da distorção idade-série observada após a pandemia.</p>
<p>Segundo Manoela Miranda, gerente de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, o aumento do acesso também ajudou a elevar as taxas de conclusão. “São mais estudantes chegando ao final da educação básica, e isso é muito positivo. Mas o cenário ainda está longe do ideal”, afirma.</p>
<h3>Renda: o fator que mais pesa</h3>
<p>A pesquisa mostra que a renda segue sendo o maior marcador de desigualdade educacional. Em 2015, a diferença na taxa de conclusão do ensino médio entre os 20% mais pobres e os 20% mais ricos era de 49,1 pontos percentuais. Em 2025, essa diferença caiu para 33,8 pontos, mas ainda evidencia um abismo persistente.</p>
<p>Mesmo com avanços, os jovens mais pobres continuam em desvantagem histórica. Hoje, a proporção dos que concluem o ensino médio entre os mais pobres é 25% menor do que a dos mais ricos há dez anos. Mantido o ritmo atual, a igualdade de oportunidades só será alcançada daqui a mais de duas décadas.</p>
<h3>Raça e gênero seguem moldando trajetórias educacionais</h3>
<p>Embora menos determinante do que a renda, o fator racial permanece relevante. Em 2025, a taxa de conclusão entre brancos e amarelos é de 81,7%, contra 69,5% entre estudantes pretos, pardos e indígenas (PPI) — uma diferença de 12,2 pontos percentuais.</p>
<p>Entre os mais pobres, a desigualdade racial se torna ainda mais evidente.<br />
• Homens PPI pobres têm a menor taxa de conclusão: 78,6%.<br />
• Entre homens pobres não pertencentes ao grupo PPI, o índice chega a 86%.<br />
• Entre as mulheres, o cenário se inverte: meninas PPI pobres têm 86,5% de conclusão, ligeiramente acima das brancas e orientais (85,5%).<br />
• No topo, mulheres PPI apresentam taxa de 100%, frente a 99,3% de brancas e orientais.</p>
<p>Homens brancos ou asiáticos também registram índices mais altos (99,1%) do que homens PPI (93,2%).</p>
<h3>Desigualdade regional ainda marca o país</h3>
<p>As regiões Norte e Nordeste avançaram mais rapidamente na última década, com altas de 25,7 e 23 pontos percentuais, respectivamente. No entanto, mesmo com esse progresso, continuam muito abaixo das taxas do Sudeste (79,6%), Centro-Oeste (75,4%) e Sul (73,6%).</p>
<p>Para Manoela Miranda, olhar para essas desigualdades territoriais é essencial. “Cada estado precisa de um diagnóstico próprio, que considere suas particularidades. As políticas devem ser intencionais e focadas onde os estudantes mais precisam”, afirma.</p>
<h3>Caminhos para reduzir a evasão e acelerar a conclusão</h3>
<p>O estudo alerta que, para diminuir a defasagem e evitar a evasão, será necessário acelerar e ampliar políticas já existentes. Entre as soluções apontadas estão:</p>
<ul>
<li>expansão de políticas de permanência e apoio à continuidade dos estudos;</li>
<li>programas de complementação de renda, considerados decisivos para as famílias mais vulneráveis;</li>
<li>fortalecimento do ensino médio integral, modalidade que já apresenta redução significativa da evasão em alguns estados;</li>
<li>políticas de recomposição das aprendizagens, especialmente após a pandemia.</li>
</ul>
<p>Segundo Manoela, enfrentar desigualdades socioeconômicas, raciais e regionais é o único caminho para garantir que todos os jovens tenham as mesmas oportunidades. “É preciso combinar políticas que façam sentido para cada território e que assegurem não apenas o acesso, mas a permanência e a conclusão da educação básica”, conclui.</p>
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		<item>
		<title>OCDE elogia reforma tributária e prevê ganhos de competitividade para o Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ocde-elogia-reforma-tributaria-e-preve-ganhos-de-competitividade-para-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 13:54:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OCDE]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou, nesta segunda-feira (10), um estudo com avaliação positiva sobre a reforma tributária brasileira, apontando que a mudança deverá tornar o ambiente econômico mais competitivo e atrativo para investidores, além de simplificar um dos sistemas mais complexos do mundo. De acordo com o relatório The Reform [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou, nesta segunda-feira (10), um estudo com avaliação positiva sobre a reforma tributária brasileira, apontando que a mudança deverá tornar o ambiente econômico mais competitivo e atrativo para investidores, além de simplificar um dos sistemas mais complexos do mundo.</p>
<p>De acordo com o relatório <em>The Reform of Brazil&#8217;s Consumption Tax System</em> (<em>A Reforma Brasileira do Sistema Tributário sobre o Consumo</em>), a nova estrutura introduz um modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA), considerado “moderno e transparente”, que substituirá os cinco principais tributos sobre o consumo cobrados hoje nas esferas federal, estadual e municipal.</p>
<p>O documento destaca que o Brasil adotará um IVA dual — formado pelo IVA federal e pelo IVA estadual e municipal —, ambos regidos pelas mesmas regras sobre alíquotas, créditos, isenções e regimes especiais. Segundo a OCDE, essa padronização “reduzirá significativamente a complexidade do sistema e eliminará distorções históricas”, ao impedir que cada ente federativo adote bases de cálculo diferentes.</p>
<p>A organização, porém, faz um alerta: o sucesso da reforma dependerá da uniformidade na interpretação das normas. “Será crucial garantir a consistência entre as instâncias administrativas. Permitir que cada um dos 27 estados e 5.570 municípios emita regulamentos próprios prejudicaria o objetivo da reforma”, diz o texto.</p>
<p>Para a OCDE, o novo sistema tributário brasileiro representa um avanço estrutural de longo prazo, com potencial para impulsionar o investimento produtivo, aumentar a transparência e melhorar a competitividade global do país.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Vacina contra HPV reduz em até 58% os casos de câncer do colo do útero no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/vacina-contra-hpv-reduz-em-ate-58-os-casos-de-cancer-do-colo-do-utero-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 10:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cancer]]></category>
		<category><![CDATA[Colo de Útero]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[A vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) já mostra impacto significativo na saúde pública brasileira. Um estudo conduzido por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a Royal Society e o CNPq, analisou dados do Sistema Único de Saúde (SUS) entre 2019 e 2023 e constatou que o imunizante reduziu em 58% os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) já mostra impacto significativo na saúde pública brasileira. Um estudo conduzido por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a Royal Society e o CNPq, analisou dados do Sistema Único de Saúde (SUS) entre 2019 e 2023 e constatou que o imunizante reduziu em 58% os casos de câncer do colo do útero e em 67% as lesões pré-cancerosas graves (NIC3) em mulheres de 20 a 24 anos.</p>
<p>A pesquisa, publicada na prestigiada revista científica The Lancet, avaliou anualmente dados de mais de 60 milhões de mulheres nessa faixa etária e demonstrou que os efeitos positivos da vacina já são visíveis antes mesmo da idade recomendada para o rastreamento da doença (25 anos).</p>
<p>“O impacto observado no Brasil confirma que a vacinação contra o HPV é eficaz não apenas em países de alta renda, mas também em contextos com recursos limitados. Esse é um passo fundamental rumo à eliminação global do câncer do colo do útero”, afirmam os autores do estudo, entre eles os pesquisadores da Fiocruz Bahia Thiago Cerqueira-Silva, Manoel Barral-Netto e Viviane Sampaio Boaventura.</p>
<h3>Avanços no Programa Nacional de Imunizações</h3>
<p>O Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferece a vacina contra o HPV desde 2014, gratuitamente, pelo SUS. Em 2024, o Brasil adotou o esquema de dose única, alinhado às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e às evidências mais recentes. Já em 2025, novas diretrizes ampliaram o público-alvo, incluindo adolescentes de 15 a 19 anos, além de usuários de PrEP, imunossuprimidos e pacientes com papilomatose respiratória recorrente.</p>
<h3>Impacto social e prevenção</h3>
<p>O câncer do colo do útero continua sendo o segundo mais frequente entre mulheres no Brasil e figura entre as principais causas de mortalidade feminina. A vacina se confirma como uma ferramenta crucial para reduzir desigualdades em saúde e aproximar o país da meta da OMS de eliminar a doença como problema de saúde pública até 2030.</p>
<p>Estima-se que 50% a 70% da população sexualmente ativa terá contato com o HPV em algum momento da vida. O imunizante, no entanto, protege contra até 98% dos tipos oncogênicos mais perigosos.</p>
<h3>Quem pode se vacinar</h3>
<p>Pelo SUS, a vacina contra o HPV está disponível em unidades básicas de saúde e nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie). Ela é indicada para:</p>
<ul>
<li>Meninas e meninos de 9 a 14 anos;</li>
<li>Pessoas de 9 a 45 anos vivendo com HIV, transplantados, pacientes oncológicos ou vítimas de violência sexual;</li>
<li>Usuários de PrEP entre 15 e 45 anos;</li>
<li>Pacientes com Papilomatose Respiratória Recorrente (PRR) a partir dos 2 anos de idade.</li>
</ul>
<h3>Vacinação salva vidas</h3>
<p>Com a ampliação do acesso e os resultados já observados em larga escala, especialistas reforçam a importância da imunização como estratégia prioritária no combate ao câncer do colo do útero. “A vacina é uma das ferramentas mais eficazes para salvar vidas e reduzir desigualdades”, concluem os pesquisadores.</p>
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		<title>Mais de 500 espécies de aves podem ser extintas em 100 anos, alerta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 15:17:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[aves]]></category>
		<category><![CDATA[Espécies]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Extinção]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo publicado nesta segunda-feira (24) na revista científica Nature Ecology &#38; Evolution alerta que mais de 500 espécies de aves podem ser extintas nos próximos 100 anos. A projeção, feita por pesquisadores da Universidade de Reading, no Reino Unido, considera os efeitos combinados das mudanças climáticas, perda de habitat e ação humana como principais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo publicado nesta segunda-feira (24) na revista científica <em>Nature Ecology &amp; Evolution</em> alerta que mais de 500 espécies de aves podem ser extintas nos próximos 100 anos. A projeção, feita por pesquisadores da Universidade de Reading, no Reino Unido, considera os efeitos combinados das mudanças climáticas, perda de habitat e ação humana como principais fatores de risco.</p>
<p>De acordo com os cientistas, o número projetado é três vezes maior que todas as extinções de aves registradas desde o ano 1500. Espécies vulneráveis como o pássaro-guarda-chuva-de-pescoço-pelado, o calau-de-capacete e o pássaro-sol-de-barriga-amarela estão entre as mais ameaçadas.</p>
<p>O estudo analisou quase 10 mil espécies, com base em dados da Lista Vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN). Os pesquisadores alertam que, mesmo com a redução imediata das ameaças humanas, cerca de 250 espécies ainda correm risco e exigem programas complementares de conservação, como reprodução assistida e restauração de ecossistemas.</p>
<p>“Estamos diante de uma crise de extinção sem precedentes. Reduzir as ameaças humanas é urgente, mas não será suficiente. Precisamos de ações direcionadas às aves mais raras”, afirmou a pesquisadora Kerry Stewart, principal autora do artigo.</p>
<p>A pesquisa mostra que aves de grande porte são mais vulneráveis à caça e ao clima extremo, enquanto aves com asas largas sofrem mais com a degradação do habitat. Além disso, destaca que preservar apenas 100 das espécies mais singulares pode evitar até 68% da perda de diversidade funcional, fundamental para a manutenção de ecossistemas saudáveis.</p>
<p>“O fim da destruição dos habitats salvaria a maioria das aves, mas evitar a caça e mortes acidentais é essencial para proteger aquelas com funções ecológicas únicas”, concluiu a professora Manuela Gonzalez-Suarez, coautora do estudo.</p>
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		<title>Famílias no semiárido nordestino precisam de até R$ 4.996 por mês para viver com dignidade, aponta estudo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/familias-no-semiarido-nordestino-precisam-de-ate-r-4-996-por-mes-para-viver-com-dignidade-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 14:31:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso]]></category>
		<category><![CDATA[Custo]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IDH]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[semiárido]]></category>
		<category><![CDATA[valores]]></category>
		<category><![CDATA[vida digna]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo conduzido pelo Instituto IDH, em parceria com o Anker Research Institute e o Cebrap, revelou que famílias de quatro pessoas precisam de uma renda mensal entre R$ 1.986 e R$ 4.996 para garantir uma vida digna em regiões do semiárido brasileiro. A pesquisa, que avaliou dez zonas específicas nos estados da Paraíba, Pernambuco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo conduzido pelo Instituto IDH, em parceria com o Anker Research Institute e o Cebrap, revelou que famílias de quatro pessoas precisam de uma renda mensal entre R$ 1.986 e R$ 4.996 para garantir uma vida digna em regiões do semiárido brasileiro. A pesquisa, que avaliou dez zonas específicas nos estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, leva em conta custos com alimentação saudável, moradia, saúde, educação, lazer e reserva para emergências.</p>
<p>Os valores estimados estão significativamente acima do salário mínimo atual e da linha de pobreza oficial, fixada em R$ 872. A análise também diferencia entre salário digno, voltado para trabalhadores assalariados do campo, e renda digna, voltada a pequenos produtores rurais. Em ambos os casos, a renda real das famílias costuma estar abaixo do necessário.</p>
<p>O estudo ainda alerta para os impactos das mudanças climáticas e da degradação ambiental, como a desertificação, que já ameaça 13% do território semiárido. Segundo Grazielle Cardoso, da Fundação IDH, a ausência de cadeias produtivas sustentáveis impede a geração de renda adequada no campo, o que agrava a vulnerabilidade social e econômica dessas populações.</p>
<p>A pesquisa reforça a urgência de políticas públicas estruturantes que garantam condições mínimas de vida digna para comunidades historicamente marginalizadas pela falta de acesso a direitos básicos e pela precariedade das estruturas produtivas no meio rural.</p>
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