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	<title>estiagem &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Estiagem prolongada ameaça início das chuvas em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 14:14:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
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					<description><![CDATA[O estado de São Paulo enfrenta uma estiagem mais longa do que o habitual, o que pode atrasar a chegada do período chuvoso e aumentar os riscos de incêndios em áreas de vegetação. A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) prorrogou até 31 de outubro a suspensão das queimadas controladas, incluindo aquelas em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de São Paulo enfrenta uma estiagem mais longa do que o habitual, o que pode atrasar a chegada do período chuvoso e aumentar os riscos de incêndios em áreas de vegetação. A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) prorrogou até 31 de outubro a suspensão das queimadas controladas, incluindo aquelas em canaviais, lavouras agrícolas e para o controle de pragas.</p>
<p>Segundo a Defesa Civil, no último domingo (5), diversas regiões do estado atingiram o nível roxo — considerado de emergência máxima para queimadas. De acordo com o técnico do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Lizandro Gemiacki, o período de seca tem se estendido além do esperado. “O período chuvoso está começando uns cinco a dez dias mais tarde, já próximo ao fim da primavera”, explica.</p>
<h3>Clima em transformação</h3>
<p>Meteorologistas apontam que as causas do prolongamento da estiagem são complexas e multifatoriais, envolvendo tanto fenômenos naturais quanto mudanças climáticas. Entre os elementos que influenciam o quadro estão os gases de efeito estufa, eventos como El Niño e La Niña, o aquecimento do Oceano Atlântico e oscilações climáticas nas regiões antártica, ártica e do Pacífico.</p>
<p>Esses fatores atuam em conjunto e podem potencializar períodos de seca. “As coisas funcionam em ondas. Quando duas se somam, os efeitos se amplificam. No ano passado, por exemplo, o El Niño contribuiu para um longo período seco na região central do Brasil”, afirma Gemiacki.</p>
<h3>Risco de queimadas</h3>
<p>A suspensão das queimadas controladas não impede, contudo, a ocorrência de incêndios ilegais. A fiscalização, segundo especialistas, deve ser reforçada, já que no período seco o fogo se espalha com rapidez e pode sair do controle.</p>
<p>“No período seco, os incêndios perdem o controle facilmente. É preciso intensificar a fiscalização e aplicar punições a quem comete o crime”, alerta o técnico do Inmet.</p>
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		<title>Nível do Rio Negro chega a 13,49 metros, o menor da história</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/nivel-do-rio-negro-chega-a-1349-metros-o-menor-da-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Oct 2023 20:25:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Negro]]></category>
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					<description><![CDATA[A situação do Rio Negro continua preocupante em razão da forte seca que atinge o Amazonas. Nesta terça-feira (17), a cota do rio chegou a 13,49 metros, a menor desde 1902, quando começaram as medições. A informação é do Porto de Manaus, que realiza as medições no rio, e a previsão é que as águas continuem [&#8230;]]]></description>
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<p>A situação do Rio Negro continua preocupante em razão da forte seca que atinge o Amazonas. Nesta terça-feira (17), a cota do rio chegou a 13,49 metros, a menor desde 1902, quando começaram as medições. A informação é do Porto de Manaus, que realiza as medições no rio, e a previsão é que as águas continuem baixando até o início de novembro, quando termina o período de estiagem. Na segunda-feira (16), a cota do rio estava em 13,59 metros. O maior volume foi registrado em 2021, quando o nível do rio atingiu a marca de 30,02 metros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A seca fez com que o governador Wilson Lima, decretasse, em setembro, situação de emergência em 55 dos 62 municípios do estado. Atualmente, 58 municípios do Amazonas em estado de calamidade e/ou de emergência.</p>
<p>Na segunda-feira, o governador se encontrou coma ministra da Saúde, Nísia Trindade, para debater a parceria entre os governos federal, estaduais e municipais para reforçar a atenção da saúde à população.</p>
<p>Na ocasião, a ministra anunciou o repasse de mais de R$ 233 milhões aos 62 municípios do Amazonas. Foram duas portarias, uma no valor de R$ 225 milhões, que engloba a recomposição do chamado Teto MAC (média e alta complexidades) em 59 municípios.</p>
<p>A segunda portaria, no valor de R$ 8,9 milhões, é voltada à atenção primária nas cidades de Lábrea, Tabatinga e São Gabriel da Cachoeira, com unidades de saúde geridas pelo estado.</p>
<p>Dos R$ 225 milhões para média e alta complexidade, R$ 102,3 milhões serão liberados em parcela única aos municípios. Outros R$ 122,7 milhões serão incorporados ao teto de média e alta complexidade do estado.</p>
<p>Segundo o governo do estado, desse repasse, R$ 100 milhões serão destinados a 61 municípios do Amazonas e outros R$ 12 milhões vão para Manaus, a fim de serem usados para auxílio emergencial nos abastecimentos das unidades de saúde municipais com medicamentos, equipamentos de proteção individual (EPIs) e insumos hospitalares. A divisão tomou como base os coeficientes de rateio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).</p>
<h2>Redução no volume de águas no Amazonas</h2>
<p>Em setembro, segundo a rede colaborativa de universidades, organizações não governamentais (ONGs) e empresa de tecnologia, MapBiomas, o Amazonas registrou, em nota técnica, a menor extensão coberta por água no estado desde 2018. Os dados foram obtidos a partir de imagens de satélites dos sistemas LandSat e Sentinel e apontam para uma superfície de água de 3,56 milhões de hectares, uma redução de 1,39 milhão de hectares em relação aos 4,95 milhões de hectares registrados em setembro de 2022 – que foi um patamar acima da média histórica acompanhada pelo MapBiomas, com início em 1985.</p>
<p>“A redução de água foi detectada em rios, lagos e em áreas de úmidas, atingindo 25 municípios com perda de mais de 10 mil hectares de superfícies de água, sendo que os cinco primeiros do <em>ranking </em>perderam mais de 40 mil hectares”, diz nota da rede.</p>
<p>Os pesquisadores também mapearam alguns pontos afetados de forma aguda pela redução da superfície de água. Além da seca no Lago Tefé, que culminou na morte de mais de 140 botos, segundo o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá. As imagens de satélite mostraram que lagos inteiros secaram em áreas de várzea na Reserva Extrativista (Resex) Auatí-Paraná. Situada no Médio-Solimões, a reserva abrange os territórios dos municípios de Fonte Boa, Japurá e Maraã.</p>
<p>O mesmo aconteceu com a seca no Lago de Coari, afetando o acesso a alimentos, medicamentos e o calendário escolar. Entre Tefé e Alvarães, a seca forma bancos de areia extensos.</p>
<p>“A seca severa na Amazônia em 2023 tem sido atribuída a uma combinação do fenômeno El Niño com o aquecimento do Atlântico Norte, levando a uma intensa estiagem que pode continuar até janeiro de 2024. O estado do Amazonas é um dos mais atingidos. No mês de setembro de 2023, aproximadamente 20 estações da rede hidrológica amazônica registaram condições de seca, com metade localizadas no Amazonas”, diz a nota técnica do MapBiomas.</p>
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