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	<title>estados &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>estados &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Política Aldir Blanc vai investir R$ 12 bilhões na cultura até 2028</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/politica-aldir-blanc-vai-investir-r-12-bilhoes-na-cultura-ate-2028/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 20:50:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Adesão]]></category>
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		<category><![CDATA[Recursos]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal inicia nesta terça-feira (15) o novo ciclo da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), com a abertura do prazo para que estados, municípios e o Distrito Federal apresentem seus planos de ação e garantam o acesso a recursos federais pelos próximos quatro anos. A adesão deve ser feita até [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal inicia nesta terça-feira (15) o novo ciclo da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), com a abertura do prazo para que estados, municípios e o Distrito Federal apresentem seus planos de ação e garantam o acesso a recursos federais pelos próximos quatro anos.</p>
<p>A adesão deve ser feita até 26 de maio, por meio da Plataforma Transferegov. Os valores, que fazem parte do orçamento total de R$ 15 bilhões da PNAB até 2028, terão R$ 12 bilhões disponíveis a partir deste ano, após a reformulação do programa em 2023. Os recursos são repassados anualmente, e cada novo ciclo exige comprovação de execução de pelo menos 60% dos recursos do ciclo anterior.</p>
<h3>Como funcionam os repasses</h3>
<p>O valor total destinado a cada ente será dividido em quatro parcelas anuais. Para receber a parcela do ano, o município ou estado precisa comprovar que utilizou, no mínimo, 60% dos recursos recebidos no ciclo anterior. Caso contrário, os valores serão retidos temporariamente, podendo ser recuperados em ciclos futuros – inclusive após 2028.</p>
<p>Também será exigido que os entes mantenham seus próprios investimentos em cultura, sem substituir verbas locais pelos recursos da PNAB.</p>
<h3>Quais ações podem ser financiadas</h3>
<p>Os recursos podem ser usados em uma ampla gama de iniciativas culturais, como:</p>
<ul>
<li>Construção, reforma e restauração de equipamentos culturais</li>
<li>Fomento direto a artistas e agentes culturais locais</li>
<li>Apoio a ações formativas, circulação de produções e intercâmbios culturais</li>
</ul>
<p>Além disso, há percentuais mínimos obrigatórios para programas específicos:</p>
<ul>
<li>10% dos recursos para a Política Nacional de Cultura Viva (estados e municípios)</li>
<li>20% dos recursos para obras do Território da Cultura, vinculado ao novo PAC</li>
<li>25% dos recursos para a Cultura Viva em municípios que receberem mais de R$ 360 mil</li>
</ul>
<h3>Maior adesão esperada</h3>
<p>No primeiro ciclo, em 2023, 98% dos municípios e todos os estados aderiram ao programa. Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, o objetivo agora é atingir 100% de adesão. “A Aldir Blanc é uma política estruturante para a nossa cultura”, destacou.</p>
<p>Com os repasses garantidos até 2028, a PNAB reforça o compromisso com o desenvolvimento cultural e econômico dos territórios, promovendo cidadania, geração de renda e valorização da diversidade brasileira.</p>
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		<title>Estados já podem aderir ao programa de segurança da Amazônia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estados-ja-podem-aderir-ao-programa-de-seguranca-da-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2023 14:28:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adesão]]></category>
		<category><![CDATA[estados]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>
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					<description><![CDATA[As regras para a adesão dos estados ao Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Amas), criado em julho com o objetivo de aumentar a segurança na região, foram publicadas nesta segunda-feira (13) no Diário Oficial da União. Poderão participar os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Rondônia, Roraima, Tocantins, Pará e Oeste do Maranhão, por meio da assinatura de um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>As regras para a adesão dos estados ao <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/decreto/D11614.htm" target="_blank" rel="noopener">Plano Amazônia: Segurança e Soberania</a> (Amas), criado em julho com o objetivo de aumentar a segurança na região, foram publicadas nesta segunda-feira (13) no <a href="https://in.gov.br/web/dou/-/portaria-mjsp-n-524-de-10-de-novembro-de-2023-522539702" target="_blank" rel="noopener"><em>Diário Oficial da União</em></a>. Poderão participar os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Rondônia, Roraima, Tocantins, Pará e Oeste do Maranhão, por meio da assinatura de um termo de adesão, pelo governador da unidade federativa, com vigência de 12 meses.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com as regras, a adesão voluntária dos estados garantirá a adequação dos programas do Ministério da Justiça e Segurança Pública às necessidades de cada lugar, para combater crimes ambientais e outras violações relacionadas. Em contrapartida, o estado deverá disponibilizar efetivo policial para atuar junto com as forças nacionais e permitir a instalação de bases policiais em seus territórios para a integração da segurança pública.</p>
<p>A capacitação e o fornecimento de equipamentos de proteção individual e coletiva das forças estaduais serão de responsabilidade das unidades federativas. E a adesão ao Plano Amas não gera obrigação de disponibilidade de novos recursos para investimentos, que só acontecerá pela formalização de outros pactos com a União.</p>
<p>Ao aderir ao plano, cada governante também deverá declarar estar de acordo com a participação do estado no Programa Estratégico de Segurança Pública da Amazônia (Pespam), no Plano Tático Integrado de Segurança Pública para Amazônia (PTI) e permitir a atuação da Força Nacional de Segurança Pública independentemente de solicitação, quando a necessidade for relacionada ao Plano Amas.</p>
<p>Os estados também terão que garantir o uso e o consumo adequados dos materiais, equipamentos e insumos fornecidos pelo governo federal para cumprir os objetivos do plano, com controle e elaboração de relatórios de prestação de contas.</p>
<p>A contribuição dos estados para o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais, de Rastreabilidade de Armas e Munições, de Material Genético, de Digitais e de Drogas (Sinesp) também será obrigatória após a assinatura do termo de adesão, assim como a indicação de representantes nos colegiados e equipamentos de segurança pública como o Centro de Cooperação Policial Internacional (CCPI-Amazônia).</p>
<p>Terminado o período de vigência da adesão, o estado poderá prorrogar a participação no plano, por mais 12 meses, por meio da assinatura de termo aditivo.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>União pagou R$ 1,34 bilhão de dívidas de estados em fevereiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/uniao-pagou-r-134-bilhao-de-dividas-de-estados-em-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 17:55:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[estados]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tesouro Nacional pagou, em fevereiro, R$ 1,341 bilhão em dívidas atrasadas de estados. Desse total, a maior parte, R$ 847,66 milhões, é relativa a atrasos de pagamento de Minas Gerais. Em seguida, vieram débitos de R$ 193,42 milhões do estado do Rio de Janeiro e de R$ 76,74 milhões de Goiás. A União também cobriu dívidas dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Tesouro Nacional pagou, em fevereiro, R$ 1,341 bilhão em dívidas atrasadas de estados. Desse total, a maior parte, R$ 847,66 milhões, é relativa a atrasos de pagamento de Minas Gerais. Em seguida, vieram débitos de R$ 193,42 milhões do estado do Rio de Janeiro e de R$ 76,74 milhões de Goiás.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A União também cobriu dívidas dos seguintes estados: R$ 61,3 milhões do Rio Grande do Sul, R$ 44,71 do Maranhão, R$ 44,26 do Piauí, R$ 41,38 de Pernambuco e R$ 31,54 do Espírito Santo.</p>
<p>Os dados estão no Relatório de Garantias Honradas pela União em Operações de Crédito, divulgado nessa terça-feira (7) pela Secretaria do Tesouro Nacional. As garantias são executadas pelo governo federal quando um estado ou município ficar inadimplente em alguma operação de crédito. Nesse caso, o Tesouro cobre o calote, mas retém repasses da União para o ente devedor até quitar a diferença, cobrando multa e juros.</p>
<p>Nos dois primeiros meses do ano, a União quitou R$ 2,249 bilhões de dívidas em atraso de entes subnacionais. Desse total, R$ 1,036 bilhão coube a Minas Gerais, R$ 372,04 milhões ao Maranhão, R$ 300,43 ao Rio de Janeiro, R$ 164,38 milhões ao Piauí e R$ 155,03 milhões a Goiás.</p>
<h2>Diminuição</h2>
<p>O número de estados com dívidas em atraso cobertas pelo Tesouro aumentou de sete, em janeiro, para oito em fevereiro, com a inclusão do Espírito Santo, que não fazia parte da lista. Em 2022, além dos estados acima, tiveram garantias honradas pela União Alagoas e Rio Grande do Norte.</p>
<p>Em relação aos municípios, o Tesouro não cobriu débitos atrasados de prefeituras neste ano. No ano passado, a União honrou R$ 32,06 milhões de garantias da Prefeitura de Taubaté (SP).</p>
<p>As garantias honradas pelo Tesouro são descontadas dos repasses da União aos entes federados – como receitas dos fundos de participação e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), entre outros. Sobre as obrigações em atraso incidem juros, mora e outros custos operacionais referentes ao período entre o vencimento da dívida e a efetiva honra dos valores pela União.</p>
<h2>Regime de Recuperação Fiscal</h2>
<p>Nos últimos anos, decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) impediram a execução das contragarantias de vários estados em dificuldade financeira. Posteriormente, a corte mediou negociações para a inclusão ou a continuidade de governos estaduais no regime de recuperação fiscal (RRF), que prevê o parcelamento e o escalonamento das dívidas com a União em troca de um plano de ajuste de gastos. Nos últimos anos, Goiás, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul fecharam acordos com o governo federal.</p>
<p>No início da pandemia de covid-19, a corte concedeu liminar para suspender a execução de garantias em diversos estados. Algumas contragarantias de Minas Gerais também não foram executadas por causa de liminares concedidas pelo STF.</p>
<p>Com a adesão do estado do Rio de Janeiro ao RRF no fim de 2017, o estado pôde contratar novas operações de crédito com garantia da União, mesmo estando inadimplente. No fim de 2020, o ministro Luiz Fux, do STF concedeu liminar mantendo o Rio de Janeiro no regime de recuperação fiscal. Em junho do ano passado, o estado, em acordo mediado pelo STF, concluiu as negociações com a União para continuar no RRF.</p>
<p>Também em junho de 2022, o Rio Grande do Sul fechou acordo com a União e teve o plano de recuperação fiscal homologado. O plano permite que o estado volte a pagar, de forma escalonada, a dívida da União, cujo pagamento estava suspenso por liminar do Supremo Tribunal Federal desde julho de 2017. Em troca, o governo gaúcho deverá executar um programa de ajuste fiscal que prevê desestatizações e reformas para reduzir os gastos locais.</p>
<p>Em maio de 2020, o STF autorizou o governo goiano a aderir ao pacote de recuperação fiscal em troca da adoção de um teto de gastos estadual. Em dezembro de 2021, Goiás assinou a adesão ao RRF, que permite a suspensão do pagamento de dívidas com a União em troca de um plano de ajuste de gastos.</p>
<p>O único estado endividado que não aderiu ao RRF é Minas Gerais. Em julho do ano passado, o ministro Nunes Marques, do STF, concedeu liminar que permite ao estado negociar um plano de ajuste com a União sem o aval da Assembleia Legislativa. No mesmo mês, o Tesouro Nacional publicou uma portaria autorizando o governo mineiro a elaborar proposta que oficialize o ingresso no programa.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Rodovias liberadas sobem para 631, revela balanço da PRF</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rodovias-liberadas-sobem-para-631-revela-balanco-da-prf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2022 16:37:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueios]]></category>
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					<description><![CDATA[O último levantamento da Polícia Rodoviária Federal (PRF), divulgado no fim da manhã de hoje (2), aponta que 631 ações de interdição ou bloqueios em estradas federais foram desfeitas no país. Os manifestantes protestam contra o resultado das eleições para a Presidência da República.  A PRF informou que os bloqueios são interrupções totais das vias, enquanto as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O último levantamento da Polícia Rodoviária Federal (PRF), divulgado no fim da manhã de <span id="OBJ_PREFIX_DWT196_com_zimbra_date" role="link">hoje</span> (2), aponta que 631 ações de interdição ou bloqueios em estradas federais foram desfeitas no país. Os manifestantes protestam contra o resultado das eleições para a Presidência da República. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A PRF informou que os bloqueios são interrupções totais das vias, enquanto as interdições mantêm o fluxo parcialmente impedido.</p>
<p>Segundo o balanço, 15 estados registram ações, sendo que 98 pontos estão interditados e há 52 pontos de bloqueio. Santa Catarina é o estado com mais bloqueios (36), seguido pelo Paraná (10) e pelo Rio Grande do Sul (3). As interdições ocorrem em maior número em Mato Grosso (30), Pará (17), Rondônia  (12) e Paraná (10).</p>
<p>Em São Paulo, no fim da manhã, a Tropa de Choque da Polícia Militar (PM) foi acionada para liberar as faixas da Rodovia Castello Branco, na região de Barueri. Nas rodovias estaduais, a PM informou que 109 estradas foram liberadas, 135 estão parcialmente liberadas e há 20 interditadas.</p>
<p>Na Bahia, decisão liminar do juiz federal plantonista Felipo Lívio Lemos Luz, proferida <span id="OBJ_PREFIX_DWT197_com_zimbra_date" role="link">ontem</span> (1º), determina a reintegração e proibição de interdição da rodovia BR-101 e demais estradas federais no estado. O magistrado estabeleceu multa de R$ 55 mil para cada pessoa que descumprir a decisão.</p>
<h2>Medicamentos</h2>
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nota, nesta <span id="OBJ_PREFIX_DWT198_com_zimbra_date" role="link">quarta</span>-feira, informando que que monitora &#8211; junto ao setor regulado &#8211; possíveis desabastecimentos de suprimentos de saúde, em face das notícias de bloqueios em rodovias.</p>
<p>Segundo a nota, a agência <span id="OBJ_PREFIX_DWT199_com_zimbra_url" role="link"><a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2022/oficioMS.pdf" target="_blank" rel="noopener">oficiou</a></span> os Ministérios da Saúde, Justiça, Casa Civil, Ministério Público Federal, Supremo Tribunal Federal, Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde (Conasss) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), alertando para a importância de garantir fluxos contínuos e desimpedidos de insumos de saúde. &#8221; É uma medida que vem no escopo da missão da agência de identificar ameaças e proteger a saúde da população&#8221;, diz a nota.</p>
<p>Na <span id="OBJ_PREFIX_DWT201_com_zimbra_date" role="link">segunda</span>-feira (31), o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, determinou o desbloqueio imediato de estradas, com punições aos manifestantes e ao diretor-geral da PRF em caso de descumprimento.</p>
</div>
</div>
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		<title>Ocupação de UTIs para covid-19 é de 80% em oito estados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ocupacao-de-utis-para-covid-19-e-de-80-em-oito-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 22:25:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[Variante Ômicron]]></category>
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					<description><![CDATA[Nove unidades da federação e 15 capitais ultrapassaram o patamar de 80% de leitos de terapia intensiva para covid-19 ocupados no Sistema Único de Saúde (SUS). O mapeamento é da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado hoje (10) com nota técnica que considera esses locais como situação de alerta crítico para internações. A análise da Fiocruz [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Nove unidades da federação e 15 capitais ultrapassaram o patamar de 80% de leitos de terapia intensiva para covid-19 ocupados no Sistema Único de Saúde (SUS). O mapeamento é da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado hoje (10) com nota técnica que considera esses locais como situação de alerta crítico para internações.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A análise da Fiocruz classifica como fora da zona de alerta os estados e capitais com menos de 60% dos leitos ocupados. Quando a taxa atinge 60% ou mais e fica abaixo dos 80%, o alerta é considerado intermediário. Acima de 80%, a situação é considerada de alerta crítico.</p>
<p>Os pesquisadores do Observatório Covid-19 da Fiocruz destacam a persistência de taxas de ocupação de leitos de UTI em níveis críticos nos estados e capitais do Nordeste e Centro-Oeste e no Espírito Santo. Já Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo parecem seguir na tendência de queda do indicador, avaliam.</p>
<p>As nove unidades da federação que apresentam pior situação são Tocantins (81%), Piauí (87%), Rio Grande do Norte (89%), Pernambuco (88%), Espírito Santo (87%), Mato Grosso do Sul (92%), Mato Grosso (81%), Goiás (80%) e Distrito Federal (99%).</p>
<p>As 15 capitais são Porto Velho (91%), Rio Branco (80%), Palmas (81%), Teresina (taxa não divulgada, mas estimada superior a 83%), Fortaleza (85%), Natal (percentual estimado de 81%), João Pessoa (81%), Maceió (82%), Belo Horizonte (82%), Vitória (89%), Rio de Janeiro (86%), Campo Grande (99%), Cuiabá (81%), Goiânia (91%) e Brasília (99%).</p>
<p>Apenas cinco capitais e sete estados são considerados fora da zona de alerta, com menos de 60% dos leitos ocupados. As capitais são: Manaus (58%), Boa Vista (56%), São Luís (55%), Florianópolis (68%) e Porto Alegre (56%). Já os estados são: Amazonas (58%), Roraima (56%), Maranhão (51%), Paraíba (52%), Minas Gerais (42%), Rio de Janeiro (59%) e Rio Grande do Sul (57%).</p>
<h2>Vacinação</h2>
<p>A Fiocruz vê com preocupação a disseminação da variante Ômicron para áreas do país que registram baixas coberturas vacinais e menos recursos assistenciais, o que pode aumentar o número de vítimas da doença. &#8220;Como temos sublinhado, a elevadíssima transmissibilidade da variante Ômicron pode incorrer em demanda expressiva de internações em leitos de UTI, mesmo com uma probabilidade mais baixa de ocorrência de casos graves&#8221;, afirma o texto.</p>
<p>Diante disso, as recomendações dos pesquisadores são avançar na vacinação, principalmente de crianças de 5 a 11 anos, além de endurecer medidas como a obrigatoriedade do uso de máscara e a exigência de passaporte vacinal.</p>
<p>A fundação tem reafirmado reiteradamente em suas notas técnicas que pessoas vacinadas até a dose de reforço têm risco reduzido de agravamento da doença, apesar de essa possibilidade continuar a existir principalmente entre pessoas de idade avançada ou com comorbidades. Dados de autoridades sanitárias locais têm indicado que os não vacinados são maioria entre os casos de internação e óbitos. Um levantamento divulgado na segunda-feira (7), pelo Instituto de Infectologia Emílio Ribas, mostra que 82% das mortes registradas na unidade nos últimos três meses são de pessoas que não concluíram a vacinação.</p>
</div>
</div>
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