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	<title>Espetáculo Voz Surda &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Espetáculo “Voz Surda” circulará por vários espaços do Sesc no Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 15:03:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois empregados planejam matar o patrão. Este é o ponto de partida do espetáculo teatral “Voz surda”, que fará temporada às sextas e sábados de novembro, em diversos equipamentos do Sesc, no Rio e na Região Metropolitana da Cidade. Dentre elas estão as cidades de Niterói, São Gonçalo, Duque de Caxias, Valença e Campos. A montagem, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois empregados planejam matar o patrão. Este é o ponto de partida do espetáculo teatral “Voz surda”, que fará temporada às sextas e sábados de novembro, em diversos equipamentos do Sesc, no Rio e na Região Metropolitana da Cidade. Dentre elas estão as cidades de Niterói, São Gonçalo, Duque de Caxias, Valença e Campos.</p>
<p>A montagem, da Cia Coletivo sem Órgãos, é uma dramaturgia autoral de Rodrigo de Todos os Santos, construída durante o processo de ensaio e livremente inspirada na peça “As criadas”, do dramaturgo francês Jean Genet.</p>
<p>No texto de Genet, as duas criadas se revezam no jogo de imitar a patroa, e assim as forças de opressão vão migrando entre elas. A escolha do tema, então, não foi gratuita. As relações entre empregado e empregador, oprimido e opressor, têm tudo a ver com o momento atual do país.</p>
<p>Mesmo com a taxa de desemprego na casa dos 6%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o Brasil ainda soma 7,3 milhões de pessoas sem ocupação no país. Ainda de acordo com o Instituto, somam-se a eles 4,3 milhões de brasileiros em desalento, ou seja, que desistiram de procurar emprego, além de 38,9 milhões de trabalhadores na informalidade. A reforma trabalhista, iniciada em 2016, e aprovada pelo governo, prejudicou aquele que vende sua força de trabalho, sua mão de obra.</p>
<p>“O espetáculo propõe discutir as relações e situações que o corpo preto-periférico encontra em ambientes de trabalhos subalternos, levando em consideração as situações cotidianas, vivenciadas por pessoas que prestam serviços em casas e outros ambientes em que existe uma relação de poder e opressão explícitos”, pontua Rodrigo de Todos os Santos, diretor do espetáculo.</p>
<p>Muitas reflexões surgiram a partir da pesquisa sobre relações de trabalho. Livros como “A elite do atraso”, de Jessé Souza, e “O que é lugar de fala?”, de Djamila Ribeiro, também foram fontes de pesquisa, já que os autores se propuseram a investigar a construção do subalterno ao longo do tempo.</p>
<p>O nome do espetáculo é inspirado no artigo “Pode o subalterno falar”, da filósofa indiana Gayatri Spivak. No estudo, Spivak explica que em muitos momentos, nas relações de trabalho, o patrão parece induzir o funcionário a dizer as questões que lhe incomodam naquele ambiente.</p>
<p>O opressor cria formas para que essas insatisfações sejam ditas nos momentos convenientes a ele; entretanto, o que é dito não passa dos locais e das pessoas selecionadas pelo patrão. Dessa maneira, a voz do empregado é impedida de perpetuar, ou seja, o chefe cria uma falsa sensação de poder de fala, fazendo da voz de seu empregado uma voz surda.</p>
<p>O trabalho de pesquisa do espetáculo começou em 2018 e, em 2021, foi selecionado para representar o Sesc Engenho de Dentro na Mostra Sesc Regional Zona Norte, e em 2022, foi contemplado pelo FOCA, quando teve uma temporada de um mês no teatro Ruth de Souza, em Santa Teresa, alcançando aproximadamente 500 pessoas.</p>
<p><strong>Sinopse</strong></p>
<p>Em “Voz surda”, dois funcionários que trabalham juntos estão prestes a matar o patrão. Enquanto o chefe não chega, os empregados iniciam um jogo de submissão e poder em que imitam os gestos, a voz e os hábitos do patrão em um perverso ritual de faz de contas.</p>
<p><strong>Sobre o Coletivo</strong></p>
<p>A Cia Coletivo Sem Órgãos, fundada em 2015 no Méier, Rio de Janeiro, busca explorar poéticas do cotidiano. Seu primeiro espetáculo, &#8220;Casulo de Fogo&#8221;, circulou pelo Rio, Niterói e Minas Gerais, participando de festivais e recebendo prêmios e indicações. Em 2018, o grupo, formado por moradores do subúrbio carioca, iniciou uma pesquisa sobre corpos pretos, periféricos e espaços de afeto. Em 2019, apresentou &#8220;Perifa&#8221;, premiada no festival GTA. Em 2020, a revista Moringa da UFPB publicou um artigo sobre “Casulo de Fogo”.</p>
<p>O espetáculo &#8220;Voz Surda&#8221; resultou de uma investigação sobre relações interpessoais em trabalhos subalternos, que circula pelas unidades Sesc através do Sesc Pulsar. Além da circulação, o coletivo está em processo de pré-produção para a montagem da sua nova peça “À Vinhad’alhos”, selecionado no edital Pró-Carioca Linguagens. A nova montagem está prevista para estrear no primeiro semestre de 2025.</p>
<p><strong>Ficha Técnica<br />
</strong>Direção: Rodrigo de Todos os Santos e Tatiane Santoro<br />
Produção: Ralph Campos (Revés Produções)<br />
Elenco: João Mabial, Gustavo Alves e Marcos Paulo Oliveira<br />
Iluminação: Luan de Almeida<br />
Social Media: Caio César<br />
Design: Franco Albuquerque<br />
Assessoria de Imprensa: Alessandra Costa</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Espetáculo Voz Surda</strong></p>
<p><strong>09/11 | Duque de Caxias | 15h &#8211; Sábado<br />
</strong>Rua General Argolo, 47 &#8211; Centro, Duque de Caxias</p>
<p><strong>16/11 | São Gonçalo |19h &#8211; Sábado<br />
</strong>Av. Pres. Kennedy, 755 &#8211; Estrela do Norte, São Gonçalo</p>
<p><strong>22/11 | Niteroi | 19h &#8211; Sexta<br />
</strong>R. Padre Anchieta, 56 &#8211; São Domingos, Niterói</p>
<p><strong>29/11 | Teatro Sesc Rosinha de Valença | 20h &#8211; Sexta<br />
</strong>Av. Profa. Silvina Borges Graciosa, 44 &#8211; Belo Horizonte, Valença</p>
<p><strong>30/11 | Madureira | 16h &#8211; Sábado<br />
</strong>R. Ewbank da Câmara, 90 &#8211; Madureira, Rio de Janeiro</p>
<p><strong>06/12 | Campos | 19h &#8211; Sexta<br />
</strong>Avenida Alberto Torres, 397 &#8211; Centro &#8211; Campos/Rio de Janeiro</p>
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