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	<title>Espancamento &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Repressão Taliban: Jovens afegãs sofrem violência por suposto mau uso do hijab</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 14:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Afeganistão]]></category>
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					<description><![CDATA[A situação no Afeganistão tornou-se ainda mais alarmante com o Ministério para a Propagação da Virtude e Prevenção do Vício detendo e agredindo adolescentes por alegado uso inadequado do hijab, o véu islâmico. O regime talibã, que governa o país, rotulou as jovens como &#8220;infiéis&#8221;, promovendo uma onda de detenções e violência. Em Cabul, nenhum [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A situação no Afeganistão tornou-se ainda mais alarmante com o Ministério para a Propagação da Virtude e Prevenção do Vício detendo e agredindo adolescentes por alegado uso inadequado do hijab, o véu islâmico. O regime talibã, que governa o país, rotulou as jovens como &#8220;infiéis&#8221;, promovendo uma onda de detenções e violência.</p>
<p>Em Cabul, nenhum espaço parece escapar ao olhar repressor do poder talibã, com salas de aula, mercados e centros comerciais sendo alvos de sua ação. A polícia moral deteve dezenas de meninas e mulheres, alegando agir contra o mau uso do hijab.</p>
<p>Testemunhos, alguns dados sob anonimato, relatam episódios de violência. Uma adolescente de 16 anos, presa junto com colegas de escola, descreveu ter sido chicoteada nos pés e pernas quando tentou argumentar com os talibãs. Seu pai também foi agredido, acusado de criar &#8220;meninas imorais&#8221;.</p>
<p>Os relatos indicam que as jovens foram acusadas de &#8220;divulgar e encorajar outras pessoas a usar mal o véu islâmico&#8221; e a utilizar maquiagem. As detenções e agressões são vistas como mais um passo dos talibãs para restringir os direitos das mulheres e excluí-las da vida pública.</p>
<p>Ativistas dos direitos das mulheres afirmam que essa repressão é uma desculpa para impor mais restrições, alegando que os talibãs buscam retirar as mulheres da vida pública e tornar suas vidas ainda mais difíceis.</p>
<p>A comunidade internacional reagiu com indignação. O relator especial das Nações Unidas para os Direitos Humanos no Afeganistão, Richard Bennett, pediu a imediata libertação das mulheres sem impor condições, enquanto a Missão de Assistência da ONU no Afeganistão expressou preocupação com as detenções arbitrárias, apelando ao respeito pelos direitos fundamentais.</p>
<p>O porta-voz dos talibãs, Zabihullah Mujahid, rejeitou as críticas internacionais, afirmando que suas ações são legais e baseadas na Sharia, o sistema jurídico islâmico. A repressão talibã continua a gerar repúdio e renovadas preocupações sobre os direitos humanos no Afeganistão.</p>
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		<title>MPRJ denuncia três acusados pelo assassinato de Moïse Kabagambe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2022 14:42:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Espancamento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou, ontem (21), três pessoas pela morte de Moïse Kabagambe, jovem congolês que foi brutalmente espancado em um quiosque na Barra da Tijuca no dia 24 de janeiro. Foi pedida a prisão preventiva de Fábio Pirineus da Silva, Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca e Brendon Alexander Luz [&#8230;]]]></description>
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<p>O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou, ontem (21), três pessoas pela morte de Moïse Kabagambe, jovem congolês que foi brutalmente espancado em um quiosque na Barra da Tijuca no dia 24 de janeiro. Foi pedida a prisão preventiva de Fábio Pirineus da Silva, Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca e Brendon Alexander Luz da Silva. Eles foram presos no dia 2 de fevereiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo o MPRJ, o trio cometeu homicídio com crueldade e tratou Moïse como se fosse “um animal peçonhento”, desferindo golpes com um taco de beisebol, socos, chutes e tapas. Ainda de acordo com a denúncia, o crime foi praticado por motivo fútil, decorrente de uma discussão, e foi utilizado recurso que impossibilitou a defesa da vítima, já que o jovem foi derrubado e imobilizado enquanto era espancado e depois teve os pés e as mãos amarrados.</p>
<p>Os três vão responder na Justiça por homicídio triplamente qualificado. “Os denunciados Fábio, Brendon e Aleson, ao agredirem a vítima com tamanha violência e por longo tempo, mesmo quando ela já estava indefesa, concorreram eficazmente para a morte de Moïse”, diz o MP.</p>
<p>O MPRJ pediu a conversão da prisão temporária dos denunciados em preventiva e que uma audiência preliminar analise a conduta dos indiciados Jailton Pereira Campos, Matheus Vasconcelos Lisboa e Viviane Mattos Faria, pelo crime de omissão de socorro à vítima. Segundo o MPRJ, Maicon Rodrigues Gomes não foi indiciado pelo mesmo crime por ter buscado auxílio policial.</p>
<p>O inquérito deve ser encaminhado à Vara da Infância e Juventude, para que seja analisada a conduta de um menor de 18 anos envolvido no caso.</p>
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