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	<title>Esgoto &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Esgoto &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil ganha projeção global ao disputar prêmio internacional por avanços no saneamento e gestão da água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 10:01:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[ANA]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil passou a figurar entre os destaques mundiais na gestão de recursos hídricos ao ser indicado ao Global Water Awards, uma das principais premiações internacionais voltadas ao setor. A candidatura foi conquistada pela atuação da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), reconhecida por avanços recentes na regulação e organização dos serviços de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil passou a figurar entre os destaques mundiais na gestão de recursos hídricos ao ser indicado ao Global Water Awards, uma das principais premiações internacionais voltadas ao setor. A candidatura foi conquistada pela atuação da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), reconhecida por avanços recentes na regulação e organização dos serviços de água e esgoto.</p>
<p>A instituição brasileira concorre na categoria de Agência Pública de Água do Ano, que valoriza iniciativas capazes de promover melhorias sustentáveis nos sistemas de abastecimento, saneamento, tecnologia e dessalinização. A indicação coloca o país ao lado de organizações de referência internacional, evidenciando o papel crescente do Brasil no debate global sobre segurança hídrica.</p>
<p>De acordo com representantes da ANA, o reconhecimento reflete uma evolução institucional baseada na criação de normas, fortalecimento de órgãos reguladores e aprimoramento dos mecanismos de governança. Esse conjunto de ações tem como objetivo ampliar o acesso aos serviços de saneamento de forma mais equilibrada entre regiões e populações.</p>
<p>Entre as iniciativas que contribuíram para a indicação estão a elaboração de diretrizes nacionais para os quatro eixos do saneamento básico: limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos, drenagem de águas pluviais e gestão de esgoto. Essas normas ajudam a padronizar práticas, reduzir conflitos regulatórios e dar mais previsibilidade ao setor.</p>
<p>Outro avanço importante foi a implementação de regras voltadas à redução de perdas de água nos sistemas de distribuição, com a criação de indicadores padronizados e planos de gestão para estados e municípios. A medida busca aumentar a eficiência do uso dos recursos disponíveis, evitando desperdícios e diminuindo a pressão sobre mananciais naturais.</p>
<p>A agência também avançou na regulamentação do reuso de água não potável, permitindo que efluentes tratados sejam reaproveitados em atividades como irrigação, limpeza urbana e recarga de aquíferos, contribuindo para um modelo mais sustentável de utilização da água.</p>
<p>Apesar dos progressos, os dados nacionais ainda indicam desafios relevantes. Em 2024, cerca de 84,1% da população brasileira tinha acesso à água tratada, enquanto apenas 62,3% contavam com rede de esgoto, evidenciando a necessidade de continuidade dos investimentos e políticas públicas no setor.</p>
<p>A premiação é organizada pela Global Water Intelligence, que destacou o papel da ANA na redução de incertezas regulatórias, no estímulo a investimentos e na definição de metas nacionais para universalização dos serviços. O resultado final será anunciado em maio, durante evento internacional na Espanha.</p>
<p>A indicação reforça o posicionamento do Brasil no cenário internacional e evidencia o impacto de políticas estruturantes na melhoria da gestão da água e do saneamento, áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida da população.</p>
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		<title>Pesquisa alerta para situação crítica dos rios na Mata Atlântica</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisa-alerta-para-situacao-critica-dos-rios-na-mata-atlantica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2025 16:53:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Despoluição]]></category>
		<category><![CDATA[Esgoto]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação SOS Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Hídricos]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pela Fundação SOS Mata Atlântica em 2024 revelou uma situação preocupante sobre a qualidade da água nos rios que cortam os 14 estados abrangidos pelo bioma. O estudo coletou dados em 112 rios, cobrindo 145 pontos de monitoramento em 67 municípios, desde o Nordeste até o Sul do país. Os resultados mostram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pela Fundação SOS Mata Atlântica em 2024 revelou uma situação preocupante sobre a qualidade da água nos rios que cortam os 14 estados abrangidos pelo bioma. O estudo coletou dados em 112 rios, cobrindo 145 pontos de monitoramento em 67 municípios, desde o Nordeste até o Sul do país. Os resultados mostram pouca melhora, com estagnação e até uma ligeira piora em alguns pontos analisados.</p>
<h4><strong>Índice de Qualidade da Água: Nenhum Rio é Classificado como Ótimo</strong></h4>
<p>Os dados levantados indicam que a maioria dos rios monitorados apresenta qualidade regular (75,2% dos pontos analisados), evidenciando a vulnerabilidade dos recursos hídricos na região. Os números apontam ainda que:</p>
<ul>
<li>7,6% (11 pontos) tiveram qualidade boa</li>
<li>13,8% (20 pontos) foram classificados como ruins</li>
<li>3,4% (5 pontos) atingiram a pior classificação: péssima</li>
<li>Nenhum rio apresentou qualidade ótima</li>
</ul>
<p>A pesquisa utilizou 16 parâmetros de análise, baseados na Resolução 357/05 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), para definir o Índice de Qualidade da Água (IQA).</p>
<h4><strong>Poluição Ameaça Biodiversidade e Saúde Pública</strong></h4>
<p>A qualidade ruim ou péssima da água afeta não apenas a biodiversidade, mas também a população que depende desses rios para abastecimento e lazer. Um exemplo alarmante é o Rio Pinheiros, em São Paulo, que há mais de 50 anos sofre com poluição intensa devido ao crescimento urbano desordenado e despejo direto de esgoto.</p>
<p>No início dos anos 1960, era possível navegar e pescar no Rio Pinheiros, assim como em centenas de outros rios menores que foram canalizados na cidade. A degradação desses cursos d&#8217;água compromete o consumo humano, a vida aquática e o equilíbrio ambiental, tornando a recuperação desses ecossistemas um desafio urgente.</p>
<h4><strong>A Importância da Recuperação dos Rios da Mata Atlântica</strong></h4>
<p>Especialistas apontam que projetos pioneiros são capazes de melhorar a qualidade da água, mas reforçam que a falta de saneamento adequado é a principal barreira para avanços mais significativos. Para mudar esse cenário, é essencial investir em infraestrutura de esgoto, despoluição de rios e políticas públicas eficazes para garantir a preservação dos recursos hídricos da Mata Atlântica.</p>
<p>Com o agravamento das mudanças climáticas e o crescimento da urbanização, iniciativas de conservação se tornam ainda mais urgentes. A recuperação dos rios não é apenas uma questão ambiental, mas também de saúde pública e qualidade de vida para milhões de brasileiros.</p>
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