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	<title>Escrita &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Escrita &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>BIC leva criatividade e inovação à Bienal do Livro Rio 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/bic-leva-criatividade-e-inovacao-a-bienal-do-livro-rio-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 00:33:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bienal do Livro Rio 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[A BIC, uma das empresas mais conhecidas no segmento de papelaria, marca presença como patrocinadora oficial da Bienal do Livro do Rio 2025 com um estande repleto de interatividade, educação e homenagens à escrita manual. O espaço da marca, que funcionará entre os dias 13 e 22 de junho, promete proporcionar uma viagem criativa a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A BIC, uma das empresas mais conhecidas no segmento de papelaria, marca presença como patrocinadora oficial da Bienal do Livro do Rio 2025 com um estande repleto de interatividade, educação e homenagens à escrita manual. O espaço da marca, que funcionará entre os dias 13 e 22 de junho, promete proporcionar uma viagem criativa a visitantes de todas as idades, reforçando o vínculo entre educação, imaginação e inovação.</p>
<p>Entre os destaques da participação da BIC está a campanha “Sua Maior Expressão Tá Numa BIC”, que convida o público a descobrir qual caneta reflete melhor seu estilo criativo por meio de um quiz digital, além da linha BIC Kids, pensada para o público infantil. Nela, os pequenos terão acesso a materiais não tóxicos e oficinas conduzidas por artistas do coletivo Chiaroscuro Studios, que apresentarão técnicas de quadrinhos, lettering e até realidade aumentada — tudo para transformar o momento da escrita e do desenho em uma verdadeira brincadeira.</p>
<figure id="attachment_84261" aria-describedby="caption-attachment-84261" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-84261 size-full" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/19-BIC-leva-criatividade-e-inovacao-a-Bienal-do-Livro-Rio-2025-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C225&#038;ssl=1" alt="BIC Leva Criatividade E Inovação à Bienal Do Livro Rio 2025 - Expresso Carioca" width="400" height="225" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/19-BIC-leva-criatividade-e-inovacao-a-Bienal-do-Livro-Rio-2025-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/19-BIC-leva-criatividade-e-inovacao-a-Bienal-do-Livro-Rio-2025-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/19-BIC-leva-criatividade-e-inovacao-a-Bienal-do-Livro-Rio-2025-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-84261" class="wp-caption-text">BIC Leva Criatividade E Inovação à Bienal Do Livro Rio 2025 &#8211; Imagem: Divulgação</figcaption></figure>
<p>No ano em que comemora 75 anos da caneta BIC Cristal, a empresa também surpreende os visitantes da Bienal com uma homenagem literária que já conquistou prêmios internacionais. Por meio da ação “Uma BIC, Um Livro, Dois Clássicos”, um robô com inteligência artificial reescreveu a obra <em>Romeu e Julieta</em>, de William Shakespeare, utilizando apenas uma unidade da BIC Cristal. O manuscrito, que resultou em 212 páginas fiéis ao estilo original, poderá ser apreciado no estande por meio de uma réplica em tamanho ampliado e um vídeo que conta os bastidores do projeto — premiado com Bronze e Prata no Cannes Lions 2025.</p>
<p>Em entrevista concedida à reportagem, Bianca Pupim, gerente de Produto da BIC Brasil, explicou que a presença da marca na Bienal representa uma oportunidade estratégica para reforçar os laços com a educação e a criatividade. “A marca entende que a Bienal é um espaço onde histórias, ideias e expressões se encontram. Como patrocinadora oficial do evento, a BIC reafirma seu compromisso com a educação, a cultura e o poder transformador da leitura e da escrita”, disse. “É também uma forma de se conectar diretamente com o público, fortalecendo sua missão de inspirar criatividade e valorizar o ato de escrever como uma ferramenta de expressão pessoal e coletiva&#8221;.</p>
<p>Além das experiências interativas, os visitantes poderão levar para casa brindes como bottons, lápis e coroas comemorativas que celebram o aniversário da BIC Cristal. Para o público jovem e conectado, a marca ainda apresenta os novos modelos da caneta BIC 4 Cores em edições Rose Gold, Pastel, Efeito Madeira e Solar, além da linha Gelocity — iniciativas que reforçam a busca da BIC por modernidade e relevância junto às novas gerações.</p>
<p>Na visão da empresa, a Bienal do Livro Rio 2025 representa mais que um evento literário: é um ponto de encontro para que histórias ganhem forma, vozes criativas sejam descobertas e a escrita continue a inspirar novos mundos. Por isso, a mensagem que a BIC quer deixar a todos que passarem por seu estande é clara: a caneta e o papel permanecem como ferramentas poderosas para transformar ideias em realidade e perpetuar a imaginação em um mundo cada vez mais digital.</p>
<h4><strong>Entrevista com a porta voz Bianca Pupim </strong><em>– Gerente de Produto BIC Brasil</em></h4>
<p><strong>O que representa para a BIC estar presente na Bienal do Livro Rio 2025?</strong></p>
<p>Estar presente na Bienal do Livro do Rio de Janeiro 2025 é, para a BIC, uma oportunidade estratégica e simbólica. A marca entende que a Bienal é um espaço onde histórias, ideias e expressões se encontram. Como patrocinadora oficial do evento, a BIC reafirma seu compromisso com a educação, a cultura e o poder transformador da leitura e da escrita. É também uma forma de se conectar diretamente com o público, fortalecendo sua missão de inspirar criatividade e valorizar o ato de escrever como uma ferramenta de expressão pessoal e coletiva.</p>
<p><strong>A marca comemora 75 anos da caneta BIC Cristal. Como isso se reflete na participação da feira?</strong></p>
<p>A comemoração dos 75 anos da caneta BIC Cristal se manifesta de forma central na participação da marca na Bienal do Livro Rio 2025, por meio da campanha “Uma BIC, Um Livro, Dois Clássicos”. A ação, que ganhou projeção internacional, reescreveu a obra Romeu e Julieta, de William Shakespeare, utilizando apenas uma caneta BIC Cristal Dura+ (e ainda sobrou tinta), operada por um robô com inteligência artificial treinado para replicar a caligrafia do autor. O projeto resultou em um manuscrito de 212 páginas, mantendo-se fiel ao estilo do dramaturgo inglês — um feito que evidencia o potencial expressivo da escrita manual e o compromisso da BIC com a criatividade e a educação.</p>
<p>Essa campanha foi amplamente reconhecida no Festival de Cannes Lions de 2025, conquistando três prêmios: Bronze na categoria Art Direction: Print &amp; Publishing, Silver em Special Editions &amp; Bespoke Items e Silver em Innovative and Adapted Use of Print &amp; Publishing. Os reconhecimentos reforçam o impacto e a relevância cultural da iniciativa, além de destacarem o papel da BIC como uma marca que sabe unir tradição, tecnologia e design de forma autêntica e significativa.</p>
<p>Na Bienal, essa campanha ganha vida com um espaço especial dentro do estande da BIC. Os visitantes poderão tirar fotos ao lado de uma versão gigante do livro reescrito e assistir ao vídeo oficial da campanha em uma TV dedicada. A proposta é mergulhar o público na combinação entre tradição literária e inovação tecnológica — dois pilares que definem a missão da BIC de manter viva a inspiração através da escrita. Ao trazer essa experiência para a Bienal, a marca não apenas celebra seu legado, mas convida os visitantes a refletirem sobre a importância da escrita manual como uma forma duradoura e potente de expressão.</p>
<p><strong>O que o público pode esperar ao visitar o estande da BIC este ano?</strong></p>
<p>O público que visitar o estande da BIC na Bienal do Livro Rio 2025 encontrará um ambiente projetado para proporcionar experiências criativas, educativas e imersivas. A proposta é envolver pessoas de todas as idades, com foco especial em crianças, jovens e famílias, por meio de atividades que estimulam a imaginação e a expressão artística. O espaço BIC Kids, por exemplo, oferece um cenário lúdico onde os desenhos criados com lápis de cor ganham vida digitalmente, além de oficinas conduzidas por artistas especializados na criação de quadrinhos, tirinhas e lettering. O estande também contará com distribuição de brindes exclusivos, como bottons, lápis temáticos e uma coroa comemorativa pelos 75 anos da BIC Cristal. Já a campanha “Sua Maior Expressão Tá Numa BIC” contará com uma ativação especial no Pavilhão das Artes, onde os visitantes poderão participar de um quiz interativo que revela qual caneta BIC mais combina com seu estilo criativo, gerando um pôster personalizado como lembrança. Todas essas iniciativas reforçam o compromisso da BIC com a valorização da escrita e da criatividade como formas de expressão pessoal.</p>
<p><strong>Como a BIC tem se reinventado para dialogar com novas gerações?</strong></p>
<p>A BIC tem investido fortemente em inovação de produtos, comunicação e experiências para se manter relevante entre as novas gerações. Um exemplo claro são os recentes lançamentos das versões estilizadas da caneta BIC 4 Cores, como as edições Rose Gold, Pastel, Efeito Madeira e Solar, além da linha Gelocity, que une design moderno e conforto na escrita. Além disso, a campanha “Sua Maior Expressão Tá Numa BIC” reforça a conexão da marca com temas contemporâneos, como individualidade e autenticidade, ao mostrar que escrever continua sendo uma forma poderosa de expressão pessoal. A presença digital da BIC, bem como suas parcerias com influenciadores de diferentes perfis, também tem sido essencial para aproximar a marca de públicos mais jovens.</p>
<p><strong>Qual mensagem a BIC quer deixar para quem passar pela Bienal?</strong></p>
<p>A principal mensagem que a BIC deseja transmitir é que a escrita permanece sendo uma ferramenta vital de expressão e criatividade, mesmo em um mundo cada vez mais digital. A marca acredita que colocar ideias no papel é uma forma genuína de se comunicar, aprender e transformar realidades. Ao celebrar 75 anos de sua icônica caneta BIC Cristal em um evento como a Bienal, a BIC reforça seu compromisso com a educação, a cultura e a inspiração, convidando cada visitante a descobrir, por meio da escrita, sua maior forma de expressão.</p>
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		<title>Braille: acessibilidade melhora no Brasil, mas ainda precisa avançar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/braille-acessibilidade-melhora-no-brasil-mas-ainda-precisa-avancar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2023 15:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Pontos em relevo que, combinados, formam 63 sinais para serem lidos com as pontas dos dedos. Há quase 200 anos, o braille passou a permitir a escrita e a leitura por pessoas cegas ou com baixa visão. Hoje (4), Dia Mundial do Braille, especialistas mostram que o país melhorou a acessibilidade, mas ainda precisa avançar. [&#8230;]]]></description>
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<p>Pontos em relevo que, combinados, formam 63 sinais para serem lidos com as pontas dos dedos. Há quase 200 anos, o braille passou a permitir a escrita e a leitura por pessoas cegas ou com baixa visão. Hoje (4), Dia Mundial do Braille, especialistas mostram que o país melhorou a acessibilidade, mas ainda precisa avançar. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“<em>Eu costumo dizer que a humanidade teve grande conquista com a invenção da escrita e, durante esse tempo todo, houve tentativas de desenvolver uma escrita para cegos. A grande conquista veio com o braille. A partir desse momento, as pessoas cegas passaram a participar da história</em>”, diz a coordenadora de Revisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos e membro do Conselho Mundial e do Conselho Ibero-americano do Braille, Regina Oliveira.</p>
<p>Segundo Regina, o braille é ferramenta fundamental para a alfabetização e a independência de cegos e pessoas com baixa visão. Ela nasceu com glaucoma e, aos 7 anos, perdeu por completo a visão. Ainda pequena, teve seu primeiro contato com a Fundação Dorina Nowill para Cegos, onde foi alfabetizada em braille.</p>
<p>A importância do Sistema Braille, de acordo com Regina, está tanto no acesso a informações de cosméticos, medicamentos, contas de consumo, quanto na privacidade para consultar um extrato bancário, a fatura do cartão de crédito, além dos estudos. <em>“Não há outra maneira de alfabetizar a criança cega a não ser por meio do braille. Mais tarde, pode usar outros formatos, como o livro digital falado, leitores de tela, mas aí a pessoa vai ouvir, ler, só consegue ler por meio do braille, e isso é bastante importante”</em>.</p>
<p>O último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2010, mostra que existem no Brasil mais de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual, sendo 506 mil cegas e cerca de 6 milhões com baixa visão. Entre as pessoas cegas, 110 mil com 15 anos ou mais de idade não são alfabetizadas. Entre as pessoas com baixa visão, 1,5 milhão não sabem ler ou escrever. Isso significa dizer que cerca de uma em cada quatro pessoas (25%) com alguma deficiência visual era considerada não alfabetizada. Um índice maior do que o da população em geral, que em 2010 era de aproximadamente 8% para essa faixa etária.</p>
<p><em>“Infelizmente são poucas as  instituições especializadas para dar suporte. O atendimento da sala de recursos, a meu ver, é insuficiente. Há poucos professores com conhecimento do braille nas redes de ensino públicas e privadas do país”</em>, diz a professora do Instituto Benjamin Constant Margareth de Oliveira Olegario Teixeira, que integra o Grupo de Pesquisa em Educação e Mídia na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (GRUPEM/PUC-Rio),</p>
<p>Houve avanços. Desde 2019, por exemplo, pelo Programa Nacional do Livro Didático Acessível (PNLD/Acessível), os livros didáticos passaram a ser impressos em braille e letras ampliadas em português. Os alunos cegos e com baixa visão passaram a receber os mesmos livros que o restante dos alunos da classe.</p>
<p>Segundo Margareth e Regina, no entanto, ainda faltam tanto imprimir mais livros e materiais em braille, quanto o amplo acesso a equipamentos como a Linha Braille, que ainda é muito cara. Essa linha é um equipamento que exibe em braille o que está na tela de computadores, tablets e celulares. “Para mim, está no campo do sonho de consumo”, diz Margareth. Regina ressalta que o Brasil é muito rico em legislação. <em>“A grande questão é colocar essa legislação em vigor, fazer tudo funcionar”</em>.</p>
<p>Margareth reforça que o braille não deve ser substituído por leitores de tela ou outros recursos. “<em>Os recursos digitais de informática não substituem o braille</em>&#8220;, complementa. Para ela, pessoas cegas têm direito ao braille. &#8220;<em>Muitas vezes, quer ler uma partitura, uma cifra de música, precisa desse contato com o braille. [O sistema] facilita a compreensão de alguns recursos, facilita, por exemplo, o estudo de língua estrangeira</em>”, diz.</p>
<p>O Sistema Braille foi criado em 1825 pelo francês Louis Braille, cego aos três anos de idade devido a um acidente que causou a infecção dos dois olhos. A versão mais conhecida data de 1837. O sistema permite a comunicação em várias línguas.</p>
<p>O sistema, formado por símbolos alfabéticos e numéricos, possibilitam a escrita e leitura, por meio da combinação de um a seis pontos. A leitura, com uma ou ambas as mãos, se faz da esquerda para a direita. Os pontos em relevo obedecem a medidas padrão e a dimensão da cela braille corresponde à unidade de percepção da ponta dos dedos.</p>
<p>No Brasil, o braille foi introduzido por José Álvares de Azevedo, idealizador da primeira escola para o ensino de cegos no país, o Imperial Instituto de Meninos Cegos, atual Benjamin Constant. No dia 8 de abril, aniversário de Azevedo, é comemorado o Dia Nacional do Braille.</p>
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