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	<title>Escolas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Escolas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Violência nas escolas desafia mais de 70% dos gestores da rede pública, aponta pesquisa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/violencia-nas-escolas-desafia-mais-de-70-dos-gestores-da-rede-publica-aponta-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 00:03:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
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		<category><![CDATA[Fundação Carlos Chagas]]></category>
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		<category><![CDATA[Violência nas Escolas]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pela Fundação Carlos Chagas (FCC), em parceria com o Ministério da Educação (MEC), mostrou que 71,7% dos gestores de escolas públicas enfrentam dificuldades para tratar temas ligados à violência no ambiente escolar. O levantamento ouviu 136 profissionais de 105 instituições de ensino municipais e estaduais em diferentes regiões do país. Entre os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pela Fundação Carlos Chagas (FCC), em parceria com o Ministério da Educação (MEC), mostrou que 71,7% dos gestores de escolas públicas enfrentam dificuldades para tratar temas ligados à violência no ambiente escolar. O levantamento ouviu 136 profissionais de 105 instituições de ensino municipais e estaduais em diferentes regiões do país.</p>
<p>Entre os principais desafios relatados estão o enfrentamento de episódios de bullying, racismo, capacitismo e outras formas de discriminação. Segundo os pesquisadores, a complexidade dessas situações exige preparo técnico, apoio institucional e estratégias permanentes de acolhimento e prevenção.</p>
<p>Os dados divulgados servirão de base para a criação do novo Guia de Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, iniciativa do governo federal voltada ao fortalecimento de ambientes escolares mais seguros e inclusivos. O material será lançado pelo MEC com orientações para diretores, coordenadores e demais profissionais da educação.</p>
<p>Coordenador do estudo e pesquisador da FCC, Adriano Moro afirmou que um dos obstáculos identificados é a naturalização de comportamentos agressivos dentro das escolas. Segundo ele, muitas situações acabam sendo tratadas como “brincadeiras”, o que pode dificultar a identificação correta da violência e atrasar intervenções necessárias.</p>
<p>A pesquisa também aponta que o uso genérico do termo bullying pode esconder outras formas específicas de violência, como xenofobia, violência de gênero e discriminação contra pessoas com deficiência. Para os especialistas, reconhecer corretamente cada tipo de agressão é fundamental para que as medidas adotadas sejam eficazes.</p>
<p>Outro fator destacado no levantamento é a influência do contexto social no cotidiano das escolas. Muitas unidades de ensino estão inseridas em regiões marcadas pela violência urbana e pela vulnerabilidade social, o que amplia a pressão sobre gestores e professores. Além disso, os pesquisadores identificaram dificuldades na aproximação entre escola, famílias e comunidade.</p>
<p>De acordo com o estudo, criar um clima escolar positivo pode ajudar na prevenção de conflitos e no fortalecimento das relações dentro das instituições de ensino. Ambientes baseados em diálogo, respeito e escuta ativa tendem a facilitar a identificação de problemas e o desenvolvimento de soluções mais rápidas e efetivas.</p>
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		<title>Campanha em escolas do DF alerta para prevenção de desastre climático</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/campanha-em-escolas-do-df-alerta-para-prevencao-de-desastre-climatico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 18:40:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha]]></category>
		<category><![CDATA[desastre climático]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
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					<description><![CDATA[Alunos, educadores, comunidades e iniciativas populares da capital federal participaram, ao longo dos últimos dois dias, da 9ª Campanha Nacional #AprenderParaPrevenir: Cidades sem Risco. A proposta, encabeçada pelo Ministério das Cidades, inclui atividades formativas em comunidades vulneráveis com foco na educação para reconhecer riscos, prevenir e agir em meio a emergências climáticas. Em nota, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Alunos, educadores, comunidades e iniciativas populares da capital federal participaram, ao longo dos últimos dois dias, da 9ª Campanha Nacional #AprenderParaPrevenir: Cidades sem Risco.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A proposta, encabeçada pelo Ministério das Cidades, inclui atividades formativas em comunidades vulneráveis com foco na educação para reconhecer riscos, prevenir e agir em meio a emergências climáticas.</p>
<p>Em nota, a pasta informou que a campanha tem como objetivo fortalecer a atuação integrada entre comunidades, instituições públicas e espaços educativos em comunidades marcadas por desafios socioambientais e eventos extremos.</p>
<blockquote><p>“A iniciativa estimula o desenvolvimento de campanhas locais de redução de riscos de desastres no território onde vivem, ampliando a capacidade de prevenção e resposta antes que emergências ocorram.”</p></blockquote>
<p>Ainda segundo o comunicado, <strong>a campanha reforça que a prevenção a desastres começa no cotidiano das comunidades, por meio da informação, da educação e da mobilização coletiva.</strong></p>
<p>Durante os dois dias, a programação incluiu diálogos, encontros formativos e oficinas de campanha, onde os participantes trabalharam na elaboração de propostas práticas de mobilização de prevenção.</p>
<blockquote><p>“O objetivo é fortalecer redes locais, qualificar os habitantes dos territórios e transformar conhecimento em ação concreta, contribuindo para cidades mais preparadas diante dos riscos climáticos”, completou o ministério.</p></blockquote>
<h2>Sobre a campanha</h2>
<p><strong>Em 2026, a campanha atua prioritariamente em 23 municípios brasileiros e impacta diretamente cerca de 30 mil estudantes. Os encontros formativos já foram realizados nos seguintes estados: Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.</strong></p>
<p>A iniciativa integra políticas públicas de educação, ciência e desenvolvimento urbano, fortalecendo a prevenção como eixo estruturante da justiça climática em territórios mais vulneráveis.</p>
<p><em>Por: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Ferreirinha usa metáfora sobre “infância raiz” ao defender menos telas e mais brincadeiras entre crianças</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ferreirinha-usa-metafora-sobre-infancia-raiz-ao-defender-menos-telas-e-mais-brincadeiras-entre-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 21:31:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Deputado]]></category>
		<category><![CDATA[deputado federal]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Renan Ferreirinha]]></category>
		<category><![CDATA[Uso do Celular]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma declaração do deputado federal Renan Ferreirinha (PSD-RJ) durante entrevista sobre o uso de celulares por crianças e adolescentes gerou ampla repercussão nas redes sociais e no meio político. O parlamentar afirmou que gostaria de “voltar a ver criança com braço quebrado andando na rua”, ao defender a redução do tempo de exposição às telas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma declaração do deputado federal Renan Ferreirinha (PSD-RJ) durante entrevista sobre o uso de celulares por crianças e adolescentes gerou ampla repercussão nas redes sociais e no meio político. O parlamentar afirmou que gostaria de “voltar a ver criança com braço quebrado andando na rua”, ao defender a redução do tempo de exposição às telas e a retomada de brincadeiras presenciais entre jovens.</p>
<p>Ferreirinha, que foi relator da lei que restringiu o uso de celulares nas escolas brasileiras, fez a declaração ao comentar os impactos do excesso de dispositivos eletrônicos na infância. Segundo Renan, a intenção era destacar a importância das experiências presenciais e das atividades ao ar livre no desenvolvimento infantil.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DXU0Y4SD_k_/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DXU0Y4SD_k_/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação partilhada por Renan Ferreirinha (@renanferreirinha)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Na entrevista, o deputado também utilizou a expressão “infância raiz” para se referir a um modelo de convivência marcado por brincadeiras fora de casa, interação social e menor dependência tecnológica. O parlamentar afirmou que a diminuição do uso de celulares pode contribuir para uma infância mais ativa e para a construção de memórias afetivas ligadas ao convívio entre crianças.</p>
<blockquote><p>“Eu sou o autor da lei que proibiu o uso de celular nas escolas e um dos grandes objetivos para isso é porque eu quero voltar a ver criança com braço quebrado, andando na rua”, disse. A fala ocorreu durante entrevista à página independente Mendanha Notícias e foi divulgada no sábado (18/4).</p></blockquote>
<p>O trecho rapidamente viralizou nas redes sociais, dividindo opiniões entre apoiadores e críticos. Parte dos usuários interpretou a fala como uma metáfora relacionada às brincadeiras tradicionais de rua e à liberdade infantil vivida por gerações anteriores. Outros avaliaram que a declaração foi inadequada e banalizou acidentes envolvendo crianças.</p>
<p>O episódio ampliou o debate sobre os impactos do uso excessivo de telas na infância e adolescência. Especialistas em educação e saúde mental têm apontado preocupação crescente com questões como sedentarismo, ansiedade, dificuldades de concentração e isolamento social associados ao uso prolongado de dispositivos eletrônicos.</p>
<p>Nos últimos meses, Ferreirinha ganhou projeção nacional por atuar em pautas relacionadas ao ambiente digital e à educação. Além da lei que restringiu celulares em escolas, o deputado também apresentou um projeto que propõe limitar o acesso de menores de 16 anos às redes sociais no Brasil.</p>
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		<item>
		<title>Renan Ferreirinha defende escolas como espaços de convivência e interação social</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/renan-ferreirinha-defende-escolas-como-espacos-de-convivencia-e-interacao-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 07:23:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[convivência]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[interação social]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Renan Ferreirinha]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[secretário municipal de Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro, Renan Ferreirinha, afirmou que a escola deve ser vista não apenas como ambiente de aprendizado acadêmico, mas também como um espaço essencial para o desenvolvimento social e emocional de crianças e adolescentes. Em entrevista ao jornal O Dia, o secretário destacou os resultados observados após a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro, Renan Ferreirinha, afirmou que a escola deve ser vista não apenas como ambiente de aprendizado acadêmico, mas também como um espaço essencial para o desenvolvimento social e emocional de crianças e adolescentes.</p>
<p>Em entrevista ao jornal O Dia, o secretário destacou os resultados observados após a implementação da política de restrição ao uso de celulares nas escolas da rede municipal. Segundo ele, a medida ajudou a recuperar a convivência entre os alunos e melhorar a concentração em sala de aula.</p>
<p>Ferreirinha explicou que a proposta nasceu a partir de discussões internacionais sobre os impactos do excesso de telas no ambiente escolar. Ele relatou que o debate ganhou força após um relatório da UNESCO apontar os prejuízos provocados pelo uso excessivo de celulares durante as atividades pedagógicas.</p>
<p>De acordo com o secretário, a iniciativa adotada inicialmente no Rio acabou servindo de referência para a criação de uma legislação nacional sobre o tema. Ele classificou a mudança como uma das transformações comportamentais mais relevantes na educação brasileira nos últimos anos.</p>
<p>O gestor também ressaltou que a proposta vai além da melhora no desempenho escolar. Para ele, a escola é um ambiente em que os estudantes aprendem valores ligados à convivência, cooperação e socialização. “A criança tem que aprender a cair, levantar, correr, ser criança, perder e ganhar”, afirmou durante a entrevista.</p>
<p>Dados apresentados pela Secretaria Municipal de Educação apontam avanços no rendimento dos estudantes após a adoção da medida. Em parceria com pesquisadores da Universidade de Stanford, um estudo identificou aumento médio de 25,7% no aprendizado em matemática e de 13,5% em português entre alunos da rede municipal em 2024.</p>
<p>Segundo Ferreirinha, o impacto mais expressivo em matemática ocorre porque a disciplina depende mais diretamente da atenção e da dinâmica em sala de aula. O secretário afirmou ainda que diretores relataram mudanças no comportamento dos estudantes, com maior interação nos recreios e retomada das brincadeiras presenciais.</p>
<p>Além da pauta educacional, o secretário vem defendendo debates sobre limites no ambiente digital. Recentemente, apresentou propostas relacionadas à proteção de crianças e adolescentes nas redes sociais, argumentando que o excesso de exposição online pode contribuir para problemas emocionais e dificuldades de interação social.</p>
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		<title>Projeto inédito incentiva leitura entre jovens das escolas públicas do Rio  de Janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/projeto-inedito-incentiva-leitura-entre-jovens-das-escolas-publicas-do-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 15:27:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Ideias Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde que foi reconhecida pela UNESCO como Capital Mundial do Livro, em abril deste ano, a cidade do Rio de Janeiro tem se firmado como um polo de incentivo à leitura e à produção literária. Uma das principais ações da programação é o lançamento do Projeto Ideias Brasil, que aposta no poder transformador da literatura [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que foi reconhecida pela UNESCO como Capital Mundial do Livro, em abril deste ano, a cidade do Rio de Janeiro tem se firmado como um polo de incentivo à leitura e à produção literária. Uma das principais ações da programação é o lançamento do Projeto Ideias Brasil, que aposta no poder transformador da literatura para despertar o pensamento crítico entre jovens do Ensino Médio e da EJA, com idades entre 15 e 17 anos, da rede estadual de ensino da Região Metropolitana III.</p>
<figure id="attachment_84916" aria-describedby="caption-attachment-84916" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-84916" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Projeto-inedito-incentiva-leitura-entre-jovens-das-escolas-publicas-do-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C600&#038;ssl=1" alt="Projeto Inédito Incentiva Leitura Entre Jovens Das Escolas Públicas Do Rio  De Janeiro - Expresso Carioca" width="400" height="600" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Projeto-inedito-incentiva-leitura-entre-jovens-das-escolas-publicas-do-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Projeto-inedito-incentiva-leitura-entre-jovens-das-escolas-publicas-do-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca-1.webp?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Projeto-inedito-incentiva-leitura-entre-jovens-das-escolas-publicas-do-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C225&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-84916" class="wp-caption-text">Projeto Ideias Brasil &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>A iniciativa chega às escolas com a proposta de levar a literatura aos alunos por meio de palestras, oficinas e rodas de leitura. Nesta fase inicial, a Jornada Literária Itinerante envolverá instituições de três bairros do Rio de Janeiro: Deodoro, Costa Barros e Guadalupe. Além dos encontros presenciais, os participantes também podem  compartilhar ideias sobre como os livros podem inspirar transformações sociais em um espaço virtual de debates.</p>
<p>Como forma de os jovens ampliarem a visão sobre o impacto da leitura na sociedade, outro destaque do projeto é o Concurso Literário “Rio de Janeiro: “As palavras que transformam o futuro”, que convida os jovens a escreverem crônicas sobre a construção de um futuro melhor. Até mil estudantes poderão se inscrever. Os 50 melhores textos serão publicados na coletânea nacional “Ideias Brasil” e os três melhores textos serão premiados com vouchers para troca de livros em uma livraria parceira e um curso livre online oferecido pela Universidade Estácio de Sá (um por CPF).</p>
<p>O reconhecimento internacional do título recebido pela capital fluminense e a criação do projeto ocorre em um momento de alerta sobre os hábitos de leitura no Brasil. A última edição da pesquisa Retratos da Leitura aponta que houve uma queda de 6,7 milhões de leitores no país. Pela primeira vez, a proporção de não leitores ultrapassou a de leitores.</p>
<p>&#8220;Mais do que incentivar a leitura, queremos despertar nos jovens o desejo de imaginar e construir um futuro melhor. Acreditamos que, quando os estudantes têm acesso à literatura e se veem representados nas histórias, passam a enxergar novas possibilidades para suas próprias trajetórias. Esse é o verdadeiro poder da palavra&#8221;, afirmam Maria Marques e Felipe Mattos, organizadores do projeto.</p>
<p>Apresentado pelo Ministério da Cultura, o Projeto Ideias Brasil é uma realização da Equipe F3 Esporte Cultura e do Instituto Gas Petro, com patrocínio do Grupo GSH e da MGAS Comercializadora, e apoio institucional da Estácio e do Instituto Yduqs.</p>
<p><strong>Mais sobre a Equipe F3 Esporte Cultura e o Instituto Gas Petro:</strong></p>
<p>A Equipe F3 Esporte Cultura e o Instituto Gas Petro atuam como agentes de transformação nos campos da educação, cultura, esportes e desenvolvimento social desde 2006. Cada projeto é adaptado às necessidades específicas de cada cliente, com o objetivo de gerar um impacto positivo e duradouro. Alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e às ações globais voltadas à promoção da atividade física, a Equipe F3 e o IGP buscam contribuir para um mundo mais sustentável e inclusivo, integrando os princípios de ESG em todas as suas operações.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Jornada Literária Itinerante do projeto Ideias Brasil </strong></p>
<p><strong>Locais:</strong> Colégio Estadual Professor Joel de Oliveira &#8211; Deodoro; Colégio Estadual Guadalupe &#8211; Guadalupe; CIEP Raul Seixas – Costa Barros.</p>
<p><strong>Período do projeto:</strong> Agosto a Outubro</p>
<p><strong>Mais informações:</strong> <a href="https://ideiasbrasil.com/" target="_blank" rel="noopener">https://ideiasbrasil.com/</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Volta às Aulas sem Celular: Entenda as novas regras nas escolas brasileiras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/volta-as-aulas-sem-celular-entenda-as-novas-regras-nas-escolas-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 15:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Celulares]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[uso pedagógico dos dispositivos]]></category>
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					<description><![CDATA[O ano letivo de 2025 marca o início da aplicação da Lei Federal 15.100, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares e outros dispositivos eletrônicos portáteis em escolas públicas e privadas de todo o Brasil. A medida, que já está em vigor, busca mitigar os impactos negativos das telas na saúde mental, física [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano letivo de 2025 marca o início da aplicação da Lei Federal 15.100, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares e outros dispositivos eletrônicos portáteis em escolas públicas e privadas de todo o Brasil. A medida, que já está em vigor, busca mitigar os impactos negativos das telas na saúde mental, física e psíquica de crianças e adolescentes, conforme orientações do Ministério da Educação (MEC).</p>
<h4>O que a nova lei determina?</h4>
<p>A lei proíbe o uso de celulares durante as aulas, recreios e intervalos em todos os níveis do ensino básico, incluindo educação infantil, ensino fundamental e médio. O uso desses dispositivos só será permitido para fins pedagógicos, mediante autorização dos professores. Além dos celulares, a restrição abrange tablets, smartwatches e outros aparelhos eletrônicos pessoais conectados à internet.</p>
<h4>Implementação e regulamentação</h4>
<p>Embora a lei já esteja em vigor desde 13 de janeiro de 2025, o MEC está elaborando uma regulamentação complementar, prevista para ser divulgada até o final de fevereiro. Até lá, cabe a cada instituição de ensino definir suas estratégias de implementação, em diálogo com pais, professores e alunos. O MEC disponibilizou <a href="https://mecred.mec.gov.br/busca?page=Collection" target="_blank" rel="noopener">manuais de orientação</a> para auxiliar escolas e redes de ensino nesse processo.</p>
<h4>Motivações e benefícios esperados</h4>
<p>A decisão foi fundamentada em estudos que apontam o impacto negativo do uso excessivo de telas no desempenho acadêmico e na saúde mental dos jovens. Dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) revelam que oito em cada dez estudantes brasileiros de 15 anos se distraem com o celular durante as aulas de matemática. Além de prejudicar a concentração, o uso inadequado desses dispositivos está associado ao aumento de casos de ansiedade, depressão e dificuldades de interação social.</p>
<p>O presidente do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (SinproRio), Elson Simões de Paiva, destaca que a medida favorece a socialização entre os estudantes, promovendo interações mais significativas no ambiente escolar.</p>
<h4>Como será o controle do uso de aparelhos?</h4>
<p>Cada escola terá autonomia para definir como os dispositivos serão guardados, podendo optar por mantê-los desligados nas mochilas, em armários individuais ou em caixas coletivas. A fiscalização do cumprimento da lei será responsabilidade das secretarias municipais e estaduais de educação. Embora não estejam previstas multas, as escolas deverão estabelecer regras claras em parceria com a comunidade escolar.</p>
<h4>Exceções e uso pedagógico</h4>
<p>A lei permite o uso de celulares em situações específicas, como para fins pedagógicos, questões de acessibilidade, inclusão, saúde ou emergências. Em muitas instituições, o celular já é utilizado como ferramenta didática, especialmente em contextos de desigualdade, onde contribui para o desenvolvimento da educação digital e midiática.</p>
<h4>Comunicação com as famílias e papel dos pais</h4>
<p>Para a comunicação com as famílias, os alunos poderão utilizar seus aparelhos sob orientação da escola, quando necessário. O MEC também destaca o papel fundamental dos pais em reforçar as regras em casa e conscientizar sobre os impactos negativos do uso excessivo das telas.</p>
<h4>Recomendações para diferentes faixas etárias</h4>
<p>Para crianças em creches e pré-escolas, o MEC recomenda atividades &#8220;desplugadas&#8221;, que estimulem a criatividade, a interação e o desenvolvimento motor. No ensino fundamental e médio, o uso de dispositivos digitais da própria escola deve ser priorizado sempre que possível.</p>
<h4>Desafios e perspectivas</h4>
<p>Embora a lei já tenha sido implementada em países como França, Espanha e Dinamarca, sua aplicação no Brasil ainda gera dúvidas e desafios. O MEC e outras entidades educacionais seguem trabalhando para esclarecer e apoiar escolas, famílias e alunos na adaptação a essa nova realidade, com o objetivo de criar um ambiente escolar mais saudável e propício ao aprendizado.</p>
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		<title>Gastos com material escolar crescem e afetam orçamento de 85% das famílias</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/gastos-com-material-escolar-crescem-e-afetam-orcamento-de-85-das-familias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 16:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Material Escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento das famílias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os gastos com material escolar no Brasil atingiram R$ 49,3 bilhões em 2024, marcando um crescimento de 43,7% em relação a 2021, segundo pesquisa do Instituto Locomotiva e QuestionPro. O levantamento, realizado com 1.461 pessoas, revela que 85% das famílias com filhos em idade escolar sentiram impacto no orçamento. Para enfrentar os custos em 2025, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os gastos com material escolar no Brasil atingiram R$ 49,3 bilhões em 2024, marcando um crescimento de 43,7% em relação a 2021, segundo pesquisa do Instituto Locomotiva e QuestionPro. O levantamento, realizado com 1.461 pessoas, revela que 85% das famílias com filhos em idade escolar sentiram impacto no orçamento. Para enfrentar os custos em 2025, um terço dos consumidores planeja parcelar as compras.</p>
<h3><strong>Despesas crescentes e impacto nas famílias</strong></h3>
<p>A pesquisa mostrou que 90% dos pais de alunos de escolas públicas e 96% de escolas privadas planejam adquirir materiais para o próximo ano letivo. Os itens mais procurados incluem materiais básicos (87%), uniformes (72%) e livros didáticos (71%).</p>
<p>Embora muitos associem escolas públicas a menores custos, a realidade é diferente. &#8220;Praticamente todos os pais de estudantes em escolas públicas acabam complementando o material escolar e os uniformes, o que pesa no orçamento doméstico&#8221;, explicou João Paulo Cunha, diretor de pesquisa do Instituto Locomotiva.</p>
<p>O estudo indica que as classes B e C lideram os gastos, somando R$ 37,6 bilhões, o que representa 76% do total nacional. Entre as regiões, o Sudeste concentra 46% dos gastos, seguido pelo Nordeste (28%).</p>
<h3><strong>Parcelamento e estratégias financeiras</strong></h3>
<p>Diante do peso financeiro, 35% das famílias devem recorrer ao parcelamento para as compras escolares, especialmente na classe C, onde o percentual sobe para 39%. No entanto, a maioria (65%) pretende pagar à vista, número que chega a 71% entre as classes A e B.</p>
<p>Cunha enfatizou que, para equilibrar as despesas, as famílias têm buscado alternativas. &#8220;Alguns recorrem ao crédito, enquanto outros usam economias guardadas, mas todos sentem o impacto no orçamento.&#8221;</p>
<h3><strong>Custo dos materiais e aumento esperado para 2025</strong></h3>
<p>De acordo com a Associação Brasileira de Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (ABFIAE), os custos dos materiais têm aumentado devido a fatores como inflação, elevação nos custos de produção, alta do dólar e fretes marítimos mais caros. A entidade estima um reajuste entre 5% e 9% para 2025.</p>
<p>Itens importados, como mochilas e estojos, sofrem maior influência da variação cambial e do custo logístico. &#8220;Após a pandemia, o frete internacional se tornou até cinco vezes mais caro, e esses custos acabam repassados ao consumidor final&#8221;, explicou Sidnei Bergamaschi, presidente executivo da ABFIAE.</p>
<h3><strong>Propostas para mitigar o impacto</strong></h3>
<p>A ABFIAE defende programas públicos, como o Programa Material Escolar, já implementado em São Paulo, Distrito Federal e Foz do Iguaçu. Nesses modelos, estudantes da rede pública recebem crédito para adquirir os materiais necessários, permitindo maior autonomia e acesso a produtos de qualidade.</p>
<p>Além disso, a entidade solicita redução de impostos sobre itens escolares, que atualmente podem representar até 50% do valor final. &#8220;Na reforma tributária, pleiteamos enquadrar os materiais escolares em categorias de menor tributação, já que hoje os impostos chegam a pesar mais de 40% no preço de muitos produtos&#8221;, destacou Bergamaschi.</p>
<p>Com a perspectiva de novos aumentos nos preços e a crescente pressão sobre os orçamentos familiares, iniciativas públicas e privadas serão fundamentais para aliviar o impacto do material escolar em 2025.</p>
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		<title>Senado aprova restrição ao uso de celular nas escolas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/senado-aprova-restricao-ao-uso-de-celular-nas-escolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 23:07:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Celular em Sala de Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (18), em votação simbólica, o Projeto de Lei 104/2015, que estabelece restrições ao uso de celulares e outros aparelhos eletrônicos portáteis nas salas de aula de escolas públicas e privadas dos ensinos infantil e médio. A proposta, já aprovada anteriormente pela Câmara dos Deputados, segue agora para sanção presidencial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (18), em votação simbólica, o Projeto de Lei 104/2015, que estabelece restrições ao uso de celulares e outros aparelhos eletrônicos portáteis nas salas de aula de escolas públicas e privadas dos ensinos infantil e médio. A proposta, já aprovada anteriormente pela Câmara dos Deputados, segue agora para sanção presidencial e poderá ser implementada a partir de 2025.</p>
<p>A medida visa proibir o uso de celulares durante o período de aula, exceto em situações específicas, como emergências de saúde. Segundo o relator no Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE), a iniciativa busca &#8220;resgatar a atenção dos alunos&#8221; e promover maior concentração nas atividades escolares.</p>
<h3>Medida educativa e não punitiva</h3>
<p>Durante a discussão no plenário, Vieira destacou que o projeto não prevê punições, mas sim a adoção de uma política educacional que incentive boas práticas no ambiente escolar.</p>
<p>“A regra é simples: o celular deve permanecer desligado ou silenciado, guardado na mochila ou em um espaço designado pela escola. O objetivo é garantir que o aluno esteja plenamente focado nas aulas, criando um ambiente mais produtivo para o aprendizado”, explicou o senador.</p>
<h3>Proposta segue exemplos internacionais</h3>
<p>A restrição ao uso de celulares em escolas já é realidade em diversos países, como França, Espanha, Grécia, Dinamarca, Itália e Holanda, que adotaram legislações semelhantes para combater a distração em sala de aula e melhorar o desempenho dos estudantes.</p>
<h3>Emendas discutidas</h3>
<p>Embora a proposta tenha sido aprovada com unanimidade, duas emendas foram debatidas. Uma delas, apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), propunha limitar a obrigatoriedade apenas ao ensino infantil e fundamental, do 1º ao 9º ano, excluindo o ensino médio. A ideia era aplicar a regra de forma gradual, mas a emenda foi rejeitada.</p>
<p>Outra sugestão, do senador Eduardo Girão (Novo-CE), propunha a instalação de câmeras nas salas de aula. Após debates, a emenda foi retirada, e o parlamentar anunciou que apresentará a ideia como um projeto de lei separado.</p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>Com a aprovação pelo Congresso, o texto aguarda sanção presidencial. Se sancionado ainda este ano, as escolas deverão implementar a política a partir do início do ano letivo de 2025. A expectativa é que a medida traga melhorias significativas no ambiente educacional, promovendo maior engajamento dos alunos durante as aulas.</p>
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		<title>Educadores apoiam restrição de celulares nas escolas: Proposta do governo será apresentada em outubro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/educadores-apoiam-restricao-de-celulares-nas-escolas-proposta-do-governo-sera-apresentada-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Sep 2024 13:17:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[uso de celular]]></category>
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					<description><![CDATA[A possível proibição do uso de celulares nas escolas públicas e privadas do Brasil, proposta pelo Ministério da Educação (MEC), está sendo bem recebida por educadores. Professores e orientadores acreditam que a iniciativa pode reduzir os danos causados pelo uso excessivo de telas entre crianças e adolescentes. A proposta, prevista para ser apresentada em outubro, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A possível proibição do uso de celulares nas escolas públicas e privadas do Brasil, proposta pelo Ministério da Educação (MEC), está sendo bem recebida por educadores. Professores e orientadores acreditam que a iniciativa pode reduzir os danos causados pelo uso excessivo de telas entre crianças e adolescentes. A proposta, prevista para ser apresentada em outubro, visa mitigar os impactos negativos do uso prolongado de dispositivos móveis, tanto no aprendizado quanto na saúde mental.</p>
<p>Em recente entrevista, o ministro da Educação, Camilo Santana, destacou pesquisas que apontam como o uso inadequado dessas tecnologias prejudica o desempenho dos alunos e afeta os professores. Para ele, a medida é essencial para enfrentar os desafios impostos pela digitalização excessiva.</p>
<figure id="attachment_79669" aria-describedby="caption-attachment-79669" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-79669" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/09/22-Muitos-tem-manifestado-verdadeiras-crises-de-abstinencia-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C260&#038;ssl=1" alt="Muitos Têm Manifestado Verdadeiras Crises De Abstinência - Expresso Carioca" width="463" height="260" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/09/22-Muitos-tem-manifestado-verdadeiras-crises-de-abstinencia-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/09/22-Muitos-tem-manifestado-verdadeiras-crises-de-abstinencia-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/09/22-Muitos-tem-manifestado-verdadeiras-crises-de-abstinencia-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-79669" class="wp-caption-text">“Muitos têm manifestado verdadeiras crises de abstinência quando afastados de seus celulares&#8221;, relatou a pedagoga e psicóloga Marina Rampazzo &#8211; Arquivo/EBC</figcaption></figure>
<p><strong>Uso excessivo de telas: desafios antes e depois da pandemia</strong></p>
<p>Marina Rampazzo, orientadora educacional da Secretaria de Educação do Distrito Federal, ressalta que a preocupação com o uso excessivo de telas já existia antes da pandemia, mas foi amplificada durante o isolamento social. <em>&#8220;A pandemia potencializou o problema. As telas passaram a ser o principal meio de distração e aprendizado para muitas crianças, com pouca ou nenhuma supervisão dos pais&#8221;</em>, explica.</p>
<p>Ela ainda afirma que, embora o cenário seja desafiador, as escolas têm um papel fundamental na reversão desse quadro. <em>&#8220;O ambiente escolar não apenas oferece conteúdos acadêmicos, mas também atua no desenvolvimento cognitivo e social das crianças. Esse é o lugar onde elas podem interagir pessoalmente, longe das telas&#8221;</em>, reforça.</p>
<p><strong>Impacto social e comportamental nas escolas</strong></p>
<p>Margareth Nogueira, orientadora educacional de uma escola privada, observa que o uso descontrolado de celulares nas escolas tem contribuído para o aumento de comportamentos antissociais, como o bullying. “<em>Crianças entre 10 e 12 anos precisam desenvolver habilidades de diálogo e reflexão. No entanto, muitos têm dificuldades em ouvir e dialogar de forma construtiva, prejudicando as interações sociais”,</em> explica Margareth.</p>
<p>Ela também destaca que o uso prolongado de telas tem afetado a saúde física dos alunos, como o aumento precoce no uso de óculos, consequência direta do tempo excessivo em frente às telas.</p>
<p><strong>O vício tecnológico e seus efeitos</strong></p>
<p>Outro ponto de preocupação dos educadores é o efeito viciante dos celulares sobre os jovens. Marina Rampazzo relata que muitos estudantes manifestam comportamentos agressivos e crises de abstinência quando são afastados de seus dispositivos. “Eles se tornam impacientes e intolerantes, e é cada vez mais comum presenciar casos de descontrole quando o uso do celular é restringido”, observa.</p>
<p>Margareth Nogueira complementa afirmando que o vício em tecnologia tem causado aumento na agitação, competitividade e agressividade entre os alunos. “Esses estímulos afetam diretamente a alimentação, a rotina e até o sono dos jovens, prejudicando o funcionamento cerebral e o desempenho escolar”, alerta.</p>
<p><strong>Preparação para novas regras e suporte às famílias</strong></p>
<p>Caso a proposta do governo seja aprovada, Margareth defende que as escolas devem estar preparadas para fornecer ferramentas tecnológicas adequadas para o ensino, como computadores, garantindo o acesso controlado a materiais educacionais. Ela também ressalta a importância de que, fora da escola, as famílias ofereçam alternativas às telas, como atividades culturais, esportivas e de lazer que promovam a socialização.</p>
<p><em>&#8220;A estrutura familiar tem um papel crucial nesse processo de desintoxicação digital. Estímulos que envolvem a arte, o esporte e a cultura são fundamentais para o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes&#8221;</em>, conclui Marina Rampazzo.</p>
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		<title>RS: 18 Escolas Públicas de Porto Alegre Retomam Aulas na Segunda-feira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rs-18-escolas-publicas-de-porto-alegre-retomam-aulas-na-segunda-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 13:51:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudantes de 36 escolas de Porto Alegre (RS) devem retomar as aulas nesta semana, três semanas após o início das fortes chuvas que assolaram o Rio Grande do Sul. De acordo com a prefeitura, 18 escolas da rede municipal devem retomar as aulas nesta segunda-feira (20), outras 14 unidades retomarão as atividades regulares na terça-feira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudantes de 36 escolas de Porto Alegre (RS) devem retomar as aulas nesta semana, três semanas após o início das fortes chuvas que assolaram o Rio Grande do Sul. De acordo com a prefeitura, 18 escolas da rede municipal devem retomar as aulas nesta segunda-feira (20), outras 14 unidades retomarão as atividades regulares na terça-feira (21) e quatro escolas na quarta-feira (22).</p>
<p>A Secretaria Municipal determinou o retorno das aulas em todas as escolas que não foram diretamente atingidas pelas cheias e que contam com abastecimento de água e energia elétrica. Clique aqui e confira a lista das escolas.</p>
<p>“Além da retomada das nossas unidades próprias, mais de 100 escolas de educação infantil conveniadas à prefeitura também entram em funcionamento na segunda-feira. Cerca de 50% dos nossos alunos retornarão às aulas normalmente”, acrescentou o secretário de Educação, José Paulo da Rosa.</p>
<p>Os servidores diretamente afetados pelas enchentes não precisarão retornar ao trabalho neste primeiro momento. “Assim como alinhamos a abertura das escolas que estão em condições, contamos com a atuação dos servidores que estão aptos a atuar neste momento de acolhimento”, completou o secretário.</p>
<p>A orientação da secretaria é que, neste primeiro momento, as escolas realizem atividades lúdicas e recreativas e garantam o acolhimento e as refeições dos estudantes. A ausência de alunos poderá ser justificada no caso dos atingidos pelas cheias.</p>
<p>“Praticamente todas as 99 escolas próprias e as 219 parceirizadas foram atingidas; 14 escolas próprias e 12 da rede conveniada estão total ou parcialmente alagadas, com registros de grande perda de infraestrutura; e outras 11 próprias e 53 conveniadas têm danos como destelhamentos parciais e infiltrações”, informou a prefeitura, acrescentando que três escolas próprias estão funcionando como abrigos.</p>
<p><strong>Estaduais</strong></p>
<p>Do total de 2.340 escolas estaduais, 1.680 já voltaram às aulas, o que representa 71,7%. Outras 660 (28,3%) continuam sem aulas, sendo que 491 destas não têm data prevista para o retorno, segundo boletim do estado publicado neste domingo (19).</p>
<p>O governo do Rio Grande do Sul informou que 1.058 escolas foram afetadas pelas chuvas em 248 municípios. Ao todo, 378 mil estudantes estão impactados e 570 escolas foram danificadas pelas enchentes. As escolas danificadas somam 219 mil alunos matriculados. Outras 86 escolas estaduais foram transformadas em abrigos.</p>
<p>Devido a essa situação, o Ministério da Educação (MEC) dispensou as escolas de ensino fundamental, médio e de educação superior de cumprir o mínimo de dias efetivos de trabalho nas escolas, desde que cumpram a carga horária mínima anual. Já a educação infantil foi dispensada de cumprir os dias efetivos e a carga horária mínima.</p>
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