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	<title>Escolas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Projeto inédito incentiva leitura entre jovens das escolas públicas do Rio  de Janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/projeto-inedito-incentiva-leitura-entre-jovens-das-escolas-publicas-do-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 15:27:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde que foi reconhecida pela UNESCO como Capital Mundial do Livro, em abril deste ano, a cidade do Rio de Janeiro tem se firmado como um polo de incentivo à leitura e à produção literária. Uma das principais ações da programação é o lançamento do Projeto Ideias Brasil, que aposta no poder transformador da literatura [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que foi reconhecida pela UNESCO como Capital Mundial do Livro, em abril deste ano, a cidade do Rio de Janeiro tem se firmado como um polo de incentivo à leitura e à produção literária. Uma das principais ações da programação é o lançamento do Projeto Ideias Brasil, que aposta no poder transformador da literatura para despertar o pensamento crítico entre jovens do Ensino Médio e da EJA, com idades entre 15 e 17 anos, da rede estadual de ensino da Região Metropolitana III.</p>
<figure id="attachment_84916" aria-describedby="caption-attachment-84916" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-84916" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Projeto-inedito-incentiva-leitura-entre-jovens-das-escolas-publicas-do-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C600&#038;ssl=1" alt="Projeto Inédito Incentiva Leitura Entre Jovens Das Escolas Públicas Do Rio  De Janeiro - Expresso Carioca" width="400" height="600" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Projeto-inedito-incentiva-leitura-entre-jovens-das-escolas-publicas-do-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Projeto-inedito-incentiva-leitura-entre-jovens-das-escolas-publicas-do-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca-1.webp?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Projeto-inedito-incentiva-leitura-entre-jovens-das-escolas-publicas-do-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C225&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-84916" class="wp-caption-text">Projeto Ideias Brasil &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>A iniciativa chega às escolas com a proposta de levar a literatura aos alunos por meio de palestras, oficinas e rodas de leitura. Nesta fase inicial, a Jornada Literária Itinerante envolverá instituições de três bairros do Rio de Janeiro: Deodoro, Costa Barros e Guadalupe. Além dos encontros presenciais, os participantes também podem  compartilhar ideias sobre como os livros podem inspirar transformações sociais em um espaço virtual de debates.</p>
<p>Como forma de os jovens ampliarem a visão sobre o impacto da leitura na sociedade, outro destaque do projeto é o Concurso Literário “Rio de Janeiro: “As palavras que transformam o futuro”, que convida os jovens a escreverem crônicas sobre a construção de um futuro melhor. Até mil estudantes poderão se inscrever. Os 50 melhores textos serão publicados na coletânea nacional “Ideias Brasil” e os três melhores textos serão premiados com vouchers para troca de livros em uma livraria parceira e um curso livre online oferecido pela Universidade Estácio de Sá (um por CPF).</p>
<p>O reconhecimento internacional do título recebido pela capital fluminense e a criação do projeto ocorre em um momento de alerta sobre os hábitos de leitura no Brasil. A última edição da pesquisa Retratos da Leitura aponta que houve uma queda de 6,7 milhões de leitores no país. Pela primeira vez, a proporção de não leitores ultrapassou a de leitores.</p>
<p>&#8220;Mais do que incentivar a leitura, queremos despertar nos jovens o desejo de imaginar e construir um futuro melhor. Acreditamos que, quando os estudantes têm acesso à literatura e se veem representados nas histórias, passam a enxergar novas possibilidades para suas próprias trajetórias. Esse é o verdadeiro poder da palavra&#8221;, afirmam Maria Marques e Felipe Mattos, organizadores do projeto.</p>
<p>Apresentado pelo Ministério da Cultura, o Projeto Ideias Brasil é uma realização da Equipe F3 Esporte Cultura e do Instituto Gas Petro, com patrocínio do Grupo GSH e da MGAS Comercializadora, e apoio institucional da Estácio e do Instituto Yduqs.</p>
<p><strong>Mais sobre a Equipe F3 Esporte Cultura e o Instituto Gas Petro:</strong></p>
<p>A Equipe F3 Esporte Cultura e o Instituto Gas Petro atuam como agentes de transformação nos campos da educação, cultura, esportes e desenvolvimento social desde 2006. Cada projeto é adaptado às necessidades específicas de cada cliente, com o objetivo de gerar um impacto positivo e duradouro. Alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e às ações globais voltadas à promoção da atividade física, a Equipe F3 e o IGP buscam contribuir para um mundo mais sustentável e inclusivo, integrando os princípios de ESG em todas as suas operações.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Jornada Literária Itinerante do projeto Ideias Brasil </strong></p>
<p><strong>Locais:</strong> Colégio Estadual Professor Joel de Oliveira &#8211; Deodoro; Colégio Estadual Guadalupe &#8211; Guadalupe; CIEP Raul Seixas – Costa Barros.</p>
<p><strong>Período do projeto:</strong> Agosto a Outubro</p>
<p><strong>Mais informações:</strong> <a href="https://ideiasbrasil.com/" target="_blank" rel="noopener">https://ideiasbrasil.com/</a></p>
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		<title>Volta às Aulas sem Celular: Entenda as novas regras nas escolas brasileiras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/volta-as-aulas-sem-celular-entenda-as-novas-regras-nas-escolas-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 15:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Celulares]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[uso pedagógico dos dispositivos]]></category>
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					<description><![CDATA[O ano letivo de 2025 marca o início da aplicação da Lei Federal 15.100, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares e outros dispositivos eletrônicos portáteis em escolas públicas e privadas de todo o Brasil. A medida, que já está em vigor, busca mitigar os impactos negativos das telas na saúde mental, física [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano letivo de 2025 marca o início da aplicação da Lei Federal 15.100, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares e outros dispositivos eletrônicos portáteis em escolas públicas e privadas de todo o Brasil. A medida, que já está em vigor, busca mitigar os impactos negativos das telas na saúde mental, física e psíquica de crianças e adolescentes, conforme orientações do Ministério da Educação (MEC).</p>
<h4>O que a nova lei determina?</h4>
<p>A lei proíbe o uso de celulares durante as aulas, recreios e intervalos em todos os níveis do ensino básico, incluindo educação infantil, ensino fundamental e médio. O uso desses dispositivos só será permitido para fins pedagógicos, mediante autorização dos professores. Além dos celulares, a restrição abrange tablets, smartwatches e outros aparelhos eletrônicos pessoais conectados à internet.</p>
<h4>Implementação e regulamentação</h4>
<p>Embora a lei já esteja em vigor desde 13 de janeiro de 2025, o MEC está elaborando uma regulamentação complementar, prevista para ser divulgada até o final de fevereiro. Até lá, cabe a cada instituição de ensino definir suas estratégias de implementação, em diálogo com pais, professores e alunos. O MEC disponibilizou <a href="https://mecred.mec.gov.br/busca?page=Collection" target="_blank" rel="noopener">manuais de orientação</a> para auxiliar escolas e redes de ensino nesse processo.</p>
<h4>Motivações e benefícios esperados</h4>
<p>A decisão foi fundamentada em estudos que apontam o impacto negativo do uso excessivo de telas no desempenho acadêmico e na saúde mental dos jovens. Dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) revelam que oito em cada dez estudantes brasileiros de 15 anos se distraem com o celular durante as aulas de matemática. Além de prejudicar a concentração, o uso inadequado desses dispositivos está associado ao aumento de casos de ansiedade, depressão e dificuldades de interação social.</p>
<p>O presidente do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (SinproRio), Elson Simões de Paiva, destaca que a medida favorece a socialização entre os estudantes, promovendo interações mais significativas no ambiente escolar.</p>
<h4>Como será o controle do uso de aparelhos?</h4>
<p>Cada escola terá autonomia para definir como os dispositivos serão guardados, podendo optar por mantê-los desligados nas mochilas, em armários individuais ou em caixas coletivas. A fiscalização do cumprimento da lei será responsabilidade das secretarias municipais e estaduais de educação. Embora não estejam previstas multas, as escolas deverão estabelecer regras claras em parceria com a comunidade escolar.</p>
<h4>Exceções e uso pedagógico</h4>
<p>A lei permite o uso de celulares em situações específicas, como para fins pedagógicos, questões de acessibilidade, inclusão, saúde ou emergências. Em muitas instituições, o celular já é utilizado como ferramenta didática, especialmente em contextos de desigualdade, onde contribui para o desenvolvimento da educação digital e midiática.</p>
<h4>Comunicação com as famílias e papel dos pais</h4>
<p>Para a comunicação com as famílias, os alunos poderão utilizar seus aparelhos sob orientação da escola, quando necessário. O MEC também destaca o papel fundamental dos pais em reforçar as regras em casa e conscientizar sobre os impactos negativos do uso excessivo das telas.</p>
<h4>Recomendações para diferentes faixas etárias</h4>
<p>Para crianças em creches e pré-escolas, o MEC recomenda atividades &#8220;desplugadas&#8221;, que estimulem a criatividade, a interação e o desenvolvimento motor. No ensino fundamental e médio, o uso de dispositivos digitais da própria escola deve ser priorizado sempre que possível.</p>
<h4>Desafios e perspectivas</h4>
<p>Embora a lei já tenha sido implementada em países como França, Espanha e Dinamarca, sua aplicação no Brasil ainda gera dúvidas e desafios. O MEC e outras entidades educacionais seguem trabalhando para esclarecer e apoiar escolas, famílias e alunos na adaptação a essa nova realidade, com o objetivo de criar um ambiente escolar mais saudável e propício ao aprendizado.</p>
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		<title>Gastos com material escolar crescem e afetam orçamento de 85% das famílias</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/gastos-com-material-escolar-crescem-e-afetam-orcamento-de-85-das-familias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 16:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Material Escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento das famílias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os gastos com material escolar no Brasil atingiram R$ 49,3 bilhões em 2024, marcando um crescimento de 43,7% em relação a 2021, segundo pesquisa do Instituto Locomotiva e QuestionPro. O levantamento, realizado com 1.461 pessoas, revela que 85% das famílias com filhos em idade escolar sentiram impacto no orçamento. Para enfrentar os custos em 2025, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os gastos com material escolar no Brasil atingiram R$ 49,3 bilhões em 2024, marcando um crescimento de 43,7% em relação a 2021, segundo pesquisa do Instituto Locomotiva e QuestionPro. O levantamento, realizado com 1.461 pessoas, revela que 85% das famílias com filhos em idade escolar sentiram impacto no orçamento. Para enfrentar os custos em 2025, um terço dos consumidores planeja parcelar as compras.</p>
<h3><strong>Despesas crescentes e impacto nas famílias</strong></h3>
<p>A pesquisa mostrou que 90% dos pais de alunos de escolas públicas e 96% de escolas privadas planejam adquirir materiais para o próximo ano letivo. Os itens mais procurados incluem materiais básicos (87%), uniformes (72%) e livros didáticos (71%).</p>
<p>Embora muitos associem escolas públicas a menores custos, a realidade é diferente. &#8220;Praticamente todos os pais de estudantes em escolas públicas acabam complementando o material escolar e os uniformes, o que pesa no orçamento doméstico&#8221;, explicou João Paulo Cunha, diretor de pesquisa do Instituto Locomotiva.</p>
<p>O estudo indica que as classes B e C lideram os gastos, somando R$ 37,6 bilhões, o que representa 76% do total nacional. Entre as regiões, o Sudeste concentra 46% dos gastos, seguido pelo Nordeste (28%).</p>
<h3><strong>Parcelamento e estratégias financeiras</strong></h3>
<p>Diante do peso financeiro, 35% das famílias devem recorrer ao parcelamento para as compras escolares, especialmente na classe C, onde o percentual sobe para 39%. No entanto, a maioria (65%) pretende pagar à vista, número que chega a 71% entre as classes A e B.</p>
<p>Cunha enfatizou que, para equilibrar as despesas, as famílias têm buscado alternativas. &#8220;Alguns recorrem ao crédito, enquanto outros usam economias guardadas, mas todos sentem o impacto no orçamento.&#8221;</p>
<h3><strong>Custo dos materiais e aumento esperado para 2025</strong></h3>
<p>De acordo com a Associação Brasileira de Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (ABFIAE), os custos dos materiais têm aumentado devido a fatores como inflação, elevação nos custos de produção, alta do dólar e fretes marítimos mais caros. A entidade estima um reajuste entre 5% e 9% para 2025.</p>
<p>Itens importados, como mochilas e estojos, sofrem maior influência da variação cambial e do custo logístico. &#8220;Após a pandemia, o frete internacional se tornou até cinco vezes mais caro, e esses custos acabam repassados ao consumidor final&#8221;, explicou Sidnei Bergamaschi, presidente executivo da ABFIAE.</p>
<h3><strong>Propostas para mitigar o impacto</strong></h3>
<p>A ABFIAE defende programas públicos, como o Programa Material Escolar, já implementado em São Paulo, Distrito Federal e Foz do Iguaçu. Nesses modelos, estudantes da rede pública recebem crédito para adquirir os materiais necessários, permitindo maior autonomia e acesso a produtos de qualidade.</p>
<p>Além disso, a entidade solicita redução de impostos sobre itens escolares, que atualmente podem representar até 50% do valor final. &#8220;Na reforma tributária, pleiteamos enquadrar os materiais escolares em categorias de menor tributação, já que hoje os impostos chegam a pesar mais de 40% no preço de muitos produtos&#8221;, destacou Bergamaschi.</p>
<p>Com a perspectiva de novos aumentos nos preços e a crescente pressão sobre os orçamentos familiares, iniciativas públicas e privadas serão fundamentais para aliviar o impacto do material escolar em 2025.</p>
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		<item>
		<title>Senado aprova restrição ao uso de celular nas escolas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/senado-aprova-restricao-ao-uso-de-celular-nas-escolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 23:07:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Celular em Sala de Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (18), em votação simbólica, o Projeto de Lei 104/2015, que estabelece restrições ao uso de celulares e outros aparelhos eletrônicos portáteis nas salas de aula de escolas públicas e privadas dos ensinos infantil e médio. A proposta, já aprovada anteriormente pela Câmara dos Deputados, segue agora para sanção presidencial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (18), em votação simbólica, o Projeto de Lei 104/2015, que estabelece restrições ao uso de celulares e outros aparelhos eletrônicos portáteis nas salas de aula de escolas públicas e privadas dos ensinos infantil e médio. A proposta, já aprovada anteriormente pela Câmara dos Deputados, segue agora para sanção presidencial e poderá ser implementada a partir de 2025.</p>
<p>A medida visa proibir o uso de celulares durante o período de aula, exceto em situações específicas, como emergências de saúde. Segundo o relator no Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE), a iniciativa busca &#8220;resgatar a atenção dos alunos&#8221; e promover maior concentração nas atividades escolares.</p>
<h3>Medida educativa e não punitiva</h3>
<p>Durante a discussão no plenário, Vieira destacou que o projeto não prevê punições, mas sim a adoção de uma política educacional que incentive boas práticas no ambiente escolar.</p>
<p>“A regra é simples: o celular deve permanecer desligado ou silenciado, guardado na mochila ou em um espaço designado pela escola. O objetivo é garantir que o aluno esteja plenamente focado nas aulas, criando um ambiente mais produtivo para o aprendizado”, explicou o senador.</p>
<h3>Proposta segue exemplos internacionais</h3>
<p>A restrição ao uso de celulares em escolas já é realidade em diversos países, como França, Espanha, Grécia, Dinamarca, Itália e Holanda, que adotaram legislações semelhantes para combater a distração em sala de aula e melhorar o desempenho dos estudantes.</p>
<h3>Emendas discutidas</h3>
<p>Embora a proposta tenha sido aprovada com unanimidade, duas emendas foram debatidas. Uma delas, apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), propunha limitar a obrigatoriedade apenas ao ensino infantil e fundamental, do 1º ao 9º ano, excluindo o ensino médio. A ideia era aplicar a regra de forma gradual, mas a emenda foi rejeitada.</p>
<p>Outra sugestão, do senador Eduardo Girão (Novo-CE), propunha a instalação de câmeras nas salas de aula. Após debates, a emenda foi retirada, e o parlamentar anunciou que apresentará a ideia como um projeto de lei separado.</p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>Com a aprovação pelo Congresso, o texto aguarda sanção presidencial. Se sancionado ainda este ano, as escolas deverão implementar a política a partir do início do ano letivo de 2025. A expectativa é que a medida traga melhorias significativas no ambiente educacional, promovendo maior engajamento dos alunos durante as aulas.</p>
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		<item>
		<title>Educadores apoiam restrição de celulares nas escolas: Proposta do governo será apresentada em outubro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/educadores-apoiam-restricao-de-celulares-nas-escolas-proposta-do-governo-sera-apresentada-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Sep 2024 13:17:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[uso de celular]]></category>
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					<description><![CDATA[A possível proibição do uso de celulares nas escolas públicas e privadas do Brasil, proposta pelo Ministério da Educação (MEC), está sendo bem recebida por educadores. Professores e orientadores acreditam que a iniciativa pode reduzir os danos causados pelo uso excessivo de telas entre crianças e adolescentes. A proposta, prevista para ser apresentada em outubro, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A possível proibição do uso de celulares nas escolas públicas e privadas do Brasil, proposta pelo Ministério da Educação (MEC), está sendo bem recebida por educadores. Professores e orientadores acreditam que a iniciativa pode reduzir os danos causados pelo uso excessivo de telas entre crianças e adolescentes. A proposta, prevista para ser apresentada em outubro, visa mitigar os impactos negativos do uso prolongado de dispositivos móveis, tanto no aprendizado quanto na saúde mental.</p>
<p>Em recente entrevista, o ministro da Educação, Camilo Santana, destacou pesquisas que apontam como o uso inadequado dessas tecnologias prejudica o desempenho dos alunos e afeta os professores. Para ele, a medida é essencial para enfrentar os desafios impostos pela digitalização excessiva.</p>
<figure id="attachment_79669" aria-describedby="caption-attachment-79669" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-79669" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/09/22-Muitos-tem-manifestado-verdadeiras-crises-de-abstinencia-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C260&#038;ssl=1" alt="Muitos Têm Manifestado Verdadeiras Crises De Abstinência - Expresso Carioca" width="463" height="260" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/09/22-Muitos-tem-manifestado-verdadeiras-crises-de-abstinencia-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/09/22-Muitos-tem-manifestado-verdadeiras-crises-de-abstinencia-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/09/22-Muitos-tem-manifestado-verdadeiras-crises-de-abstinencia-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-79669" class="wp-caption-text">“Muitos têm manifestado verdadeiras crises de abstinência quando afastados de seus celulares&#8221;, relatou a pedagoga e psicóloga Marina Rampazzo &#8211; Arquivo/EBC</figcaption></figure>
<p><strong>Uso excessivo de telas: desafios antes e depois da pandemia</strong></p>
<p>Marina Rampazzo, orientadora educacional da Secretaria de Educação do Distrito Federal, ressalta que a preocupação com o uso excessivo de telas já existia antes da pandemia, mas foi amplificada durante o isolamento social. <em>&#8220;A pandemia potencializou o problema. As telas passaram a ser o principal meio de distração e aprendizado para muitas crianças, com pouca ou nenhuma supervisão dos pais&#8221;</em>, explica.</p>
<p>Ela ainda afirma que, embora o cenário seja desafiador, as escolas têm um papel fundamental na reversão desse quadro. <em>&#8220;O ambiente escolar não apenas oferece conteúdos acadêmicos, mas também atua no desenvolvimento cognitivo e social das crianças. Esse é o lugar onde elas podem interagir pessoalmente, longe das telas&#8221;</em>, reforça.</p>
<p><strong>Impacto social e comportamental nas escolas</strong></p>
<p>Margareth Nogueira, orientadora educacional de uma escola privada, observa que o uso descontrolado de celulares nas escolas tem contribuído para o aumento de comportamentos antissociais, como o bullying. “<em>Crianças entre 10 e 12 anos precisam desenvolver habilidades de diálogo e reflexão. No entanto, muitos têm dificuldades em ouvir e dialogar de forma construtiva, prejudicando as interações sociais”,</em> explica Margareth.</p>
<p>Ela também destaca que o uso prolongado de telas tem afetado a saúde física dos alunos, como o aumento precoce no uso de óculos, consequência direta do tempo excessivo em frente às telas.</p>
<p><strong>O vício tecnológico e seus efeitos</strong></p>
<p>Outro ponto de preocupação dos educadores é o efeito viciante dos celulares sobre os jovens. Marina Rampazzo relata que muitos estudantes manifestam comportamentos agressivos e crises de abstinência quando são afastados de seus dispositivos. “Eles se tornam impacientes e intolerantes, e é cada vez mais comum presenciar casos de descontrole quando o uso do celular é restringido”, observa.</p>
<p>Margareth Nogueira complementa afirmando que o vício em tecnologia tem causado aumento na agitação, competitividade e agressividade entre os alunos. “Esses estímulos afetam diretamente a alimentação, a rotina e até o sono dos jovens, prejudicando o funcionamento cerebral e o desempenho escolar”, alerta.</p>
<p><strong>Preparação para novas regras e suporte às famílias</strong></p>
<p>Caso a proposta do governo seja aprovada, Margareth defende que as escolas devem estar preparadas para fornecer ferramentas tecnológicas adequadas para o ensino, como computadores, garantindo o acesso controlado a materiais educacionais. Ela também ressalta a importância de que, fora da escola, as famílias ofereçam alternativas às telas, como atividades culturais, esportivas e de lazer que promovam a socialização.</p>
<p><em>&#8220;A estrutura familiar tem um papel crucial nesse processo de desintoxicação digital. Estímulos que envolvem a arte, o esporte e a cultura são fundamentais para o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes&#8221;</em>, conclui Marina Rampazzo.</p>
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		<title>RS: 18 Escolas Públicas de Porto Alegre Retomam Aulas na Segunda-feira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rs-18-escolas-publicas-de-porto-alegre-retomam-aulas-na-segunda-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 13:51:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudantes de 36 escolas de Porto Alegre (RS) devem retomar as aulas nesta semana, três semanas após o início das fortes chuvas que assolaram o Rio Grande do Sul. De acordo com a prefeitura, 18 escolas da rede municipal devem retomar as aulas nesta segunda-feira (20), outras 14 unidades retomarão as atividades regulares na terça-feira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudantes de 36 escolas de Porto Alegre (RS) devem retomar as aulas nesta semana, três semanas após o início das fortes chuvas que assolaram o Rio Grande do Sul. De acordo com a prefeitura, 18 escolas da rede municipal devem retomar as aulas nesta segunda-feira (20), outras 14 unidades retomarão as atividades regulares na terça-feira (21) e quatro escolas na quarta-feira (22).</p>
<p>A Secretaria Municipal determinou o retorno das aulas em todas as escolas que não foram diretamente atingidas pelas cheias e que contam com abastecimento de água e energia elétrica. Clique aqui e confira a lista das escolas.</p>
<p>“Além da retomada das nossas unidades próprias, mais de 100 escolas de educação infantil conveniadas à prefeitura também entram em funcionamento na segunda-feira. Cerca de 50% dos nossos alunos retornarão às aulas normalmente”, acrescentou o secretário de Educação, José Paulo da Rosa.</p>
<p>Os servidores diretamente afetados pelas enchentes não precisarão retornar ao trabalho neste primeiro momento. “Assim como alinhamos a abertura das escolas que estão em condições, contamos com a atuação dos servidores que estão aptos a atuar neste momento de acolhimento”, completou o secretário.</p>
<p>A orientação da secretaria é que, neste primeiro momento, as escolas realizem atividades lúdicas e recreativas e garantam o acolhimento e as refeições dos estudantes. A ausência de alunos poderá ser justificada no caso dos atingidos pelas cheias.</p>
<p>“Praticamente todas as 99 escolas próprias e as 219 parceirizadas foram atingidas; 14 escolas próprias e 12 da rede conveniada estão total ou parcialmente alagadas, com registros de grande perda de infraestrutura; e outras 11 próprias e 53 conveniadas têm danos como destelhamentos parciais e infiltrações”, informou a prefeitura, acrescentando que três escolas próprias estão funcionando como abrigos.</p>
<p><strong>Estaduais</strong></p>
<p>Do total de 2.340 escolas estaduais, 1.680 já voltaram às aulas, o que representa 71,7%. Outras 660 (28,3%) continuam sem aulas, sendo que 491 destas não têm data prevista para o retorno, segundo boletim do estado publicado neste domingo (19).</p>
<p>O governo do Rio Grande do Sul informou que 1.058 escolas foram afetadas pelas chuvas em 248 municípios. Ao todo, 378 mil estudantes estão impactados e 570 escolas foram danificadas pelas enchentes. As escolas danificadas somam 219 mil alunos matriculados. Outras 86 escolas estaduais foram transformadas em abrigos.</p>
<p>Devido a essa situação, o Ministério da Educação (MEC) dispensou as escolas de ensino fundamental, médio e de educação superior de cumprir o mínimo de dias efetivos de trabalho nas escolas, desde que cumpram a carga horária mínima anual. Já a educação infantil foi dispensada de cumprir os dias efetivos e a carga horária mínima.</p>
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		<title>Inteligência Artificial: Uma aliada no ensino, revela astudo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inteligencia-artificial-uma-aliada-no-ensino-revela-astudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2024 13:36:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Três em cada quatro professores estão a favor da utilização da tecnologia e da inteligência artificial como ferramentas educacionais. No entanto, há desafios a serem superados, incluindo problemas estruturais e pedagógicos que impedem o pleno aproveitamento dessas inovações. Os resultados são parte da pesquisa &#8220;Perfil e Desafios dos Professores da Educação Básica no Brasil&#8221;, divulgada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três em cada quatro professores estão a favor da utilização da tecnologia e da inteligência artificial como ferramentas educacionais. No entanto, há desafios a serem superados, incluindo problemas estruturais e pedagógicos que impedem o pleno aproveitamento dessas inovações.</p>
<p>Os resultados são parte da pesquisa &#8220;Perfil e Desafios dos Professores da Educação Básica no Brasil&#8221;, divulgada pelo Instituto Semesp nesta quarta-feira (8). Realizada entre 18 e 31 de março de 2024, com 444 docentes de todas as regiões do país, a pesquisa revela que 74,8% dos entrevistados apoiam, total ou parcialmente, o uso da tecnologia e inteligência artificial no ensino. No entanto, apenas 39,2% afirmam utilizar essas ferramentas regularmente em suas práticas educativas.</p>
<p>Os professores destacam que, apesar da importância dessas ferramentas, enfrentam obstáculos como a falta de infraestrutura nas escolas e a falta de formação adequada para integrar a tecnologia ao ensino. Além disso, o uso excessivo de dispositivos tecnológicos pelos alunos também é apontado como um desafio, afetando a capacidade de concentração em sala de aula.</p>
<p>Um dos professores participantes da pesquisa enfatizou: &#8220;Os alunos tornaram-se dependentes de respostas imediatas e têm dificuldade em lidar com problemas que demandam resiliência e paciência&#8221;. Outro ponto levantado foi a disparidade entre a velocidade de adoção das novas tecnologias pelos estudantes e a capacidade das escolas em acompanhá-las, o que pode levar a uma desconexão entre o conteúdo ministrado e o interesse dos alunos.</p>
<p>**Desafios e Perspectivas para o Futuro**</p>
<p>A pesquisa também revela o interesse dos jovens em áreas relacionadas à tecnologia e saúde no ensino superior. O curso de ciência da computação desponta como o mais desejado, seguido por áreas como saúde e administração.</p>
<p>Para promover uma transição suave dos estudantes do ensino médio para o ensino superior, o diretor executivo do Semesp, Rodrigo Capelato, sugere a integração de cursos técnicos nas instituições de ensino superior, como parte do programa Pé-de-Meia. Este programa, lançado recentemente pelo governo federal, busca oferecer apoio financeiro a estudantes de baixa renda, incentivando-os a prosseguir com seus estudos.</p>
<p>Capelato enfatiza que a iniciativa não só aumentará a conclusão do ensino médio, mas também abrirá mais portas para o ingresso no ensino superior. Ao oferecer cursos técnicos, as instituições podem não só reduzir a evasão escolar, mas também proporcionar aos alunos uma visão prática do ambiente universitário, auxiliando na escolha de suas futuras carreiras.</p>
<p>Com projetos como o Pé-de-Meia, o ensino privado busca colaborar com o acesso à educação superior, criando oportunidades para uma geração mais bem preparada e conectada com as demandas do mercado de trabalho.</p>
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		<title>Estudo mostra que escolas com mais alunos negros têm piores estruturas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estudo-mostra-que-escolas-com-mais-alunos-negros-tem-piores-estruturas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2024 19:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório da Branquitude]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[As escolas públicas de educação básica com alunos majoritariamente negros têm piores infraestruturas de ensino comparadas a unidades educacionais com maioria de estudantes brancos. A constatação faz parte de um estudo lançado nesta terça-feira (16) pelo Observatório da Branquitude. O levantamento aponta que das escolas do país com melhores infraestruturas, 69% são as que têm [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As escolas públicas de educação básica com alunos majoritariamente negros têm piores infraestruturas de ensino comparadas a unidades educacionais com maioria de estudantes brancos. A constatação faz parte de um estudo lançado nesta terça-feira (16) pelo Observatório da Branquitude.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O levantamento aponta que das escolas do país com melhores infraestruturas, 69% são as que têm a maioria dos alunos brancos. Um exemplo: 74,69% das escolas majoritariamente brancas têm laboratório de informática. Entre as de maioria negra, são apenas 46,90%.</p>
<p>São consideradas escolas predominantemente brancas as com 60% ou mais de alunos autodeclarados brancos; e as negras são as com 60% ou mais de estudantes pretos e pardos.</p>
<p>Quando o quesito é a presença de biblioteca, 55,29% das escolas de maioria branca possuem, enquanto menos da metade das de maioria negra (49,80%) contam como equipamento.</p>
<p>As diferenças também são notadas em relação à existência de quadras de esporte. Aproximadamente 80% das escolas majoritariamente brancas têm, enquanto entre as de maioria negra são apenas 48%.</p>
<p>A pesquisa analisou também infraestrutura fora da sala de aula, como rede de esgoto. Enquanto 72,28% das escolas de maioria branca têm coleta, 56,56% das unidades com mais alunos negros não possuem.</p>
<p>A pesquisadora Carol Canegal explica que os dados apontam uma desvantagem para os estudantes negros em relação aos brancos. Carol ressalta que a situação atual de desigualdade está ligada ao histórico de relações raciais no país.</p>
<blockquote><p>“[A questão está ligada a] todos os anos em que a gente negligenciou a discussão racial. É importante lembrar que o nosso país é fundado sobre o mito da democracia racial”, disse.</p></blockquote>
<p>Para a pesquisadora, as desigualdades existentes formam uma combinação que resulta numa persistência dessas desigualdades. Ela lamenta o fato de que as disparidades se mostram presentes no ciclo mais longo do sistema de ensino brasileiro. A educação básica começa no ensino infantil e abrange até o ensino médio.</p>
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<figure id="attachment_76032" aria-describedby="caption-attachment-76032" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-76032" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/16-escolas_estudo_branco_negros_copy-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C1631&#038;ssl=1" alt="Escolas Estudo Branco Negros - Expresso Carioca" width="754" height="1631" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/16-escolas_estudo_branco_negros_copy-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/16-escolas_estudo_branco_negros_copy-Expresso-Carioca.webp?resize=139%2C300&amp;ssl=1 139w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/16-escolas_estudo_branco_negros_copy-Expresso-Carioca.webp?resize=528%2C1142&amp;ssl=1 528w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/16-escolas_estudo_branco_negros_copy-Expresso-Carioca.webp?resize=710%2C1536&amp;ssl=1 710w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/16-escolas_estudo_branco_negros_copy-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C324&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/16-escolas_estudo_branco_negros_copy-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C1622&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-76032" class="wp-caption-text">Estudo mostra que escolas com mais alunos negros têm piores estruturas &#8211; Arte/EBC</figcaption></figure>
<h2>Fonte de dados</h2>
<p>O Observatório da Branquitude é uma organização da sociedade civil que se dedica a produzir e divulgar informações sobre desigualdades raciais e estruturas de poder da população branca.</p>
<p>O estudo <em>A cor da infraestrutura escolar: diferenças entre escolas brancas e negras</em> foi elaborado com dados do Censo Escolar e do Indicador de Nível Socioeconômico (Inse). Ambos são divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ligado ao Ministério da Educação (MEC).</p>
<p>A análise é referente a 2021, última vez em que as duas bases de dados foram divulgadas no mesmo ano.</p>
<h2>Condição de vida</h2>
<p>O Indicador de Nível Socioeconômico é uma avaliação que combina, basicamente, a escolaridade dos pais dos estudantes e a posse de bens e serviços da família. O indicador vai de 1 a 7. Quanto menor, pior a condição socioeconômica do aluno.</p>
<p>A análise revela que 75% das escolas majoritariamente negras concentram alunos nos níveis 3 e 4. São estudantes que relatam ter em casa uma televisão, um banheiro, rede de internet sem fio. No nível 4, os alunos responderam possuir em casa dois ou mais celulares. Em ambos os níveis, a escolaridade da mãe/responsável varia entre o 5º ano do ensino fundamental e o ensino médio completo.</p>
<p>Já 88% das escolas majoritariamente brancas concentram estudantes nos níveis 5 e 6. Eles contam ter em casa um carro, uma ou duas televisões, um ou dois banheiros, internet sem fio, entre outros bens. A escolaridade da mãe/responsável varia entre o ensino médio e o ensino superior completo.</p>
<h2>Piores indicadores</h2>
<p>Os pesquisadores fizeram uma análise específica das escolas que ficaram na base e no topo do ranking socioeconômico. Foram encontradas treze unidades no nível 1, o mais baixo. Todas são predominantemente negras e nenhuma conta com rede de esgoto e coleta de lixo.</p>
<p>Das 13, 11 ficam no Norte e duas no Nordeste do Brasil. Todas são de área rural. Cerca de um terço (30,77%) sequer tem água potável. Apenas 7,69% têm quadra esportiva. O mesmo vale para biblioteca e sala de informática.</p>
<h2>Topo do ranking</h2>
<p>Foram identificadas 32 escolas no nível 7, o mais elevado. Todas são de maioria branca e ficam principalmente em áreas urbanas. Todas têm abastecimento de água potável. Mais de 80% contam com laboratório de informática e quadra de esporte. Bibliotecas estão presentes em 71,88% delas.</p>
<p>A analista de pesquisas do Observatório da Branquitude, Nayara Melo, pontua que o levantamento ajuda a enxergar a diferença de oportunidade enfrentada por estudantes. “Não quer dizer que o mesmo 5º ano que um estudante faz em uma capital em escola urbana é o mesmo 5º ano de um estudante no interior em uma escola rural”, exemplifica.</p>
<h2>Ações afirmativas</h2>
<p>De acordo com o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 55,5% da população brasileira se identifica como preta ou parda.</p>
<p>Nayara Melo observa que as disparidades encontradas no estudo podem ser entendidas como uma justificativa para políticas de cotas raciais em universidades, ou seja, não bastariam apenas vagas reservadas para alunos de escolas públicas e de baixa renda, sem levar em conta a cor do candidato.</p>
<p>“A gente observa que tem uma defasagem na estrutura escolar de escolas com maioria de alunos negros. Estudantes negros se encontram em condição socioeconômicas mais baixa do que estudante brancos”, disse à Agência Brasil.</p>
<p>No fim do ano passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a atualização da Lei de Cotas ((https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2023-11/atualizacao-da-lei-de-cotas-inclui-quilombolas-e-reduz-teto-de-renda#)). Criada em 2012, a legislação passa por revisões a cada dez anos.</p>
<p>O texto reserva 50% de vagas em universidades federais e instituições federais de ensino técnico para estudantes de escolas públicas, pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência. Há ainda critérios socioeconômicos que levam em consideração a renda familiar do estudante.</p>
<p>Na opinião de Carol Canegal, um dos objetivos do estudo é afirmar que “raça importa”.</p>
<p>“A gente destaca a importância de políticas públicas que sejam eficazes, assertivas e que também incorporem esse olhar para as desigualdades raciais”.</p>
<p>“Há uma distância que precisa ser considerada justamente nesse momento de formulação e implementação de políticas públicas para que sejam focalizadas e possam, a</p>
<p>médio e longo prazos, reverter esse processo de desvantagens das populações não brancas”, conclui.</p>
<p>“Uma educação com igualdade de oportunidades também passa por uma infraestrutura escolar que garanta o desenvolvimento pleno de todos os alunos”, aponta a conclusão do estudo do Observatório da Branquitude.</p>
</div>
</div>
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		<title>Aplicação de provas para educação básica termina nesta sexta-feira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/aplicacao-de-provas-para-educacao-basica-termina-nesta-sexta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 20:32:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Provas]]></category>
		<category><![CDATA[Saeb 2023]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[A aplicação dos testes do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2023 termina nesta sexta-feira (17). Estima-se a participação de mais de 8,4 milhões de alunos de 190.160 escolas. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação é responsável pelo exame. Nos 2º, 5º e 9º [&#8230;]]]></description>
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<p>A aplicação dos testes do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2023 termina nesta sexta-feira (17). Estima-se a participação de mais de 8,4 milhões de alunos de 190.160 escolas. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação é responsável pelo exame.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Nos 2º, 5º e 9º anos, os estudantes respondem questões de língua portuguesa e matemática. Uma parte dos alunos do 9º ano também faz testes de ciências humanas e da natureza. No ensino médio, são aplicados exames de língua portuguesa e matemática para estudantes das 3ª e 4ª séries. As provas são aplicadas na rede pública e algumas escolas particulares.</p>
<p>As avaliações servem para mostrar o desempenho dos estudantes nas disciplinas conforme cada etapa do ensino.</p>
<h2>Questionários</h2>
<p>Diretores de escolas, secretários de educação, professores e alunos também têm até amanhã para responder aos questionários.</p>
<p>Nos questionários, são abordados temas como atendimento escolar, aprendizagem, currículo, contratação de profissionais, atividades desenvolvidas, estrutura das unidades de educação, condições de trabalho, violência no ambiente escolar.</p>
<p>Os diretores, secretários e professores devem responder aos questionários eletrônicos, por meio de <em>links</em>. Os alunos respondem aos questionários impressos, entregues junto com os testes.</p>
<p>Este ano, é a primeira vez, que os professores das turmas avaliadas irão responder ao questionário eletrônico.</p>
<h2>Saeb</h2>
<p>O Saeb é realizado desde 1990, como forma de avaliar a educação básica e trazer subsídios para formulação de políticas públicas.</p>
<p>Os dados da avaliação permitem entender os níveis de aprendizagem dos alunos, as condições de acesso à escola e de permanência.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Escolas ampliam conexão à internet após a pandemia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/escolas-ampliam-conexao-a-internet-apos-a-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Sep 2023 18:01:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[As escolas brasileiras estão mais conectadas após a pandemia, mas ainda faltam dispositivos para acessar a internet. É o que mostra a pesquisa TIC Educação 2022, lançada nesta segunda-feira (25) pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). O estudo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>As escolas brasileiras estão mais conectadas após a pandemia, mas ainda faltam dispositivos para acessar a internet. É o que mostra a pesquisa TIC Educação 2022, lançada nesta segunda-feira (25) pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). O estudo mostra que 94% das escolas têm internet, no entanto, pouco mais da metade, 58%, têm equipamentos como computadores, notebook, desktop e tablet e conectividade à rede para uso dos alunos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A educação foi um dos setores mais afetados pela pandemia. No Brasil, as escolas ficaram fechadas por cerca de 1 ano e, nesse período, buscaram formas de chegar aos estudantes com atividades remotas com e sem o uso de tecnologia.</p>
<p>O estudo mostra que a porcentagem de escolas conectadas aumentou em relação a 2020, no início da pandemia. Nesse ano, 98% das escolas de ensino fundamentam e médio localizadas em áreas urbanas tinham conexão de internet. Em 2022, essa porcentagem aumentou para 99%. Entre as escolas em áreas rurais, essa porcentagem passou de 52% em 2020 para 85%, em 2022. Consideradas apenas as escolas públicas, essa porcentagem passou de 78% para 93%. Entre as particulares, de 98% para 99%.</p>
<p>A disponibilidade da internet não é, no entanto, suficiente. É preciso que haja equipamentos nas escolas para acessar a rede. De acordo com a pesquisa, 86% das escolas públicas estaduais contam com notebook, desktop ou tablet para uso dos alunos, o que significa que 14% não possuem esses equipamentos. Por outro lado, nas instituições municipais essa porcentagem chega a menos da metade, 49%. Nas áreas rurais, essa porcentagem é menor ainda, 38%. Nas áreas urbanas, 78%. Entre as escolas particulares, 80% possuem equipamento para uso dos alunos.</p>
<h2>Qualidade da internet</h2>
<p>A pesquisa mostra que, assim como a conexão, a velocidade da internet também aumentou nas escolas. No início da pandemia, entre as escolas públicas, 22% das estaduais e 11% das municipais tinham velocidade da principal conexão à internet igual ou superior a 51 megabits por segundo (Mbps). Uma a cada três escolas particulares (32%) tinham essa velocidade. Agora, 52% das escolas estaduais, 29% das escolas municipais, e 46% das particulares declararam ter 51 Mbps ou mais de velocidade da principal conexão da instituição.</p>
<p>Segundo o NIC.br, a velocidade e qualidade da internet são importantes para que a escola possa realizar as atividades. No ano passado, o Grupo Interinstitucional de Conectividade na Educação (Gice), formado por mais de 20 de instituições, entre órgãos governamentais, operadoras, associação de provedores, empresas de tecnologia e organizações do terceiro setor, <a href="https://nic.br/publicacao/nota-tecnica-qual-a-velocidade-de-internet-ideal-para-minha-escola/" target="_blank" rel="noopener">elaborou a nota técnica Qual a velocidade de Internet ideal para minha escola?</a></p>
<p>Para se ter uma ideia, o documento define que 1 Mbps por aluno é capaz de viabilizar a maior parte das atividades escolares, como aquelas que envolvem áudio, vídeo, download, jogos e uso geral. Como, de acordo com a nota, metade das escolas públicas têm até 118 estudantes no maior turno, isso significa que elas precisariam contratar um plano de 100 Mbps, para atender ao parâmetro de 1 Mbps por estudante no maior turno.</p>
<h2>Desafios</h2>
<p>Na edição de 2022, a TIC Educação realizou, presencialmente, entre outubro de 2022 e maio de 2023, 10.448 entrevistas em 1.394 escolas públicas municipais, estaduais e federais e em escolas particulares. Ao todo, os pesquisadores ouviram 959 gestores escolares, 873 coordenadores, 1.424 professores e 7.192 alunos.</p>
<p>Entre os fatores que afetam a conexão foram apontadas, em escolas públicas estaduais, situações como o sinal de internet não chegar às salas que ficam mais distantes do roteador (55%); a internet não suportar muitos acessos ao mesmo tempo (50%) e a qualidade da internet ficar ruim (41%). Nas instituições particulares, esses aspectos são também citados, mas com porcentagens inferiores: 21%, 15% e 14%, respectivamente.</p>
<p>Nas escolas municipais, o principal obstáculo apontado foi o fato de a internet não suportar muitos acessos ao mesmo tempo (45%), seguido de o sinal de internet não chegar às salas que ficam mais distantes do roteador (38%) e de a qualidade da internet ficar ruim (35%).</p>
<p>Os estudantes destacam outras dificuldades no uso da internet, como o fato de os professores não utilizarem a rede em atividades educacionais (64%). Além disso, apontam como motivo, a escola proibir o uso do telefone celular (61%) ou proibir o acesso à internet para os alunos (46%).</p>
<h2>Formação de professores</h2>
<p>Para a maior parte dos professores, 75%, falta um curso específico voltado para a adoção de tecnologias digitais nas atividades educacionais com os alunos. Além disso, 50% dizem que os alunos ficam dispersos quando há uso de tecnologias durante as aulas. Metade dos professores diz ainda utilizar aplicativos de mensagem instantânea para tirar dúvidas dos alunos.</p>
<p>A pesquisa constatou que pouco mais da metade, 56%, dos professores disse ter participado de formação continuada sobre o uso de tecnologias digitais em atividades de ensino e de aprendizagem nos 12 meses anteriores à realização da pesquisa. O uso de tecnologias na disciplina de atuação (53%) ou na avaliação dos alunos (53%) estão entre os temas mais abordados nas formações continuadas das quais participaram.</p>
<p>O uso da internet traz também situações sensíveis, que os professores precisaram lidar nas escolas. A maioria dos professores, 61%, afirmou ter apoiado alunos no enfrentamento de situações sensíveis vivenciadas na internet. Essa porcentagem aumentou em relação a 2021, quando 49% disseram ter apoiado os estudantes nessas questões. Entre os motivos estão o uso excessivo de jogos e tecnologias digitais (46%); cyberbullying (34%); discriminação (30%); disseminação ou vazamento de imagens sem consentimento (26%); e assédio (20%).</p>
<p>A pesquisa TIC Educação é realizada desde 2010 e tem o objetivo de investigar a disponibilidade de tecnologias de informação e comunicação (TIC) nas escolas brasileiras de ensino fundamental e médio e o uso e apropriação por estudantes e educadores. <a href="https://cetic.br/pt/pesquisa/educacao/indicadores/" target="_blank" rel="noopener">A pesquisa está disponível na internet</a>.</p>
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