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	<title>Escolas particulares &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>STF Reconhece obrigação das Escolas em combater discriminação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 22:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) formou, nesta sexta-feira (28), maioria de votos para reconhecer que escolas públicas e particulares têm a obrigação de coibir discriminações de gênero e sexual. Esta decisão ocorre no âmbito de uma ação protocolada em 2014 pelo PSOL, que questionava a necessidade de explicitar no Plano Nacional de Educação a responsabilidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) formou, nesta sexta-feira (28), maioria de votos para reconhecer que escolas públicas e particulares têm a obrigação de coibir discriminações de gênero e sexual. Esta decisão ocorre no âmbito de uma ação protocolada em 2014 pelo PSOL, que questionava a necessidade de explicitar no Plano Nacional de Educação a responsabilidade das instituições de ensino no combate à discriminação.</p>
<p>Até o momento, seis dos 11 ministros votaram favoravelmente, incluindo o relator, Edson Fachin, além dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Flávio Dino. Eles concordaram que as escolas devem atuar contra discriminações de gênero, orientação sexual, bullying, e discriminações de cunho machista e transfóbico.</p>
<p>Em seu voto, o ministro Fachin destacou a importância de explicitar a proteção contra discriminações no contexto educacional, afirmando que &#8220;uma restrição a direitos fundamentais desta natureza não apenas deveria estar posta expressamente, senão também haveria de ser acompanhada de argumentos dotados de extraordinário peso que a justificassem&#8221;.</p>
<p>O julgamento, realizado em formato virtual, será concluído às 23h59 desta sexta-feira. Com esta decisão, o STF reforça a necessidade de medidas explícitas e efetivas para combater a discriminação nas escolas, promovendo um ambiente educacional mais justo e inclusivo.</p>
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