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	<title>Envelhecimento &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>LGBTQIA+ reivindicam saúde especializada para envelhecer com dignidade e orgulho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 20:19:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[No Mês do Orgulho LGBTQIA+, ativistas e especialistas alertam: o envelhecimento da população brasileira, embora crescente, não ocorre de forma igualitária. Para pessoas LGBTQIA+, a terceira idade chega marcada por vulnerabilidades específicas, mas também com orgulho de quem resistiu a múltiplas formas de opressão. “Envelhecer não é morrer, é viver cada dia mais”, afirma Dora [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Mês do Orgulho LGBTQIA+, ativistas e especialistas alertam: o envelhecimento da população brasileira, embora crescente, não ocorre de forma igualitária. Para pessoas LGBTQIA+, a terceira idade chega marcada por vulnerabilidades específicas, mas também com orgulho de quem resistiu a múltiplas formas de opressão.</p>
<p>“Envelhecer não é morrer, é viver cada dia mais”, afirma Dora Cudignola, 72 anos, presidente da EternamenteSOU, associação criada em São Paulo para acolher idosos LGBTQIA+. Dora, que se define como uma “idosa lésbica e atrevida”, defende a criação de instituições de longa permanência específicas para essa população, com acolhimento digno e comunitário.</p>
<p>Apesar de avanços, o sistema de saúde ainda não está preparado para as demandas da velhice LGBTQIA+. “Muitos profissionais não sabem como lidar com a nossa identidade. O atendimento precisa ser qualificado e respeitoso”, reforça Dora.</p>
<p>Em carta aberta divulgada recentemente, o gerontólogo Diego Felix Miguel, presidente do Departamento de Gerontologia da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia em São Paulo, destacou a urgência de políticas públicas que garantam segurança, cuidado e dignidade para idosos LGBTQIA+. “Muitas dessas pessoas, ao dependerem de cuidados em instituições, são forçadas a esconder quem são, retornando para o armário”, lamenta.</p>
<p>Dados preliminares de sua pesquisa indicam baixa capacitação de profissionais em instituições de longa permanência, muitas delas vinculadas a valores religiosos que reforçam preconceitos. Além do tratamento discriminatório, há a possibilidade de agressões vindas de familiares ou de outros residentes.</p>
<p>O geriatra Milton Crenitte, pesquisador da Faculdade de Medicina da USP e apoiador da EternamenteSOU, lembra que a atual geração LGBTQIA+ idosa resistiu à ditadura, à epidemia de HIV e a uma vida de exclusão. Ele alerta que solidão e isolamento social, muito comuns nesse grupo, impactam diretamente na saúde, aumentando riscos de demência, doenças crônicas e até morte precoce.</p>
<p>“Solidão mata. A comunidade LGBTQIA+ envelhece mais isolada e com mais medo: de morrer sozinha, de ser discriminada no fim da vida”, explica Crenitte.</p>
<p>Cada letra da sigla LGBTQIA+ também enfrenta desafios específicos. Pessoas trans, por exemplo, envelhecem marcadas pela exclusão histórica do acesso à saúde, educação e emprego. Mulheres lésbicas realizam menos exames preventivos, como mamografia e papanicolau, e homens gays sofrem com a pressão estética e, muitas vezes, recorrem a procedimentos de risco para manter padrões de beleza.</p>
<p>Bruna Benevides, presidente da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), denuncia que a negligência médica aos corpos trans atravessa toda a vida. “Na velhice, esse abandono se transforma em dores físicas, doenças não tratadas e saúde mental devastada. Envelhecemos de forma altamente precária, muitas vezes sem documentos retificados e sem acesso pleno à saúde”, afirma.</p>
<p>A Antra reivindica políticas de saúde transespecíficas e formação adequada dos profissionais, com foco não só técnico, mas também humanitário. “Ainda somos vistos como patologia, não como sujeitos de direitos com trajetória e futuro”, denuncia Bruna.</p>
<p>Para especialistas, envelhecer com dignidade é um direito humano fundamental. “Só teremos um futuro digno para todos se o envelhecimento for, para todas as pessoas, um processo com direitos e qualidade”, conclui Crenitte.</p>
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		<title>Musculação pode prevenir demência e melhorar a função cerebral em idosos, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 14:49:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[Demência]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A prática regular de musculação não se limita a ganhos de força, resistência e prevenção de lesões. Um estudo inovador conduzido pelo Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (Brainn), vinculado à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), revelou que a atividade também protege o cérebro de idosos contra o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prática regular de musculação não se limita a ganhos de força, resistência e prevenção de lesões. Um estudo inovador conduzido pelo Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (Brainn), vinculado à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), revelou que a atividade também protege o cérebro de idosos contra o declínio cognitivo e a demência.</p>
<p>Publicado na revista científica <em>GeroScience</em>, o estudo acompanhou 44 voluntários diagnosticados com comprometimento cognitivo leve, uma condição intermediária entre o envelhecimento cerebral normal e o desenvolvimento da doença de Alzheimer. Os resultados apontaram que a prática de musculação duas vezes por semana, com intensidade moderada a alta, preservou regiões cerebrais fundamentais, como o hipocampo e o pré-cúneo, áreas que costumam sofrer alterações em casos de demência.</p>
<p>Além disso, os pesquisadores identificaram um impacto positivo na substância branca do cérebro, essencial para a comunicação entre neurônios. Entre os participantes que incorporaram a musculação à rotina, metade apresentou melhoras significativas em apenas seis meses, sugerindo que os benefícios podem ser ainda mais expressivos em prazos mais longos.</p>
<p>Segundo a pesquisadora Isadora Ribeiro, primeira autora do artigo e doutoranda na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), todos os participantes que realizaram o treinamento de força demonstraram melhora na memória e na estrutura cerebral. Cinco deles, inclusive, não apresentavam mais sinais clínicos de comprometimento cognitivo leve ao fim do estudo, evidenciando a eficácia da intervenção.</p>
<p>Para mensurar esses efeitos, os cientistas aplicaram testes neuropsicológicos e exames de ressonância magnética, que permitiram comparar as mudanças na estrutura cerebral ao longo do tempo. Estudos anteriores já indicavam que a perda cognitiva está associada à atrofia cerebral, reforçando a importância de estratégias que retardem esse processo.</p>
<figure id="attachment_82673" aria-describedby="caption-attachment-82673" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-82673" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/01-Shirley-de-Toro-que-e-professora-aposentada-atriz-e-modelo-faz-musculacao-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Shirley De Toro, Que é Professora Aposentada, Atriz E Modelo, Faz Musculação - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/01-Shirley-de-Toro-que-e-professora-aposentada-atriz-e-modelo-faz-musculacao-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/01-Shirley-de-Toro-que-e-professora-aposentada-atriz-e-modelo-faz-musculacao-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/01-Shirley-de-Toro-que-e-professora-aposentada-atriz-e-modelo-faz-musculacao-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/01-Shirley-de-Toro-que-e-professora-aposentada-atriz-e-modelo-faz-musculacao-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-82673" class="wp-caption-text">São Paulo (SP), 21/03/2025 &#8211; Shirley de Toro, que é professora aposentada, atriz e modelo, faz musculação no centro de ginática multifuncional do SESC Santana, na zona norte da capital. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil &#8211; Rovena Rosa/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3><strong>Envelhecimento e risco de demência no Brasil</strong></h3>
<p>Atualmente, estima-se que 2,71 milhões de brasileiros com 60 anos ou mais convivam com algum tipo de demência, representando 8,5% da população idosa. De acordo com o Relatório Nacional sobre a Demência, divulgado pelo Ministério da Saúde, esse número pode dobrar até 2050, alcançando 5,6 milhões de casos.</p>
<p>O estudo também destaca que até 45% dos casos de demência poderiam ser prevenidos ou adiados com mudanças no estilo de vida. Fatores de risco incluem baixa escolaridade, perda auditiva, hipertensão, diabetes, obesidade, tabagismo, depressão, inatividade física e isolamento social.</p>
<h3><strong>Histórias de superação e qualidade de vida</strong></h3>
<p>Exemplos como o da atriz e modelo Shirley de Toro, de 62 anos, reforçam a importância da musculação na terceira idade. Moradora de São Paulo, Shirley se exercita regularmente há 17 anos e credita à prática sua melhora na saúde e bem-estar.</p>
<p>Com histórico de epilepsia e um acidente grave que comprometeu sua mobilidade, ela encontrou na musculação um aliado essencial para a recuperação. &#8220;Após a cirurgia no cérebro, percebi a necessidade de exercícios. Depois de ser atropelada, foi o treinamento de força que aliviou minhas dores&#8221;, relata. Durante a pandemia, manter uma rotina de exercícios ajudou Shirley a preservar a saúde mental em um período de isolamento e perdas familiares.</p>
<h3><strong>Exercícios de força e seus impactos na saúde mental</strong></h3>
<p>Segundo Alessandra Nascimento, especialista em desenvolvimento físico-esportivo do Sesc São Paulo, há um crescente reconhecimento dos benefícios da musculação para a saúde mental e cognitiva. &#8220;Antes, recomendava-se apenas hidroginástica ou caminhada para idosos. Hoje, sabemos que o treinamento de força é fundamental para manter a autonomia e retardar o declínio cognitivo&#8221;, explica.</p>
<p>Estudos indicam que a calistenia, modalidade que utiliza o peso do próprio corpo como resistência, está entre as práticas mais procuradas globalmente. Esse método, assim como a musculação convencional, contribui para a preservação da massa muscular, equilíbrio e coordenação motora.</p>
<p>Alessandra também enfatiza a necessidade de políticas públicas que ampliem o acesso às atividades físicas. &#8220;Profissionais de educação física deveriam integrar as equipes de saúde nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e no SUS, garantindo um trabalho multidisciplinar com médicos e fisioterapeutas&#8221;, defende.</p>
<p>Com mais evidências sobre a relação entre exercício físico e saúde cerebral, a musculação se consolida como uma estratégia acessível e eficaz na prevenção de doenças neurodegenerativas, promovendo qualidade de vida e longevidade.</p>
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