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	<title>Entrevista &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Entrevista &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Ministra da Cultura defende investimento em arte e educação para desenvolvimento do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 17:17:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Cultura, Margareth Menezes, destacou a importância de ampliar investimentos em arte, cultura, educação e pesquisa como estratégia para melhorar a qualidade de vida da população e fortalecer o desenvolvimento do Brasil. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional. Segundo a ministra, políticas públicas voltadas para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra da Cultura, Margareth Menezes, destacou a importância de ampliar investimentos em arte, cultura, educação e pesquisa como estratégia para melhorar a qualidade de vida da população e fortalecer o desenvolvimento do Brasil. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional.</p>
<p>Segundo a ministra, políticas públicas voltadas para essas áreas são essenciais para promover oportunidades e ampliar horizontes sociais. Para ela, investir nesses setores significa investir diretamente nas pessoas. “Um país que investe em cultura, em arte, em educação e em pesquisa está investindo no seu próprio povo”, afirmou.</p>
<p>Durante a entrevista, Margareth Menezes também comentou o desempenho do cinema brasileiro no Oscar 2026, destacando a presença do filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura. O longa recebeu quatro indicações — incluindo Melhor Filme e Melhor Filme Internacional —, o que, para a ministra, demonstra o amadurecimento da indústria audiovisual brasileira, mesmo sem ter conquistado as estatuetas.</p>
<p>De acordo com Margareth Menezes, o crescimento do cinema nacional é resultado de anos de trabalho e continuidade por parte dos profissionais do setor. Ela também defendeu que os brasileiros valorizem mais as produções culturais do próprio país, o que contribui para fortalecer a economia e ampliar o reconhecimento da arte brasileira.</p>
<p>A ministra ressaltou ainda que o investimento em cultura deve caminhar junto com políticas que ampliem oportunidades sociais. Para ela, a combinação entre arte e educação ajuda a “qualificar a vida do povo” e pode permitir que muitas pessoas saiam de situações de vulnerabilidade e sobrevivência.</p>
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		<title>Papa Leão critica salários bilionários de executivos e questiona ONU</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/papa-leao-critica-salarios-bilionarios-de-executivos-e-questiona-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 11:17:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Leão]]></category>
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					<description><![CDATA[O papa Leão, em sua primeira entrevista à imprensa desde que assumiu o pontificado, fez críticas aos pacotes de remuneração de executivos, como o plano de US$ 1 trilhão da Tesla para Elon Musk, classificando-os como um reflexo preocupante da desigualdade global. “Há 60 anos, CEOs ganhavam de quatro a seis vezes mais do que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O papa Leão, em sua primeira entrevista à imprensa desde que assumiu o pontificado, fez críticas aos pacotes de remuneração de executivos, como o plano de US$ 1 trilhão da Tesla para Elon Musk, classificando-os como um reflexo preocupante da desigualdade global.</p>
<p>“Há 60 anos, CEOs ganhavam de quatro a seis vezes mais do que um trabalhador comum. Hoje, recebem até 600 vezes mais”, afirmou. “Se essa é a única coisa que tem valor, então estamos em um grande problema.”</p>
<p>Natural de Chicago e eleito em maio para suceder o papa Francisco, Leão também questionou a eficácia da ONU, dizendo que a organização “perdeu sua capacidade de reunir as pessoas em questões multilaterais”.</p>
<p>O pontífice contou ainda que se sentiu inicialmente mais preparado para liderar espiritualmente os 1,4 bilhão de católicos do mundo, mas menos para exercer o papel diplomático. “O aspecto totalmente novo deste trabalho é ser lançado ao nível de líder mundial. Estou aprendendo muito e me sentindo desafiado, mas não sobrecarregado”, afirmou.</p>
<p>Leão relembrou também seu período como missionário no Peru e falou sobre a expectativa de que a paz prevaleça no conflito entre Rússia e Ucrânia, que já dura três anos.</p>
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		<title>Ministro prevê continuidade da queda no preço dos alimentos no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministro-preve-continuidade-da-queda-no-preco-dos-alimentos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 10:38:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento agrário]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Recorde]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Voz do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, afirmou nesta quarta-feira (10), em entrevista ao programa A Voz do Brasil, que a redução nos preços dos alimentos deve permanecer nos próximos meses. Segundo o ministro, o arroz foi o principal destaque em agosto, com queda expressiva no valor do pacote de cinco quilos. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, afirmou nesta quarta-feira (10), em entrevista ao programa <em>A Voz do Brasil</em>, que a redução nos preços dos alimentos deve permanecer nos próximos meses.</p>
<p>Segundo o ministro, o arroz foi o principal destaque em agosto, com queda expressiva no valor do pacote de cinco quilos. “Quem pagava no ano passado R$ 27, R$ 28 ou até R$ 30, hoje paga R$ 15 a R$ 18”, disse.</p>
<p>Outros itens essenciais também registraram redução no mês:</p>
<ul>
<li><strong>Tomate</strong> (-13,39%)</li>
<li><strong>Batata-inglesa</strong> (-8,59%)</li>
<li><strong>Cebola</strong> (-8,69%)</li>
<li><strong>Café moído</strong> (-2,17%)</li>
</ul>
<p>Nos combustíveis, a gasolina (-0,94%), o etanol (-0,82%) e o gás veicular (-1,27%) também ficaram mais baratos.</p>
<p>O impacto desses recuos levou o Brasil a registrar inflação negativa de 0,11% em agosto, segundo o IBGE – o menor índice desde setembro de 2022.</p>
<p>Teixeira atribuiu os resultados ao recorde na produção agrícola e ao fortalecimento do Plano Safra, que deve investir cerca de R$ 500 bilhões no setor, incluindo R$ 78 bilhões para a agricultura familiar com juros subsidiados.</p>
<p>“O presidente Lula tem o tema do controle da inflação como uma de suas maiores preocupações”, reforçou o ministro.</p>
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		<title>Lula reafirma soberania do Brasil e rejeita alinhamento dos EUA contra a China</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-reafirma-soberania-do-brasil-e-rejeita-alinhamento-dos-eua-contra-a-china/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 15:33:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[New York Times]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[soberania]]></category>
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					<description><![CDATA[A poucos dias de entrarem em vigor as tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ao jornal New York Times que o Brasil negociará como “país soberano” e não aceitará se posicionar em uma nova Guerra Fria contra a China. Em entrevista ao jornalista [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A poucos dias de entrarem em vigor as tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ao jornal <em>New York Times</em> que o Brasil negociará como “país soberano” e não aceitará se posicionar em uma nova Guerra Fria contra a China.</p>
<p>Em entrevista ao jornalista Jack Nicas, Lula disse que não teme que suas críticas ao presidente Donald Trump prejudiquem as negociações. “O Brasil não vai negociar como um país pequeno diante de um grande. Vamos negociar como soberanos. Na política entre dois Estados, a vontade de nenhum deve prevalecer”, declarou. Para o presidente, o caminho para soluções diplomáticas está no equilíbrio: “Não se consegue avançar estufando o peito nem abaixando a cabeça e dizendo ‘amém’ para tudo que os EUA desejam.”</p>
<h3><strong>Tarifas e julgamento de Bolsonaro</strong></h3>
<p>Lula questionou a motivação de Trump para impor as tarifas, especialmente se relacionadas ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de tentar um golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022. “Se for por isso, consumidores brasileiros e americanos vão pagar mais caro por alguns produtos. O Brasil tem Constituição, e o ex-presidente está sendo julgado com pleno direito de defesa”, disse.</p>
<p>Segundo Lula, a postura de Trump mistura indevidamente política e comércio. “Se ele quer uma disputa política, tratamos como política. Se for comércio, sentamos para discutir comércio. Não se pode misturar tudo”, afirmou.</p>
<h3><strong>Falta de diálogo</strong></h3>
<p>Questionado sobre por que não procurou diretamente Trump para dialogar, o presidente explicou que não houve abertura do governo norte-americano. “Designei meu vice, o ministro da Agricultura, o da Economia para conversar com seus pares. Até agora, não foi possível. Fizemos dez reuniões com o Departamento de Comércio e enviamos uma carta em maio. A única resposta foi o anúncio das tarifas no site do presidente Trump”, relatou Lula.</p>
<h3><strong>Neutralidade na disputa EUA x China</strong></h3>
<p>Sobre possíveis retaliações, Lula disse que o país buscará novos parceiros comerciais e não entrará em um alinhamento automático contra a China. “Temos uma relação extraordinária com a China. Se os EUA e a China quiserem uma Guerra Fria, não aceitaremos. Quero vender para quem pagar melhor”, declarou.</p>
<p>Na segunda-feira (28), a China reforçou que está pronta para trabalhar com o Brasil na defesa de um sistema multilateral de comércio justo, criticando a decisão de Trump de aumentar as tarifas.</p>
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		<title>Haddad defende expansão do Plano Safra para conter inflação dos alimentos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/haddad-defende-expansao-do-plano-safra-para-conter-inflacao-dos-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 17:59:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra]]></category>
		<category><![CDATA[preço dos alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (21) que a principal estratégia do governo para conter a inflação dos alimentos é a ampliação do Plano Safra, que oferece linhas de crédito e incentivos aos produtores rurais. Em entrevista ao ICL Notícias, ele destacou que o governo pretende lançar um plano ainda mais robusto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (21) que a principal estratégia do governo para conter a inflação dos alimentos é a ampliação do Plano Safra, que oferece linhas de crédito e incentivos aos produtores rurais. Em entrevista ao <em>ICL Notícias</em>, ele destacou que o governo pretende lançar um plano ainda mais robusto para 2025, garantindo o abastecimento interno e impulsionando a produção agropecuária sem desmatamento.</p>
<p>“A primeira providência é fazer Planos Safra cada vez maiores e melhores. Batemos recordes em 2023 e 2024, e queremos repetir isso em 2025”, afirmou Haddad. O novo plano será anunciado assim que o orçamento for aprovado pelo Congresso Nacional.</p>
<h3><strong>Safra Recorde e Queda do Dólar Devem Reduzir Preço dos Alimentos</strong></h3>
<p>Segundo o ministro, fatores como secas, enchentes e a manutenção dos juros altos nos EUA, que impactaram o dólar, contribuíram para a alta da inflação dos alimentos no Brasil. No entanto, ele prevê que uma safra recorde a partir do fim de fevereiro ajudará a estabilizar os preços.</p>
<p>“Se não for a maior safra, será uma das maiores. Continuaremos exportando muito alimento e garantindo o abastecimento interno”, afirmou Haddad. Além disso, ele acredita que a queda recente do dólar ajudará a reduzir os custos dos produtos atrelados à moeda norte-americana.</p>
<p>Outro ponto abordado pelo ministro foi a estratégia do Ministério da Agricultura de expandir culturas para outras regiões do país para reduzir impactos da crise climática. Ele citou o arroz como exemplo: antes concentrado em poucas áreas, agora está sendo incentivado em diversos estados.</p>
<h3><strong>Impasse Orçamentário Atrapalha Subsídios a Produtores</strong></h3>
<p>Haddad criticou a demora do Congresso na aprovação do orçamento de 2025, ressaltando que isso prejudica a concessão de subsídios para pequenos e médios produtores. “Os juros altos tornam as políticas públicas de financiamento ainda mais necessárias. Sem a aprovação do orçamento, esses subsídios ficam comprometidos”, alertou.</p>
<p>O Ministério da Fazenda enviou um ofício ao Tribunal de Contas da União (TCU) buscando respaldo técnico para retomar imediatamente as linhas de crédito do Plano Safra 2024/25. “Não queremos descontinuidade nas linhas de financiamento para o agronegócio”, enfatizou o ministro.</p>
<h3><strong>Críticas ao Governo Anterior</strong></h3>
<p>Haddad também criticou a gestão fiscal do governo anterior, afirmando que houve uso excessivo de recursos públicos por medo de perder as eleições de 2022. Ele destacou que o atual governo tem focado na sustentabilidade de programas sociais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), garantindo sua viabilidade a longo prazo.</p>
<p>“Não se trata de corte, mas de racionalidade. Queremos transformar programas sociais em políticas de Estado, garantindo que ninguém possa tirá-los no futuro”, concluiu.</p>
<p>Com a expectativa de um Plano Safra ampliado e uma safra recorde, o governo espera conter a inflação dos alimentos e manter a estabilidade econômica no setor agrícola nos próximos meses.</p>
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		<item>
		<title>Presidente do IBGE propõe lei para garantir &#8220;soberania de dados&#8221; no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/presidente-do-ibge-propoe-lei-para-garantir-soberania-de-dados-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 13:51:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Marcio Pochmann]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sistema nacional]]></category>
		<category><![CDATA[soberania]]></category>
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					<description><![CDATA[Márcio Pochmann, presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), está planejando o primeiro passo para um projeto de lei que garanta a soberania dos dados no Brasil. A proposta é criar o Sistema Nacional de Geociência, Estatísticas e Dados (Singed), integrando cadastros de diversos setores, como saúde, educação e benefícios sociais, e acessando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Márcio Pochmann, presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), está planejando o primeiro passo para um projeto de lei que garanta a soberania dos dados no Brasil. A proposta é criar o Sistema Nacional de Geociência, Estatísticas e Dados (Singed), integrando cadastros de diversos setores, como saúde, educação e benefícios sociais, e acessando informações atualmente controladas pelas grandes empresas de tecnologia, as big techs.</p>
<p>As discussões sobre o projeto ocorrerão de 29 de julho a 2 de agosto, durante a Conferência Nacional dos Agentes, Produtores e Usuários de Dados. Pochmann, em entrevista à Agência Brasil na sede do IBGE em Brasília, manifestou a expectativa de implementar o sistema até 2026. Segundo ele, essa efetivação reduziria custos para o país e proporcionaria melhor planejamento tanto para o setor público quanto para o privado.</p>
<p><strong>A nova dimensão da soberania</strong></p>
<p>Pochmann destacou que o Brasil vive a terceira dimensão da soberania: a soberania de dados. Ele explicou que, enquanto no passado a soberania era política e depois econômica, agora é essencial controlar os dados pessoais e empresariais, que atualmente são dominados por um oligopólio mundial de empresas de tecnologia. &#8220;Essas corporações utilizam os dados de acordo com seus interesses, que não são necessariamente nacionais&#8221;, afirmou.</p>
<p>A proposta é que o IBGE volte a ser o grande coordenador das informações estatísticas e dados oficiais do país, interconectando diversos bancos de dados e registros administrativos. &#8220;Integrar dados reduz custos e dá agilidade para quem toma decisões, seja no setor público ou privado&#8221;, destacou.</p>
<p><strong>Benefícios e desafios do Singed</strong></p>
<p>O Singed pretende não apenas integrar informações existentes em bancos de dados oficiais, mas também acessar dados de redes sociais e sistemas de telefonia brasileira. &#8220;Isso permitiria ao Brasil dispor de uma gama de informações que a era digital possibilita&#8221;, explicou Pochmann.</p>
<p>Ele ressaltou que a implementação desse sistema traria benefícios financeiros e operacionais para o país, reduzindo custos de fragmentação de bancos de dados e permitindo uma ação mais rápida e eficaz diante de situações de emergência, como desastres naturais.</p>
<p><strong>Regulação e proteção de dados</strong></p>
<p>Sobre a regulação e proteção de dados, Pochmann garantiu que o IBGE opera sob a Lei de Sigilo e que os dados utilizados serão desnomeados, ou seja, não será possível identificar indivíduos específicos. &#8220;A ideia do controle é garantir a sustentação democrática e a utilização dos dados para fins estatísticos e de planejamento&#8221;, afirmou.</p>
<p>Pochmann também destacou que o projeto busca proteger a soberania nacional diante das grandes corporações que atualmente detêm e utilizam os dados de maneira lucrativa, sem beneficiar diretamente o país. Ele espera que, após a conferência, o projeto possa ser discutido no Parlamento e avançar ainda este ano.</p>
<p><strong>A soberania de dados como política estratégica</strong></p>
<p>Em sua visão, países em desenvolvimento, como o Brasil, estão mais vulneráveis ao controle de dados pelas big techs, que não pagam tributos nem empregam localmente, mas lucram significativamente com as informações coletadas. &#8220;Essas empresas sabem mais sobre o país do que os próprios governantes&#8221;, alertou Pochmann.</p>
<p>A criação do Singed, sob coordenação do IBGE, visa reverter essa situação, garantindo que o Brasil tenha acesso e controle sobre seus próprios dados, utilizando-os para promover o desenvolvimento nacional de maneira mais eficiente e soberana.</p>
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		<item>
		<title>Lula: BC deveria ser autônomo, mas sofre interferências políticas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-bc-deveria-ser-autonomo-mas-sofre-interferencias-politicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 22:49:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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		<category><![CDATA[Desoneração]]></category>
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		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[Taxação]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta terça-feira (18) a forma como o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, tem conduzido as políticas da instituição. Em entrevista à Rádio CBN, Lula afirmou que a aproximação do presidente do BC com a oposição levanta suspeitas, sugerindo que o governador de São Paulo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta terça-feira (18) a forma como o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, tem conduzido as políticas da instituição. Em entrevista à Rádio CBN, Lula afirmou que a aproximação do presidente do BC com a oposição levanta suspeitas, sugerindo que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, exerça mais influência no BC do que o próprio governo federal.</p>
<p>“Temos um presidente do BC que não demonstra nenhuma capacidade de autonomia e que tem um claro lado político. Na minha opinião, ele trabalha muito mais para prejudicar do que para ajudar o país”, afirmou Lula. Ele ressaltou sua experiência como chefe de Estado, mencionando sua escolha por Henrique Meirelles para a presidência do BC em seu primeiro mandato, e comparando a autonomia de Meirelles à de Campos Neto.</p>
<p>Lula mencionou um evento em que Roberto Campos foi homenageado pelo governador de São Paulo, interpretando isso como um sinal de alinhamento político. “Certamente porque o governador está achando maravilhosa a taxa de juro em 10,5%”, ironizou.</p>
<h4><strong>Juros Altos e Economia</strong></h4>
<p>Lula argumentou que a taxa de juros atual não tem justificativa, especialmente considerando o contexto de baixa inflação. Ele mencionou que a inflação está sob controle e criticou o discurso de uma possível inflação futura como base para manter os juros elevados. &#8220;O Brasil não pode continuar com essa taxa proibitiva de investimento no setor produtivo&#8221;, disse Lula.</p>
<p>O presidente afirmou que diversos líderes financeiros globais, como do FMI e bancos internacionais, veem o Brasil com otimismo, o que, segundo ele, é incompatível com os altos juros praticados no país.</p>
<p>### Taxações e Desonerações<br />
Lula também criticou a postura de legisladores que defendem desonerações para setores lucrativos enquanto taxam importações de baixo valor feitas por pessoas de menor renda. Ele apontou a incoerência entre a crítica aos gastos do governo e o apoio a isenções fiscais para os ricos, citando R$ 546 bilhões em isenções fiscais.</p>
<h4><strong>Orçamento e Desonerações</strong></h4>
<p>Lula se disse disposto a discutir o orçamento nacional com diversos setores da sociedade, mas garantiu que a solução não será &#8220;em cima das pessoas mais humildes deste país&#8221;. Ele mencionou as desonerações recentes para 17 setores da indústria brasileira e questionou a falta de contrapartidas em termos de estabilidade no emprego ou aumentos salariais para os trabalhadores.</p>
<p>Ele alertou que a desoneração da folha de pagamento pode acabar se não houver um acordo entre empresários beneficiados e o Senado, uma vez que há uma decisão da suprema corte sobre o assunto.</p>
<h4><strong>Reeleição</strong></h4>
<p>Sobre uma possível candidatura à reeleição, Lula afirmou que, por enquanto, não quer discutir o assunto, destacando que ainda tem muito a cumprir em seu atual mandato. No entanto, ele não descartou a possibilidade de se candidatar novamente se isso for necessário &#8220;para evitar que os trogloditas que governaram esse país voltem a governar&#8221;. Lula enfatizou que sua prioridade é evitar o retorno de um governo que ele considera fascista e negacionista.</p>
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		<item>
		<title>Exploração de petróleo na costa brasileira é essencial, diz Magda</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/exploracao-de-petroleo-na-costa-brasileira-e-essencial-diz-magda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2024 13:01:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A nova presidente da Petrobras, Magda Chambriard, defendeu nesta segunda-feira (27) a importância das atividades exploratórias na costa brasileira, incluindo a Margem Equatorial, para garantir a segurança energética do país e o abastecimento interno de combustíveis. Em sua primeira entrevista após tomar posse, Chambriard abordou a polêmica em torno do plano de exploração de petróleo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova presidente da Petrobras, Magda Chambriard, defendeu nesta segunda-feira (27) a importância das atividades exploratórias na costa brasileira, incluindo a Margem Equatorial, para garantir a segurança energética do país e o abastecimento interno de combustíveis. Em sua primeira entrevista após tomar posse, Chambriard abordou a polêmica em torno do plano de exploração de petróleo na foz do Rio Amazonas, que enfrenta resistência do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).</p>
<p>Chambriard destacou o compromisso da Petrobras de zerar as emissões de carbono até 2050, alcançando o net zero. &#8220;O MMA precisa entender a necessidade do país e da Petrobras de explorar petróleo e gás para liderar a transição energética. Há muitos investimentos direcionados ao net zero, incluindo projetos de captura de CO2, produção de energia renovável e petróleo verde, além de esforços em direção ao hidrogênio. Vamos investir nessa diversidade de geração de energia&#8221;, afirmou.</p>
<p>A Margem Equatorial, que se estende do Rio Grande do Norte ao Amapá, é vista como uma região de grande potencial pelo setor de óleo e gás. No Plano Estratégico 2024-2028, a Petrobras planeja investir US$ 3,1 bilhões em pesquisas na área, com a expectativa de perfurar 16 poços ao longo dos próximos quatro anos.</p>
<p>Entretanto, a exploração na foz do Amazonas suscita preocupações de ambientalistas sobre possíveis impactos à biodiversidade. Em maio passado, o Ibama negou o pedido da Petrobras para realizar perfurações no bloco FZA-M-59. A Petrobras pediu reconsideração, mas o Ibama exigiu estudos sobre o impacto nas comunidades indígenas antes de prosseguir, uma exigência que a estatal considera ilegal nesta fase do licenciamento.</p>
<p>Chambriard reafirmou o compromisso da Petrobras com a sustentabilidade. &#8220;Estamos oferecendo mais cuidados ambientais do que a lei exige&#8221;, disse. Ela citou a história da empresa com o Programa Nacional do Álcool (Proálcool) como prova de seu compromisso ambiental. &#8220;As críticas eram enormes, mas a Petrobras liderou e fez acontecer. Hoje, o etanol é mais econômico que a gasolina em muitos estados&#8221;, lembrou.</p>
<p>A presidente também mencionou investimentos em biorrefino e a recente decisão da Petrobras de cancelar a venda de cinco refinarias, destacando a importância do refino para a produção de biocombustíveis. &#8220;As grandes empresas de petróleo são verticalizadas. O refino agrega valor e nos interessa. Cada caso é um caso, mas se não fosse interessante, outras empresas não estariam investindo em expansão do refino&#8221;, argumentou.</p>
<p>Por fim, Chambriard falou sobre as estimativas de produção da Petrobras, apontando que, embora a autossuficiência se mantenha até 2030, haverá desafios para repor as reservas. &#8220;Os esforços exploratórios precisam ser mantidos e acelerados. É uma questão de segurança nacional&#8221;, concluiu.</p>
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		<title>Magda aposta em fertilizante: &#8220;Petrobras não rasgará dinheiro&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2024 12:57:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Fertilizantes]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou nesta segunda-feira (27) que a empresa está empenhada no desenvolvimento da indústria nacional de fertilizantes. Em sua primeira entrevista após tomar posse, ela abordou o contrato com o Grupo Unigel, que atualmente está sendo questionado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). &#8220;O Brasil importa cerca de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou nesta segunda-feira (27) que a empresa está empenhada no desenvolvimento da indústria nacional de fertilizantes. Em sua primeira entrevista após tomar posse, ela abordou o contrato com o Grupo Unigel, que atualmente está sendo questionado pelo Tribunal de Contas da União (TCU).</p>
<p>&#8220;O Brasil importa cerca de 80% dos fertilizantes que utiliza. Uma grande parte deles é de nitrogenados, feitos com gás natural. A Petrobras vende gás. Se ela tem um produto que faz sentido ser vendido para fazer fertilizante, nós queremos ajudar a desenvolver o mercado&#8221;, explicou Chambriard.</p>
<p>Ela destacou que as ações da Petrobras estão alinhadas ao planejamento estratégico da empresa e serão cuidadosamente analisadas. &#8220;Não é só desenvolver por desenvolver. Queremos um mercado estruturado para vender nosso produto. Não faremos isso a qualquer preço. Faremos desde que seja lucrativo. Se precisar abaixar um pouco o preço do gás para conquistar o mercado e garantir sua expansão, está valendo. Desde que dê lucro e seja vantajoso&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O contrato com a Unigel, firmado em dezembro de 2019, envolve o arrendamento de duas fábricas de fertilizantes em Camaçari (BA) e Laranjeiras (SE), que estavam paralisadas devido a operações deficitárias. A Unigel retomou a produção nas unidades, mas a interrompeu no ano passado por falta de viabilidade econômica.</p>
<p>No mês passado, a área técnica do TCU solicitou a suspensão do contrato devido a possíveis irregularidades, indicando um prejuízo de R$ 487,1 milhões em oito meses. A Petrobras busca um acordo para evitar a suspensão e, recentemente, o TCU rejeitou o pedido de mediação para uma solução consensual.</p>
<p>Chambriard reafirmou que a Petrobras respeitará o TCU e que a empresa provará que os fertilizantes são um bom negócio. &#8220;Ninguém aqui vai rasgar dinheiro”, afirmou. Ela defendeu o contrato com a Unigel como uma estratégia lógica. &#8220;Desbravar mercados começando por algo já existente é mais fácil. Mas tem que ser lucrativo. Se o TCU tem dúvidas, vamos respondê-las&#8221;.</p>
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		<title>Estrutura consolidada do PCC desafia indícios de divisão interna</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estrutura-consolidada-do-pcc-desafia-indicios-de-divisao-interna/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Mar 2024 13:36:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Baixada Santista]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Paes Manso]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Escudo]]></category>
		<category><![CDATA[PCC]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[As recentes ocorrências de mortes violentas, resultado de disputas internas entre lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC), levantam questões sobre uma possível divisão inédita dentro da facção criminosa. No entanto, especialistas destacam que, apesar dos sinais de ruptura, a estrutura e a cultura estabelecidas pelo grupo já estão firmemente consolidadas, oferecendo pouco espaço para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As recentes ocorrências de mortes violentas, resultado de disputas internas entre lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC), levantam questões sobre uma possível divisão inédita dentro da facção criminosa. No entanto, especialistas destacam que, apesar dos sinais de ruptura, a estrutura e a cultura estabelecidas pelo grupo já estão firmemente consolidadas, oferecendo pouco espaço para o surgimento de uma concorrência significativa.</p>
<p>Essa avaliação é compartilhada pelo pesquisador Bruno Paes Manso, da Universidade de São Paulo (USP), escritor e jornalista, cujas pesquisas há mais de duas décadas abordam temas relacionados à violência. Em uma entrevista à Agência Brasil, Manso ressaltou que a cultura criminal estabelecida pelo PCC parece estar arraigada no estado de São Paulo, tornando improvável a emergência de uma estrutura concorrente, como um &#8220;PCC do B&#8221;.</p>
<figure id="attachment_75590" aria-describedby="caption-attachment-75590" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-75590" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/30-Bruno-Paes-Manso-e-pesquisador-do-Nucleo-de-Estudos-da-Violencia-NEV-da-USP-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C546&#038;ssl=1" alt="Bruno Paes Manso é Pesquisador Do Núcleo De Estudos Da Violência (NEV) Da USP - Expresso Carioca" width="754" height="546" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/30-Bruno-Paes-Manso-e-pesquisador-do-Nucleo-de-Estudos-da-Violencia-NEV-da-USP-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/30-Bruno-Paes-Manso-e-pesquisador-do-Nucleo-de-Estudos-da-Violencia-NEV-da-USP-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C217&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/30-Bruno-Paes-Manso-e-pesquisador-do-Nucleo-de-Estudos-da-Violencia-NEV-da-USP-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C109&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/30-Bruno-Paes-Manso-e-pesquisador-do-Nucleo-de-Estudos-da-Violencia-NEV-da-USP-Expresso-Carioca.webp?resize=120%2C86&amp;ssl=1 120w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/30-Bruno-Paes-Manso-e-pesquisador-do-Nucleo-de-Estudos-da-Violencia-NEV-da-USP-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C543&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-75590" class="wp-caption-text">Bruno Paes Manso é pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP &#8211; Paulo Pinto/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Apesar da incerteza inerente ao mundo do crime, Manso observa que a estrutura do PCC se mantém mesmo diante de conflitos internos, possibilitando a continuidade das atividades criminosas de maneira profissional e lucrativa. Ele destaca que, ao longo de três décadas de atuação, o PCC desenvolveu uma organização que transcende suas lideranças individuais, tornando-se uma força estabelecida na criminalidade paulista.</p>
<p>A recente série de mortes violentas também levanta questionamentos sobre o futuro da segurança pública em São Paulo. Manso ressalta que a possível divisão do PCC poderia desencadear uma disputa pelo mercado das drogas e territórios, potencialmente resultando em um aumento significativo da violência. Ele destaca a preocupação do Ministério Público em enfraquecer economicamente o grupo, dada sua crescente influência política e econômica na região.</p>
<figure id="attachment_75591" aria-describedby="caption-attachment-75591" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-75591" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/30-Bruno-Paes-Manso-e-pesquisador-do-Nucleo-de-Estudos-da-Violencia-NEV-da-USP-Expresso-Carioca-1.webp?resize=365%2C548&#038;ssl=1" alt="Bruno Paes Manso é Pesquisador Do Núcleo De Estudos Da Violência NEV Da USP - Expresso Carioca" width="365" height="548" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/30-Bruno-Paes-Manso-e-pesquisador-do-Nucleo-de-Estudos-da-Violencia-NEV-da-USP-Expresso-Carioca-1.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/30-Bruno-Paes-Manso-e-pesquisador-do-Nucleo-de-Estudos-da-Violencia-NEV-da-USP-Expresso-Carioca-1.webp?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/30-Bruno-Paes-Manso-e-pesquisador-do-Nucleo-de-Estudos-da-Violencia-NEV-da-USP-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C225&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /><figcaption id="caption-attachment-75591" class="wp-caption-text">Bruno Paes Manso é Pesquisador Do Núcleo De Estudos Da Violência NEV Da USP.</figcaption></figure>
<p>Além disso, Manso observa uma tendência semelhante à das máfias italianas, onde grupos criminosos investem em negócios legais para lavar dinheiro ilícito. Ele aponta que o PCC já está inserido na economia formal, controlando empresas e influenciando setores diversos, como o transporte público em São Paulo. Essa ascensão do poder econômico do PCC apresenta novos desafios para as autoridades no combate ao crime organizado.</p>
<p>No que diz respeito à recente escalada de violência na Baixada Santista, especialmente durante as operações Verão e Escudo, Manso destaca a resposta tradicional da polícia diante de mortes de policiais, que muitas vezes resulta em confrontos letais. Ele ressalta a importância de abordagens mais ponderadas na segurança pública, enfatizando a necessidade de reduzir a letalidade policial e evitar respostas baseadas na vingança.</p>
<p>Em resposta às preocupações levantadas, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo enfatizou seu compromisso com a preservação da vida e destacou medidas para reduzir as mortes em confronto, incluindo investimentos em treinamento, aquisição de equipamentos não letais e o uso de câmeras corporais para monitoramento policial.</p>
<p>Apesar dos esforços das autoridades, a complexidade e a persistência dos desafios enfrentados na segurança pública exigem abordagens mais amplas e coordenadas para lidar com o crime organizado e reduzir a violência nas comunidades afetadas.</p>
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