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	<title>Ensino &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Ensino &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Inteligência Artificial: Uma aliada no ensino, revela astudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2024 13:36:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
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		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[Três em cada quatro professores estão a favor da utilização da tecnologia e da inteligência artificial como ferramentas educacionais. No entanto, há desafios a serem superados, incluindo problemas estruturais e pedagógicos que impedem o pleno aproveitamento dessas inovações. Os resultados são parte da pesquisa &#8220;Perfil e Desafios dos Professores da Educação Básica no Brasil&#8221;, divulgada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três em cada quatro professores estão a favor da utilização da tecnologia e da inteligência artificial como ferramentas educacionais. No entanto, há desafios a serem superados, incluindo problemas estruturais e pedagógicos que impedem o pleno aproveitamento dessas inovações.</p>
<p>Os resultados são parte da pesquisa &#8220;Perfil e Desafios dos Professores da Educação Básica no Brasil&#8221;, divulgada pelo Instituto Semesp nesta quarta-feira (8). Realizada entre 18 e 31 de março de 2024, com 444 docentes de todas as regiões do país, a pesquisa revela que 74,8% dos entrevistados apoiam, total ou parcialmente, o uso da tecnologia e inteligência artificial no ensino. No entanto, apenas 39,2% afirmam utilizar essas ferramentas regularmente em suas práticas educativas.</p>
<p>Os professores destacam que, apesar da importância dessas ferramentas, enfrentam obstáculos como a falta de infraestrutura nas escolas e a falta de formação adequada para integrar a tecnologia ao ensino. Além disso, o uso excessivo de dispositivos tecnológicos pelos alunos também é apontado como um desafio, afetando a capacidade de concentração em sala de aula.</p>
<p>Um dos professores participantes da pesquisa enfatizou: &#8220;Os alunos tornaram-se dependentes de respostas imediatas e têm dificuldade em lidar com problemas que demandam resiliência e paciência&#8221;. Outro ponto levantado foi a disparidade entre a velocidade de adoção das novas tecnologias pelos estudantes e a capacidade das escolas em acompanhá-las, o que pode levar a uma desconexão entre o conteúdo ministrado e o interesse dos alunos.</p>
<p>**Desafios e Perspectivas para o Futuro**</p>
<p>A pesquisa também revela o interesse dos jovens em áreas relacionadas à tecnologia e saúde no ensino superior. O curso de ciência da computação desponta como o mais desejado, seguido por áreas como saúde e administração.</p>
<p>Para promover uma transição suave dos estudantes do ensino médio para o ensino superior, o diretor executivo do Semesp, Rodrigo Capelato, sugere a integração de cursos técnicos nas instituições de ensino superior, como parte do programa Pé-de-Meia. Este programa, lançado recentemente pelo governo federal, busca oferecer apoio financeiro a estudantes de baixa renda, incentivando-os a prosseguir com seus estudos.</p>
<p>Capelato enfatiza que a iniciativa não só aumentará a conclusão do ensino médio, mas também abrirá mais portas para o ingresso no ensino superior. Ao oferecer cursos técnicos, as instituições podem não só reduzir a evasão escolar, mas também proporcionar aos alunos uma visão prática do ambiente universitário, auxiliando na escolha de suas futuras carreiras.</p>
<p>Com projetos como o Pé-de-Meia, o ensino privado busca colaborar com o acesso à educação superior, criando oportunidades para uma geração mais bem preparada e conectada com as demandas do mercado de trabalho.</p>
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		<title>Escola em tempo integral é grande salto para o país, diz educador</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/escola-em-tempo-integral-e-grande-salto-para-o-pais-diz-educador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2023 17:20:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Escola em tempo integral]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Escola em Tempo Integral]]></category>
		<category><![CDATA[Yuri Norberto]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta segunda-feira (31), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona a Lei de Incentivo às Escolas de Tempo Integral. O texto regulamenta o repasse de recursos e de assistência técnica da União para estados e municípios no intuito de ampliar o número de vagas nessa modalidade de ensino, que prevê uma jornada igual ou [&#8230;]]]></description>
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<p>Nesta segunda-feira (31), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona a Lei de Incentivo às Escolas de Tempo Integral. O texto regulamenta o repasse de recursos e de assistência técnica da União para estados e municípios no intuito de ampliar o número de vagas nessa modalidade de ensino, que prevê uma jornada igual ou superior a sete horas diárias, ou 35 horas semanais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A previsão é de que sejam investidos R$ 4 bilhões no programa, que tem como meta criar, até 2026, 3,6 milhões de novas vagas, sendo 1 milhão de novas matrículas logo na primeira etapa.</p>
<p>A convite do Ministério da Educação, o professor Yuri Norberto, do Centro de Excelência Atheneu Sergipense, está em Brasília para representar educadores brasileiros na solenidade de sanção da legislação. Sergipe é o quarto estado do Brasil com maior taxa de matriculados no ensino integral – das 318 escolas estaduais, 96 são em tempo integral – 11 de ensino fundamental, três de ensinos médio e fundamental, seis de ensino profissionalizante e 76 de ensino médio integral. A previsão é chegar a 156 unidades nos próximos anos.</p>
<p>Em entrevista, o professor de sociologia citou projetos classificados por ele mesmo como inovadores na educação, como o Atheneu ONU, um modelo de simulação das Nações Unidas em que os alunos simulam ser chefes de Estado, e o Laboratório de Educação e Aprendizagem Digital, no qual os alunos aprendem sobre <em>marketing</em>, programação e produção de conteúdo.</p>
<p>Norberto também é o criador do projeto Observatório Internacional da Notícia, que tem como objetivo promover uma espécie de alfabetização digital e combater a desinformação.</p>
<p>Confira os principais trechos da entrevista:</p>
<p>Na sua avaliação, qual a importância da educação em tempo integral no Brasil hoje?<br />
<strong>Yuri Norberto</strong>: Acho que esse talvez seja o ponto fundamental: o grande salto que o Brasil pode dar agora é a educação em tempo integral porque ela tem essa visão não só de tempo integral, mas da integralidade do aluno. O Brasil já conseguiu avançar em alfabetização, em universalizar todos os níveis e modalidades da educação básica. Estamos prontos pra dar o próximo passo, que é uma educação integral e que, no meu entender, vem sim por meio da educação de tempo integral.</p>
<p>A partir da sua experiência com a educação integral, o que essa modalidade produz nos alunos?<br />
<strong>Yuri Norberto</strong>: A gente costuma dizer, na educação em tempo integral, que a pedra fundamental é o projeto de vida: qual o sonho que o aluno traz pra escola e como a escola pode potencializá-lo pra que ele alcance esse objetivo? Não é possível que a gente não consiga trabalhar e dar ao jovem o direito que ele tem de entender quem ele é e projetar quem ele quer ser e quais espaços quer alcançar.</p>
<p>Na educação integral, tudo o que a gente faz, leciona e organiza tem como base o projeto de vida dos alunos. É como se fosse um projeto de customização da educação – a gente adapta a escola àqueles alunos pra que ela atenda àqueles projetos de vida. Aí sim a educação faz sentido. Eu, aluno, vou estar em um lugar que me acolhe, que me entende e que me ajuda a potencializar quem eu sou.</p>
<p>Dentro desse contexto do ensino integral, que tipo de ações colaboram para a permanência dos estudantes nas escolas?<br />
<strong>Yuri Norberto</strong>: A tutoria é um processo muito interessante. É um direito que o aluno tem, de ter uma conversa com alguém que vai orientá-lo. Temos também as disciplinas eletivas, que a gente chama de parte diversificada do currículo. No momento em que a gente pega o currículo, ele vai se apresentar de diferentes formas pro aluno – às vezes, de maneira mais lúdica, às vezes, de maneira um pouco mais prática.</p>
<p>É nessa escola que os alunos gostam de estar e onde o processo de aprendizagem é dinâmico, plural, diverso e envolvente. Então, a escola começa a fazer sentido. Ela passa a ser um lugar de afeto e acolhimento atrelado ao aprendizado.</p>
<p>Quando a gente fala em formação integral, é preciso fomentar uma política educacional que preze pela valorização do professor?<br />
<strong>Yuri Norberto</strong>: A valorização tem dois caminhos. Claro que tem a valorização salarial, muito importante. Mas há também uma valorização da formação do professor. É preciso que o professor tenha a oportunidade de refazer a sua formação e aprender coisas novas. A valorização do professor passa por esses dois caminhos: acolhimento, apoio, salário, mas, principalmente, formação.</p>
<p>s mudanças exigiriam, portanto, alterações nos currículos e nas jornadas de trabalho dos profissionais de educação?<br />
<strong>Yuri Norberto</strong>: Sim. Se você olhar, todas as profissões mudaram ao longo do tempo. Nós não seríamos exceção. Talvez a profissão de educador seja a última a estar mudando. A gente continua com a mesma forma de contratação e de distribuição de carga horária. Parece que ficamos pra trás. Na verdade, implementar essas alterações nos currículos e nas jornadas de trabalho dos profissionais de educação seria acompanhar o passo que a sociedade está dando.</p>
<p>O senhor pode detalhar alguns dos projetos que encabeça atualmente e que envolvem o ensino integral?<br />
<strong>Yuri Norberto</strong>: Vou destacar dois. O Atheneu ONU, um modelo de simulação das Nações Unidas em que os alunos simulam ser chefes de Estado de diversos países. Eles pesquisam sobre outros países, a parte política e geográfica. A partir desse conhecimento, eles precisam mobilizar um conjunto de tarefas, aprender a negociar, conversar e a estabelecer prioridades. Assim, a gente vai desenvolvendo o ser humano como um todo.</p>
<p>Outro projeto que temos é o Laboratório de Educação e Aprendizagem Digital. Os alunos aprendem <em>marketing</em>, programação, produção de conteúdo. Costumo dizer que é a escola dentro da escola, já que a gente refaz o processo de aprendizagem e leva pra dentro da escola coisas que geralmente eles não aprenderiam lá.</p>
<p>Como o senhor vê essa retomada de uma política nacional para ampliar as matrículas no ensino em tempo integral?<br />
<strong>Yuri Norberto</strong>: Vejo com muita esperança. Afinal, a gente passou um período com a educação em tempo integral com limitação de expansão. Essa retomada agora com força, com pujança, com um projeto de lei, o que é muito importante, já que, até então, existia só uma portaria. É até uma segurança jurídica, algo que vai ficar, algo que a sociedade toda está demandando. Vejo com muitos bons olhos.</p>
<p>Finalmente, estão enxergando a educação em tempo integral não só como algo exótico e bem sucedido pontualmente, mas como algo que a gente precisa fazer para todo o país, como uma política de massa.</p>
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</div>
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		<title>USP Ribeirão disponibiliza série sobre febre maculosa para crianças</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/usp-ribeirao-disponibiliza-serie-sobre-febre-maculosa-para-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2023 00:27:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[febre maculosa]]></category>
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		<category><![CDATA[Pedagogia]]></category>
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					<description><![CDATA[P esquisadores da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP) estão disponibilizando, gratuitamente, uma série de animações sobre febre maculosa para crianças de 6 a 12 anos. O material, dividido em quatro episódios, é acompanhado de um manual para educadores, com sugestões de atividades a serem realizadas em sala de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>P</p>
<p>esquisadores da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP) estão disponibilizando, gratuitamente, uma série de animações sobre febre maculosa para crianças de 6 a 12 anos. O material, dividido em quatro episódios, é acompanhado de um manual para educadores, com sugestões de atividades a serem realizadas em sala de aula.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O material foi desenvolvido de forma interdisciplinar com participação de especialistas em pedagogia, psicologia e linguagem, e comunicação de crianças.</p>
<p>“Optamos por trabalhar com crianças, uma vez que elas costumam brincar em áreas de risco e entrar em contato com o carrapato-estrela [transmissor da bactéria <em>Rickettsia rickettsii</em>, que causa a febre maculosa brasileira] e devem estar conscientes da importância da auto-inspeção, que é a busca do aracnídeo no corpo para a retirada correta, que evita a contaminação”, disse Beatriz Rossetti Ferreira, veterinária, professora de Parasitologia Humana e Patologia Geral da EERP-USP e coordenadora do trabalho.</p>
<p>A produção dos vídeos, de dois minutos cada, contou com o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).</p>
<p>O manual para educadores pode ser solicitado pelos e-mails gabriela.rodrigues.bragagnollo@usp.br ou brferrei@usp.br.</p>
<p>Clique <a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLG7zr0NuXU6Aa6O2PjE4OhGJ3IkHBmeOF" target="_blank" rel="noopener">aqui e confira os quatro</a> episódios.</p>
<p>Assista ao primeiro episódio da série:</p>
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<h2>Casos no Estado</h2>
<p>Até a última sexta-feira (16), o estado de São Paulo registrava 19 casos da doença, com nove óbitos.</p>
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