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	<title>Enfermagem &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Supremo Tribunal Federal Mantém 44 Horas Semanais como Referência para Piso Salarial da Enfermagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Dec 2023 13:56:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Piso Salarial]]></category>
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					<description><![CDATA[O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por maioria, manter as 44 horas semanais como base para o pagamento do piso salarial nacional da enfermagem. A deliberação, encerrada às 23h59 desta segunda-feira (18) por meio do plenário virtual, estabeleceu ainda a necessidade de negociação coletiva regionalizada no setor privado e permitiu a redução salarial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por maioria, manter as 44 horas semanais como base para o pagamento do piso salarial nacional da enfermagem. A deliberação, encerrada às 23h59 desta segunda-feira (18) por meio do plenário virtual, estabeleceu ainda a necessidade de negociação coletiva regionalizada no setor privado e permitiu a redução salarial com pagamento proporcional do piso em casos de diminuição de jornada.</p>
<p>O ministro Dias Toffoli foi o defensor principal desse entendimento, que impacta especialmente os profissionais celetistas que atuam em hospitais privados. Para os profissionais de enfermagem do setor público, o Supremo já havia validado, em ocasião anterior, o pagamento imediato do piso salarial.</p>
<p>A decisão prevê que, nos casos dos profissionais celetistas, a definição do pagamento do piso seja resultado de negociações coletivas, dando prevalência ao negociado sobre o legislado. Em situações em que as negociações não avancem, foi autorizada a abertura de dissídio coletivo, um processo judicial trabalhista destinado a resolver impasses. Essa autorização representa uma mudança em relação a um entendimento anterior, que determinava o pagamento do piso na forma da lei em caso de falta de acordo.</p>
<p>Toffoli recebeu o apoio dos ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Gilmar Mendes, Luiz Fux e Nunes Marques. Por outro lado, o relator, ministro Luís Roberto Barroso, e os ministros Edson Fachin, Cármen Lúcia e André Mendonça ficaram vencidos. Barroso defendia a redução da carga horária para 40 horas semanais e a nacionalização da regra, em oposição à regionalização.</p>
<p>De acordo com a lei, o novo piso para enfermeiros contratados sob a CLT, tanto no setor público quanto no privado, é de R$ 4.750. Técnicos de enfermagem recebem, no mínimo, 70% desse valor (R$ 3.325), enquanto auxiliares de enfermagem e parteiras recebem 50% (R$ 2.375).</p>
<p>Vale ressaltar que em 2022, o pagamento do piso foi suspenso pelo STF devido à falta de recursos, sendo liberado em maio após a abertura de crédito especial pelo governo federal no valor de R$ 7,3 bilhões para garantir a quitação dos profissionais da rede pública.</p>
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		<title>Efetivação de piso salarial da enfermagem ainda enfrenta resistência</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/efetivacao-de-piso-salarial-da-enfermagem-ainda-enfrenta-resistencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 May 2023 15:23:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[enfermeiros]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Piso Salarial]]></category>
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					<description><![CDATA[Profissionais da enfermagem enfrentam resistência à efetivação do piso salarial, após o Supremo Tribunal Federal (STF) liberar, no último dia 15, o pagamento. O argumento de entidades de empregadores e municípios é falta de recursos o que, consequentemente, geraria desemprego para o segmento profissional. Entrentanto, para a economista Marilane Teixeira, professora e pesquisadora do Centro de Estudos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Profissionais da enfermagem enfrentam resistência à efetivação do piso salarial, após o Supremo Tribunal Federal (STF) liberar, no último dia 15, o<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-05/barroso-libera-pagamento-do-piso-nacional-da-enfermagem" target="_blank" rel="noopener"> pagamento.</a> O argumento de entidades de empregadores e municípios é falta de recursos o que, consequentemente, geraria desemprego para o segmento profissional.</p>
<p>Entrentanto, para a economista Marilane Teixeira, professora e pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit), ligado ao Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o estabelecimento de pisos salariais traz avanços notórios já que leva à valorização das ocupações e melhora os rendimentos do trabalho. ficou muito evidente na pandemia, as pessoas foram fundamentais e foram dos profissionais que mais perderam suas vidas, justamente cuidando da vida dos das outras pessoas”, avaliou.</p>
<p>“A gente chegou, tanto no caso do piso da enfermagem como em outras categorias, a um determinado patamar em relação ao que é um valor, um preço justo, pela força de trabalho a partir de um reconhecimento de que é um trabalho essencial e necessário. No caso da enfermagem, ficou muito evidente na pandemia, as pessoas foram fundamentais e foram os profissionais que mais perderam suas vidas, justamente cuidando da vida dos das outras pessoas”, avaliou.</p>
<p>A liberação do pagamento foi feita pelo ministro Luís Roberto Barroso, do STF. Contudo, o ministro entendeu que estados e municípios devem pagar o piso nacional da enfermagem nos limites dos valores que receberem do governo federal. Para profissionais da iniciativa privada, está prevista a possibilidade de negociação coletiva.</p>
<p>A decisão do ministro foi proferida após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter sancionado a <a href="http://https//agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-05/lula-sanciona-r-73-bilhoes-para-novo-piso-nacional-da-enfermagem" target="_blank" rel="noopener">abertura de crédito especial</a> de R$ 7,3 bilhões para o pagamento do piso. A medida foi publicada na sexta-feira (12), Dia Internacional da Enfermagem.</p>
<p>Historicamente, os empregadores tendem a resistir em relação ao pagamento de um de um piso salarial mínimo. “Essa pressão por parte dos empregadores é histórica. Estamos falando de relação do capital e trabalho, então tudo que implica em melhora do ponto de vista da remuneração salarial sempre vai encontrar uma certa resistência do outro lado no sentido de cumprir com as condições”, disse.</p>
<p>“As categorias mais organizadas, mais estruturadas, foram na verdade as que mais inovaram nesse sentido, porque como elas tinham mais poder de força de negociação, elas foram impondo também os pisos salariais e com valores relativamente superiores ao que é praticado em termos de salário mínimo”, disse, acrescentando que o salário mínimo é referência importante sobretudo para as categorias que não estão tão organizadas.</p>
<p>A pesquisadora destaca que há categorias formadas predominantemente por mulheres, como é o caso da enfermagem, o que leva à maior dificuldade no reconhecimento social do valor e da função dessas profissões. “É uma ideia de que &#8216;enfermeira é cuidadora&#8217;, então é uma função que as mulheres já nascem sabendo e não precisam de muita capacitação para realizar uma coisa que é inata. Então, por que pagar salários altos por um trabalho que elas já nasceram sabendo fazer? Mas não é verdade, é uma área fundamental”, acrescentou.</p>
<h2>Desemprego</h2>
<p>A pesquisadora afirmou ainda que não há nenhuma evidência que mostre que a conquista de piso salariais foi relacionada ao desemprego, à extinção ou à redução de demanda por determinado tipo de ocupação. “Isso é uma pressão de quem obviamente resiste, sempre resistiu a qualquer avanço em termos de direito, porque não é só no piso, também se manifesta em outros direitos. Toda vez que você avança num determinado direito, sempre tem a pressão de que isso vai gerar desemprego”, disse.</p>
<p>Segundo ela, o que vai determinar a geração de desemprego em uma categoria é a avaliação de que determinada ocupação perdeu o sentido do ponto de vista social e, portanto, foi se ressignificando e sendo criadas outras funções com trabalhos similares que possam substituí-la. “Depende da demanda e não necessariamente da remuneração”, afirmou.</p>
<h2>Valor</h2>
<p>O novo piso para enfermeiros contratados sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) é de R$ 4.750, conforme definido pela Lei nº 14.434. Técnicos de enfermagem recebem, no mínimo, 70% desse valor (R$ 3.325) e auxiliares de enfermagem e parteiras, 50% (R$ 2.375). O piso vale para trabalhadores dos setores público e privado.</p>
<p>Dados do Conselho Federal de Enfermagem contabilizam mais de 2,8 milhões de profissionais do setor no país, incluindo 693,4 mil enfermeiros, 450 mil auxiliares de enfermagem e 1,66 milhão de técnicos de enfermagem, além de cerca de 60 mil parteiras.</p>
<h2>Empregadores</h2>
<p>A Confederação Nacional de Municípios (CNM) avalia que a medida é uma “ilusão”. Em nota, a entidade afirmou que “o valor sancionado não paga um terço do piso dos profissionais de saúde que atuam nos municípios. Além disso, trata-se de recurso somente para 2023, não permanente para uma despesa continuada, não traz regulamentação sobre a forma de distribuição e transferência, e é destinado apenas aos profissionais da atenção especializada, ficando de fora os profissionais da atenção básica, como aqueles que atendem o Estratégia Saúde da Família.”</p>
<p>Dados da confederação mostram que os municípios têm em seu quadro mais de 589 mil postos de trabalho da enfermagem. De acordo com estimativa da entidade, o impacto do piso aos municípios será de R$ 10,5 bilhões neste ano. “No entanto, a Lei 14.581/2023 se limitou a destinar R$ 3,3 bilhões aos entes locais, apesar de ser a esfera municipal que absorve o maior impacto financeiro com a instituição do piso”, diz a nota. Ainda segundo a entidade, com a vigência da medida, há risco de desligamento de mais de 32,5 mil profissionais da enfermagem.</p>
<p>A Federação Brasileira de Hospitais (FBH) informou que lamenta a decisão de Barroso. “A decisão veio sem que fosse apresentada, conforme solicitava liminar emitida pelo próprio ministro, soluções para minimizar o impacto dos custos com o reajuste na rede privada”, disse, em nota. A entidade ressalta que o PL assinado pelo presidente Lula é destinado apenas aos hospitais públicos, o que não resolve o impacto na rede privada, estimado pela FBH em mais de R$ 7 bilhões anuais.</p>
<p>A entidade acrescenta que, apesar de São Paulo, Minas e Rio responderem por 48% do total de vínculos em profissionais de enfermagem, será o Nordeste que mais será impactado. “A região com mais estados no país terá que lidar com um aumento de 40% de custos, pois 84% dos profissionais da categoria recebem abaixo do piso estipulado. Estados como Maranhão e Pernambuco chegam a ter 90% dos vínculos abaixo do piso estipulado.”</p>
<p>O presidente da FBH, Adelvânio Francisco Morato teme pelos 4,2 mil estabelecimentos filiados, principalmente os de pequeno e médio porte, que representam 70% do total. A estimativa é que haja redução de 30% do quadro de enfermagem nos hospitais com até 100 leitos.</p>
<p>“O governo, em nenhum momento, demonstrou preocupação em estabelecer as fontes de custeio. Com isso, centenas de hospitais vão fechar as portas, e o país vai registrar aumento no desemprego, além de precarização no acesso a serviços de saúde no interior”, avaliou Morato. Segundo ele, a rede privada responde por 62% dos cerca de 1,3 milhão de profissionais de enfermagem do país, e 71% dos pequenos estabelecimentos estão fora das capitais.</p>
<h2>Trabalhadores</h2>
<p>Para o conselheiro do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Daniel Menezes de Souza, a liberação do piso pelo STF “representa a concretização do que sempre defendemos, de que o piso é constitucional, que há recursos para o financiamento do setor público e se concretiza como um passo na conquista de reconhecimento social para nossa profissão”.</p>
<p>Em relação à falta de recursos para o pagamento do piso, ele explicou que durante a tramitação do projeto no Congresso Nacional, as equipes técnicas usaram os dados oficiais, com estudos realizados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), para calcular o impacto financeiro do valor necessário para completar aquilo que faltava para alcançar o equivalente ao piso.</p>
<p>“Esses valores foram liberados pela União, então não há justificativa para que o pagamento não se concretize. Para os privados, o piso também deverá ser pago, contudo a partir de 1º de julho. Quanto à negociação coletiva, entendemos que ela parte dos direitos mínimos já garantidos na proteção do trabalhador, e o valor estabelecido por lei que cria piso é uma dessas garantias”, disse. Para cada ano, os valores devem ser incluídos na lei que estabelece as prioridades do Orçamento da União – a LDO, que é aprovada anualmente.</p>
<p>Menezes ressalta que a argumentação em torno de demissões era usada quando não havia a fonte de custeio definida e que estes postos de trabalho são fundamentais para garantir a produtividade nestes serviços. “Entendemos que, com a criação do fundo estabelecido na emenda constitucional 127 e a consequente disponibilização dos recursos no Orçamento da União e a confirmação dos repasses pelo Ministério da Saúde, não há qualquer justificativa para manter este discurso.” Ele afirma ainda que, para o setor privado com fins lucrativos, o pagamento do piso representa em média menos de 5% de seu faturamento.</p>
<p>O presidente do Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP), James Francisco dos Santos, considerou a medida “um grande alívio e uma grande justiça”, ressaltando que o piso salarial é um direito pelo qual a categoria vinha lutando há décadas.</p>
<p>“O piso salarial da enfermagem não é uma novidade e todo o movimento, apesar das iniciativas em contrário, denotava que ele seria aprovado. É um justo reconhecimento ao trabalho realizado pela maior força de trabalho da saúde brasileira e sempre contou com um grande apoio popular. Portanto, a gestão das unidades de saúde pode ser realizada de forma a reorganizar suas finanças e direcionar o investimento necessário para o cumprimento do piso salarial”, avaliou Santos.</p>
<p>Em relação ao risco de demissões, apontado pelo setor patronal, ele afirma que a enfermagem é uma das profissões mais promissoras para a saúde, que sua presença é essencial nas instituições, e um corte de profissionais da área configuraria uma ameaça à qualidade da assistência prestada. “No caso da negociação coletiva das instituições privadas, o que esperamos é que sejam respeitados os valores previstos na Lei nº 14.434, pois são fruto de extensas tratativas que foram realizadas ao longo dos anos também com representantes da iniciativa privada”, ressaltou.</p>
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		<title>Mais de 54 mil profissionais disputam vaga de residência pelo Enare</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mais-de-54-mil-profissionais-disputam-vaga-de-residencia-pelo-enare/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2022 12:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[biomedicina]]></category>
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		<category><![CDATA[residência na área de saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste domingo (6), 54.045 profissionais da área de saúde disputam mais de 4 mil vagas de residência em várias áreas de saúde em 90 instituições em todo o país por meio do Exame Nacional de Residência (Enare) 2022/2023. O número de candidatos é 70% maior do que na edição anterior. O resultado final será divulgado [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>Neste domingo (6), 54.045 profissionais da área de saúde disputam mais de 4 mil vagas de residência em várias áreas de saúde em 90 instituições em todo o país por meio do Exame Nacional de Residência (Enare) 2022/2023. O número de candidatos é 70% maior do que na edição anterior. O resultado final será divulgado no fim deste ano, e a matrícula dos aprovados será de 10 de fevereiro a 31 de março de 2023.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), estatal vinculada ao Ministério da Educação (MEC) e responsável pelo exame, o Enare tem como objetivo otimizar a forma de selecionar os residentes, oferecendo benefícios para as instituições e candidatos. O  processo seletivo contempla instituições públicas e privadas sem fins lucrativos com vagas de programas de residência médica ou programas de residência em área profissional da saúde (uniprofissional ou multiprofissional), reconhecidos pelo MEC e que tenham vagas autorizadas com financiamento das bolsas garantido. Entre as profissões estão medicina, enfermagem, farmácia, psicologia e biomedicina, entre outras.</p>
<p>Nas duas primeiras edições, as instituições participantes tiveram menos vagas ociosas, eliminaram os custos e a carga burocrática da realização dos exames individuais e ampliaram a qualificação da seleção. Para os candidatos, o exame unificado apresentou vantagens como custo menor, data única para a realização das provas, aplicação em todas as capitais e algumas cidades-polo, possibilidade de escolha de onde o residente queria atuar, dentre outras.</p>
<h2>Provas</h2>
<p>Para saber onde fará a prova neste domingo, o candidato pode acessar o <a href="https://enare.ebserh.gov.br/" target="_blank" rel="noopener"><em>site </em>do Enare</a>, clicando na área médica ou uni e multiprofissional, a depender da sua inscrição, e acessar o cartão de informação do candidato. Além das capitais de todos os estados e do Distrito Federal, as provas serão aplicadas em 23 grandes centros urbanos: Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo; Sinop, em Mato Grosso; Dourados, em Mato Grosso do Sul; Imperatriz, no Maranhão; Juiz de Fora, Montes Claros, Patos de Minas e Uberlândia, em Minas Gerais; Cajazeiras e Campina Grande, na Paraíba; Cascavel, Guarapuava, Londrina e Pato Branco, no Paraná; Santa Cruz, no Rio Grande do Norte; Passo Fundo, no Rio Grande do Sul; Criciúma e Jaraguá do Sul, em Santa Catarina; Campinas, São Carlos, Sorocaba e Votuporanga, em São Paulo; e Araguaína, no Tocantins.</p>
<p>O processo seletivo abrange instituições públicas e privadas sem fins lucrativos com vagas de programas de residência médica ou programas de residência em área profissional da saúde (uniprofissional ou multiprofissional), reconhecidos pelo MEC e que tenham vagas autorizadas com financiamento garantido das bolsas. Entre as áreas profissionais, estão medicina, enfermagem, farmácia, psicologia e biomedicina.</p>
<h2>Enem da Residência</h2>
<p>O sistema de classificação do Enare é semelhante ao do Enem/Sisu (Exame Nacional do Ensino Médio/Sistema de Seleção Unificada), em que o candidato sai com a nota alcançada na especialidade escolhida após as provas e a usa para indicar onde pretende atuar.</p>
<p>“O sistema fica aberto por um tempo determinado para que cada candidato registre o local de sua preferência. As melhores notas se sobrepõem às menores, determinando, ao fechar, quem ocupará as vagas. Em seguida, ele [sistema] é aberto novamente para preencher as vagas ociosas e para formação de cadastro reserva, reduzindo muito a possibilidade de deixar vagas ociosas”, informou a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares.</p>
<h2>Histórico</h2>
<p>A primeira edição do exame, realizada em 2020, contou com mais de 4,1 mil inscritos disputando 304 vagas em oito hospitais da Rede Ebserh/MEC e um hospital militar. A segunda edição, realizada no ano passado, contou com mais de 32 mil inscritos para 3,2 mil vagas em 81 instituições.</p>
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