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	<title>Energia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Energia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Presidente Lula sanciona marco legal do Hidrogênio Verde</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/presidente-lula-sanciona-marco-legal-do-hidrogenio-verde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 20:31:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova fonte pode alavancar produção de energia no país. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta sexta-feira (4), a Política Nacional do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono, conhecida como hidrogênio verde, que promete impulsionar a produção de energia limpa no Brasil. O evento ocorreu no Porto do Pecém, em São Gonçalo do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Nova fonte pode alavancar produção de energia no país.</em></p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta sexta-feira (4), a Política Nacional do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono, conhecida como hidrogênio verde, que promete impulsionar a produção de energia limpa no Brasil. O evento ocorreu no Porto do Pecém, em São Gonçalo do Amarante, no Ceará.</p>
<p>Ao discursar, Lula destacou as potencialidades do Brasil na transição energética e no combate às mudanças climáticas, sublinhando a responsabilidade dos países ricos na mitigação dos danos ambientais. “Quando eu vejo o pessoal falar de hidrogênio verde, de revolução de energia solar, eólica, biomassa, eu fico pensando qual é o país do mundo que pode competir com o Brasil?”, questionou o presidente.</p>
<h4><strong>Incentivos e Certificação</strong></h4>
<p>O marco legal do hidrogênio verde institui o sistema brasileiro de certificação do hidrogênio e mecanismos de incentivo para aumentar a atratividade dos projetos de produção de energia. Serão R$ 18 bilhões em incentivos fiscais do governo nos próximos cinco anos, visando a descarbonização da indústria e dos transportes.</p>
<p>Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, o Brasil tem mais de R$ 200 bilhões em projetos de hidrogênio verde anunciados dentro do Programa Nacional do Hidrogênio (PNH2). O Plano Decenal de Expansão de Energia 2031, elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), aponta que o Brasil tem potencial técnico para produzir 1,8 gigatonelada de hidrogênio por ano, sendo que aproximadamente 90% desse volume viria de energias renováveis.</p>
<h4><strong>Desenvolvimento Tecnológico e Industrial</strong></h4>
<p>“O senhor, presidente, torna realidade um projeto histórico, cria uma nova indústria para o Brasil, acende a chama que vai revolucionar a matriz de energia do planeta”, afirmou Silveira, destacando que a nova política fortalecerá a agricultura nacional e a soberania energética do país.</p>
<p>A política visa também associar a indústria de hidrogênio verde à produção de fertilizantes nitrogenados, reduzindo a dependência de importações. O Brasil consome 8% de toda a produção mundial de fertilizantes, mas importa 85% do insumo usado pelo agronegócio.</p>
<h4><strong>Ceará: Hub de Produção de Hidrogênio Verde</strong></h4>
<p>O Ceará deve se tornar o principal produtor de hidrogênio verde no país, com uma usina no Porto do Pecém. No fim de 2023, a mineradora australiana Fortescue anunciou investimentos de US$ 5 bilhões em um projeto para produzir hidrogênio verde no Complexo Industrial e Portuário do Pecém, com potencial para produzir 837 toneladas de hidrogênio verde por dia usando 2.100 megawatts de energia renovável.</p>
<h4><strong>Investimentos em Infraestrutura</strong></h4>
<p>Durante o evento, foram assinados documentos ligados à infraestrutura e ao desenvolvimento regional, incluindo a ordem de serviço para o início das obras da Ferrovia Transnordestina, que deverá ligar o interior do Piauí aos portos do Pecém e de Suape, beneficiando a produção agrícola na região de Matopiba.</p>
<p>Lula também assinou uma medida provisória alterando a lei do Programa Nacional de Mobilidade Verde e Inovação (Mover), visando a descarbonização da frota automotiva do país, e sancionou a lei que autoriza a criação do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS) para o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).</p>
<h4><strong>Legislação do Hidrogênio Verde</strong></h4>
<p>Aprovada em julho no Congresso, a nova legislação estabelece diretrizes para a produção, transporte e uso do hidrogênio verde e institui uma certificação voluntária e incentivos tributários federais. De 2025 a 2030, o governo suspenderá a incidência do PIS/Pasep e da Cofins em projetos de hidrogênio verde, incluindo a importação de máquinas e materiais de construção.</p>
<h4><strong>Hidrogênio Verde: O Combustível do Futuro</strong></h4>
<p>O hidrogênio verde é produzido sem o uso de combustíveis fósseis, utilizando fontes de energia renováveis como eólica, solar e hidrelétrica. Considerado o combustível do futuro, ele é essencial para a segurança energética global, especialmente em contextos de crises energéticas como a causada pela guerra na Ucrânia.</p>
<p>A produção de hidrogênio verde pode ser feita a partir de biocombustíveis, fontes renováveis, energia nuclear e sequestro de carbono, consolidando o Brasil como um líder na transição energética global.</p>
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		<title>Governo anuncia novas regras para distribuidoras de energia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-anuncia-novas-regras-para-distribuidoras-de-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2024 12:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Apagão]]></category>
		<category><![CDATA[distribuidora de energia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (20), o Ministério de Minas e Energia revelou que publicará um decreto estabelecendo regras mais rigorosas para os contratos com distribuidoras de energia elétrica. A previsão é que o decreto seja oficializado nesta sexta-feira (21) no Diário Oficial da União. O novo regulamento incluirá 17 diretrizes que as distribuidoras deverão seguir em contratos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (20), o Ministério de Minas e Energia revelou que publicará um decreto estabelecendo regras mais rigorosas para os contratos com distribuidoras de energia elétrica. A previsão é que o decreto seja oficializado nesta sexta-feira (21) no Diário Oficial da União.</p>
<p>O novo regulamento incluirá 17 diretrizes que as distribuidoras deverão seguir em contratos futuros. Para contratos já existentes, as empresas terão a opção de se ajustar às novas normas para poder renovar suas concessões.</p>
<p>Entre as principais regras, estão a imposição de metas obrigatórias para a retomada de serviços em situações de eventos climáticos extremos, como tempestades, vendavais e quedas de árvores que interrompam o fornecimento de energia. Além disso, a satisfação do consumidor passará a ser um critério crucial para a avaliação das distribuidoras.</p>
<p>Em caso de descumprimento das normas ou falhas no serviço, haverá restrições na distribuição de dividendos aos acionistas da companhia e o processo de punição será mais célere.</p>
<p>“O objetivo é realmente melhorar a qualidade da energia entregue às residências, comércios e áreas rurais. Estimamos que 56 milhões de unidades consumidoras serão impactadas. Os novos contratos serão mais modernos, exigindo que as empresas garantam a capacidade real de prestação do serviço. A qualidade será efetivamente medida pelo serviço prestado ao consumidor. Longos desligamentos e esperas intermináveis nos call centers não serão mais tolerados pela população”, afirmou o ministro Alexandre Silveira durante uma entrevista coletiva.</p>
<p>O governo federal busca evitar situações como a vivida pelos moradores de São Paulo, que ficaram dias sem energia devido a fortes chuvas na região metropolitana, problema atribuído à concessionária Enel. As novas regras visam assegurar uma resposta mais rápida e eficiente das distribuidoras em casos de emergências climáticas, garantindo maior segurança e conforto aos consumidores.</p>
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		<title>PAC planeja a execução de mais de 300 projetos de infraestrutura em rodovias e ferrovias</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pac-planeja-a-execucao-de-mais-de-300-projetos-de-infraestrutura-em-rodovias-e-ferrovias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 14:57:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[O recém-anunciado Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal, divulgado na última sexta-feira (11), contempla mais de 302 projetos de infraestrutura rodoviária e ferroviária, abrangendo tanto obras públicas como concessões ao setor privado. O montante planejado para investimentos em rodovias e ferrovias é de R$ 280 bilhões, sendo R$ 79 bilhões provenientes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O recém-anunciado Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal, divulgado na última sexta-feira (11), contempla mais de 302 projetos de infraestrutura rodoviária e ferroviária, abrangendo tanto obras públicas como concessões ao setor privado. O montante planejado para investimentos em rodovias e ferrovias é de R$ 280 bilhões, sendo R$ 79 bilhões provenientes do Orçamento Geral da União e R$ 201 bilhões de investimentos privados.</p>
<h2>Rodovias e ferrovias</h2>
<p>O plano inclui um total de 267 projetos para rodovias federais, estimando um investimento total de R$ 185,8 bilhões. Destes, R$ 73 bilhões serão financiados pelo governo e R$ 112,8 bilhões por investidores privados. Além da criação de novas rodovias, os fundos também destinam recursos para a manutenção da infraestrutura rodoviária em todo o país.</p>
<p>No setor ferroviário, uma das iniciativas do Novo PAC é a expansão do trecho da Transnordestina em Pernambuco, que se estenderá de Salgueiro ao Porto de Suape, na região metropolitana do Recife. Outras quatro obras de infraestrutura ferroviária estão planejadas pelo governo: a melhoria das linhas férreas em Juiz de Fora (MG) e Barra Mansa (RJ), juntamente com a construção das ferrovias de Integração Oeste-Leste (Fiol 2) e de Integração do Centro-Oeste (Fico 1). Além dessas, seis estudos para novas concessões foram incluídos no programa, incluindo o projeto estratégico Ferrogrão (EF-170).</p>
<p>Globalmente, o setor ferroviário receberá um investimento público de R$ 6 bilhões e um investimento privado de R$ 88,2 bilhões.</p>
<p>As melhorias nas ferrovias e rodovias fazem parte do eixo chamado &#8220;Transporte Eficiente e Sustentável&#8221;. Esse eixo também engloba investimentos em portos, aeroportos e hidrovias, com a intenção de diminuir os custos de produção doméstica para o mercado interno e aumentar a competitividade do Brasil no cenário internacional. O investimento total destinado para este eixo é de R$ 349 bilhões, o segundo maior montante em relação ao volume total de recursos do Novo PAC.</p>
<h2>Energia</h2>
<p>Na esfera energética, o Ministério de Minas e Energia liderará 165 projetos dentro do PAC, totalizando um investimento de R$ 592 bilhões. Além do relançamento do programa &#8220;Luz para Todos&#8221;, com uma alocação prevista de mais de R$ 14 bilhões em 11 estados para alcançar a universalização do acesso à energia, também estão planejados mais de 28 mil quilômetros de novas linhas de transmissão e iniciativas em usinas eólicas e fotovoltaicas.</p>
<p>Dentre os destaques, há a projeção de usinas termelétricas alimentadas a gás natural, estudos voltados para a produção de hidrogênio verde, extensão da vida útil da Usina de Angra 1 e avaliação da viabilidade técnica, econômica e socioambiental do projeto UTN Angra 3.</p>
<p>Na esfera de petróleo, gás e biocombustíveis, estão programados projetos como o Projeto Integrado Rota 3, a implementação de Biorrefino na refinaria de Mataripe, perfuração de três poços exploratórios na campanha exploratória da Petrobras na Margem Equatorial, criação de uma Unidade de Captura e Estocagem de Carbono em reservatório subterrâneo e a conclusão da Refinaria Abreu e Lima, localizada em Pernambuco.</p>
<p>Além disso, o PAC contempla estudos para projetos de minerais essenciais para a transição energética, como urânio, cobalto, níquel, quartzo, lítio, terras raras (cério), cobre e grafita. Também estão previstos estudos para avaliação de depósitos minerais (P, K, N) e a utilização de rochas e rejeitos provenientes da mineração.</p>
<h2>PAC</h2>
<p>Do montante total de R$ 1,7 trilhão alocado para o novo PAC, R$ 371 bilhões serão provenientes do Orçamento Geral da União. O setor privado contribuirá com R$ 612 bilhões, enquanto as empresas estatais, com destaque para a Petrobras, aportarão R$ 343 bilhões. Adicionalmente, haverá R$ 362 bilhões provenientes de financiamentos. A previsão é que R$ 1,4 trilhão sejam investidos até 2026, e o restante será aplicado após esse período.</p>
<p>O Novo PAC terá abrangência em todos os estados do Brasil e é composto por nove eixos de investimentos: Cidades Sustentáveis e Resilientes, Transição e Segurança Energética, Transporte Eficiente e Sustentável, Inclusão Digital e Conectividade, Saúde, Educação, Infraestrutura Social e Inclusiva, Água para Todos e Defesa.</p>
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		<item>
		<title>G7 promete esforços para atingir cobertura universal de saúde no mundo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/g7-promete-esforcos-para-atingir-cobertura-universal-de-saude-no-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 May 2023 15:07:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[Os líderes do G7 divulgaram neste sábado (20) um comunicado conjunto com mais de 60 pontos, depois de reunião de cúpula ocorrida em Hiroshima, no Japão. O grupo é composto por oito das principais economias do mundo, sendo sete países (Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Canadá e Itália) e a União Europeia. O Brasil participa do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Os líderes do G7 divulgaram neste sábado (20) um <a href="https://www.g7hiroshima.go.jp/documents/pdf/Leaders_Communique_01_en.pdf" target="_blank" rel="noopener">comunicado conjunto</a> com mais de 60 pontos, depois de reunião de cúpula ocorrida em <a href="https://www.expressocarioca.com.br/em-hiroshima-lula-se-reune-com-primeiro-ministro-australiano/" target="_blank" rel="noopener">Hiroshima, no Japão</a>. O grupo é composto por oito das principais economias do mundo, sendo sete países (Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Canadá e Itália) e a União Europeia.</p>
<p>O Brasil participa do encontro como um dos oito países convidados. No comunicado conjunto, as lideranças do G7 se comprometem a trabalhar conjuntamente para investir na produção de vacinas em todo o mundo, no Fundo da Pandemia e em um futuro acordo para a prevenção, preparação e resposta a pandemias. Também destaca esforços para se atingir uma cobertura universal de saúde até 2030.</p>
<p>“Renovamos os compromissos de trabalhar, junto com nossos parceiros globais a fim de assistir aos países para que alcancem a UHC [cobertura universal de saúde, na sigla em inglês] através do apoio à assistência básica de saúde e ao desenvolvimento e restauração dos serviços de saúde essenciais”, diz o comunicado.</p>
<p>Outro ponto de destaque do comunicado é o compromisso de preservar o planeta com a aceleração da descarbonização dos seus setores energéticos e a implantação de energias renováveis. Também se comprometem a acabar com a poluição dos plásticos e proteger os oceanos.</p>
<p>“Nosso planeta está enfrentando desafios sem precedentes provenientes da tripla crise global das mudanças climáticas, perda da biodiversidade e poluição, além das crises energéticas em curso. Estamos firmes no nosso compromisso com o Compromisso de Paris, mantendo o limite de aumento da temperatura global em 1,5°C dentro do alcance através de ação ampliada nessa década crítica”, diz o documento.</p>
<p>Outros pontos do documento foram os compromissos de trabalhar juntos para combater o tráfico de pessoas, manter a estabilidade financeira global, promover o desenvolvimento sustentável, acelerar o atingimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e reconhecer que a redução da pobreza anda de mãos dadas com o enfrentamento à crise climática.</p>
<p>Os líderes do G7 afirmaram que estão tomando medidas concretas para apoiar a Ucrânia contra o que eles chamam de “guerra de agressão ilegal da Rússia” pelo tempo que for necessário, reforçar o desarmamento e não proliferação nuclear, conduzir a transição para economias de energia limpa e lançar uma ação para o combate à fome.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Rio de Janeiro aumentou em 13% reservas de petróleo em 2022</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-de-janeiro-aumentou-em-13-reservas-de-petroleo-em-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 20:48:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Exploração de Petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[O estado do Rio de Janeiro teve um crescimento de 13% em suas reservas de petróleo, somando 12,33 bilhões de barris, o que corresponde a 83% do total nacional. A alta acontece pelo segundo ano consecutivo, segundo o Anuário do Petróleo 2022, divulgado nesta quarta-feira (15) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O estado do Rio de Janeiro teve um crescimento de 13% em suas reservas de petróleo, somando 12,33 bilhões de barris, o que corresponde a 83% do total nacional. A alta acontece pelo segundo ano consecutivo, segundo o Anuário do Petróleo 2022, divulgado nesta quarta-feira (15) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A plataforma Dados Dinâmicos de Petróleo da Firjan indica que o estado do Rio de Janeiro respondeu por 95% dos novos volumes adicionados ao país em 2022. Já a perfuração de poços marítimos, no país e no estado, apresentaram quedas de 22% e 27% no ano passado, respectivamente.</p>
<p>Em 2022 foram perfurados 12 poços exploratórios marítimos no estado, de um total de 17 no Brasil. O levantamento da Firjan mostra que a perfuração pode gerar desdobramentos para a indústria, com a contratação de sondas, navios sísmicos, atividades de completação de poços, entre outras.</p>
<p>Os dados revelam ainda aumento de 10% na perfuração de poços na Bacia de Campos, em 2022. Já na Bacia de Santos, houve aumento de 13,5% na produção, no comparativo de dezembro 2022 com dezembro de 2021.</p>
<h2>Polo de energia</h2>
<p>O vice-presidente da Firjan, Luiz Césio Caetano, disse que o estado do Rio de Janeiro vem ampliando seu potencial para se tornar o grande polo de energia do país, tendo o petróleo como importante catalisador da indústria.</p>
<p>Para Caetano, os diferenciais do estado passam por seu vasto potencial energético, proximidade entre centros de oferta e demanda, grande carteira de novos projetos em segmentos diversos de energia, além de uma base industrial consolidada e de grande tradição de fornecimento ao mercado de energia.</p>
<p>Para ele, os preços do barril de petróleo em 2022 favoreceram não só as empresas petrolíferas, mas também as arrecadações governamentais, com os valores mensais do óleo tipo brent atingindo patamares que não eram vistos desde 2012, acima de US$ 120 por barril. O valor médio do ano superou os US$ 100 pela primeira vez, desde 2013.</p>
<p>A produção média de petróleo no estado do Rio de Janeiro atingiu 2,53 milhões de barris/dia no ano passado, alta de 7,5% em relação a 2021, o que representa cerca de 85% do total nacional. Desse total, 2,01 milhões de barris/dia foram oriundos do pré-sal.</p>
<h2>Derivados</h2>
<p>No que se refere a derivados do petróleo, o estado do Rio de Janeiro apresentou incremento de 31% na produção de diesel S-10 em 2022, em comparação ao ano anterior, refletindo os investimentos anunciados em 2021 na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), da ordem de R$ 140 milhões.</p>
<p>O Rio de Janeiro também se mostrou superavitário na relação entre produção e venda dos principais derivados. Essa relação foi de 81% para a gasolina A, 68% para o diesel, 62% para o querosene de aviação e 16% para o gás liquefeito de petróleo (GLP). Em contrapartida, o Rio de Janeiro teve que importar biocombustíveis de outros estados para a mistura.</p>
</div>
</div>
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		<title>Ministro defende aperfeiçoamento de marcos legais do setor energético</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministro-defende-aperfeicoamento-de-marcos-legais-do-setor-energetico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Dec 2022 22:54:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Adolfo Sachsida]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[marco legal]]></category>
		<category><![CDATA[ministério de minas e energia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[setor energético]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, disse que o Brasil precisa seguir aperfeiçoando as leis e normas que regem o setor energético no país se quiser atrair os investidores estrangeiros que, segundo ele, buscam um “porto seguro” onde possam aplicar seus recursos com segurança. “Está vindo uma realocação brutal de capital no mundo. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, disse que o Brasil precisa seguir aperfeiçoando as leis e normas que regem o setor energético no país se quiser atrair os investidores estrangeiros que, segundo ele, buscam um “porto seguro” onde possam aplicar seus recursos com segurança.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p><em>“Está vindo uma realocação brutal de capital no mundo. O dinheiro está saindo do Leste Europeu e da Ásia à procura de um porto seguro”</em>, disse o ministro ao apresentar, hoje (8), 26 propostas normativas discutidas com representantes de associações e empresas do setor energético e de agências reguladoras em meados de julho.</p>
<p><em>“Este é o momento do Brasil. Só não vamos crescer entre 3% e 5% ao ano nos próximos anos se não quisermos. Porque a quantidade de capital internacional pronto para investir no Brasil graças aos marcos legais que já aprovamos e à segurança jurídica é da casa do trilhão de dólares”</em>, disse.</p>
<p>Sachsida aproveitou o evento para fazer um balanço não só de seus 7 meses à frente do ministério, mas também de ações quando respondia pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia.</p>
<p><em>“Tivemos erros e acertos. Que ninguém diga que [herdou] terra arrasada; que está recebendo uma herança maldita. Este governo está deixando uma herança bendita para o próximo governo. Seja no lado fiscal e econômico, seja no lado de energia, de mineração, de petróleo, gás e agricultura”</em>, disse o ministro.</p>
<h2>Transição</h2>
<p>O grupo técnico da equipe de transição do próximo governo declarou hoje que os consumidores de energia elétrica terão que pagar um acréscimo de cerca de R$ 500 bilhões devido a uma série de ações adotadas pelo atual governo, como a privatização da Eletrobras e um empréstimo de R$ 23 bilhões ao setor elétrico.</p>
<p><em>“Hoje temos um fenômeno. O custo da geração de energia elétrica é muito barato, nossas fontes são baratas, temos bons recursos naturais, mas a tarifa que o consumidor paga é exorbitante, uma das mais caras do mundo”</em>, disse o coordenador executivo do grupo, Mauricio Tolmasquim, ao citar a criação de subsídios para o setor.</p>
<p>Em novembro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou um levantamento apontando que os consumidores brasileiros já tinham pago, desde o início do ano, R$ 25,8 bilhões em subsídios embutidos nos impostos da conta de energia elétrica, valor equivalente a 12,59% da tarifa média residencial.</p>
<p>O ministro de Minas e Energia criticou os subsídios, afirmando que, mantida a atual situação, <em>“vai morrer todo mundo abraçadinho”</em>.</p>
<p>Sachsida também apontou a necessidade de reduzir os tributos que incidem na conta de luz. “Um tributo de 30% não é só ineficiente, como gera um peso morto exponencial brutal. Uma energia mais barata é boa para gerar emprego e renda, não só para os consumidores. Um salão de beleza que gaste R$ 3,5 mil de energia que passa a gastar R$ 2 mil, essa economia é um dinheiro que sobra para investimentos, gerando mais renda no futuro, mais empregos”, explicou Sachsida, acrescentando que o atual governo atuou para reduzir os tributos na área energética e que esta é uma medida fundamental que precisa ser mantida.</p>
<h2>Mineração</h2>
<p>Ao mesmo tempo em que defendeu o incremento do uso de fontes de energia renováveis, Sachsida apontou o potencial de crescimento da mineração, atividade que, segundo ele, em 2019 respondia por apenas 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p><em>“Com pouca coisa, a gente dobra a participação da mineração no PIB”, disse o ministro ao criticar o que classificou como “narrativas perniciosas”</em> que atrapalham o desenvolvimento do setor.</p>
<p><em>“Faz sentido o Brasil ter normas ambientais mais duras que o Canadá, um país que respeita o meio ambiente e as comunidades locais e, ao mesmo tempo, é um sucesso em termos de mineração?”</em>, questionou o ministro, assegurando que, ao contrário das críticas de que o Brasil não preserva sua flora e fauna, bem com a qualidade de vida da população, o país é “<em>um exemplo de liderança ambiental</em>”.</p>
<p><em>“Somos, hoje, o que a Alemanha quer ser daqui a 15 anos. 85% da nossa energia elétrica vêm de fontes renováveis contra [a média de] 28% do restante do mundo. 47% da nossa matriz energética é renovável, contra 14%, em média, do restante do mundo. 10% do diesel brasileiro é [composto por] biodiesel, enquanto a expectativa é que a média mundial de mistura chegue a 7% só em 2040”</em>, disse Sachsida, defendendo que o Brasil receba por preservar recursos e ecossistemas caros a toda a população mundial.</p>
<p><em>“Precisamos ser remunerados por isso. Não faz sentido estarmos tão na liderança ambiental e termos que ouvir do resto do mundo que não somos liderança. Venho de uma escola de pensamento econômico que diz que se você defende, você paga. O mundo gosta de dizer que valoriza o meio ambiente brasileiro? Então compre uma CPR [Cédula de Produto Rural] e transfira para o governo do Amazonas U$ 5 bilhões como pagamento por serviços ambientais”</em>, sugeriu o ministro.</p>
<p>A <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-13.986-de-7-de-abril-de-2020-251562807" target="_blank" rel="noopener">CPR Verde</a> foi criada em abril de 2020, para reforçar a conservação e o manejo de florestas nativas e seus respectivos biomas.</p>
<p>O resumo das 26 propostas que o Ministério de Minas e Energia diz ser um aperfeiçoamento dos marcos legais que regem os setores de energia elétrica, petróleo, gás natural, biocombustíveis e mineração está <a href="https://www.gov.br/mme/pt-br/assuntos/noticias/mme-apresenta-propostas-para-melhorar-marcos-legais-e-atrair-investimentos" target="_blank" rel="noopener">disponível no site do ministério</a>.</p>
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		<title>Ucrânia: centenas de localidades estão sem eletricidade após ataques</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ucrania-centenas-de-localidades-estao-sem-eletricidade-apos-ataques/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 16:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ataques russos]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Operação militar especial]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro ucraniano, Denys Chmygal, disse que vários ataques russos, que ocorreram nesta segunda-feira (17), atingiram infraestruturas cruciais em três regiões do país, incluindo a capital, Kiev. Na sequência desses bombardeios, centenas de localidades estão sem eletricidade. &#8220;Esta manhã, os terroristas russos atacaram de novo a infraestrutura de energia da Ucrânia em três regiões&#8221;, disse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O primeiro-ministro ucraniano, Denys Chmygal, disse que vários ataques russos, que ocorreram nesta segunda-feira (17), atingiram infraestruturas cruciais em três regiões do país, incluindo a capital, Kiev. Na sequência desses bombardeios, centenas de localidades estão sem eletricidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>&#8220;Esta manhã, os terroristas russos atacaram de novo a infraestrutura de energia da Ucrânia em três regiões&#8221;, disse o premiê.</p>
<p>No total, foram registrados cinco ataques com drones na capital, Kiev, e ataques com mísseis nas regiões de Dnipropetrovsk e Sumy.</p>
<p>“Centenas de localidades estão sem eletricidade”, afirmou Denys Chmygal. &#8220;Todos os serviços estão neste momento buscando restabelecer o abastecimento de energia elétrica&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Ele pediu à população das três regiões para poupar no uso de eletricidade, sobretudo nas horas de maior consumo.</p>
<p>Por sua vez, a Rússia adiantou que lançou ataque &#8220;massivo&#8221; contra alvos militares e infraestrutura de energia em vários pontos da Ucrânia, com armas de elevada precisão.</p>
<p>Na entrevista diária do Ministério russo da Defesa, Moscou disse ter atingido &#8220;todos os alvos designados&#8221; nos últimos bombardeios em várias cidades ucranianas. A Rússia confirmou que frustrou os avanços ucranianos na região de Kherson.</p>
<p>Na capital, foram atingidas instalações de energia e um edifício residencial. De acordo com o vice-chefe do gabinete presidencial, Kyrylo Tymoshenko, pelo menos três pessoas morreram nesses ataques.</p>
<p>Em Sumy, o governador regional Dmytro Jivitskiï confirmou pelo menos três mortos e nove feridos.</p>
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		<title>Evento no Paraná apresenta boas práticas para uso sustentável de água</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/evento-no-parana-apresenta-boas-praticas-para-uso-sustentavel-de-agua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2022 20:25:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Binacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Paraguai]]></category>
		<category><![CDATA[uso sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[Algumas experiências inovadoras têm tornado cada vez mais sustentáveis os usos da água para geração de energia, bem como da energia para que as comunidades tenham acesso à água. Com base nessa premissa, e com o objetivo de dar visibilidade a iniciativas e práticas relacionadas ao uso sustentável de água e energia, começou hoje (13), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Algumas experiências inovadoras têm tornado cada vez mais sustentáveis os usos da água para geração de energia, bem como da energia para que as comunidades tenham acesso à água. Com base nessa premissa, e com o objetivo de dar visibilidade a iniciativas e práticas relacionadas ao uso sustentável de água e energia, começou hoje (13), em Foz do Iguaçu, no Paraná, o primeiro Simpósio Global sobre Soluções Sustentáveis em Água e Energia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O encontro reúne, até o dia 15, cerca de 250 participantes de diversas partes do mundo, entre especialistas, representantes de organizações internacionais, como as Nações Unidas (ONU), e de governos, além de sociedade civil, setor privado, lideranças e especialistas em água, energia, ecossistemas terrestres e mudanças climáticas.</p>
<p>Organizado pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da Organização das Nações Unidas (ONU Desa) e pela Itaipu Binacional, o simpósio pretende compartilhar e explorar as melhores práticas em relação ao uso sustentável de água e energia, tendo por base um contexto onde mais de 733 milhões de pessoas não têm acesso à eletricidade e mais de 2 bilhões de pessoas são afetadas pelo chamado estresse hídrico.</p>
<p>Caso não se revejam procedimentos, a situação pode ficar ainda pior, uma vez que, de acordo com a Agência Internacional de Energia (Aiea), até 2035, o consumo de energia deverá aumentar em 50%, o que acarretará em um aumento de 85% do consumo de água do setor energético.</p>
<h2>Sustentabilidade ambiental</h2>
<p>Ao abrir o simpósio, o subsecretário-geral da ONU Desa, Liu Zhenmin, lembrou que os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs) – oito metas internacionais de desenvolvimento estabelecidos após a Cúpula do Milênio das Nações Unidas, em 2000 – foram projetados “para responder às várias fragilidades e falhas que a atual crise global está causando.” Zhenmin referia-se, em especial, ao sétimo objetivo: garantir a sustentabilidade ambiental.</p>
<p>“Água e energia são fundamentais para atingirmos um futuro sustentável”, acrescentou ao correlacionar, à questão ambiental, o cumprimento de outros objetivos, como o da erradicação da pobreza extrema e da fome.</p>
<h2>Cooperação transfronteiriça</h2>
<p>Zhenmin destacou também a importância de uma atuação conjunta envolvendo países, em especial os que fazem fronteira. “Não é coincidência que este primeiro simpósio seja realizado em Itaipu, [empreendimento] mostra o quanto cooperações transfronteiriças podem funcionar, proporcionando água e energia para alimentar e dar prosperidade a seus povos.”</p>
<p>“Por isso, precisamos demonstrar compromissos e ser céleres em ações e investimentos locais e internacionais”, acrescentou Zhenmin. Ele pediu que todos – autoridades, poder público, entidades, especialistas, sociedade civil – aumentem seus esforços visando proporcionar um futuro sustentável a todos.</p>
<p>O exemplo da Usina Hidrelétrica de Itaipu foi o primeiro <em>case</em> apresentado durante o simpósio. “Estamos juntos para implementar soluções e estabelecer uma plataforma de conhecimento com governos, negócios, empresas e sociedade civil ao redor do mundo”, concluiu Zhenmin.</p>
<h2>Itaipu Binacional</h2>
<p>Na avaliação do diretor de Coordenação da Itaipu Binacional, general Luiz Felipe Carbonell, o simpósio mostrará que a Usina Hidrelétrica de Itaipu “é um exemplo que pode ser seguido por qualquer outra hidrelétrica”, no que tange ao “desenvolvimento de hidroeletricidade em simetria perfeita com a sustentabilidade”.</p>
<p>“Para manter a caixa d&#8217;água [o reservatório da usina] temos de olhar para o território [nos arredores do empreendimento], de forma a gerar um círculo virtuoso para a geração de energia”, disse Carbomell, que destacou os trabalhos desenvolvidos pela binacional com matas ciliares e áreas de proteção. Para executivos da empresa, todo esse cuidado visa garantir que os US$ 3 bilhões em entradas financeiras anuais que se mantenham.</p>
<p>Ações ambientais também são desenvolvidas no Paraguai, país vizinho e parceiro no empreendimento, ressaltou o diretor de Coordenação paraguaio da usina, Gustavo Ovelar Rojas. “Temos oito reservas biológicas no nosso lado e queremos aproveitar esse simpósio para mostrar esta e outras ações que estamos implementando.”</p>
<p>Os dois países desenvolvem projetos voltados ao uso de energia limpa, por produtores locais, e à integração das atividades com as estruturas de saneamento, além de adotar internamente e por meio de experiências pilotos o uso de manejo de água e energia alternativa.</p>
<p>“Temos, aqui, a oportunidade de oferecer, inclusive a países africanos, formas de manejo da água, em especial sobre como superar as dificuldades para um manejo compartilhado com outros países, mostrando que é possível fazer esse uso conjunto”, disse Carbonell.</p>
<p>Presidente da Associação Brasileira de Hidrogênio, Paulo Emílio Valadão iniciou sua fala parabenizando o Paraguai, classificando-o como “o país que tem o melhor manejo de água”.</p>
<p>Sobre o Brasil, ele afirmou que, por ser um país agroindustrial, tem “muita disponibilidade de biomassa, rejeitos e manejo que podem ser usadas para a produção de hidrogênio de forma vantajosa”, que podem ajudar o país a zerar a emissão de gás carbônico na atmosfera.</p>
<p>A questão da escassez hídrica tem sido foco das atenções da binacional, inclusive para garantir bons níveis de água em seu reservatório. “Estamos nos preparando para isso há um bom tempo. Modernizamos equipamentos, saindo do analógico para o digital, visando eficiência e eficácia”, disse.</p>
<p>“Desenvolvemos também educação ambiental para conscientizar a população da área de influência, de forma a termos um acompanhamento constante do quadro para mantermos o território saudável”, acrescentou Carbonell.</p>
<p><em>*O repórter viajou a convite da Itaipu Binacional</em></p>
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		<title>Pandemia e crise hídrica fizeram inflação estourar meta, diz BC</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pandemia-e-crise-hidrica-fizeram-inflacao-estourar-meta-diz-bc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jan 2022 14:18:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Meta da Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A pandemia de covid-19, a elevação do preço global das commodities (bens primários com cotação internacional) e a crise hídrica foram responsáveis pela inflação estourar o teto da meta, justificou hoje (11) o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto. Por determinação legal, ele enviou uma carta ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao Conselho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A pandemia de covid-19, a elevação do preço global das <em>commodities</em> (bens primários com cotação internacional) e a crise hídrica foram responsáveis pela inflação estourar o teto da meta, justificou hoje (11) o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto. Por determinação legal, ele enviou uma carta ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao Conselho Monetário Nacional (CMN) justificando a inflação oficial de 10,06% em 2021, de acordo com o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2022-01/ibge-inflacao-medida-pelo-ipca-fecha-2021-com-alta-de-1006" target="_blank" rel="noopener">Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo</a> (IPCA).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>No ano passado, o IPCA atingiu quase o dobro do teto fixado pelo CMN. A meta de inflação oficial para o ano passado estava em 3,75%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima e para baixo. O índice, portanto, poderia variar de 2,25% a 5,25%. Essa foi a sexta vez, desde a criação do sistema atual de inflação, em que o presidente do BC teve de justificar o descumprimento da meta.</p>
<p>“Os principais fatores que levaram a inflação em 2021 a ultrapassar o limite superior de tolerância foram os seguintes:</p>
<p>» Forte elevação dos preços de bens transacionáveis em moeda local, em especial os preços de <em>commodities</em>;<br />
» Bandeira de energia elétrica de escassez hídrica;<br />
» Desequilíbrios entre demanda e oferta de insumos, e gargalos nas cadeias produtivas globais”, explicou o BC na carta.</p>
<p>Segundo Campos Neto, a grande parte da inflação alta em 2021 foi um fenômeno global impulsionado pela pandemia de covid-19. A doença afetou fluxos comerciais em todo o planeta, criando gargalos na distribuição de produtos. De acordo com ele, o fenômeno atingiu não apenas países emergentes, mas também economias avançadas.</p>
<p>“As pressões sobre os preços de <em>commodities</em> e nas cadeias produtivas globais refletem as mudanças no padrão de consumo causadas pela pandemia, com parcela proporcionalmente maior da demanda direcionada para bens”, escreveu Campos Neto. “De fato, a aceleração significativa da inflação em 2021 para níveis superiores às metas foi um fenômeno global, atingindo a maioria dos países avançados e emergentes.”</p>
<h2>Combustíveis</h2>
<p>No ano passado, escreveu Campos Neto, a inflação importada foi o principal fator que impulsionou a inflação. O destaque foi a elevação do preço internacional do petróleo, que encareceu os combustíveis.</p>
<p>“O principal fator para o desvio de 6,31 p.p. da inflação em relação à meta adveio da inflação importada, com contribuição de 4,38 p.p., cerca de 69% do desvio. Abrindo esse termo [decompondo a inflação importada], destacam-se as contribuições de 2,95 p.p. do preço do petróleo, 0,71 p.p. das <em>commodities</em> em geral e 0,44 p.p. da taxa de câmbio”, destacou a carta.</p>
<p>Depois da inflação importada, a inércia inflacionária foi o segundo fator que pressionou a inflação no ano passado, com impacto de 1,21 ponto acima do teto da meta. A inércia representa a indexação de contratos e de preços que são corrigidos pela inflação do ano anterior. Desde o segundo semestre de 2020, a inflação está em alta, afetando a inflação de 2021.</p>
<h2>Energia</h2>
<p>Por fim, a carta do BC atribuiu a “demais fatores” impacto de 1,02 ponto acima do teto da meta. Dentro deste total, o destaque foi a bandeira de escassez hídrica (cobrada desde setembro do ano passado), que encareceu a conta de luz e teve impacto de 0,67 ponto. Essa bandeira vigorará, a princípio, até abril deste ano.</p>
<p>“O fraco regime de chuvas levou ao acionamento de termoelétricas e de outras fontes de energia de custo mais elevado durante a segunda metade de 2021, resultando em aumento expressivo das tarifas de energia elétrica”, ressaltou o BC. “Em setembro, foi criada e acionada a bandeira escassez hídrica, o que causou aumento de 49,6% sobre a bandeira anterior e de 5,8% sobre a tarifa de energia elétrica ante o mês anterior.”</p>
<p>Na última vez em que o presidente do BC justificou o descumprimento da meta de inflação foi em 2017. Naquele ano, porém, a inflação encerrou abaixo do piso da meta, em 2,95%, contra um limite mínimo de 3% para o IPCA. Na ocasião, o Banco Central era presidido por Ilan Goldfajn, com Henrique Meirelles como ministro da Fazenda.</p>
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