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	<title>Energia Solar &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Rio Innovation Week 2025: Descarbonize Soluções aposta em ecossistema completo para democratizar energia limpa no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 16:08:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Descarbonize Soluções]]></category>
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					<description><![CDATA[Alinhada à demanda global por fontes de energia sustentável, a Descarbonize Soluções se consolida como a única energytech brasileira com um ecossistema completo de produtos e serviços voltados para energia solar, mobilidade elétrica e armazenamento de energia. Com mais de 420 mil instalações realizadas e presença em 2,9 mil cidades, a companhia atua com soluções [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alinhada à demanda global por fontes de energia sustentável, a Descarbonize Soluções se consolida como a única <em>energytech</em> brasileira com um ecossistema completo de produtos e serviços voltados para energia solar, mobilidade elétrica e armazenamento de energia. Com mais de 420 mil instalações realizadas e presença em 2,9 mil cidades, a companhia atua com soluções que vão de projetos residenciais a usinas de grande porte.</p>
<p>A organização é responsável por marcas reconhecidas no setor: Aldo Solar — líder nacional na venda de equipamentos de primeira linha; Sol Agora — fintech 100% digital que oferece financiamento para projetos solares; e Lado — especializada em assistência técnica e pós-venda. No total, já financiou mais de 52 mil usinas, gerando 137,7 mil gigawatts de energia limpa.</p>
<p>Em entrevista, Milena Andrade, gerente de marketing da empresa, destacou a trajetória e o propósito da Descarbonize:</p>
<blockquote><p>“Temos 40 anos de história e quase duas décadas dedicadas às soluções fotovoltaicas. Nosso objetivo é democratizar o acesso à energia solar, tornando-a viável para qualquer tipo de necessidade — do pequeno consumidor às grandes empresas”.</p></blockquote>
<h3><strong>Três frentes de atuação</strong></h3>
<p>O portfólio da Descarbonize é composto por três soluções principais:</p>
<ul>
<li><strong>Energia solar</strong>: sistemas para residências, empresas e usinas de investimento, dimensionados conforme o perfil de consumo.</li>
<li><strong>Armazenamento de energia</strong> (<em>kit anti-apagão</em>): baterias que garantem autonomia em caso de queda de energia, adaptáveis tanto para uso doméstico quanto empresarial.</li>
<li><strong>Mobilidade elétrica</strong>: carregadores veiculares para uso residencial ou em eletropostos, com potência de 7 kW a 240 kW, capazes de realizar recargas rápidas em até 30 minutos.</li>
</ul>
<p>Além disso, a empresa oferece combinações entre as soluções — como garagens solares equipadas com carregadores — e destaca que seus produtos podem funcionar integrados a sistemas solares ou diretamente à rede elétrica.</p>
<h3><strong>Facilidade de orçamento e financiamento acessível</strong></h3>
<p>A democratização da energia solar, segundo Milena, passa pela eliminação de barreiras de entrada. A fintech Sol Agora possibilita financiar projetos com parcelas equivalentes ao valor atual da conta de luz, permitindo que famílias e empresas troquem um gasto recorrente por um investimento próprio, com retorno estimado em 3,5 a 4 anos e vida útil superior a 26 anos.</p>
<p>Outro diferencial é a agilidade no orçamento:</p>
<blockquote><p>“Com nossa inteligência artificial, basta informar nome, CEP e valor médio da conta de luz para que o sistema calcule, em 30 segundos, o número ideal de placas e apresente a proposta”, explica a gerente.</p></blockquote>
<h3><strong>Expansão e confiança</strong></h3>
<p>Mesmo com uma base consolidada de clientes e forte atuação nacional, a Descarbonize vê no relacionamento direto com o público uma oportunidade de ampliar a visibilidade da marca.</p>
<blockquote><p>“Estamos em eventos como o Rio Innovation Week para apresentar a empresa a quem ainda não nos conhece. Fazemos parte de um grupo de investimentos sólido, o Brookfield, o que dá segurança e credibilidade para quem decide investir em energia limpa com a gente”, conclui Milena Andrade.</p></blockquote>
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		<title>Banco do Brasil inaugura quatro usinas solares neste mês</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/banco-do-brasil-inaugura-quatro-usinas-solares-neste-mes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2022 11:59:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[usinas fotovoltaicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Em vigor desde 2020, a geração própria de energia solar pelo Banco do Brasil (BB) ganhou impulso neste mês, com a inauguração de quatro usinas de energia fotovoltaica. Os empreendimentos ficam em Xique-Xique, na Bahia, Rio Paranaíba, em Minas Gerais, Loanda, no Paraná, e Lins, em São Paulo, e foram construídos pela empresa do setor [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>Em vigor desde 2020, a geração própria de energia solar pelo Banco do Brasil (BB) ganhou impulso neste mês, com a inauguração de quatro usinas de energia fotovoltaica. Os empreendimentos ficam em Xique-Xique, na Bahia, Rio Paranaíba, em Minas Gerais, Loanda, no Paraná, e Lins, em São Paulo, e foram construídos pela empresa do setor energético EDP.</p>
<p>Segundo o BB, as novas usinas podem gerar até 23 megawatt pico (MWp), unidade que representa a capacidade máxima instalada em condições climáticas favoráveis e gerarão economia de R$ 102,5 milhões em 15 anos de contrato. As quatro plantas compensarão o consumo energético de 365 agências e farão o banco deixar de emitir cerca de 3 mil toneladas de gás carbônico na atmosfera por ano.</p>
<p>Com as novas plantas, o BB já opera sete usinas de energia solar. As duas primeiras foram inauguradas em 2020, em Porteirinhas, Minas Gerais e em São Domingos do Araguaia, no Pará. Outra usina foi inaugurada neste ano em Naviraí, Mato Grosso do Sul.</p>
<p>O projeto continuará em expansão nos próximos anos. O BB tem mais 22 usinas fotovoltaicas em fase de contratação ou em construção. Segundo a instituição financeira, quando todas as 29 plantas estiverem em operação, a energia gerada compensará o consumo de cerca de 1,4 mil agências.</p>
<p>Em outubro, as duas primeiras usinas solares do BB ultrapassaram a marca de 30 gigawatts-hora em geração de energia, desde o início da operação. Isso equivale a um volume suficiente para iluminar uma cidade de 150 mil residências por um mês inteiro. Produzida no modelo de geração distribuída, a energia entra no sistema das distribuidoras locais, sendo abatida como crédito na conta de luz do Banco do Brasil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<h2>Contrapartidas sociais</h2>
<p>O projeto de geração de energia fotovoltaica tem contrapartidas sociais. As empresas contratadas desenvolvem ações de benefício às comunidades locais, como plantio de árvores e instalação de placas fotovoltaicas em entidades sociais. A modalidade de geração distribuída traz ganhos para a região das usinas, como a criação de empregos diretos e indiretos, o aumento da arrecadação de tributos no município e a melhoria da rede de energia.</p>
<p>Além das usinas solares, o BB tem um projeto de energia limpa para os grandes prédios. O banco migrou 61 edifícios para o mercado livre de energia, modelo que prevê a compra certificada de energia de fontes 100% renováveis. A instituição pretende migrar mais quatro prédios nos próximos meses.</p>
</div>
</div>
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		<title>Energia solar deve responder por 17% da matriz brasileira até 2023</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/energia-solar-deve-responder-por-17-da-matriz-brasileira-ate-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 17:06:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Eólica]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Leilão]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse hoje (5) que até 2031, a energia solar deve ser responsável por 17% da matriz brasileira. De acordo com o ministro, atualmente as fontes fotovoltaicas correspondem a 7,7% da eletricidade gerada no país. “No ano passado, a geração distribuída no Brasil foi a quarta em crescimento [&#8230;]]]></description>
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<p>O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse hoje (5) que até 2031, a energia solar deve ser responsável por 17% da matriz brasileira. De acordo com o ministro, atualmente as fontes fotovoltaicas correspondem a 7,7% da eletricidade gerada no país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“No ano passado, a geração distribuída no Brasil foi a quarta em crescimento no mundo, superada apenas por países como Estados Unidos, China e Índia. Eu acho que nós estamos muito bem posicionados”, acrescentou  o ministro ao falar na abertura de um seminário promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A geração distribuída é a forma de produção de energia feita, em geral, pelos próprios consumidores, como as residências ou empresas que possuem placas para geração de energia solar.</p>
<p>Em relação a energia eólica, Bento Albuquerque explicou que a previsão é manter ao longo da próxima década o percentual de 11% de presença na matriz energética do pais. “A geração eólica cresceu 330% desde 2014. E é atualmente responsável por mais de 11% da nossa matriz elétrica”.</p>
<h2>Leilão</h2>
<p>Albuquerque confirmou que deve acontecer em junho o leilão de concessão para construção de linhas e instalações de transmissão de energia. Serão leiloados 13 lotes que abrangem 13 estados, com uma previsão de R$ 15,3 bilhões em investimentos e a instalação de 4,5 mil quilômetros em linhas de transmissão.</p>
</div>
</div>
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		<title>Energia Eólica e solar geram 10% da eletricidade global pela 1ª vez em 2021</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/energia-eolica-e-solar-geram-10-da-eletricidade-global-pela-1a-vez-em-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2022 15:15:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[eletricidade global]]></category>
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		<category><![CDATA[Relatório]]></category>
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					<description><![CDATA[O ano de 2021 registrou o maior índice na utilização das energias alternativas, ao mesmo tempo que se verificou o maior aumento na procura de carvão desde 1985. Pelo menos 50 países obtiveram mais de um décimo da energia a partir de fontes eólicas e solares, de acordo com relatório produzido por pesquisadores para a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O ano de 2021 registrou o maior índice na utilização das energias alternativas, ao mesmo tempo que se verificou o maior aumento na procura de carvão desde 1985. Pelo menos 50 países obtiveram mais de um décimo da energia a partir de fontes eólicas e solares, de acordo com relatório produzido por pesquisadores para a organização Ember.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Fontes energéticas, como o sol e o vento, constituem recursos cada vez mais utilizados para gerar eletricidade, diz o grupo de especialistas que avaliou o setor energético para a organização Ember, que produziu o levantamento Revisão Global de Eletricidade, de 2021.</p>
<p>O último documento referente ao monitoramento global da produção energética afirma que, no ano passado, foi registrado recorde no uso de energia solar e eólica, mas alerta para um aumento abrupto na procura do carvão.</p>
<p>O total de fontes limpas que geram eletricidade subiu para 38%, globalmente. A parcela combinada eólica-solar atingiu, pela primeira vez, o máximo de 10%.</p>
<p>&#8220;As energias eólica e solar são as fontes de eletricidade de menor custo&#8221;, comparando com a produção de eletricidade a partir de outros recursos, por isso torna-se uma necessidade &#8220;integrá-las em redes de alto nível&#8221;, diz o estudo. Pelo menos um quarto dos países do mundo gera &#8220;mais de 10% de sua eletricidade a partir desses recursos de implantação rápida&#8221;.</p>
<p>&#8220;As energias eólica e solar chegaram. O processo que irá remodelar o sistema energético existente já começou. Nesta década, precisam ser implantadas à velocidade da luz para reverter o aumento das emissões globais e combater as alterações climáticas&#8221;, destacou Dave Jones, pesquisador da Revisão Global de Eletricidade da Ember.</p>
<p>De acordo com o documento, os Países Baixos, a Austrália e o Vietname foram os Estados que mais depressa transferiram um décimo da necessidade energética de eletricidade de combustíveis fósseis para fontes verdes, nos últimos dois anos.</p>
<p>&#8220;A Holanda é ótimo exemplo de país de latitude mais setentrional, comprovando que não é apenas onde o Sol brilha, mas também é necessário ter conjuntura política certa, que faz a grande diferença para a energia solar decolar&#8221;, disse Hannah Broadbent, pesquisadora da Ember.</p>
<p>No caso do Vietnam, &#8220;o grande aumento da geração solar foi impulsionado por tarifas feed-in &#8211; dinheiro que o governo paga para gerar eletricidade -, o que tornou muito atraente para residências e concessionárias a implantação de grande quantidade de energia solar&#8221;, argumentou Jones. A geração de energia a partir de fonte solar no Vietname aumentou mais de 300 por cento em apenas um ano.</p>
<p>Insegurança energética</p>
<p>Mas se as alterações climáticas estão no foco do relatório, a insegurança energética global também é um dos temas. O ano de 2021 foi  o que registrou aumento na procura por combustíveis fósseis, cerca de 9%, como não se verificava desde 1985.</p>
<p>O maior consumo de carvão ocorreu em países asiáticos, incluindo China e Índia. O aumento dos preços do gás tornou o carvão uma fonte mais viável de eletricidade para esses países.</p>
<p>&#8220;O ano passado assistiu a preços do gás realmente super altos, enquanto o carvão ficava mais barato que o gás&#8221;, observou Dave Jones.</p>
<p>Atualmente, &#8220;o que estamos a verificando é que os preços do gás na Europa e em grande parte da Ásia estão dez vezes maiores do que no ano passado&#8221;. O carvão também subiu, mas apenas três vezes.</p>
<p>Para Jones, os aumentos mundiais de preço do gás e do carvão estão relacionados aos sistemas de eletricidade, que exigem mais eletricidade limpa, porque a economia mudou fundamentalmente&#8221;.</p>
<p>Apesar do aumento da utilização do carvão, os &#8220;governos dos Estados Unidos, da Alemanha, do Reino Unido e Canadá estão tão confiantes na eletricidade limpa que traçam planos para mudar a rede para eletricidade cem por cento limpa na próxima década e meia”, acrescenta o documento.</p>
<p>O conflito na Ucrânia também pode impulsionar a procura de fontes produtoras de eletricidade que não dependam das importações russas de petróleo e gás.</p>
<p>Hannah Broadbent disse que a eólica e a solar chegaram e oferecem solução para as múltiplas crises que o mundo está enfrentando, seja climática ou de dependência de combustíveis fósseis. &#8220;Isso pode ser um verdadeiro ponto de virada&#8221;.</p>
</div>
</div>
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