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	<title>Enchentes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Enchentes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Rio adota modelo &#8220;Cidade Esponja&#8221; para controle de enchentes e alagamentos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-adota-modelo-cidade-esponja-para-controle-de-enchentes-e-alagamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 14:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Rio de Janeiro se prepara para implementar o inovador conceito de “cidade esponja” em suas políticas de gestão de águas pluviais. O modelo, que já demonstrou eficácia em diversas cidades ao redor do mundo, foi parcialmente sancionado pelo prefeito Eduardo Paes nesta quarta-feira (3). A nova lei visa adotar práticas sustentáveis que não apenas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro se prepara para implementar o inovador conceito de “cidade esponja” em suas políticas de gestão de águas pluviais. O modelo, que já demonstrou eficácia em diversas cidades ao redor do mundo, foi parcialmente sancionado pelo prefeito Eduardo Paes nesta quarta-feira (3). A nova lei visa adotar práticas sustentáveis que não apenas controlam enchentes e alagamentos, mas também promovem a autossuficiência hídrica e a preservação ambiental.</p>
<p>A estratégia da “cidade esponja” tem como objetivo aliviar a pressão sobre os sistemas de drenagem convencionais. Isso será feito através do aumento da infiltração natural das águas pluviais, reabastecendo os aquíferos subterrâneos. Entre as soluções previstas, destacam-se os “jardins de chuva” – pequenos espaços verdes com vegetação adaptada que ajudam a absorver a água e a prevenir alagamentos.</p>
<p>O vereador William Siri (PSOL), autor do projeto, enfatiza os múltiplos benefícios deste modelo: “A implementação desses mecanismos não apenas reduz o risco de inundação, mas também melhora a qualidade da água, amplia sua disponibilidade e mitiga os efeitos das chamadas ilhas de calor, contribuindo para a regulação da temperatura. Além disso, aumentamos os espaços verdes abertos, melhorando a qualidade de vida na cidade.”</p>
<p>Apesar do avanço, o prefeito Eduardo Paes vetou o parágrafo 5º do artigo 3º, que previa a implementação de bueiros ecológicos para evitar a entrada de lixo nas galerias pluviais. Esse veto significa que o projeto voltará para revisão na Câmara dos Vereadores do Rio, onde será reavaliado.</p>
<p>Com a adoção do conceito de “cidade esponja”, o Rio de Janeiro dá um passo importante rumo a um futuro mais sustentável e resiliente, mostrando que soluções inovadoras e ambientalmente conscientes são possíveis e necessárias para enfrentar os desafios urbanos contemporâneos.</p>
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		<title>Canoas em alerta por chuvas previstas no domingo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/canoas-em-alerta-por-chuvas-previstas-no-domingo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 23:59:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Canoas]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de Canoas, localizada na região metropolitana de Porto Alegre, está alertando a população sobre as chuvas intensas previstas para o fim de semana, especialmente no domingo. O prefeito Jairo Jorge informou, em coletiva na manhã de hoje, que a previsão é de chuvas entre 50 e 70 milímetros, um volume que pode causar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Canoas, localizada na região metropolitana de Porto Alegre, está alertando a população sobre as chuvas intensas previstas para o fim de semana, especialmente no domingo. O prefeito Jairo Jorge informou, em coletiva na manhã de hoje, que a previsão é de chuvas entre 50 e 70 milímetros, um volume que pode causar alagamentos.</p>
<p>O prefeito pediu à população que evite áreas da cidade que costumam alagar. &#8220;Não fiquem, e levantem seus móveis, retirem seus móveis, que o pior que nós temos hoje é as pessoas perderem de novo o que elas compraram. Às demais pessoas que não estão em áreas de alagamento, nosso pedido é que, se puderem evitar essas áreas, que evitem. Domingo é um dia que precisamos evitar ao máximo a circulação&#8221;, afirmou.</p>
<p>Medidas Preventivas</p>
<p>Para mitigar os efeitos das chuvas, a Prefeitura de Canoas está reforçando a limpeza das ruas e bocas de lobo para garantir o escoamento da água. Além disso, serão instalados oito pontos de apoio para a população, e será disponibilizado o número de WhatsApp (51) 3236-2000 para pedidos de abrigo, resgate e informações.</p>
<p>Combate às Enchentes</p>
<p>O prefeito Jairo Jorge destacou que o sistema de combate às enchentes será automatizado, com sensores que ativam automaticamente quando a água atinge um determinado nível. Ele também mencionou o planejamento para as obras de ampliação dos diques na cidade. &#8220;Ampliação do dique da Mathias Velho, cota de sete, e o mesmo vai acontecer em Rio Branco e Fátima, também cota sete. Nós vamos também ampliar o dique de Niterói, já conversei com o governador Eduardo Leite, e nós temos pronto o projeto de Mato Grande&#8221;, explicou.</p>
<p>Além disso, o prefeito falou sobre a modernização dos motores das bombas, que são responsáveis por retirar a água acumulada dentro da cidade, e a automatização do sistema de controle de inundações.</p>
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		<title>Um mês de calamidade: A cronologia dos alertas da tragédia no RS</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/um-mes-de-calamidade-a-cronologia-dos-alertas-da-tragedia-no-rs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Jun 2024 20:29:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas no rio grande do sul]]></category>
		<category><![CDATA[Enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Impactados pelo incêndio que, um dia antes, havia matado dez pessoas em uma pousada contratada pela prefeitura de Porto Alegre para abrigar pessoas em situação de rua, poucos deram atenção à frente fria que chegou à capital gaúcha no dia 27 de abril de 2024. Às 7h50 daquele sábado, a Defesa Civil municipal emitiu um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Impactados pelo incêndio que, um dia antes, havia matado dez pessoas em uma pousada contratada pela prefeitura de Porto Alegre para abrigar pessoas em situação de rua, poucos deram atenção à frente fria que chegou à capital gaúcha no dia 27 de abril de 2024.</p>
<p>Às 7h50 daquele sábado, a Defesa Civil municipal emitiu um alerta sobre a “possibilidade de chuvas intensas e ventos fortes” entre o fim da tarde e a madrugada seguinte (28). O tom do aviso, contudo, não indicava a gravidade do que estava por vir.</p>
<p>“Evite transitar na rua durante esse período”, recomendava o órgão municipal no alerta compartilhado no site da prefeitura. Quase simultaneamente, a prefeitura divulgou a confirmação de uma feira de troca de livros e de um evento para adoção de animais naquela mesma tarde, além de detalhes sobre o esquema de trânsito para uma maratona com cerca de 7 mil participantes, no domingo.</p>
<figure id="attachment_77310" aria-describedby="caption-attachment-77310" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-77310" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Bairro-Farrapos-em-Porto-Alegre-alagado.-Chuvas-inundaram-cidades-inteiras-no-Rio-Grande-do-Su.-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Bairro Farrapos, Em Porto Alegre, Alagado. Chuvas Inundaram Cidades Inteiras No Rio Grande Do Sul - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Bairro-Farrapos-em-Porto-Alegre-alagado.-Chuvas-inundaram-cidades-inteiras-no-Rio-Grande-do-Su.-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Bairro-Farrapos-em-Porto-Alegre-alagado.-Chuvas-inundaram-cidades-inteiras-no-Rio-Grande-do-Su.-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Bairro-Farrapos-em-Porto-Alegre-alagado.-Chuvas-inundaram-cidades-inteiras-no-Rio-Grande-do-Su.-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Bairro-Farrapos-em-Porto-Alegre-alagado.-Chuvas-inundaram-cidades-inteiras-no-Rio-Grande-do-Su.-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-77310" class="wp-caption-text">Bairro Farrapos, em Porto Alegre, alagado. Chuvas inundaram cidades inteiras no Rio Grande do Su. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>“Choveu muito aqui, ontem [sábado], então há muitas poças d´água e tudo o mais”, registrou o jornalista Ruy Ferrari em um vídeo gravado pouco antes da largada da corrida no domingo. Nas imagens, é possível ver a capital coberta por nuvens.</p>
<p>De acordo com a MetSul Meteorologia, choveu em Porto Alegre, no sábado (27), o equivalente a 43 milímetros (mm) em apenas seis horas. Além de alagamentos e transtornos, o mau tempo afetou as operações no Aeroporto Salgado Filho. Dois aviões da Azul, provenientes de Curitiba, tiveram que pousar em Florianópolis e aguardar condições melhores para seguir viagem até Porto Alegre.</p>
<p>Após o primeiro alerta sobre “a possibilidade de chuva intensa”, a prefeitura de Porto Alegre voltou ao assunto na manhã de segunda-feira (29), informando que a retirada de fios e cabos de telecomunicações em desuso e a aplicação de inseticida contra mosquitos no bairro Vila Jardim foram suspensas devido ao mau tempo. Horas mais tarde, a prefeitura reconheceu a gravidade da situação, informando sobre “um aumento nas ocorrências” relacionadas a deslizamentos de solo e danos em telhados, com moradores de 12 bairros solicitando atendimentos emergenciais. A elevação do nível do Guaíba já era motivo de preocupação. Quatro dias depois, na quinta-feira (2), a prefeitura decretaria estado de calamidade pública municipal.</p>
<h4><strong>Interior</strong></h4>
<p>Antes de atingir a região metropolitana de Porto Alegre, os temporais causaram prejuízos em outras cidades gaúchas, como Sant´Ana do Livramento, no oeste do estado, e Pelotas, no extremo sul. As primeiras precipitações significativas começaram no dia 26 e se intensificaram nos dias seguintes.</p>
<p>No dia 27, um tornado atingiu a zona rural de São Martinho da Serra, no centro do estado, sem causar grandes danos. Em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, centenas de casas foram destelhadas e o fornecimento de energia elétrica foi interrompido. A Defesa Civil municipal orientou os moradores do bairro Várzea a deixarem suas residências devido ao risco de alagamento, pois o Rio Pardinho já estava transbordando.</p>
<figure id="attachment_77312" aria-describedby="caption-attachment-77312" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-77312" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Chuvas-levaram-milhares-de-pessoas-a-deixarem-suas-casas-e-irem-para-abrigos-publicos-Expresso-Carioca.jpeg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Chuvas Levaram Milhares De Pessoas A Deixarem Suas Casas E Irem Para Abrigos Públicos - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Chuvas-levaram-milhares-de-pessoas-a-deixarem-suas-casas-e-irem-para-abrigos-publicos-Expresso-Carioca.jpeg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Chuvas-levaram-milhares-de-pessoas-a-deixarem-suas-casas-e-irem-para-abrigos-publicos-Expresso-Carioca.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Chuvas-levaram-milhares-de-pessoas-a-deixarem-suas-casas-e-irem-para-abrigos-publicos-Expresso-Carioca.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Chuvas-levaram-milhares-de-pessoas-a-deixarem-suas-casas-e-irem-para-abrigos-publicos-Expresso-Carioca.jpeg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-77312" class="wp-caption-text">Chuvas levaram milhares de pessoas a deixarem suas casas e irem para abrigos públicos. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>“Desde o dia 27, estamos passando por um período bastante difícil, afetados por um desastre natural. [Houve] queda de granizo, ventos fortes e chuva intensa”, comentou o secretário de Segurança e Mobilidade Urbana de Santa Cruz do Sul, José Joaquim Dias Barbosa. “Nossa cidade está sendo assolada por uma situação bastante grave e muito preocupante, pois continua chovendo”, acrescentou a prefeita Helena Hermany.</p>
<h4><strong>Primeiras Mortes</strong></h4>
<p>Em 30 de abril, um helicóptero da Força Aérea Brasileira (FAB) resgatou, em Candelária, a primeira de uma série de famílias ilhadas pelas enchentes. No dia 29, as duas primeiras mortes associadas às chuvas ocorreram em Paverama. Só então, o governador Eduardo Leite se pronunciou sobre a situação.</p>
<p>“Eu não sou o homem do tempo, mas toda vez que eu souber de notícia grave sobre o clima aqui no estado, vou compartilhar com vocês”, comentou Leite em um vídeo. “Neste momento, o alerta dá conta dessas regiões do estado, mas provavelmente, amanhã, já tenhamos a transformação disso para o grau severo para todo o estado”, acrescentou o governador.</p>
<p>No mesmo vídeo, ele mencionou que, até o dia 29, já havia chovido, em algumas localidades, até 200 mm. “Há a perspectiva de, até o fim da semana, chover mais 150 mm, podendo chegar a 300 mm em algumas regiões”.</p>
<h4><strong>Prevenção</strong></h4>
<figure id="attachment_77311" aria-describedby="caption-attachment-77311" style="width: 463px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-77311" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Centro-historico-de-Porto-Alegre-foi-tomado-pela-agua-no-mes-de-maio.-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C347&#038;ssl=1" alt="Centro Histórico De Porto Alegre Foi Tomado Pela água No Mês De Maio - Expresso Carioca" width="463" height="347" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Centro-historico-de-Porto-Alegre-foi-tomado-pela-agua-no-mes-de-maio.-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Centro-historico-de-Porto-Alegre-foi-tomado-pela-agua-no-mes-de-maio.-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Centro-historico-de-Porto-Alegre-foi-tomado-pela-agua-no-mes-de-maio.-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-77311" class="wp-caption-text">Centro histórico de Porto Alegre foi tomado pela água no mês de maio. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A sucessão dos fatos levantou uma questão: por que os órgãos responsáveis não foram capazes de alertar a população, em tempo hábil, sobre a real dimensão do perigo? Se já em 25 de abril, a Defesa Civil do Rio Grande do Sul identificou que temporais trariam risco de alagamentos, ventos fortes e transbordamento de cursos d´água, por que só a partir do início de maio, quando a infraestrutura de algumas cidades já tinha sido comprometida, os alertas ganharam a necessária ênfase?</p>
<p>Em entrevistas publicadas pela Agência Brasil em 15 de maio, especialistas foram unânimes ao sustentar que, com treinamento adequado, é possível ao menos minimizar as consequências dos fenômenos climáticos.</p>
<p>“Não temos uma Defesa Civil eficiente. Ela está desestruturada, com dificuldades, mal aparelhada, sucateada. E sem mecanismos de alerta. Além disso, a população tem problemas de acesso às informações de prevenção”, disse o geólogo Rualdo Menegat, professor da UFRGS.</p>
<p>“As defesas civis de alguns municípios têm uma ou duas pessoas. Poucos têm uma Defesa Civil consolidada. E a população precisa de treinamento para saber se defender”, comentou o engenheiro civil e professor da PUC-RS, Jaime Federici Gomes. “Imaginemos o exemplo do Japão, que lida com furacões, terremotos e maremotos, e tem toda uma estrutura para conviver com esses eventos extremos. Precisamos aprender a nos defender, a lidar com essas situações e fazer as adaptações estruturais”, completou Gomes.</p>
<h4><strong>Alarme</strong></h4>
<figure id="attachment_77309" aria-describedby="caption-attachment-77309" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-77309" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Alagado-Aeroporto-Salgado-Filho-em-Porto-Alegre-parou-de-operar-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C308&#038;ssl=1" alt="Alagado, Aeroporto Salgado Filho, Em Porto Alegre, Parou De Operar - Carioca" width="463" height="308" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Alagado-Aeroporto-Salgado-Filho-em-Porto-Alegre-parou-de-operar-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Alagado-Aeroporto-Salgado-Filho-em-Porto-Alegre-parou-de-operar-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Alagado-Aeroporto-Salgado-Filho-em-Porto-Alegre-parou-de-operar-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-77309" class="wp-caption-text">Alagado, Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, parou de operar. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>No início da tarde do dia 30, o governador Eduardo Leite voltou a fazer uma transmissão, reconhecendo que, em vários municípios, a situação já era “preocupante”. Ele conversou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que assegurou que o governo federal enviaria ajuda ao estado e aos municípios gaúchos.</p>
<p>No mesmo dia, a Defesa Civil emitiu um alerta recomendando que as prefeituras adotassem seus “planos de contingência, implementando os abrigos públicos e realizando a retirada das pessoas que vivem nas margens dos rios”. Moradores de áreas de risco de seis cidades (São Francisco de Paula, Canela, Gramado, Nova Petrópolis, Vale Real e Feliz) deviam buscar locais seguros.</p>
<p>No dia 1 de maio, o governo do Rio Grande do Sul decretou estado de calamidade pública. O estado já contabilizava ao menos dez mortos e 21 desaparecidos. Leite reconhecia que a destruição prenunciava o “maior desastre da história” gaúcha em termos de prejuízo material.</p>
<p>O governador negou ter demorado a agir para alertar e evacuar a população. Em entrevista à BBC Brasil, em 17 de maio, ele afirmou que as providências foram tomadas à medida que se verificava sua necessidade. E reiterou que no dia 29 pediu pela primeira vez para as pessoas saírem das áreas de risco.</p>
<p>Questionada sobre a demora do governo estadual e das prefeituras em recomendar que os moradores de áreas de risco deixassem suas residências, a Defesa Civil estadual não havia respondido até a publicação desta reportagem. De acordo com o mais recente boletim do órgão, ao menos 169 pessoas perderam a vida e mais de 2,34 milhões de gaúchos foram afetados em um dos 473 municípios atingidos. Há ainda 44 pessoas desaparecidas e pelo menos 39.595 desabrigadas em todo o estado.</p>
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		<title>Pescadores em Pelotas enfrentamcrise prolongada após cheia na Lagoa dos Patos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2024 22:05:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Famílias que vivem da pesca artesanal na Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul, estão enfrentando uma grave crise econômica devido às inundações que devastaram a região. Na Colônia Z3, comunidade de pescadores na zona rural de Pelotas, cerca de 4 mil pessoas foram atingidas pelas enchentes, que encobriram casas, peixarias e destruíram equipamentos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Famílias que vivem da pesca artesanal na Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul, estão enfrentando uma grave crise econômica devido às inundações que devastaram a região. Na Colônia Z3, comunidade de pescadores na zona rural de Pelotas, cerca de 4 mil pessoas foram atingidas pelas enchentes, que encobriram casas, peixarias e destruíram equipamentos essenciais para o trabalho.</p>
<figure id="attachment_77231" aria-describedby="caption-attachment-77231" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-77231" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/28-Imagem-de-satelite-mostra-mancha-de-sedimentos-trazida-para-a-Lagoa-dos-Patos-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C328&#038;ssl=1" alt="Imagem De Satélite Mostra Mancha De Sedimentos Trazida Para A Lagoa Dos Patos - Expresso Carioca" width="754" height="328" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/28-Imagem-de-satelite-mostra-mancha-de-sedimentos-trazida-para-a-Lagoa-dos-Patos-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/28-Imagem-de-satelite-mostra-mancha-de-sedimentos-trazida-para-a-Lagoa-dos-Patos-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C131&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/28-Imagem-de-satelite-mostra-mancha-de-sedimentos-trazida-para-a-Lagoa-dos-Patos-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C65&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/28-Imagem-de-satelite-mostra-mancha-de-sedimentos-trazida-para-a-Lagoa-dos-Patos-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C326&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-77231" class="wp-caption-text">Imagem de satélite mostra mancha de sedimentos trazida para a Lagoa dos Patos após as enchentes dos afluentes, como o Lago Guaíba &#8211; Diuliana Leandro/UFPel/Adaptação Nasa Imagens</figcaption></figure>
<p>Com metade da população deslocada para a casa de parentes ou abrigos, muitos pescadores estão apreensivos com o futuro. Nilmar Conceição, presidente do Sindicato dos Pescadores da Colônia Z3, ressalta que a pesca não será retomada antes de outubro, devido ao período de defeso. Mesmo após o retorno, a lagoa não estará recuperada, prolongando a crise.</p>
<figure id="attachment_77232" aria-describedby="caption-attachment-77232" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-77232" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/28-Moradores-do-bairro-Balneario-dos-Prazeres-usam-sacos-para-conter-a-erosao-que-se-aproxima-das-casas-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C535&#038;ssl=1" alt="Moradores Do Bairro Balneário Dos Prazeres Usam Sacos Para Conter A Erosão Que Se Aproxima Das Casas - Expresso Carioca" width="754" height="535" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/28-Moradores-do-bairro-Balneario-dos-Prazeres-usam-sacos-para-conter-a-erosao-que-se-aproxima-das-casas-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/28-Moradores-do-bairro-Balneario-dos-Prazeres-usam-sacos-para-conter-a-erosao-que-se-aproxima-das-casas-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C213&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/28-Moradores-do-bairro-Balneario-dos-Prazeres-usam-sacos-para-conter-a-erosao-que-se-aproxima-das-casas-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C106&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/28-Moradores-do-bairro-Balneario-dos-Prazeres-usam-sacos-para-conter-a-erosao-que-se-aproxima-das-casas-Expresso-Carioca.webp?resize=120%2C86&amp;ssl=1 120w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/28-Moradores-do-bairro-Balneario-dos-Prazeres-usam-sacos-para-conter-a-erosao-que-se-aproxima-das-casas-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C532&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-77232" class="wp-caption-text">Moradores do bairro Balneário dos Prazeres usam sacos para conter a erosão que se aproxima das casas &#8211; Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A cheia trouxe uma preocupação adicional: a suspensão de sedimentos na lagoa. Cientistas da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) observaram uma mancha de sedimentos se espalhando pela lagoa e desaguando no oceano, situação inédita em escala e gravidade. O canal São Gonçalo, que liga a Lagoa dos Patos à Lagoa Mirim, também é uma área crítica, com a Defesa Civil reforçando o dique para proteger cinco bairros em Pelotas.</p>
<p>Além da Colônia Z3, outros bairros próximos da lagoa, como Laranjal e Balneário dos Prazeres, estão alagados, afetando milhares de moradores. A prefeitura de Pelotas informou que 665 pessoas estão em abrigos municipais, com 5 mil pessoas impactadas pelas enchentes. O município está cadastrando famílias para o Auxílio Reconstrução do governo federal, no valor de R$ 5,1 mil por família.</p>
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		<title>AGU quer acordo com plataformas para combater desinformação sobre RS</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/agu-quer-acordo-com-plataformas-para-combater-desinformacao-sobre-rs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 May 2024 13:20:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[Enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
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					<description><![CDATA[A Advocacia-Geral da União (AGU) realizou nesta sexta-feira (10) uma reunião com representantes das principais plataformas digitais para propor medidas de combate à desinformação envolvendo as enchentes que atingem o Rio Grande do Sul. Durante a reunião, a AGU fez uma proposta de atuação conjunta com as empresas que operam as redes sociais para criação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) realizou nesta sexta-feira (10) uma reunião com representantes das principais plataformas digitais para propor medidas de combate à desinformação envolvendo as enchentes que atingem o Rio Grande do Sul.</p>
<p>Durante a reunião, a AGU fez uma proposta de atuação conjunta com as empresas que operam as redes sociais para criação de um canal direto para retirada de conteúdos com desinformação sobre a tragédia.</p>
<p>A proposta será analisada pelas empresas, que deverão manifestar concordância ou não em uma nova reunião que será realizada na semana que vem.</p>
<p>A reunião teve a presença de representantes do YouTube, TikTok, Kwai, Spotify, Facebook, Instagram e WhatsApp, além de pessoas da Polícia Federal, do Ministério da Justiça e Segurança Pública e da Secretaria de Comunicação da Presidência da República.</p>
<p>De acordo com o advogado-geral da União, Jorge Messias, a classificação do conteúdo com desinformação será feita em parceria com agências de checagem, que contam com o trabalho de jornalistas profissionais.</p>
<p>“Temos identificado nos últimos dias um aumento muito preocupante de conteúdos desinformacionais que têm abalado a atuação das forças de segurança pública nos trabalhos de pronto-atendimento, salvamento e auxílio à população do Rio Grande do Sul&#8221;, afirmou Messias.</p>
<p>Na quarta-feira (8), a AGU entrou na Justiça Federal com pedido de resposta contra o <em>coach</em> Pablo Marçal em razão de postagens com informações falsas sobre a atuação das Forças Armadas na prestação de auxílio à população gaúcha.</p>
</div>
</div>
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		<title>Governo do Espírito Santo declara situação de emergência após temporal na região sul</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-do-espirito-santo-declara-situacao-de-emergencia-apos-temporal-na-regiao-sul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 16:17:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[Espirito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Situaçao Emergência]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, emitiu neste sábado (23) um decreto de situação de emergência em diversos municípios do estado devido às intensas chuvas que assolaram a região sul desde a noite de sexta-feira (22). O temporal resultou em quatro mortes confirmadas até o momento. Conforme estabelecido no Decreto nº 501-S, publicado em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, emitiu neste sábado (23) um decreto de situação de emergência em diversos municípios do estado devido às intensas chuvas que assolaram a região sul desde a noite de sexta-feira (22). O temporal resultou em quatro mortes confirmadas até o momento.</p>
<p>Conforme estabelecido no Decreto nº 501-S, publicado em edição extraordinária do Diário Oficial do Estado, a situação de emergência foi decretada nos municípios de Alegre, Alfredo Chaves, Apiacá, Atílio Vivacqua, Bom Jesus do Norte, Guaçuí, Jerônimo Monteiro, Mimoso do Sul, Muniz Freire, Muqui, Rio Novo do Sul, São José do Calçado e Vargem Alta.</p>
<p>O governador Casagrande sobrevoou a região afetada e visitou Mimoso do Sul, um dos municípios mais impactados pelas chuvas. O governo informou que desde o início das precipitações, tem coordenado os esforços de resposta ao desastre, incluindo resgate de vítimas e assistência aos afetados.</p>
<p>Durante sua visita a Mimoso do Sul, Casagrande foi recebido pelo prefeito Peter Costa e uma comitiva percorreu as áreas atingidas, interagindo com os moradores locais. Posteriormente, o governador retornou à capital, Vitória, onde concedeu uma entrevista coletiva no quartel do Corpo de Bombeiros.</p>
<p>&#8220;Presenciamos uma situação caótica em Mimoso do Sul, onde a cidade está incomunicável devido à falta de energia, que precisou ser cortada. Infelizmente, já temos quatro óbitos confirmados e ainda há pessoas desaparecidas. Estamos concentrando esforços para restabelecer os serviços essenciais, resgatar os afetados nas áreas alagadas e fornecer alimentação a todos os atingidos em todas as cidades. Toda a equipe de governo está empenhada nesse trabalho de assistência&#8221;, declarou o governador, conforme comunicado divulgado pelo governo estadual no sábado à noite.</p>
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		<title>Defesa Civil do RS pede prioridade na doação de kits de limpeza</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/defesa-civil-do-rs-pede-prioridade-na-doacao-de-kits-de-limpeza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 00:25:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Doacoes]]></category>
		<category><![CDATA[Enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[kit limpeza]]></category>
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					<description><![CDATA[A Defesa Civil do Rio Grande do Sul solicitou, nesta segunda-feira (11), prioridade na doação de kits de limpeza. Desde a semana passada, dezenas de famílias no estado perderam ou tiveram de deixar suas casas destruídas pelas fortes chuvas e enchentes. “A principal necessidade no momento é de materiais de limpeza, especialmente nessa fase em [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>A Defesa Civil do Rio Grande do Sul solicitou, nesta segunda-feira (11), prioridade na doação de kits de limpeza. Desde a semana passada, dezenas de famílias no estado perderam ou tiveram de deixar suas casas destruídas pelas fortes chuvas e enchentes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“A principal necessidade no momento é de materiais de limpeza, especialmente nessa fase em que o Poder Público, a comunidade e voluntários realizam a limpeza de casas e ruas”, esclarece.</p>
<p>Entre os produtos solicitados estão baldes, rodos, vassouras, luvas e botas de borracha.</p>
<p>Em relação a itens de uso pessoal, as famílias afetadas precisam de fraldas, roupas íntimas, lençóis e cobertores, informa a Defesa Civil.</p>
<p>De acordo com a Defesa Civil, não é necessária, no momento, a doação de peças de roupas e alimentos perecíveis, pois os estoques estão completos.</p>
<p>“A Defesa Civil agradece imensamente a corrente de solidariedade que se formou e permitiu rapidamente acumularmos grandes estoques. Mas, no momento, roupas e alimentos, principalmente perecíveis, não se fazem necessários. Pedimos que a população direcione esse grande mutirão de ajuda para sermos mais assertivos nos itens que mais precisamos para auxiliar na reconstrução”, explicou o chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Boeira.</p>
<p>Mais de 150 mil gaúchos foram afetados pelas chuvas. Até o momento, 46 mortes foram confirmadas.</p>
<h2>Doações em dinheiro</h2>
<p>As doações também podem ser feitas em dinheiro. O Banco do Brasil informou que, em quatro dias de campanha, conseguiu arrecadar cerca de R$ 1 milhão. A instituição, por meio da Fundação BB &#8211; braço social do banco -, doou R$ 500 mil.</p>
<p>Segundo o banco, os valores arrecadados serão destinados a Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida, instituição sem fins lucrativos que comprará e distribuirá alimentos, kits de higiene e limpeza.</p>
<p>O banco informou que avalia a necessidade, caso a caso, da renegociação dos financiamentos de 115 mil pessoas físicas e empresas que estão em áreas afetadas pelas chuvas.</p>
<p>Quem quiser doar pela Fundação BB, os dados bancários são:</p>
<p>Enchentes Rio Grande do Sul<br />
Banco do Brasil 001<br />
Agência: 1607-1<br />
Conta: 51.000-9<br />
Chave PIX: pix.enchentesrs@fbb.org.br</p>
<p>O governo estadual criou uma chave PIX de conta bancária para receber as doações em valores. Os dados são:</p>
<p>PIX para a conta SOS Rio Grande do Sul<br />
CNPJ: 92.958.800/0001-38<br />
Banco do Estado do Rio Grande do Sul</p>
</div>
</div>
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		<title>Geral Petrópolis: mortes chegam a 111; novo deslizamento gera alerta</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/geral-petropolis-mortes-chegam-a-111-novo-deslizamento-gera-alerta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Feb 2022 22:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva em Petrópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Deslizamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[tragédia]]></category>
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					<description><![CDATA[Já são 111 mortes confirmadas pelas autoridades municipais de Petrópolis desde a forte chuva que atingiu a cidade na terça-feira (15). Um novo deslizamento, desta vez na comunidade 24 de Maio, gerou um alerta da Defesa Civil municipal. Após a ocorrência, o órgão viabilizou a evacuação da Rua Nova. Ainda não há informação sobre vítimas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Já são 111 mortes confirmadas pelas autoridades municipais de Petrópolis desde a forte chuva que atingiu a cidade na terça-feira (15). Um novo deslizamento, desta vez na comunidade 24 de Maio, gerou um alerta da Defesa Civil municipal. Após a ocorrência, o órgão viabilizou a evacuação da Rua Nova.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Ainda não há informação sobre vítimas e nem sobre o número de imóveis afetados ou interditados. A população foi orientada a se deslocar da área de risco para locais seguros. Há 25 escolas na cidade designadas pela prefeitura para receber os desabrigados.</p>
<p>O receio com novos deslizamentos aumenta diante da previsão meteorológica. A Defesa Civil emitiu um aviso chamando atenção para a possibilidade de pancadas de chuvas moderadas a fortes entre a tarde de hoje (17) e a madrugada de amanhã (18).  Nas últimas horas, 14 das 18 sirenes instaladas próximas a áreas de risco da cidade foram acionadas.</p>
<p>O temporal que culminou na tragédia deixou ruas do centro histórico de Petrópolis e de outros bairros alagadas. Imagens fortes e impressionantes circularam nas redes sociais. Segundo o governo do Rio de Janeiro, foi a pior chuva na cidade desde 1932. A região serrana do estado, onde se localiza Petrópolis, viveu outras tragédias nas últimas décadas. Em 1988 e em 2011, temporais também causaram um grande número de mortes.</p>
<p>Dessa vez, um dos pontos mais impactados na cidade foi o Morro da Oficina, no Alto da Serra. Houve um grande deslizamento de terra no local, que fica próximo à Rua Tereza, conhecida área comercial do município perto do centro histórico. A prefeitura estima que cerca de 80 casas tenham sido afetadas.</p>
<p>Diante do alto volume de óbitos, o município abriu covas às pressas no Cemitério do Centro. Em respeito à programação dos familiares, foi descartada a realização de enterros coletivos. Conforme cronograma divulgado, entre ontem (16) e hoje (17) aconteceram 18 sepultamentos, incluindo cinco crianças e adolescentes.</p>
<p>Os bairros mais atingidos foram Quitandinha, Alto da Serra, Castelânea, Centro, Coronel Veiga, Duarte da Silveira, Floresta, Caxambu e Chácara Flora. Segundo a Defesa Civil municipal, todas as 18 sirenes de alerta situadas próximas às áreas de risco foram acionadas. O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, afirmou ontem (16) que o dispositivo tecnológico ajudou a salvar vidas.</p>
<p>Órgãos públicos estão criando estruturas para realização de serviços de apoio à população. O Departamento de Trânsito do Rio de Janeiro (Detran-RJ) montou dois pontos, nos bairros Quitandinha e Alto da Serra, para emissão das carteiras de identidade e de habilitação aos moradores que perderam seus documentos. A Polícia Civil também informou que está com equipes na cidade colhendo registros de pessoas desaparecidas. Até a manhã de hoje (17), 134 nomes já haviam sido registrados.</p>
<p>&#8220;Os dados serão cruzados com a relação de cadáveres do IML da região. No Colégio Estadual Rui Barbosa, os policiais localizaram três pessoas que constavam como desaparecidas&#8221;, informou a Polícia Civil.  O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), através do seu programa de localização e identificação de desaparecidos, também tem recebido solicitações para localização de pessoas. Até ontem (16), a instituição possuía pedidos envolvendo 35 desaparecidos.</p>
<h2>Recursos</h2>
<p>Ontem (16), o governador Cláudio Castro afirmou que o estado não deixaria faltar recursos para a reconstrução da cidade, acrescentando que toda ajuda seria bem-vinda. Uma visita do presidente Jair Bolsonaro à cidade está agendada para amanhã (18). Um plano do governo federal será apresentado ao prefeito Rubens Bomtempo.</p>
<p>Castro tem defendido os investimentos feitos pelo seu governo nos últimos anos em obras de contenção de encostas e de melhoria do asfalto e em programas habitacionais. O Portal da Transparência do executivo estadual, no entanto, mostra uma diferença significativa entre o orçamento previsto e o montante empenhado em 2021 na prevenção e resposta ao risco e recuperação de desastres. A dotação inicial era de R$ 402,8 milhões. Apenas R$ 192,8 milhões foram empenhados, o que representa 47,8% do estimado.</p>
<p>Segundo Castro, ações preventivas são desenvolvidas pelo governo. &#8220;Não se resolve 40 anos em um ou dois anos&#8221;, disse ontem (15). Ele reconheceu que a falta histórica de investimentos contribuiu para os estragos na cidade, mas também atribuiu a situação ao caráter excepcional da chuva.</p>
<p>A Agência  de Fomento do Rio (AgeRio), vinculada ao governo estadual, anunciou hoje (17) o Programa Reconstruir Petrópolis, que destinará linhas de crédito aos negócios do município. Também foi sancionada pelo governador uma lei aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) que garante um repasse de R$ 30 milhões para a cidade. Os recursos são provenientes de economias do orçamento da casa legislativa.</p>
</div>
</div>
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