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	<title>EMS &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Anvisa libera primeira caneta nacional com substância semelhante ao Ozempic para tratamento de diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 15:59:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, aprovou o registro da primeira caneta de semaglutida sintética análoga ao Ozempic autorizada para venda no Brasil. O medicamento, batizado de Ozivy, foi desenvolvido pelo laboratório EMS e será indicado para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2. A autorização foi publicada nesta terça-feira (26) e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, aprovou o registro da primeira caneta de semaglutida sintética análoga ao Ozempic autorizada para venda no Brasil. O medicamento, batizado de Ozivy, foi desenvolvido pelo laboratório EMS e será indicado para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2.</p>
<p>A autorização foi publicada nesta terça-feira (26) e marca um novo momento no mercado de medicamentos da classe GLP-1, popularmente conhecida como “canetas emagrecedoras”. O produto utiliza o mesmo princípio ativo presente no Ozempic, a semaglutida, cuja patente expirou em março deste ano.</p>
<p>Segundo a Anvisa, o pedido de registro foi protocolado em 2023 e passou por avaliações técnicas relacionadas à eficácia, segurança e qualidade do medicamento antes da aprovação final. O órgão informou ainda que outros processos envolvendo medicamentos semelhantes seguem em análise.</p>
<p>O Ozivy poderá ser utilizado como complemento à dieta e à prática de exercícios físicos em pacientes com diabetes tipo 2 insuficientemente controlado. A aplicação será semanal, por meio de canetas preenchidas para uso injetável. O medicamento também poderá ser utilizado sozinho em situações nas quais a metformina não seja recomendada por contraindicação ou intolerância.</p>
<p>A Anvisa destacou que o novo produto possui diferenças de conservação em relação ao Ozempic. Enquanto o medicamento original pode permanecer fora da refrigeração após o início do uso por período determinado, o Ozivy deverá ser mantido refrigerado entre 2°C e 8°C durante todo o tratamento.</p>
<p>O órgão regulador explicou ainda que o Ozivy não é considerado um medicamento genérico. Isso ocorre porque, pela regulamentação brasileira, produtos biológicos não possuem versão genérica. O novo registro foi enquadrado como medicamento novo, produzido a partir de semaglutida sintética.</p>
<p>Apesar da aprovação sanitária, o medicamento ainda depende da definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) para chegar às farmácias. A comercialização também dependerá da estratégia adotada pela fabricante.</p>
<p>A Anvisa informou que o Ozivy será vendido apenas com prescrição médica em duas vias, seguindo as regras aplicadas aos medicamentos da categoria GLP-1.</p>
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		<title>Brasil inaugura primeira fábrica de medicamentos para diabetes e obesidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 22:58:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta sexta-feira (23), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Saúde, Nísia Trindade, inauguraram a primeira fábrica de polipeptídeo sintético do Brasil, localizada em Hortolândia (SP). A nova instalação, operada pela farmacêutica EMS, será responsável pela produção de medicamentos voltados ao tratamento de diabetes e obesidade, incluindo a liraglutida e a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira (23), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Saúde, Nísia Trindade, inauguraram a primeira fábrica de polipeptídeo sintético do Brasil, localizada em Hortolândia (SP). A nova instalação, operada pela farmacêutica EMS, será responsável pela produção de medicamentos voltados ao tratamento de diabetes e obesidade, incluindo a liraglutida e a semaglutida, insumo do medicamento Ozempic.</p>
<p>Com um investimento de R$ 60 milhões, a fábrica representa um marco para o Complexo Econômico-Industrial da Saúde no país. A produção de liraglutida, um peptídeo sintético inovador, está em fase de avaliação prioritária pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A semaglutida, que integra o Ozempic, também está em processo de registro junto à Anvisa e tem patente vigente até março de 2026.</p>
<p>A ministra Nísia Trindade ressaltou os benefícios da fábrica para pacientes com diabetes e obesidade. “Este é o primeiro medicamento produzido no país para essas condições, utilizando peptídeos inovadores, o que promete reduzir efeitos colaterais e custos, além de fortalecer a autonomia nacional”, afirmou. Ela destacou a importância da colaboração entre o setor privado e as políticas públicas para o sucesso do projeto.</p>
<p>O presidente Lula considerou a inauguração um evento “auspicioso” para a saúde no Brasil, sublinhando o avanço da indústria nacional. Ele enfatizou que o poder de compra do SUS permitirá ao Brasil competir globalmente no setor farmacêutico, marcando uma transição do país de “em desenvolvimento” para uma nação com destaque internacional. “Estamos determinados a ser grandes e a mostrar que o futuro já chegou à área da saúde”, afirmou Lula.</p>
<p>A fábrica faz parte da estratégia nacional para o desenvolvimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, que prevê um investimento de R$ 57,4 bilhões até 2026. Essa estratégia visa expandir a produção nacional de itens prioritários para o Sistema Único de Saúde (SUS) e reduzir a dependência do Brasil de insumos e medicamentos importados.</p>
<p>O ministério destacou que o diabetes foi identificado como uma prioridade na matriz de desafios produtivos e tecnológicos em saúde, reforçando a relevância da inovação e do desenvolvimento tecnológico na produção de medicamentos para essa condição.</p>
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