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	<title>empresa &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Subsidiária da Embraer fecha primeira venda de aeronaves elétricas ao Japão</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/subsidiaria-da-embraer-fecha-primeira-venda-de-aeronaves-eletricas-ao-japao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 13:21:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aeronaves elétricas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Eve Air Mobility, empresa controlada pela Embraer e especializada no desenvolvimento de aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL), anunciou a venda de duas unidades de seus veículos ao mercado japonês. O acordo foi firmado com a AirX, companhia que atua no transporte aéreo no Japão e atualmente opera com helicópteros, marcando a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Eve Air Mobility, empresa controlada pela Embraer e especializada no desenvolvimento de aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL), anunciou a venda de duas unidades de seus veículos ao mercado japonês. O acordo foi firmado com a AirX, companhia que atua no transporte aéreo no Japão e atualmente opera com helicópteros, marcando a primeira negociação da Eve na região da Ásia-Pacífico.</p>
<p>O contrato prevê a entrega das aeronaves em 2029 e inclui uma cláusula de opção de compra que pode elevar o pedido total para até 50 unidades. A expectativa é que os eVTOLs sejam utilizados inicialmente como solução de mobilidade aérea de última milha, atendendo principalmente rotas turísticas nas cidades de Tóquio e Osaka.</p>
<p>O anúncio foi feito durante o Singapore Airshow, uma das principais feiras internacionais do setor aeronáutico, da qual a Embraer e a Eve participam. Para as empresas, o acordo representa um passo estratégico na expansão global do modelo de mobilidade aérea urbana baseado em propulsão elétrica.</p>
<p>Em comunicado oficial, o fundador e CEO da AirX, Kiwamu Tezuka, destacou o caráter inovador da parceria. Segundo ele, a colaboração com a Eve reforça o compromisso da empresa japonesa com soluções sustentáveis e posiciona a AirX na vanguarda de um mercado que passa por rápida transformação tecnológica.</p>
<p>Além do impacto comercial, a notícia repercutiu no mercado financeiro. Após o anúncio, as ações da Eve Air Mobility negociadas na B3 interromperam a trajetória de queda registrada nos últimos pregões. Os papéis, lançados em julho de 2025 ao preço de R$ 39, encerraram o pregão da quarta-feira (4) cotados a R$ 19,80. No dia anterior, haviam fechado a R$ 19,62, igualando o menor valor histórico desde setembro do ano passado.</p>
<p>No mercado internacional, a situação segue mais desafiadora. As ações da companhia listadas na Bolsa de Nova Iorque (NYSE) acumulam desvalorização desde 22 de janeiro, quando eram negociadas a US$ 4,59. No fechamento mais recente, os papéis foram cotados a US$ 3,65.</p>
<p>Mesmo diante da pressão sobre os ativos, a venda ao Japão reforça a estratégia da Eve de consolidar sua presença global e avançar na comercialização de seus eVTOLs, considerados peças-chave no futuro da mobilidade aérea urbana sustentável.</p>
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		<title>Após ataque hacker, C&#038;M Software retoma operações do PIX com aval do Banco Central</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/apos-ataque-hacker-cm-software-retoma-operacoes-do-pix-com-aval-do-banco-central/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 20:55:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[C&M Software]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Hacker]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A C&#38;M Software voltou a operar suas plataformas do PIX na manhã desta quinta-feira (3), após ter sido alvo de um ataque cibernético que desviou milhões de reais mantidos por instituições financeiras em contas reservas do Banco Central (BC). O retorno das atividades ocorreu em regime de produção controlada, depois que a empresa apresentou ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A C&amp;M Software voltou a operar suas plataformas do PIX na manhã desta quinta-feira (3), após ter sido alvo de um ataque cibernético que desviou milhões de reais mantidos por instituições financeiras em contas reservas do Banco Central (BC). O retorno das atividades ocorreu em regime de produção controlada, depois que a empresa apresentou ao BC provas de que reforçou a proteção contra novas invasões.</p>
<p>A autorização parcial foi concedida pelo BC um dia após a determinação inicial, em caráter cautelar, para suspensão integral dos serviços. O órgão regulador informou que a retomada das operações ocorrerá em dias úteis, das 6h30 às 18h30, com a condição de anuência explícita das instituições participantes do sistema de pagamentos instantâneos e com “robustecimento do monitoramento de fraudes e dos limites transacionais”.</p>
<p>Em nota oficial, a C&amp;M reafirmou que foi vítima de “uma ação criminosa” e que colabora desde o primeiro momento com as autoridades. “Confiamos plenamente na isenção das investigações quanto à origem do incidente, mesmo diante de ilações ou tentativas externas de antecipar julgamentos”, declarou a empresa. Segundo o comunicado, todas as medidas de segurança previstas foram aplicadas, incluindo auditorias independentes, reforço de controles internos e comunicação direta com os clientes afetados.</p>
<p>Na quarta-feira (2), a companhia já havia garantido que seus sistemas críticos permaneciam “íntegros e operacionais”, apesar do ataque.</p>
<h3>Invasão com credenciais vazadas</h3>
<p>O ataque hacker à infraestrutura da C&amp;M aconteceu na terça-feira (1º), quando criminosos exploraram credenciais de clientes vazadas — como logins e senhas — para acessar os sistemas da companhia. A invasão foi detectada e reportada pela própria empresa ao Banco Central, que imediatamente ordenou a suspensão do acesso das instituições financeiras à plataforma da C&amp;M.</p>
<p>A C&amp;M é especializada no desenvolvimento de soluções tecnológicas para o ecossistema de pagamentos instantâneos, administrando a troca de informações entre instituições financeiras no Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). Embora o SPB abranja o ambiente do PIX, até agora não há indícios de desvio de recursos diretamente dessa modalidade.</p>
<p>As contas reservas acessadas ilegalmente são contas mantidas por bancos e instituições financeiras no Banco Central, com depósitos exigidos por lei para garantir a solidez do sistema financeiro.</p>
<p>As investigações sobre a fraude continuam sob responsabilidade das autoridades competentes. Até o momento, o BC não informou o valor exato dos prejuízos.</p>
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		<title>Empresa desenvolve roupas para mulheres reais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/empresa-desenvolve-roupas-para-mulheres-reais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Sep 2023 12:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Empreeendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres de Verdade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Polarize]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo os últimos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PnadC) (2022) cerca de 45% da força de trabalho brasileira é composta por mulheres. Uma das áreas que mais se destacam é no empreendedorismo. O Brasil, hoje, é o sétimo país com o maior número de mulheres empreendedoras. Segundo dados da pesquisa do GEM [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo os últimos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PnadC) (2022) cerca de 45% da força de trabalho brasileira é composta por mulheres. Uma das áreas que mais se destacam é no empreendedorismo.</p>
<p>O Brasil, hoje, é o sétimo país com o maior número de mulheres empreendedoras. Segundo dados da<a href="https://agenciasebrae.com.br/arquivo/negocios-liderados-por-mulheres-surgem-mais-por-necessidade-e-concentram-se-em-menos-setores/" target="_blank" rel="noopener"> pesquisa do GEM</a> (Global Entrepreneurship Monitor 2020) feita pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), dos cerca de 52 milhões de empreendedores, 30 milhões (48%) são mulheres.</p>
<p>Foi assim que duas mulheres se juntaram e criaram a Her Wings, empresa no ramo da moda <em>athleisure</em> que desenvolve roupas para todos os tipos de corpos femininos, focada na saúde e auto aceitação. Paula Franqueiro comprou uma roupa para sua filha praticar beach tênis e algumas outras para revender. No momento, Paula vislumbrou uma oportunidade de negócio, logo depois, a empresária Antônia Souza, que faz parte da comunidade ForbesBLK, já era cliente da Paula, entrou no negócio.</p>
<p>Assim como Paula viu uma possibilidade de vendas e negócios, hoje, a Her Wings também impulsiona o empreendedorismo feminino com o “Time de Aladas”, uma oportunidade de mulheres se destacarem com a venda de produtos dos ramos da moda fit com alguns diferenciais: a possibilidade de até 50% de lucro, investimento inicial competitivo, e poder trabalhar de casa.</p>
<p>Segundo Antônia Souza, co-fundadora da Her Wings, a missão da empresa transcende a oferta de roupas esportivas estilosas.</p>
<p><em>&#8220;A marca almeja inspirar mulheres a enxergarem oportunidades de negócio, a se tornarem empreendedoras e investidores em potencial”. </em></p>
<p>Através de um braço dedicado, a Her Wings fornecerá suporte e treinamento para aquelas que desejam ingressar no emocionante mundo do empreendedorismo, capacitando-as a conquistar independência financeira.</p>
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