<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Emmanuel Macron &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/emmanuel-macron/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 Jan 2026 16:41:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Emmanuel Macron &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>França propõe exercício militar da Otan na Groenlândia em meio a tensões com os EUA</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/franca-propoe-exercicio-militar-da-otan-na-groenlandia-em-meio-a-tensoes-com-os-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 16:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanuel Macron]]></category>
		<category><![CDATA[Exercício]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Groenlândia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Otan]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=88071</guid>

					<description><![CDATA[A França solicitou oficialmente a realização de um exercício militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na Groenlândia e afirmou estar pronta para participar da operação, segundo informou nesta quarta-feira (21) o gabinete do presidente Emmanuel Macron. A iniciativa surge em um momento de crescente sensibilidade geopolítica envolvendo a região do Ártico. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A França solicitou oficialmente a realização de um exercício militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na Groenlândia e afirmou estar pronta para participar da operação, segundo informou nesta quarta-feira (21) o gabinete do presidente Emmanuel Macron. A iniciativa surge em um momento de crescente sensibilidade geopolítica envolvendo a região do Ártico.</p>
<p>O anúncio coincide com a chegada do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Davos, na Suíça, onde participa do Fórum Econômico Mundial. A expectativa é que Trump volte a abordar o tema da Groenlândia, apesar das manifestações contrárias de líderes europeus, em um contexto considerado o maior desgaste das relações transatlânticas das últimas décadas.</p>
<p>Na véspera, durante discurso no próprio fórum, Macron adotou um tom firme ao afirmar que a Europa não cederá a intimidações nem a atitudes coercitivas, em uma crítica direta às declarações de Trump. O presidente norte-americano voltou a ameaçar impor tarifas elevadas caso países europeus não concordem com sua proposta de assumir o controle da Groenlândia, território autônomo ligado à Dinamarca.</p>
<p>A postura de Trump tem gerado preocupação dentro da Otan, cujos líderes alertam que a estratégia dos Estados Unidos em relação à Groenlândia pode fragilizar a coesão da aliança militar. O tema ganhou ainda mais repercussão após o presidente americano associar publicamente a questão à sua frustração por não ter recebido o Prêmio Nobel da Paz, declaração que ampliou o mal-estar diplomático.</p>
<p>A Groenlândia, estratégica por sua localização e importância no cenário de segurança do Ártico, tornou-se um ponto central de disputa política e simbólica entre aliados históricos. O pedido francês por um exercício da Otan é interpretado como um sinal de reforço da presença europeia e da defesa coletiva, em meio a um cenário internacional cada vez mais tensionado.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">88071</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Macron diz que vai votar contra acordo entre União Europeia e Mercosul</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/macron-diz-que-vai-votar-contra-acordo-entre-uniao-europeia-e-mercosul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 19:52:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanuel Macron]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=87782</guid>

					<description><![CDATA[O presidente francês Emmanuel Macron declarou em suas redes sociais nesta quinta-feira (8) que votará contra a assinatura do acordo de livre comércio entre União Europeia e Mercosul. “A França decidiu votar contra a assinatura do acordo entre a União Europeia e os países do Mercosul”, escreveu o político. E continuou: “A França apoia o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="titulo-materia">O presidente francês Emmanuel Macron declarou em suas redes sociais nesta quinta-feira (8) que votará contra a assinatura do acordo de livre comércio entre União Europeia e Mercosul.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" style="color: #333333; font-size: 15px;" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" style="color: #333333; font-size: 15px;" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<div class="linha-fina-noticia">
<p>“A França decidiu votar contra a assinatura do acordo entre a União Europeia e os países do Mercosul”, escreveu o político. E continuou: “A França apoia o comércio internacional, mas o acordo UE-Mercosul está desatualizado, negociado por muito tempo em termos obsoletos [mandato de 1999]. Embora a diversificação comercial seja necessária, os benefícios econômicos do acordo UE-Mercosul serão limitados para o crescimento francês e europeu”.</p>
<p>A França se opõe ao acordo há bastante tempo. O governo local sofre uma forte pressão, principalmente dos agricultores franceses, que rejeitam totalmente a parceria com o bloco sul-americano, temendo a concorrência.</p>
<p>Macron levará sua decisão à reunião de Conselho da União Europeia, que acontece nesta sexta (9), em Bruxelas.</p>
<p>Além da França, Irlanda, Polônia e Hungria também são contra o acordo. Alemanha e Espanha são favoráveis à assinatura. A Itália ainda não se definiu, mas indicou que deve apoiar.</p>
<p>A assinatura do documento pode ocorrer na próxima semana.</p>
<p><em>Por Agência Brasil</em></p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">87782</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Macron concede Ordem Nacional da Legião de Honra ao Cacique Raoni</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/macron-concede-ordem-nacional-da-legiao-de-honra-ao-cacique-raoni/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 14:47:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Cacique Raoni]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanuel Macron]]></category>
		<category><![CDATA[etnia kayapó]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordem Nacional da Legião de Honra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=75520</guid>

					<description><![CDATA[O presidente da França, Emmanuel Macron, planeja conceder a Ordem Nacional da Legião de Honra ao renomado líder indígena da etnia kayapó, cacique Raoni Metuktire, nesta terça-feira (26). Essa honraria representa o mais alto reconhecimento concedido pela França a seus cidadãos e a indivíduos estrangeiros que se destacam em âmbito global. Instituída em 20 de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da França, Emmanuel Macron, planeja conceder a Ordem Nacional da Legião de Honra ao renomado líder indígena da etnia kayapó, cacique Raoni Metuktire, nesta terça-feira (26). Essa honraria representa o mais alto reconhecimento concedido pela França a seus cidadãos e a indivíduos estrangeiros que se destacam em âmbito global.</p>
<p>Instituída em 20 de maio de 1802 por Napoleão Bonaparte, a Ordem Nacional da Legião de Honra é uma distinção prestigiosa reconhecida internacionalmente.</p>
<p>Aos 92 anos, Raoni Metuktire dedicou sua vida à proteção da Amazônia e dos povos indígenas que habitam a floresta, angariando reconhecimento mundial. Originário da aldeia Kraimopry-yaka, onde nasceu, o cacique viajou pelo mundo promovendo a paz e estabelecendo diálogo com diversas figuras proeminentes, incluindo o Papa Francisco e o rei britânico Charles III.</p>
<p>Em sua primeira visita oficial ao Brasil, Macron chegará hoje em Belém (PA), onde será recebido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante sua estadia, ambos os líderes conduzirão uma agenda bilateral abrangente, abordando questões ambientais, de defesa e reformas em organizações multilaterais, entre outros temas. Além do Pará, Macron também visitará Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.</p>
<p>Na capital paraense, os presidentes terão a oportunidade de conhecer a produção artesanal e sustentável de cacau em áreas florestais. Ademais, participarão de um encontro com representantes indígenas, no qual Macron realizará a cerimônia de outorga da Ordem Nacional da Legião de Honra ao cacique Raoni.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">75520</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Macron promete enfrentar &#8220;dúvidas e divisões&#8221; após reeleição na França</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/macron-promete-enfrentar-duvidas-e-divisoes-apos-reeleicao-na-franca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 15:19:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Eleição Presidencial]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanuel Macron]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segundo Turno]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=48445</guid>

					<description><![CDATA[O presidente reeleito da França, Emmanuel Macron, prometeu lidar com divisões profundas no país, após resultados mostrarem vitória nas eleições presidenciais sobre Marine Le Pen. Reconheceu que muitos votaram nele, principalmente para frustrar sua adversária de extrema direita. Com os olhos voltados para uma eleição parlamentar em junho, Macron deve agora negociar outro período complicado de campanha, para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente reeleito da França, Emmanuel Macron, prometeu lidar com divisões profundas no país, após resultados mostrarem vitória nas eleições presidenciais sobre Marine Le Pen. Reconheceu que muitos votaram nele, principalmente para frustrar sua adversária de extrema direita.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Com os olhos voltados para uma eleição parlamentar em junho, Macron deve agora negociar outro período complicado de campanha, para tentar garantir uma legislatura que lhe dê a maioria necessária para implementar suas políticas.</p>
<p>Os resultados finais do segundo turno de domingo mostraram que Macron obteve 58,54% dos votos, margem de vitória maior do que muitas pesquisas haviam previsto.</p>
<p>O resultado também dá à extrema direita sua maior fatia de votação presidencial já registrada.</p>
<p>&#8220;Muitos neste país votaram em mim não porque apoiam minhas ideias, mas para manter de fora as da extrema direita. Quero agradecê-los e sei que tenho com eles uma dívida nos próximos anos&#8221;, disse Macron no discurso de vitória.</p>
<p>&#8220;Teremos que ser benevolentes e respeitosos porque nosso país está cheio de dúvidas, com muitas divisões.&#8221;</p>
<p>Embora a margem de vitória de Macron tenha sido confortável, ficou bem abaixo dos 66,1% que ele conseguiu contra a mesma adversária no segundo turno de 2017, e ainda mais longe dos 82% garantidos pelo conservador Jacques Chirac em 2002, quando a extrema direita chegou pela primeira vez à fase de desempate.</p>
<p>O candidato presidencial de extrema esquerda, Jean-Luc Mélenchon &#8212; que ficou em terceiro lugar atrás de Le Pen no primeiro turno &#8212; imediatamente rotulou as eleições parlamentares de 12 e 19 de junho como &#8220;terceiro turno&#8221; da eleição presidencial.</p>
<p>É uma votação na qual os partidos da oposição de todos os segmentos esperam ganhar.</p>
<p>A mensagem em todo o campo de Macron, nesta segunda-feira (25), foi de que ele ouvirá mais, após o primeiro mandato em que o próprio presidente inicialmente chamou seu estilo de liderança de &#8220;jupiteriano&#8221;, sugerindo que ficará acima da briga política.</p>
<h2>Protestos</h2>
<p>&#8220;Quando uma proposta que afeta a vida dos franceses chega à Assembleia Nacional, os deputados precisam discuti-la com os franceses&#8221;, disse o líder do Parlamento, Richard Ferrand, um aliado próximo de Macron, à France Inter.</p>
<p>&#8220;Caso contrário, existe o risco de uma divisão entre os parlamentares e o que os franceses sentem.&#8221;</p>
<p>Macron provavelmente enfrentará a volta de protestos que marcaram parte de seu primeiro mandato, enquanto tenta impulsionar suas reformas nos negócios, incluindo planos para aumentar a idade de aposentadoria de 62 para 65 anos.</p>
<p>&#8220;Ele não vai cumprir mais cinco anos com o mesmo mandato, isso está claro. Não vamos deixá-lo fazer isso&#8221;, disse a funcionária administrativa Colette Sierra, de 63 anos.</p>
<p>&#8220;Se ele fizer isso, acho que as pessoas estão prontas para sair às ruas se não houver o tipo certo de governo de coalizão.&#8221;</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">48445</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
