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	<title>emergências climáticas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Marina Silva defende criação de marco regulatório de emergência climática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 18:15:20 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante uma audiência pública na Comissão de Meio Ambiente do Senado, nesta quarta-feira (4), a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, ressaltou a gravidade das mudanças climáticas no Brasil, especialmente para o bioma Pantanal, que corre risco de desaparecer até o final do século. Ela pediu ao Congresso a criação de um marco regulatório de emergência climática, citando que 1.942 municípios já estão em situação de risco climático extremo.</p>
<p>Marina Silva destacou que o aumento das queimadas, desmatamentos e mudanças no regime hídrico são fatores que agravam a situação, colocando o Pantanal, a Amazônia e o Cerrado em situações críticas. Segundo a ministra, o fenômeno de baixa precipitação e alta evapotranspiração pode comprometer o ciclo de cheias do Pantanal, afetando a vegetação e a biodiversidade da região.</p>
<p>Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostraram um aumento alarmante de queimadas, com 68,3 mil focos registrados em agosto de 2024, um crescimento de 144% em comparação ao mesmo período de 2023.</p>
<p>Marina também negou cortes no orçamento da pasta e defendeu a continuidade de políticas públicas fundamentadas em evidências, como o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm) e no Cerrado (PPCerrado). Ela apontou que, sem as ações implementadas pelo atual governo, a situação ambiental do país estaria &#8220;incomparavelmente pior&#8221;.</p>
<p>A presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado, senadora Leila Barros, também destacou a urgência da adaptação ao cenário de emergência climática e prestou homenagem ao brigadista Wellington dos Santos, que morreu combatendo incêndios no Parque Indígena do Xingu.</p>
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