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	<title>Emergência &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Emergência &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Guterres Adverte Sobre Perigo de Conflito no Oriente Médio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Apr 2024 13:57:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[António Guterres]]></category>
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					<description><![CDATA[No domingo (14), o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, alertou para o iminente perigo de um conflito devastador no Oriente Médio. Ele pediu máxima contenção e destacou a urgência de recuar do abismo em uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU convocada por Israel para discutir o recente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No domingo (14), o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, alertou para o iminente perigo de um conflito devastador no Oriente Médio. Ele pediu máxima contenção e destacou a urgência de recuar do abismo em uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU convocada por Israel para discutir o recente ataque iraniano.</p>
<p>Guterres enfatizou que os civis já estão sofrendo as consequências e pagando o preço mais alto, ressaltando a necessidade de evitar ações que possam levar a grandes confrontos militares em múltiplas frentes na região. Ele destacou que a paz e a segurança, tanto regional quanto global, estão em risco, e enfatizou que o direito internacional proíbe ações de retaliação que envolvam o uso da força.</p>
<p>O líder da ONU dirigiu seu apelo tanto ao Irã, que justificou o ataque como retaliação por um bombardeio anterior a seu consulado em Damasco, quanto a Israel, que afirmou ter o direito de responder aos ataques iranianos.</p>
<p>Guterres ressaltou a responsabilidade compartilhada da comunidade internacional em evitar uma escalada entre o Irã e Israel, alcançar um cessar-fogo em Gaza, garantir a libertação dos reféns do Hamas e prevenir uma deterioração na situação na Cisjordânia.</p>
<p>Na reunião, estiveram presentes representantes do Irã, Israel e Síria. O embaixador israelense na ONU, Gilad Erdan, alertou sobre as perigosas ambições iranianas e pediu medidas firmes do Conselho contra o Irã, incluindo a designação do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica como organização terrorista e a imposição de sanções.</p>
<p>O ataque iraniano, realizado com drones, mísseis de cruzeiro e balísticos, foi amplamente interceptado pelo Exército israelense. Este incidente aumentou as tensões já existentes entre Teerã e Tel Aviv, agravadas pela recente ofensiva de Israel na Faixa de Gaza.</p>
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		<title>Número de casos de dengue em 2024 ultrapassa os registros de 2023 em cinco estados e no DF</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/numero-de-casos-de-dengue-em-2024-ultrapassa-os-registros-de-2023-em-cinco-estados-e-no-df/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 14:41:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Emergência]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde revelam uma preocupante realidade: pelo menos cinco estados e o Distrito Federal já acumulam mais casos de dengue nas primeiras semanas de 2024 do que em todo o ano de 2023. Até a última segunda-feira (4), o Amapá registrou 1.950 casos prováveis da doença, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde revelam uma preocupante realidade: pelo menos cinco estados e o Distrito Federal já acumulam mais casos de dengue nas primeiras semanas de 2024 do que em todo o ano de 2023.</p>
<p>Até a última segunda-feira (4), o Amapá registrou 1.950 casos prováveis da doença, superando os 1.237 casos de todo o ano anterior. O Amazonas contabilizou 8.304 casos prováveis, ante os 6.450 de 2023. Em Goiás, houve um aumento de 69.737 para 69.718 casos prováveis. No Rio de Janeiro, o salto foi de 49.330 para 92.445 casos prováveis. Em Roraima, o número subiu de 237 para 299 casos prováveis. Já no Distrito Federal, a situação é mais alarmante, com 117.588 casos prováveis, comparados aos 38.584 registrados em todo o ano passado.</p>
<p>Os coeficientes de incidência também são preocupantes. No Amapá, são 265,9 casos para cada 100 mil habitantes; no Amazonas, 210,7; em Goiás, 988,4; no Rio de Janeiro, 575,8; em Roraima, 47; e no Distrito Federal, 4.174,1.</p>
<p>Diante dessa explosão de casos, Acre, Distrito Federal, Goiás e Rio de Janeiro decretaram emergência em saúde pública. Minas Gerais, embora não tenha ultrapassado os registros de 2023, está próximo desse cenário, com 407.977 casos prováveis contabilizados nas primeiras semanas de 2024, contra 408.393 em todo o ano anterior.</p>
<p>Além disso, Espírito Santo, Santa Catarina e São Paulo também declararam emergência em saúde pública devido ao aumento expressivo de casos de dengue neste ano. Os números são alarmantes: o Espírito Santo contabiliza 43.743 casos prováveis, Santa Catarina 35.536 e São Paulo 217.633, todos superando os registros de 2023.</p>
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		<title>Governo federal reconhece emergência em cidades de Mato Grosso do Sul</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-federal-reconhece-emergencia-em-cidades-de-mato-grosso-do-sul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2022 23:50:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[14 cidades do MS]]></category>
		<category><![CDATA[Emergência]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil reconheceu, nesta quinta-feira (11), a situação de emergência em 14 cidades sul mato-grossenses afetadas pela estiagem e por incêndios florestais ocorridos entre junho e julho deste ano. Publicada hoje (12), no Diário Oficial da União, a Portaria nº 2.554 caracteriza como emergencial a situação de desastre nos municípios de  Anastácio, Aquidauana, Bodoquena, Bonito, Corguinho, Corumbá, Coxim, Jardim, Ladário, Miranda, Porto Murtinho, Rio Negro, Rio Verde de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil reconheceu, nesta quinta-feira (11), a situação de emergência em 14 cidades sul mato-grossenses afetadas pela estiagem e por incêndios florestais ocorridos entre junho e julho deste ano.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Publicada hoje (12), no <em>Diário Oficial da União</em>, a <a href="https://in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-2.554-de-11-de-agosto-de-2022-421940625" target="_blank" rel="noopener">Portaria nº 2.554</a> caracteriza como emergencial a situação de desastre nos municípios de  Anastácio, Aquidauana, Bodoquena, Bonito, Corguinho, Corumbá, Coxim, Jardim, Ladário, Miranda, Porto Murtinho, Rio Negro, Rio Verde de Mato Grosso e Sonora.</p>
<p>O reconhecimento federal de situação de emergência ou de calamidade pública &#8211; quando eventos adversos geram prejuízo à população &#8211; abre caminho para que outros municípios atingidos peçam recursos financeiros ao Ministério do Desenvolvimento Regional a fim de auxiliar à população afetada e custear obras e serviços necessários a restaurar a infraestrutura e equipamentos danificados.</p>
<p>O governo do Mato Grosso do Sul já havia reconhecido situação de emergência nos 14 municípios no dia 21 de junho. Assinado pelo governador Reinaldo Azambuja, o <a href="https://www.spdo.ms.gov.br/diariodoe/Index/Download/DO10898_22_07_2022" target="_blank" rel="noopener">Decreto “E” nº 129</a> estabeleceu que a medida é válida por 180 dias, no conjunto de cidades atingidas por &#8220;propagação de fogo sem controle”.</p>
<p>Ainda no decreto, o governo estadual destaca que MS passa por uma das maiores estiagens dos últimos anos, com regiões que registram até metade das chuvas esperadas para o período. Consequentemente, até meados de julho, “centenas de focos de calor e incêndios de grandes proporções” foram registrados, principalmente na região pantaneira.</p>
<p>Conforme o decreto estadual, entre o início de junho e o dia 20 de julho foram registrados 2.165 focos de calor em todo o Mato Grosso do Sul, sendo 977 deles em Corumbá. No mesmo período, foram queimados 132.525 hectares (um hectare corresponde, aproximadamente, às medidas de um campo de futebol oficial), sendo 83.175 ha no Pantanal.</p>
<p>Desde então, novos focos de calor continuam se multiplicando e o nível de importantes rios segue baixando.</p>
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