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	<title>Emendas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>STF concede mais 10 dias para governo e Congresso fecharem acordo sobre emendas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 00:56:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu prorrogar por mais dez dias o prazo para que o governo federal e o Congresso Nacional cheguem a um acordo final sobre a liberação das emendas impositivas e das chamadas &#8220;emendas Pix&#8221;. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (29), após uma reunião entre o presidente do STF, Luís Roberto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu prorrogar por mais dez dias o prazo para que o governo federal e o Congresso Nacional cheguem a um acordo final sobre a liberação das emendas impositivas e das chamadas &#8220;emendas Pix&#8221;. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (29), após uma reunião entre o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, o ministro Flávio Dino, relator das ações sobre as emendas, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o advogado-geral da União, Jorge Messias. O prazo anterior se encerraria nesta sexta-feira (30).</p>
<p>No encontro realizado no dia 20 deste mês, Barroso reuniu-se com os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para discutir o tema. Na ocasião, foi acordado que as &#8220;emendas Pix&#8221; seriam priorizadas para a conclusão de obras inacabadas, enquanto as emendas impositivas de bancadas seriam destinadas a projetos estruturantes nos estados.</p>
<p>Apesar das diretrizes estabelecidas pelo STF, ainda não houve consenso entre os representantes dos Poderes Legislativo e Executivo sobre a implementação das medidas. Até que se chegue a um acordo final, permanece em vigor a decisão do ministro Flávio Dino, ratificada pelo plenário da Corte, que suspendeu o pagamento das emendas até que sejam adotadas medidas adequadas de transparência e controle dos recursos.</p>
<p>O acordo final entre Legislativo e Executivo, uma vez alcançado, precisará ser submetido à aprovação do plenário do STF, conforme informado pelo tribunal.</p>
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		<title>STF considera orçamento secreto inconstitucional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2022 20:47:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas]]></category>
		<category><![CDATA[emendas de relator]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento secreto]]></category>
		<category><![CDATA[RP9]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[Por 6 votos a 5, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucionais as emendas de relator do Orçamento, as chamadas RP9, mais conhecidas por orçamento secreto. A corte finalizou hoje (19) o julgamento de ações dos partidos Cidadania, PSB, PSOL e PV, que entendem que as emendas RP9 são ilegais e não estão previstas na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Por 6 votos a 5, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucionais as emendas de relator do Orçamento, as chamadas RP9, mais conhecidas por orçamento secreto. A corte finalizou hoje (19) o julgamento de ações dos partidos Cidadania, PSB, PSOL e PV, que entendem que as emendas RP9 são ilegais e não estão previstas na Constituição.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Até o último dia 15, quando o julgamento foi suspenso, o placar era de 5 votos a 4 contra o orçamento secreto. A presidente do STF e relatora das ações, ministra Rosa Weber, votou pela inconstitucionalidade das emendas RP9  e foi seguida pelos ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Ela considerou que o modelo prejudica a distribuição de recursos, o direito dos parlamentares de participar do ajuste do Orçamento e a sociedade, por dificultar a obtenção de informações sobre a aplicação do dinheiro.</p>
<p>Já os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Nunes Marques votaram pela possibilidade da adoção das emendas, mas com a aplicação de formas proporcionais de distribuição e de fiscalização. E o ministro André Mendonça votou para manter as emendas de relator ao entender que a decisão política sobre o destino dos recursos orçamentários cabe ao Legislativo.</p>
<p>Após a suspensão do julgamento, o Congresso Nacional aprovou uma resolução que muda as regras dos recursos distribuídos pelas emendas de relator para tornar esses repasses mais transparentes à sociedade.</p>
<p>Nesta segunda-feira (19), ao proferir seu voto, o ministro Ricardo Lewandowski disse que a medida apresentou avanços para “mitigar a enorme discricionariedade que o relator tem na distribuição dos recursos orçamentários”. Entretanto, para ele, as mudanças ainda não estão de acordo com os parâmetros constitucionais de transparência. Já o ministro Gilmar Mendes, último a votar, julgou as ações parcialmente procedentes e avaliou que, apesar da necessidade de se garantir mais transparência, não é possível simplesmente declarar inconstitucional a possibilidade de emendas de relator previrem despesas, restringindo-a a ajustes técnicos.</p>
<p>O apelido de orçamento secreto surgiu da ausência de identificação dos deputados e senadores que indicaram a aplicação de tais recursos. Assim, segundo críticos das RP9, as emendas são usadas pelo Executivo federal para cooptar deputados e senadores a votarem matérias de seu interesse em troca de alocações diretas para órgãos públicos. Os recursos previstos para 2023 estão em torno de R$ 19 bilhões.</p>
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