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	<title>Emendas Parlamentares &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Emendas Parlamentares &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Juros da dívida e emendas parlamentares comprimem investimentos públicos no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/juros-da-divida-e-emendas-parlamentares-comprimem-investimentos-publicos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:48:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas Parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inesc]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento 2025]]></category>
		<category><![CDATA[relatório do Inesc]]></category>
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					<description><![CDATA[O crescimento das despesas com juros da dívida pública, aliado à expansão das emendas parlamentares, tem reduzido o espaço para investimentos no Brasil. A conclusão faz parte de um levantamento recente que analisa a execução orçamentária federal e seus impactos sobre políticas públicas. De acordo com o estudo, o país destinou, em 2025, cerca de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento das despesas com juros da dívida pública, aliado à expansão das emendas parlamentares, tem reduzido o espaço para investimentos no Brasil. A conclusão faz parte de um levantamento recente que analisa a execução orçamentária federal e seus impactos sobre políticas públicas.</p>
<p>De acordo com o estudo, o país destinou, em 2025, cerca de R$ 371,7 bilhões ao pagamento de juros da dívida, enquanto os investimentos públicos somaram aproximadamente R$ 70,8 bilhões — valor cinco vezes menor. O desequilíbrio evidencia o peso crescente das despesas financeiras sobre o orçamento da União.</p>
<p>O cenário é agravado por regras fiscais e pela estrutura do orçamento, que concentra grande parte dos recursos em despesas obrigatórias, como previdência, salários e pisos constitucionais. Com isso, a margem disponível para investimentos — conhecida como despesa discricionária — torna-se limitada e sujeita a cortes.</p>
<p>Outro fator apontado como restritivo é o aumento das emendas parlamentares, que direcionam parte relevante dos recursos para demandas específicas indicadas por deputados e senadores. No orçamento de 2026, essas emendas somam cerca de R$ 61 bilhões, reforçando a fragmentação dos recursos disponíveis.</p>
<p>A combinação desses elementos — juros elevados, rigidez fiscal e expansão das emendas — tem impacto direto sobre áreas estratégicas. Segundo o relatório, setores como saúde, educação, meio ambiente e políticas sociais acabam sendo pressionados pela escassez de recursos para investimentos estruturais.</p>
<p>Além disso, especialistas apontam que o modelo atual dificulta a ampliação de obras de infraestrutura e programas de desenvolvimento de longo prazo, fundamentais para o crescimento econômico sustentável. A limitação de investimentos também compromete a capacidade do Estado de reduzir desigualdades e promover melhorias na qualidade de vida da população.</p>
<p>Mesmo com um orçamento total elevado, grande parte dos recursos é destinada ao refinanciamento da dívida e ao pagamento de encargos financeiros, o que reduz o impacto direto dos gastos públicos na economia real.</p>
<p>O levantamento reforça que, sem mudanças estruturais na composição do orçamento e na política de juros, o país tende a manter um nível reduzido de investimentos públicos, com reflexos no desenvolvimento econômico e social nos próximos anos.</p>
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		<item>
		<title>PGR solicita ao STF condenação de deputados do PL por desvio de emendas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pgr-solicita-ao-stf-condenacao-de-deputados-do-pl-por-desvio-de-emendas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 19:27:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas Parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
		<category><![CDATA[PL]]></category>
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					<description><![CDATA[A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer pedindo a condenação de deputados federais do Partido Liberal (PL) investigados por suposto desvio de emendas parlamentares. A manifestação ministerial, encaminhada ao ministro relator da ação penal, sustenta que existem indícios robustos de corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro praticados pelos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Procuradoria-Geral da República (PGR)</strong> apresentou ao <strong>Supremo Tribunal Federal (STF)</strong> um parecer pedindo a condenação de deputados federais do <strong>Partido Liberal (PL)</strong> investigados por suposto desvio de emendas parlamentares. A manifestação ministerial, encaminhada ao ministro relator da ação penal, sustenta que existem indícios robustos de corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro praticados pelos parlamentares.</p>
<p>Segundo a PGR, os deputados teriam se valido de emendas ao orçamento para destinar indevidamente recursos públicos a empresas de fachada, com a finalidade de obter vantagens pessoais e financiar campanhas eleitorais. O pedido de condenação se apoia em elementos colhidos ao longo das investigações que, para o Ministério Público Federal, comprovam o elo entre os parlamentares e a utilização irregular dos valores públicos.</p>
<p>A peça enviada ao tribunal inclui a descrição de indícios que, para a PGR, caracterizam a participação dos deputados em esquema de desvio de emendas diretamente vinculadas à atuação legislativa. Também foram apontados supostos mecanismos utilizados para ocultar a origem e o destino dos recursos, como a criação e contratação de empresas sem atividade econômica real.</p>
<p>A Procuradoria solicita que o STF julgue procedentes as acusações e imponha as sanções penais cabíveis aos parlamentares envolvidos, caso sejam reconhecidas as práticas criminosas descritas no inquérito. O pedido foi apresentado antes do envio formal da denúncia, fase em que o Ministério Público detalha sua conclusão sobre os fatos investigados.</p>
<p>Até o momento, os deputados citados ainda não se manifestaram oficialmente sobre o pedido de condenação. A defesa dos parlamentares pode apresentar alegações antes da análise do tribunal, que dará sequência ao processo conforme o rito previsto para autoridades com foro no STF.</p>
<p>O caso faz parte de uma série de investigações que têm como foco supostas irregularidades no uso de emendas parlamentares e outras práticas ilícitas envolvendo membros do Congresso Nacional. A tramitação no Supremo será acompanhada de perto tanto pela Procuradoria quanto pela sociedade civil, dada a relevância das acusações e o impacto político das possíveis condenações.</p>
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		<item>
		<title>PF e CGU investigam desvio de R$ 15 milhões em emendas parlamentares</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pf-e-cgu-investigam-desvio-de-r-15-milhoes-em-emendas-parlamentares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 15:06:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CGU]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas Parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[operação Korban]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram nesta terça-feira (29) a Operação Korban, que investiga o desvio de R$ 15 milhões de recursos federais destinados a eventos de esportes digitais. Segundo a PF, a verba foi repassada por meio de emendas parlamentares ao Ministério do Esporte para financiar os Jogos Estudantis de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram nesta terça-feira (29) a Operação Korban, que investiga o desvio de R$ 15 milhões de recursos federais destinados a eventos de esportes digitais.</p>
<p>Segundo a PF, a verba foi repassada por meio de emendas parlamentares ao Ministério do Esporte para financiar os Jogos Estudantis de Esportes Digitais (Jedis) em 2023 e 2024. Uma associação do Distrito Federal é apontada como beneficiária central do esquema.</p>
<p><strong>Medidas judiciais:</strong></p>
<ul>
<li>16 mandados de busca e apreensão em AC, PR, GO e DF;</li>
<li>Bens e contas bloqueados em até R$ 25 milhões;</li>
<li>Suspensão de novos repasses à associação investigada e proibição de transferências a empresas subcontratadas.</li>
</ul>
<p>A CGU alerta que o desvio compromete a oferta de cursos profissionalizantes e atividades pedagógicas para estudantes da rede pública, reduzindo o alcance social dos projetos.</p>
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		<item>
		<title>Flávio Dino mantém suspensão de emendas parlamentares e rejeita pedido do Senado</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/flavio-dino-mantem-suspensao-de-emendas-parlamentares-e-rejeita-pedido-do-senado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Dec 2024 15:13:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas Parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta segunda-feira (30) o pedido do Senado Federal para desbloquear os recursos das emendas de comissão suspensas anteriormente. A decisão reforça as preocupações com a falta de transparência na destinação desses valores. Segundo o magistrado, a forma como as emendas foram apresentadas não segue as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta segunda-feira (30) o pedido do Senado Federal para desbloquear os recursos das emendas de comissão suspensas anteriormente. A decisão reforça as preocupações com a falta de transparência na destinação desses valores.</p>
<p>Segundo o magistrado, a forma como as emendas foram apresentadas não segue as exigências da <strong>Lei Complementar nº 210/2024</strong> e da <strong>Resolução do Congresso Nacional nº 001/2006</strong>. Dino destacou a inconsistência na apresentação dos beneficiários e dos valores a serem destinados. &#8220;Como empenhar uma ‘emenda de comissão’ cuja indicação do beneficiário e o valor a ser a ele repassado não foram aprovados pela Comissão?&#8221;, questionou o ministro em sua decisão.</p>
<p>Flávio Dino é relator da <strong>Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 854</strong>, apresentada pelo PSOL, que critica a opacidade na distribuição de recursos do Orçamento federal aprovados pelo Congresso.</p>
<p>Na semana anterior, o ministro havia suspendido o pagamento de <strong>R$ 4,2 bilhões em emendas parlamentares</strong>, alegando que os critérios de transparência e rastreabilidade, previstos em lei, não foram cumpridos. Dino também determinou a abertura de um inquérito policial para investigar o caso, reforçando a necessidade de maior controle e responsabilidade no uso de recursos públicos.</p>
<p>A decisão do magistrado representa mais um capítulo na luta por maior transparência no Orçamento federal, tema que tem gerado debates intensos entre o Judiciário e o Legislativo.</p>
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		<item>
		<title>Dino autoriza liberação parcial de emendas bloqueadas com novas regras de rastreabilidade</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/dino-autoriza-liberacao-parcial-de-emendas-bloqueadas-com-novas-regras-de-rastreabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Dec 2024 18:42:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas Parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, autorizou a liberação parcial de emendas parlamentares bloqueadas, especialmente para o setor da saúde. A medida permite a movimentação imediata dos recursos empenhados até 23 de dezembro, com novas regras de rastreabilidade e transparência. Dino determinou que, até o dia 10 de janeiro, os valores depositados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, autorizou a liberação parcial de emendas parlamentares bloqueadas, especialmente para o setor da saúde. A medida permite a movimentação imediata dos recursos empenhados até 23 de dezembro, com novas regras de rastreabilidade e transparência.</p>
<p>Dino determinou que, até o dia 10 de janeiro, os valores depositados nos Fundos de Saúde poderão ser utilizados independentemente de contas específicas. Entretanto, a partir de 11 de janeiro, será obrigatória a movimentação dos recursos apenas por meio das contas específicas vinculadas a cada emenda, conforme decisão anterior do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>Além disso, o ministro autorizou o empenho das emendas impositivas relacionadas à saúde até 31 de dezembro, mesmo que as contas específicas ainda não estejam abertas. Contudo, ele ressaltou que as etapas subsequentes, como a liberação e o pagamento, só poderão ocorrer mediante o cumprimento das exigências de rastreabilidade.</p>
<h3>Rastreamento e auditoria</h3>
<p>A criação de contas específicas para emendas da saúde foi determinada em agosto, por recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU). A medida busca evitar que os recursos sejam misturados ao orçamento geral dos municípios, assegurando maior transparência e controle. Na última semana, Dino solicitou que a Advocacia-Geral da União (AGU) esclareça o rito sobre as emendas de saúde em até dez dias.</p>
<h3>Entenda o contexto</h3>
<p>A questão das emendas parlamentares vem sendo debatida desde 2022, quando o STF declarou inconstitucionais as emendas de relator (RP8 e RP9), conhecidas como &#8220;orçamento secreto&#8221;. Posteriormente, o Congresso aprovou uma resolução para ajustar a distribuição dos recursos, mas o PSOL, autor da ação, alegou que as mudanças ainda descumpriam a decisão do STF.</p>
<p>Com a aposentadoria da ministra Rosa Weber, o caso passou a ser conduzido por Flávio Dino, que, em agosto de 2023, determinou a suspensão das emendas e a adoção de critérios rigorosos de rastreabilidade. Ele também solicitou que a Controladoria-Geral da União (CGU) audite os repasses realizados sob o modelo anterior.</p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>A movimentação dos recursos das emendas impositivas permanece condicionada ao cumprimento das novas diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Justiça. A exigência de contas específicas e auditorias reforça o compromisso do governo com a transparência e o uso adequado dos recursos públicos.</p>
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		<item>
		<title>Arthur Lira defende liberação de emendas e cumpre acordos entre Poderes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/arthur-lira-defende-liberacao-de-emendas-e-cumpre-acordos-entre-poderes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 12:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur Lira]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas Parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta quinta-feira (26) que a liberação de emendas parlamentares segue os critérios definidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e os acordos estabelecidos entre Executivo e Legislativo. A declaração foi feita após o ministro Flávio Dino, do STF, suspender o pagamento de R$ 4,2 bilhões em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta quinta-feira (26) que a liberação de emendas parlamentares segue os critérios definidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e os acordos estabelecidos entre Executivo e Legislativo. A declaração foi feita após o ministro Flávio Dino, do STF, suspender o pagamento de R$ 4,2 bilhões em emendas por suspeita de falta de transparência e determinar a abertura de um inquérito pela Polícia Federal.</p>
<h3>Contexto da decisão</h3>
<p>A suspensão está relacionada a emendas de comissão, cuja execução teria violado os critérios de transparência exigidos pelo STF. Além disso, Dino determinou que a Controladoria-Geral da União (CGU) audite os repasses e que a Polícia Federal investigue possíveis irregularidades no uso dos recursos.</p>
<p>A decisão reforça o entendimento do STF, que em 2022 considerou inconstitucionais alguns repasses que não obedeciam às regras de distribuição. Após isso, o Congresso aprovou uma resolução ajustando as normas, mas o PSOL questionou a medida, levando o tema novamente à Justiça.</p>
<h3>Defesa de Lira</h3>
<p>Lira enfatizou que os atos relacionados às emendas foram conduzidos de forma alinhada com o Judiciário e as regras estabelecidas pela portaria do governo federal publicada em dezembro. Ele destacou uma reunião recente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para tratar do tema.</p>
<p>&#8220;Com o fim do recesso natalino, os ministros do governo federal devem esclarecer todos os procedimentos adotados. Todos os atos foram feitos dentro dos acordos entre Executivo e Legislativo e nas conversas com o Poder Judiciário, obedecendo os trâmites legais internos&#8221;, afirmou Lira.</p>
<p>O presidente da Câmara informou ainda que apresentará esclarecimentos ao ministro Flávio Dino nesta sexta-feira (27) e ressaltou que o Legislativo está comprometido em cumprir as exigências legais.</p>
<h3>Reuniões e negociações</h3>
<p>Lira havia convocado uma reunião por videoconferência com líderes partidários nesta quinta-feira, mas o encontro foi adiado devido a uma reunião presencial com o presidente Lula. Durante o dia, Lira manteve conversas com alguns líderes para discutir os desdobramentos da suspensão e as próximas ações a serem tomadas.</p>
<h3>Histórico das emendas</h3>
<p>A polêmica em torno das emendas parlamentares ganhou destaque em 2022, quando o STF declarou inconstitucionais repasses realizados sem critérios claros de transparência. Desde então, o governo federal buscou regulamentar o pagamento por meio de uma portaria que estabeleceu novas diretrizes e permitiu a liberação dos recursos de forma mais controlada.</p>
<p>Em agosto deste ano, Dino suspendeu novamente os pagamentos e ordenou auditorias detalhadas. A recente portaria publicada pelo governo visava destravar os repasses, mas a nova decisão do STF reforça a necessidade de maior rigor na gestão e fiscalização desses recursos.</p>
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		<item>
		<title>Governo federal antecipa pagamento de emendas parlamentares para o RS em resposta à tragédia climática</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-federal-antecipa-pagamento-de-emendas-parlamentares-para-o-rs-em-resposta-a-tragedia-climatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2024 22:41:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas Parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal anunciou a antecipação da liberação de R$ 580 milhões em emendas parlamentares individuais destinadas a 448 municípios do Rio Grande do Sul, estado atingido por uma devastadora tragédia climática desde a semana passada. Desse montante, R$ 538 milhões serão direcionados para ações na área da saúde. O anúncio foi feito durante uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal anunciou a antecipação da liberação de R$ 580 milhões em emendas parlamentares individuais destinadas a 448 municípios do Rio Grande do Sul, estado atingido por uma devastadora tragédia climática desde a semana passada. Desse montante, R$ 538 milhões serão direcionados para ações na área da saúde.</p>
<p>O anúncio foi feito durante uma reunião entre deputados federais e estaduais gaúchos e membros da equipe do governo federal, realizada na Assembleia Legislativa estadual nesta segunda-feira (6).</p>
<p>O secretário Especial de Assuntos Federativos da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), André Ceciliano, afirmou que os recursos serão liberados ainda hoje e que há planos para disponibilizar mais <a href="https://www2.camara.leg.br/orcamento-da-uniao/leis-orcamentarias/ldo" target="_blank" rel="noopener">verbas de emendas</a> para o estado nos próximos dias.</p>
<p>“Desde sexta-feira [3], estamos discutindo com a Fazenda a possibilidade de liberarmos recursos de emendas especiais para os municípios e para o estado”, explicou Ceciliano, referindo-se a uma modalidade de alocação de recursos criada a partir da Emenda Constitucional 105/2019.</p>
<p>Além dos R$ 580 milhões já anunciados, o governo federal estuda liberar outros R$ 448 milhões por meio de emendas especiais. No entanto, pelo menos 70% desse montante deverá ser investido em despesas de capital, como construção de unidades de saúde.</p>
<p>Durante a reunião, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, mencionou a possibilidade de mais R$ 83 milhões serem liberados em emendas de bancada para a área da saúde ainda esta semana.</p>
<p>Enquanto isso, o Rio Grande do Sul enfrenta uma situação crítica, com o número de mortes confirmadas em decorrência das chuvas já chegando a 83 e 111 pessoas ainda desaparecidas, de acordo com o último boletim da Defesa Civil estadual. Mais de 850 mil pessoas foram afetadas pelos temporais em 364 municípios gaúchos, com 21.957 pessoas desalojadas.</p>
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