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	<title>Elon Musk &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Elon Musk &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>União Europeia intensifica investigação sobre rede social X de Elon Musk</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/uniao-europeia-intensifica-investigacao-sobre-rede-social-x-de-elon-musk/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 20:36:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia anunciou nesta sexta-feira (17) a intensificação de sua investigação sobre a plataforma X, de Elon Musk, para determinar se a rede social violou as diretrizes da Lei de Serviços Digitais (DSA) da União Europeia relacionadas à moderação de conteúdo. A iniciativa inclui solicitações de informações detalhadas e uma ordem para preservação de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia anunciou nesta sexta-feira (17) a intensificação de sua investigação sobre a plataforma X, de Elon Musk, para determinar se a rede social violou as diretrizes da Lei de Serviços Digitais (DSA) da União Europeia relacionadas à moderação de conteúdo. A iniciativa inclui solicitações de informações detalhadas e uma ordem para preservação de documentos essenciais para o caso.</p>
<p>Iniciada em dezembro de 2023, a investigação busca avaliar as práticas do X, especialmente no que diz respeito ao sistema de recomendação de conteúdo. A Comissão estabeleceu o prazo de 15 de fevereiro para que a plataforma entregue documentação interna sobre o funcionamento e eventuais alterações recentes desse sistema.</p>
<p>“Estamos avançando com medidas adicionais para verificar se os sistemas de recomendação do X cumprem as obrigações previstas na Lei de Serviços Digitais”, afirmou Henna Virkkunen, comissária digital da UE, em comunicado oficial.</p>
<p>Apesar das solicitações, a plataforma X ainda não respondeu ao pedido de comentários.</p>
<h3>Contexto político e impacto das investigações</h3>
<p>O fortalecimento das ações regulatórias ocorre em um momento de tensão global, com Donald Trump assumindo a presidência dos Estados Unidos na próxima segunda-feira (20). Conhecido por sua postura crítica às políticas da União Europeia, Trump tem se mostrado um aliado de líderes do setor de tecnologia, como Mark Zuckerberg, CEO da Meta.</p>
<p>Recentemente, a Meta encerrou seus programas de verificação de fatos nos EUA, e Zuckerberg declarou sua intenção de colaborar com Trump para combater o que classificou como &#8220;censura global&#8221;. Ele também expressou preocupação com a crescente regulação europeia, que, segundo ele, ameaça a liberdade de expressão.</p>
<p>Por sua vez, Elon Musk, proprietário do X, tem enfrentado atritos frequentes com os reguladores da UE. Ele foi acusado por alguns políticos europeus de influenciar eleições, incluindo uma polêmica conversa pública com um líder da extrema-direita alemã. Musk nega as acusações, afirmando que representam um ataque à democracia e à liberdade de expressão.</p>
<p>Apesar das especulações sobre uma possível revisão nas investigações envolvendo gigantes da tecnologia, a Comissão Europeia reafirmou seu compromisso em aplicar as leis existentes de forma rigorosa, independentemente do cenário político internacional.</p>
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		<title>AGU defende manutenção da suspensão da rede social X no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/agu-defende-manutencao-da-suspensao-da-rede-social-x-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Sep 2024 13:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[rede social X]]></category>
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					<description><![CDATA[A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou, nesta sexta-feira (13), um parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) defendendo a rejeição de duas ações que contestam a suspensão da rede social X (antigo Twitter) no Brasil. As ações foram movidas pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e pelo partido Novo, que buscam derrubar a suspensão imposta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou, nesta sexta-feira (13), um parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) defendendo a rejeição de duas ações que contestam a suspensão da rede social X (antigo Twitter) no Brasil. As ações foram movidas pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e pelo partido Novo, que buscam derrubar a suspensão imposta à plataforma e a multa de R$ 50 mil aplicada a quem utilizar VPNs para burlar a decisão judicial.</p>
<p>De acordo com a AGU, a suspensão deve ser mantida até que as medidas legais estabelecidas pelo STF sejam plenamente cumpridas. &#8220;Configurou-se o desvio de finalidade da X Brasil ao tentar remover seu representante legal no país, com o intuito de escapar das determinações judiciais, mantendo a rede em funcionamento no território brasileiro&#8221;, afirmou o órgão em seu parecer.</p>
<p><strong>Suspensão Não Viola Liberdade de Expressão, Diz AGU</strong></p>
<p>O parecer também rebate a alegação de que a suspensão da rede social compromete a liberdade de expressão. Segundo a AGU, a medida cautelar tem como objetivo garantir o cumprimento de ordens judiciais e assegurar que a plataforma siga as leis brasileiras. “A suspensão não visa restringir a liberdade de manifestação ou opinião dos usuários, mas sim aplicar medidas processuais para forçar o cumprimento das determinações judiciais&#8221;, explicou.</p>
<p>A rede social X foi suspensa no início de setembro por determinação do ministro Alexandre de Moraes, após a plataforma não indicar um representante legal no Brasil dentro do prazo de 24 horas, estipulado pelo STF. A decisão foi ratificada pela Primeira Turma da Corte.</p>
<p><strong>Contexto da Suspensão</strong></p>
<p>O embate entre o STF e a rede social começou quando Elon Musk, proprietário da plataforma, anunciou, no dia 17 de agosto, o fechamento da sede da empresa no Brasil. A decisão veio após a rede social ser multada em R$ 18 milhões por se recusar a remover perfis de investigados pela Corte por publicações consideradas antidemocráticas.</p>
<p>Com a manutenção da suspensão, o uso de VPNs para acessar a plataforma continuará sujeito a penalidades financeiras, como parte das ações coercitivas impostas pela Justiça.</p>
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		<title>Starlink cumpre ordem do STF e bloqueia acesso ao X no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/starlink-cumpre-ordem-do-stf-e-bloqueia-acesso-ao-x-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2024 01:47:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Elon Musk]]></category>
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					<description><![CDATA[A Starlink, empresa de internet via satélite pertencente a Elon Musk, anunciou que vai cumprir a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de bloquear o acesso à rede social X no Brasil. A medida ocorre após uma disputa judicial envolvendo o antigo Twitter, também controlado por Musk, que inicialmente se recusou a acatar a ordem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Starlink, empresa de internet via satélite pertencente a Elon Musk, anunciou que vai cumprir a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de bloquear o acesso à rede social X no Brasil. A medida ocorre após uma disputa judicial envolvendo o antigo Twitter, também controlado por Musk, que inicialmente se recusou a acatar a ordem judicial no domingo (1º), mas recuou nesta terça-feira (3), conforme comunicado oficial.</p>
<p>A mudança de posicionamento veio após o congelamento de ativos da Starlink, uma medida adotada pelo ministro Alexandre de Moraes. O STF determinou o bloqueio financeiro como forma de pressionar a empresa a cumprir sanções impostas ao X, que não possui representação oficial no Brasil. De acordo com a decisão, as contas da Starlink foram alvo de bloqueios para assegurar o pagamento das multas por descumprimento de ordens judiciais anteriores.</p>
<p>Em resposta, a Starlink anunciou que, além de seguir as ordens no Brasil, também abriu um processo na Suprema Corte dos Estados Unidos, alegando que a ordem do STF é ilegal e viola as leis internacionais. A empresa contesta o bloqueio de suas finanças, que considera uma medida arbitrária.</p>
<p>A disputa entre a rede social X e a justiça brasileira envolve questões relacionadas à regulamentação de conteúdo e à aplicação de sanções financeiras, refletindo a crescente tensão entre grandes plataformas de tecnologia e governos ao redor do mundo.</p>
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		<title>Supremo Tribunal Federal analisa suspensão da plataforma X em julgamento virtual</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/supremo-tribunal-federal-analisa-suspensao-da-plataforma-x-em-julgamento-virtual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Sep 2024 20:13:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), convocou a 1ª Turma da Corte para um julgamento virtual que começará à meia-noite desta segunda-feira (2) e se estenderá por 24 horas. O foco da sessão será a decisão de Moraes de suspender a plataforma de redes sociais X, anteriormente conhecida como Twitter. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), convocou a 1ª Turma da Corte para um julgamento virtual que começará à meia-noite desta segunda-feira (2) e se estenderá por 24 horas. O foco da sessão será a decisão de Moraes de suspender a plataforma de redes sociais X, anteriormente conhecida como Twitter.</p>
<p>A medida foi tomada após o descumprimento de uma ordem que exigia que Elon Musk, proprietário da plataforma, apresentasse um representante legal no Brasil. O bloqueio começou a ser implementado pelas operadoras de internet no território brasileiro nas primeiras horas do sábado (31), em cumprimento à decisão de Moraes.</p>
<p>A controvérsia em torno do X ganhou novos desdobramentos em 17 de agosto, quando Musk anunciou o fechamento da sede da empresa no Brasil e acusou Moraes de ameaça. Este anúncio veio após a repetida não conformidade com ordens judiciais, incluindo o bloqueio de perfis de investigados, como o senador Marcos do Val (Podemos-ES). Musk divulgou uma decisão sigilosa do ministro que acusava a plataforma de se recusar a bloquear contas relevantes em um inquérito da Polícia Federal sobre obstrução de investigações e incitação ao crime.</p>
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		<title>X é Bloqueado no Brasil após Elon Musk desafiar decisão de Moraes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/x-e-bloqueado-no-brasil-apos-elon-musk-desafiar-decisao-de-moraes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 14:20:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
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					<description><![CDATA[A rede social X, anteriormente conhecida como Twitter, foi bloqueada no Brasil na manhã deste sábado (31), após uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida foi tomada em resposta ao descumprimento, por parte do bilionário Elon Musk, dono da plataforma, da exigência de indicar um representante legal da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A rede social X, anteriormente conhecida como Twitter, foi bloqueada no Brasil na manhã deste sábado (31), após uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida foi tomada em resposta ao descumprimento, por parte do bilionário Elon Musk, dono da plataforma, da exigência de indicar um representante legal da empresa no país dentro do prazo de 24 horas.</p>
<p>Usuários de diferentes operadoras de telefonia começaram a relatar dificuldades de acesso à rede social, com alguns já enfrentando o bloqueio completo, enquanto outros ainda conseguiam utilizá-la. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) foi responsável por assegurar o cumprimento da decisão judicial, comunicando as operadoras sobre a suspensão da plataforma em todo o território nacional.</p>
<p>O bloqueio ocorre em um contexto de tensão entre Musk e as autoridades brasileiras, que se intensificou após o fechamento da sede do X no Brasil, anunciado pelo próprio Musk no dia 17 de agosto. O bilionário havia acusado o ministro Moraes de ameaças e, em uma publicação na plataforma, divulgou uma decisão sigilosa do STF, criticando a determinação de bloquear perfis específicos, como o do senador Marcos do Val, investigado em um inquérito da Polícia Federal.</p>
<p>A decisão de Moraes baseia-se no Marco Civil da Internet, que exige que empresas de tecnologia com operações no Brasil tenham representação local e cumpram ordens judiciais, especialmente no que diz respeito à remoção de conteúdo ilegal. Segundo o ministro, a saída da empresa do Brasil visou evitar o cumprimento dessas decisões.</p>
<p>Em uma resposta provocativa, Musk utilizou o X para criticar a decisão, referindo-se a Moraes como &#8220;tirano de Voldemort&#8221; e acusando o ministro de comprometer a liberdade de expressão no Brasil. Musk argumentou que a plataforma é a principal fonte de notícias para os brasileiros e afirmou que a liberdade de expressão é um pilar essencial da democracia.</p>
<p>Este episódio é mais um capítulo nos crescentes conflitos de Musk com autoridades ao redor do mundo, que têm questionado a falta de moderação de conteúdo na plataforma. Países como Austrália, Inglaterra, e membros da União Europeia, além de Venezuela, também têm demonstrado preocupação com a conduta do bilionário em relação à governança digital e ao cumprimento das leis locais.</p>
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		<title>STF mantém bloqueio de contas da Starlink após recurso negado por Zanin</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-mantem-bloqueio-de-contas-da-starlink-apos-recurso-negado-por-zanin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 23:30:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta sexta-feira (30), o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou um recurso apresentado pela Starlink, empresa de internet via satélite de Elon Musk, que buscava anular a decisão do ministro Alexandre de Moraes de bloquear as contas bancárias da empresa no Brasil. O bloqueio foi imposto como medida para assegurar o pagamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira (30), o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou um recurso apresentado pela Starlink, empresa de internet via satélite de Elon Musk, que buscava anular a decisão do ministro Alexandre de Moraes de bloquear as contas bancárias da empresa no Brasil. O bloqueio foi imposto como medida para assegurar o pagamento de multas que totalizam R$ 18 milhões, decorrentes do descumprimento de ordens judiciais relacionadas ao bloqueio de perfis de investigados na rede social X, também de propriedade de Musk.</p>
<p>Zanin fundamentou sua decisão afirmando que o mandado de segurança, instrumento jurídico utilizado pela Starlink, não é aplicável para contestar atos jurisdicionais de outro ministro do STF. <em>&#8220;Diante dos diversos precedentes do Supremo Tribunal Federal sobre a inaplicabilidade do mandado de segurança contra decisões jurisdicionais, nego seguimento ao presente writ [decisão]&#8221;</em>, declarou Zanin.</p>
<p>A medida de bloqueio das contas foi intensificada após Moraes ter exigido, na quarta-feira (28), que Elon Musk nomeasse um novo representante legal do X no Brasil no prazo de 24 horas, prazo esse que não foi cumprido, resultando na suspensão da plataforma no país nesta sexta-feira.</p>
<p>Em resposta, a rede social X emitiu uma nota recusando-se a cumprir o que classificou como &#8220;decisões ilegais&#8221; de Moraes, alegando que essas ações têm a intenção de &#8220;censurar opositores políticos&#8221; do ministro. Musk também reagiu à decisão, utilizando sua conta no X para ironizar a intimação de Moraes, publicando uma imagem gerada por inteligência artificial que compara o ministro a vilões das franquias Harry Potter e Star Wars.</p>
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		<item>
		<title>STF Ordena bloqueio da rede social X no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-ordena-bloqueio-da-rede-social-x-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 19:50:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (30) a suspensão das operações da rede social X em todo o território brasileiro. A decisão ocorre após o descumprimento de um prazo de 24 horas dado ao empresário Elon Musk, proprietário da plataforma, para a nomeação de um representante legal no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (30) a suspensão das operações da rede social X em todo o território brasileiro. A decisão ocorre após o descumprimento de um prazo de 24 horas dado ao empresário Elon Musk, proprietário da plataforma, para a nomeação de um representante legal no Brasil. Esse prazo expirou às 20h07 de quinta-feira (29).</p>
<p>A ordem judicial delega à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a responsabilidade de implementar o bloqueio dentro de 24 horas, informando as operadoras de telefonia sobre a necessidade de restringir o acesso ao serviço. A Anatel também deverá garantir que o uso de redes privadas virtuais (VPNs), frequentemente utilizadas para contornar bloqueios, seja bloqueado.</p>
<p>Essa suspensão vigorará em todo o país até que a plataforma atenda a todas as ordens judiciais pendentes e quite as multas aplicadas. Moraes fundamentou a decisão com base no Marco Civil da Internet, que exige que empresas de internet mantenham representação no Brasil e cumpram as determinações judiciais para remoção de conteúdo ilegal.</p>
<p>O ministro destacou que a retirada da sede da empresa do país por Elon Musk foi uma estratégia para evitar o cumprimento das decisões do STF. Em apoio à decisão, Moraes também determinou uma multa diária de R$ 50 mil para indivíduos e empresas que utilizarem VPNs para acessar a rede social.</p>
<p>Além disso, Moraes informou que duas contas bancárias da empresa X no Brasil foram bloqueadas no dia 18 de agosto, após o não cumprimento de decisões judiciais anteriores. Uma das contas continha R$ 2 milhões, enquanto a outra tinha um saldo de R$ 6,66.</p>
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		<title>Prazo para Elon Musk indicar representante do X no Brasil expira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/prazo-para-elon-musk-indicar-representante-do-x-no-brasil-expira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2024 23:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
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					<description><![CDATA[O prazo estabelecido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que Elon Musk nomeasse um novo representante legal da rede social X (anteriormente conhecida como Twitter) no Brasil, terminou às 20h07 de hoje. Musk, que é o proprietário da plataforma, não atendeu à ordem, o que poderá resultar na suspensão da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O prazo estabelecido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que Elon Musk nomeasse um novo representante legal da rede social X (anteriormente conhecida como Twitter) no Brasil, terminou às 20h07 de hoje. Musk, que é o proprietário da plataforma, não atendeu à ordem, o que poderá resultar na suspensão da rede social em território brasileiro, embora ainda não haja um prazo definido para essa decisão.</p>
<p>A determinação foi emitida ontem (28) por Moraes, que intimou Musk a cumprir a ordem no prazo de 24 horas. A intimação foi realizada publicamente por meio do perfil oficial do STF na própria plataforma X. A ação veio após Musk ter anunciado, no dia 17 de agosto, o fechamento da sede da empresa no Brasil e ter acusado Moraes de ameaças, em resposta a uma série de descumprimentos de ordens judiciais, incluindo a determinação para bloquear o perfil do senador Marcos do Val (Podemos-ES) e de outros investigados.</p>
<p>Durante o dia, Musk usou sua conta na rede social para ironizar a decisão de Moraes, publicando uma imagem criada por inteligência artificial que comparava o ministro a vilões das séries Harry Potter e Star Wars.</p>
<p><strong>Posicionamento da plataforma</strong></p>
<p>Em nota, a plataforma X declarou que não cumprirá as &#8220;decisões ilegais&#8221; do ministro Moraes, alegando que essas medidas visam censurar opositores políticos do magistrado. A rede social também acusou o ministro de ameaçar prender sua ex-representante legal no Brasil, mesmo após sua renúncia, e de congelar suas contas bancárias. Segundo a nota, as contestações apresentadas pela empresa foram rejeitadas ou ignoradas pelo STF.</p>
<p>A rede social ainda afirmou que pretende divulgar decisões sigilosas do ministro contra a empresa e reiterou que não cumprirá &#8220;ordens ilegais em segredo&#8221;. O X destacou que não está insistindo para que o Brasil adote as mesmas leis de liberdade de expressão dos Estados Unidos, mas acusou Moraes de exigir ações que violariam as próprias leis brasileiras, postura que a plataforma se recusa a adotar.</p>
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		<item>
		<title>Regulamentação de redes sociais no Brasil é inevitável, diz Pacheco</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/regulamentacao-de-redes-sociais-no-brasil-e-inevitavel-diz-pacheco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2024 17:04:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Elon Musk]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Pacheco]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Regulamentação]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta segunda-feira (8) que a regulamentação das redes sociais no país é inevitável para que não haja discricionariedade por parte das plataformas. “O que podemos contribuir para efetivação da solução desse debate que se travou nos últimos dias é entregar marcos legislativos que sejam inteligentes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta segunda-feira (8) que a regulamentação das redes sociais no país é inevitável para que não haja discricionariedade por parte das plataformas.</p>
<p>“O que podemos contribuir para efetivação da solução desse debate que se travou nos últimos dias é entregar marcos legislativos que sejam inteligentes e eficientes para poder disciplinar o uso dessas redes sociais no país”, disse o senador, em entrevista coletiva, após manifestações do empresário Elon Musk, dono da rede X, sobre decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.</p>
<p>Segundo Pacheco, é preciso ter uma disciplina legal sobre o tema, inclusive para evitar que o Poder Judiciário tenha que decidir sobre questões relativas ao uso das redes sociais sem que haja uma lei que discipline o assunto.</p>
<p>“Isso acaba gerando controvérsias como essa que nós vimos de o Poder Judiciário precisar agir em relação a atos antidemocráticos, a violações de direitos, atentado à democracia e isso ser interpretado como algum tipo de censura ou inibição da liberdade de expressão”.</p>
<p>Pacheco citou o projeto de lei sobre a regulação das plataformas digitais, que foi aprovado em 2020 no Senado e agora tramita na Câmara dos Deputados.</p>
<blockquote><p>“Considero isso fundamental, não é censura, não é limitação da liberdade de expressão, são regras para o uso dessas plataformas digitais para que não haja captura de mentes de forma indiscriminada e que possa manipular desinformações, disseminar ódio, violência, ataques a instituições. Há um papel cívico que deve ser exercido pelas plataformas digitais de não permitir que esse ambiente seja um ambiente de vale tudo vale tudo”.</p></blockquote>
<p>Outra proposta em debate no Congresso é a que prevê um marco regulatório sobre o uso da tecnologia de inteligência artificial (IA) no país, de autoria do próprio senador Rodrigo Pacheco.</p>
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<p>O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, considerou “inadmissíveis” os ataques de Musk ao STF. Ele também ressaltou a necessidade de aprovação da legislação sobre inteligência artificial, e disse que o governo apoia a proposta, que está sendo relatada pelo senador de oposição, Eduardo Gomes (PL-TO).</p>
<blockquote><p>“A melhor resposta que o Brasil pode dar a esse que eu considero um ataque inadmissível à Suprema Corte e à própria soberania brasileira é a resposta político-institucional. De um lado, todo apoio ao trabalho do Judiciário pelos instrumentos de apuração de quem utiliza as redes sociais para atos criminosos. E ao mesmo tempo, o debate político que o Congresso Nacional vem fazendo”</p></blockquote>
<p>Nos últimos dias, Elon Musk publicou uma uma série de postagens criticando o ministro Alexandre de Moraes e o STF. No sábado (6), ele usou o espaço para comentários do perfil do próprio ministro no X para atacá-lo. Na noite de domingo, Moraes determinou a inclusão de Musk entre os investigados do chamado Inquérito das Milícias Digitais (Inq. 4.874), que apura a atuação criminosa de grupos suspeitos de disseminar notícias falsas em redes sociais para influenciar processos políticos. Na mesma decisão, o ministro ordena a instauração de um “inquérito por prevenção” para apurar as condutas de Musk.</p>
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		<title>Musk enfrenta investigação federal sobre acordo para comprar Twitter</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2022 15:05:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O empresário Elon Musk está sob investigação federal dos Estados Unidos por conta de seu acordo de US$ 44 bilhões de dólares para a aquisição do Twitter, afirmou a empresa de rede social em um processo judicial divulgado nesta quinta-feira (13). O Twitter disse que solicitou aos advogados de Musk que apresentassem suas comunicações com [&#8230;]]]></description>
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<p>O empresário Elon Musk está sob investigação federal dos Estados Unidos por conta de seu acordo de US$ 44 bilhões de dólares para a aquisição do Twitter, afirmou a empresa de rede social em um processo judicial divulgado nesta quinta-feira (13).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O Twitter disse que solicitou aos advogados de Musk que apresentassem suas comunicações com as autoridades federais meses atrás, mas eles não o fizeram. A empresa disse, ainda, que pediu a um juiz do Estado de Delaware que ordenasse que os advogados fornecessem os documentos.</p>
<p>No final de setembro, os advogados de Musk forneceram um &#8220;registro de privilégios&#8221; identificando documentos a serem mantidos sob sigilo. O registro fazia referência a rascunhos de um <em>e-mail</em> de 13 de maio para a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) e uma apresentação de <em>slides</em> para a Comissão Federal de Comércio, disse o Twitter.</p>
<p>A defesa de Musk não respondeu a um pedido de comentário.</p>
<p>O pedido judicial foi protocolado em 6 de outubro, mesmo dia em que o tribunal concedeu a suspensão do litígio para permitir que o Twitter e Musk fechassem o acordo de aquisição.</p>
<p>A SEC questionou os comentários de Musk sobre a aquisição do Twitter. Em abril, a SEC perguntou a Musk se a divulgação de sua participação de 9% no Twitter estava atrasada e por que indicava que ele pretendia ser um acionista passivo. Mais tarde, Musk refez a divulgação para indicar que ele era um investidor ativo.</p>
<p>Em junho, a SEC perguntou a Musk em uma carta se ele deveria ter alterado o documento público para refletir sua intenção de suspender ou abandonar o acordo.</p>
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