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	<title>Eleição Presidencial &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Eleição Presidencial &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Honduras retoma contagem de votos após três dias de suspensão e acusações de ingerência de Donald Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 20:03:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Eleição Presidencial]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional Eleitoral de Honduras (CNE) voltou a contabilizar manualmente os votos da eleição presidencial nesta segunda-feira (8), após três dias de paralisação em meio à forte pressão política e declarações de Donald Trump. O presidente dos Estados Unidos tem apoiado publicamente o candidato que lidera a disputa por uma margem mínima de 19 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional Eleitoral de Honduras (CNE) voltou a contabilizar manualmente os votos da eleição presidencial nesta segunda-feira (8), após três dias de paralisação em meio à forte pressão política e declarações de Donald Trump. O presidente dos Estados Unidos tem apoiado publicamente o candidato que lidera a disputa por uma margem mínima de 19 mil votos.</p>
<p>Segundo a presidente do CNE, Ana Paula Hall, a retomada ocorre após “ações técnicas necessárias acompanhadas de auditoria externa”, permitindo a atualização gradual dos dados disponibilizados ao público.</p>
<p>A suspensão do processo havia sido motivada por ataques do próprio Trump, que acusou — sem apresentar provas — o órgão eleitoral de tentar alterar os resultados. Em postagem nas redes sociais, ele afirmou que “se conseguirem [alterar], haverá consequências terríveis”.</p>
<h3><strong>Governo pede anulação da eleição</strong></h3>
<p>No domingo (7), o partido governista Libre, da presidente Xiomara Castro, solicitou a anulação total da votação realizada em 30 de novembro, alegando ingerência direta de Trump no processo eleitoral.</p>
<p>Em comunicado, o Libre afirmou:<br />
“Condenamos a ingerência e coação do presidente dos EUA Donald Trump nas eleições de Honduras. Condenamos o indulto do narcotraficante Juan Orlando Hernández outorgado pelo presidente Trump no marco do processo eleitoral hondurenho.”</p>
<h3><strong>Indulto reacende tensões</strong></h3>
<p>No auge da campanha, Trump anunciou o indulto ao ex-presidente hondurenho Juan Orlando Hernández, condenado em Nova York, em 2024, a 45 anos de prisão por narcotráfico. Hernández é filiado ao Partido Nacional, legenda do candidato apoiado pelo republicano, Nasry Tito Asfura — ex-prefeito de Tegucigalpa e figura influente na política local.</p>
<p>O Libre também acusa Trump e aliados de promoverem campanhas de desinformação nas redes sociais, com mensagens que ameaçavam retirar remessas enviadas por hondurenhos que vivem nos EUA caso o eleitorado não votasse em Asfura.</p>
<h3><strong>Disputa voto a voto</strong></h3>
<p>Com 88% das urnas apuradas, o cenário segue extremamente apertado:</p>
<ul>
<li><strong>Nasry Tito Asfura (Partido Nacional)</strong> – 40,2%</li>
<li><strong>Salvador Nasralla (Partido Liberal)</strong> – 39,51%</li>
<li><strong>Rixi Moncada (Libre)</strong> – 19,28%</li>
</ul>
<p>Sem segundo turno previsto na legislação hondurenha, o candidato com maior número de votos na primeira rodada é declarado vencedor.</p>
<h3><strong>Influência externa e disputa geopolítica</strong></h3>
<p>Para o professor de relações internacionais Gustavo Menon, da Universidade Católica de Brasília, a postura de Trump indica um reposicionamento estratégico dos EUA na América Central, buscando conter o avanço da influência chinesa.</p>
<p>“Os EUA veem a região como parte de sua esfera histórica de influência. O posicionamento de Trump visa conter o avanço chinês e garantir candidatos alinhados à sua política externa e à pauta conservadora da atual administração”, avalia.</p>
<p>Ele destaca ainda que a agenda de Asfura se aproxima das prioridades da Casa Branca, sobretudo no tema da imigração. Já o Partido Liberal, de Nasralla, teria posições mais liberalizantes que podem dialogar com interesses chineses.</p>
<p>Com a retomada da contagem e a pressão internacional crescente, Honduras enfrenta um dos momentos eleitorais mais tensos de sua história recente, enquanto o resultado final permanece indefinido.</p>
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		<title>Donald Trump declara vitória na eleição presidencial após projeção da Fox News</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/donald-trump-declara-vitoria-na-eleicao-presidencial-apos-projecao-da-fox-news/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 13:38:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Eleição Presidencial]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Vitória]]></category>
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					<description><![CDATA[Donald Trump, candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, declarou vitória na eleição de 2024 depois de a Fox News projetá-lo como vencedor sobre a candidata democrata, Kamala Harris. O retorno de Trump ao poder, caso confirmado, marcará sua volta à Casa Branca quatro anos após sua derrota para o atual presidente, Joe Biden. Em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump, candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, declarou vitória na eleição de 2024 depois de a Fox News projetá-lo como vencedor sobre a candidata democrata, Kamala Harris. O retorno de Trump ao poder, caso confirmado, marcará sua volta à Casa Branca quatro anos após sua derrota para o atual presidente, Joe Biden.</p>
<p>Em um discurso para uma plateia animada no Centro de Convenções do Condado de Palm Beach, Trump disse: &#8220;A América nos deu um mandato poderoso e sem precedentes.&#8221; Outros veículos de comunicação ainda não projetaram o resultado final da eleição, mas Trump conquistou vitórias importantes em estados decisivos, como Pensilvânia, Carolina do Norte e Geórgia, além de liderar a contagem de votos em outros estados, segundo dados da Edison Research.</p>
<p>Enquanto Trump celebra, Kamala Harris permanece em silêncio, reunida com seus apoiadores na Howard University. Cedric Richmond, coordenador de sua campanha, declarou que &#8220;ainda há votos a serem contados&#8221;, reforçando a necessidade de cautela antes de qualquer anúncio oficial. Richmond acrescentou que Harris fará um pronunciamento nesta quarta-feira.</p>
<p>Trump apresentou um desempenho superior ao da eleição de 2020, conquistando votos tanto em áreas rurais quanto em regiões urbanas, o que reforça a força de sua base de apoio em várias partes dos Estados Unidos.</p>
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		<title>Macron promete enfrentar &#8220;dúvidas e divisões&#8221; após reeleição na França</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/macron-promete-enfrentar-duvidas-e-divisoes-apos-reeleicao-na-franca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 15:19:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Eleição Presidencial]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanuel Macron]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segundo Turno]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente reeleito da França, Emmanuel Macron, prometeu lidar com divisões profundas no país, após resultados mostrarem vitória nas eleições presidenciais sobre Marine Le Pen. Reconheceu que muitos votaram nele, principalmente para frustrar sua adversária de extrema direita. Com os olhos voltados para uma eleição parlamentar em junho, Macron deve agora negociar outro período complicado de campanha, para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O presidente reeleito da França, Emmanuel Macron, prometeu lidar com divisões profundas no país, após resultados mostrarem vitória nas eleições presidenciais sobre Marine Le Pen. Reconheceu que muitos votaram nele, principalmente para frustrar sua adversária de extrema direita.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Com os olhos voltados para uma eleição parlamentar em junho, Macron deve agora negociar outro período complicado de campanha, para tentar garantir uma legislatura que lhe dê a maioria necessária para implementar suas políticas.</p>
<p>Os resultados finais do segundo turno de domingo mostraram que Macron obteve 58,54% dos votos, margem de vitória maior do que muitas pesquisas haviam previsto.</p>
<p>O resultado também dá à extrema direita sua maior fatia de votação presidencial já registrada.</p>
<p>&#8220;Muitos neste país votaram em mim não porque apoiam minhas ideias, mas para manter de fora as da extrema direita. Quero agradecê-los e sei que tenho com eles uma dívida nos próximos anos&#8221;, disse Macron no discurso de vitória.</p>
<p>&#8220;Teremos que ser benevolentes e respeitosos porque nosso país está cheio de dúvidas, com muitas divisões.&#8221;</p>
<p>Embora a margem de vitória de Macron tenha sido confortável, ficou bem abaixo dos 66,1% que ele conseguiu contra a mesma adversária no segundo turno de 2017, e ainda mais longe dos 82% garantidos pelo conservador Jacques Chirac em 2002, quando a extrema direita chegou pela primeira vez à fase de desempate.</p>
<p>O candidato presidencial de extrema esquerda, Jean-Luc Mélenchon &#8212; que ficou em terceiro lugar atrás de Le Pen no primeiro turno &#8212; imediatamente rotulou as eleições parlamentares de 12 e 19 de junho como &#8220;terceiro turno&#8221; da eleição presidencial.</p>
<p>É uma votação na qual os partidos da oposição de todos os segmentos esperam ganhar.</p>
<p>A mensagem em todo o campo de Macron, nesta segunda-feira (25), foi de que ele ouvirá mais, após o primeiro mandato em que o próprio presidente inicialmente chamou seu estilo de liderança de &#8220;jupiteriano&#8221;, sugerindo que ficará acima da briga política.</p>
<h2>Protestos</h2>
<p>&#8220;Quando uma proposta que afeta a vida dos franceses chega à Assembleia Nacional, os deputados precisam discuti-la com os franceses&#8221;, disse o líder do Parlamento, Richard Ferrand, um aliado próximo de Macron, à France Inter.</p>
<p>&#8220;Caso contrário, existe o risco de uma divisão entre os parlamentares e o que os franceses sentem.&#8221;</p>
<p>Macron provavelmente enfrentará a volta de protestos que marcaram parte de seu primeiro mandato, enquanto tenta impulsionar suas reformas nos negócios, incluindo planos para aumentar a idade de aposentadoria de 62 para 65 anos.</p>
<p>&#8220;Ele não vai cumprir mais cinco anos com o mesmo mandato, isso está claro. Não vamos deixá-lo fazer isso&#8221;, disse a funcionária administrativa Colette Sierra, de 63 anos.</p>
<p>&#8220;Se ele fizer isso, acho que as pessoas estão prontas para sair às ruas se não houver o tipo certo de governo de coalizão.&#8221;</p>
</div>
</div>
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