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	<title>Élcio Queiroz &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Caso Marielle: MP pede aumento de penas de Ronnie Lessa e Élcio Queiroz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Dec 2024 14:36:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), recorreu à Justiça para ampliar as penas impostas a Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz, condenados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março de 2018. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), recorreu à Justiça para ampliar as penas impostas a Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz, condenados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março de 2018.</p>
<p>No recurso apresentado ao 4º Tribunal do Júri, o Gaeco solicita que as penas atinjam o máximo previsto em lei: <strong>30 anos pelo homicídio de Marielle</strong>, <strong>30 anos pelo homicídio de Anderson</strong> e <strong>20 anos pela tentativa de assassinato de Fernanda Chaves</strong>, assessora da vereadora que sobreviveu ao ataque. Além disso, o órgão pede mais <strong>dois anos pela receptação do carro utilizado no crime</strong>, totalizando 80 anos de prisão para cada réu.</p>
<h3><strong>Sentença inicial e pedido de revisão</strong></h3>
<p>No julgamento realizado em 31 de outubro, Ronnie Lessa foi condenado a <strong>78 anos, 9 meses e 30 dias de prisão</strong>, enquanto Élcio Queiroz recebeu pena de <strong>59 anos, 8 meses e 10 dias</strong>. Ambos também foram obrigados a pagar R$ 706 mil em indenizações às famílias de Marielle e Anderson.</p>
<p>O Ministério Público argumenta que aspectos fundamentais, como a gravidade do crime e sua repercussão global, não foram devidamente considerados na dosimetria das penas. Entre os elementos apontados no recurso estão:</p>
<ul>
<li><strong>Uso de arma automática com silenciador</strong>;</li>
<li><strong>Emboscada premeditada</strong> em uma região movimentada do Centro do Rio;</li>
<li><strong>Destruição de provas pelos réus</strong>;</li>
<li>A repercussão internacional, que afetou a imagem do Brasil.</li>
</ul>
<h3><strong>Impactos do crime e maior rigor na punição</strong></h3>
<p>Os promotores de Justiça ressaltaram a comoção mundial gerada pelo assassinato da vereadora, reconhecida por sua luta por direitos humanos e igualdade social. Segundo o Gaeco, o caso não apenas feriu profundamente a sociedade brasileira, mas também expôs a fragilidade do país no combate ao crime organizado, afetando sua credibilidade global.</p>
<p>Além disso, o recurso pede maior rigor na revisão da tentativa de homicídio contra Fernanda Chaves e na punição pelo crime de receptação do veículo Cobalt usado na execução.</p>
<p>O pedido segue em análise no 4º Tribunal do Júri, e a decisão sobre o recurso será essencial para definir se as penas dos condenados serão ampliadas.</p>
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		<title>Ex-PM afirma ter sido enganado por Ronnie Lessa no caso Marielle Franco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 23:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Élcio Queiroz]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ronnie Lessa]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta sexta-feira (30), o ex-sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Élcio Queiroz, depôs no Supremo Tribunal Federal (STF) no processo que investiga os possíveis mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018. O depoimento faz parte da ação penal que apura o envolvimento dos irmãos Brazão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira (30), o ex-sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Élcio Queiroz, depôs no Supremo Tribunal Federal (STF) no processo que investiga os possíveis mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018. O depoimento faz parte da ação penal que apura o envolvimento dos irmãos Brazão e outros acusados no crime.</p>
<p>Élcio, que conduziu o veículo utilizado na execução do crime, declarou que foi manipulado pelo ex-policial Ronnie Lessa, réu confesso do assassinato. Segundo ele, Lessa não revelou a verdadeira intenção ao chamá-lo para dirigir o carro, levando-o a acreditar que seria apenas uma tarefa comum. &#8220;Fui vítima de uma rede de mentiras. Ronnie me usou e foi desleal comigo&#8221;, afirmou Élcio, acrescentando que até o momento do crime não sabia quem era Marielle Franco.</p>
<p>Apesar de afirmar ter sido traído, Élcio admitiu que manteve a amizade com Lessa após o homicídio, mas disse ter ficado abalado ao descobrir a natureza do ato. Ele também revelou detalhes cruciais sobre os momentos que antecederam o crime, incluindo um alerta que fez a Lessa sobre a presença de Anderson Gomes e da assessora de Marielle, Fernanda Chaves, no carro. Élcio relatou que temeu pela vida dos &#8220;inocentes&#8221; no veículo, mas Lessa ignorou a advertência e utilizou a submetralhadora HK em &#8220;modo rajada&#8221; para cometer o crime. Fernanda Chaves sobreviveu ao ataque.</p>
<p>No processo, são réus Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), seu irmão, Chiquinho Brazão, deputado federal, o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa, e o major da Polícia Militar Ronald Paulo de Alves Pereira. Eles são acusados de homicídio e organização criminosa e permanecem presos enquanto aguardam o desenrolar da ação penal, que inclui o depoimento de cerca de 70 testemunhas antes das audiências dos réus.</p>
<p>Ronnie Lessa também prestou depoimento nesta semana, onde alegou ter sido avisado com antecedência sobre a operação que resultou em sua prisão e que o assassinato de Marielle foi planejado de forma a evitar que o caso fosse tratado como crime político, impedindo a entrada da Polícia Federal nas investigações.</p>
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