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	<title>Economia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Economia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Inflação desacelera em junho, mas alimentos e energia mantêm pressão sobre o bolso dos brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 14:35:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[A prévia da inflação brasileira apresentou desaceleração em junho, indicando uma redução no ritmo de crescimento dos preços ao consumidor. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de 0,41% no mês, resultado inferior aos verificados em maio, quando ficou em 0,62%, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prévia da inflação brasileira apresentou desaceleração em junho, indicando uma redução no ritmo de crescimento dos preços ao consumidor. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de 0,41% no mês, resultado inferior aos verificados em maio, quando ficou em 0,62%, e em abril, que havia alcançado 0,89%.</p>
<p>Apesar da perda de força na comparação mensal, o acumulado dos últimos 12 meses chegou a 4,8%, acima dos 4,64% observados no levantamento anterior. O indicador funciona como uma prévia da inflação oficial do país e serve como termômetro para acompanhar a evolução dos preços antes da divulgação do IPCA consolidado.</p>
<p>O resultado divulgado pelo IBGE ficou acima da expectativa de parte do mercado financeiro. De acordo com projeções reunidas pelo Banco Central no Boletim Focus, a mediana das estimativas apontava para uma inflação de 0,32% em junho.</p>
<p>Entre os nove grupos de produtos e serviços analisados pela pesquisa, alimentação e habitação foram os que mais influenciaram o resultado do mês. Juntos, responderam por aproximadamente dois terços da variação total registrada pelo índice.</p>
<p>O grupo de alimentação e bebidas apresentou avanço de 0,74%, exercendo o maior impacto individual sobre a inflação de junho. Embora os preços continuem em alta, o ritmo de crescimento foi menor do que o registrado em maio, quando a alimentação no domicílio havia subido 1,73%. Em junho, essa mesma categoria avançou 0,87%.</p>
<p>Os maiores aumentos foram observados em produtos básicos da mesa dos brasileiros. A batata-inglesa liderou as altas, com elevação de 29,42%. Na sequência aparecem o tomate, que ficou 17,27% mais caro, o feijão-carioca, com aumento de 14,29%, e a cebola, que registrou alta de 9,54%.</p>
<p>O levantamento mostra ainda que alguns alimentos acumularam valorizações expressivas ao longo do primeiro semestre. O tomate apresentou aumento superior a 103% no período, seguido pela cenoura, que avançou 103,10%, e pela batata-inglesa, com alta acumulada de 100,20%. Segundo especialistas, fatores climáticos têm exercido influência direta sobre os custos desses produtos agrícolas.</p>
<p>Outro fator de destaque no índice de junho foi a elevação das despesas com habitação. O grupo registrou alta de 0,72%, impulsionado principalmente pelo aumento da energia elétrica residencial, que subiu 2,04% no mês e representou o maior impacto individual entre todos os itens pesquisados.</p>
<p>A principal explicação para esse avanço está na adoção da bandeira tarifária amarela, que acrescenta cobrança extra nas contas de energia elétrica. A medida foi aplicada diante da previsão de chuvas abaixo da média e do aumento esperado no consumo de eletricidade em diversas regiões do país.</p>
<p>O cenário climático também influencia diretamente os custos de geração de energia. Com menor volume de água nos reservatórios das hidrelétricas, cresce a necessidade de acionamento de usinas termelétricas, cuja operação possui custo mais elevado.</p>
<p>Além da bandeira tarifária, reajustes autorizados para distribuidoras que atuam em cidades como Belo Horizonte, Recife, Fortaleza e Salvador também contribuíram para elevar o custo médio da eletricidade no país.</p>
<p>No setor de transportes, o comportamento dos preços foi mais equilibrado. Enquanto as passagens aéreas registraram aumento de 7,24%, os combustíveis apresentaram recuo médio de 1,22%, ajudando a conter uma pressão inflacionária maior.</p>
<p>O etanol foi o combustível que apresentou a maior redução no período, com queda de 5,30%. A gasolina ficou 0,73% mais barata, enquanto o óleo diesel registrou retração de 1,47%. Esses recuos tiveram influência positiva sobre o resultado geral da inflação.</p>
<p>O IPCA-15 utiliza metodologia semelhante à do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado o indicador oficial da inflação brasileira e referência para a política de metas do governo federal. Atualmente, a meta central de inflação é de 3% ao ano, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>A principal diferença entre os dois indicadores está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica da pesquisa. No caso do IPCA-15 divulgado agora, os dados foram levantados entre os dias 16 de maio e 16 de junho.</p>
<p>A pesquisa considera famílias com renda mensal entre um e 40 salários mínimos e acompanha a variação dos preços em diversas regiões metropolitanas do país, além de Brasília e Goiânia.</p>
<p>O resultado definitivo da inflação oficial de junho será conhecido no próximo dia 10 de julho, quando o IBGE divulgará o IPCA completo, indicador que serve de referência para decisões econômicas, projeções de mercado e definição da política monetária brasileira.</p>
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		<title>Novo Desenrola libera uso do FGTS para renegociação de dívidas a partir desta segunda</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/novo-desenrola-libera-uso-do-fgts-para-renegociacao-de-dividas-a-partir-desta-segunda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:58:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
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					<description><![CDATA[Começa nesta segunda-feira a nova etapa do programa Desenrola Brasil que permite o uso do saldo do FGTS para renegociação de dívidas. A funcionalidade já está disponível no aplicativo do fundo e poderá ser utilizada por trabalhadores que desejam quitar ou diminuir débitos em atraso junto a instituições financeiras. Segundo o governo federal, o trabalhador [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Começa nesta segunda-feira a nova etapa do programa Desenrola Brasil que permite o uso do saldo do FGTS para renegociação de dívidas. A funcionalidade já está disponível no aplicativo do fundo e poderá ser utilizada por trabalhadores que desejam quitar ou diminuir débitos em atraso junto a instituições financeiras.</p>
<p>Segundo o governo federal, o trabalhador poderá usar até 20% do saldo disponível no FGTS ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor. A expectativa do Ministério do Trabalho e Emprego é movimentar cerca de R$ 8,2 bilhões com a nova modalidade.</p>
<p>A adesão será feita diretamente pelas instituições financeiras após autorização do trabalhador no aplicativo do FGTS. Depois da renegociação da dívida, a Caixa Econômica Federal fará a transferência dos recursos diretamente ao banco responsável pelo contrato renegociado.</p>
<p>O programa contempla dívidas de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal, desde que estejam em atraso dentro das regras estabelecidas pelo governo. Os descontos podem chegar a 90% sobre o valor total da dívida, com juros limitados a 1,99% ao mês e parcelamento em até 48 meses.</p>
<p>Poderão participar trabalhadores com renda mensal de até R$ 8.105. O uso do FGTS poderá envolver contas ativas e inativas, com prioridade para os valores de contas inativas. Não será necessário comparecer presencialmente às agências da Caixa para concluir o procedimento.</p>
<p>O governo também informou que trabalhadores que utilizarem recursos do FGTS no programa terão restrições temporárias relacionadas ao saque-aniversário até recomposição do valor utilizado. Além disso, participantes do Novo Desenrola ficarão impedidos por um ano de realizar transferências para plataformas de apostas online utilizando Pix ou cartão.</p>
<p>Além da nova modalidade de renegociação, o governo confirmou a liberação de valores residuais do saque-aniversário do FGTS para mais de 10,5 milhões de trabalhadores demitidos sem justa causa entre 2020 e 2025. Os depósitos começam a ser feitos automaticamente nesta semana nas contas cadastradas no aplicativo do fundo.</p>
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		<title>Novo Desenrola pode beneficiar até 20 milhões de brasileiros com renegociação de dívidas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/novo-desenrola-pode-beneficiar-ate-20-milhoes-de-brasileiros-com-renegociacao-de-dividas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 15:32:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma nova fase do programa de renegociação de dívidas do governo federal deve permitir que cerca de 20 milhões de brasileiros regularizem sua situação financeira. A iniciativa, considerada uma ampliação do Desenrola Brasil, surge em um cenário de endividamento recorde e pretende facilitar o acesso a condições mais vantajosas para quitação de débitos. A proposta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova fase do programa de renegociação de dívidas do governo federal deve permitir que cerca de 20 milhões de brasileiros regularizem sua situação financeira. A iniciativa, considerada uma ampliação do Desenrola Brasil, surge em um cenário de endividamento recorde e pretende facilitar o acesso a condições mais vantajosas para quitação de débitos.</p>
<p>A proposta prevê descontos significativos sobre o valor total das dívidas, que podem variar entre 30% e 90%, além de taxas de juros mais baixas, limitadas a cerca de 1,99% ao mês. O objetivo é reduzir o peso das parcelas no orçamento das famílias e criar condições reais para que os débitos sejam quitados.</p>
<p>O público-alvo foi ampliado em relação às edições anteriores do programa. Agora, podem participar pessoas com renda de até cinco salários mínimos, o que inclui não apenas famílias de baixa renda, mas também trabalhadores da chamada classe média baixa.</p>
<p>Entre as novidades, está a possibilidade de utilização de parte do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para abater dívidas, mecanismo que busca acelerar a regularização financeira dos participantes. O programa também estabelece regras para evitar novo endividamento, como restrições ao acesso a linhas de crédito mais caras durante o período de adesão.</p>
<p>A iniciativa foi estruturada para abranger diferentes tipos de débitos, incluindo cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal e financiamentos estudantis. Além disso, o modelo prevê a participação de instituições financeiras e empresas credoras, com garantia parcial do governo para reduzir riscos e incentivar a adesão ao programa.</p>
<p>O novo Desenrola terá duração inicial de cerca de 90 dias e será operacionalizado por meio de plataformas digitais e canais dos bancos participantes. A expectativa do governo é que a medida contribua para reduzir a inadimplência, estimular o consumo e melhorar as condições de crédito no país.</p>
<p>Ao ampliar o alcance e as condições de renegociação, o programa se consolida como uma das principais estratégias econômicas para reorganizar as finanças das famílias brasileiras e impulsionar a atividade econômica em meio aos desafios do cenário atual.</p>
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		<title>Terras raras, minerais estratégicos e críticos: entenda as diferenças</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/terras-raras-minerais-estrategicos-e-criticos-entenda-as-diferencas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 14:56:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[China]]></category>
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					<description><![CDATA[Conhecidos pelo potencial para impulsionar a transição energética, terras raras, minerais estratégicos e minerais críticos vêm ganhando cada vez mais protagonismo global. Embora frequentemente tratados como sinônimos, os três conceitos cumprem papéis diferentes na geopolítica e na economia global. Segundo o Serviço Geológico do Brasil (SGB), órgão do governo federal responsável por avaliar o potencial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecidos pelo potencial para impulsionar a transição energética, terras raras, minerais estratégicos e minerais críticos vêm ganhando cada vez mais protagonismo global. Embora frequentemente tratados como sinônimos, os três conceitos cumprem papéis diferentes na geopolítica e na economia global.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo o Serviço Geológico do Brasil (SGB), órgão do governo federal responsável por avaliar o potencial mineral do país, Elementos Terras Raras (ETR) são um grupo específico de 17 elementos químicos da tabela periódica: 15 lantanídeos (como lantânio, cério, neodímio e disprósio), escândio e ítrio.</p>
<p>Apesar do nome, não são necessariamente raros na natureza, mas costumam estar dispersos, o que dificulta a exploração econômica. São essenciais para tecnologias de ponta, como turbinas eólicas, carros elétricos, baterias, eletrônicos e sistemas de defesa.</p>
<p>Minerais estratégicos são aqueles considerados essenciais para o desenvolvimento econômico dos países e que tenham importância pela sua aplicação em produtos e processos de alta tecnologia, defesa e transição energética.</p>
<p>Minerais críticos são aqueles cujo suprimento pode envolver diferentes riscos de abastecimento: concentração geográfica da produção, dependência externa, instabilidade geopolítica, limitações tecnológicas, interrupção no fornecimento e dificuldade de substituição.</p>
<p>Por isso, a definição de quais minerais são estratégicos ou críticos depende de cada país. A lista também pode mudar conforme o tempo, de acordo com avanços tecnológicos, descobertas geológicas, mudanças geopolíticas e evolução da demanda. Porém, alguns exemplos mais comuns atualmente são: lítio, cobalto, grafita, níquel e nióbio.</p>
<p>Terras raras podem ser consideradas minerais críticos ou estratégicos, dependendo do contexto. Ou seja, toda terra rara pode ser estratégica, mas nem todo mineral estratégico é terra rara.</p>
<h2>Situação no Brasil</h2>
<p><strong>Segundo o SGB, o Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, com cerca de 21 milhões de toneladas. Isso representa cerca de 23% das reservas globais, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).</strong></p>
<p>A maior parte das terras raras no Brasil está concentrada em Minas Gerais, Goiás, Amazonas, Bahia e Sergipe. Esses estados têm os principais tipos de depósitos com potencial econômico.</p>
<p>Entre os minerais que costumam ser considerados críticos ou estratégicos na maior parte dos países, o Brasil se destaca por ter as maiores reservas de nióbio do mundo (94%), com 16 milhões de toneladas. Também é o segundo no ranking global de reservas de grafita (26%), com 74 milhões de toneladas, e o terceiro quando se trata de reservas de níquel (12%), com 16 milhões de toneladas.</p>
<p>O país tem uma lista de minerais considerados estratégicos para o desenvolvimento interno. Ela foi publicada na Resolução nº 2, de 18 de junho de 2021, do Ministério de Minas e Energia. Esses minerais são divididos em três grupos:</p>
<p><strong>Precisam ser importados:</strong> enxofre, minério de fosfato, minério de potássio e minério de molibdênio.</p>
<p><strong>Usados em produtos e processos de alta tecnologia:</strong> minério de cobalto, minério de cobre, minério de estanho, minério de grafita, minérios do grupo da platina, minério de lítio, minério de nióbio, minério de níquel, minério de silício, minério de tálio, minério de terras raras, minério de titânio, minério de tungstênio, minério de urânio e minério de vanádio.</p>
<p><strong>Minerais com vantagem comparativa e geração de superávit na balança comercial: </strong>minério de alumínio, minério de cobre, minério de ferro, minério de grafita, minério de ouro, minério de manganês, minério de nióbio e minério de urânio.</p>
<h2>Disputa global</h2>
<p>Esses recursos se tornaram centrais na disputa geopolítica global. Hoje, a China lidera amplamente o refino e a produção de terras raras, o que gera preocupação em outras potências, como Estados Unidos e União Europeia, que buscam diversificar fornecedores.</p>
<p><strong>Nesse cenário, o Brasil aparece como um ator relevante. Especialistas apontam que o desafio brasileiro não está apenas na extração. A cadeia produtiva desses minerais envolve etapas complexas, como beneficiamento e refino, que ainda são pouco desenvolvidas no país.</strong></p>
<p>Sem isso, o Brasil tende a continuar importando produtos de maior valor agregado, analisa o professor de Geografia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Luiz Jardim Wanderley, que é especialista na interseção entre política, economia e mineração.</p>
<blockquote><p>“O Brasil mantém o mesmo padrão de dependência que teve ao longo de sua história. Foi assim com o ouro colonial, passando pelo ferro e até o petróleo. Servindo para o mundo como um país primário-exportador. A gente exporta muitos minerais e os consome muito pouco no mercado nacional”, diz Jardim.</p></blockquote>
<p>Além da dimensão econômica, há também questões ambientais e sociais. A exploração desses recursos gera impactos significativos nos lugares onde ocorre.</p>
<blockquote><p>“Não existe mineração sustentável. Toda mineração causa impactos ambientais pesados, como o comprometimento de recursos hídricos. Também causa pressão econômica nos municípios em que ocorre: aumento da pobreza, desigualdade e violência urbana. O que temos hoje é um modelo completamente insustentável de mineração”, avalia o geógrafo.</p></blockquote>
<p>“É possível fazer um modelo um pouco menos degradante. Mas, ainda assim, continuariam sendo feitos grandes buracos para extrair esses minérios. Continuariam a desmontar montanhas e a afetar cursos de água. Precisamos pensar com muita calma se realmente vale a pena, já que perdemos muitos recursos naturais e os efeitos socioambientais são significativos”, complementa.</p>
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		<title>Mercado projeta inflação de 4,17% em 2026 e mantém expectativa dentro da meta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 14:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[A projeção do mercado financeiro para a inflação brasileira em 2026 voltou a subir e agora está estimada em 4,17%, segundo dados do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central do Brasil. A revisão representa a segunda elevação consecutiva nas expectativas dos analistas. Mesmo com o aumento, a previsão segue dentro do intervalo da meta estabelecida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A projeção do mercado financeiro para a inflação brasileira em 2026 voltou a subir e agora está estimada em 4,17%, segundo dados do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central do Brasil. A revisão representa a segunda elevação consecutiva nas expectativas dos analistas.</p>
<p>Mesmo com o aumento, a previsão segue dentro do intervalo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, que fixa o centro em 3%, com margem de tolerância entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>O avanço nas estimativas ocorre em um cenário de maior incerteza internacional, especialmente em função das tensões geopolíticas no Oriente Médio, que impactam diretamente os preços de commodities como o petróleo e, consequentemente, pressionam a inflação.</p>
<p>Além da inflação, o relatório também trouxe ajustes em outros indicadores. A expectativa de crescimento da economia brasileira em 2026 teve leve alta, passando para 1,84%. Já a taxa básica de juros, a Selic, segue como principal instrumento de controle inflacionário e deve encerrar o ano em torno de 12,5%.</p>
<p>Para os anos seguintes, as projeções permanecem mais estáveis. O mercado estima inflação de 3,8% em 2027 e cerca de 3,5% entre 2028 e 2029, sinalizando uma tendência de convergência gradual para a meta ao longo do tempo.</p>
<p>A revisão reforça o cenário de cautela na economia, em que fatores externos e internos seguem sendo monitorados pelo mercado e pelas autoridades monetárias na definição das políticas econômicas.</p>
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		<title>Febraban alerta para golpe do falso gerente e orienta clientes a redobrar atenção</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/febraban-alerta-para-golpe-do-falso-gerente-e-orienta-clientes-a-redobrar-atencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 16:35:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Febraban]]></category>
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					<description><![CDATA[A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) emitiu um alerta sobre a intensificação do chamado golpe do falso gerente, fraude em que criminosos se passam por funcionários de instituições financeiras para enganar correntistas e obter acesso a dados ou recursos das vítimas. Nesse tipo de abordagem, os golpistas entram em contato por telefone ou aplicativos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) emitiu um alerta sobre a intensificação do chamado golpe do falso gerente, fraude em que criminosos se passam por funcionários de instituições financeiras para enganar correntistas e obter acesso a dados ou recursos das vítimas.</p>
<p>Nesse tipo de abordagem, os golpistas entram em contato por telefone ou aplicativos de mensagem afirmando representar o banco do cliente. Para dar credibilidade à conversa, eles podem utilizar informações pessoais da vítima ou até simular o número da agência bancária. Em seguida, alegam problemas de segurança na conta, compras suspeitas ou possíveis investigações envolvendo a agência.</p>
<p>Com base nesse cenário, os criminosos pressionam o cliente a seguir supostos “procedimentos de segurança”, que normalmente incluem a transferência de dinheiro, o compartilhamento de senhas ou o envio de códigos de autenticação. Em alguns casos, a vítima é convencida até a contratar empréstimos e repassar os valores para contas controladas pela quadrilha.</p>
<p>A Febraban reforça que esse tipo de solicitação caracteriza fraude. Segundo a entidade, bancos e autoridades não pedem que clientes realizem transferências, pagamentos ou forneçam dados sigilosos durante contatos telefônicos ou mensagens.</p>
<p>A recomendação para quem receber uma ligação suspeita é interromper o contato imediatamente e buscar confirmação diretamente pelos canais oficiais da instituição financeira. Caso haja dúvida sobre a situação da conta ou da agência, o cliente deve procurar atendimento por meio dos números divulgados pelo próprio banco.</p>
<p>Especialistas apontam que a fraude se baseia em técnicas de engenharia social, estratégia que explora a confiança e a pressão emocional para levar a vítima a agir rapidamente, muitas vezes sem verificar a veracidade das informações.</p>
<p>A entidade também orienta que, caso o cliente perceba que foi vítima de golpe, a primeira medida é comunicar imediatamente o banco para que sejam adotadas medidas de segurança, como bloqueio de contas e cartões. Além disso, é recomendada a formalização de um boletim de ocorrência para registro do crime e investigação pelas autoridades.</p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro reduz projeção da inflação para 2026 e mantém expectativa moderada de crescimento</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-reduz-projecao-da-inflacao-para-2026-e-mantem-expectativa-moderada-de-crescimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 15:26:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro voltou a revisar para baixo a expectativa de inflação no Brasil em 2026. Segundo o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 3,99% para 3,97%, marcando a quinta semana consecutiva de redução na estimativa. O novo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro voltou a revisar para baixo a expectativa de inflação no Brasil em 2026. Segundo o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 3,99% para 3,97%, marcando a quinta semana consecutiva de redução na estimativa.</p>
<p>O novo patamar mantém a inflação projetada dentro do intervalo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%. Para os anos seguintes, o mercado manteve estabilidade nas previsões: 3,8% em 2027 e 3,5% tanto em 2028 quanto em 2029.</p>
<p>A primeira leitura oficial do IPCA de 2026 será divulgada nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com os dados referentes ao mês de janeiro. No fechamento de 2025, a inflação acumulada ficou em 4,26%, após alta de 0,33% em dezembro, pressionada principalmente pelos preços de passagens aéreas e transportes por aplicativo.</p>
<p>No campo da política monetária, o boletim Focus aponta manutenção da taxa básica de juros, a Selic, em 15% ao ano no momento. O nível é o mais elevado desde julho de 2006 e vem sendo mantido pelo Comitê de Política Monetária (Copom) pela quinta reunião consecutiva. Em comunicado recente, o Banco Central indicou que poderá iniciar o ciclo de cortes na reunião de março, desde que o cenário inflacionário permaneça favorável.</p>
<p>A expectativa do mercado é que a Selic encerre 2026 em 12,25% ao ano. Para 2027, a projeção é de nova redução, para 10,5%, chegando a 10% em 2028 e 9,5% em 2029. Juros mais altos têm como objetivo conter a inflação ao desestimular o consumo e encarecer o crédito, enquanto a redução da taxa tende a estimular a atividade econômica, ainda que com menor controle sobre os preços.</p>
<p>Em relação ao crescimento econômico, as instituições financeiras mantiveram a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 1,8% para 2026. O mesmo percentual é projetado para 2027, enquanto para 2028 e 2029 a expectativa é de crescimento de 2% ao ano. O desempenho recente da economia brasileira foi marcado por estabilidade no terceiro trimestre de 2025, com avanço de 0,1%, impulsionado principalmente pela indústria e pela agropecuária.</p>
<p>O IBGE deve divulgar o resultado consolidado do PIB de 2025 no próximo dia 3 de março. Em 2024, a economia brasileira registrou crescimento de 3,4%, o quarto ano consecutivo de alta e o melhor desempenho desde 2021.</p>
<p>Já no câmbio, o mercado manteve a projeção de dólar a R$ 5,50 ao fim de 2026, patamar que também é esperado para o encerramento de 2027, refletindo um cenário de relativa estabilidade nas expectativas para a moeda norte-americana.</p>
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		<title>Copom decide hoje sobre Selic em meio a quórum reduzido e incertezas inflacionárias</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/copom-decide-hoje-sobre-selic-em-meio-a-quorum-reduzido-e-incertezas-inflacionarias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 15:20:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decide nesta quarta-feira (28) se mantém a Taxa Selic no atual patamar de 15% ao ano, o mais elevado desde julho de 2006. A reunião marca a primeira decisão de política monetária de 2026 e ocorre em um cenário de desaceleração da inflação, mas ainda com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decide nesta quarta-feira (28) se mantém a Taxa Selic no atual patamar de 15% ao ano, o mais elevado desde julho de 2006. A reunião marca a primeira decisão de política monetária de 2026 e ocorre em um cenário de desaceleração da inflação, mas ainda com pressões relevantes, especialmente no setor de serviços.</p>
<p>A expectativa predominante entre analistas é de manutenção dos juros. Apesar da recente queda do dólar, que voltou a girar em torno de R$ 5,20, o Banco Central tem reiterado a necessidade de cautela diante do ambiente de incertezas econômicas. Desde setembro de 2024, a Selic foi elevada sete vezes consecutivas, permanecendo inalterada nas últimas quatro reuniões.</p>
<p>A decisão desta quarta será tomada com quórum incompleto. Os mandatos dos diretores Renato Gomes, responsável pela Organização do Sistema Financeiro, e Paulo Pichetti, de Política Econômica, expiraram ao fim de 2025. As indicações dos substitutos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva só devem ser enviadas ao Senado após o retorno do Congresso Nacional, em fevereiro.</p>
<p>Na ata da reunião anterior, realizada em dezembro, o Copom afirmou que a Selic deverá permanecer em nível elevado por um período prolongado, com o objetivo de assegurar a convergência da inflação à meta. Não houve, no entanto, sinalização clara sobre o início de um eventual ciclo de cortes.</p>
<p><strong>Inflação sob observação</strong></p>
<p>O comportamento dos preços segue no centro das atenções. O IPCA-15, prévia da inflação oficial, registrou alta de apenas 0,2% em outubro e acumula 4,5% em 12 meses, exatamente no teto da meta contínua. Já o IPCA cheio de novembro será divulgado ainda nesta quarta-feira.</p>
<p>Segundo o boletim Focus mais recente, a estimativa de inflação para 2025 recuou para 4,4%, levemente abaixo do limite superior da meta, que é de 4,5%. A meta central, em vigor desde janeiro de 2025, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>No novo regime de meta contínua, a inflação passa a ser avaliada mês a mês, sempre com base no acumulado em 12 meses, o que amplia o horizonte de monitoramento da política monetária e reduz a dependência do índice fechado de dezembro.</p>
<p><strong>Função da Selic</strong></p>
<p>A Selic é a principal ferramenta do Banco Central para controlar a inflação. Juros mais altos encarecem o crédito, desestimulam o consumo e a produção e ajudam a conter pressões inflacionárias. Por outro lado, taxas elevadas por períodos prolongados tendem a frear o crescimento econômico.</p>
<p>A decisão do Copom será anunciada no início da noite. O mercado acompanha atentamente o comunicado e, principalmente, o tom adotado pelo Banco Central, em busca de sinais sobre quando poderá começar um ciclo de flexibilização monetária.</p>
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		<item>
		<title>Petrobras reduz preço da gasolina em 5,2% a partir desta terça</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/petrobras-reduz-preco-da-gasolina-em-52-a-partir-desta-terca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 16:58:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gasolina]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
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					<description><![CDATA[A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (26) que vai reduzir em 5,2% o preço da gasolina A vendida às distribuidoras. O novo preço passa a valer a partir desta terça-feira (27). A gasolina A é o combustível puro que sai das refinarias e é misturado ao etanol pelas distribuidoras, para que possa ser vendido ao consumidor [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (26) que vai reduzir em 5,2% o preço da gasolina A vendida às distribuidoras. O novo preço passa a valer a partir desta terça-feira (27).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A gasolina A é o combustível puro que sai das refinarias e é misturado ao etanol pelas distribuidoras, para que possa ser vendido ao consumidor final nos postos.</p>
<p>Com a redução, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará a ser, em média, de R$ 2,57 por litro, uma redução de R$ 0,14.</p>
<p>No comunicado que anunciou a mudança de valores, a empresa informa que, desde dezembro de 2022, a queda no preço da gasolina chega a R$ 0,50 ─ um recuo de 26,9%, já considerando a inflação do período.</p>
<p>A última mudança no preço do combustível havia sido em 21 de outubro de 2025, quando ficou 4,9% mais barata.</p>
<p><strong>Preço nas bombas</strong></p>
<p>O movimento da Petrobras deve representar alívio na inflação do país, uma vez que a gasolina é o produto com maior peso no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador que apura a inflação oficial.</p>
<p>Apesar de a Petrobras ser a maior produtora do combustível no país, o preço da gasolina nas bombas não depende apenas da estatal. Após o produto ser vendido às distribuidoras, sofre influências de outros custos, como o frete, mistura com o etanol, cobrança de impostos e a margem de lucro dos postos.</p>
<p><strong>Diesel</strong></p>
<p>A Petrobras informou que o preço do diesel vendido às distribuidoras não sofrerá alteração. Desde dezembro de 2022, a redução acumulada no preço do óleo combustível vendido às distribuidoras é de 36,3%, considerando a inflação do período.</p>
<p><em>Por: Agência Brasil</em></p>
<div class="linha-fina-noticia"></div>
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		<item>
		<title>Aposentadoria em 2026: veja o que muda com as regras automáticas de transição</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/aposentadoria-em-2026-veja-o-que-muda-com-as-regras-automaticas-de-transicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2026 18:02:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadorias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma da Previdência]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem está próximo de se aposentar em 2026 precisa redobrar a atenção. Promulgada em 2019, a reforma da Previdência instituiu regras automáticas de transição que avançam ano a ano, alterando requisitos como idade mínima, tempo de contribuição e pontuação para a concessão dos benefícios. Com a virada de 2025 para 2026, algumas dessas exigências ficaram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem está próximo de se aposentar em 2026 precisa redobrar a atenção. Promulgada em 2019, a reforma da Previdência instituiu regras automáticas de transição que avançam ano a ano, alterando requisitos como idade mínima, tempo de contribuição e pontuação para a concessão dos benefícios. Com a virada de 2025 para 2026, algumas dessas exigências ficaram mais rígidas.</p>
<p>A seguir, confira as principais mudanças que passam a valer neste ano e como elas impactam trabalhadores do setor privado, servidores públicos e professores.</p>
<h3>Aposentadoria por tempo de contribuição</h3>
<p>A reforma criou quatro regras de transição para quem já contribuía antes de 2019. Duas delas sofreram alterações a partir de janeiro de 2026.</p>
<p>Regra de pontos (evolução da antiga 86/96)<br />
A pontuação — soma da idade com o tempo de contribuição — aumentou em 2026 para:</p>
<ul>
<li>93 pontos para mulheres</li>
<li>103 pontos para homens</li>
</ul>
<p>Para servidores públicos, aplica-se a mesma pontuação, com exigências adicionais:</p>
<ul>
<li>Homens: mínimo de 62 anos de idade e 35 anos de contribuição</li>
<li>Mulheres: mínimo de 57 anos de idade e 30 anos de contribuição</li>
<li>Para ambos: 20 anos de serviço público e cinco anos no cargo</li>
</ul>
<p>Regra da idade mínima progressiva<br />
Voltada a quem tem longo tempo de contribuição, essa regra elevou a idade mínima em seis meses:</p>
<ul>
<li>Mulheres: 59 anos e meio</li>
<li>Homens: 64 anos e meio</li>
</ul>
<p>A idade seguirá aumentando semestralmente até atingir 62 anos (mulheres) e 65 anos (homens) em 2031. O tempo mínimo de contribuição permanece em 30 anos para mulheres e 35 anos para homens.</p>
<h3>Professores</h3>
<p>Para os professores, a transição combina tempo de contribuição no magistério com idade mínima progressiva. Em 2026, os requisitos passam a ser:</p>
<ul>
<li>Mulheres: 54 anos e meio</li>
<li>Homens: 59 anos e meio</li>
</ul>
<p>A idade mínima cresce seis meses por ano até alcançar 57 anos (mulheres) e 60 anos (homens) em 2031. O tempo mínimo de contribuição segue em 25 anos para mulheres e 30 anos para homens.</p>
<p>A regra vale para docentes da iniciativa privada, da rede federal e de pequenos municípios. Professores estaduais e de grandes municípios seguem os regimes próprios de previdência.</p>
<h3>Aposentadoria por idade</h3>
<p>Desde 2023, está plenamente vigente a nova regra da aposentadoria por idade:</p>
<ul>
<li>Homens: 65 anos</li>
<li>Mulheres: 62 anos</li>
<li>Tempo mínimo de contribuição: 15 anos para ambos</li>
</ul>
<p>A transição para as mulheres, iniciada em 2019, foi concluída em 2023, quando a idade mínima chegou aos 62 anos.</p>
<h3>Simulações pelo INSS</h3>
<p>O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) disponibiliza ferramentas para simular a aposentadoria e verificar quanto tempo falta para cumprir cada regra.</p>
<p>No computador</p>
<ol>
<li>Acesse meu.inss.gov.br</li>
<li>Entre com CPF e senha (ou faça o cadastro)</li>
<li>Clique em “Simular Aposentadoria” em “Serviços”</li>
<li>Confira idade, tempo de contribuição e regras aplicáveis</li>
</ol>
<p>No celular</p>
<ol>
<li>Baixe o aplicativo Meu INSS (Android e iOS)</li>
<li>Entre com sua conta gov.br</li>
<li>No menu lateral, selecione “Simular Aposentadoria”</li>
<li>Revise os dados e, se necessário, corrija informações</li>
<li>É possível baixar o PDF com o resultado da simulação</li>
</ol>
<h3>Regras de transição já encerradas</h3>
<p>Algumas regras deixaram de produzir efeitos em 2026 por já terem sido integralmente cumpridas:</p>
<ul>
<li>Pedágio de 100% (setor privado): exigia o cumprimento do dobro do tempo que faltava em 2019; já não gera novos benefícios.</li>
<li>Pedágio de 100% (serviço público): também encerrado, com exigências adicionais de tempo no serviço público e no cargo.</li>
<li>Pedágio de 50%: voltado a quem estava a até dois anos da aposentadoria em 2019, foi totalmente cumprido até 2022.</li>
</ul>
<h3>O que considerar antes de decidir</h3>
<p>Com regras em constante evolução, especialistas recomendam analisar cuidadosamente cada modalidade antes de requerer o benefício. Em alguns casos, adiar a aposentadoria por alguns meses pode resultar em condições mais vantajosas de cálculo ou enquadramento.</p>
<p>A orientação é acompanhar as atualizações, simular diferentes cenários e, se necessário, buscar apoio especializado para tomar a decisão mais adequada ao perfil de cada segurado.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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