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	<title>Droga &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>STF debate descriminalização do porte de drogas: saiba como cada ministro votou até agora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 17:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Descriminalização das Drogas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) está prestes a retomar o julgamento que poderá impactar a descriminalização do porte de drogas para uso pessoal. Com início em 2015 e um placar de 5 a 1 favorável a alguma forma de flexibilização, a discussão aguarda há 9 anos por uma conclusão. Em questão está um recurso contra [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) está prestes a retomar o julgamento que poderá impactar a descriminalização do porte de drogas para uso pessoal. Com início em 2015 e um placar de 5 a 1 favorável a alguma forma de flexibilização, a discussão aguarda há 9 anos por uma conclusão.</p>
<p>Em questão está um recurso contra uma decisão judicial em São Paulo, que manteve a condenação de um homem encontrado com 3 gramas de maconha. O réu foi enquadrado no Artigo 28 da Lei das Drogas, que considera crime adquirir, guardar, transportar ou trazer consigo drogas ilícitas para consumo pessoal.</p>
<figure id="attachment_74729" aria-describedby="caption-attachment-74729" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-74729" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/06-STF-debate-descriminalizacao-do-porte-de-drogas-Expresso-Carioca-1.webp?resize=754%2C504&#038;ssl=1" alt="STF Debate Descriminalização Do Porte De Drogas - Expresso Carioca" width="754" height="504" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/06-STF-debate-descriminalizacao-do-porte-de-drogas-Expresso-Carioca-1.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/06-STF-debate-descriminalizacao-do-porte-de-drogas-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C201&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/06-STF-debate-descriminalizacao-do-porte-de-drogas-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/06-STF-debate-descriminalizacao-do-porte-de-drogas-Expresso-Carioca-1.webp?resize=750%2C501&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-74729" class="wp-caption-text">Maconha &#8211; Arquivo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>As penas previstas são leves, incluindo advertências sobre os perigos das drogas, serviços comunitários e outras medidas educativas. No entanto, no cerne do debate no STF está a questão de saber se o usuário realmente causa algum dano à sociedade ao consumir substâncias ilícitas, para que tal ato possa ser considerado crime.</p>
<p>Outro ponto em discussão é até que ponto o Estado pode interferir na escolha individual de consumir uma substância, seja ela lícita ou ilícita, sem violar os princípios da intimidade e do direito à vida privada. Preliminarmente, os ministros também abordam se cabe ao Supremo deliberar sobre o assunto ou se essa é uma responsabilidade exclusiva do Congresso.</p>
<p>A sessão para retomada do julgamento está marcada para as 14h desta quarta-feira, sendo o primeiro item da pauta do plenário. O caso será revisitado com o voto do ministro André Mendonça, que solicitou mais tempo para análise durante a última sessão, em agosto do ano anterior.</p>
<p>O recurso em análise tem repercussão geral, o que significa que, ao final, o plenário do STF deverá estabelecer uma tese que servirá como referência para todos os casos semelhantes na Justiça.</p>
<p><strong>Descriminalização versus Legalização</strong></p>
<figure id="attachment_74724" aria-describedby="caption-attachment-74724" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-74724" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/06-Ministro-do-STF-Gilmar-Mendes-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C298&#038;ssl=1" alt="Ministro Do STF Gilmar Mendes - Expresso Carioca" width="463" height="298" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/06-Ministro-do-STF-Gilmar-Mendes-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/06-Ministro-do-STF-Gilmar-Mendes-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C193&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/06-Ministro-do-STF-Gilmar-Mendes-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-74724" class="wp-caption-text">Ministro do STF Gilmar Mendes, relator da ação sobre a descriminalização da maconha &#8211; Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>O relator do caso, ministro Gilmar Mendes, sustenta que o uso de drogas não deve ser considerado crime. Argumenta que é uma decisão privada e que qualquer dano resultante recai principalmente sobre a saúde do próprio usuário. Ele afirma que criminalizar o usuário de drogas resulta em estigmatização, prejudicando os esforços de redução de danos e prevenção de riscos.</p>
<p>Mendes diferencia ainda a descriminalização do consumo da legalização das drogas ilícitas, destacando que a primeira envolve uma abordagem de saúde pública e redução de danos, enquanto a segunda implica em uma regulamentação do consumo semelhante ao que foi feito em outros países.</p>
<p>No entanto, o ministro recuou em seu voto mais recente, optando por descriminalizar apenas o porte de maconha.</p>
<p><strong>Divergências e Propostas</strong></p>
<p>Os ministros Edson Fachin e Luís Roberto Barroso também defendem a descriminalização do porte de maconha, argumentando sobre os direitos à intimidade e à vida privada garantidos pela Constituição. Barroso destacou ainda a necessidade de estabelecer uma quantidade específica para distinguir o usuário do traficante, visando reduzir o encarceramento de jovens negros.</p>
<p>Por outro lado, o ministro Cristiano Zanin é o único a divergir até o momento, argumentando que a descriminalização pode agravar o combate às drogas. Mesmo assim, propôs uma quantidade específica para distinguir o uso pessoal do tráfico.</p>
<figure id="attachment_74723" aria-describedby="caption-attachment-74723" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-74723" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/06-Ministro-Cristiano-Zanin-e-contrario-a-descriminalizacao-da-maconha-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="Ministro Cristiano Zanin é Contrário à Descriminalização Da Maconha - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/06-Ministro-Cristiano-Zanin-e-contrario-a-descriminalizacao-da-maconha-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/06-Ministro-Cristiano-Zanin-e-contrario-a-descriminalizacao-da-maconha-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/06-Ministro-Cristiano-Zanin-e-contrario-a-descriminalizacao-da-maconha-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-74723" class="wp-caption-text">Ministro Cristiano Zanin é contrário à descriminalização da maconha &#8211; Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p><strong>Situação Internacional</strong></p>
<p>A discussão sobre a descriminalização do porte de drogas não é exclusiva do Brasil. Vários países ao redor do mundo já adotaram medidas nesse sentido, alguns permitindo o porte e o consumo de drogas em certas circunstâncias. As abordagens variam desde a descriminalização até a legalização, com diferentes consequências legais e sociais.</p>
<p>A situação no Brasil se insere em um contexto global de debates e mudanças nas políticas de drogas, com diferentes abordagens sendo exploradas em diversos países.</p>
<p>Ao acompanhar o desfecho desse julgamento, é possível que o Brasil se alinhe a uma tendência internacional em busca de políticas mais eficazes e humanitárias no combate ao uso de drogas.</p>
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		<title>Zanin vota contra a descriminalização da maconha para uso pessoal</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/zanin-vota-contra-a-descriminalizacao-da-maconha-para-uso-pessoal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Aug 2023 22:35:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Cristiano Zanin]]></category>
		<category><![CDATA[Droga]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Maconha]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quinta-feira (24) contra a descriminalização do porte de maconha e de demais drogas para consumo pessoal. Zanin proferiu o primeiro voto divergente sobre a questão. O ministro reconheceu que o atual sistema penal é falho e não aplica a despenalização para pessoas pobres, negras e [&#8230;]]]></description>
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<p>O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quinta-feira (24) contra a descriminalização do porte de maconha e de demais drogas para consumo pessoal.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Zanin proferiu o primeiro voto divergente sobre a questão. O ministro reconheceu que o atual sistema penal é falho e não aplica a despenalização para pessoas pobres, negras e de baixa escolarização.</p>
<p>Contudo, o ministro disse que a descriminalização apresenta &#8220;problemas jurídicos&#8221; e pode agravar o combate às drogas.</p>
<p>&#8220;Não tenho dúvida que os usuários de drogas são vítimas do tráfico e das organizações criminosas para exploração ilícita dessas substâncias. A descriminalização, ainda que parcial das drogas, poderá contribuir ainda mais para esse problema de saúde pública&#8221;, afirmou.</p>
<p>Apesar de se manifestar contra a descriminalização, Zanin votou para fixar a quantidade de 25 gramas de maconha ou seis plantas fêmeas de canabis para configurar a situação de uso pessoal em apreensões policiais.</p>
<p>O placar do julgamento é de 4 votos a 1 para descriminalização do porte de maconha para uso pessoal.</p>
<p>A sessão prossegue para a tomada dos votos dos demais ministros.</p>
<p>O Supremo julga a constitucionalidade do Artigo 28 da Lei das Drogas (Lei 11.343/2006). Para diferenciar usuários e traficantes, a norma prevê penas alternativas de prestação de serviços à comunidade, advertência sobre os efeitos das drogas e comparecimento obrigatório a curso educativo para quem adquirir, transportar ou portar drogas para consumo pessoal.</p>
<p>A lei deixou de prever a pena de prisão, mas manteve a criminalização. Dessa forma, usuários de drogas ainda são alvos de inquérito policial e processos judiciais que buscam o cumprimento das penas alternativas.</p>
<p>No caso concreto que motivou o julgamento, a defesa de um condenado pede que o porte de maconha para uso próprio deixe de ser considerado crime.  O acusado foi detido com três gramas de maconha.</p>
</div>
</div>
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		<title>Censo identifica 7.865 pessoas em situação de rua na cidade do Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/censo-identifica-7-865-pessoas-em-situacao-de-rua-na-cidade-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2023 17:55:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Censo de População de Rua 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
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		<category><![CDATA[situação de rua]]></category>
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					<description><![CDATA[O Censo de População de Rua 2022 da Prefeitura do Rio de Janeiro identificou 7.865 pessoas na capital fluminense. Houve aumento de 8,5% em relação a 2020, quando foram contabilizadas 7.272 pessoas em situação de rua. Em 2022, cerca de 80% do público-alvo eram pessoas que se encontravam na rua, enquanto 20% estavam em instituições. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Censo de População de Rua 2022 da Prefeitura do Rio de Janeiro identificou 7.865 pessoas na capital fluminense. Houve aumento de 8,5% em relação a 2020, quando foram contabilizadas 7.272 pessoas em situação de rua.</p>
<p>Em 2022, cerca de 80% do público-alvo eram pessoas que se encontravam na rua, enquanto 20% estavam em instituições. No primeiro grupo, 5.026 estavam na rua e 1.227 em cenas de uso de drogas. Entre todos os pesquisados, 17,4% têm residência fixa e 55% ainda mantêm contato com a família.</p>
<p>Quanto ao perfil, 82% são homens, 84% são autodeclarados pretos ou pardos, 11% não sabem ler ou escrever um bilhete simples, e 64% têm ensino fundamental incompleto. A idade média das pessoas em situação de rua é de 31 anos.</p>
<p>Entre as atividades mais comuns para obter renda, 57,7% catavam materiais recicláveis ou lixo e 20,7% vendiam produtos como ambulantes.</p>
<p>Segundo o levantamento, 43% disseram estar na rua por conflitos familiares, 22% por alcoolismo e/ou uso de drogas e 13% por desemprego ou perda de renda e 83% disseram ter feito uso de, pelo menos, uma droga.</p>
<p>O estudo foi realizado pela Secretaria Municipal de Assistência Social e pelo Instituto Pereira Passos, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, entre os dias 21 e 25 de novembro de 2022, quando foram percorridos 1.872 roteiros de rua e 57 cenas de uso de drogas.</p>
<p>“O Censo da População de Rua é o motor para que a Secretaria Municipal de Assistência Social possa aprimorar políticas públicas e trabalhar diretamente na redução de pessoas em vulnerabilidades. É importante pensar também que esta situação é fruto de um desequilíbrio social”, disse, em nota, o secretário de Assistência Social, Adilson Pires.</p>
</div>
</div>
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