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	<title>Dr. Jairinho &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Dr. Jairinho &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Monique Medeiros deixa presídio após decisão do júri; Ministério Público anuncia recurso</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/monique-medeiros-deixa-presidio-apos-decisao-do-juri-ministerio-publico-anuncia-recurso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 21:24:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Jairinho]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Borel]]></category>
		<category><![CDATA[Julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Monique Medeiros deixou o sistema prisional do Rio de Janeiro na tarde desta quinta-feira (4) após decisão do 2º Tribunal do Júri que resultou na concessão de perdão judicial. A medida foi determinada ao fim do julgamento relacionado à morte de Henry Borel, menino de 4 anos que morreu em março de 2021 em um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Monique Medeiros deixou o sistema prisional do Rio de Janeiro na tarde desta quinta-feira (4) após decisão do 2º Tribunal do Júri que resultou na concessão de perdão judicial. A medida foi determinada ao fim do julgamento relacionado à morte de Henry Borel, menino de 4 anos que morreu em março de 2021 em um dos casos criminais de maior repercussão do país.</p>
<p>A decisão dos jurados alterou o enquadramento inicialmente atribuído à mãe da criança. O entendimento do conselho de sentença foi pela desclassificação da acusação de homicídio doloso para homicídio culposo, situação em que não há intenção de matar. Monique também foi responsabilizada por omissão diante das agressões sofridas pelo filho, recebendo pena de um ano e quatro meses de prisão. Como já havia permanecido presa preventivamente durante o andamento do processo, a punição foi considerada cumprida.</p>
<p>Apesar da liberação da ré, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro informou que irá recorrer da sentença. Para a promotoria, a conclusão do julgamento apresenta contradição em relação às respostas dadas pelos jurados durante a votação dos quesitos apresentados no plenário.</p>
<p>O promotor Fábio Vieira, que atuou na acusação, declarou que a decisão será questionada judicialmente. Segundo ele, o entendimento do Ministério Público é que a responsabilização de Monique deveria alcançar também o homicídio doloso atribuído ao caso. “A sentença será objeto de recurso, uma vez que, em uma primeira quesitação, Monique foi considerada responsável pela morte dolosa de Henry. Assim, entendemos que ela também deveria ter sido condenada pelo homicídio doloso”, afirmou.</p>
<figure id="attachment_91076" aria-describedby="caption-attachment-91076" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-91076" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/04-Justica-condenou-Jairinho-e-concedeu-perdao-a-Monique-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Justiça Condenou Jairinho E Concedeu Perdão A Monique - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/04-Justica-condenou-Jairinho-e-concedeu-perdao-a-Monique-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/04-Justica-condenou-Jairinho-e-concedeu-perdao-a-Monique-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/04-Justica-condenou-Jairinho-e-concedeu-perdao-a-Monique-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/04-Justica-condenou-Jairinho-e-concedeu-perdao-a-Monique-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-91076" class="wp-caption-text">Justiça condenou Jairinho e concedeu perdão a Monique &#8211; Foto: Brunno Dantas/TJRJ</figcaption></figure>
<p>Já o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, recebeu condenação de 43 anos, nove meses e 20 dias de prisão. O júri o considerou culpado pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, tortura e coação. De acordo com a acusação, ele foi o responsável direto pelas agressões que resultaram na morte da criança.</p>
<p>Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que Monique tinha conhecimento dos episódios de violência praticados contra Henry e não adotou medidas para proteger o filho. A acusação destacou que ela teria ignorado sinais de agressões e mantido a convivência da criança com o então companheiro.</p>
<p>A defesa da professora comemorou o resultado do julgamento. Em nota, os advogados Florence Rosa e Hugo dos Santos Novais afirmaram que a decisão dos jurados ocorreu dentro das garantias constitucionais previstas para o Tribunal do Júri e refletiu a análise das provas produzidas ao longo da instrução processual.</p>
<p>Os defensores também reiteraram a tese apresentada desde o início do processo, segundo a qual Monique não participou das agressões contra o filho. A defesa sustentou que ela também teria sido vítima de uma relação marcada por violência psicológica e que não conseguiu identificar a gravidade da situação em tempo de evitar a tragédia.</p>
<p>A morte de Henry Borel ocorreu na madrugada de 8 de março de 2021, no Rio de Janeiro. Investigações concluíram que a criança apresentava diversas lesões provocadas por agressões. O caso gerou ampla mobilização da opinião pública e levou à criação da Lei Henry Borel, voltada ao fortalecimento dos mecanismos de proteção de crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica.</p>
<p>Com o anúncio do recurso pelo Ministério Público, a discussão sobre a responsabilização de Monique Medeiros seguirá em instâncias superiores, mantendo aberto um dos capítulos mais marcantes do processo relacionado à morte de Henry Borel.</p>
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		<item>
		<title>Novo julgamento do caso Henry Borel acontece nesta segunda-feira no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/novo-julgamento-do-caso-henry-borel-acontece-nesta-segunda-feira-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 12:42:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato de Henry Borel]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Jairinho]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Monique Medeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[novo júri]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro realiza nesta segunda-feira um novo júri relacionado ao caso do menino Henry Borel, morto em março de 2021, na capital fluminense. A nova sessão será responsável por analisar novamente a participação de um dos acusados no processo que investiga a morte da criança. O caso teve grande [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro realiza nesta segunda-feira um novo júri relacionado ao caso do menino Henry Borel, morto em março de 2021, na capital fluminense. A nova sessão será responsável por analisar novamente a participação de um dos acusados no processo que investiga a morte da criança.</p>
<p>O caso teve grande repercussão nacional desde a morte do menino, ocorrida em um apartamento na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. As investigações apontaram sinais de agressões e levaram à denúncia dos envolvidos pelo Ministério Público.</p>
<p>Segundo o Tribunal de Justiça, o novo julgamento ocorre após decisões judiciais relacionadas ao andamento do processo e à necessidade de nova análise pelo conselho de sentença. A sessão será realizada no fórum da capital fluminense e deve contar com depoimentos, apresentação de provas e sustentação das partes envolvidas.</p>
<p>A morte de Henry Borel impulsionou debates nacionais sobre violência infantil e proteção de crianças. Após o caso, foi sancionada a chamada Lei Henry Borel, que criou mecanismos de prevenção e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra crianças e adolescentes.</p>
<p>O novo júri deve se estender ao longo do dia, com expectativa de forte acompanhamento da imprensa e de familiares da vítima.</p>
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		<item>
		<title>Justiça nega recurso de Dr. Jairinho para retorno à Câmara do Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/justica-nega-recurso-de-dr-jairinho-para-retorno-a-camara-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jun 2024 00:16:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Henry Borel]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Jairinho]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Monique Medeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[Em uma decisão unânime, a 1ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou o recurso apresentado pela defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Junior, conhecido como Dr. Jairinho, que buscava reaver seu mandato na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Dr. Jairinho é réu no caso da morte [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma decisão unânime, a 1ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou o recurso apresentado pela defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Junior, conhecido como Dr. Jairinho, que buscava reaver seu mandato na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Dr. Jairinho é réu no caso da morte de seu enteado Henry Borel, de 4 anos, ocorrida em março de 2021.</p>
<p>A relatora do processo, desembargadora Jaqueline Lima Montenegro, justificou a decisão afirmando que a sentença não necessitava de reforma. Ela destacou que a defesa do ex-vereador alegava a ilegalidade do processo ético-disciplinar com base na violação do princípio da presunção de inocência, argumentando que, apesar do envolvimento de Jairinho no homicídio de Henry Borel, ele ainda não possui uma condenação penal definitiva.</p>
<p>A desembargadora explicou que as esferas penal, civil e administrativa são independentes, permitindo que um mesmo fato seja avaliado de diferentes formas, resultando em responsabilidades distintas conforme as legislações específicas de cada área.</p>
<p>Dr. Jairinho teve seu mandato cassado pela Câmara de Vereadores do Rio em 30 de junho de 2021, em uma votação que contou com 49 votos a favor da cassação entre os 50 vereadores presentes. Monique Medeiros, mãe de Henry Borel e então companheira de Jairinho, também responde pelo crime. O julgamento dos dois ainda não foi agendado pela Justiça.</p>
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		<title>Mãe e padrasto de Henry Borel vão a júri popular</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mae-e-padrasto-de-henry-borel-vao-a-juri-popular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2022 16:17:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Jairinho]]></category>
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		<category><![CDATA[Henry Borel]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[juri popular]]></category>
		<category><![CDATA[Monique Medeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Prisão]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro decidiu que o ex-vereador Jairo Souza Santos Junior, o dr. Jairinho, e Monique Medeiros, irão a júri popular sob acusação de terem matado o menino Henry Borel, filho de Monique, em março de 2021. A decisão é da juíza Elizabeth Machado Louro, da 2ª Vara [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro decidiu que o ex-vereador Jairo Souza Santos Junior, o dr. Jairinho, e Monique Medeiros, irão a júri popular sob acusação de terem matado o menino Henry Borel, filho de Monique, em março de 2021.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A decisão é da juíza Elizabeth Machado Louro, da 2ª Vara Criminal da capital, que também determinou a manutenção da prisão provisória de Jairinho. Já Monique Medeiros aguardará o julgamento em liberdade.</p>
<p>A juíza considerou que o ex-vereador deve permanecer preso por necessidade de assegurar a ordem pública, pelos demais processos penais a que ele responde, &#8220;alguns dos quais por fatos análogos e com utilização de modus operandi bem semelhante, o que induz a probabilidade de voltar a delinquir&#8221;.</p>
<p>Quanto a Monique, a magistrada destaca que a ré não descumpriu as condições impostas para sua soltura, obteve habeas corpus em seu favor e não deu causa para reversão da medida. &#8220;Reconheço-lhe o direito de aguardar o julgamento em liberdade&#8221;, considerou.</p>
<p>Na decisão, a juíza absolveu os réus pelo crime de fraude processual e também considerou Monique inocente das acusações de tortura e falsidade ideológica. A magistrada ainda considerou que não há provas suficientes para que Jairinho responda pelo crime de coação no curso do processo.</p>
<p>A defesa de Jairinho, entre outras alegações, contesta os laudos dos peritos e nega que tenha havido homicídio do menino de 4 anos de idade. Segundo os acusados, Henry foi encontrado desacordado na residência onde vivia o casal, na Barra da Tijuca, na madrugada do dia 8 de março. Levado ao hospital com múltiplas lesões corporais, o menino teve sua morte declarada por hemorragia interna e laceração hepática.</p>
<p>A juíza Elizabeth Louro considerou em sua decisão que as conclusões do processo afastam de forma inconteste as possibilidades de queda ou acidente doméstico como causas para o estado clínico em que a vítima chegou ao hospital.</p>
<p>&#8220;Tais conclusões, que contaram com a expertise de legistas e peritos criminais, não são apenas técnicas, mas também plenamente consonantes com o raciocínio e o senso comum do homem médio&#8221;, destacou.</p>
<p>Para a 2ª Promotoria de Justiça, Jairinho, mediante ação contundente exercida contra Henry, causou lesões graves no garoto, que ocasionaram a morte da criança. Monique, por sua vez, teria se omitido da própria responsabilidade legal, concorrendo para a consumação do crime de homicídio do filho, uma vez que, sendo conhecedora das agressões que o menor de idade sofria do padrasto, e estando presente no local dos fatos, nada teria feito para evitá-las.</p>
<p>De acordo com a denúncia, “o crime foi cometido por motive torpe, uma vez que Jairinho alegrava-se com a dor e desespero da criança, enquanto Monique anuiu aos episódios de violência em prol de seu benefício financeiro, alcançado pela união com o ex-vereador”.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Caso Henry: STJ confirma soltura de Monique e prisão de Dr. Jairinho</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/caso-henry-stj-confirma-soltura-de-monique-e-prisao-de-dr-jairinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 18:47:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Henry]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Jairinho]]></category>
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		<category><![CDATA[Prisão]]></category>
		<category><![CDATA[Soltura]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
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					<description><![CDATA[A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou hoje (27) a decisão que revogou a prisão preventiva de Monique Medeiros e, no mesmo julgamento, negou a soltura de Jairo Souza Santos Júnior, o dr. Jairinho. Ambos são acusados pela morte de Henry Borel, filho de Monique, de 4 anos. Monique foi solta no mês passado, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou <span id="OBJ_PREFIX_DWT203_com_zimbra_date" role="link">hoje</span> (27) a decisão que revogou a prisão preventiva de Monique Medeiros e, no mesmo julgamento, negou a soltura de Jairo Souza Santos Júnior, o dr. Jairinho. Ambos são acusados pela morte de Henry Borel, filho de Monique, de 4 anos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Monique foi solta no mês passado, após decisão monocrática (individual) do relator do caso no STJ, ministro João Otávio de Noronha. O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Rio<span id="OBJ_PREFIX_DWT204_com_zimbra_date" role="link"> de Janeiro</span> (MP-RJ) recorreram, mas a <span id="OBJ_PREFIX_DWT205_com_zimbra_date" role="link">Quinta</span> Turma manteve a revogação da prisão.</p>
<p>Os membros do MP alegaram risco de que ela atrapalhasse as investigações, por haver indícios de que buscou coagir testemunhas, por exemplo. Noronha afirmou, contudo, não estarem atendidas as condições para a prisão preventiva no caso dela.</p>
<p>“Não se pode decretar a prisão preventiva baseada apenas na gravidade genérica do delito, no clamor público, na comoção social”, afirmou o ministro, que destacou a conclusão da instrução processual como suficiente para a soltura de Monique.</p>
<p>A defesa de dr. Jairinho, por sua vez, havia pedido a extensão da medida a seu cliente, mas os ministros da <span id="OBJ_PREFIX_DWT206_com_zimbra_date" role="link">Quinta</span> Turma entenderam que isso não seria possível, pois sua situação seria diferente da de Monique. Isso porque ele foi denunciado por participação ativa no crime e não por crime omissivo, como ela.</p>
<h2>Lembre o caso</h2>
<p>Monique é acusada, juntamente com o então namorado, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, dr. Jairinho, de ter participado da morte de seu filho, Henry Borel, de 4 anos, no dia <span id="OBJ_PREFIX_DWT207_com_zimbra_date" role="link">8 de mar</span>ço de 2021.</p>
<p>O menino morreu após ser levado desacordado para o hospital pelos dois. A suspeita é que a criança tenha sido agredida por Jairinho. No entanto, ele e Monique negam que tenha havido qualquer agressão a Henry. Na versão de ambos, o menino se machucou ao cair da cama onde dormia.</p>
<p>Recentemente, o Ministério Público pediu que Monique e Jairinho sejam <span id="OBJ_PREFIX_DWT208_com_zimbra_url" role="link">levados a júri popular</span>, julgados pelas acusações de homicídio, tortura e coação.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Caso Henry: Monique Medeiros está novamente presa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/caso-henry-monique-medeiros-esta-novamente-presa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2022 14:42:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Henry]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Jairinho]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Monique]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prisão]]></category>
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					<description><![CDATA[A professora Monique Medeiros da Costa e Silva, acusada da morte do filho Henry Borel juntamente com o ex-vereador Jairo Souza dos Santos Júnior, o Dr. Jairinho, está presa na 16ª DP, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, de onde será levada ainda hoje para o Instituto Médico Legal (IML) para exames de entrada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A professora Monique Medeiros da Costa e Silva, acusada da morte do filho Henry Borel juntamente com o ex-vereador Jairo Souza dos Santos Júnior, o Dr. Jairinho, está presa na 16ª DP, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, de onde será levada ainda hoje para o Instituto Médico Legal (IML) para exames de entrada no sistema prisional do Rio. O ex-vereador era companheiro de Monique à época da morte do menino, em 8 de março de 2021.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Do IML, Monique será encaminhada para o Instituto Penal Oscar Stevenson, em Benfica, na zona norte, onde deve passar por audiência de custódia. Em seguida, vai ser transferida para o Batalhão Especial Prisional (BEP) em Niterói, na região metropolitana do Rio, onde deve permanecer, por decisão da Justiça, até que sejam apuradas as supostas ameaças que alegou ter recebido no presídio onde estava antes de ser autorizada a prisão domiciliar.</p>
<p>O retorno de Monique ao sistema prisional foi uma decisão da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), que acatou pedido do Ministério Público do Estado contestando a decisão da 2ª Vara Criminal do Rio, no dia 5 de abril, que autorizou a transferência da professora para prisão domiciliar, em endereço não conhecido, por causa das supostas ameaças.</p>
<p><strong>Leia também:</strong><br />
<a href="https://www.expressocarioca.com.br/caso-henry-justica-concede-liberdade-a-monique-medeiros/" target="_blank" rel="noopener">Caso Henry: Justiça concede liberdade à Monique Medeiros</a></p>
<p>No despacho de retorno ao presídio, o desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, relator do processo, disse que por estar em local sigiloso a fiscalização pelo Ministério Público fica prejudicada, como também a segurança da integridade de Monique pelo Estado.</p>
<p>“Assim, em sentido diametralmente oposto ao que a magistrada expôs na decisão, o contexto dos autos não apresenta a garantia necessária e suficiente para a supressão da medida restritiva máxima, não sendo minimamente recomendável, por insuficiente e ineficaz à espécie, a manutença da imposição da medida cautelar com monitoramento eletrônico”, observou o desembargador.</p>
<p>Para o magistrado, a decisão de primeira instância concedeu liberdade sem determinação de alvará de soltura e sem comprovação das ameaças alegadas pela defesa de Monique para a concessão da medida. Joaquim Domingos de Almeida Neto destacou que a ré responde por homicídio praticado com tortura, havendo, no caso, violência extremada, sendo um crime hediondo.</p>
<p>“Considerando que estranhamente não foi expedido alvará de soltura, e sim ‘ordem de liberação’ para endereço sigiloso, determina-se a imediata expedição de ofício para que a magistrada de piso providencie a captura incontinente da recorrida e sua recondução à enxovia”, concluiu no texto.</p>
<p>O desembargador apontou a existência de uma “quimera jurídica” no caso, por não poder se confundir prisão domiciliar com monitoramento eletrônica, em situação tida como híbrida.</p>
<p>“Importante ressaltar que a decisão que decretou a prisão preventiva da recorrida e do corréu está pautada em argumentação legal, com fundamentos concretos e coerentes e com absoluta pertinência aos motivos que justificam a manutenção da prisão preventiva esgastular, não se afigurando suficiente e adequado a adoção de qualquer das medidas substitutivas, mais brandas”, afirmou.</p>
<p>A defesa de Monique foi procurada, mas não se manifestou até a publicação desta matéria.</p>
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		<title>Caso Henry: Justiça concede liberdade à Monique Medeiros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/caso-henry-justica-concede-liberdade-a-monique-medeiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2022 22:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Jairinho]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Boirel]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Monique Medeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[A professora Monique Medeiros, denunciada pela morte do filho Henry Borel, vai deixar a cadeia. A decisão, da juíza Elizabeth Machado Louro, do 2º Tribunal do Júri da capital, foi divulgada nesta terça-feira (5). A criança, de quatro anos, morreu em 8 de março do ano passado. Monique será monitorada por uma tornozeleira eletrônica e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A professora Monique Medeiros, denunciada pela morte do filho Henry Borel, vai deixar a cadeia. A decisão, da juíza Elizabeth Machado Louro, do 2º Tribunal do Júri da capital, foi divulgada nesta terça-feira (5). A criança, de quatro anos, morreu em 8 de março do ano passado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Monique será monitorada por uma tornozeleira eletrônica e não poderá manter contato com nenhuma testemunha do caso. A juíza rejeitou o pedido da defesa de Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, também denunciado pela morte da criança, e manteve sua prisão preventiva. <a href="https://www.expressocarioca.com.br/vereador-dr-jairinho-e-a-mae-de-henry-passam-a-primeira-noite-presos/">Ambos foram presos em abril de 2021.</a></p>
<p>Na decisão, a magistrada ressaltou os episódios de ameaça e agressão sofridos por Monique dentro do presídio. “Ocorre que, mesmo em ambiente carcerário, multiplicaram-se as notícias de ameaças e violação do sossego da requerente, que, não obstante, não tenham sido comprovadas, ganharam o fórum das discussões públicas na imprensa e nas mídias sociais, recrudescendo, ainda mais, as campanhas de ódio contra ela dirigidas”, disse a magistrada.</p>
<p>Ao recusar o pedido de soltura de Dr. Jairinho, a juíza Elizabeth Louro disse que os argumentos utilizados pela defesa dele para a revogação da prisão já foram analisados em outros momentos do processo, inclusive por instâncias superiores, e que não há nada a decidir.</p>
<p>“Mais uma vez, a defesa do requerente demonstra, sem margem a dúvidas, que a ela não cabe alegar excesso de prazo na prisão, o qual, se vier a existir, somente a ela pode ser imputada a causa. Embora não haja argumentos a enfrentar, considerando a narrativa da denúncia, a prova da materialidade até aqui consolidada, a extrema gravidade concreta do delito de que se cuida e a subsistência dos três pressupostos sob os quais veio a ser decretada a prisão cautelar&#8221;, disse a juíza.</p>
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