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	<title>Dops &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Iphan decide nesta quarta sobre tombamento da antiga sede do DOPS no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 12:46:58 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) se reúne nesta quarta-feira (26) para deliberar sobre o tombamento definitivo da antiga sede do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS), localizada na Rua da Relação, no centro do Rio de Janeiro. O prédio, inaugurado em 1910, tornou-se um dos símbolos mais marcantes da repressão exercida pelo Estado brasileiro ao longo do século XX, especialmente durante a ditadura militar (1964–1985).</p>
<p>A proposta apresentada ao conselho recomenda a inscrição do imóvel nos Livros do Tombo Histórico e das Belas Artes, reconhecendo seu valor histórico, arquitetônico e cultural. A medida representaria a inclusão oficial do edifício no conjunto de bens protegidos pelo Iphan, reforçando o compromisso público com a preservação de espaços que testemunham violações de direitos humanos — elementos essenciais para a consolidação da democracia.</p>
<h3><strong>Da Central de Polícia ao centro da repressão política</strong></h3>
<p>Projetado para abrigar a Repartição Central de Polícia, o prédio foi inaugurado no início do século XX e, desde então, serviu a diferentes órgãos de segurança do Estado. Ao longo das décadas, tornou-se sede de diversas polícias políticas encarregadas de vigiar, intimidar e reprimir movimentos sociais considerados ameaçadores à ordem pública.</p>
<p>Entre 1962 e 1975, o endereço abrigou o DOPS-RJ, unidade responsável por monitorar, investigar e prender opositores do regime militar. Ali, presos políticos foram interrogados, torturados e mantidos em celas que, até hoje, guardam inscrições e marcas deixadas pelos próprios detentos — vestígios que ajudam a reconstruir a memória da violência praticada no período.</p>
<p>A repressão não atingiu apenas militantes políticos. Mulheres, negros, estudantes, sindicalistas, artistas e adeptos de religiões de matriz africana também foram alvo. Objetos de culto apreendidos pelo DOPS seguem até hoje como provas da perseguição religiosa institucionalizada.</p>
<h3><strong>Campanha por um Centro de Memória</strong></h3>
<p>Atualmente, cresce o movimento para transformar o antigo prédio do DOPS em um Centro de Memória e Direitos Humanos. A iniciativa, apoiada pelo Ministério Público Federal (MPF) e por organizações como o grupo Tortura Nunca Mais, busca garantir que o espaço cumpra uma função educativa: preservar os registros da ditadura, promover justiça histórica e reafirmar o compromisso da sociedade brasileira com o “nunca mais”.</p>
<p>Se aprovado pelo Iphan, o tombamento será mais um passo decisivo para que o local — marcado por dor, resistência e luta — seja reconvertido em espaço de reflexão, aprendizagem e proteção democrática.</p>
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