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	<title>Donald Trump &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Donald Trump &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>FIFA revoga suspensão de Balogun após recurso e decisão gera repercussão internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:42:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[O atacante Folarin Balogun foi liberado pela FIFA para defender os Estados Unidos no confronto contra a Bélgica pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, mesmo após ter sido expulso na partida anterior contra a Bósnia e Herzegovina. A decisão do Comitê Disciplinar da entidade suspendeu a punição automática de um jogo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O atacante Folarin Balogun foi liberado pela FIFA para defender os Estados Unidos no confronto contra a Bélgica pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, mesmo após ter sido expulso na partida anterior contra a Bósnia e Herzegovina. A decisão do Comitê Disciplinar da entidade suspendeu a punição automática de um jogo e provocou ampla repercussão no cenário esportivo internacional.</p>
<p>Balogun havia recebido cartão vermelho durante a vitória norte-americana sobre a Bósnia, resultado que, pelas regras da competição, o impediria de atuar na fase seguinte do torneio. No entanto, a FIFA utilizou o Artigo 27 do seu Código Disciplinar para suspender a aplicação da sanção por um período probatório de um ano, mantendo o registro da infração, mas permitindo que o jogador estivesse em campo diante da seleção belga.</p>
<p>O episódio ganhou dimensão política após a divulgação de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou em contato com o presidente da FIFA, Gianni Infantino, para pedir a revisão da punição. Depois da decisão, Trump comemorou publicamente a liberação do atacante e classificou a medida como a correção de uma &#8220;grande injustiça&#8221;.</p>
<p>A decisão, porém, provocou reações negativas. Dirigentes e representantes do futebol europeu questionaram a utilização do dispositivo disciplinar e manifestaram preocupação com um possível precedente para futuras competições. A federação belga demonstrou surpresa com a medida, enquanto críticas também partiram de ex-dirigentes da FIFA e de analistas esportivos, que apontaram riscos à credibilidade dos processos disciplinares da entidade.</p>
<p>Balogun chega ao confronto como um dos principais destaques da seleção norte-americana na Copa do Mundo. Artilheiro dos Estados Unidos no torneio, o atacante já marcou três gols e é considerado uma das principais referências ofensivas da equipe comandada por Mauricio Pochettino. Sua permanência entre os titulares é vista como um reforço importante para a equipe na busca por uma vaga nas quartas de final.</p>
<p>O caso se tornou um dos assuntos mais comentados desta edição do Mundial por envolver uma decisão incomum da FIFA, tomada às vésperas de uma partida eliminatória e cercada por forte repercussão política e esportiva. A expectativa agora é que o desempenho de Balogun em campo mantenha o episódio em evidência durante a sequência da competição.</p>
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		<title>Suprema Corte dos EUA rejeita medida de Trump e mantém cidadania por nascimento</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/suprema-corte-dos-eua-rejeita-medida-de-trump-e-mantem-cidadania-por-nascimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
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					<description><![CDATA[A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu manter o entendimento de que a cidadania por nascimento segue válida no país, rejeitando uma tentativa do presidente Donald Trump de restringir o direito por meio de uma ordem executiva. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (30) e consolida o princípio constitucional que garante cidadania automática a praticamente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu manter o entendimento de que a cidadania por nascimento segue válida no país, rejeitando uma tentativa do presidente Donald Trump de restringir o direito por meio de uma ordem executiva. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (30) e consolida o princípio constitucional que garante cidadania automática a praticamente todos os nascidos em solo norte-americano.</p>
<p>Por maioria de 6 votos a 3, os magistrados consideraram que a medida proposta pelo governo contrariava a interpretação histórica da 14ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos, adotada após a Guerra Civil e aplicada há mais de um século como base do direito à cidadania por nascimento.</p>
<p>A proposta do governo Trump buscava impedir o reconhecimento automático da cidadania a crianças nascidas no país cujos pais não fossem cidadãos norte-americanos ou residentes permanentes legais. A iniciativa fazia parte de uma agenda mais ampla de endurecimento das regras migratórias, mas já vinha sendo barrada em instâncias judiciais inferiores antes de chegar ao Supremo.</p>
<p>Na decisão, o tribunal reforçou o entendimento consolidado desde o caso Wong Kim Ark, julgado em 1898, segundo o qual a cidadania por nascimento se aplica de forma ampla a pessoas nascidas em território dos Estados Unidos, independentemente da situação migratória dos pais, com exceções restritas como filhos de diplomatas estrangeiros.</p>
<p>O caso foi acompanhado de forte repercussão política, já que a proposta de restringir a cidadania por nascimento havia sido uma das promessas defendidas por Trump desde seu retorno à presidência. Após a decisão, o governo sinalizou que pode buscar alternativas legislativas no Congresso, embora mudanças nesse tema exijam alterações constitucionais ou aprovação de leis com forte consenso político.</p>
<p>Organizações de direitos civis e parte da opinião pública celebraram o resultado como uma confirmação de um princípio considerado central no sistema jurídico norte-americano. Já setores mais conservadores criticaram o entendimento da maioria da Corte e defenderam a necessidade de revisão do alcance da 14ª Emenda.</p>
<p>Com a decisão, o entendimento vigente sobre cidadania por nascimento permanece inalterado, mantendo o status jurídico de milhões de pessoas nascidas anualmente nos Estados Unidos e encerrando, ao menos por enquanto, uma das principais disputas legais envolvendo a política migratória do país.</p>
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		<item>
		<title>Brasil contesta justificativas dos EUA para novas tarifas e reforça defesa em negociações comerciais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-contesta-justificativas-dos-eua-para-novas-tarifas-e-reforca-defesa-em-negociacoes-comerciais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 22:59:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério das Relações Exteriores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro voltou a rebater as alegações utilizadas pelos Estados Unidos para justificar a possível imposição de novas tarifas sobre produtos nacionais. Em declaração feita nesta quinta-feira (4), o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou que os argumentos apresentados pelas autoridades norte-americanas não possuem fundamento suficiente para embasar medidas comerciais contra o Brasil. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro voltou a rebater as alegações utilizadas pelos Estados Unidos para justificar a possível imposição de novas tarifas sobre produtos nacionais. Em declaração feita nesta quinta-feira (4), o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou que os argumentos apresentados pelas autoridades norte-americanas não possuem fundamento suficiente para embasar medidas comerciais contra o Brasil.</p>
<p>A manifestação ocorreu após uma série de encontros diplomáticos realizados em Paris, onde o chanceler brasileiro participou de reuniões com representantes de diferentes países e organismos internacionais. Entre os compromissos esteve uma conversa com o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, responsável por conduzir as discussões comerciais em nome do governo norte-americano.</p>
<p>Segundo Vieira, o Brasil apresentou esclarecimentos técnicos e informações detalhadas para responder às acusações feitas por Washington durante a investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR). O ministro destacou que a expectativa do governo brasileiro é que os dados enviados sejam considerados durante o processo de negociação.</p>
<p>“O que nós esperamos é que isso tudo seja levado em conta e que fique comprovado que não há por que sermos objetos de tarifas, porque todos os argumentos apresentados nós provamos que não são legítimos”, declarou Mauro Vieira.</p>
<p>A controvérsia teve início após a divulgação de um relatório do USTR recomendando a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. O documento aponta supostas práticas consideradas discriminatórias ou prejudiciais aos interesses comerciais dos Estados Unidos. Entre os temas citados estão o sistema de pagamentos instantâneos Pix, regras relacionadas ao comércio digital, proteção à propriedade intelectual, políticas de combate à corrupção, acesso ao mercado de etanol e ações de combate ao desmatamento ilegal.</p>
<p>Além dessa proposta, autoridades norte-americanas também anunciaram a intenção de aplicar uma tarifa complementar de 12,5% relacionada a questionamentos sobre o combate ao trabalho forçado em cadeias produtivas. A medida faz parte de uma ofensiva comercial mais ampla que atingiu dezenas de países.</p>
<p>O governo brasileiro tem sustentado que as críticas apresentadas pelos Estados Unidos não refletem a realidade das políticas adotadas pelo país. Integrantes da equipe econômica e diplomática defendem que instrumentos estratégicos, como o Pix, não serão colocados em negociação e consideram que temas ligados à soberania nacional devem permanecer fora de qualquer acordo comercial.</p>
<p>As tarifas propostas ainda não entraram em vigor. O processo prevê um período de negociações entre os dois países antes da decisão final. Uma audiência está prevista para julho, quando representantes brasileiros e norte-americanos deverão apresentar argumentos e esclarecimentos sobre as medidas discutidas.</p>
<p>Paralelamente às tratativas com os Estados Unidos, Mauro Vieira aproveitou sua agenda internacional para discutir temas econômicos com autoridades da União Europeia, Coreia do Sul, Canadá, Espanha, Suíça e República Tcheca. Entre os assuntos abordados esteve a implementação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, considerado uma das prioridades da política externa brasileira para os próximos anos.</p>
<p>O debate sobre as tarifas ocorre em um momento de forte atenção às relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos. Caso as medidas avancem, setores industriais exportadores poderão ser diretamente impactados, especialmente os segmentos de máquinas e equipamentos, produtos plásticos, calçados, madeira, papel e metalurgia, que possuem forte presença no mercado norte-americano.</p>
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		<title>Estados Unidos propõem nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e ampliam tensão comercial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 13:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo dos Estados Unidos deu mais um passo na escalada das disputas comerciais com o Brasil ao propor a aplicação de uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano. A recomendação foi apresentada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), após a conclusão de uma investigação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo dos Estados Unidos deu mais um passo na escalada das disputas comerciais com o Brasil ao propor a aplicação de uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano. A recomendação foi apresentada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), após a conclusão de uma investigação comercial aberta contra o Brasil. A decisão final sobre a adoção da medida caberá ao presidente norte-americano, Donald Trump.</p>
<p>A investigação foi conduzida com base na chamada Seção 301 da legislação comercial dos Estados Unidos, instrumento utilizado pelo governo americano para apurar práticas consideradas prejudiciais ao comércio norte-americano. Segundo o USTR, a proposta de nova taxação é uma resposta ao que Washington classifica como práticas comerciais inadequadas adotadas pelo Brasil.</p>
<p>Caso seja confirmada pela Casa Branca, a nova tarifa poderá atingir diversos setores exportadores brasileiros, aumentando o custo de entrada de mercadorias nacionais no mercado dos Estados Unidos. A medida surge em um momento de negociações entre os dois países para tentar solucionar divergências comerciais acumuladas nos últimos meses.</p>
<p>O anúncio ocorre após uma série de mudanças na política tarifária americana. Desde 2025, o governo Trump vem adotando medidas protecionistas contra diversos parceiros comerciais, incluindo o Brasil. Em diferentes momentos, produtos brasileiros já foram submetidos a tarifas adicionais que afetaram segmentos como siderurgia, agronegócio e indústria de transformação.</p>
<p>A proposta também aumenta a preocupação entre empresários brasileiros, especialmente aqueles que dependem do mercado americano. Representantes do setor produtivo acompanham o caso com atenção, temendo impactos sobre exportações, investimentos e contratos internacionais.</p>
<p>Nos bastidores, integrantes da equipe econômica brasileira avaliam possíveis consequências da medida e discutem estratégias diplomáticas para evitar novos prejuízos ao comércio exterior. Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou que o Ministério da Fazenda acompanhasse de perto iniciativas do governo norte-americano que possam afetar empresas e instituições financeiras brasileiras.</p>
<p>Especialistas observam que a relação comercial entre Brasil e Estados Unidos atravessa um período de instabilidade, marcado por divergências sobre tarifas, regras comerciais e questões geopolíticas. Embora os dois países mantenham importantes laços econômicos, a adoção de novas barreiras pode aumentar a pressão sobre setores exportadores e gerar reflexos na balança comercial.</p>
<p>Apesar da proposta apresentada pelo USTR, ainda não há definição sobre a entrada em vigor da tarifa. Antes de uma decisão definitiva, o governo americano deverá ouvir representantes do setor privado e analisar manifestações de empresas e entidades ligadas ao comércio internacional. Somente após essa etapa Donald Trump decidirá se a sobretaxa será efetivamente aplicada aos produtos brasileiros.</p>
<p>A expectativa do governo brasileiro é que o diálogo diplomático e as negociações comerciais em andamento possam evitar a implementação da medida e preservar o fluxo de negócios entre as duas maiores economias do continente americano.</p>
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		<item>
		<title>Lula determina avaliação de possíveis impactos de medidas dos EUA sobre empresas e bancos brasileiros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-determina-avaliacao-de-possiveis-impactos-de-medidas-dos-eua-sobre-empresas-e-bancos-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:15:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, uma análise detalhada sobre os possíveis efeitos econômicos da decisão do governo dos Estados Unidos de enquadrar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. A preocupação do Palácio do Planalto é evitar que empresas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, uma análise detalhada sobre os possíveis efeitos econômicos da decisão do governo dos Estados Unidos de enquadrar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. A preocupação do Palácio do Planalto é evitar que empresas e instituições financeiras brasileiras sejam atingidas por eventuais restrições decorrentes da medida adotada por Washington.</p>
<p>O assunto foi discutido durante reunião realizada nesta segunda-feira (1º) no Palácio da Alvorada. Após o encontro, Durigan afirmou que a equipe econômica está reunindo informações para compreender os possíveis desdobramentos da decisão americana e avaliar eventuais reflexos sobre a atividade econômica nacional.</p>
<p>Segundo o ministro, uma das principais preocupações do governo brasileiro está relacionada ao impacto que decisões externas podem provocar sobre a soberania econômica do país e sobre a estabilidade das instituições financeiras. A avaliação é de que interpretações amplas ou medidas adotadas de forma unilateral possam gerar consequências para setores que não possuem qualquer relação com atividades criminosas.</p>
<p>Durigan destacou que o combate ao crime organizado continuará sendo uma prioridade do governo brasileiro, mas ressaltou a necessidade de evitar efeitos colaterais que possam atingir empresas, trabalhadores e o sistema financeiro nacional. Durante conversa com jornalistas, o ministro afirmou que o objetivo é impedir prejuízos que não estejam fundamentados em situações concretas.</p>
<p>A estratégia do Ministério da Fazenda inclui o monitoramento das próximas ações do governo dos Estados Unidos e o diálogo com representantes do setor produtivo. De acordo com Durigan, a pasta já mantém contatos com empresários de diferentes segmentos da economia para identificar possíveis vulnerabilidades e compreender as preocupações existentes no mercado.</p>
<p>O ministro também informou que pretende discutir o tema com autoridades americanas assim que o governo brasileiro concluir sua análise técnica. Embora não exista reunião marcada no momento com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, Durigan afirmou que mantém canais de comunicação abertos e pretende levar a posição oficial do Brasil quando houver um diagnóstico consolidado.</p>
<p>Além da questão envolvendo as facções criminosas, o encontro entre Lula e Durigan tratou de temas ligados à economia brasileira e à agenda internacional de investimentos. O ministro apresentou ao presidente informações sobre o desempenho recente da atividade econômica e detalhou compromissos previstos para uma viagem à China e ao Japão ainda neste mês.</p>
<p>Durante a missão internacional, a equipe econômica pretende promover o programa Eco Invest Brasil, iniciativa voltada à atração de recursos estrangeiros para projetos sustentáveis. O governo também busca ampliar a cooperação econômica com parceiros asiáticos e fortalecer a presença do país em debates relacionados ao financiamento do desenvolvimento e da transição ecológica.</p>
<p>A movimentação ocorre em um momento de atenção nas relações entre Brasil e Estados Unidos, especialmente diante de medidas recentes adotadas pela administração do presidente Donald Trump. O governo brasileiro acompanha os desdobramentos da decisão americana para evitar impactos sobre investimentos, empregos e operações financeiras realizadas por empresas nacionais.</p>
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		<item>
		<title>Estados Unidos passam a classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estados-unidos-passam-a-classificar-pcc-e-comando-vermelho-como-organizacoes-terroristas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 02:18:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[CV]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo dos Estados Unidos anunciou que irá classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como Organizações Terroristas Estrangeiras. A medida foi divulgada pelo Departamento de Estado norte-americano e deve entrar em vigor no próximo dia 5 de junho. Além da nova classificação, as duas facções brasileiras também foram incluídas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo dos Estados Unidos anunciou que irá classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como Organizações Terroristas Estrangeiras. A medida foi divulgada pelo Departamento de Estado norte-americano e deve entrar em vigor no próximo dia 5 de junho.</p>
<p>Além da nova classificação, as duas facções brasileiras também foram incluídas na lista de “Terroristas Globais Especialmente Designados”, mecanismo utilizado pelos Estados Unidos para ampliar sanções financeiras, restrições internacionais e medidas de combate a organizações consideradas ameaças transnacionais.</p>
<p>Segundo o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, a decisão faz parte da estratégia do governo Donald Trump de endurecer o combate ao tráfico internacional de drogas e ao crime organizado na América Latina.</p>
<p>A medida, porém, provocou reações políticas e diplomáticas no Brasil. Integrantes do governo federal demonstraram preocupação com possíveis consequências relacionadas à soberania nacional e à ampliação da influência norte-americana em ações de segurança pública dentro do território brasileiro.</p>
<p>O assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, Celso Amorim, afirmou que o Brasil defende cooperação internacional no combate ao crime organizado, mas rejeita qualquer possibilidade de intervenção estrangeira baseada na classificação das facções como terroristas.</p>
<p>Pela legislação brasileira, PCC e Comando Vermelho são enquadrados como organizações criminosas, e não como grupos terroristas. O entendimento do governo federal é que as facções não possuem motivação política, ideológica, religiosa ou racial, critérios previstos na Lei Antiterrorismo brasileira para caracterização de terrorismo.</p>
<p>A decisão dos Estados Unidos ocorre após meses de pressão de setores da oposição brasileira e de aliados internacionais do governo Trump. O senador Flávio Bolsonaro esteve em Washington nesta semana e se reuniu com Marco Rubio. Um dia antes, também participou de encontro com Donald Trump ao lado do irmão Eduardo Bolsonaro.</p>
<p>Nos bastidores, a classificação das facções brasileiras vinha sendo discutida desde o início do ano por autoridades norte-americanas. Em março, veículos internacionais já apontavam que o Departamento de Estado finalizava estudos técnicos para formalizar a inclusão do PCC e do CV na lista de organizações terroristas estrangeiras.</p>
<p>Especialistas em relações internacionais avaliam que a medida pode gerar impactos econômicos e jurídicos relevantes, especialmente em operações financeiras monitoradas pelos Estados Unidos. Empresas e instituições ligadas, direta ou indiretamente, a atividades investigadas podem passar a sofrer sanções mais rígidas do sistema financeiro internacional.</p>
<p>Analistas também apontam que a classificação fortalece instrumentos de rastreamento de dinheiro, cooperação policial internacional e bloqueio de ativos relacionados às facções criminosas. Por outro lado, setores do governo brasileiro e pesquisadores alertam para riscos de interferência política e diplomática nas políticas de segurança pública do país.</p>
<p>O PCC e o Comando Vermelho são considerados atualmente as duas maiores organizações criminosas do Brasil, com atuação em tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro, comércio ilegal de armas e expansão de redes criminosas em diferentes países da América do Sul e da Europa.</p>
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		<title>Encontro entre Trump e Xi Jinping ocorre sob pressão da guerra no Irã e disputa global por influência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 13:46:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
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		<category><![CDATA[Terras raras]]></category>
		<category><![CDATA[Xi Jinping]]></category>
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					<description><![CDATA[A visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à China para uma reunião com o presidente Xi Jinping acontece em um momento de forte instabilidade internacional provocado pela guerra no Irã, conflito que tem afetado mercados, relações diplomáticas e o comércio global. O encontro em Pequim ocorre após meses de desgaste nas relações entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à China para uma reunião com o presidente Xi Jinping acontece em um momento de forte instabilidade internacional provocado pela guerra no Irã, conflito que tem afetado mercados, relações diplomáticas e o comércio global.</p>
<p>O encontro em Pequim ocorre após meses de desgaste nas relações entre Washington e Pequim, agravadas pela disputa tarifária iniciada pelo governo norte-americano no começo do segundo mandato de Trump, em 2025. A China foi um dos principais alvos das medidas comerciais impostas pelos Estados Unidos, principalmente nos setores ligados à tecnologia e à indústria estratégica.</p>
<p>A resposta chinesa incluiu restrições na exportação de terras raras, minerais considerados essenciais para segmentos como defesa, produção de semicondutores e desenvolvimento tecnológico. A reação de Pequim aumentou a pressão sobre a economia norte-americana e levou Washington a rever parte das tarifas anunciadas anteriormente.</p>
<p>Além da disputa econômica, a guerra envolvendo o Irã passou a ocupar o centro das negociações internacionais. O conflito atingiu diretamente interesses chineses no Oriente Médio, principalmente devido à dependência de Pequim do petróleo iraniano e à importância estratégica do Estreito de Ormuz para o transporte global de energia. Antes da escalada militar, cerca de 20% do petróleo mundial passava pela região.</p>
<p>Analistas consultados pela Agência Brasil avaliam que Trump chega ao encontro em uma posição mais delicada do que a prevista inicialmente pela Casa Branca. O cientista político Marco Fernandes, integrante do Conselho Popular do Brics, afirmou que o governo norte-americano esperava um desfecho rápido no Irã antes da reunião com Xi Jinping.</p>
<blockquote><p>“Ele achou que chegaria a Pequim com todas as cartas na mão para pressionar Xi, mas faltou combinar com os iranianos. Agora, Trump está chegando derrotado. Nunca um presidente dos EUA chegou em uma reunião com um presidente da China tão enfraquecido e desmoralizado como Trump agora”, disse.</p></blockquote>
<p>Segundo Fernandes, Rússia e China vêm atuando nos bastidores para buscar uma saída diplomática para o conflito no Oriente Médio. O especialista destacou a aproximação entre Pequim, Moscou e Teerã nas últimas semanas, incluindo encontros diplomáticos envolvendo autoridades iranianas.</p>
<p>Outro tema que deve dominar a reunião entre os dois líderes é a situação de Taiwan. Trump afirmou que pretende discutir com Xi Jinping a venda de armamentos norte-americanos para a ilha, questão considerada extremamente sensível pelo governo chinês. Pequim mantém a política de “uma só China” e rejeita qualquer movimento internacional que fortaleça a independência de Taiwan.</p>
<p>O professor de Relações Internacionais José Luiz Niemeyer, do Ibmec, avalia que a China deve pressionar os Estados Unidos a reduzir ações que possam estimular movimentos separatistas em Taiwan. Para ele, o encontro servirá também para definir limites de atuação geopolítica entre as duas potências em áreas consideradas estratégicas.</p>
<p>Especialistas apontam ainda que a visita de Trump à capital chinesa demonstra um movimento de reaproximação diante da necessidade dos Estados Unidos de estabilizar as relações comerciais e diplomáticas com Pequim. A avaliação é de que a China chega às negociações em uma posição mais confortável, sustentada pelo crescimento das exportações mesmo após o aumento das tarifas norte-americanas.</p>
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		<title>Irã endurece discurso e pressiona Trump a aceitar proposta apresentada por Teerã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:02:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Teerã]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo do Irã voltou a aumentar a pressão diplomática sobre os Estados Unidos ao afirmar que Washington não terá alternativa além de aceitar a proposta apresentada por Teerã para avançar nas negociações relacionadas ao conflito no Oriente Médio e às disputas envolvendo o programa nuclear iraniano. A declaração foi feita pelo principal negociador iraniano, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Irã voltou a aumentar a pressão diplomática sobre os Estados Unidos ao afirmar que Washington não terá alternativa além de aceitar a proposta apresentada por Teerã para avançar nas negociações relacionadas ao conflito no Oriente Médio e às disputas envolvendo o programa nuclear iraniano.</p>
<p>A declaração foi feita pelo principal negociador iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, que afirmou que a proposta de 14 pontos apresentada pelo Irã contempla os direitos do povo iraniano e representa, segundo ele, o único caminho viável para um acordo duradouro. O representante iraniano alertou ainda que qualquer tentativa de impor novas condições poderá levar ao fracasso das conversas diplomáticas.</p>
<p>As declarações de Teerã ocorreram após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificar a proposta iraniana como “inaceitável” e afirmar que o plano enviado por Teerã “não seria aceito por ninguém”. O líder norte-americano também declarou que o atual cessar-fogo vive um momento extremamente delicado, aumentando o clima de tensão entre os dois países.</p>
<p>Segundo informações divulgadas por veículos internacionais, o conteúdo integral da proposta iraniana não foi tornado público. No entanto, fontes ligadas às negociações indicam que o plano inclui medidas para interromper hostilidades na região, reduzir confrontos envolvendo grupos aliados ao Irã e estabelecer um cronograma de negociações diplomáticas mais amplo.</p>
<p>Entre as principais exigências iranianas estão o fim do bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos em áreas estratégicas do Golfo Pérsico, a suspensão de ações militares de Israel e o desbloqueio de ativos financeiros iranianos congelados no exterior devido às sanções econômicas aplicadas por Washington.</p>
<p>O impasse também envolve o programa nuclear iraniano, um dos temas centrais das negociações. Autoridades de Teerã defendem que a discussão sobre enriquecimento de urânio seja tratada apenas em uma etapa posterior das conversas. Já o governo norte-americano exige restrições imediatas ao programa nuclear e a transferência do estoque de urânio enriquecido do Irã para outros países.</p>
<p>O clima de tensão aumentou ainda mais após integrantes do Parlamento iraniano afirmarem que o país poderá elevar o enriquecimento de urânio para 90% caso volte a sofrer ataques militares. Especialistas apontam que esse percentual é considerado compatível com uso militar, o que ampliou a preocupação internacional sobre uma possível escalada nuclear na região.</p>
<p>Analistas internacionais avaliam que o endurecimento do discurso iraniano demonstra a dificuldade de avanço nas negociações entre Teerã e Washington. A manutenção das divergências sobre segurança regional, sanções econômicas e controle nuclear tem elevado a instabilidade no Oriente Médio e ampliado os temores de uma nova escalada militar envolvendo Estados Unidos, Irã e Israel.</p>
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		<title>Cuba reage a ameaça de Trump e afirma que não aceitará intimidação diante de escalada dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 09:11:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueio econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Embargo]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo de Cuba afirmou que não irá ceder a pressões externas após novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que voltou a elevar o tom ao sugerir uma possível tomada de controle da ilha. A resposta oficial reforça o clima de tensão crescente entre os dois países, marcado por ameaças, sanções econômicas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo de Cuba afirmou que não irá ceder a pressões externas após novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que voltou a elevar o tom ao sugerir uma possível tomada de controle da ilha. A resposta oficial reforça o clima de tensão crescente entre os dois países, marcado por ameaças, sanções econômicas e movimentações estratégicas na região.</p>
<p>A reação cubana foi expressa pelo chanceler Bruno Rodríguez, que afirmou que o país não se deixará intimidar. Segundo ele, manifestações populares recentes demonstram apoio à soberania nacional e à continuidade do sistema político da ilha.</p>
<h3>Ameaça direta eleva nível de confronto</h3>
<p>A resposta veio após Trump declarar que os Estados Unidos poderiam assumir o controle de Cuba “quase imediatamente”. O presidente americano indicou ainda a possibilidade de deslocar o porta-aviões USS Abraham Lincoln para o Caribe, o que foi interpretado por autoridades cubanas como uma ameaça explícita de ação militar.</p>
<p>Para o governo de Havana, esse tipo de განცხადamento representa uma escalada perigosa e reforça um cenário de pressão contínua sobre o país. A diplomacia cubana classificou as declarações como uma ameaça direta à soberania nacional, destacando que esse tipo de discurso amplia o risco de conflito.</p>
<h3>Novas sanções ampliam pressão econômica</h3>
<p>As falas de Trump ocorreram simultaneamente à ampliação das sanções econômicas contra Cuba. As medidas atingem setores estratégicos como energia, defesa, mineração e serviços financeiros, além de impor restrições a empresas e indivíduos que mantenham relações comerciais com o governo cubano.</p>
<p>Segundo especialistas, essas sanções aprofundam o isolamento econômico da ilha e têm impacto direto no cotidiano da população, agravando problemas como escassez de combustível e apagões frequentes.</p>
<p>Autoridades cubanas classificaram as medidas como “coercitivas” e equivalentes a punições coletivas, reforçando o discurso de resistência diante da pressão externa.</p>
<h3>Contexto de crise e disputa geopolítica</h3>
<p>A escalada ocorre em meio a um cenário mais amplo conhecido como crise cubana de 2026, marcada por dificuldades econômicas, bloqueios energéticos e tensões políticas internacionais. O país enfrenta escassez de petróleo após restrições impostas pelos Estados Unidos a fornecedores internacionais, o que tem provocado impactos diretos na economia e nos serviços básicos.</p>
<p>Além disso, a estratégia americana tem sido associada a tentativas de চাপar mudanças no regime político cubano, o que é rejeitado pelo governo de Miguel Díaz-Canel, que reafirma a defesa da soberania e da autodeterminação nacional.</p>
<h3>Resistência e mobilização interna</h3>
<p>A resposta cubana também se apoia em mobilizações populares, como os atos do Dia do Trabalhador, utilizados pelo governo como demonstração de unidade nacional diante das ameaças externas. Autoridades destacam que a resistência faz parte da história do país desde a Revolução de 1959, frequentemente citada como marco da independência política frente à influência dos Estados Unidos.</p>
<h3>Relações sob risco de agravamento</h3>
<p>O episódio reforça um ambiente de instabilidade nas relações entre Washington e Havana, que já vinham deterioradas ao longo dos últimos meses. Analistas avaliam que a combinação de ameaças militares, sanções econômicas e discursos políticos mais agressivos pode ampliar ainda mais o distanciamento entre os dois países.</p>
<p>Enquanto isso, Cuba mantém o discurso de que não aceitará pressões externas e que qualquer diálogo deve ocorrer sem imposições. A posição indica que, apesar das tensões, o país busca preservar sua autonomia diante de um cenário internacional cada vez mais complexo.</p>
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		<title>Homem atira durante jantar de Trump com correspondentes em Washington</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/homem-atira-durante-jantar-de-trump-com-correspondentes-em-washington/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 03:25:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[atentado a tiros]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Branca]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Washington]]></category>
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					<description><![CDATA[Um homem fez disparos na noite deste sábado (25) durante um jantar, num hotel em Washington, do presidente Donald Trump com correspondentes que cobrem a Casa Branca. Tiros foram ouvidos nas imediações do local do evento e o presidente e a primeira-dama Melania Trump foram retirados rapidamente do lugar pelo Serviço Secreto norte-americano. O suspeito de ter feito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem fez disparos na noite deste sábado (25) durante um jantar, num hotel em Washington, do presidente Donald Trump com correspondentes que cobrem a Casa Branca.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Tiros foram ouvidos nas imediações do local do evento e o presidente e a primeira-dama Melania Trump foram retirados rapidamente do lugar pelo Serviço Secreto norte-americano. O suspeito de ter feito o ataque foi preso e ainda não teve sua identidade revelada.</p>
<p>Segundo informações obtidas pela Reuters, o suspeito atirou em um agente do serviço secreto, mas não se feriu graças ao colete à prova de balas que usava. Além dos disparos, testemunhas disseram a agências internacionais que também foram ouvidas explosões na área próxima ao hotel.</p>
<p>O jantar teve as presenças do vice-presidente J.D. Vance e do secretário de Estado Marco Rubio. Eles também foram retirados do hotel e estão em segurança.</p>
<p>O presidente Trump deu uma entrevista coletiva na Casa Branca após o ataque e disse que o atirador é um &#8220;lobo solitário&#8221;, termo usado para descrever supostos criminosos que atuam sozinhos. Apesar da fala de Trump, o Serviço Secreto dos EUA não deu mais detalhes sobre o suspeito.</p>
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