<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Donald Trump &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/donald-trump/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Apr 2026 22:48:51 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Donald Trump &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Reino Unido rejeita proposta de Trump para bloquear Estreito de Ormuz e defende solução diplomática</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/reino-unido-rejeita-proposta-de-trump-para-bloquear-estreito-de-ormuz-e-defende-solucao-diplomatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 16:46:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Keir Starmer]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=89846</guid>

					<description><![CDATA[O governo do Reino Unido rejeitou a proposta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de formar uma coalizão internacional para bloquear o Estreito de Ormuz, uma das rotas mais estratégicas para o comércio global de energia. A decisão foi anunciada pelo primeiro-ministro Keir Starmer, que afirmou que o país não pretende se envolver em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Reino Unido rejeitou a proposta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de formar uma coalizão internacional para bloquear o Estreito de Ormuz, uma das rotas mais estratégicas para o comércio global de energia.</p>
<p>A decisão foi anunciada pelo primeiro-ministro Keir Starmer, que afirmou que o país não pretende se envolver em ações que possam intensificar o conflito no Oriente Médio. Segundo ele, mesmo diante de pressões externas, o Reino Unido não será “arrastado para a guerra”.</p>
<p>A proposta de bloqueio foi apresentada por Trump após o fracasso das negociações com o Irã. O presidente norte-americano determinou que a Marinha dos Estados Unidos iniciasse o processo de interdição da passagem marítima, com o objetivo de restringir o fluxo de embarcações e pressionar Teerã.</p>
<p>O Estreito de Ormuz é considerado um ponto vital para a economia global, por onde passa cerca de 20% do petróleo transportado no mundo. Qualquer interrupção na região tem impacto direto nos preços da energia e no abastecimento internacional.</p>
<p>Diante desse cenário, o governo britânico reforçou que sua prioridade é garantir a liberdade de navegação e evitar medidas que possam agravar a instabilidade. Autoridades destacaram que uma ação militar coordenada poderia aumentar os riscos de confronto direto e prejudicar ainda mais o comércio global.</p>
<p>A posição do Reino Unido está alinhada a outros países europeus, que também têm defendido uma saída diplomática para a crise. Líderes do continente vêm resistindo à pressão dos Estados Unidos para uma intervenção mais agressiva na região, optando por negociações e esforços multilaterais.</p>
<p>O episódio evidencia divergências entre aliados tradicionais em relação à condução da crise no Golfo. Enquanto Washington adota uma estratégia mais dura, Londres e outras capitais europeias buscam evitar uma escalada militar e priorizar soluções políticas para garantir a estabilidade internacional.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">89846</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Donald Trump proclama “era de ouro” em discurso do Estado da União sob queda de aprovação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/donald-trump-proclama-era-de-ouro-em-discurso-do-estado-da-uniao-sob-queda-de-aprovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 14:12:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[discurso]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estado da União]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=88945</guid>

					<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ter inaugurado uma “era de ouro da América” durante seu discurso anual do Estado da União, realizado nesta terça-feira (24) no Capitólio. A declaração ocorreu em meio a um cenário politicamente delicado, marcado por queda nos índices de aprovação e crescente insatisfação popular às vésperas das eleições [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ter inaugurado uma “era de ouro da América” durante seu discurso anual do Estado da União, realizado nesta terça-feira (24) no Capitólio. A declaração ocorreu em meio a um cenário politicamente delicado, marcado por queda nos índices de aprovação e crescente insatisfação popular às vésperas das eleições de meio de mandato, previstas para novembro.</p>
<p>Diante de parlamentares republicanos apreensivos com a possibilidade de perda da maioria no Congresso, Trump concentrou a primeira parte de sua fala na economia. O presidente afirmou ter desacelerado a inflação, impulsionado o mercado de ações a níveis recordes, promovido cortes tributários relevantes e reduzido o preço de medicamentos.</p>
<p>Apesar do tom otimista, dados recentes indicam desaceleração econômica no último trimestre e nova pressão inflacionária. Pesquisas de opinião apontam que apenas 36% dos norte-americanos aprovam sua condução da economia — um dos principais eixos de sua campanha e de sua retórica política.</p>
<h3>Congresso dividido e protestos democratas</h3>
<p>O discurso foi recebido com aplausos entusiasmados da bancada republicana, enquanto dezenas de cadeiras do lado democrata permaneceram vazias. Parte dos parlamentares optou por participar de manifestações do lado de fora do Capitólio.</p>
<p>Durante o pronunciamento, Trump adotou postura mais disciplinada do que em ocasiões anteriores, mantendo-se majoritariamente fiel ao roteiro preparado. Ainda assim, não deixou de exibir seu estilo combativo ao abordar imigração, tema central de sua plataforma política.</p>
<p>Ao criticar os democratas por resistirem ao financiamento do Departamento de Segurança Interna sem mudanças nas diretrizes de atuação migratória, o presidente trocou acusações com congressistas oposicionistas. A deputada Ilhan Omar o confrontou verbalmente durante a sessão, em meio a referências a mortes envolvendo agentes federais.</p>
<p>Outro episódio de tensão ocorreu quando o deputado Al Green foi retirado do plenário após exibir um cartaz crítico ao presidente, em referência a um vídeo polêmico envolvendo o ex-presidente Barack Obama e a ex-primeira-dama Michelle Obama. A Casa Branca posteriormente removeu o conteúdo das redes sociais.</p>
<h3>Economia e custo de vida sob pressão</h3>
<p>Embora Trump tenha declarado que a inflação estaria “caindo vertiginosamente”, os preços de alimentos, moradia, seguros e serviços públicos permanecem elevados em comparação aos anos anteriores. Analistas observam que a percepção popular sobre o custo de vida continua sendo um dos principais desafios da atual administração.</p>
<p>O presidente também criticou decisões recentes da Suprema Corte que limitaram sua política tarifária, classificando o julgamento como “lamentável”, mas minimizando seus impactos práticos.</p>
<h3>Política externa com lacunas</h3>
<p>Em relação à política internacional, Trump dedicou menos tempo do que o esperado a temas estratégicos. Ele reiterou, sem detalhar, que teria “encerrado” oito guerras — afirmação vista por especialistas como imprecisa — e praticamente não mencionou a guerra na Ucrânia, mesmo no marco de quatro anos da invasão russa.</p>
<p>A China, principal rival econômico dos Estados Unidos, tampouco foi abordada de forma significativa. Sobre o Irã, Trump declarou preferir uma solução diplomática, mas reafirmou que não permitirá que o país desenvolva armas nucleares.</p>
<p>“Minha preferência é resolver isso por meio da diplomacia. Mas nunca permitirei que o maior patrocinador do terrorismo do mundo tenha arma nuclear”, afirmou.</p>
<h3>Eleições no horizonte</h3>
<p>Com todas as 435 cadeiras da Câmara dos Deputados e cerca de um terço do Senado em disputa nas eleições de novembro, o discurso teve forte caráter eleitoral. Democratas trabalham para reconquistar o controle das duas Casas legislativas, enquanto republicanos buscam preservar sua maioria.</p>
<p>O pronunciamento deixou claro que Trump pretende sustentar sua narrativa de retomada econômica e endurecimento migratório como pilares centrais de sua campanha política. Resta saber se a “era de ouro” proclamada pelo presidente encontrará eco em um eleitorado que demonstra sinais crescentes de ceticismo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">88945</post-id>	</item>
		<item>
		<title>“Desordem mundial de Trump”: Human Rights Watch alerta para avanço do autoritarismo em mais de 100 países</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desordem-mundial-de-trump-human-rights-watch-alerta-para-avanco-do-autoritarismo-em-mais-de-100-paises/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 15:02:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[HRW]]></category>
		<category><![CDATA[Human Rights Watch]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=88518</guid>

					<description><![CDATA[A Human Rights Watch (HRW) acendeu um alerta global ao divulgar, nesta quarta-feira (4), seu relatório anual sobre Direitos Humanos. O documento aponta um avanço do autoritarismo e um enfraquecimento das instituições democráticas em mais de 100 países, com críticas contundentes à atuação dos Estados Unidos sob a liderança do presidente Donald Trump, além de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Human Rights Watch (HRW) acendeu um alerta global ao divulgar, nesta quarta-feira (4), seu relatório anual sobre Direitos Humanos. O documento aponta um avanço do autoritarismo e um enfraquecimento das instituições democráticas em mais de 100 países, com críticas contundentes à atuação dos Estados Unidos sob a liderança do presidente Donald Trump, além de Rússia e China.</p>
<p>Segundo a ONG, o sistema internacional de proteção aos direitos humanos enfrenta uma de suas maiores crises em décadas. “As salvaguardas e proteções dos direitos humanos em todo o mundo têm sido devastadas pelo presidente dos Estados Unidos e pelo crescente autoritarismo”, afirma o relatório, que defende a formação de uma aliança estratégica entre democracias para preservar a ordem internacional baseada em regras.</p>
<p>O diretor executivo da HRW, Philippe Bolopion, classifica o momento como um “desafio de uma geração”. Para ele, “conter a onda autoritária que varre o mundo” é urgente, diante de um cenário em que normas internacionais vêm sendo sistematicamente corroídas. O documento destaca que, sob forte pressão do governo norte-americano e com ações persistentes de China e Rússia, a ordem global regida por leis está sendo enfraquecida.</p>
<p>No caso dos Estados Unidos, a HRW elenca uma série de medidas atribuídas à administração Trump que, segundo a organização, representam ataques diretos ao Estado de Direito. Entre elas estão restrições à liberdade de expressão, deportações para países onde há risco de tortura, ataques à independência do Judiciário, cortes drásticos em ajuda alimentar e subsídios de saúde, além do retrocesso em direitos reprodutivos, políticas de reparação racial e proteções a pessoas trans e intersexo.</p>
<p>O relatório também acusa o governo de usar o aparato estatal para intimidar adversários políticos, meios de comunicação, universidades, escritórios de advocacia, organizações da sociedade civil e até artistas e comediantes. Na política externa, a HRW afirma que a retórica e as ações de Trump se alinham a uma ideologia nacionalista branca, citando estereótipos racistas e políticas migratórias agressivas.</p>
<p>A organização menciona ainda operações do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE), acusadas de uso excessivo da força, prisões indevidas de cidadãos norte-americanos e, mais recentemente, da morte injustificada de duas pessoas em Minneapolis. Para a HRW, “na nova desordem mundial de Trump, o poder dita o que é certo, e atrocidades não são impedimentos para acordos”.</p>
<p>O relatório critica a retirada dos Estados Unidos de compromissos multilaterais, como o Conselho de Direitos Humanos da ONU e o Acordo de Paris sobre o Clima, além do cancelamento abrupto de grande parte da ajuda externa americana, incluindo recursos destinados a ações humanitárias.</p>
<p>No conflito da Ucrânia, a HRW acusa Trump de minimizar a responsabilidade da Rússia por graves violações de direitos humanos, pressionando o governo ucraniano a ceder território e buscando acordos exploratórios, em vez de responsabilizar o presidente russo Vladimir Putin.</p>
<p>Apesar de apontar Trump como um fator central, Bolopion reconhece que o declínio democrático é anterior à sua reeleição. Segundo o relatório, o mundo vive uma “recessão democrática”: estudos indicam que a democracia global voltou a níveis semelhantes aos de 1985, com cerca de 72% da população mundial vivendo atualmente sob regimes autoritários. Rússia e China, destaca o texto, são hoje menos livres do que há duas décadas.</p>
<p>Diante desse cenário, a Human Rights Watch conclui com um apelo à união dos países que ainda valorizam os direitos humanos e o Estado de Direito, defendendo que essas nações se articulem como uma força política e econômica capaz de resistir ao avanço do autoritarismo e de reconstruir a ordem internacional baseada em regras.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">88518</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Trump ameaça impor tarifas extras a países europeus que rejeitam venda da Groenlândia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/trump-ameaca-impor-tarifas-extras-a-paises-europeus-que-rejeitam-venda-da-groenlandia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 21:51:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Groenlândia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=88014</guid>

					<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou neste sábado (17) o tom contra aliados europeus ao anunciar que pretende aplicar tarifas adicionais sobre produtos de países que se opõem à compra da Groenlândia pelos EUA. A medida, segundo ele, faz parte de uma estratégia de pressão para forçar negociações envolvendo o futuro do território [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou neste sábado (17) o tom contra aliados europeus ao anunciar que pretende aplicar tarifas adicionais sobre produtos de países que se opõem à compra da Groenlândia pelos EUA. A medida, segundo ele, faz parte de uma estratégia de pressão para forçar negociações envolvendo o futuro do território autônomo pertencente à Dinamarca.</p>
<p>Em publicação na rede social Truth Social, Trump afirmou que uma taxa extra de 10% sobre importações provenientes de Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Holanda, Finlândia e Reino Unido entrará em vigor em 1º de fevereiro. Esses países já são alvo de tarifas impostas anteriormente por seu governo. De acordo com o presidente norte-americano, o percentual subiria para 25% a partir de 1º de junho, permanecendo em vigor até que os Estados Unidos obtenham autorização para adquirir a Groenlândia.</p>
<p>O anúncio ocorre em meio a um contexto internacional sensível, no mesmo dia em que Mercosul e União Europeia formalizaram um acordo de livre comércio negociado ao longo de 25 anos. Durante a cerimônia de assinatura, realizada em Assunção, no Paraguai, líderes europeus defenderam o multilateralismo e criticaram políticas comerciais baseadas em sanções e tarifas, ainda que sem citar Trump nominalmente.</p>
<p>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, destacou que o acordo com o Mercosul simboliza uma escolha clara por cooperação internacional. “Optamos por comércio justo em vez de tarifas e por parcerias de longo prazo em vez do isolamento”, afirmou. Em tom semelhante, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, classificou o tratado como uma aposta na abertura econômica frente ao uso do comércio como instrumento de pressão geopolítica.</p>
<p>As declarações de Trump também provocaram reações firmes dentro da Europa. Países influentes da União Europeia manifestaram apoio à Dinamarca e alertaram que qualquer tentativa de tomada militar da Groenlândia por parte dos EUA poderia abalar seriamente a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). O Reino Unido acompanhou o posicionamento, reforçando a defesa da soberania dinamarquesa.</p>
<p>Na Dinamarca e na própria Groenlândia, grupos da sociedade civil foram às ruas neste sábado para protestar contra as exigências do presidente norte-americano e defender o direito do território de decidir seu próprio futuro político.</p>
<p>Trump, por sua vez, voltou a justificar seu interesse pela Groenlândia com base em argumentos estratégicos. Segundo ele, a ilha é fundamental para a segurança nacional dos Estados Unidos, tanto por sua localização no Ártico quanto por seus vastos recursos minerais. O presidente não descartou, em declarações anteriores, o uso da força para assumir o controle da região — possibilidade que aumentou a preocupação entre aliados europeus, especialmente após o envio recente de contingentes militares à ilha a pedido do governo dinamarquês.</p>
<p>Apesar do tom confrontacional, Trump afirmou que Washington segue disposto a negociar. “Os Estados Unidos estão imediatamente abertos a conversas com a Dinamarca e com qualquer um desses países, apesar de tudo o que fizemos por eles ao longo de décadas”, escreveu, reforçando que a pressão tarifária continuará enquanto não houver avanço em direção a um acordo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">88014</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Trump declara apoio a governo palestino de transição em Gaza enquanto cessar-fogo segue instável</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/trump-declara-apoio-a-governo-palestino-de-transicao-em-gaza-enquanto-cessar-fogo-segue-instavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 13:38:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[governo palestino]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=87943</guid>

					<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou apoiar a formação de um governo palestino de caráter tecnocrático para administrar a Faixa de Gaza durante um período de transição, em meio à implementação da segunda fase de um cessar-fogo que, embora em vigor desde outubro, permanece frágil e cercado de tensões. Segundo Trump, o chamado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou apoiar a formação de um governo palestino de caráter tecnocrático para administrar a Faixa de Gaza durante um período de transição, em meio à implementação da segunda fase de um cessar-fogo que, embora em vigor desde outubro, permanece frágil e cercado de tensões.</p>
<p>Segundo Trump, o chamado Comitê Nacional para a Administração de Gaza será responsável pela governança do território palestino no pós-conflito imediato. A iniciativa conta, de acordo com o presidente norte-americano, com o respaldo de um organismo internacional batizado de Conselho de Paz, que terá a missão de supervisionar a gestão da região durante a transição política e institucional.</p>
<p>Em publicações nas redes sociais, Trump declarou que o conselho já foi oficialmente constituído e que os nomes de seus integrantes serão divulgados em breve. O próprio presidente afirmou que exercerá a liderança do grupo, o que tem gerado críticas de analistas e especialistas em relações internacionais, que apontam semelhanças entre o modelo proposto e estruturas de tutela internacional de viés colonial.</p>
<p>O plano de cessar-fogo foi aprovado em outubro por Israel e pelo Hamas, movimento palestino que controla Gaza. Apesar disso, a trégua tem sido marcada por acusações recíprocas de violações. Desde o início do acordo, mais de 440 palestinos morreram, incluindo mais de 100 crianças, além de três soldados israelenses, segundo balanços divulgados por autoridades locais.</p>
<p>O processo também enfrenta entraves relevantes, como a dificuldade na recuperação dos restos mortais de um refém israelense, atrasos na reabertura da passagem entre Gaza e o Egito e a resistência do Hamas em aceitar o desarmamento exigido como parte das negociações. Esses fatores colocam à prova a continuidade da trégua e a viabilidade da próxima etapa do acordo.</p>
<p>De acordo com mediadores internacionais, a segunda fase do cessar-fogo exigirá negociações complexas envolvendo a retirada gradual das forças israelenses, o desarmamento do Hamas e o eventual envio de uma força internacional de manutenção da paz para a região.</p>
<p>O governo tecnocrático palestino deverá ser composto por 15 integrantes e será liderado por Ali Shaath, ex-vice-ministro da Autoridade Palestina, reconhecida por países ocidentais. Shaath é conhecido por sua atuação no desenvolvimento de zonas industriais e em projetos de cooperação econômica. A informação foi confirmada em comunicado conjunto de Egito, Catar e Turquia, países que atuam como mediadores no conflito.</p>
<p>Trump afirmou ainda que esses países terão papel central na construção de um acordo amplo de desmilitarização envolvendo o Hamas. “Esses líderes palestinos estão comprometidos com um futuro de paz”, declarou o presidente dos EUA, reforçando o discurso de que a nova estrutura administrativa pode abrir caminho para a estabilização de Gaza, apesar das fortes resistências políticas e diplomáticas que cercam a proposta.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">87943</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Assembleia Nacional da Venezuela anuncia libertação de presos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/assembleia-nacional-da-venezuela-anuncia-libertacao-de-presos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 00:49:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[invasão Venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=87779</guid>

					<description><![CDATA[O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, anunciou, nesta quinta-feira (8), a libertação de venezuelanos e estrangeiros que estavam presos. Não foi informado o número de pessoas que foram soltas. &#8220;O governo bolivariano, junto com as instituições do Estado, decidiu colocar em liberdade um número importante de pessoas venezuelanas e estrangeiras. Esses processos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, anunciou, nesta quinta-feira (8), a libertação de venezuelanos e estrangeiros que estavam presos. Não foi informado o número de pessoas que foram soltas.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<blockquote><p>&#8220;O governo bolivariano, junto com as instituições do Estado, decidiu colocar em liberdade um número importante de pessoas venezuelanas e estrangeiras. Esses processos de soltura estão ocorrendo desde este momento. Considere-se esse gesto do governo bolivariano de ampla intenção de busca pela paz&#8221;, disse Rodríguez, que é irmão da presidenta interina Delcy Rodríguez.</p></blockquote>
<p>Segundo Jorge Rodríguez, este é um <strong>gesto unilateral</strong>, que faz parte da estratégia de <strong>consolidar a convivência e busca fortalecer a união nacional contra as agressões externas sofridas recentemente.</strong></p>
<p>O presidente da Assembleia Nacional informou que o governo não tem conversas com setores extremistas, que negam a política, apenas com instituições e partidos que respeitam a Constituição venezuelana.</p>
<p>Nessa quarta-feira (7), <strong>a presidenta interina Delcy Rodríguez, em reunião com ministérios do governo, afirmou que a linha de ação para garantir a estabilidade do país passa pelo resgate do presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, sequestrados pelos Estados Unidos no sábado (3).</strong></p>
<p>A presidenta interina ainda destacou que é preciso preservar a paz territorial e manter o governo democrático diante da agressão estrangeira. Delcy Rodríguez também disse que a unidade das forças revolucionárias venezuelanas é indispensável para a continuidade do projeto bolivariano, inaugurado pelo ex-presidente Hugo Chávez.</p>
<p><em>* Por Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">87779</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Após troca de acusações, Trump e Petro retomam diálogo e sinalizam reaproximação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/apos-troca-de-acusacoes-trump-e-petro-retomam-dialogo-e-sinalizam-reaproximacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 14:33:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gustavo Petro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=87775</guid>

					<description><![CDATA[Os presidentes da Colômbia, Gustavo Petro, e dos Estados Unidos, Donald Trump, conversaram por telefone na noite desta quarta-feira (8), em um gesto que marca uma inflexão diplomática após semanas de ameaças, acusações públicas e retórica hostil entre os dois governos. Foi o primeiro contato direto entre os líderes desde que Trump passou a atacar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os presidentes da Colômbia, Gustavo Petro, e dos Estados Unidos, Donald Trump, conversaram por telefone na noite desta quarta-feira (8), em um gesto que marca uma inflexão diplomática após semanas de ameaças, acusações públicas e retórica hostil entre os dois governos. Foi o primeiro contato direto entre os líderes desde que Trump passou a atacar Petro de forma contundente e a sugerir, inclusive, medidas militares contra o país sul-americano.</p>
<p>A conversa ocorreu em meio a um ambiente de forte tensão regional, agravado por recentes ações dos Estados Unidos na Venezuela e por declarações duras do presidente norte-americano contra governos latino-americanos. Segundo Petro, o diálogo abordou, entre outros temas, as visões divergentes sobre a relação histórica e estratégica entre os EUA e a América Latina.</p>
<p>Em publicação nas redes sociais, o presidente colombiano afirmou ter destacado a Trump o potencial do continente para a produção de energia limpa, defendendo um novo modelo de cooperação internacional. Petro sustentou que a América Latina poderia se tornar um polo estratégico de energias renováveis, desde que houvesse investimentos estimados em cerca de US$ 500 bilhões, atualmente concentrados nos Estados Unidos.</p>
<p>“Explorar a América Latina apenas em busca de petróleo levaria à destruição do direito internacional e abriria caminho para a barbárie e até para uma terceira guerra mundial”, declarou Petro, ao reforçar que sua proposta está baseada na paz, na sustentabilidade e na democracia global.</p>
<p>Do lado norte-americano, Donald Trump classificou a conversa como uma “grande honra” e afirmou que o telefonema tratou da situação do narcotráfico, além de outros desentendimentos entre os dois países. O presidente dos EUA disse ainda esperar um encontro presencial com Petro em um futuro próximo, sinalizando disposição para manter o diálogo aberto.</p>
<p>Petro confirmou que agradeceu o contato e que negociações já estão em andamento para viabilizar uma reunião entre os dois líderes. Logo após o telefonema, o presidente colombiano participou de uma manifestação popular convocada por ele próprio, na qual informou ao público sobre a conversa e leu trechos da declaração feita por Trump.</p>
<h3>Escalada e distensão</h3>
<p>A reaproximação ocorre após um período de escalada verbal. No último domingo (4), Trump afirmou que a Colômbia estaria “muito doente” e acusou Petro de permitir a produção de cocaína para abastecer o mercado norte-americano. Em declarações à imprensa dos EUA, o presidente chegou a sugerir que uma invasão à Colômbia poderia ser uma boa ideia.</p>
<p>Petro reagiu com dureza, afirmando que Trump tinha um “cérebro senil” e acusando o líder norte-americano de enxergar governos que não se submetem aos interesses de Washington como inimigos ou narcoterroristas.</p>
<p>Apesar do histórico recente de confrontos verbais, o telefonema desta quarta-feira representa um esforço mútuo de redução das tensões, ainda que as divergências políticas, econômicas e ideológicas entre Bogotá e Washington permaneçam profundas. O diálogo, no entanto, abre espaço para uma tentativa de reconstrução diplomática em um cenário regional marcado por instabilidade e disputas estratégicas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">87775</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Governo brasileiro convoca reunião de emergência no Itamaraty para discutir ofensiva dos EUA à Venezuela</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-brasileiro-convoca-reuniao-de-emergencia-no-itamaraty-para-discutir-ofensiva-dos-eua-a-venezuela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jan 2026 15:20:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Itamaraty]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=87713</guid>

					<description><![CDATA[O governo brasileiro realizou na manhã deste sábado (3) uma reunião de emergência no Itamaraty, em Brasília, para avaliar os desdobramentos da invasão militar dos Estados Unidos à Venezuela, ocorrida na madrugada do mesmo dia. O encontro teve início por volta das 10h30 e reuniu autoridades centrais da área diplomática e de defesa, em meio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro realizou na manhã deste sábado (3) uma reunião de emergência no Itamaraty, em Brasília, para avaliar os desdobramentos da invasão militar dos Estados Unidos à Venezuela, ocorrida na madrugada do mesmo dia. O encontro teve início por volta das 10h30 e reuniu autoridades centrais da área diplomática e de defesa, em meio à crescente tensão regional após o anúncio da captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro.</p>
<p>Participaram da reunião o ministro da Defesa, José Múcio, a ministra substituta das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, e a secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior, além de diplomatas de carreira. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que cumpre agenda no Rio de Janeiro, acompanhou parte das discussões por videoconferência. Segundo a assessoria do Planalto, Lula retorna ainda hoje a Brasília para monitorar pessoalmente a crise. O chanceler Mauro Vieira, que estava de férias, também antecipou seu retorno à capital federal.</p>
<p>De acordo com informações preliminares, forças norte-americanas bombardearam alvos em Caracas e nos estados de Aragua, Miranda e La Guaira. Apesar de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter afirmado publicamente que Nicolás Maduro foi capturado por militares norte-americanos e retirado do país, o paradeiro do líder venezuelano permanece oficialmente desconhecido.</p>
<p>A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, exigiu provas de vida de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, ampliando a pressão internacional por esclarecimentos. O episódio gerou forte reação do governo brasileiro, que vê a ação como uma grave violação da soberania venezuelana e um risco à estabilidade da América do Sul.</p>
<p>Em manifestação nas redes sociais, o presidente Lula condenou duramente o uso da força. “A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz. A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação”, afirmou.</p>
<p>O Itamaraty avalia, agora, os próximos passos diplomáticos do Brasil diante do cenário de incerteza, enquanto cresce a expectativa por uma reação formal do Conselho de Segurança da ONU e de outros organismos multilaterais frente à escalada do conflito.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">87713</post-id>	</item>
		<item>
		<title>EUA realizam ataques mortais contra o Estado Islâmico no noroeste da Nigéria</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/eua-realizam-ataques-mortais-contra-o-estado-islamico-no-noroeste-da-nigeria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 13:37:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estado islâmico]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Nigéria]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=87623</guid>

					<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (25) que forças norte-americanas realizaram “numerosos ataques” mortais contra posições do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) no noroeste da Nigéria. Segundo o chefe da Casa Branca, a ofensiva foi uma resposta direta à escalada de violência atribuída à organização, especialmente contra comunidades cristãs. Em publicação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (25) que forças norte-americanas realizaram “numerosos ataques” mortais contra posições do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) no noroeste da Nigéria. Segundo o chefe da Casa Branca, a ofensiva foi uma resposta direta à escalada de violência atribuída à organização, especialmente contra comunidades cristãs.</p>
<p>Em publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que os ataques foram conduzidos sob suas ordens diretas como comandante-em-chefe das Forças Armadas e classificou a ação como “poderosa e mortífera”. “Eu já havia avisado esses terroristas de que, se não acabassem com o massacre de cristãos, pagariam caro. E, na noite passada, pagaram”, escreveu o presidente, acrescentando que o então chamado “Departamento de Guerra” realizou “ataques perfeitos, como só os Estados Unidos são capazes de fazer”.</p>
<p>Até o momento, a Casa Branca não divulgou detalhes sobre a operação, tampouco informações sobre alvos específicos, número de vítimas ou impactos militares da ofensiva. O anúncio também não foi acompanhado de um comunicado oficial do Pentágono.</p>
<p>No mesmo texto, Trump acusou o Estado Islâmico de promover ataques violentos contra “cristãos inocentes em níveis não vistos em muitos anos, até mesmo séculos”, reforçando o tom de endurecimento da política norte-americana em relação à atuação de grupos jihadistas na África Ocidental.</p>
<p>No mês passado, o presidente já havia declarado que ordenara ao Pentágono o início do planejamento de uma possível ação militar na Nigéria, após denúncias de perseguição religiosa e assassinatos em massa. Como parte dessa estratégia, o Departamento de Estado anunciou, nas últimas semanas, restrições à concessão de vistos para cidadãos nigerianos e seus familiares envolvidos em atos de violência contra cristãos.</p>
<p>Recentemente, os Estados Unidos também classificaram a Nigéria como “país de particular preocupação”, nos termos da Lei da Liberdade Religiosa Internacional, instrumento legal que permite a adoção de sanções diplomáticas e políticas contra governos acusados de tolerar ou não coibir violações graves à liberdade religiosa.</p>
<p>“O nosso país não permitirá que o terrorismo radical islâmico prospere”, afirmou Trump, sinalizando que novas ações militares poderão ser desencadeadas caso o Estado Islâmico mantenha suas atividades violentas na região.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">87623</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Trump ataca imigrantes e gestão Biden em pronunciamento à nação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/trump-ataca-imigrantes-e-gestao-biden-em-pronunciamento-a-nacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 19:05:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Imigração]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pronunciamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=87446</guid>

					<description><![CDATA[Em pronunciamento à nação nesta quarta-feira (17), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adotou um tom combativo ao atacar a política migratória e a gestão do ex-presidente Joe Biden, atribuindo ao seu governo as “maiores mudanças positivas” da história recente do país. Logo na abertura do discurso, Trump afirmou que, em menos de um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em pronunciamento à nação nesta quarta-feira (17), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adotou um tom combativo ao atacar a política migratória e a gestão do ex-presidente Joe Biden, atribuindo ao seu governo as “maiores mudanças positivas” da história recente do país. Logo na abertura do discurso, Trump afirmou que, em menos de um ano, sua administração teria conduzido os Estados Unidos “do pior para o melhor”, sobretudo por meio de deportações em massa e do endurecimento do controle nas fronteiras.</p>
<p>“O nosso país era motivo de chacota em todo o mundo, mas já não é mais. Nos últimos 11 meses, realizamos mais mudanças positivas em Washington do que qualquer outra administração na história dos Estados Unidos”, declarou o republicano, em uma comparação direta com o governo democrata anterior.</p>
<p>Sem apresentar dados ou evidências, Trump afirmou que a fronteira sul com o México teria sido “completamente fechada” e que nenhum imigrante em situação irregular teria entrado no país nos últimos sete meses. O presidente voltou a acusar a gestão Biden de ter “inundado cidades” com imigrantes sem documentos e de ter libertado criminosos violentos, reforçando a narrativa de que sua política prioriza cidadãos “cumpridores da lei” e trabalhadores norte-americanos.</p>
<h3>Economia no centro do discurso</h3>
<p>Após as críticas à imigração, Trump direcionou o discurso para a economia, destacando indicadores que, segundo ele, demonstrariam a recuperação do país. O presidente afirmou que os salários estariam crescendo acima da inflação e que os preços de diversos produtos e serviços teriam recuado de forma significativa.</p>
<p>Entre os exemplos citados, Trump mencionou uma suposta queda de 22% nos preços dos automóveis e o valor da gasolina em torno de US$ 2,50 por galão (3,8 litros). Dados recentes, no entanto, apontam um cenário mais moderado: o salário mediano nos Estados Unidos registrou alta de 3,5% em novembro na comparação anual, ligeiramente acima da inflação de 3%, mas representando o menor crescimento desde maio de 2021.</p>
<p>No setor automotivo, estatísticas da indústria indicam que o preço médio de venda de veículos novos caiu 0,7% em outubro em relação ao mesmo período do ano anterior. A redução mais expressiva, de cerca de 22%, ocorreu especificamente no segmento de veículos elétricos, influenciada pelo fim de incentivos fiscais. Já o preço médio da gasolina, segundo a Associação Automobilística dos Estados Unidos, estava em US$ 2,91 por galão na própria quarta-feira do pronunciamento.</p>
<p>O discurso reforça a estratégia política de Trump de consolidar sua base com uma retórica dura sobre imigração e com a apresentação de resultados econômicos positivos, ainda que parte das afirmações não encontre respaldo integral nos dados oficiais disponíveis.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">87446</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
