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	<title>dona Flor do Moinho &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Parteira e raizeira dona Flor do Moinho é homenageada após a morte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Aug 2023 22:14:01 +0000</pubDate>
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<p>“Em uma noite estrelada, a flor retornou à terra”. Foi dessa forma que a morte de Dona Flor do Moinho foi comunicada em suas redes sociais. A parteira e raizeira que vivia no povoado de Moinho, na Chapada dos Veadeiros (GO), morreu esta semana aos 85 anos. “Todas as flores que ela semeou germinaram e germinarão”, concluiu o <em>post,</em> feito no perfil oficial de dona Flor.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Que sorte eu tive de conhecê-la pessoalmente. De ela segurar minha barriga e abençoar meu filho. De ter ouvido o puxão de orelha dela. Aceita isso aí que tá dentro de você, menina. Aceita de coração porque isso aí é pura vida’”, postou uma seguidora de dona Flor do Moinho, a fotógrafa Isabelle Araújo.</p>
<p>Segundo ela, dona Flor do Moinho costumava dizer que é preciso colocar mulher grávida pra plantar porque elas têm vida nas mãos. “Tá com vida nela toda e a planta sente”, dizia, de acordo com o relato da fotógrafa. Isabelle acredita que a parteira e raizeira cumpriu sua missão. “Tomara que a gente consiga ter a sabedoria de seguir todos os seus conselhos”, finalizou.</p>
<p>A jornalista Mara Régia fez uma homenagem à dona Flor do Moinho no programa <em>Viva Maria</em>, da Rádio Nacional. “Justo quando se prepara para fazer florir margaridas no chão de Brasília, uma flor muito especial acaba de deixar o chão de sua terra para viver a eternidade dos céus”, disse, fazendo referência à Marcha das Margaridas, que acontece na próxima semana na capital federal.</p>
<p>“Tive o prazer de conhecê-la pessoalmente quando em uma visita à Chapada dos Veadeiros, onde agora ela descansa em paz”, contou Mara, ao citar o que dona Flor do Moinho deixou por escrito para que fosse colocado em sua lápide: “Quando eu morrer, não quero choro. Quero todo mundo alegre. Já vivi o que tinha que viver. Já fiz o que tinha que fazer. Cumpri minha missão aqui na terra. Na minha morte, a única coisa que quero é perdão e água. Porque gerei na água, vivi minha vida toda na água e não quero morrer com sede”.</p>
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