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	<title>Dólar &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Dólar &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Mercado financeiro aumenta previsão para inflação e mantém expectativa de juros em 14% ao ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:01:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
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					<description><![CDATA[As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central voltaram a elevar a expectativa para a inflação brasileira em 2026. Os dados constam no mais recente Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (22), que reúne semanalmente as projeções de bancos, corretoras, consultorias e demais agentes do mercado para os principais indicadores econômicos do país. Segundo o levantamento, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central voltaram a elevar a expectativa para a inflação brasileira em 2026. Os dados constam no mais recente Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (22), que reúne semanalmente as projeções de bancos, corretoras, consultorias e demais agentes do mercado para os principais indicadores econômicos do país.</p>
<p>Segundo o levantamento, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do Brasil, passou de 5,24% para 5,31% neste ano. A nova projeção mantém o indicador acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), reforçando o cenário de cautela em relação ao comportamento dos preços nos próximos meses.</p>
<p>O movimento de alta nas previsões inflacionárias ocorre em meio às preocupações do mercado com a trajetória dos gastos públicos, a dinâmica do consumo interno e os efeitos da política monetária sobre a economia. O aumento das expectativas também é acompanhado de perto pelo Banco Central, que utiliza esses dados como uma das referências para suas decisões sobre a taxa básica de juros.</p>
<p>Para a taxa Selic, principal instrumento de controle da inflação no país, os analistas mantiveram a projeção de encerramento de 2026 em 14% ao ano. A estimativa indica que o mercado segue avaliando a necessidade de manutenção dos juros em patamar elevado para conter as pressões inflacionárias e garantir a convergência da inflação para a meta definida pelo governo.</p>
<p>Atualmente, a Selic permanece em um dos níveis mais altos dos últimos anos, refletindo a estratégia da autoridade monetária de preservar o controle dos preços diante de um cenário econômico que ainda inspira atenção.</p>
<p>Em relação ao crescimento econômico, as projeções permaneceram praticamente estáveis. O mercado financeiro estima que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro avance 2,3% em 2026. O resultado sinaliza expectativa de expansão moderada da atividade econômica, sustentada principalmente pelo consumo das famílias, pelos investimentos e pelo desempenho de setores como serviços e agronegócio.</p>
<p>No mercado cambial, os analistas mantiveram a previsão de que o dólar encerre o ano cotado a R$ 5,70. A estabilidade da estimativa reflete uma avaliação de que o cenário externo e os fundamentos da economia brasileira devem continuar exercendo influência equilibrada sobre a taxa de câmbio nos próximos meses.</p>
<p>O Boletim Focus é divulgado semanalmente pelo Banco Central e funciona como um termômetro das expectativas do mercado para a economia brasileira. O documento reúne projeções para inflação, juros, crescimento econômico, câmbio e outros indicadores considerados fundamentais para o acompanhamento da conjuntura nacional.</p>
<p>Embora as previsões não representem necessariamente os resultados que serão observados ao longo do ano, elas servem como referência para empresas, investidores e gestores públicos na elaboração de estratégias e na tomada de decisões econômicas.</p>
<p>A nova elevação da expectativa para a inflação reforça o cenário de atenção em relação à evolução dos preços no país. Ao mesmo tempo, a manutenção das projeções para juros, crescimento e câmbio indica que o mercado segue apostando em uma economia que continuará crescendo, mas ainda enfrentará desafios para manter a inflação dentro dos limites estabelecidos pela política monetária brasileira.</p>
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		<title>Mercado projeta inflação de 4,17% em 2026 e mantém expectativa dentro da meta</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-projeta-inflacao-de-417-em-2026-e-mantem-expectativa-dentro-da-meta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 14:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
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					<description><![CDATA[A projeção do mercado financeiro para a inflação brasileira em 2026 voltou a subir e agora está estimada em 4,17%, segundo dados do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central do Brasil. A revisão representa a segunda elevação consecutiva nas expectativas dos analistas. Mesmo com o aumento, a previsão segue dentro do intervalo da meta estabelecida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A projeção do mercado financeiro para a inflação brasileira em 2026 voltou a subir e agora está estimada em 4,17%, segundo dados do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central do Brasil. A revisão representa a segunda elevação consecutiva nas expectativas dos analistas.</p>
<p>Mesmo com o aumento, a previsão segue dentro do intervalo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, que fixa o centro em 3%, com margem de tolerância entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>O avanço nas estimativas ocorre em um cenário de maior incerteza internacional, especialmente em função das tensões geopolíticas no Oriente Médio, que impactam diretamente os preços de commodities como o petróleo e, consequentemente, pressionam a inflação.</p>
<p>Além da inflação, o relatório também trouxe ajustes em outros indicadores. A expectativa de crescimento da economia brasileira em 2026 teve leve alta, passando para 1,84%. Já a taxa básica de juros, a Selic, segue como principal instrumento de controle inflacionário e deve encerrar o ano em torno de 12,5%.</p>
<p>Para os anos seguintes, as projeções permanecem mais estáveis. O mercado estima inflação de 3,8% em 2027 e cerca de 3,5% entre 2028 e 2029, sinalizando uma tendência de convergência gradual para a meta ao longo do tempo.</p>
<p>A revisão reforça o cenário de cautela na economia, em que fatores externos e internos seguem sendo monitorados pelo mercado e pelas autoridades monetárias na definição das políticas econômicas.</p>
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		<title>Mercado financeiro reduz projeção da inflação para 2026 e mantém expectativa moderada de crescimento</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-reduz-projecao-da-inflacao-para-2026-e-mantem-expectativa-moderada-de-crescimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 15:26:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
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		<category><![CDATA[Juros]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro voltou a revisar para baixo a expectativa de inflação no Brasil em 2026. Segundo o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 3,99% para 3,97%, marcando a quinta semana consecutiva de redução na estimativa. O novo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro voltou a revisar para baixo a expectativa de inflação no Brasil em 2026. Segundo o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 3,99% para 3,97%, marcando a quinta semana consecutiva de redução na estimativa.</p>
<p>O novo patamar mantém a inflação projetada dentro do intervalo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%. Para os anos seguintes, o mercado manteve estabilidade nas previsões: 3,8% em 2027 e 3,5% tanto em 2028 quanto em 2029.</p>
<p>A primeira leitura oficial do IPCA de 2026 será divulgada nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com os dados referentes ao mês de janeiro. No fechamento de 2025, a inflação acumulada ficou em 4,26%, após alta de 0,33% em dezembro, pressionada principalmente pelos preços de passagens aéreas e transportes por aplicativo.</p>
<p>No campo da política monetária, o boletim Focus aponta manutenção da taxa básica de juros, a Selic, em 15% ao ano no momento. O nível é o mais elevado desde julho de 2006 e vem sendo mantido pelo Comitê de Política Monetária (Copom) pela quinta reunião consecutiva. Em comunicado recente, o Banco Central indicou que poderá iniciar o ciclo de cortes na reunião de março, desde que o cenário inflacionário permaneça favorável.</p>
<p>A expectativa do mercado é que a Selic encerre 2026 em 12,25% ao ano. Para 2027, a projeção é de nova redução, para 10,5%, chegando a 10% em 2028 e 9,5% em 2029. Juros mais altos têm como objetivo conter a inflação ao desestimular o consumo e encarecer o crédito, enquanto a redução da taxa tende a estimular a atividade econômica, ainda que com menor controle sobre os preços.</p>
<p>Em relação ao crescimento econômico, as instituições financeiras mantiveram a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 1,8% para 2026. O mesmo percentual é projetado para 2027, enquanto para 2028 e 2029 a expectativa é de crescimento de 2% ao ano. O desempenho recente da economia brasileira foi marcado por estabilidade no terceiro trimestre de 2025, com avanço de 0,1%, impulsionado principalmente pela indústria e pela agropecuária.</p>
<p>O IBGE deve divulgar o resultado consolidado do PIB de 2025 no próximo dia 3 de março. Em 2024, a economia brasileira registrou crescimento de 3,4%, o quarto ano consecutivo de alta e o melhor desempenho desde 2021.</p>
<p>Já no câmbio, o mercado manteve a projeção de dólar a R$ 5,50 ao fim de 2026, patamar que também é esperado para o encerramento de 2027, refletindo um cenário de relativa estabilidade nas expectativas para a moeda norte-americana.</p>
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		<title>Bolsa despenca 4,31% após anúncio político e apaga ganhos da semana</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/bolsa-despenca-431-apos-anuncio-politico-e-apaga-ganhos-da-semana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 14:52:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Valores]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A sexta-feira (5) terminou com forte turbulência nos mercados financeiros brasileiros, revertendo completamente o clima positivo que predominava no início de dezembro. A combinação entre volatilidade e incerteza política provocou uma das quedas mais expressivas do ano na bolsa, enquanto o dólar disparou e atingiu o maior patamar em quase dois meses. O Ibovespa encerrou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sexta-feira (5) terminou com forte turbulência nos mercados financeiros brasileiros, revertendo completamente o clima positivo que predominava no início de dezembro. A combinação entre volatilidade e incerteza política provocou uma das quedas mais expressivas do ano na bolsa, enquanto o dólar disparou e atingiu o maior patamar em quase dois meses.</p>
<p>O Ibovespa encerrou o pregão aos 157.369 pontos, recuando 4,31%. No início da tarde, o índice sofreu uma virada brusca: depois de flertar com a marca histórica de 165 mil pontos por volta de 13h, caiu de forma acentuada e anulou os ganhos acumulados na semana. Até a quinta-feira (4), o índice tinha valorizado mais de 3%.</p>
<p>Com o tombo desta sexta, a bolsa fecha a semana com perda de 1,07% — embora ainda acumule alta robusta de 30,83% em 2025.</p>
<h3>Dólar dispara e contraria fluxo internacional</h3>
<p>No câmbio, o ambiente foi igualmente tenso. O dólar comercial fechou vendido a R$ 5,433, salto diário de 4,31% (R$ 0,123). A moeda começou o dia perto da estabilidade, mas disparou a partir das 11h20, atingindo a máxima de R$ 5,48 por volta das 16h.</p>
<p>O comportamento do mercado brasileiro destoou completamente do exterior, onde o dólar perdeu força frente às principais moedas e a maior parte das bolsas internacionais registrou ganhos.</p>
<h3>Causa da reviravolta: anúncio de Flávio Bolsonaro</h3>
<p>A virada ocorreu logo após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) anunciar nas redes sociais que o ex-presidente Jair Bolsonaro o escolheu como candidato à Presidência da República em 2026. A declaração provocou nervosismo imediato, disparando movimentos especulativos e retiradas rápidas de posições na bolsa e no câmbio.</p>
<p>A reação evidenciou a sensibilidade do mercado às incertezas do cenário político, especialmente em períodos próximos a mudanças de liderança ou definições eleitorais.</p>
<h3>Acúmulo no mês e no ano</h3>
<p>Mesmo com o choque desta sexta-feira:</p>
<ul>
<li>No mês de dezembro, o dólar passa a acumular alta de 1,84%, revertendo parte das quedas recentes.</li>
<li>No ano de 2025, a moeda ainda registra desvalorização de 12,05% frente ao real.</li>
</ul>
<p>A cena desta sexta reforça a percepção de que a volatilidade deve permanecer elevada nas próximas semanas, à medida que o mercado monitora novos desdobramentos políticos e seus impactos sobre o ambiente econômico.</p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro ajusta previsão e vê inflação em 4,55% no fim de 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-ajusta-previsao-e-ve-inflacao-em-455-no-fim-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 14:09:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro reduziu levemente sua projeção para a inflação oficial do país em 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (3) pelo Banco Central (BC), a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,56% para 4,55%. Embora a variação seja mínima, a projeção ainda está acima do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro reduziu levemente sua projeção para a inflação oficial do país em 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (3) pelo Banco Central (BC), a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,56% para 4,55%.</p>
<p>Embora a variação seja mínima, a projeção ainda está acima do teto da meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>O Focus também manteve as projeções de 4,2% para 2026, 3,8% para 2027 e 3,5% para 2028, apontando para uma tendência de desaceleração gradual dos preços nos próximos anos.</p>
<h3>Juros permanecem altos</h3>
<p>Para tentar conter a inflação, o Banco Central mantém a taxa Selic em 15% ao ano, conforme decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) em setembro. A instituição indicou, em ata, que deve manter os juros elevados por um “período prolongado” até garantir a convergência da inflação à meta.</p>
<p>O Copom volta a se reunir nesta semana, nos dias 4 e 5 de novembro, para reavaliar o cenário.<br />
A expectativa do mercado é que a taxa básica permaneça em 15% até o fim de 2025, caindo gradualmente para 12,25% em 2026, 10,5% em 2027 e 10% em 2028.</p>
<p>Economistas explicam que, embora a Selic alta ajude a controlar os preços, também freia a atividade econômica, já que encarece o crédito e desestimula o consumo.</p>
<h3>PIB estável e dólar em leve alta</h3>
<p>A previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro foi mantida em 2,16% para 2025, impulsionada principalmente pelos setores de serviços e indústria, que cresceram 0,4% no segundo trimestre.</p>
<p>Para os anos seguintes, o mercado espera uma expansão mais moderada, de 1,78% em 2026, 1,9% em 2027 e 2% em 2028.</p>
<p>A cotação do dólar também deve permanecer pressionada, com previsão de R$ 5,41 ao fim de 2025 e R$ 5,50 em 2026.</p>
<p>Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%, consolidando o quarto ano consecutivo de expansão e o melhor resultado desde 2021, quando o PIB subiu 4,8%.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Mercado revisa para baixo previsão da inflação em 2025, mas índice segue acima da meta do BC</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-revisa-para-baixo-previsao-da-inflacao-em-2025-mas-indice-segue-acima-da-meta-do-bc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 13:41:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro voltou a reduzir a previsão da inflação para 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,95% para 4,86%, registrando a 13ª queda consecutiva. Apesar da revisão, a projeção permanece acima do teto da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro voltou a reduzir a previsão da inflação para 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,95% para 4,86%, registrando a 13ª queda consecutiva.</p>
<p>Apesar da revisão, a projeção permanece acima do teto da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), fixada em 3%, com tolerância entre 1,5% e 4,5%. Nos últimos 12 meses, a inflação acumulada atingiu 5,23%, puxada principalmente pelo aumento na conta de energia, ainda que alimentos tenham registrado queda pelo segundo mês seguido.</p>
<h3><strong>Crescimento econômico em ritmo mais lento</strong></h3>
<p>A estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2025 caiu de 2,21% para 2,18%, mantendo a projeção de desaceleração da economia em relação a 2024, quando o crescimento foi de 3,4% – o quarto ano seguido de alta. Para 2026, o mercado prevê avanço de 1,86%.</p>
<h3><strong>Juros e câmbio</strong></h3>
<p>A taxa Selic, hoje em 15% ao ano, deve se manter nesse patamar até o fim de 2025, segundo analistas. O mercado projeta recuo gradual a partir de 2026, quando pode cair para 12,5%, chegando a 10% em 2028.</p>
<p>A previsão para o dólar é de R$ 5,59 ao fim deste ano, com ligeira alta para R$ 5,64 até 2026.</p>
<p>Com inflação ainda pressionada e juros elevados, o cenário econômico aponta para um equilíbrio delicado: controlar preços sem sufocar o crescimento.</p>
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		<item>
		<title>Mercado mantém trajetória de queda nas projeções de inflação para 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-mantem-trajetoria-de-queda-nas-projecoes-de-inflacao-para-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 16:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
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		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[Pela 11ª semana consecutiva, o mercado financeiro reduziu as expectativas para a inflação de 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (11) pelo Banco Central, a projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 5,07% para 5,05%. Há um mês, a estimativa era de 5,17%. Para 2026, a expectativa de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pela 11ª semana consecutiva, o mercado financeiro reduziu as expectativas para a inflação de 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (11) pelo Banco Central, a projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 5,07% para 5,05%. Há um mês, a estimativa era de 5,17%.</p>
<p>Para 2026, a expectativa de inflação está em 4,41%, mantendo-se estável nas últimas quatro semanas, enquanto para 2027 a previsão é de 4%. Apesar da tendência de desaceleração, a projeção para o próximo ano ainda está acima do teto da meta de 4,5% estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que fixa a meta central em 3% com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>
<p>O IPCA acumulado em 12 meses atingiu 5,35%, configurando o sexto mês seguido acima do teto, o que exige que o presidente do BC envie uma carta aberta ao ministro da Fazenda explicando as causas, medidas corretivas e prazos para retorno aos limites da meta.</p>
<p>A taxa Selic, principal instrumento de controle da inflação, permanece projetada em 15% ao fim de 2025, pela sétima semana seguida. O Copom não descarta a possibilidade de alta, caso fatores externos, como a política comercial dos EUA, pressionem os preços. Para 2026 e 2027, a expectativa é de 12,50% e 10,50%, respectivamente.</p>
<p>O mercado também reduziu a projeção de crescimento do PIB para 2025, de 2,23% para 2,21%. Para 2026 e 2027, as estimativas permanecem em 1,87% e 1,93%. Já o dólar deve encerrar 2025 cotado a R$ 5,60, e a R$ 5,70 nos dois anos seguintes.</p>
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		<title>Mercado financeiro reduz previsão de inflação para 5,09%, mas Selic deve seguir alta em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 13:59:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (28), trouxe uma nova revisão nas expectativas do mercado financeiro para a economia brasileira. A projeção para a inflação oficial de 2025, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou pela nona vez consecutiva, passando de 5,1% para 5,09%. Apesar da queda, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (28), trouxe uma nova revisão nas expectativas do mercado financeiro para a economia brasileira. A projeção para a inflação oficial de 2025, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou pela nona vez consecutiva, passando de 5,1% para 5,09%.</p>
<p>Apesar da queda, o índice ainda está acima do teto da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 4,5% – considerando o intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Para 2026, a previsão foi ligeiramente reduzida para 4,44%, enquanto para 2027 e 2028 as estimativas permanecem em 4% e 3,8%, respectivamente.</p>
<p>Em junho, a inflação perdeu força e ficou em 0,24%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), marcada pela primeira queda no preço dos alimentos em nove meses. Ainda assim, o acumulado em 12 meses alcançou 5,35%, configurando estouro da meta pelo sexto mês seguido, o que obriga o presidente do BC a enviar carta ao Ministério da Fazenda explicando as causas e medidas adotadas para reconduzir a inflação aos limites estabelecidos.</p>
<h3><strong>Juros básicos seguem em patamar elevado</strong></h3>
<p>A principal ferramenta utilizada pelo BC para conter a inflação é a taxa Selic, atualmente em 15% ao ano. Em sua última reunião, o Comitê de Política Monetária (Copom) surpreendeu o mercado ao elevar os juros em 0,25 ponto percentual, dando sequência a um ciclo de sete altas consecutivas.</p>
<p>Segundo a ata divulgada, o colegiado deverá manter a Selic no mesmo patamar nas próximas reuniões, mas não descarta novos aumentos caso a inflação volte a acelerar. Analistas projetam que a taxa básica encerrará 2025 nesse mesmo nível e só começará a cair de forma mais consistente a partir de 2026, quando pode recuar para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a expectativa é de 10,5% e 10%, respectivamente.</p>
<h3><strong>Impacto na economia</strong></h3>
<p>Juros altos encarecem o crédito e incentivam a poupança, o que ajuda a conter pressões inflacionárias. Por outro lado, podem dificultar a expansão da atividade econômica. Quando a Selic é reduzida, o crédito fica mais barato, estimulando consumo e produção, mas reduzindo o controle sobre a inflação.</p>
<h3><strong>PIB e câmbio</strong></h3>
<p>A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 se manteve em 2,23%, enquanto para 2026 houve leve alta para 1,89%. Para 2027 e 2028, o mercado projeta avanço de 2% ao ano.</p>
<p>O desempenho da economia vem sendo impulsionado pela agropecuária, que fez o PIB crescer 1,4% no primeiro trimestre deste ano. Em 2024, o país registrou alta de 3,4%, o maior crescimento desde 2021.</p>
<p>Quanto ao câmbio, a expectativa é de que o dólar encerre 2025 cotado a R$ 5,60, chegando a R$ 5,70 no fim de 2026.</p>
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		<title>Mercado financeiro reduz previsão de inflação para 5,1% em 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-de-inflacao-para-51-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 14:51:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro voltou a reduzir a projeção para a inflação oficial do país, medida pelo IPCA, este ano: de 5,17% para 5,10%, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (21) pelo Banco Central. Esta é a oitava queda consecutiva na estimativa. Para os anos seguintes, as previsões também recuaram levemente: 4,45% em 2026, 4% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro voltou a reduzir a projeção para a inflação oficial do país, medida pelo IPCA, este ano: de 5,17% para 5,10%, segundo o <em>Boletim Focus</em> divulgado nesta segunda-feira (21) pelo Banco Central. Esta é a oitava queda consecutiva na estimativa.</p>
<p>Para os anos seguintes, as previsões também recuaram levemente: 4,45% em 2026, 4% em 2027 e 3,8% em 2028. Mesmo assim, a inflação projetada para 2025 ainda está acima do teto da meta de 4,5% definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).</p>
<p>Em junho, a inflação acumulada em 12 meses ficou em 5,35%, ainda acima do teto da meta, apesar da desaceleração registrada no mês.</p>
<h3>Juros mantidos em patamar elevado</h3>
<p>Para tentar controlar os preços, o Banco Central elevou a taxa Selic para 15% ao ano em sua última reunião — o sétimo aumento consecutivo. A ata do Comitê de Política Monetária (Copom) sinaliza manutenção nesse nível por mais tempo, mas não descarta novas altas caso a inflação volte a subir.</p>
<p>O mercado espera que a Selic só comece a cair a partir de 2026, fechando aquele ano em 12,5%, e recuando para 10,5% em 2027 e 10% em 2028.</p>
<h3>PIB e dólar</h3>
<p>A projeção para o crescimento do PIB este ano se manteve em 2,23%, puxada pelo bom desempenho da agropecuária no início de 2025. Para 2026, a estimativa caiu para 1,88%, e para 2027 e 2028 a expectativa é de expansão de 2% ao ano.</p>
<p>Em 2024, a economia brasileira já havia registrado alta de 3,4%, o quarto crescimento anual seguido.</p>
<p>No câmbio, a expectativa do mercado é que o dólar termine 2025 em R$ 5,65 e suba para R$ 5,70 em 2026.</p>
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		<title>Mercado melhora projeção para crescimento da economia em 2025 e reduz previsão de inflação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 16:46:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Caruica]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro elevou a projeção de crescimento da economia brasileira para 2025, passando de 2,13% para 2,18%, conforme o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central. A pesquisa semanal, que reúne expectativas de instituições financeiras, também revisou para baixo a previsão de inflação para o próximo ano, de 5,46% para 5,44%. Com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro elevou a projeção de crescimento da economia brasileira para 2025, passando de 2,13% para 2,18%, conforme o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central. A pesquisa semanal, que reúne expectativas de instituições financeiras, também revisou para baixo a previsão de inflação para o próximo ano, de 5,46% para 5,44%.</p>
<p>Com esse cenário, o Brasil deve manter trajetória positiva no Produto Interno Bruto (PIB), após alta de 3,4% em 2024 e avanço de 1,4% no primeiro trimestre de 2025, impulsionado pelo setor agropecuário. Para os anos seguintes, as projeções indicam crescimento de 1,81% em 2026 e 2% tanto em 2027 quanto em 2028.</p>
<p>Apesar da leve redução, a expectativa de inflação para 2025 segue acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, que é de 3%, com tolerância de até 4,5%. O IPCA acumulado em 12 meses está em 5,53%, pressionado por alimentos e medicamentos, segundo o IBGE.</p>
<p><strong>Selic segue alta, com perspectiva de queda só a partir de 2026</strong></p>
<p>A taxa básica de juros (Selic) permanece em 14,75% ao ano — nível mantido pelo Banco Central diante das incertezas econômicas e da pressão inflacionária. O mercado acredita que a taxa se manterá nesse patamar até o fim de 2025, com expectativa de redução gradual: 12,5% em 2026, 10,5% em 2027 e 10% em 2028.</p>
<p>O dólar, por sua vez, deve encerrar 2025 cotado a R$ 5,80 e subir para R$ 5,89 até o fim de 2026.</p>
<p>A política monetária segue em ritmo de cautela, com o Copom indicando prudência nas próximas decisões, enquanto o país busca equilíbrio entre controle da inflação e estímulo à atividade econômica.</p>
<p>&nbsp;</p>
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