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	<title>DOI-Codi &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Pesquisadores encontram vestígios que podem ser de sangue no DOI-Codi</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisadores-encontram-vestigios-que-podem-ser-de-sangue-no-doi-codi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 01:02:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[Em um trabalho pioneiro no Brasil, pesquisadores encontraram vestígios de uma substância que pode ser sangue na antiga sede do Destacamento de Operações de Informação &#8211; Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), localizado no bairro de Vila Mariana, capital paulista. Durante as escavações, a equipe também achou registros que um preso político fez para [&#8230;]]]></description>
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<p>Em um trabalho pioneiro no Brasil, pesquisadores encontraram vestígios de uma substância que pode ser sangue na antiga sede do Destacamento de Operações de Informação &#8211; Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), localizado no bairro de Vila Mariana, capital paulista. Durante as escavações, a equipe também achou registros que um preso político fez para contagem de seus dias de cárcere no local, onde agentes da ditadura, instaurada com o golpe de 1964, torturavam e executavam opositores. Atualmente, no endereço, funciona o 36° Distrito Policial, da Polícia Civil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Esse é o início da jornada dos pesquisadores, que pode trazer à tona mais materiais que revelem como funcionavam os porões da ditadura. A equipe conta com membros vinculados à Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O trabalho foi possível graças ao financiamento da Unicamp e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), obtido após 14 tentativas de se viabilizá-lo, com negativas de diversas agências de fomento à ciência.</p>
<p>Em coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (14), quando chegou ao fim a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-08/escritos-de-presos-politicos-podem-surgir-em-escavacoes-no-doi-codi" target="_blank" rel="noopener">primeira </a>f<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-08/escritos-de-presos-politicos-podem-surgir-em-escavacoes-no-doi-codi" target="_blank" rel="noopener">ase do estudo</a>, após 13 dias de trabalho em campo, os pesquisadores explicaram que a suspeita sobre o sangue ainda exige confirmação em laboratório. Conforme destacaram, o indicativo de que a substância encontrada pode ser sangue surgiu após ter contato com o reagente luminol, muito utilizado por peritos criminais em cenas de crimes. Devido às restrições de orçamento, o que limita as ferramentas disponíveis, os pesquisadores devem ter uma conclusão sobre a substância somente dentro dos próximos meses.</p>
<p>A coordenadora do Grupo de Trabalho Memorial Doi-Codi, Deborah Neves, comenta que o complexo que outrora serviu como centro clandestino foi reconhecido como sítio arqueológico em 2020. Dali, segundo ela, eram emitidas ordens que repetiam o modelo de violações de direitos em todo o país.</p>
<p>O levantamento e a apuração de informações em torno do DOI-Codi envolve diversas áreas do conhecimento. Além do material obtido após o processo de decapagem, próprio da arqueologia, os pesquisadores também se baseiam em fotografias aéreas e plantas de arquitetura para conduzir as averiguações.</p>
<p>Outro aparato colocado a serviço dos pesquisadores foi um georadar, que permitiu que entendessem as modificações que o complexo sofreu ao longo dos anos. Registros mostram que os primeiros prédios construídos no espaço que o centro clandestino divide com a delegacia em atividade foram a própria unidade policial e um outro, que fica aos fundos. Era neste que o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, do Exército, permanecia com a família, eventualmente. A edificação de ambos data de 1962. Em 1973, foram erguidos os outros dois que completam o conjunto de prédios.</p>
<p>Para tentar driblar as dificuldades de verba e contingente, a equipe buscou reunir esforços de voluntários para desempenhar as tarefas previstas no cronograma. No total, 90 pessoas se candidataram às funções e 16 foram selecionadas para ocupar as vagas. Parte dos voluntários irá auxiliar na coleta de depoimentos de presos políticos, parentes de vítimas e outras pessoas que testemunharam as arbitrariedades cometidas pelos militares e seus aliados.</p>
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