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	<title>Doenças &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Doenças &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Estudo Revela: Homens mais suscetíveis a doenças que causam mortes prematuras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2024 13:54:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo divulgado nesta quinta-feira (2) evidenciou diferenças significativas entre homens e mulheres em termos de saúde, destacando que os homens são mais vulneráveis a doenças que resultam em mortes prematuras. A pesquisa, publicada na revista médica The Lancet Public Health, analisou dados globais de 2021 para comparar o número de anos de vida perdidos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo divulgado nesta quinta-feira (2) evidenciou diferenças significativas entre homens e mulheres em termos de saúde, destacando que os homens são mais vulneráveis a doenças que resultam em mortes prematuras.</p>
<p>A pesquisa, publicada na revista médica The Lancet Public Health, analisou dados globais de 2021 para comparar o número de anos de vida perdidos devido a doenças e morte prematura em 20 das principais causas de enfermidades em homens e mulheres com mais de 10 anos.</p>
<p>Os resultados indicam que o ônus de 13 dessas 20 principais causas de doenças, incluindo covid-19, lesões no trânsito, e problemas cardiovasculares e respiratórios, foi maior em homens do que em mulheres em 2021.</p>
<p>Entre os homens, a perda de saúde é observada principalmente em doenças que levam a uma mortalidade mais precoce, como câncer de pulmão, problemas cardíacos e doença renal crônica, conforme apontado pelo estudo.</p>
<p>Por outro lado, as mulheres, que geralmente vivem mais, são afetadas por doenças ou incapacidades que persistem ao longo da vida, como dor lombar, dor de cabeça, depressão, ansiedade, doença de Alzheimer e outras demências.</p>
<p>A análise exclui questões de saúde específicas de cada sexo, como câncer de próstata e doenças ginecológicas, mas destaca as disparidades entre homens e mulheres afetados pelas mesmas condições de saúde.</p>
<p>Segundo os autores do estudo, as diferenças de gênero em relação à saúde em escala global têm sido consistentes desde 1990, com exceção de algumas doenças, como diabetes, cuja disparidade aumentou quase três vezes, afetando mais os homens do que as mulheres.</p>
<p>Luísa Sorio Flor, epidemiologista brasileira do Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, uma das autoras do estudo, ressaltou a necessidade de desenvolver, implementar e avaliar formas de prevenir e tratar as principais causas de morbidade e mortalidade prematura com base no sexo e gênero, desde a infância e em diversas populações.</p>
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		<title>Diagnóstico Precoce Potencializa Eficácia no Tratamento da AME</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/diagnostico-precoce-potencializa-eficacia-no-tratamento-da-ame/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 13:53:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[AME]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Teste do Pezinho]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O tratamento da Atrofia Muscular Espinhal (AME) ainda não foi implementado na quinta fase de expansão do Teste do Pezinho no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), apesar de sua inclusão. A Lei 14.154, promulgada em 26 de maio de 2021, determinou a ampliação do número de doenças detectáveis pelo Teste do Pezinho de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tratamento da Atrofia Muscular Espinhal (AME) ainda não foi implementado na quinta fase de expansão do Teste do Pezinho no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), apesar de sua inclusão. A Lei 14.154, promulgada em 26 de maio de 2021, determinou a ampliação do número de doenças detectáveis pelo Teste do Pezinho de seis para cinquenta. Embora a lei tenha entrado em vigor em 27 de maio de 2022, ainda não existe um cronograma para a incorporação da AME nesse teste. A neurofisiologista e neurologista Marcela Câmara Machado, membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), afirmou que embora se esforce para sensibilizar os estados a acelerar a implementação das novas doenças, não há previsão para a inclusão da AME no Teste do Pezinho.</p>
<p>No mês passado, o Senado Federal estabeleceu o dia 8 de agosto como o Dia Nacional da Pessoa com Atrofia Muscular Espinhal. O objetivo do teste é realizar diagnósticos precoces, visto que as terapias gênicas, as quais são as mais caras do mundo, apresentam melhores resultados quando administradas a crianças sem sintomas. Diagnosticar a doença logo após o nascimento, antes do aparecimento dos sintomas, pode proporcionar uma vida próxima do normal para a criança, ou pelo menos com uma qualidade de vida significativamente melhor.</p>
<p>Estima-se que uma em cada dez mil pessoas possua AME. No Brasil, há um grande número de crianças com essa rara condição. Segundo Marcela, na Bahia, cerca de 7 a 8 crianças nascem com AME anualmente, enquanto no Brasil esse número chega a aproximadamente 50 a 60 crianças a cada ano. A médica ressaltou que a AME é uma doença complexa e grave.</p>
<p>Embora não haja cura para a AME, os tratamentos disponíveis visam otimizar a qualidade de vida e são mais eficazes quando iniciados precocemente. A terapia gênica, que é uma das opções de tratamento, demonstrou resultados promissores em crianças diagnosticadas cedo. O SUS oferece medicamentos como Spinraza e Risdiplam para tratar a doença, além da terapia gênica, porém, sua eficácia depende do diagnóstico precoce.</p>
<p>A criação do Universo Coletivo AME, uma coalizão formada por cinco instituições, visa aumentar a conscientização sobre a AME e acelerar sua inclusão no Teste do Pezinho. O grupo busca ampliar a cobertura do teste para o diagnóstico precoce, além de garantir o acesso aos medicamentos disponíveis no SUS para todos os pacientes. O coletivo também argumenta que a detecção precoce da doença resultaria em uma economia significativa para o sistema de saúde público, uma vez que os custos de tratamento seriam consideravelmente menores.</p>
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		<title>OMS: cerca de 15% dos trabalhadores no mundo têm transtornos mentais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/oms-cerca-de-15-dos-trabalhadores-no-mundo-tem-transtornos-mentais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2022 14:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OIT]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou ontem (28) que cerca de 15% dos trabalhadores adultos no mundo apresentam algum tipo de transtorno mental. A entidade, junto à Organização Internacional do Trabalho (OIT), cobra ações concretas para abordar questões relacionadas à saúde mental e o mercado de trabalho. A estimativa de ambas as organizações é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou ontem (28) que cerca de 15% dos trabalhadores adultos no mundo apresentam algum tipo de transtorno mental. A entidade, junto à Organização Internacional do Trabalho (OIT), cobra ações concretas para abordar questões relacionadas à saúde mental e o mercado de trabalho.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A estimativa de ambas as organizações é que diagnósticos de depressão e ansiedade custam à economia global algo em torno de US$ 1 trilhão anualmente.</p>
<p>“Diretrizes globais da OMS sobre saúde mental no trabalho recomendam ações para enfrentar riscos como cargas de trabalho pesadas, comportamentos negativos e outros fatores que geram estresse no trabalho”, destacou a agência especializada em saúde.</p>
<p>Pela primeira vez, a OMS recomenda, por exemplo, treinamento gerencial para que se desenvolva a capacidade de prevenir ambientes de trabalho estressantes, além de habilitar gestores para responder a casos de trabalhadores com dificuldades no âmbito da saúde mental.</p>
<p>“O <em>bullying</em> e a violência psicológica [também conhecida como <em>mobbing</em>] são as principais queixas de assédio em local de trabalho com impacto negativo na saúde mental. Entretanto, discutir ou dar visibilidade à saúde mental permanece um tabu em ambientes de trabalho de todo o mundo”, alerta a instituição.</p>
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</div>
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		<title>Limpeza correta ajuda a diminuir agrotóxicos em alimentos e evita doenças</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/limpeza-correta-ajuda-a-diminuir-agrotoxicos-em-alimentos-e-evita-doencas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2022 12:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Limpeza]]></category>
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					<description><![CDATA[Um alto teor residual de agrotóxicos chega à mesa das famílias brasileiras todos os dias. O resíduo de produtos químicos, utilizados na produção da maioria dos alimentos no País para eliminar insetos ou ervas daninhas das plantações, acabam por invadir as refeições. Higienizar legumes, frutas e verduras da forma correta é a melhor maneira de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um alto teor residual de agrotóxicos chega à mesa das famílias brasileiras todos os dias. O resíduo de produtos químicos, utilizados na produção da maioria dos alimentos no País para eliminar insetos ou ervas daninhas das plantações, acabam por invadir as refeições. Higienizar legumes, frutas e verduras da forma correta é a melhor maneira de reduzir o consumo desses defensivos e evitar doenças.</p>
<p>A coordenadora do curso de <a href="https://blog.anhanguera.com/nutricao/" target="_blank" rel="noopener">Nutrição</a> da Faculdade Anhanguera, e especialista em gestão de qualidade dos alimentos Edna Freignan, explica que limpar os ingredientes com água corrente ou mergulhar hortaliças em uma solução com vinagre, limão ou bicarbonato de sódio não é o suficiente. “No caso de alimentos com casca mais resistente, o recomendado é utilizar uma escovinha separada só para esse fim, e detergente neutro. As folhas devem ser lavadas uma a uma e, no caso de alimentos mais sensíveis como morango, uva, pêssego e ameixa, deve-se utilizar apenas água corrente nessa primeira etapa de higienização”, orienta.</p>
<p>Além dos agroquímicos, alimentos mal lavados podem gerar hepatite, verminoses, leptospirose, entre outras doenças. Microrganismos patogênicos podem ser encontrados na casca de verduras e frutas pelo contato com o solo, fertilizantes, água não potável e até mesmo com dejetos de pombos, ratos ou outros animais, que podem aparecer no local onde foram cultivados.</p>
<p>A especialista orienta que todos os alimentos devem passar pela etapa de sanitização. “Após a limpeza os ingredientes devem ficar de molho em solução clorada. Pode-se usar hipoclorito, encontrado em supermercados, ou água sanitária que tenha 2 a 2,5% de hipoclorito de sódio na sua composição. Nesse caso a diluição é 1 colher de sopa de água sanitária para 1 litro de água”.</p>
<p>Em seguida, o indicado é deixar os ingredientes por 10 ou 15 minutos na mistura. “Após a pausa é necessário fazer o enxague em água corrente, para retirar todo o resíduo da solução. No caso das frutas sensíveis, elas devem permanecer na solução por apenas 5 minutos”, acrescenta Edna.</p>
<p>Outra dica para diminuir o volume de agrotóxicos nas refeições é optar por frutas, legumes e verduras da estação na hora de fazer as compras. “Todas essas etapas de higienização reduzem um pouco a quantidade de agrotóxicos presentes, o ideal é adquirir alimentos orgânicos e consumir os alimentos durante sua safra. Por exemplo, o morango tem safra de maio a outubro e, nessa época, terá menos agrotóxicos. É possível comprar a fruta o ano inteiro, mas nesse caso ela terá mais agrotóxicos e terá um custo maior.  O mesmo acontece com outras frutas, verduras e legumes”, conclui.</p>
<p><strong>Sobre a Anhanguera</strong></p>
<p>Fundada em 1994, a Anhanguera já transformou a vida de mais de um milhão de alunos, oferecendo educação de qualidade e conteúdo compatível com o mercado de trabalho em seus cursos de graduação, pós-graduação e extensão, presenciais ou a distância.</p>
<p>Presente em todos os estados brasileiros, a Anhanguera presta inúmeros serviços gratuitos à população por meio das Clínicas-Escola na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos. Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Anhanguera oferece formação de qualidade e tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais.</p>
<p>Em 2014, a instituição passou a integrar a Kroton. Acesse o <a href="https://www.anhanguera.com" target="_blank" rel="noopener">site</a> e o <a href="https://blog.anhanguera.com/category/noticias/" target="_blank" rel="noopener">blog</a> para mais informações.</p>
<p><strong>Sobre a Kroton</strong></p>
<p>A Kroton nasceu com a missão de transformar a vida das pessoas por meio da educação, compartilhando o conhecimento que forma cidadãos e gera oportunidades no mercado de trabalho. Parte da holding Cogna Educação, uma companhia brasileira de capital aberto dentre as principais organizações educacionais do mundo, a Kroton leva educação de qualidade a mais de 936 mil estudantes do ensino superior em todo o País. Presente em 1.672 municípios, a instituição conta com 131 unidades próprias, sob as marcas Anhanguera, Pitágoras, Unic, Uniderp, Unime e Unopar e é, há mais de 20 anos, pioneira no ensino à distância no Brasil. A Kroton possui a maior operação de polos de EAD no país, com 2.259 unidades, e oferece no ambiente digital 100% dos cursos existentes na modalidade presencial. Com a transmissão de mais de 1.000 horas de aulas a cada mês em ambientes virtuais, a Kroton trabalha para oferecer sempre a melhor experiência aos alunos, apoiando sua jornada de formação profissional para que possam alcançar seus objetivos e sonhos. Acesse o site para mais informações.</p>
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