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	<title>Dívida Pública &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Dívida Pública &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Moody’s eleva classificação da dívida do Brasil para Ba1, aproximando-se do grau de investimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 23:42:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[A agência de classificação de risco Moody’s elevou a nota da dívida soberana do Brasil de Ba2 para Ba1, um nível abaixo do grau de investimento, aproximando o país dessa importante classificação que indica menor risco de inadimplência. A elevação reflete a percepção de que a economia brasileira vem apresentando uma melhora significativa, impulsionada por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A agência de classificação de risco Moody’s elevou a nota da dívida soberana do Brasil de Ba2 para Ba1, um nível abaixo do grau de investimento, aproximando o país dessa importante classificação que indica menor risco de inadimplência. A elevação reflete a percepção de que a economia brasileira vem apresentando uma melhora significativa, impulsionada por reformas econômicas e fiscais recentes.</p>
<p>Em seu comunicado, a Moody’s destacou o crescimento robusto da economia e o compromisso do governo brasileiro com a estabilização da dívida pública em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), além do foco em metas fiscais. Reformas, como a tributária, foram apontadas como fundamentais para melhorar o ambiente de negócios, promovendo uma melhor alocação de recursos e aumentando o potencial de crescimento no longo prazo.</p>
<p>A agência também destacou a agenda de transição energética, considerada estratégica para atrair investimentos e reduzir a vulnerabilidade do Brasil a choques climáticos. Em relação às contas públicas, a Moody’s projeta uma melhora gradual nos resultados fiscais primários ao longo dos próximos três anos, baseada no aumento de receitas e na revisão de despesas, com foco na tributação das classes mais ricas.</p>
<p>Apesar de fatores como dívida pública elevada e altos juros, a Moody’s ressaltou os expressivos ativos líquidos do Brasil, como suas reservas internacionais, que superam a dívida externa, tornando o país um credor desde 2006. O financiamento majoritário em moeda local também foi destacado como um ponto positivo.</p>
<p>O Ministério da Fazenda comemorou a elevação e reforçou seu compromisso com a melhoria das contas públicas, visando reduzir a relação dívida/PIB e criar um ambiente favorável para a redução das taxas de juros e a expansão dos investimentos.</p>
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		<title>Dívida pública brasileira cai 1,46% em agosto e totaliza R$ 7,035 trilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 00:24:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Anual de Financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Dívida Pública Federal (DPF) apresentou queda de 1,46% em agosto, atingindo R$ 7,035 trilhões, conforme relatório divulgado pelo Tesouro Nacional. A redução foi influenciada, principalmente, pelo vencimento de títulos corrigidos pela inflação. Em julho, o valor total da DPF era de R$ 7,139 trilhões. Essa queda ocorre em meio a uma série de resgates [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Dívida Pública Federal (DPF) apresentou queda de 1,46% em agosto, atingindo R$ 7,035 trilhões, conforme relatório divulgado pelo Tesouro Nacional. A redução foi influenciada, principalmente, pelo vencimento de títulos corrigidos pela inflação. Em julho, o valor total da DPF era de R$ 7,139 trilhões.</p>
<p>Essa queda ocorre em meio a uma série de resgates de títulos prefixados e vinculados ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o que resultou no resgate de R$ 163,17 bilhões a mais do que foi emitido no mês. Ao mesmo tempo, a apropriação de R$ 57,46 bilhões em juros evitou uma redução ainda maior no montante da dívida.</p>
<p><strong>Composição da Dívida e Impacto do Mercado Externo</strong></p>
<p>A Dívida Pública Mobiliária Interna (DPMFi), que corresponde aos títulos emitidos no mercado interno, também registrou queda, passando de R$ 6,822 trilhões em julho para R$ 6,716 trilhões em agosto, uma redução de 1,55%. O Tesouro emitiu R$ 107,55 bilhões em novos títulos, grande parte deles corrigidos pela Taxa Selic, enquanto resgatou R$ 270,72 bilhões, especialmente em papéis prefixados.</p>
<p>Por outro lado, a Dívida Pública Federal Externa (DPFe) subiu 0,48%, alcançando R$ 319,17 bilhões, principalmente devido à correção de juros, uma vez que o dólar apresentou queda de 0,1% no período.</p>
<p><strong>Perspectivas e Planejamento para 2024</strong></p>
<p>Apesar da queda em agosto, a DPF continua dentro das previsões do Plano Anual de Financiamento (PAF) para 2024, que estima que o estoque da dívida pública terminará o ano entre R$ 7 trilhões e R$ 7,4 trilhões. O PAF revisado também prevê um aumento na proporção de títulos corrigidos pela Selic, que subiu de 44,95% em julho para 46,85% em agosto.</p>
<p>No entanto, a participação de títulos atrelados à inflação caiu de 29,28% para 26,43% devido ao grande volume de vencimentos. O prazo médio de vencimento da dívida subiu para 4,11 anos, o que indica maior confiança dos investidores na capacidade do governo de honrar seus compromissos.</p>
<p>A dívida pública desempenha um papel fundamental no financiamento do governo, permitindo que ele pegue dinheiro emprestado de investidores e devolva com correção, seja pela Selic, inflação, dólar ou por taxas prefixadas.</p>
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		<title>Haddad elogia Congresso e cobra Banco Central após decisão da S&#038;P</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2023 00:23:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Standard&Poor´s]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de Juros]]></category>
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<p>A melhora da perspectiva para a nota da dívida pública brasileira, divulgada nesta quarta-feira (14) pela agência de classificação de risco Standard &amp; Poor’s (S&amp;P), deve-se à harmonia entre os Poderes, disse há pouco o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) têm papel importante na decisão da S&amp;P, mas o Banco Central (BC) precisa “se somar ao esforço” e começar a reduzir os juros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O ministro lembrou que o comunicado da S&amp;P citou as discussões do novo arcabouço fiscal e da reforma tributária como um dos motivos que levaram a agência a confirmar a possibilidade de melhorar a nota do Brasil nos próximos dois anos. Ele agradeceu aos presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), pelo esforço na consolidação das contas públicas.</p>
<p>“Tem muito trabalho pela frente. É só um começo, mas, se mantivermos os ritmos de trabalho das Casas [do Congresso] e do Judiciário, vamos alcançar nossos objetivos. O Brasil tem de voltar a crescer. Penso que a harmonia entre os Poderes tem concorrido para esse resultado, é uma mudança de viés e rota, é muito significativo”, declarou o ministro.</p>
<p>Para o ministro, a atuação do BC agora é importante, com a redução dos juros. “Eu falava de harmonização. Está faltando o Banco Central se somar a esse esforço, mas quero crer que estejamos prestes a ver isso acontecer. Quando estivermos todos alinhados, vamos prosperar&#8221;, declarou.</p>
<p>Na próxima semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne para decidir a Taxa Selic (juros básicos da economia). Atualmente, a taxa está em 13,75% ao ano, no maior nível desde janeiro de 2017. Apesar de ter classificado como duro o tom de algumas atas das reuniões recentes do Copom, o ministro disse que a autoridade monetária está se sensibilizando com os pedidos da indústria e do varejo para começar a reduzir os juros.</p>
<p>“Quero, o quanto antes, agradecer à autoridade monetária, que a cada declaração dá demonstrações de que está sensibilizada com o clamor do empresariado, bancos, agências de risco e que é possível a harmonia ser ainda maior”, afirmou Haddad, citando uma reunião mais cedo com o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV).</p>
<h2>Grau de investimento</h2>
<p>Sobre uma possível volta do grau de investimento, garantia de que o país não corre o risco de dar calote na dívida pública, Haddad disse que acredita na retomada do selo de bom pagador. “O Brasil vai retomar”, declarou o ministro, lembrando que o país atualmente está crescendo mais e tendo inflação menor que diversos países desenvolvidos.</p>
<p>O Brasil obteve o grau de investimento em 2008, no segundo mandato do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O país perdeu o selo em 2015, no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff. Atualmente, a S&amp;P concede ao Brasil a nota BB-, três níveis abaixo do grau de investimento.</p>
<p>Por meio da assessoria de imprensa, o Banco Central informou que não comentará a decisão da S&amp;P nem as declarações do ministro Fernando Haddad.</p>
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