<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Disque 100 &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/disque-100/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Thu, 18 Apr 2024 23:35:15 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Disque 100 &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Aumento Alarmante nas Denúncias de Violência Contra Idosos em 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/aumento-alarmante-nas-denuncias-de-violencia-contra-idosos-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 23:35:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Disque 100]]></category>
		<category><![CDATA[exploração de idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Idoso]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=76172</guid>

					<description><![CDATA[Recentemente, um vídeo viralizou nas redes sociais e na mídia, mostrando uma mulher tentando obter um empréstimo em nome de um idoso falecido que ela levava em uma cadeira de rodas. Esse incidente, embora excepcional, trouxe à tona a indignação tanto local quanto internacionalmente. A mulher, Érika de Souza Vieira Nunes, foi presa sob a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, um vídeo viralizou nas redes sociais e na mídia, mostrando uma mulher tentando obter um empréstimo em nome de um idoso falecido que ela levava em uma cadeira de rodas. Esse incidente, embora excepcional, trouxe à tona a indignação tanto local quanto internacionalmente. A mulher, Érika de Souza Vieira Nunes, foi presa sob a acusação de tentativa de fraude, mas o episódio ressalta a vulnerabilidade dos idosos.</p>
<p>Independente do desfecho desse caso, suspeitas como essas destacam um aumento preocupante na exploração e abuso contra os idosos no Brasil. Nos primeiros três meses de 2024, a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH) registrou um total de 42.995 denúncias de violações contra pessoas com 60 anos ou mais. Esse número representa um aumento significativo em relação aos mesmos períodos dos anos anteriores: 33.546 em 2023 e 19.764 em 2022. Entre os abusos relatados este ano, estão maus tratos (12,20%), violência patrimonial (5,72%), negligência (17,51%), exposição a riscos à saúde (14,68%) e tortura psicológica (12,89%).</p>
<p>Os motivos que levam familiares a cometerem abusos ou exploração contra os idosos variam, mas incluem fatores como exaustão dos cuidadores, falta de preparo, desconhecimento da legislação e condições socioeconômicas precárias. Para Sandra Rabello, especialista em gerontologia, é fundamental compreender que a violência contra os idosos possui dimensões coletivas, que começam com a exclusão e a invisibilidade.</p>
<p>&#8220;É necessário um olhar mais atento da sociedade e ações concretas dos órgãos públicos para fiscalizar o cuidado dos idosos&#8221;, destaca Sandra. Ela ressalta a importância de identificar sinais de abuso e de encorajar as vítimas a denunciarem casos de exploração.</p>
<p>Fatima Henriette de Miranda e Silva, presidente da Comissão de Atendimento à Pessoa Idosa da OAB-RJ, concorda que a prevenção da violência contra os idosos requer investimentos em educação, conscientização e assistência social. Ela enfatiza a importância de campanhas e políticas públicas que envolvam toda a sociedade.</p>
<p>Em casos de violência, é crucial denunciar imediatamente às autoridades competentes, como delegacias especializadas em proteção do idoso, Ministério Público ou Disque 100. O Disque 100 funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, e pode ser acessado gratuitamente de qualquer aparelho telefônico. Além disso, as denúncias podem ser feitas online no site da Ouvidoria ou pelo WhatsApp e Telegram.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">76172</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Violência nas escolas tem aumento de 50% em 2023</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/violencia-nas-escolas-tem-aumento-de-50-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Nov 2023 17:48:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Disque 100]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Violência nas Escolas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=70542</guid>

					<description><![CDATA[As denúncias de casos envolvendo violência nas escolas subiram cerca de 50% em 2023, informou o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). De janeiro e setembro, foram registrados 9.530 chamados por meio do Disque 100. No mesmo período do ano passado, o total de ocorrências informadas foi pouco superior a 6,3 mil. Os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>As denúncias de casos envolvendo violência nas escolas subiram cerca de 50% em 2023, informou o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). De janeiro e setembro, foram registrados 9.530 chamados por meio do Disque 100. No mesmo período do ano passado, o total de ocorrências informadas foi pouco superior a 6,3 mil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (3) e marcam o encerramento da campanha digital pela valorização dos educadores e professores do Brasil, iniciada no início de mês passado. A iniciativa foi planejada levando em conta que em 15 de outubro é celebrado o Dia Mundial do Professor.</p>
<p>Foram consideradas no levantamento denúncias envolvendo berçário, creche e instituições de ensino. Cada denúncia pode conter uma ou mais violações de direitos. Segundo o ministério, por meio dos 9.530 chamados, foram identificadas 50.186 violações, o que representa alta de 143,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Entre janeiro e setembro de 2022, as ocorrências envolveram 20.605 violações.</p>
<p>As regiões com maior número de registros são, respectivamente, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Das 9.530 denúncias, mais de 1,2 mil dizem respeito a casos em que professores foram vítimas. Foram identificadas violações em áreas como direitos civis, políticos e sociais, discriminação, injúria racial e racismo, liberdade, integridade física e psíquica e direito à vida.</p>
<p>Em nota, o ministro Silvio Almeida defendeu o direito e a liberdade de ensino dos docentes. “Professores e professoras são pessoas valiosas para nós. A sala de aula é um espaço para a construção de cidadãs e cidadãos conscientes e responsáveis. Para isso, é necessário denunciar violações de direitos humanos contra os professores. Nenhuma forma de perseguição será tolerada.”</p>
<p>Outro grupo vulnerável é o das crianças e adolescentes. Conforme dados do Disque 100, as denúncias envolvendo violações a esse grupo representaram 74% do total.</p>
<p>Em 14% das ocorrências, as vítimas são pessoas com deficiência. Além disso, 5% das vítimas são mulheres e foram alvo de violação em função do gênero. O levantamento do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania indica ainda que as principais violências no ambiente educacional são de ordem emocional, envolvendo constrangimento, tortura psíquica, ameaça, <em>bullying</em> e injúria.</p>
<p>O Disque 100 é um canal de denúncias sob responsabilidade da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos do ministério e recebe e analisa relatos sobre denúncias de violações de direitos. O serviço gratuito pode ser acionado por meio de ligação gratuita ou pelos aplicativos WhatsApp &#8211; (61) 99611-0100 &#8211; e Telegram &#8211; digitar &#8220;direitoshumanosbrasil&#8221; -, além do próprio<em> site</em> da ouvidoria e do aplicativo Direitos Humanos Brasil. O denunciante não precisa se identificar.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">70542</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Disque 100 vai receber denúncia de ataque a escolas no WhatsApp</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/disque-100-vai-receber-denuncia-de-ataque-a-escolas-no-whatsapp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Apr 2023 02:06:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Ameaças a escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Denuncia]]></category>
		<category><![CDATA[Disque 100]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Violência nas Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=59007</guid>

					<description><![CDATA[O serviço Disque 100 passará a receber denúncias de ameaças de ataques a escolas. As denúncias podem ser feitas por WhatsApp, pelo número (61) 99611-0100. De acordo com o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, podem ser enviadas mensagens de texto, áudios, fotos, arquivos multimídia, links ou URLs. O denunciante não precisa se identificar, fica sob [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O serviço Disque 100 passará a receber denúncias de ameaças de ataques a escolas. As denúncias podem ser feitas por WhatsApp, pelo número (61) 99611-0100.</p>
<p>De acordo com o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, podem ser enviadas mensagens de texto, áudios, fotos, arquivos multimídia, links ou URLs. O denunciante não precisa se identificar, fica sob anonimato.</p>
<p>É importante que o denunciante informe o local alvo da ameaça (escola, creche, universidade) e os dados de suspeitos, se possível. Se a ameaça é feita em ambiente virtual, é recomendado informar rede social, site, endereço eletrônico, nome do usuário, URL do perfil em caso do Twitter, Instagram, Facebook e demais redes.</p>
<p>As informações, conforme o ministério, serão encaminhadas para a polícia, Conselho Tutelar ou Polícia Federal.</p>
<p>O Disque 100 recebe e encaminha denúncias de possíveis ataques a creches, escolas e demais instituições de ensino e faz o encaminhamento em caráter de urgência às forças de segurança. A central está preparada para receber a denúncia em formulário próprio e encaminhá-la às autoridades policiais e ao Conselho Tutelar da região, bem como, nos casos em que sejam fornecidos dados de crimes cibernéticos, encaminhá-los à Polícia Federal. A pessoa denunciante não precisa se identificar, a denúncia é anônima.</p>
<p>É importante que o denunciante informe dados como o local da ameaça e os dados do suspeito, se possível. Em caso de ambientes virtuais, informar os meios utilizados para a ameaça nas redes sociais, como site, rede social, endereço eletrônico; e o nome do usuário e URL do perfil em caso do Twitter, Instagram, Facebook, redes sociais em geral.</p>
<p>O Ministério da Justiça e Segurança Pública também dispõe de um canal para receber denúncias de violência escolar. Denúncias sobre ameaças de ataques podem ser feitas ao canal Escola Segura. As informações enviadas ao canal serão mantidas sob sigilo e não há identificação do denunciante.</p>
<p>Em caso de emergência, a orientação é ligar para o 190 ou para a delegacia de polícia mais próxima.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">59007</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Estudos recentes indicam um aumento significativo de casos de intolerância religiosa no país</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estudos-recentes-indicam-um-aumento-significativo-de-casos-de-intolerancia-religiosa-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jan 2023 22:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento de Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Disque 100]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[intolerância religiosa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório]]></category>
		<category><![CDATA[Unesco no Brasil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=56939</guid>

					<description><![CDATA[De acordo com o II Relatório sobre Intolerância Religiosa: Brasil, América Latina e Caribe, organizado pelo Centro de Articulação de Populações Marginalizadas e pelo Observatório das Liberdades Religiosas, com o apoio da Unesco no Brasil, há um crescimento alarmante nos casos de intolerância religiosa no país. O relatório sobre Intolerância Religiosa: Brasil, América Latina e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com o II Relatório sobre Intolerância Religiosa: Brasil, América Latina e Caribe, organizado pelo Centro de Articulação de Populações Marginalizadas e pelo Observatório das Liberdades Religiosas, com o apoio da Unesco no Brasil, há um crescimento alarmante nos casos de intolerância religiosa no país.</p>
<p>O relatório sobre Intolerância Religiosa: Brasil, América Latina e Caribe, publicado pelo Centro de Articulação de Populações Marginalizadas e pelo Observatório das Liberdades Religiosas, com o apoio da Unesco no Brasil, apresentou dados alarmantes sobre o aumento dos casos de intolerância religiosa no país. O levantamento foi divulgado no dia 21, data em que se celebra o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa.</p>
<p>De acordo com os dados do Disque 100, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, foram registrados 477 casos em 2019, 353 casos em 2020 e 966 casos em 2021.</p>
<h2>Menos casos em 2020</h2>
<p><em>“Observa-se que o ano de 2020 apresentou o menor número de casos de intolerância religiosa entre os anos analisados no relatório. Como hipótese para esta diminuição de casos, ressalta-se que o ano de 2020 foi marcado pela consolidação da pandemia da covid-19, fato que impôs uma série de medidas restritivas de circulação e sociabilidade que podem ter contribuído para um menor número de casos de intolerância religiosa neste período”,</em> diz o relatório.</p>
<p>De acordo com o estudo recente, as religiões de matriz africana são as mais afetadas pela intolerância, apesar de serem uma minoria. Em 2020, foram relatados 86 casos de intolerância religiosa contra essas religiões e 244 casos em 2021.</p>
<p>Os dados mostram que os estados da Região Sudeste, que são os mais populosos, são os que apresentam o maior número de casos de intolerância religiosa, em comparação com as regiões Norte e Centro-Oeste, que têm menos casos.</p>
<h2>Denúncias não definidas</h2>
<p>“Também cabe destacar o grande quantitativo de denúncias de intolerância religiosa classificadas como não definidas, sendo registrados 103 casos no ano de 2020 e 234 no ano de 2021. Essa categoria de dados não esclarece a qual crença religiosa pertence a vítima, limitando a interpretação dos dados e apontando para a necessidade de aperfeiçoamento do canal de denúncias Disque 100”, afirma o estudo.</p>
<figure id="attachment_56940" aria-describedby="caption-attachment-56940" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/01/22-2o-Procissao-do-Ze-Pelintra-saindo-do-santuario-nos-Arcos-da-Lapa-e-finalizando-na-Cinelandi-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-56940" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/01/22-2o-Procissao-do-Ze-Pelintra-saindo-do-santuario-nos-Arcos-da-Lapa-e-finalizando-na-Cinelandi-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="2º Procissão Do Zé Pelintra Saindo Do Santuário Nos Arcos Da Lapa E Finalizando Na Cinelândi - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/01/22-2o-Procissao-do-Ze-Pelintra-saindo-do-santuario-nos-Arcos-da-Lapa-e-finalizando-na-Cinelandi-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/01/22-2o-Procissao-do-Ze-Pelintra-saindo-do-santuario-nos-Arcos-da-Lapa-e-finalizando-na-Cinelandi-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/01/22-2o-Procissao-do-Ze-Pelintra-saindo-do-santuario-nos-Arcos-da-Lapa-e-finalizando-na-Cinelandi-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=391%2C260&amp;ssl=1 391w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/01/22-2o-Procissao-do-Ze-Pelintra-saindo-do-santuario-nos-Arcos-da-Lapa-e-finalizando-na-Cinelandi-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-56940" class="wp-caption-text">2º Procissão do Zé Pelintra saindo do santuário nos Arcos da Lapa e finalizando na Cinelândia, no centro da cidade, com um ato contra a intolerância religiosa. &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>De acordo com um artigo publicado no relatório, os casos de violações dos direitos humanos relacionadas à intolerância religiosa estão aumentando &#8220;assustadoramente&#8221; no Brasil, América Latina e Caribe. O babalawô e professor doutor em História Comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Ivanir dos Santos, e a professora de Direito na Universidade Cândido Mendes, no Rio, Mariana Gino, apontam que as religiões de matriz africana são as mais afetadas por essas violações.</p>
<p><em>“A intolerância religiosa e o racismo estão entranhados nas relações sociais cotidianas, culturais políticas e econômicas. E é ela, a intolerância, que vem se apresentando como um dos nossos maiores desafios contemporâneos diante das possibilidades para a promoção e o fortalecimento das tolerâncias e das equidades religiosas. Como bem podemos constatar, através das narrativas e dos fatos históricos, somos educados dentro das construções coloniais que impossibilita quaisquer construções voltadas para as diversidades e para as tolerâncias”</em>, escrevem os pesquisadores.</p>
<p>O 21 de janeiro foi instituído como o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa no Brasil, através da Lei Federal nº 11.635, de 27 de dezembro de 2007. A data foi estabelecida em homenagem à Iyalorixá baiana e fundadora do Ilê Asé Abassá, Gildásia dos Santos e Santos, conhecida como Mãe Gilda. Ela sofreu invasão de sua casa e terreiro por parte de um grupo de outra religião, e após perseguições e agressões verbais, faleceu de infarto fulminante.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">56939</post-id>	</item>
		<item>
		<title>MEC lança Disque 100 Brasil na Escola</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mec-lanca-disque-100-brasil-na-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2022 12:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Disque 100]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=47480</guid>

					<description><![CDATA[O Ministério da Educação (MEC) lança na segunda-feira (28), em parceria com o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos (MMFDH), a campanha Disque 100 Brasil na Escola. O canal do MMFDH que recebe, analisa e encaminha denúncias de violações de direitos humanos, juntamente com o MEC, buscará identificar situações de crianças e adolescentes que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) lança na segunda-feira (28), em parceria com o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos (MMFDH), a campanha Disque 100 Brasil na Escola. O canal do MMFDH que recebe, analisa e encaminha denúncias de violações de direitos humanos, juntamente com o MEC, buscará identificar situações de crianças e adolescentes que não estão matriculados na rede de ensino ou que estão sem frequentar a escola.</p>
<p>As notificações recebidas serão encaminhadas ao Conselho Tutelar da localidade para a busca ativa e o acompanhamento de cada situação. O MEC também, em parceria com as secretarias estaduais, municipais e o Distrito Federal, acompanhará os registros, realizando o monitoramento para apoiar ações que possam garantir o direito à educação.</p>
<p>Segundo o secretário de Educação Básica do MEC, Mauro Rabelo, o acesso à educação básica obrigatória é um direito público subjetivo, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra legalmente constituída e, ainda, o Ministério Público, acionar o poder público para exigi-lo.</p>
<p>“Precisamos unir esforços, nós do MEC, os sistemas de ensino, os professores, familiares e toda a sociedade, para trazer nossos estudantes de volta às escolas e fortalecer esses vínculos. A ação nos permitirá elaborar políticas públicas efetivas e colocar em prática, de forma coordenada, iniciativas para o enfrentamento à evasão e ao abandono escolar. Vamos, juntos, garantir que nenhuma criança fique fora da escola”, destaca o secretário.</p>
<p>Os objetivos da campanha Disque 100 Brasil na Escola são: reduzir os índices de abandono e evasão escolar, por meio de um canal de comunicação oficial e estruturado para as denúncias; promover o engajamento da sociedade em geral no enfrentamento de situações de evasão e abandono escolar; e viabilizar o encaminhamento de situações de risco de abandono e evasão escolar à rede de proteção.</p>
<p>Você pode ajudar nessa missão e contribuir para a garantia do direito à educação. Conheça o Disque 100 Brasil na Escola, acessando o site do MEC ou os canais do Disque 100. Ligue. Denuncie.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">47480</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Disque 100 não poderá receber queixas sobre vacinação contra covid-19</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/disque-100-nao-podera-receber-queixas-sobre-vacinacao-contra-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Feb 2022 17:46:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Disque 100]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Mulher Família e Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Lewandowski]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=45753</guid>

					<description><![CDATA[O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski determinou que o Disque 100, canal para denúncias de violações dos direitos humanos, pare de receber queixas relacionadas à exigência do comprovante de vacinação. O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos (MMFDH) é acusado de ter divulgado a utilização do canal para esta finalidade. &#8220;Convém, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski determinou que o Disque 100, canal para denúncias de violações dos direitos humanos, pare de receber queixas relacionadas à exigência do comprovante de vacinação.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos (MMFDH) é acusado de ter divulgado a utilização do canal para esta finalidade.</p>
<p>&#8220;Convém, ademais, ordenar ao Governo Federal que se abstenha de utilizar o canal de denúncias Disque 100 fora de suas finalidades institucionais, deixando de estimular, por meio de atos oficiais, o envio de queixas relacionadas à regular exigência de comprovante de vacinas contra a covid-19&#8221;, escreveu o ministro na decisão provocada por um questionamento do partido Rede Sustentabilidade.</p>
<h2>Notas Técnicas</h2>
<p>Além de proibir o uso do Disque 100 para denúncias sobre vacinação, segundo o ministro, o governo federal terá que reformular notas técnicas expedidas pelos ministérios da Saúde e da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, nas quais o Executivo se opõe à exigência de passaporte de comprovação de vacina e a obrigatoriedade de imunização de crianças contra a covid-19.</p>
<p>Originalmente, essas notas técnicas diziam que &#8220;medidas imperativas de vacinação como condição para acesso a direitos humanos e fundamentais podem ferir dispositivos constitucionais e diretrizes internacionais&#8221;. Em um dos documentos, constava que &#8220;a exigência de apresentação de certificado de vacina pode acarretar em violação de direitos humanos e fundamentais&#8221;.</p>
<p>Lewandowski determinou que os pareceres do governo apresentem informações com base na interpretação definida pelo STF. Segundo a Suprema Corte, a vacinação não deve ser obrigatória, mas deve seguir medidas de restrição do exercício de certas atividades para não vacinados.</p>
<p>O ministro ainda exige que as notas devem informar que o chamado passaporte da vacina pode ser adotado, a depender das circunstâncias e competências, pela União, pelos estados e municípios, assim como o Distrito Federal.</p>
<p>De acordo com o magistrado, cabe ao governo federal, além de disponibilizar os imunizantes e incentivar a vacinação em massa, evitar a adoção de atos, sem embasamento técnico-científico ou destoantes do ordenamento jurídico nacional, que tenham desestimulem a vacinação de adultos e crianças contra a covid-19, sobretudo porque o Brasil ainda apresenta uma situação epidemiológica distante do que poderia ser considerado confortável, inclusive em razão do surgimento de novas variantes do vírus.</p>
<p>&#8220;As referidas Notas Técnicas, ao disseminarem informações matizadas pela dubiedade e ambivalência, no concernente à compulsoriedade da imunização, prestam um desserviço ao esforço de imunização empreendido pelas autoridades sanitárias dos distintos níveis político-administrativos da Federação, contribuindo para a manutenção do ainda baixo índice de comparecimento de crianças e adolescentes aos locais de vacinação, cujo reflexo é o incremento do número de internações de menores em unidades de terapia intensiva – UTIs em 61% em São Paulo&#8221;, destacou o ministro na decisão.</p>
<h2>ECA</h2>
<p>Outro ponto ressaltado por Lewandowski é que pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a vacinação desta faixa da população é obrigatória. “Especificamente no que tange ao tema da vacinação infantil, o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (Lei 8.069/1990) é textual ao prever a obrigatoriedade da &#8216;vacinação de crianças nos casos recomendados pelas autoridades&#8217;, estabelecendo penas pecuniárias àqueles que, dolosa ou culposamente, descumprirem &#8216;os deveres inerentes ao poder familiar ou decorrente de tutela ou guarda&#8217; dos menores&#8221;, escreveu o ministro.</p>
<h2>Outro lado</h2>
<p>Em nota divulgada pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, a pasta afirma que “não foi oficialmente intimado da noticiada decisão liminar na ADPF 754, e aguarda orientações da AGU para se posicionar sobre o mérito”.</p>
<p>A nota diz ainda que, desde que foi criado, o Disque 100 sempre recebeu todas as denúncias de alegadas violações de direitos humanos, sejam elas quais forem, bastando a informação do cidadão de que seus direitos foram desrespeitados.</p>
<p>Outro argumento trazido pelo ministério é de que os atendentes do Disque 100 acolhem todas as denúncias “sem fazer juízo de valor sobre seu teor. Sequer dizem ao cidadão se este está certo ou errado em sua demanda. Esta avaliação cabe aos órgãos aos quais as denúncias são encaminhadas”.</p>
<p>A pasta ressaltou que “não é contrária a qualquer campanha de vacinação. Entretanto, posiciona-se que o legado do combate à pandemia não pode ser a supressão de direitos”.</p>
<p>Sobre a utilização do Disque 100 para denúncias relacionadas à vacinação, o ministério diz ainda que “jamais divulgou em seus canais institucionais qualquer orientação ao cidadão” nesse sentido.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">45753</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
