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	<title>Direitos Humanos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Direitos Humanos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Comissão Parlamentar de Direitos Humanos do Paquistão envia carta oficial ao Embaixador da Coreia do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 01:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Carta Oficial]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Parlamentar de Direitos Humanos do Paquistão]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Embaixador da Coreia do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[líder idoso Man-hee Lee]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Parlamentar de Direitos Humanos (PCHR, na sigla em inglês) do Paquistão enviou uma carta diplomática oficial ao Embaixador da República da Coreia no Paquistão, solicitando consideração humanitária urgente em favor do  líder idoso Man-hee Lee. A carta expressa profunda preocupação, sob a ótica dos direitos humanos e da assistência humanitária, em relação à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Parlamentar de Direitos Humanos (PCHR, na sigla em inglês) do Paquistão enviou uma carta diplomática oficial ao Embaixador da República da Coreia no Paquistão, solicitando consideração humanitária urgente em favor do  líder idoso Man-hee Lee.</p>
<p>A carta expressa profunda preocupação, sob a ótica dos direitos humanos e da assistência humanitária, em relação à idade avançada, ao estado de saúde e às condições atuais enfrentadas por Man-hee Lee. A PCHR instou a Embaixada da Coreia do Sul e o governo sul-coreano a tomarem medidas preventivas e benevolentes, em conformidade com os padrões internacionais de direitos humanos.</p>
<p>A entidade destacou a importância de aplicar os princípios humanitários fundamentais e solicitou que os canais diplomáticos atuem com flexibilidade e sensibilidade diante da urgência do caso.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Comissão Parlamentar — De Direitos Humanos — Vossa Excelência Embaixada da República da Coreia Islamabad</em></p>
<p><em>Assunto: Considerações humanitárias em relação a líderes religiosos idosos</em></p>
<p><em>Excelência,</em></p>
<p><em>Em nome da Comissão Parlamentar de Direitos Humanos (PCHR) do Paquistão, apresentamos nossas sinceras saudações e reafirmamos nosso respeito pela República da Coreia e por seu compromisso de longa data com a democracia, o Estado de Direito e a proteção dos direitos humanos fundamentais.</em></p>
<p><em>A Comissão Parlamentar de Direitos Humanos dedica-se a promover e proteger a dignidade, os direitos e as liberdades de todas as pessoas, sem distinção. Nesse espírito, escrevemos respeitosamente para expressar nossa preocupação com relatos referentes ao tratamento dispensado a pastores cristãos e líderes religiosos, e para enfatizar a importância de salvaguardar a liberdade religiosa em conformidade com princípios de direitos humanos universalmente reconhecidos.</em></p>
<p><em>Chamamos respeitosamente a atenção de Vossa Excelência para o caso do Presidente Man-hee Lee, líder de Shincheonji Igreja de Jesus, de 95 anos, que, segundo informações, encontra-se detido. Embora reconheçamos e respeitemos plenamente a soberania da República da Coreia e a independência de suas instituições judiciárias, apelamos humildemente para que considerações humanitárias recebam a devida atenção, dada a sua idade avançada e seu estado de saúde. Sempre que compatível com a legislação coreana, medidas de compaixão — incluindo a libertação por razões humanitárias ou alternativas adequadas à detenção — podem ser consideradas.</em></p>
<p><em>A Comissão Parlamentar de Direitos Humanos incentiva, ainda, a proteção contínua do direito de todos os pastores cristãos e líderes religiosos de praticar, ensinar e professar pacificamente sua fé, conforme garantido por normas de direitos humanos reconhecidas internacionalmente, incluindo os princípios consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos e no Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, que reconhecem a liberdade de pensamento, consciência e religião.</em></p>
<p><em>Nosso apelo baseia-se exclusivamente em fundamentos humanitários e de direitos humanos, não devendo ser interpretado como um comentário sobre quaisquer procedimentos judiciais. Acreditamos firmemente que justiça e compaixão podem coexistir, particularmente no que diz respeito a indivíduos idosos.</em></p>
<p><em>Esperamos sinceramente que o Governo da República da Coreia continue a manter sua distinta tradição de proteção dos direitos humanos, da liberdade religiosa e da dignidade de cada indivíduo, dispensando consideração compassiva às circunstâncias do Presidente Man-hee Lee e de outros líderes religiosos idosos, quando apropriado.</em></p>
<p><em>Queira aceitar, Excelência, os protestos de nossa mais alta consideração e estima.</em></p>
<p><em>Respeitosamente,</em></p>
<p><em>Muhammad Shafique Chaudhry</em><br />
<em>Diretor Executivo&#8221;</em></p></blockquote>
<p><strong>Expectativa por uma Decis</strong><strong>ão Humanit</strong><strong>ária R</strong><strong>ápida</strong></p>
<p>A iniciativa da PCHR representa um importante posicionamento diplomático por parte de parlamentares e defensores dos direitos humanos no Paquistão junto ao governo sul-coreano.</p>
<figure id="attachment_91751" aria-describedby="caption-attachment-91751" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-91751" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/21-Comissao-Parlamentar-de-Direitos-Humanos-do-Paquistao-envia-carta-oficial-ao-Embaixador-da-Coreia-do-Sul-Expresso-Carioca.webp?resize=800%2C1067&#038;ssl=1" alt="Comissão Parlamentar De Direitos Humanos Do Paquistão Envia Carta Oficial Ao Embaixador Da Coreia Do Sul - Expresso Carioca" width="800" height="1067" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/21-Comissao-Parlamentar-de-Direitos-Humanos-do-Paquistao-envia-carta-oficial-ao-Embaixador-da-Coreia-do-Sul-Expresso-Carioca.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/21-Comissao-Parlamentar-de-Direitos-Humanos-do-Paquistao-envia-carta-oficial-ao-Embaixador-da-Coreia-do-Sul-Expresso-Carioca.webp?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/21-Comissao-Parlamentar-de-Direitos-Humanos-do-Paquistao-envia-carta-oficial-ao-Embaixador-da-Coreia-do-Sul-Expresso-Carioca.webp?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/21-Comissao-Parlamentar-de-Direitos-Humanos-do-Paquistao-envia-carta-oficial-ao-Embaixador-da-Coreia-do-Sul-Expresso-Carioca.webp?resize=640%2C853&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/21-Comissao-Parlamentar-de-Direitos-Humanos-do-Paquistao-envia-carta-oficial-ao-Embaixador-da-Coreia-do-Sul-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C200&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/21-Comissao-Parlamentar-de-Direitos-Humanos-do-Paquistao-envia-carta-oficial-ao-Embaixador-da-Coreia-do-Sul-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C1000&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-91751" class="wp-caption-text">Comissão Parlamentar de Direitos Humanos do Paquistão envia carta oficial ao Embaixador da Coreia do Sul &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Um porta-voz de Shincheonji declarou: &#8220;Considerando a idade avançada e a situação delicada do líder Man-hee Lee, uma atitude humanitária célere é fundamental. Esperamos que a Embaixada da República da Coreia no Paquistão e o governo sul-coreano acolham este apelo da comissão parlamentar paquistanesa e tomem uma decisão alinhada aos valores universais dos direitos humanos.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title> Parada do Orgulho LGBT+ de SP movimenta estradas e faz  número de buscas por passagens dar salto de 96%, mostra ClickBus</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/parada-do-orgulho-lgbt-de-sp-movimenta-estradas-e-faz-numero-de-buscas-por-passagens-dar-salto-de-96-mostra-clickbus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 02:40:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Parada do Orgulho LGBTQIA+]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[A 30ª edição da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo chega à Avenida Paulista no dia 7 de junho impulsionada por uma forte mobilização nacional nas rodoviárias. Um levantamento da ClickBus, plataforma líder em venda de passagens de ônibus online no Brasil, revela que o volume de buscas por viagens rumo à capital paulista [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #303030; background: white;">A 30ª edição da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo chega à Avenida Paulista no dia 7 de junho impulsionada por uma forte mobilização nacional nas rodoviárias. Um levantamento da ClickBus, plataforma líder em venda de passagens de ônibus online no Brasil, revela que o volume de buscas por viagens rumo à capital paulista para o evento praticamente dobrou, registrando um salto expressivo de 96% ao longo do mês de maio.</span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #303030; background: white;">Os números provam que o engajamento da comunidade e de seus aliados se mantém cada vez mais firme e se reflete na antecipação da compra pela internet. Com a proximidade da festa, a procura por embarques entre os dias 3 e 6 de junho cresceu 47% apenas na terceira semana de maio em comparação com a semana anterior. Toda essa aceleração na reta final garantiu um avanço consolidado de 18,6% nas buscas em relação ao mesmo período do ano passado.</span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #303030; background: white;">Mudança na rota da diversidade</span></strong></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #303030; background: white;">O mapeamento das origens ilustra também uma mudança no comportamento geográfico dos viajantes. Em 2026, nenhuma capital ou cidade da região nordeste figura entre os dez maiores emissores de turistas para a Parada. Salvador, que aparecia no ranking no ano passado, cedeu espaço nesta edição. Por outro lado, o levantamento mostra que os passageiros da região sul reservaram espaço na festa: metrópoles sulistas ocupam metade da lista atual, com forte volume de buscas saindo de Curitiba, Florianópolis, Maringá, Londrina e Foz do Iguaçu.</span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #303030; background: white;">&#8220;A Parada nasceu da mobilização popular e os nossos dados mostram que a essência desse movimento continua viva e muito forte para esta 30ª edição&#8221;, afirma Ricardo Vilaronga, Diretor Comercial da ClickBus. &#8220;O viajante faz questão de cruzar o país para celebrar o orgulho e garantir a sua presença na Avenida Paulista. O nosso papel é facilitar essa jornada, oferecendo tecnologia para conectar todas as regiões ao evento de forma segura e econômica.&#8221;</span></p>
<p><strong>Dez cidades que mais buscam viagens para a Parada SP:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Em 2025:</strong></p>
<p><strong>(entre 18 e 21 de junho)</strong></td>
<td><strong>Em 2026:</strong></p>
<p><strong>(entre 3 e 6 de junho</strong>)</td>
</tr>
<tr>
<td>1ª Rio de Janeiro (RJ)</td>
<td>1ª Rio de Janeiro (RJ)</td>
</tr>
<tr>
<td>2ª Curitiba (PR)</td>
<td>2ª Curitiba (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>3ª Belo Horizonte (MG)</td>
<td>3ª Belo Horizonte (MG)</td>
</tr>
<tr>
<td>4ª Brasília (DF)</td>
<td>4ª Brasília (DF)</td>
</tr>
<tr>
<td>5ª Maringá (PR)</td>
<td>5ª Florianópolis (SC)</td>
</tr>
<tr>
<td>6ª Londrina (PR)</td>
<td>6ª Goiânia (GO)</td>
</tr>
<tr>
<td>7ª Florianópolis (SC)</td>
<td>7ª Uberlândia (MG)</td>
</tr>
<tr>
<td>8ª Goiânia (GO)</td>
<td>8ª Maringá (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>9ª Uberlândia (MG)</td>
<td>9ª Londrina (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>10ª Salvador (BA)</td>
<td>10ª Foz do Iguaçu (PR)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Sobre a ClickBus</strong></p>
<p>A ClickBus é a plataforma líder em venda de passagens de ônibus online no Brasil. Desde 2013, a empresa traz soluções de tecnologia para viajantes, viações e parceiros, e atende mais de 300 mil rotas. Por meio de mais de 300 viações, a ClickBus já registrou mais de 62 milhões de bilhetes emitidos. Além das plataformas proprietárias, a empresa opera a tecnologia de mais de 85 viações de ônibus e 50 terminais rodoviários. A ClickBus é tetracampeã do Prêmio Reclame Aqui e chancelada pelos selos Innovative Workplaces Brasil 2025 (da MIT Technology Review), RA1000 (excelência máxima no atendimento) e Great Place to Work 2025.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Comissão divulga protocolo nacional para atendimento de crianças vítimas de violência sexual</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/comissao-divulga-protocolo-nacional-para-atendimento-de-criancas-vitimas-de-violencia-sexual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:38:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Abuso Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes divulgou um fluxo nacional de atendimento voltado a vítimas de abuso e exploração sexual. O material foi desenvolvido para orientar a atuação de órgãos públicos e profissionais envolvidos no acolhimento de crianças e adolescentes em situação de violência. O protocolo reúne diretrizes para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes divulgou um fluxo nacional de atendimento voltado a vítimas de abuso e exploração sexual. O material foi desenvolvido para orientar a atuação de órgãos públicos e profissionais envolvidos no acolhimento de crianças e adolescentes em situação de violência.</p>
<p>O protocolo reúne diretrizes para áreas como saúde, assistência social, educação, segurança pública, conselhos tutelares e sistema de Justiça. A proposta é criar procedimentos integrados para evitar falhas no atendimento e reduzir a revitimização das vítimas durante o processo de denúncia e acompanhamento.</p>
<p>O documento estabelece etapas para identificação de sinais de violência, acolhimento inicial, encaminhamento para atendimento especializado e acompanhamento psicológico e social. Também orienta sobre a coleta de depoimentos e a atuação coordenada entre diferentes instituições responsáveis pela proteção das vítimas.</p>
<p>Segundo os responsáveis pela elaboração do material, a intenção é garantir que crianças e adolescentes recebam atendimento humanizado, com prioridade para a proteção física e emocional das vítimas. A iniciativa também busca fortalecer a articulação entre municípios, estados e governo federal no enfrentamento à violência sexual infantojuvenil.</p>
<p>A publicação ocorre dentro das ações nacionais de combate à violência sexual contra crianças e adolescentes, tema que mobiliza campanhas de conscientização, capacitação de profissionais e ampliação de canais de denúncia em todo o país.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Povo Fulni-ô promove imersão cultural na Chapada dos Veadeiros em abril</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/povo-fulni-o-promove-imersao-cultural-na-chapada-dos-veadeiros-em-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:22:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Chapada dos Veadeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Indigenas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma experiência de imersão cultural conduzida pelo povo Fulni-ô será realizada entre os dias 18 e 21 de abril, na Aldeia Multiétnica, localizada na Chapada dos Veadeiros. A proposta reúne participantes interessados em vivenciar práticas, tradições e conhecimentos ancestrais diretamente com uma das etnias indígenas do país. Durante os quatro dias de programação, estão previstas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma experiência de imersão cultural conduzida pelo povo Fulni-ô será realizada entre os dias 18 e 21 de abril, na Aldeia Multiétnica, localizada na Chapada dos Veadeiros. A proposta reúne participantes interessados em vivenciar práticas, tradições e conhecimentos ancestrais diretamente com uma das etnias indígenas do país.</p>
<p>Durante os quatro dias de programação, estão previstas rodas de conversa e palestras voltadas à apresentação da cultura Fulni-ô, além de debates sobre os desafios enfrentados pelos povos originários na atualidade. A iniciativa busca aproximar o público da realidade indígena por meio do contato direto e da troca de experiências.</p>
<p>Além das atividades formativas, a vivência inclui momentos de convivência coletiva em meio à natureza do Cerrado. Estão programados encontros ao redor da fogueira, reflexões em ambientes abertos e atividades em rios da região, promovendo integração entre participantes e o território natural.</p>
<p>De acordo com a organização, o encontro tem como objetivo fortalecer o intercâmbio cultural e ampliar o entendimento sobre os modos de vida indígenas. A proposta é que os visitantes tenham uma experiência participativa, levando consigo aprendizados relacionados à cultura, espiritualidade e formas de organização social desses povos.</p>
<p>A vivência de abril também antecipa uma programação mais ampla prevista para julho, quando a Aldeia Multiétnica receberá representantes de diversas etnias brasileiras em um evento de maior duração. A iniciativa reforça a proposta de criar um espaço contínuo de diálogo, valorização cultural e construção coletiva de conhecimento.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>ONU classifica violência contra mulheres como “emergência global”</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/onu-classifica-violencia-contra-mulheres-como-emergencia-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 14:34:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[feminicído]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[A violência contra mulheres e meninas atingiu um patamar alarmante e deve ser tratada como uma “emergência global”. O alerta foi feito por Volker Türk, alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, durante discurso no Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, nesta sexta-feira (27). Segundo Türk, cerca de 50 mil mulheres [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A violência contra mulheres e meninas atingiu um patamar alarmante e deve ser tratada como uma “emergência global”. O alerta foi feito por Volker Türk, alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, durante discurso no Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, nesta sexta-feira (27).</p>
<p>Segundo Türk, cerca de 50 mil mulheres e jovens foram assassinadas em 2024, a maioria morta por integrantes da própria família — um dado que expõe a gravidade da violência doméstica e do feminicídio em escala mundial.</p>
<p>Ao abordar casos emblemáticos, o alto comissário citou a francesa Gisèle Pelicot, drogada e violentada por dezenas de homens ao longo de uma década, e o escândalo envolvendo Jeffrey Epstein. Para Türk, ambos revelam estruturas sociais que silenciam vítimas e protegem homens poderosos.</p>
<p>“Esses abusos são facilitados por sistemas que falham em responsabilizar agressores”, afirmou, ao cobrar investigações rigorosas, proteção às sobreviventes e justiça sem favorecimentos.</p>
<p>O discurso também ampliou o foco para o cenário global. Türk alertou para a “normalização do uso da força” como mecanismo de resolução de conflitos. De acordo com ele, o número de guerras quase dobrou desde 2010, alcançando cerca de 60 conflitos ativos. Ataques a hospitais, que antes geravam indignação internacional imediata, hoje ocorrem, em média, dez vezes por dia.</p>
<p>“O mundo está se tornando mais perigoso”, declarou, defendendo a preservação do direito internacional humanitário e dos direitos humanos como pilares essenciais diante da escalada de violência e autoritarismo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>“Desordem mundial de Trump”: Human Rights Watch alerta para avanço do autoritarismo em mais de 100 países</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desordem-mundial-de-trump-human-rights-watch-alerta-para-avanco-do-autoritarismo-em-mais-de-100-paises/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 15:02:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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		<category><![CDATA[HRW]]></category>
		<category><![CDATA[Human Rights Watch]]></category>
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		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>
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					<description><![CDATA[A Human Rights Watch (HRW) acendeu um alerta global ao divulgar, nesta quarta-feira (4), seu relatório anual sobre Direitos Humanos. O documento aponta um avanço do autoritarismo e um enfraquecimento das instituições democráticas em mais de 100 países, com críticas contundentes à atuação dos Estados Unidos sob a liderança do presidente Donald Trump, além de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Human Rights Watch (HRW) acendeu um alerta global ao divulgar, nesta quarta-feira (4), seu relatório anual sobre Direitos Humanos. O documento aponta um avanço do autoritarismo e um enfraquecimento das instituições democráticas em mais de 100 países, com críticas contundentes à atuação dos Estados Unidos sob a liderança do presidente Donald Trump, além de Rússia e China.</p>
<p>Segundo a ONG, o sistema internacional de proteção aos direitos humanos enfrenta uma de suas maiores crises em décadas. “As salvaguardas e proteções dos direitos humanos em todo o mundo têm sido devastadas pelo presidente dos Estados Unidos e pelo crescente autoritarismo”, afirma o relatório, que defende a formação de uma aliança estratégica entre democracias para preservar a ordem internacional baseada em regras.</p>
<p>O diretor executivo da HRW, Philippe Bolopion, classifica o momento como um “desafio de uma geração”. Para ele, “conter a onda autoritária que varre o mundo” é urgente, diante de um cenário em que normas internacionais vêm sendo sistematicamente corroídas. O documento destaca que, sob forte pressão do governo norte-americano e com ações persistentes de China e Rússia, a ordem global regida por leis está sendo enfraquecida.</p>
<p>No caso dos Estados Unidos, a HRW elenca uma série de medidas atribuídas à administração Trump que, segundo a organização, representam ataques diretos ao Estado de Direito. Entre elas estão restrições à liberdade de expressão, deportações para países onde há risco de tortura, ataques à independência do Judiciário, cortes drásticos em ajuda alimentar e subsídios de saúde, além do retrocesso em direitos reprodutivos, políticas de reparação racial e proteções a pessoas trans e intersexo.</p>
<p>O relatório também acusa o governo de usar o aparato estatal para intimidar adversários políticos, meios de comunicação, universidades, escritórios de advocacia, organizações da sociedade civil e até artistas e comediantes. Na política externa, a HRW afirma que a retórica e as ações de Trump se alinham a uma ideologia nacionalista branca, citando estereótipos racistas e políticas migratórias agressivas.</p>
<p>A organização menciona ainda operações do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE), acusadas de uso excessivo da força, prisões indevidas de cidadãos norte-americanos e, mais recentemente, da morte injustificada de duas pessoas em Minneapolis. Para a HRW, “na nova desordem mundial de Trump, o poder dita o que é certo, e atrocidades não são impedimentos para acordos”.</p>
<p>O relatório critica a retirada dos Estados Unidos de compromissos multilaterais, como o Conselho de Direitos Humanos da ONU e o Acordo de Paris sobre o Clima, além do cancelamento abrupto de grande parte da ajuda externa americana, incluindo recursos destinados a ações humanitárias.</p>
<p>No conflito da Ucrânia, a HRW acusa Trump de minimizar a responsabilidade da Rússia por graves violações de direitos humanos, pressionando o governo ucraniano a ceder território e buscando acordos exploratórios, em vez de responsabilizar o presidente russo Vladimir Putin.</p>
<p>Apesar de apontar Trump como um fator central, Bolopion reconhece que o declínio democrático é anterior à sua reeleição. Segundo o relatório, o mundo vive uma “recessão democrática”: estudos indicam que a democracia global voltou a níveis semelhantes aos de 1985, com cerca de 72% da população mundial vivendo atualmente sob regimes autoritários. Rússia e China, destaca o texto, são hoje menos livres do que há duas décadas.</p>
<p>Diante desse cenário, a Human Rights Watch conclui com um apelo à união dos países que ainda valorizam os direitos humanos e o Estado de Direito, defendendo que essas nações se articulem como uma força política e econômica capaz de resistir ao avanço do autoritarismo e de reconstruir a ordem internacional baseada em regras.</p>
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		<title>Relatório da CDHC revela 383 denúncias de violações de direitos humanos no Rio em 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/relatorio-da-cdhc-revela-383-denuncias-de-violacoes-de-direitos-humanos-no-rio-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 12:41:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Alerj]]></category>
		<category><![CDATA[CDHC]]></category>
		<category><![CDATA[denúncias de violações]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (CDHC) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) registrou, até 7 de novembro de 2025, 203 atendimentos, que resultaram em 383 denúncias de violações de direitos humanos no estado. O balanço, divulgado nesta semana, confirma a persistência de um cenário crítico e reforça a necessidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (CDHC) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) registrou, até 7 de novembro de 2025, 203 atendimentos, que resultaram em 383 denúncias de violações de direitos humanos no estado. O balanço, divulgado nesta semana, confirma a persistência de um cenário crítico e reforça a necessidade de maior comprometimento das instituições públicas com a prevenção e o enfrentamento das violações.</p>
<p>Responsável por receber, orientar e acompanhar casos de abusos, a comissão registrou média de 1,5 atendimento por dia, índice semelhante ao do mesmo período de 2024, quando foram contabilizadas 385 denúncias. Em 2025, porém, houve um aprimoramento no sistema de coleta e classificação dos dados, permitindo maior detalhamento sobre os tipos de violações e os perfis das vítimas.</p>
<h3><strong>Saúde e saúde mental lideram as denúncias pela primeira vez</strong></h3>
<p>Pela primeira vez, demandas sociais e jurídicas deixaram de ser as categorias predominantes. Em seu lugar, surgiram denúncias relacionadas ao acesso à saúde, que somaram 23 registros, envolvendo desde dificuldades de atendimento na rede pública até falhas na administração de medicamentos.</p>
<p>Outro recorte que chamou atenção foi o aumento das denúncias relacionadas à saúde mental, com 21 casos, indicando impactos psicológicos decorrentes de violações recorrentes e contextos de vulnerabilidade prolongada.</p>
<h3><strong>População negra permanece como principal alvo das violações</strong></h3>
<p>O relatório revela que a violência institucional mantém recorte racial evidente. Em 2025, foram registradas 93 violações contra pessoas pretas, distribuídas em 44 atendimentos — o que corresponde a 50,5% das violações e 48,4% dos atendimentos realizados.</p>
<p>Ao se somar pretos e pardos, o total chega a 128 violações em 61 atendimentos, representando 69,5% e 67,1% dos registros, respectivamente. O índice também cresceu em relação ao ano anterior: passou de 67,2% em 2024 para 69,5% em 2025.</p>
<p>Nos acompanhamentos, a tendência se repete: foram 75 violações contra pessoas pretas em 19 casos, chegando a 116 quando incluídas as pessoas pardas.</p>
<figure id="attachment_87304" aria-describedby="caption-attachment-87304" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-87304" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/10-Presidente-da-CDHC-da-Alerj-deputada-estadual-Dani-Monteiro-Psol-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Presidente Da CDHC Da Alerj, Deputada Estadual Dani Monteiro Psol - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/10-Presidente-da-CDHC-da-Alerj-deputada-estadual-Dani-Monteiro-Psol-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/10-Presidente-da-CDHC-da-Alerj-deputada-estadual-Dani-Monteiro-Psol-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/10-Presidente-da-CDHC-da-Alerj-deputada-estadual-Dani-Monteiro-Psol-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/10-Presidente-da-CDHC-da-Alerj-deputada-estadual-Dani-Monteiro-Psol-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-87304" class="wp-caption-text">Rio de Janeiro (RJ) 25/06/2024 – Presidente da CDHC da Alerj, deputada estadual Dani Monteiro (Psol), disse que muitos ofícios foram enviados a órgãos públicos para monitoramento de ações de segurança, mas apenas uma pequena parcela deu retorno Foto-arquivo: Fernando Frazão/Agência Brasil &#8211; Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3><strong>Sistema prisional é foco recorrente de denúncias</strong></h3>
<p>Assim como em anos anteriores, o sistema prisional fluminense concentra a maior parte das violações analisadas. A maioria das vítimas é formada por homens entre 25 e 29 anos, faixa marcada por baixa proteção social e alto grau de exposição à violência institucional.</p>
<p>Em relação aos violadores, pessoas físicas lideram as denúncias, seguidas por agentes do governo estadual, especialmente em contextos de custódia ou operações de segurança.</p>
<h3><strong>Silêncio institucional e falta de transparência</strong></h3>
<p>A presidente da CDHC, deputada estadual Dani Monteiro (Psol), reforça que um dos maiores entraves ao trabalho da comissão é a ausência de respostas dos órgãos públicos. Segundo ela, dezenas de ofícios foram encaminhados ao longo do ano para acompanhar operações policiais e monitorar ações estatais, mas apenas uma pequena parcela recebeu retorno — e muitas vezes de forma insuficiente.</p>
<p>“Uma das faces mais vergonhosas do silêncio institucional é a falta de respostas aos nossos ofícios. Mas nós não vamos silenciar. Seguiremos registrando, acompanhando e fiscalizando, pois fiscalizar é proteger vidas”, afirmou a parlamentar.</p>
<p>Para Dani, a limitação compromete o controle público e atrapalha a construção de políticas que garantam segurança e dignidade para moradores de favelas e periferias.</p>
<h3><strong>“Não são números, são vidas”</strong></h3>
<p>A deputada destaca ainda que o relatório não deve ser lido apenas como uma coleção de indicadores, mas como um retrato real das pessoas que enfrentam, diariamente, negligência do Estado e violência institucional.</p>
<p>“O relatório de 2025 reafirma a presença cotidiana da violência de Estado, a sobrecarga dos serviços essenciais, a fragilidade das políticas sociais e o impacto desproporcional sobre pessoas negras, jovens e moradores de territórios vulnerabilizados”, conclui.</p>
<p>O documento completo será encaminhado a órgãos públicos estaduais e federais, além de organizações da sociedade civil, para subsidiar políticas de enfrentamento às desigualdades e de proteção aos direitos humanos no Rio de Janeiro.</p>
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		<title>Tiroteios nas grandes metrópoles brasileiras ultrapassam 6 mil registros em 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tiroteios-nas-grandes-metropoles-brasileiras-ultrapassam-6-mil-registros-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 19:08:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Arma de Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[forças policiais]]></category>
		<category><![CDATA[instituto fogo cruzado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Região Metropolitana]]></category>
		<category><![CDATA[Tiroteio]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2024, as regiões metropolitanas de Rio de Janeiro, Recife, Belém e Salvador registraram um total de 6.769 tiroteios, resultando em 5.936 pessoas baleadas, das quais 4.104 morreram e 1.832 ficaram feridas. Os dados são do relatório anual do Instituto Fogo Cruzado, que revela que quase um terço desses confrontos (29%) ocorreram durante operações policiais. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2024, as regiões metropolitanas de Rio de Janeiro, Recife, Belém e Salvador registraram um total de 6.769 tiroteios, resultando em 5.936 pessoas baleadas, das quais 4.104 morreram e 1.832 ficaram feridas. Os dados são do relatório anual do Instituto Fogo Cruzado, que revela que quase um terço desses confrontos (29%) ocorreram durante operações policiais.</p>
<p>O levantamento aponta padrões comuns e diferenças regionais no uso da força letal pelo Estado, além de expor a dimensão dos conflitos entre grupos armados nos grandes centros urbanos do Brasil. Segundo a diretora-executiva do Instituto Fogo Cruzado, Cecília Olliveira, a persistência da violência armada é preocupante, especialmente para crianças, adolescentes e comunidades vulneráveis. “A flexibilização do acesso às armas, sem fiscalização adequada, aliada a uma política de segurança focada no confronto, perpetua esse ciclo de violência”, alerta.</p>
<p>A pesquisa reforça essa preocupação ao destacar que, entre 2017 e 2023, o número de armas registradas no Brasil cresceu 227%, totalizando aproximadamente 4,8 milhões de armas em posse da população civil. Outro dado alarmante aponta que, entre 2015 e 2024, 51 mil pessoas morreram em confrontos com forças de segurança.</p>
<h3><strong>Destaques Regionais da Violência Armada</strong></h3>
<h4><strong>Rio de Janeiro</strong></h4>
<p>O estado registrou 2.532 tiroteios em 2024, com uma média de sete ocorrências diárias. Apesar de ser o menor índice desde o início da série histórica, em 2017, o ano registrou a maior proporção de confrontos envolvendo forças policiais: 36% do total. O impacto foi sentido em 1.968 unidades de ensino e 1.136 unidades de saúde. Além disso, o número de crianças baleadas atingiu um recorde, com 26 vítimas de até 11 anos de idade.</p>
<h4><strong>Pernambuco</strong></h4>
<p>A Região Metropolitana do Recife teve uma redução de 4% no número de tiroteios em relação a 2023, passando de 1.827 para 1.748. No entanto, o estado continua com os índices mais alarmantes do estudo: 97% dos disparos resultaram em vítimas, a maior taxa entre as metrópoles analisadas. O ano de 2024 também marcou um triste recorde no número de crianças e adolescentes baleados: 147 vítimas, com 101 mortes. Desde 2019, já são 735 casos envolvendo jovens de até 17 anos.</p>
<h4><strong>Bahia</strong></h4>
<p>Salvador e região metropolitana registraram 1.795 tiroteios em 2024, praticamente mantendo o patamar do ano anterior. A Bahia teve uma média de cinco tiroteios diários, sendo que 38% ocorreram durante operações policiais. O estado também apresentou números expressivos de chacinas: foram 27 episódios, com 92 mortos. Apesar de representar uma queda em relação a 2023 (quando ocorreram 48 chacinas e 190 vítimas fatais), a polícia seguiu responsável por mais da metade dessas execuções em 2024.</p>
<h4><strong>Pará</strong></h4>
<p>Com 694 tiroteios registrados na Grande Belém, o estado apresentou a maior participação de forças policiais nos confrontos, com 42% dos casos. Das 686 vítimas baleadas, 96 foram atingidas em ataques armados e apenas duas ficaram feridas por balas perdidas. O Pará superou Rio de Janeiro e Bahia na proporção de operações policiais envolvidas nos conflitos armados.</p>
<h3><strong>Chamado para Medidas Urgentes</strong></h3>
<p>Diante do cenário alarmante, o Instituto Fogo Cruzado reforça a necessidade de políticas públicas mais eficazes e baseadas em dados. “Há oito anos, divulgamos números que refletem a dor das famílias e o medo da população. No entanto, as estratégias de segurança continuam repetitivas e ineficazes. Precisamos de planejamento, metas claras e controle rigoroso das armas”, afirma Cecília Olliveira.</p>
<p>A violência armada segue como uma das principais preocupações dos brasileiros, superando temas como saúde e educação. O relatório enfatiza a urgência de reavaliar as abordagens de segurança pública, priorizando inteligência e prevenção para romper o ciclo de violência nas grandes cidades do país.</p>
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		<title>Brasil apresenta pedido oficial de desculpas pela escravização de pessoas negras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-apresenta-pedido-oficial-de-desculpas-pela-escravizacao-de-pessoas-negras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 23:31:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[escravização]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[pedido de desculpas]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro, representado pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, fez um pedido público de desculpas à população negra nesta quinta-feira (21), reconhecendo oficialmente a escravização de pessoas negras e seus impactos históricos e sociais. A declaração foi feita durante um evento em Brasília e marca um passo significativo no reconhecimento das injustiças históricas e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro, representado pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, fez um pedido público de desculpas à população negra nesta quinta-feira (21), reconhecendo oficialmente a escravização de pessoas negras e seus impactos históricos e sociais. A declaração foi feita durante um evento em Brasília e marca um passo significativo no reconhecimento das injustiças históricas e no fortalecimento do combate à discriminação racial.</p>
<h3><strong>Declaração oficial</strong></h3>
<p>Na mensagem lida por Jorge Messias, o governo assumiu a responsabilidade histórica e ressaltou o compromisso com políticas públicas voltadas à igualdade racial:</p>
<blockquote><p>“A União manifesta publicamente o pedido de desculpas pela escravização das pessoas negras, bem como de seus efeitos. Reconhece que é necessário envidar esforços para combater a discriminação racial e promover a emancipação das pessoas negras brasileiras.”</p></blockquote>
<p>A declaração também enfatizou o compromisso do Estado em criar políticas que promovam igualdade e reparação.</p>
<h3><strong>Discursos de destaque</strong></h3>
<p>A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, destacou a relevância da luta histórica da população negra e o impacto duradouro da escravidão.</p>
<blockquote><p>“Essa memória de mais de 300 anos de escravatura não acaba no 13 de maio, porque o 14 de maio começa com o total abandono da população negra no país”, afirmou.</p></blockquote>
<p>A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, também fez um discurso emocionado, lembrando a luta contra o racismo e citando a condenação dos assassinos de sua irmã, a vereadora Marielle Franco, como um marco de justiça em 2024.</p>
<blockquote><p>“Não é normal, a cada dia e em cada instante, termos que lidar com essas mazelas e essas dores. É fundamental que avancemos em ações concretas.”</p></blockquote>
<h3><strong>Impacto e simbolismo</strong></h3>
<p>O pedido de desculpas oficial reflete um esforço do governo em reparar simbolicamente as injustiças do passado e reafirmar o compromisso com a equidade racial. O gesto é visto como uma vitória para os movimentos negros, que há décadas lutam por reconhecimento e igualdade de direitos no Brasil.</p>
<p>O evento reforçou a necessidade de ações concretas para combater o racismo estrutural, promover a inclusão social e garantir a dignidade para a população negra brasileira, ainda marcada por desigualdades históricas.</p>
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		<title>Cármen Lúcia defende resistência a retrocessos durante lançamento de livro sobre direitos humanos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/carmen-lucia-defende-resistencia-a-retrocessos-durante-lancamento-de-livro-sobre-direitos-humanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 23:27:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Cármen Lúcia]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[No lançamento do livro *Direito de/para todos*, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia enfatizou a necessidade de resistir a tendências autoritárias e retrocessos na sociedade brasileira. O evento ocorreu nesta segunda-feira (2) na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro. A obra, que aborda os 30 artigos da Declaração Universal dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No lançamento do livro *Direito de/para todos*, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia enfatizou a necessidade de resistir a tendências autoritárias e retrocessos na sociedade brasileira. O evento ocorreu nesta segunda-feira (2) na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro. A obra, que aborda os 30 artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, busca promover uma reflexão sobre a importância de manter o compromisso com os valores de liberdade, igualdade e dignidade.</p>
<p>Cármen Lúcia, que também preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), destacou em sua fala que a compreensão das leis e do histórico de sua criação é essencial para impedir o retrocesso nos direitos civis. Segundo a ministra, a reflexão constante sobre esses princípios é vital para prevenir o surgimento de autocracias e ditaduras.</p>
<p>O livro, ilustrado com obras do renomado artista plástico Candido Portinari, traz uma análise histórica sobre a criação da Organização das Nações Unidas (ONU) e a elaboração da Declaração Universal dos Direitos Humanos em 1948. Cármen Lúcia espera que a obra inspire uma apreciação renovada pelos direitos humanos e pela Constituição Brasileira, reforçando a importância de garantir esses direitos na vida cotidiana dos cidadãos.</p>
<p>Além do lançamento do livro, a ministra participou das gravações do programa *Trilha de Letras*, da TV Brasil, na biblioteca do Consulado geral da França no Rio de Janeiro. O episódio, apresentado por Eliana Alves Cruz, será transmitido na quarta-feira, 11 de setembro.</p>
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