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	<title>Diplomacia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Diplomacia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil responde à Nicarágua e expulsa embaixadora em ato de reciprocidade</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-responde-a-nicaragua-e-expulsa-embaixadora-em-ato-de-reciprocidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 01:56:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro decidiu expulsar a chefe da Embaixada da Nicarágua no Brasil, Fulvia Patricia Castro Matus, em resposta à expulsão do embaixador do Brasil em Manágua, Breno Dias da Costa, pelo governo de Daniel Ortega. A medida foi tomada com base no princípio da reciprocidade, conforme informou o Itamaraty nesta quinta-feira (8). A expulsão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro decidiu expulsar a chefe da Embaixada da Nicarágua no Brasil, Fulvia Patricia Castro Matus, em resposta à expulsão do embaixador do Brasil em Manágua, Breno Dias da Costa, pelo governo de Daniel Ortega. A medida foi tomada com base no princípio da reciprocidade, conforme informou o Itamaraty nesta quinta-feira (8). A expulsão de Costa ocorreu após ele não comparecer ao aniversário de 45 anos da Revolução Sandinista, em 19 de julho, o que irritou o governo nicaraguense.</p>
<p>O Itamaraty reforçou que, apesar do gesto político, as relações diplomáticas entre os dois países não foram rompidas. Todos os serviços consulares prestados aos brasileiros que vivem na Nicarágua, estimados em cerca de 180 pessoas, serão mantidos. Na prática, a expulsão dos embaixadores reduz o nível de representação diplomática entre os países, um sinal claro de insatisfação nas relações internacionais.</p>
<p>A tensão entre Brasil e Nicarágua já vinha se intensificando desde que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tentou intermediar, a pedido do papa Francisco, a libertação de Rolando Álvarez, bispo católico preso pelo governo de Ortega. Apesar dos esforços diplomáticos de Lula, Ortega não respondeu aos pedidos de diálogo, agravando o desgaste nas relações bilaterais.</p>
<p>A Nicarágua tem enfrentado críticas internacionais e sanções econômicas, especialmente dos Estados Unidos, devido à repressão do governo Ortega contra a oposição e à perseguição de críticos, que resultaram em prisões arbitrárias. De acordo com a Anistia Internacional, pelo menos 119 pessoas estão detidas injustamente, incluindo o bispo Álvarez, condenado a 26 anos de prisão.</p>
<p>Esse episódio marca um novo capítulo nas já frágeis relações diplomáticas entre Brasil e Nicarágua, destacando as crescentes tensões internacionais envolvendo o governo de Daniel Ortega.</p>
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		<title>Nova lei de imigração transforma realidade na fronteira EUA-México</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/nova-lei-de-imigracao-transforma-realidade-na-fronteira-eua-mexico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 13:24:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Deportação]]></category>
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					<description><![CDATA[Jessica León, imigrante do Equador solicitando asilo, escalou um muro fronteiriço na terça-feira (4) com sua filha de três anos, chegando a San Diego, Califórnia, poucas horas antes de uma nova proibição a pedidos de asilo entrar em vigor. Ela e outros imigrantes da Guatemala, Colômbia e Vietnã escalaram o muro e, em seguida, se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jessica León, imigrante do Equador solicitando asilo, escalou um muro fronteiriço na terça-feira (4) com sua filha de três anos, chegando a San Diego, Califórnia, poucas horas antes de uma nova proibição a pedidos de asilo entrar em vigor.</p>
<p>Ela e outros imigrantes da Guatemala, Colômbia e Vietnã escalaram o muro e, em seguida, se entregaram aos agentes de fronteira dos EUA. Eles foram orientados a se dirigir a um local conhecido como Whiskey 8 – uma faixa empoeirada de território norte-americano entre dois muros de fronteira, um dividindo os EUA do México e o segundo, um obstáculo mais imponente, alguns metros ao norte.</p>
<p>O local de detenção a céu aberto tornou-se símbolo de um processo de asilo caótico nos EUA que, segundo o presidente Joe Biden, precisa urgentemente de reforma. Em um abrangente decreto anunciado na terça-feira, Biden implementou uma proibição a pedidos de asilo, permitindo que as autoridades de imigração dos EUA deportem rapidamente imigrantes que cruzarem ilegalmente a fronteira para seus países de origem ou de volta para o México.</p>
<p>Ativistas de imigração criticaram a decisão de Biden, afirmando que ela reflete as ações duras de seu antecessor, o ex-presidente Donald Trump. Ambos se enfrentarão novamente na eleição presidencial de 5 de novembro.</p>
<p>A União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU) anunciou que planeja entrar com um processo contra as medidas de Biden.</p>
<p>Jessica León e sua filha chegaram apenas horas antes da política entrar em vigor, à meia-noite no horário da costa leste dos EUA (20h de terça em Brasília).</p>
<p>Alguns imigrantes requerentes de asilo chegaram sozinhos ao Whiskey 8. Outros, detidos pela Patrulha de Fronteira em outros lugares entre os dois muros, foram levados ao local ou orientados a andar até lá para posterior processamento.</p>
<p>Ainda não se sabe ao certo por quanto tempo a rotina no Whiskey 8 continuará. Trabalhadores humanitários relataram que um grupo de 85 imigrantes se reuniu no local na manhã de ontem, apesar da proibição ter entrado em vigor.</p>
<p>Imigrantes que se inscreverem para um posto de entrada legal por meio de um aplicativo governamental no celular ainda poderão entrar, como muitos que estavam na fila em Tijuana, México, esperando para cruzar a fronteira na terça-feira.</p>
<p><strong>Completamente sozinha</strong></p>
<p>Tendo gasto seus últimos US$ 3 mil em uma jornada de um mês por terra do Equador, León, uma faxineira de 28 anos, disse que deseja uma vida melhor para sua filha.</p>
<p>“Estou completamente sozinha com ela”, afirmou, olhando para a filha e chorando durante uma breve entrevista conduzida entre os pilares de uma cerca fronteiriça com nove metros de altura.</p>
<p>No Whiskey 8, as pessoas têm acesso a trabalhadores humanitários, advogados de imigração e jornalistas que podem se reunir do outro lado. Os pilares do muro são espaçados o suficiente para que se possa conversar, entregar comida e água ou carregar o celular, mas próximos demais para um ser humano passar entre eles.</p>
<p>Questionada sobre por que deixou sua casa na cidade andina de Cuenca, León mencionou o clima criminoso: &#8220;eles matam, eles roubam, eles extorquem&#8221;.</p>
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		<title>Putin inicia novo mandato em cerimônia boicotada pelos EUA</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/putin-inicia-novo-mandato-em-cerimonia-boicotada-pelos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2024 14:06:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente russo, Vladimir Putin, assumiu oficialmente um novo mandato de seis anos nesta terça-feira (7), em uma cerimônia realizada no Kremlin que contou com o boicote dos Estados Unidos e de outras nações ocidentais. Putin, que está no poder como presidente ou primeiro-ministro desde 1999, inicia este novo período após ter enviado tropas para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente russo, Vladimir Putin, assumiu oficialmente um novo mandato de seis anos nesta terça-feira (7), em uma cerimônia realizada no Kremlin que contou com o boicote dos Estados Unidos e de outras nações ocidentais. Putin, que está no poder como presidente ou primeiro-ministro desde 1999, inicia este novo período após ter enviado tropas para a Ucrânia há mais de dois anos, desencadeando tensões com o Ocidente.</p>
<p>Aos 71 anos, Putin mantém uma posição dominante na política russa. Internacionalmente, ele está envolvido em um confronto com países ocidentais, alegando que a Ucrânia é usada para enfraquecer e desmembrar a Rússia.</p>
<p>Após assumir o novo mandato, Putin declarou à elite política russa que não estava encerrando o diálogo com o Ocidente, mas que este deveria fazer sua escolha sobre como se envolver com a Rússia. Ele também indicou que discussões sobre estabilidade nuclear com o Ocidente seriam possíveis, mas apenas em termos de igualdade.</p>
<p>Putin obteve uma vitória esmagadora em uma eleição altamente controlada em março, da qual dois candidatos anti-guerra foram excluídos por razões técnicas. Seu oponente mais proeminente, Alexei Navalny, faleceu repentinamente na prisão um mês antes da eleição, enquanto outros críticos importantes estão detidos ou forçados ao exílio.</p>
<p>Além dos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e muitas nações da União Europeia também boicotaram a cerimônia de posse. No entanto, a França optou por enviar seu embaixador.</p>
<p>A Ucrânia criticou a cerimônia, afirmando que ela buscava criar a &#8220;ilusão de legitimidade para a permanência quase vitalícia no poder de uma pessoa que transformou a Federação Russa em um Estado agressor e o regime governante em uma ditadura&#8221;.</p>
<p>Um aliado próximo de Putin, Sergei Chemezov, destacou que Putin trouxe estabilidade para a Rússia, uma característica que até mesmo seus críticos deveriam reconhecer. Chemezov afirmou que Putin continuará liderando a Rússia, apesar das possíveis objeções do Ocidente, enfatizando que Putin representa a estabilidade para o país.</p>
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		<title>Conflito persiste em Gaza apesar de apelo da ONU por trégua imediata</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/conflito-persiste-em-gaza-apesar-de-apelo-da-onu-por-tregua-imediata/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 14:38:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
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					<description><![CDATA[Os confrontos entre Israel e o grupo Hamas continuaram na Faixa de Gaza nesta terça-feira (26), apesar do Conselho de Segurança da ONU ter exigido uma cessação imediata das hostilidades. O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, relatou 70 mortes durante a noite, incluindo 13 em ataques aéreos perto da cidade de Rafah, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os confrontos entre Israel e o grupo Hamas continuaram na Faixa de Gaza nesta terça-feira (26), apesar do Conselho de Segurança da ONU ter exigido uma cessação imediata das hostilidades.</p>
<p>O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, relatou 70 mortes durante a noite, incluindo 13 em ataques aéreos perto da cidade de Rafah, no extremo sul do enclave, onde cerca de 1,5 milhão de palestinos buscaram refúgio.</p>
<p>As Forças de Defesa de Israel alertaram para vários incidentes próximos a Gaza devido ao lançamento de foguetes por militantes palestinos.</p>
<p><strong>Cessação das Hostilidades</strong></p>
<p>Na segunda-feira (25), o Conselho de Segurança da ONU votou a favor de uma cessação imediata das hostilidades em Gaza pela primeira vez desde o início do conflito entre Israel e o Hamas. Os Estados Unidos, que anteriormente ameaçaram vetar a resolução, abstiveram-se, resultando em um isolamento diplomático considerável para Israel.</p>
<p>A resolução enfatiza a necessidade urgente de aumentar a assistência humanitária a Gaza e proteger os civis, dada a alta cifra de mortes civis e os alertas da ONU sobre a fome.</p>
<p>A votação marca um confronto notável entre o presidente dos EUA, Joe Biden, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. Os EUA haviam vetado anteriormente três resoluções semelhantes.</p>
<p>O Hamas recebeu positivamente a resolução e expressou disposição para uma troca imediata de prisioneiros com Israel. Este desenvolvimento alimenta esperanças de progresso nas negociações em Doha, onde autoridades dos EUA, Egito e Catar buscam mediar um acordo que incluiria a libertação de reféns e uma trégua inicial de seis semanas.</p>
<p><strong>Ruptura Diplomática</strong></p>
<p>A abstenção dos EUA reflete uma crescente frustração com o governo de Netanyahu. A decisão marca uma mudança significativa na relação entre os dois países.</p>
<p>Netanyahu cancelou a visita de ministros israelenses à Casa Branca em resposta à abstenção dos EUA na votação. A Casa Branca expressou desapontamento com a decisão.</p>
<p>Apesar dos obstáculos, a aprovação da resolução pelo Conselho de Segurança da ONU representa uma unidade internacional há muito esperada em relação a Gaza, diante da crescente crise humanitária na região.</p>
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		<title>Lula no Egito: Conselho de Segurança deve promover paz, não guerras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-no-egito-conselho-de-seguranca-deve-promover-paz-nao-guerras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 15:31:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante sua visita ao Cairo, afirmou nesta quinta-feira (15) que os membros do Conselho de Segurança da ONU devem ser promotores da paz, não instigadores de conflitos. Lula reiterou a necessidade de reformas na governança global, destacando a inadequação do modelo atual criado após a Segunda Guerra Mundial. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante sua visita ao Cairo, afirmou nesta quinta-feira (15) que os membros do Conselho de Segurança da ONU devem ser promotores da paz, não instigadores de conflitos. Lula reiterou a necessidade de reformas na governança global, destacando a inadequação do modelo atual criado após a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Defendendo uma representação mais equitativa de países emergentes, especialmente da África e América Latina, no Conselho de Segurança, Lula criticou o atual formato, no qual apenas Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido têm poder de veto. Ele enfatizou que mudanças são essenciais para evitar a repetição de guerras não autorizadas pelo Conselho, citando exemplos como a invasão ao Iraque e a ação na Ucrânia pela Rússia.</p>
<p>Sobre o conflito recente entre Israel e o grupo palestino Hamas, Lula expressou sua preocupação com a falta de poder da ONU para evitar tais guerras. Ele destacou que o Brasil condenou o ataque do Hamas a Israel, classificando-o como terrorista, mas também criticou as ações de Israel, especialmente os impactos sobre civis, defendendo um cessar-fogo imediato e a criação de um Estado Palestino.</p>
<p>O presidente brasileiro ressaltou que Israel tem a &#8220;primazia de não cumprir&#8221; as decisões da ONU, questionando a eficácia da organização em antecipar conflitos. Ele reiterou o compromisso do Brasil em buscar mudanças nos órgãos de governança global e agradeceu ao presidente egípcio por colaborar na retirada de brasileiros da Faixa de Gaza.</p>
<p>Lula está em uma missão que inclui reuniões com líderes egípcios e participação na Cúpula de Chefes de Estado e Governo da União Africana na Etiópia, onde discutirá questões de governança internacional. O presidente brasileiro busca promover debates sobre o papel das instâncias internacionais e enfatiza a importância de uma representação mais justa no cenário global.</p>
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		<title>Lula chega à Arábia Saudita para impulsionar investimentos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-chega-a-arabia-saudita-para-impulsionar-investimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 14:13:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta terça-feira (28), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou em Riade, capital da Arábia Saudita, para uma reunião com o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, que exerce as funções de chefe de Estado. Lula também está programado para se encontrar com empresários brasileiros e sauditas. Ao chegar ao país, Lula destacou nas redes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta terça-feira (28), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou em Riade, capital da Arábia Saudita, para uma reunião com o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, que exerce as funções de chefe de Estado. Lula também está programado para se encontrar com empresários brasileiros e sauditas.</p>
<p>Ao chegar ao país, Lula destacou nas redes sociais: &#8220;Vamos apresentar projetos de investimento no Brasil e fortalecer as relações comerciais e de parceria entre nossos países nos setores de energia, agricultura e indústria. Também apresentaremos os projetos do Novo PAC para investimentos em infraestrutura&#8221;.</p>
<p>A agenda com o príncipe herdeiro está marcada para a tarde de hoje, com uma reunião ampliada que contará com a participação de ministros e um encontro privado entre os dois líderes. Amanhã (29), Lula participará de dois eventos empresariais, um promovido pela empresa brasileira Embraer e outro pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).</p>
<p>A expectativa é que haja um aumento nos investimentos sauditas no Brasil nos próximos anos. Segundo o Itamaraty, em outubro de 2019, foi anunciada a intenção de investir cerca de US$ 10 bilhões, parte dos quais já está em processo de aplicação.</p>
<p>Após os eventos em Riade, Lula seguirá para Doha, no Catar, onde aproveitará para fortalecer e diversificar as relações bilaterais com líderes políticos e empresariais. Além disso, o ex-presidente abordará a questão do conflito entre Israel e o grupo político-militar palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza. O Catar desempenha um papel de interlocutor junto ao Hamas nas negociações sobre o conflito.</p>
<p>As atividades no Catar estão programadas para quinta-feira (30). Em seguida, após a visita ao Oriente Médio, a comitiva presidencial seguirá para Dubai, nos Emirados Árabes, para participar da 28ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 28).</p>
<p>A COP 28 terá como objetivo fazer um balanço da implementação do Acordo de Paris, estabelecido na COP 21 em 2015. O Brasil deverá reiterar o compromisso de manter o aumento da temperatura média global em 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, além de pleitear recursos para reparação e uma transição justa para os países em desenvolvimento.</p>
<p>Apesar de a conferência sobre o clima se estender até 12 de dezembro, a previsão é que Lula deixe os Emirados Árabes em 2 de dezembro. Posteriormente, o ex-presidente e parte de sua comitiva seguirão para a Alemanha, onde Lula se reunirá com o presidente Frank-Walter Steinmeier e o primeiro-ministro Olaf Scholz. A Alemanha é um defensor da assinatura do acordo Mercosul-União Europeia e representa a oitava maior fonte de investimentos no Brasil.</p>
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		<title>Lula diz que não precisa gostar de presidentes dos países vizinhos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-diz-que-nao-precisa-gostar-de-presidentes-dos-paises-vizinhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 23:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta terça-feira (22) que outros presidentes não precisam ser amigos dele, mas que é possível chegar a um acordo.  “Eu não tenho que gostar do presidente do Chile, da Argentina, da Venezuela. Ele não tem que ser meu amigo. Ele tem que ser presidente do país dele, eu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta terça-feira (22) que outros presidentes não precisam ser amigos dele, mas que é possível chegar a um acordo. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<blockquote><p>“Eu não tenho que gostar do presidente do Chile, da Argentina, da Venezuela. Ele não tem que ser meu amigo. Ele tem que ser presidente do país dele, eu tenho que ser presidente do meu país. Nós temos que ter políticas de Estado brasileiro e ele, do Estado dele. Nós temos que sentar á mesa, cada um defendendo os seus interesses. Como não pode ter supremacia de um sobre o outro, a gente tem que chegar a um acordo. Essa é a arte da democracia: a gente ter que chegar a um acordo”, defende Lula.</p></blockquote>
<p>A declaração foi dada no Palácio Itamaraty, em Brasília, em discurso na cerimônia de formatura de diplomatas brasileiros no Instituto Rio Branco, escola diplomática do Ministério das Relações Exteriores (MRE).</p>
<p>No discurso, Lula disse que aos chefes de Estado de países da América do Sul aconselharia que, em vez de reclamarem dos problemas políticos, devem tentar resolvê-los com diálogo e aprender a conviver com as diferenças. “Temos que ser inteligentes e tentar resolver, tentar conversar, tentar fazer com que as pessoas aprendam a conviver democraticamente na adversidade, chegar a um acordo.” O presidente valorizou a capacidade de negociação e convencimento, e em alguns momentos, a de ceder nas relações para chegar a um acordo..</p>
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<figure id="attachment_70971" aria-describedby="caption-attachment-70971" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/13-Presidente-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-participa-da-Cerimonia-de-formatura-de-diplomatas-do-Instituto-Rio-Branco-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-70971" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/13-Presidente-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-participa-da-Cerimonia-de-formatura-de-diplomatas-do-Instituto-Rio-Branco-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Presidente Luiz Inácio Lula Da Silva Participa Da Cerimônia De Formatura De Diplomatas Do Instituto Rio Branco - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/13-Presidente-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-participa-da-Cerimonia-de-formatura-de-diplomatas-do-Instituto-Rio-Branco-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/13-Presidente-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-participa-da-Cerimonia-de-formatura-de-diplomatas-do-Instituto-Rio-Branco-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/13-Presidente-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-participa-da-Cerimonia-de-formatura-de-diplomatas-do-Instituto-Rio-Branco-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70971" class="wp-caption-text">Presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa da Cerimônia de formatura de diplomatas do Instituto Rio Branco &#8211; José Cruz/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Ainda sobre a América do Sul, o presidente Lula lembrou da criação do Mercosul, em 1985, pelos presidentes do Brasil, José Sarney, e da Argentina, Raúl Alfonsín, para fortalecimento do comércio na América do Sul. E ainda apontou outro feito que considera importante para o continente: a criação da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), em 2008, em um momento da história em que os países estavam irmanados.</p>
<p>Lula considera que, em um período de 16 anos, a região viveu seu melhor momento. Mesmo que os países sul-americanos pensassem política e ideologicamente de formas distintas, o presidente entende que havia uma união regional. “Éramos irmanados porque, em um determinado momento da nossa história, o povo elegeu um agrupamento de dirigentes que tinha noção de que era preciso que a gente construísse um grupo, um conjunto de países que resolvesse se fortalecer para negociar com aqueles que eram mais fortes do que nós”, citando os Estados Unidos, a China, a União europeia e o Japão.</p>
<p>Após dois dias da vitória de Javier Milei  nas eleições presidenciais da Argentina, Lula mencionou a relação que o Brasil tem com o país vizinho, desde o primeiro ano como mandatário do Brasil.</p>
<blockquote><p>“A gente fazia muita reunião com a Argentina, porque a Argentina é um país parceiro. O Brasil tem uma relação extraordinária com a Argentina, que foi o primeiro país que eu visitei para dar uma demonstração, em 2003, de que a gente ia ter uma forte política para América do Sul”, relembrou Lula.</p></blockquote>
<h2>Brasil mais altivo</h2>
<p>Aos formandos, Lula defendeu que o Brasil precisa de uma política externa mais ativa e mais altiva e confessou que tem orgulho da diplomacia brasileira.</p>
<p>Lula fez referência também às acusações de que o Brasil teria complexo de vira-lata, de não ter alta autoestima; não defender o que acredita e que se subordinaria a vontades de países tidos como mais importantes.</p>
<p>“Me baixou uma coisa que acho que tem que nortear vocês. É não esquecer o que vocês são, não esquecer o que vocês querem. Porque a gente não compra nem honra nem caráter em shopping. A gente traz de família, a gente traz de berço”, aconselhou o presidente que chorou ao falar aos novos diplomatas.</p>
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		<title>Lula e papa Francisco se encontram no Vaticano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-e-papa-francisco-se-encontram-no-vaticano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 15:43:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Combate À Fome]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula sobre o Novo Pacto Global de Financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra na Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Francisco]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o papa Francisco se encontraram, nesta quarta-feira (21), no Vaticano. Em publicação nas redes sociais, Lula agradeceu ao pontífice pela “boa conversa sobre a paz no mundo”. A visita faz parte da agenda que Lula cumpre na Europa, nessa semana, quando passará por Itália e França. Antes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o papa Francisco se encontraram, nesta quarta-feira (21), no Vaticano. Em publicação nas redes sociais, Lula agradeceu ao pontífice pela “boa conversa sobre a paz no mundo”. A visita faz parte da agenda que Lula cumpre na Europa, nessa semana, quando passará por Itália e França.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Antes da viagem, o presidente afirmou que conversaria com o papa sobre soluções para a guerra na Ucrânia e o combate às desigualdades sociais e econômicas no mundo. Lula disse ainda que convidaria Francisco a participar do Círio de Nazaré, uma das principais festas religiosas do país realizada anualmente em outubro, em Belém (PA).</p>
<p>Na agenda do presidente, após o encontro com o papa, há uma audiência com o arcebispo Edgar Peña Parra, da Secretaria de Estado do Vaticano.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Agradeço o Papa Francisco pela audiência no Vaticano e a boa conversa sobre a paz no mundo.</p>
<p>📸: <a href="https://twitter.com/ricardostuckert?ref_src=twsrc%5Etfw">@ricardostuckert</a> <a href="https://t.co/2opMQbxXxv">pic.twitter.com/2opMQbxXxv</a></p>
<p>&mdash; Lula (@LulaOficial) <a href="https://twitter.com/LulaOficial/status/1671517408698220544?ref_src=twsrc%5Etfw">June 21, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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<h2>Agenda na Itália</h2>
<p>Mais cedo, Lula se encontrou com o presidente da Itália, Sergio Mattarella, e teve audiências com o ex-primeiro-ministro da Itália, Massimo D&#8217;Alema, e com a secretária-geral do Partido Democrático Italiano, Elly Schlein. Com Matarella, o presidente tratou do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, sobre a aproximação entre as universidades e a ampliação do intercâmbio comercial entre os dois países.</p>
<p>Também hoje, o presidente brasileiro terá encontros bilaterais com a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, e com o prefeito de Roma, Roberto Gualtieri.</p>
<p>O encontro com Gualtieri terá um caráter pessoal. O político foi uma das personalidades internacionais que visitou Lula durante o período em que o ex-presidente esteve preso em Curitiba (PR), de 2018 a 2019, no âmbito da Operação Lava Jato. Na época da visita, em julho de 2018, Gualtieri exercia mandato de eurodeputado pelo Partido Democrático Italiano.</p>
<p>Já sobre Giorgia Meloni, até a véspera da viagem, o encontro com a chefe de governo do país europeu não estava confirmado, de acordo com autoridades brasileiras. A reunião foi confirmada ontem pelo Itamaraty. Primeira mulher a ocupar o cargo, Meloni é líder do primeiro governo de extrema-direita no país em décadas.</p>
<p>Lula chegou a Roma na manhã de terça-feira (20) e o primeiro compromisso na capital italiana, ainda ontem, foi com o sociólogo Domenico de Masi, referência internacional em estudos sobre a sociologia do trabalho. Autor do livro <em>Ócio Criativo</em>, de Masi tornou-se famoso pelo conceito segundo o qual o ócio é um fator que estimula a criatividade pessoal.</p>
<p>Assim como Roberto Gualtieri, Domenico de Mais também visitou Lula na prisão em Curitiba. No encontro de ontem, os dois conversaram sobre o cenário político no Brasil e na Europa.</p>
<p>Amanhã (22), Lula embarca para Paris. Na capital francesa, ele participa da Cúpula sobre o Novo Pacto Global de Financiamento e terá encontro bilateral com o presidente da França, Emmanuel Macron.</p>
<p>Lula também fará o discurso de encerramento do evento Power Our Planet, a convite da banda Coldplay, na noite de quinta-feira (22). O evento será realizado no Campo de Marte, em frente à Torre Eiffel, e também terá as presenças de líderes do Timor Leste, Barbados, Gana e Quênia, além da prefeita de Paris, Ane Hidalgo.</p>
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		<title>Deixamos que ideologias nos dividissem, diz Lula entre líderes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/deixamos-que-ideologias-nos-dividissem-diz-lula-entre-lideres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 14:32:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Palácio Itamaraty]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao receber dez líderes sul-americanos no Palácio do Itamaraty, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (30) que a integração regional é essencial para o fortalecimento da unidade da América Latina e do Caribe. “Nossa América do Sul deixou de ser apenas uma referência geográfica e se tornou uma realidade política.” “Infelizmente, [&#8230;]]]></description>
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<p>Ao receber dez líderes sul-americanos no Palácio do Itamaraty, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (30) que a integração regional é essencial para o fortalecimento da unidade da América Latina e do Caribe. “Nossa América do Sul deixou de ser apenas uma referência geográfica e se tornou uma realidade política.”<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Infelizmente, esses avanços foram interrompidos nos últimos anos. No Brasil, um governo negacionista atentou contra os direitos da sua própria população, rompeu com os princípios que regem a nossa política externa e fechou as nossas portas a parceiros históricos.”</p>
<blockquote><p>“Essa postura foi decisiva para o descolamento do país de grandes temas que marcaram o cotidiano de nossos vizinhos. Deixamos que as ideologias nos dividissem, interrompemos os esforços de integração, abandonamos canais de diálogos e mecanismos de cooperação e, com isso, todos perdemos.”</p></blockquote>
<p>Lula disse ter firme convicção de que é preciso reavivar o compromisso com a integração sul-americana. &#8220;O que nos reúne hoje, em Brasília, é o sentimento de urgência de voltar a olhar coletivamente para a nossa região. A determinação de redefinir uma visão comum e relançar ações concretas para o desenvolvimento sustentável, a paz e o bem-estar das nossas populações.&#8221;</p>
<p>“Entendemos que a integração sul-americana é essencial para o fortalecimento da unidade da América Latina e do Caribe. Uma América do Sul forte, confiante e politicamente organizada amplia as possibilidades de afirmar, no plano internacional, uma verdadeira identidade latino-americana e caribenha.”</p>
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		<title>Viagem reforça papel de Brasil e China no cenário internacional</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/viagem-reforca-papel-de-brasil-e-china-no-cenario-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2023 00:04:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito Rússia e Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Xi Jinping]]></category>
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					<description><![CDATA[O balanço da viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China e aos Emirados Árabes pode ser feito sob vários aspectos. O viés comercial foi importante, com investimentos e acordos acertados, e isso era a parte mais fácil. Todos têm a ganhar. O presidente classificou a visita como &#8220;extraordinária&#8221;. Na China, os acordos somaram R$ [&#8230;]]]></description>
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<p>O balanço da viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China e aos Emirados Árabes pode ser feito sob vários aspectos. O viés comercial foi importante, com investimentos e acordos acertados, e isso era a parte mais fácil. Todos têm a ganhar.</p>
<p>O presidente classificou a visita como &#8220;extraordinária&#8221;. Na China, os acordos somaram R$ 50 bilhões e, nos Emirados Árabes, mais de R$ 12 bilhões. &#8220;E o que é mais importante do que a soma de dinheiro, é a possibilidade de novos acordos que podem ser feitos. Não apenas do ponto de vista comercial, mas do ponto de vista cultural, digital, educacional”, avaliou em coletiva de imprensa neste domingo (16), em Abu Dhabi.</p>
<p>Os termos assinados entre os dois países incluem acordos de cooperação espacial, em pesquisa e inovação, economia digital e combate à fome, intercâmbio de conteúdos de comunicação entre os dois países e facilitação de comércio.</p>
<h2>Diplomacia</h2>
<p>Outro aspecto da viagem diplomática diz respeito a esse começo de relação entre Lula e Xi Jinping, o líder chinês. Apesar de a relação ser entre governos, é inegável que uma certa simpatia mútua ajuda. E isso aconteceu. Além da conversa entre as duas delegações, teve outra, particular, entre ambos. O encontro privado, que era previsto na agenda para durar 15 minutos, durou bem mais de uma hora.</p>
<p>O mundo todo está curioso quanto aos frutos desse encontro, porque dois temas importantes dependem bastante de iniciativas do Brasil e da China. O primeiro deles é a guerra na Ucrânia. O segundo é o meio ambiente. São complexos, dependem de muita diplomacia, diálogo, e são urgentes.</p>
<p>No caso da guerra da Ucrânia, a posição de Lula é que é necessária a formação de um grupo de países neutros, que sejam respeitados por ambos os lados, para levar Rússia e Ucrânia para a mesa de negociações. E, de todos esses países, o mais importante é a China, porque, desde as sanções contra a sua economia, a Rússia passou a depender ainda mais dos chineses.</p>
<p>“A decisão da guerra foi tomada por dois países. E agora o que estamos tentando construir é um grupo de países que não tem envolvimento com a guerra, que não quer a guerra, que desejam construir paz no mundo, para conversarmos tanto com a Rússia quanto com a Ucrânia. Mas também temos que ter em conta que é preciso conversar com os Estados Unidos e com a União Europeia”, afirmou Lula. Ele disse ainda que pretende envolver países da América Latina.</p>
<p>Convencer a China a encabeçar esse grupo é também, de certa forma, assegurar que ela, que é a quarta maior produtora de armas do mundo, não venda material bélico para a Rússia. Caso isso ocorra, será muito difícil ver o fim dessa guerra que, além do enorme sofrimento produzido, tem causado efeitos muito ruins para a economia mundial.</p>
<p>Rússia e Ucrânia são grandes produtores agrícolas e a guerra está causando um aumento nos preços de muitos alimentos. Tem também a questão energética. Sem comprar o gás que vinha da Rússia, os países europeus estão gastando três vezes mais para importar o gás que tem que chegar de navio.</p>
<p>Se somado o custo de mandar armas e sustentar a enfraquecida economia ucraniana, esse gasto de dinheiro é insustentável para vários países europeus. Mas também não se pode exagerar nas expectativas de que a China possa resolver o problema.</p>
<h2>Esporte como exemplo</h2>
<p>A China, que teve uma extraordinária capacidade de crescer com taxas que causam admiração e inveja, aparenta poder de decisão. Entretanto, um assunto que o Brasil conhece muito bem mostra que, às vezes, querer não é poder. Estamos falando de futebol.</p>
<p>O líder chinês Xi Jinping destacou-se e cresceu por ter organizado com muito sucesso as Olimpíadas de Pequim em 2008. Entusiasmado com o poder do esporte, em termos de popularidade e influência na sociedade, ele decidiu apostar no futebol, que poderia render mais sucesso ainda.</p>
<p>Ele fez um planejamento para que o esporte recebesse investimentos para tornar a China uma potência mundial. Logo depois dos jogos olímpicos no Rio de Janeiro, em 2016, o mercado chinês se encheu de verbas milionárias e começou a importar jogadores. O plano era construir 70 mil campos de futebol e ter uma base de 50 milhões de chineses jogando bola. E mais: queriam sediar uma Copa e vencer o torneio até 2050.</p>
<p>Tanta ambição foi muito rapidamente derrotada pela dificuldade de se criar uma cultura de futebol, um esporte que, mais do que disciplina e ordem, demanda e depende de criatividade e liberdade. O resultado é que não só o sucesso não veio, mas o presidente da federação chinesa de futebol foi preso em fevereiro deste ano, e existem sérios problemas ligados à corrupção. O futebol dos homens é patético e apenas as mulheres mostraram um futebol razoável.</p>
<p>A bola do futebol chinês murchou. Esse pequeno exemplo mostra que talvez seja mais realista e necessária a união de vários países, cada um contribuindo um pouco, para a resolução dos complexos problemas mundiais. Cada vez mais fica difícil para qualquer superpotência impor sua vontade. Outros atores importantes pedem passagem no cenário internacional. Isso inclui o Brasil e, principalmente, a China.</p>
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