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	<title>Dilma Roussef &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Hospital das Clínicas da USP terá o primeiro hospital inteligente do SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 15:18:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde oficializou, nesta sexta-feira (14), o acordo para a implantação do primeiro hospital inteligente do Sistema Único de Saúde, que será instalado no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HC USP). A iniciativa marca um avanço inédito na modernização da estrutura hospitalar pública, incorporando tecnologias de alta precisão, inteligência artificial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde oficializou, nesta sexta-feira (14), o acordo para a implantação do primeiro hospital inteligente do Sistema Único de Saúde, que será instalado no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HC USP). A iniciativa marca um avanço inédito na modernização da estrutura hospitalar pública, incorporando tecnologias de alta precisão, inteligência artificial e sistemas integrados de resposta rápida em urgência e emergência.</p>
<p>O projeto inclui, além do Instituto Tecnológico de Emergência do HC, a criação de uma <strong>rede nacional de serviços de saúde de alta precisão</strong>, que irá contemplar <strong>14 novas UTIs distribuídas pelas cinco regiões do país</strong> e a modernização de centros de excelência no Rio de Janeiro e no Distrito Federal.</p>
<p>Avaliado em <strong>R$ 1,7 bilhão</strong>, o investimento está em fase final de aprovação junto ao Banco do BRICS, com o terreno cedido pelo estado de São Paulo e parceria direta da USP.</p>
<h3>Tecnologia para salvar vidas</h3>
<p>Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o hospital inteligente coloca o Brasil em posição de destaque na reorganização mundial da saúde.</p>
<p>“O país entra com força na era da medicina de precisão, apoiada por inteligência artificial e inovação tecnológica. Este é um marco para o SUS e para o protagonismo do Brasil no cenário internacional”, afirmou.</p>
<p>Idealizadora do projeto, a professora Ludhmila Hajjar, da Faculdade de Medicina da USP, destacou que o foco é transformar o atendimento ao paciente grave. Ela reforça que tecnologias capazes de reduzir tempo de diagnóstico e personalizar terapias representam um avanço direto na chance de sobrevivência nas emergências.</p>
<h3>Construção de uma rede inteligente</h3>
<p>A nova rede nacional integra o <strong>Programa Agora Tem Especialistas</strong>, que visa ampliar o acesso à atenção especializada. Desde março, o governo brasileiro vem apresentando o projeto ao Banco do BRICS. Em julho, o plano ganhou destaque durante reunião do bloco no Rio de Janeiro, e, em outubro, foi reforçado em agendas oficiais na China com instituições tecnológicas do país.</p>
<p>Com a visita técnica já realizada pelo banco ao local e a assinatura formal do acordo entre Ministério da Saúde, governo de São Paulo, USP e HC, o projeto entra em fase final de avaliação para liberação do financiamento.</p>
<p>O novo hospital inteligente promete inaugurar uma nova era na saúde pública brasileira, com respostas mais rápidas, diagnósticos mais eficientes e cuidado personalizado — um passo estratégico rumo a um SUS mais moderno, seguro e capaz de atender com excelência pacientes de alta complexidade.</p>
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		<title>Lula destaca viés social do Banco do Brics em posse de Dilma Rousseff</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Apr 2023 15:50:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brics]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
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		<category><![CDATA[Novo Banco de Desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Na posse de Dilma Rousseff como presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB na sigla em inglês), em Xangai, na China, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não poupou críticas ao modelo tradicional de financiamento de instituições financeiras internacionais. O NDB, também conhecido como Banco do Brics (bloco econômico composto por Brasil, Rússia, Índia, [&#8230;]]]></description>
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<p>Na posse de Dilma Rousseff como presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB na sigla em inglês), em Xangai, na China, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não poupou críticas ao modelo tradicional de financiamento de instituições financeiras internacionais. O NDB, também conhecido como Banco do Brics (bloco econômico composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), não tem a participação do Fundo Monetário Internacional (FMI) ou instituições financeiras de países de fora do grupo. Fato destacado por Lula.</p>
<p>“Pela primeira vez, um banco de desenvolvimento de alcance global é estabelecido sem a participação de países desenvolvidos em sua fase inicial. Livre, portanto, das amarras e condicionalidades impostas pelas instituições tradicionais às economias emergentes. E mais, com a possibilidade de financiamento de projetos em moeda local”.</p>
<p>Lula continuou exaltando o papel do banco como um instrumento de combate à desigualdade. Para ele, o NDB deve atender os mais afetados por questões climáticas e econômicas, ajudando-os em uma recuperação. “A mudança do clima, a pandemia e os conflitos armados impactam negativamente as populações mais vulneráveis. Muitos países em desenvolvimento acumulam dívidas impagáveis. É nesse contexto que a criação do NDB se impõe”.</p>
<p>Em uma solenidade recheada de deputados e ministros brasileiros, integrantes da comitiva de Lula nesta viagem à China, o presidente brasileiro não poupou críticas ao FMI, a quem acusou de “asfixiar” a Argentina. Para ele, os bancos devem ter “paciência” e ter em mente a palavra tolerância ao renovar seus acordos de financiamento.</p>
<p>“Nenhum governante pode trabalhar com uma faca na garganta porque está devendo”, disse. “Não cabe a um banco ficar asfixiando as economias dos países como está fazendo com a Argentina o Fundo Monetário Internacional”, completou.</p>
<p>Por fim, Lula fez um aceno à comunidade internacional. Em um tom mais abrangente, pediu mais generosidade para as pessoas. “Não podemos ter uma sociedade sem solidariedade, sem sentimento. Temos que voltar a ser generosos. Vamos ter que aprender a estender a mão outra vez. Nós precisamos derrotar o individualismo que está tomando conta da humanidade”.</p>
<h2>Dilma</h2>
<p>Em seu discurso de posse, Dilma Rousseff também defendeu o viés social do banco e assumiu o compromisso do NDB com a proteção ambiental, infraestrutura social e digital. Sinalizando em toda sua fala o apoio às comunidades mais pobres e a necessidade de ajudá-las a garantir moradia e condições mais dignas, a ex-presidenta da República pediu “prosperidade comum” a todos.</p>
<p>“Assumir à presidência do NDB é uma oportunidade de fazer mais para os países dos Brics, mas também para os países emergentes e os países em desenvolvimento”, disse. “Estou confiante de que juntos podemos realizar nossa visão de desenvolvimento. Queremos que a prosperidade seja comum a todos os países”, acrescentou.</p>
<h2>Desafios</h2>
<p>Segundo especialistas ouvidos, a futura presidenta do Banco do Brics terá oportunidade de ampliar a inserção internacional na instituição, mas enfrentará dois grandes desafios: impulsionar projetos ligados ao meio ambiente e driblar o impacto geopolítico das retaliações ocidentais à Rússia, um dos sócios-fundadores.</p>
<p>Criado em dezembro de 2014 para ampliar o financiamento para projetos de infraestrutura e de projetos de desenvolvimento sustentável no Brics e em outras economias emergentes, o NDB atualmente tem cerca de US$ 32 bilhões em projetos aprovados. Desse total, cerca de US$ 4 bilhões estão investidos no Brasil, principalmente em projetos de rodovias e portos.</p>
<p>Em 2021, o Banco do Brics teve a adesão dos seguintes países: Bangladesh, Egito, Emirados Árabes Unidos e Uruguai.</p>
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