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	<title>Dieese &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Dieese &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Novo salário mínimo deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia em 2026, estima Dieese</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Dec 2025 13:48:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Previsto para entrar em vigor em 1º de janeiro de 2026, com pagamento a partir de fevereiro, o novo salário mínimo de R$ 1.621 deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia brasileira, segundo estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O cálculo considera os efeitos combinados sobre renda, consumo e arrecadação, mesmo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Previsto para entrar em vigor em 1º de janeiro de 2026, com pagamento a partir de fevereiro, o novo salário mínimo de R$ 1.621 deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia brasileira, segundo estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O cálculo considera os efeitos combinados sobre renda, consumo e arrecadação, mesmo em um cenário de restrições fiscais mais rígidas.</p>
<p>De acordo com o Dieese, 61,9 milhões de brasileiros terão seus rendimentos diretamente impactados pelo reajuste do piso nacional. Desse total, 29,3 milhões são aposentados e pensionistas do INSS; 17,7 milhões, trabalhadores empregados; 10,7 milhões, autônomos; 3,9 milhões, empregados domésticos; além de 383 mil empregadores.</p>
<p>O novo valor representa um reajuste nominal de 6,79% em relação ao salário mínimo atual, conforme as regras da política permanente de valorização do salário mínimo, retomada em 2023.</p>
<h3>Impacto nas contas públicas</h3>
<p>O Dieese destaca que a elevação do salário mínimo tem efeitos diretos sobre benefícios e despesas indexados ao piso nacional, com impacto relevante sobre o orçamento público. Entre os principais números apresentados estão:</p>
<ul>
<li>R$ 39,1 bilhões de aumento estimado nas despesas da Previdência Social em 2026;</li>
<li>R$ 380,5 milhões de custo adicional para cada R$ 1 de aumento no salário mínimo;</li>
<li>46% do total dos gastos previdenciários impactados diretamente pelo reajuste;</li>
<li>70,8% dos beneficiários da Previdência recebem valores vinculados ao salário mínimo.</li>
</ul>
<p>Nesse contexto, o desafio do governo será conciliar os ganhos sociais do aumento da renda — com efeitos positivos sobre o consumo e a atividade econômica — com o controle das despesas obrigatórias, em meio ao esforço para cumprir as metas fiscais.</p>
<h3>Como foi definido o reajuste</h3>
<p>O cálculo do novo salário mínimo segue a Lei nº 14.663/2023, que estabelece a correção anual com base em dois indicadores:</p>
<ul>
<li>a variação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do ano anterior;</li>
<li>o crescimento do PIB de dois anos antes.</li>
</ul>
<p>Para 2026, no entanto, a regra sofre limitação parcial imposta pelo novo arcabouço fiscal, definido pela Lei Complementar nº 200/2023, que estabelece um teto para o crescimento real das despesas da União.</p>
<p>Na prática, isso significa que:</p>
<ul>
<li>a inflação medida pelo INPC, de 4,18% (acumulada entre dezembro do ano passado e novembro deste ano), será aplicada integralmente;</li>
<li>o crescimento do PIB, de 3,4%, será limitado a 2,5%, percentual máximo permitido pelo novo regime fiscal.</li>
</ul>
<p>A combinação desses fatores resulta em um aumento nominal de R$ 103 no salário mínimo, consolidando o valor de R$ 1.621 para 2026.</p>
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		<item>
		<title>Custo da cesta básica aumenta em 10 capitais, revela pesquisa do Dieese</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/custo-da-cesta-basica-aumenta-em-10-capitais-revela-pesquisa-do-dieese/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2024 22:18:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Cesta Básica]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese]]></category>
		<category><![CDATA[Exrpesso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O mês de março registrou um aumento no custo da cesta básica em 10 das 17 capitais brasileiras analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, conduzida mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em São Paulo. As maiores altas foram observadas em Recife (5,81%), Fortaleza (5,66%), Natal (4,49%) e Aracaju [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mês de março registrou um aumento no custo da cesta básica em 10 das 17 capitais brasileiras analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, conduzida mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em São Paulo.</p>
<p>As maiores altas foram observadas em Recife (5,81%), Fortaleza (5,66%), Natal (4,49%) e Aracaju (3,90%). Por outro lado, as reduções mais significativas foram registradas no Rio de Janeiro (-2,47%), Porto Alegre (-2,43%), Campo Grande (-2,43%) e Belo Horizonte (-2,06%).</p>
<p>Quanto aos custos das cestas, São Paulo lidera como a capital com o conjunto de alimentos básicos mais caro do país, com uma média de R$ 813,26. Na sequência, aparecem as cestas do Rio de Janeiro (R$ 812,25), Florianópolis (R$ 791,21) e Porto Alegre (R$ 777,43).</p>
<p>Nas cidades do Norte e Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 555,22), João Pessoa (R$ 583,23) e Recife (R$ 592,19).</p>
<p>Considerando a determinação constitucional de que o salário mínimo deve ser suficiente para cobrir as despesas essenciais de um trabalhador e sua família, o Dieese estima que, com base no valor da cesta mais cara do país (São Paulo), o salário mínimo ideal em março deveria ser de R$ 6.832,20, o que representa 4,84 vezes o valor do salário mínimo atual, de R$ 1.412,00.</p>
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		<item>
		<title>Salário mínimo de R$ 1.412 entra em vigor: Um aumento de 6,97% para 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/salario-minimo-de-r-1-412-entra-em-vigor-um-aumento-de-697-para-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jan 2024 16:35:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[INPC]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[LDO]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Salário Mínimo]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir desta segunda-feira (1º), o salário mínimo oficial no Brasil passa a ser de R$ 1.412, representando um aumento significativo de 6,97% em relação ao valor de R$ 1.320 que vigorou de maio a dezembro de 2023. Este novo montante, a ser pago a partir de fevereiro, corresponde à aplicação da política de valorização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta segunda-feira (1º), o salário mínimo oficial no Brasil passa a ser de R$ 1.412, representando um aumento significativo de 6,97% em relação ao valor de R$ 1.320 que vigorou de maio a dezembro de 2023. Este novo montante, a ser pago a partir de fevereiro, corresponde à aplicação da política de valorização do salário mínimo, aprovada no Orçamento Geral da União de 2024.</p>
<p>A fórmula utilizada para determinar o novo valor leva em consideração a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) nos 12 meses encerrados em novembro (3,85%), somada ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2022 (3%). A medida provisória que estabeleceu essa nova política foi aprovada em agosto, após ter sido enviada pelo governo em maio.</p>
<p>De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o reajuste beneficiará aproximadamente 59,3 milhões de trabalhadores, resultando em um aumento anual na renda total de R$ 69,9 bilhões. Além disso, estima-se que o governo, em todas as esferas, arrecadará R$ 37,7 bilhões adicionais devido ao aumento do consumo vinculado ao salário mínimo mais elevado.</p>
<p>Ao considerar a inflação medida pelo INPC, o salário mínimo terá um ganho real de 5,77% em relação a maio de 2023. Se comparado ao valor de R$ 1.302 que vigorou de janeiro a abril, o ganho real seria de 4,69%. Isso destaca a importância da política de valorização em proporcionar um aumento real para os trabalhadores.</p>
<p>A nova lei orçamentária, aprovada em 22 de dezembro, estabeleceu o salário mínimo em R$ 1.412, ligeiramente abaixo da estimativa inicial de R$ 1.421. Essa atualização gerará um aumento de gastos da União em R$ 35 bilhões este ano, considerando os benefícios da Previdência Social vinculados ao salário mínimo. Cada R$ 1 adicional no salário mínimo, conforme a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), resulta em um aumento de despesas governamentais de R$ 389 milhões, sem considerar os ganhos de arrecadação decorrentes do aumento do consumo.</p>
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		<title>Primeira parcela do décimo terceiro deve ser paga até esta quinta</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/primeira-parcela-do-decimo-terceiro-deve-ser-paga-ate-esta-quinta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 12:36:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Benefício]]></category>
		<category><![CDATA[Décimo Terceiro Salário]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos principais benefícios trabalhistas do país, o décimo terceiro salário tem a primeira parcela paga até esta quinta-feira (30). A partir de 1º de dezembro, o empregado com carteira assinada começará a receber a segunda parcela, que deve ser paga até 20 de dezembro. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>Um dos principais benefícios trabalhistas do país, o décimo terceiro salário tem a primeira parcela paga até esta quinta-feira (30). A partir de 1º de dezembro, o empregado com carteira assinada começará a receber a segunda parcela, que deve ser paga até 20 de dezembro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário extra injetará R$ 291 bilhões na economia neste ano. Em média, cada trabalhador deverá receber R$ 3.057.</p>
<p>Essas datas valem apenas para os trabalhadores na ativa. Como nos últimos anos, o décimo terceiro dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi antecipado. A primeira parcela foi paga entre 25 de maio e 8 de junho. A segunda foi depositada de 26 de junho a 7 de julho.</p>
<h2>Quem tem direito</h2>
<p>Segundo a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l4090.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei 4.090/1962</a>, que criou a gratificação natalina, têm direito ao décimo terceiro aposentados, pensionistas e quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 15 dias. Dessa forma, o mês em que o empregado tiver trabalhado 15 dias ou mais será contado como mês inteiro, com pagamento integral da gratificação correspondente àquele mês.</p>
<p>Trabalhadores em licença maternidade e afastados por doença ou por acidente também recebem o benefício. No caso de demissão sem justa causa, o décimo terceiro deve ser calculado proporcionalmente ao período trabalhado e pago junto com a rescisão. No entanto, o trabalhador perde o benefício se for dispensado com justa causa.</p>
<h2>Cálculo proporcional</h2>
<p>O décimo terceiro salário só será pago integralmente a quem trabalha há pelo menos 1 ano na mesma empresa. Quem trabalhou menos tempo receberá proporcionalmente. O cálculo é feito da seguinte forma: a cada mês em que trabalha pelo menos 15 dias, o empregado tem direito a 1/12 (um doze avos) do salário total de dezembro. Dessa forma, o cálculo do décimo terceiro considera como um mês inteiro o prazo de 15 dias trabalhados.</p>
<p>A regra que beneficia o trabalhador o prejudica no caso de excesso de faltas sem justificativa. O mês inteiro será descontado do décimo terceiro se o empregado deixar de trabalhar mais de 15 dias no mês e não justificar a ausência.</p>
<h2>Tributação</h2>
<p>O trabalhador deve estar atento quanto à tributação do décimo terceiro. Sobre o décimo terceiro, incide tributação de Imposto de Renda, INSS e, no caso do patrão, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. No entanto, os tributos só são cobrados no pagamento da segunda parcela.</p>
<p>A primeira metade do salário é paga integralmente, sem descontos. A tributação do décimo terceiro é informada num campo especial na declaração anual do Imposto de Renda Pessoa Física.</p>
</div>
</div>
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		<title>Pagamento do 13º salário injetará R$ 291 bilhões na economia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pagamento-do-13o-salario-injetara-r-291-bilhoes-na-economia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 01:17:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[13º Salário]]></category>
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		<category><![CDATA[Pensionistas]]></category>
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					<description><![CDATA[O pagamento do 13º salário deverá injetar na economia brasileira cerca de R$ 291 bilhões, diz levantamento divulgado nesta quinta-feira (9) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O valor representa aproximadamente 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) e será pago a cerca [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>O pagamento do 13º salário deverá injetar na economia brasileira cerca de R$ 291 bilhões, diz levantamento divulgado nesta quinta-feira (9) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O valor representa aproximadamente 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) e será pago a cerca de 87,7 milhões de pessoas: trabalhadores do mercado formal, beneficiários da Previdência Social e aposentados e beneficiários de pensão da União e dos estados e municípios. Em média, cada trabalhador deverá receber R$ 3.057.</p>
<p>Do montante a ser pago como 13º, cerca de R$ 201,6 bilhões, ou 69% do total, irão para empregados formais, incluindo trabalhadores domésticos, e 31%, (R$ 89,8 bilhões) para aposentados e pensionistas. Beneficiários da Previdência Social (32,8 milhões de pessoas) receberão R$ 55,4 bilhões, aposentados e pensionistas da União, R$ 11,2 bilhões (3,8%); aposentados e pensionistas dos estados, R$ 17,5 bilhões (6%); e aposentados e pensionistas dos regimes próprios dos municípios, R$ 5,6 bilhões.</p>
<p>A maior média do valor do 13º será paga aos trabalhadores do setor de serviços (R$ 4.460). A indústria aparece com o segundo valor, equivalente a R$ 3.922; e o menor fica com os trabalhadores do setor primário da economia, R$ 2.362.</p>
<p>O maior valor médio para o 13º será destinado aos trabalhadores, aposentados e pensionistas no Distrito Federal (R$ 5.400) e o menor, no Maranhão e Piauí (R$ 2.087 e R$ 2.091, respectivamente).</p>
<p>Segundo o Dieese, para o cálculo do pagamento do 13º salário em 2023, foram reunidos dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), ambos do Ministério do Trabalho e Emprego. Também foram consideradas informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Previdência Social e da Secretaria do Tesouro Nacional (STN).</p>
</div>
</div>
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		<title>Negros enfrentam desigualdades no mercado de trababalho, diz Dieese</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/negros-enfrentam-desigualdades-no-mercado-de-trababalho-diz-dieese/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Nov 2022 18:18:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que persiste a desigualdade entre pessoas negras e não negras no mercado de trabalho. O levantamento, divulgado hoje (18), destaca ainda a desigualdade de gênero nas relações de empregabilidade. De acordo com a pesquisa, no segundo trimestre de 2022, as mulheres negras vivenciavam taxa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que persiste a desigualdade entre pessoas negras e não negras no mercado de trabalho. O levantamento, divulgado hoje (18), destaca ainda a desigualdade de gênero nas relações de empregabilidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com a pesquisa, no segundo trimestre de 2022, as mulheres negras vivenciavam taxa de desocupação de 13,9%. Para os homens negros, a taxa era de 8,7%; para as não negras, de 8,9%; e para os não negros, a taxa foi a menor, d6,1%.</p>
<p>A desigualdade se repete na formalização dos contratos de trabalho. Segundo o levantamento, no segundo trimestre deste ano, mais de 30% do total dos ocupados se inseriram como assalariados com carteira. No entanto, entre o total de negras ocupadas, 31,5% tinham carteira assinada. Já entre os homens negros ocupados, a proporção de trabalhadores formais era de 37,1%. O percentual é de 36,8% para mulheres não negras e de 39,6% para homens não negros.</p>
<p>Entre todos os segmentos populacionais, a proporção de negros em subocupação no segundo trimestre de 2022 foi maior também: 10% entre as negras ocupadas e 6,5%, entre os negros ocupados. Na mesma situação estavam 6,7% das mulheres não negras e 4,0% dos homens não negros.</p>
<p>São considerados subocupadas as pessoas que gostariam de ter jornada maior e têm disponibilidade para trabalhar mais, se houvesse oportunidade.</p>
<h2>Salários</h2>
<p>A pesquisa mostra que há diferença também nos salários. Os não negros recebem, em média, mais do que os negros. No segundo trimestre de 2022, enquanto o homem não negro recebeu, em média, R$ 3.708 e a mulher não negra, R$ 2.774, a trabalhadora negra ganhou, em média, R$ 1.715, e o negro, R$ 2.142.</p>
<p>Os números indicam que a mulher negra recebeu, no segundo trimestre, 46,3% do rendimento recebido pelo homem não negro. Para o homem negro, a proporção foi de 58,8%.</p>
<p>“A diferença entre os rendimentos de negros e não negros é constante nos dados do mercado de trabalho e precisa ser modificada a partir de políticas públicas e sensibilização da sociedade. Não importa somente elevar a escolaridade da população negra, mas sensibilizar a sociedade em relação à discriminação existente no mercado de trabalho, que penaliza parcela expressiva de brasileiros”, destaca o texto da pesquisa.</p>
</div>
</div>
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