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	<title>diálogos amazônicos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>diálogos amazônicos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Tecnologia e Inovação Traçam Rumos para os Sistemas Alimentares da Amazônia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tecnologia-e-inovacao-tracam-rumos-para-os-sistemas-alimentares-da-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 13:39:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bioeconomia]]></category>
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					<description><![CDATA[A promoção do desenvolvimento econômico sustentável na Amazônia através da bioeconomia é amplamente considerada como a solução para substituir práticas ilegais. Nesse contexto, a sinergia entre tecnologia, inovação e sistemas alimentares sustentáveis assume um papel crucial. Este foi o ponto central discutido durante a sessão inaugural da plenária intitulada &#8220;Diálogos sobre Bioeconomia Amazônica: Transformação Rural [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A promoção do desenvolvimento econômico sustentável na Amazônia através da bioeconomia é amplamente considerada como a solução para substituir práticas ilegais. Nesse contexto, a sinergia entre tecnologia, inovação e sistemas alimentares sustentáveis assume um papel crucial. Este foi o ponto central discutido durante a sessão inaugural da plenária intitulada &#8220;Diálogos sobre Bioeconomia Amazônica: Transformação Rural Inclusiva&#8221;, que teve lugar no domingo (6), como parte da iniciativa &#8220;Diálogos Amazônicos&#8221; realizada em Belém (PA).</p>
<p>Maria Helena Semedo, vice-diretora da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), enfatizou que a bioeconomia na Amazônia deve estar intrinsecamente ligada a uma transformação rural inclusiva, onde os povos indígenas e as comunidades tradicionais desempenham um papel central. Ela enfatizou que essas populações não devem ser apenas consultadas, mas também participar ativamente no processo decisório.</p>
<p>Maria Helena ressaltou: &#8220;Estamos falando do uso sustentável dos recursos da região para a produção de alimentos e outros produtos de alto valor agregado, promovendo a exploração responsável e sustentável dos recursos naturais com o objetivo de trazer benefícios econômicos, sociais e ambientais para a região, mas principalmente para as comunidades locais que muitas vezes têm sido negligenciadas.&#8221;</p>
<p>Ela enfatizou a importância da pesquisa, inovação tecnológica e ciência no processo de transformação, realçando a necessidade de reconhecer os saberes tradicionais e ancestrais em paralelo com o desenvolvimento.</p>
<p>Semedo delineou três pilares para a transformação inclusiva da Amazônia: estratégias para combater a fome, reduzir desigualdades e garantir equidade no acesso aos recursos; análise da sustentabilidade na economia amazônica, abordando a governança da posse da terra, gestão responsável dos recursos e uso coletivo do território pelas comunidades indígenas e afrodescendentes; e os desafios e oportunidades para a produção sustentável e o abastecimento de alimentos, com um foco especial no fortalecimento da agricultura familiar e na participação das mulheres rurais.</p>
<p>O governador do Pará, Helder Barbalho, detalhou o plano estadual de bioeconomia elaborado em 2022, explorando 43 produtos potenciais com comércio sustentável em sincronia com a floresta. Barbalho projetou exportações de até US$ 120 bilhões por ano e expressou a necessidade de investir em ciência, tecnologia e inovação para compreender melhor a biodiversidade da região.</p>
<p>Sônia Guajajara, ministra dos Povos Indígenas, delineou as metas do governo, incluindo a proteção de pelo menos 80% da Floresta Amazônica e a biodiversidade associada, a eliminação do desmatamento e o avanço na demarcação de terras indígenas e territórios quilombolas.</p>
<p>João Paulo Capobianco, secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática (MMA), destacou a importância de encerrar a destruição da floresta e proteger os povos indígenas e as populações tradicionais. Ele afirmou que o Fundo Amazônia já investiu mais de 27% dos recursos em ações de apoio à bioeconomia e que o objetivo é aumentar esses investimentos.</p>
<p>Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, enfatizou a necessidade de incentivar a produção de itens da biodiversidade local, desenvolver uma agricultura regenerativa e instalar agroindústrias na região.</p>
<p>A plenária, integrada ao evento &#8220;Diálogos Amazônicos&#8221;, é uma preparação para a Cúpula da Amazônia, que reunirá os países da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) para discutir questões ambientais e sociais.</p>
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		<title>Apib quer projetos territoriais na Amazônia afetada pelo narcotráfico</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/apib-quer-projetos-territoriais-na-amazonia-afetada-pelo-narcotrafico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Aug 2023 21:59:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Apib]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[No evento Diálogos Amazônicos, realizado em Belém, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) quer, além da proteção dos territórios das comunidades, o fortalecimento de projetos de gestão territorial afetados pelo narcotráfico. Segundo o coordenador executivo da entidade, Kleber Karipuna, que participa do evento prévio à Cúpula da Amazônia, as propostas preparadas para serem entregues aos [&#8230;]]]></description>
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<p>No evento Diálogos Amazônicos, realizado em Belém, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) quer, além da proteção dos territórios das comunidades, o fortalecimento de projetos de gestão territorial afetados pelo narcotráfico.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo o coordenador executivo da entidade, Kleber Karipuna, que participa do evento prévio à Cúpula da Amazônia, as propostas preparadas para serem entregues aos oito chefes de Estado que participarão da Cúpula da Amazônia, a partir do dia 8 de agosto, já representam um cenário de “novos tempos” para os povos indígenas.</p>
<p>“Daqui para a frente, a Cúpula poderá ser o evento alavancador de propostas, debates e novos espaços de diálogo, caso essas propostas façam sentido para as realidades dos povos indígenas brasileiros”, disse. “<em>Temos grandes expectativas e estamos articulando estratégias com as lideranças e organizações indígenas e parceiras para levar protagonismo e as pautas indígenas para esses espaços”</em>, acrescentou.</p>
<p>Karipuna disse que as expectativas são positivas, pois representam oportunidade de levar as pautas indígenas aos espaços de poder. <em>“É um espaço fundamental para proporcionar o debate das propostas e discussões relacionadas aos povos indígenas dos países amazônicos e apresentá-las aos presidentes da Bacia Amazônica, incluindo a Guiana Francesa&#8221;.</em></p>
<p>Durante os debates, a Apib tem defendido, conforme ele, a proteção dos territórios amazônicos; o fortalecimento dos projetos de gestão territorial, principalmente, nas regiões de fronteira que têm sido afetadas pelo avanço do narcotráfico. “Além disso, posso citar também a pauta climática”.</p>
<p>Karipuna lembrou que, em abril, os povos indígenas decretaram emergência climática durante o Acampamento Terra Livre, em Brasília. “A Apib vai continuar reforçando a importância das demarcações de terras indígenas e da derrubada da tese do marco temporal no combate à crise climática”, afirmou.</p>
<p><em>“Teremos, em breve, a COP30 no Brasil. É necessário que a gente continue presente, protagonizando e apresentando as pautas do movimento indígena em eventos como esse, bem como avançando nas políticas que garantam os direitos dos povos originários”</em>, complementou.</p>
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		<title>Extrativistas querem que produtos tenham chancela de povo amazônico</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/extrativistas-querem-que-produtos-tenham-chancela-de-povo-amazonico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Aug 2023 21:55:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[diálogos amazônicos]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), Júlio Barbosa, um dos participantes dos debates do Diálogos Amazônicos em Belém (PA), resume em uma palavra temas e objetivo do evento que antecede a Cúpula da Amazônia: sociobioeconomia. “Precisamos debater agora que tipo de bioeconomia nós queremos para os povos da Amazônia. Nesses debates sobre [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), Júlio Barbosa, um dos participantes dos debates do Diálogos Amazônicos em Belém (PA), resume em uma palavra temas e objetivo do evento que antecede a Cúpula da Amazônia: sociobioeconomia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p><em>“Precisamos debater agora que tipo de bioeconomia nós queremos para os povos da Amazônia. Nesses debates sobre desenvolvimento sustentável e bioeconomia, o que queremos? Aquela bioeconomia dentro da visão empresarial, onde o lucro fica concentrado na mão de poucos e a classe trabalhadora acaba sendo usada como mão de obra barata? Nós entendemos que é preciso envolver os povos da Amazônia”</em>, disse.</p>
<p><em>“O que defendemos é uma sociobioeconomia que leve em consideração a forma de vida das populações que habitam a Amazônia”</em>, complementou ao dizer que as discussões não devem se limitar a “mercado, produto e preço”.</p>
<p>Morador da reserva extrativista Chico Mendes, no Acre, o seringueiro diz que a sociobioeconomia observa produtos, mas em um aspecto muito mais importante, que envolve todo o processo de proteção de um determinado território, conservação de culturas e defesa de tradições.</p>
<p><em>“Sem isso, não haverá qualquer perspectiva [das discussões em debate], porque não podemos pensar isso em uma situação na qual a questão fundiária amazônica continue sendo uma bagunça, vendo nossa biodiversidade sendo destruída a todo momento pela ganância do capital e pelos mega projetos defendidos pelo agronegócio brasileiro”</em>, acrescentou.</p>
<p>As expectativas sobre a conclusão dos trabalhos é, segundo ele, positiva, desde que, de fato a voz dos povos seja escutada, inclusive para questões relativas à segurança e ao combate a crimes praticados em território amazônico, como tráfico de drogas, grilagem e violência contra comunidades tradicionais.</p>
<p><em>“Precisamos de um esquema muito forte de segurança e proteção das fronteiras pan-amazônicas, que vão além da Amazônia brasileira,. Por isso, todos os governantes e chefes de Estado dos oito países precisam assumir, de fato, compromissos para enfrentar as ilegalidades da exploração do garimpo; o narcotráfico, que entra muito forte na nossa região e em nossos territórios”.</em></p>
<p>Com relação ao governo brasileiro, ele cobra o compromisso de rever a matriz energética do país. <em>“Não podemos utilizar riquezas da Amazônia para fornecer energia elétrica para o grande setor empresarial do Sul do país, com seus grandes parques industriais, enquanto nossas comunidades [do Norte] estão sem um sistema de energia adequado”</em>, argumentou ao defender a realização de consultas prévias à população, antes do aval a empreendimentos hidrelétricos.</p>
<p>Os Diálogos Amazônicos são um evento prévio à Cúpula da Amazônia. Ambos ocorrem em Belém, sendo os Diálogos responsáveis pela produção das propostas da sociedade civil a serem apresentadas aos presidentes dos países amazônicos participantes da cúpula, a partir do dia 8 de agosto. Ministros do governo reforçaram que o principal objetivo do Diálogos Amazônicos é retomar espaço de conversa e debate com povos que vivem na região para condução do desenvolvimento sustentável.</p>
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