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	<title>dia internacional &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Inclusão e acessibilidade no foco do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 16:04:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta terça-feira (3), o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência reforça a importância de assegurar direitos e acessibilidade a milhões de pessoas. Instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992, a data visa promover inclusão social e condições igualitárias no mercado de trabalho. No Brasil, cerca de 10,7 milhões de pessoas vivem com algum [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta terça-feira (3), o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência reforça a importância de assegurar direitos e acessibilidade a milhões de pessoas. Instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992, a data visa promover inclusão social e condições igualitárias no mercado de trabalho. No Brasil, cerca de 10,7 milhões de pessoas vivem com algum grau de deficiência auditiva, de acordo com levantamento do Instituto Locomotiva em parceria com a Semana da Acessibilidade Surda.</p>
<h3><strong>Experiências e desafios no mercado de trabalho</strong></h3>
<p>Júnior Teles, contador no Tribunal Superior Eleitoral, é um exemplo de superação e adaptação. Ele possui deficiência auditiva neurossensorial bilateral e utiliza aparelhos auditivos, além de fazer leitura labial para se comunicar. Apesar das dificuldades em ambientes ruidosos, ele destaca a importância de informar sua condição aos colegas para facilitar a interação.<br />
“Passei a usar aparelhos auditivos e essa acessibilidade tem me ajudado muito, embora não resolva 100%. Como sou bem oralizado e não uso Libras, venho me adaptando aos ambientes de trabalho desde que não sejam locais ruidosos ou com muitas pessoas falando ao mesmo tempo”, explica Júnior.</p>
<p>Já o professor universitário Amarildo João Espindola, surdo e responsável pelo projeto <em>Libras em Cena</em>, alerta para as barreiras enfrentadas em ambientes sem intérpretes ou profissionais fluentes em Libras.<br />
“Chegar a ambientes sem intérprete de Libras é um grande desafio. No mercado de trabalho, isso afeta não só as atividades desempenhadas, mas também a interação e a resolução de questões administrativas”, destaca Amarildo.</p>
<h3><strong>Impactos da falta de acessibilidade</strong></h3>
<p>A advogada trabalhista Iara Neves alerta para o isolamento social e a subutilização de talentos como consequências da ausência de integração adequada no ambiente corporativo.<br />
“A falta de integração do empregado surdo pode resultar no isolamento social e na atribuição de funções com poucas chances de desenvolvimento profissional”, pontua Iara.</p>
<p>Para garantir os direitos, a advogada orienta que trabalhadores surdos busquem diálogo com empregadores ou setores de Recursos Humanos. Caso as tentativas sejam infrutíferas, o empregado pode recorrer à Justiça do Trabalho, utilizando a prerrogativa de <em>jus postulandi</em>, prevista na CLT, que permite representar-se sem advogado.</p>
<h3><strong>Caminhos para a inclusão</strong></h3>
<p>Segundo Amarildo, estratégias como capacitação em Libras e concursos específicos para profissionais fluentes na língua são fundamentais. Ele sugere ações que aproximem o universo dos surdos ao dos ouvintes, como:</p>
<ul>
<li><strong>Capacitação em Libras</strong> para profissionais de diversas áreas, como recepcionistas, advogados e médicos.</li>
<li><strong>Instalação de recursos visuais</strong>, como painéis e alarmes luminosos, em locais de atendimento ao público.</li>
<li><strong>Comunicação clara e direta</strong>, facilitando a leitura labial e o entendimento de pessoas com surdez parcial.</li>
</ul>
<p>Essas iniciativas são cruciais para construir um ambiente inclusivo e garantir o exercício pleno dos direitos das pessoas com deficiência auditiva, promovendo uma sociedade mais justa e acessível.</p>
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		<title>Celebrando a Força e a Resiliência da Mulher Negra, Latina e Caribenha no Dia 25 de Julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jul 2023 09:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Afro-Caribenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Afro-Latino-Americanas]]></category>
		<category><![CDATA[dia internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Latina e Caribenha]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher Negra]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia 25 de julho, um brilhante e significativo marco é celebrado em todo o mundo, uma data destinada a honrar e homenagear a mulher negra, latina e caribenha, suas lutas, conquistas e as ricas contribuições que têm feito à sociedade. Esse dia especial é um chamado para a reflexão sobre a trajetória dessas mulheres [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 25 de julho, um brilhante e significativo marco é celebrado em todo o mundo, uma data destinada a honrar e homenagear a mulher negra, latina e caribenha, suas lutas, conquistas e as ricas contribuições que têm feito à sociedade. Esse dia especial é um chamado para a reflexão sobre a trajetória dessas mulheres notáveis, suas conquistas históricas e o impacto que continuam a exercer na construção de um mundo mais justo e igualitário.</p>
<p>A história do dia 25 de julho remonta à década de 1990, quando mulheres afrodescendentes de diferentes países da América Latina e do Caribe se reuniram em um importante encontro em Santo Domingo, na República Dominicana. Esse encontro ficou conhecido como o &#8220;Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas&#8221;, e aconteceu entre os dias 19 e 25 de julho de 1992.</p>
<p>Esse evento histórico foi um marco na luta pela valorização e reconhecimento das mulheres negras, latinas e caribenhas, que há séculos vinham sendo marginalizadas e subestimadas. Foi nesse contexto que, em 25 de julho de 1992, as participantes do encontro decidiram instituir o Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha, com o objetivo de dar visibilidade às suas pautas e demandas específicas.</p>
<p>Desde então, o dia 25 de julho tem sido uma data emblemática para reforçar a importância da inclusão e representatividade dessas mulheres nos diversos setores da sociedade. As celebrações e homenagens neste dia se manifestam de diversas formas, como seminários, debates, palestras, manifestações culturais, entre outros eventos que visam destacar suas histórias e lutas.</p>
<p>A mulher negra, latina e caribenha tem sido uma protagonista fundamental em diversas áreas, que vão desde a política à ciência, da literatura às artes, da educação à economia. Seus nomes e suas contribuições têm deixado um legado marcante e inspirador em todo o mundo. Grandes figuras históricas como a escritora afro-americana Maya Angelou, a pintora mexicana Frida Kahlo, a ativista afrocolombiana Victoria Santa Cruz e a cientista cubana Gerty Cori são apenas alguns exemplos do impacto dessas mulheres nas respectivas esferas em que atuaram.</p>
<p>No entanto, apesar de suas conquistas e contribuições, a mulher negra, latina e caribenha ainda enfrenta desafios diários relacionados à discriminação, ao racismo estrutural e às desigualdades sociais. A celebração do dia 25 de julho é, portanto, um lembrete constante de que é preciso continuar lutando por um mundo onde todas as mulheres sejam reconhecidas em sua diversidade e empoderadas em suas identidades.</p>
<p>Hoje, mais do que nunca, a sociedade precisa reconhecer o valor da mulher negra, latina e caribenha e apoiar suas demandas por igualdade de oportunidades, respeito e justiça. É necessário que governos, instituições e a sociedade como um todo trabalhem em conjunto para eliminar todas as formas de discriminação e construir uma sociedade mais inclusiva, na qual todas as mulheres tenham espaço para crescer e prosperar.</p>
<p>Em conclusão, o dia 25 de julho é uma data de celebração e também de reflexão. É um momento para honrar a resiliência, a força e as conquistas das mulheres negras, latinas e caribenhas, ao mesmo tempo em que nos desafia a lutar por um mundo mais igualitário e justo para todas. A sua história é um capítulo essencial da narrativa humana, e é responsabilidade de cada um de nós garantir que suas vozes sejam ouvidas e suas histórias sejam contadas. Afinal, somente quando reconhecemos a importância e o valor da diversidade é que podemos construir um futuro verdadeiramente próspero e inclusivo.</p>
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