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	<title>Dia Internacional da Mulher &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Dia Internacional da Mulher &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>12ª edição do curso “Mulheres a Obra” em celebração ao Dia Internacional da Mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2024 23:15:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[O dia 8 de março é internacionalmente reconhecido como o Dia Internacional da Mulher. Nessa data, celebra as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, provocando uma reflexão sobre as desigualdades e desafios que muitas ainda enfrentam em todo o mundo. Chegando em sua 12º edição o curso “Mulheres a Obra” uma iniciativa do Palácio da Ferramenta, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O dia 8 de março é internacionalmente reconhecido como o Dia Internacional da Mulher. Nessa data, celebra as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, provocando uma reflexão sobre as desigualdades e desafios que muitas ainda enfrentam em todo o mundo.</p>
<ul>
<li><strong>Chegando em sua 12º edição o curso “Mulheres a Obra” uma iniciativa do Palácio da Ferramenta, apresenta em sua agenda 4 cursos para mulheres que querem sair do óbvio, promovendo a equidade de gênero no mercado de trabalho, nos dias 2, 9, 16 e 23 de março.</strong></li>
</ul>
<figure id="attachment_74994" aria-describedby="caption-attachment-74994" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-74994" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/14-12-edicao-do-curso-Mulheres-a-Obra-em-celebracao-ao-Dia-Internacional-da-Mulher-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C600&#038;ssl=1" alt="12 Edição Do Curso Mulheres A Obra em Celebração Ao Dia Internacional Da Mulher - Expresso Carioca" width="400" height="600" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/14-12-edicao-do-curso-Mulheres-a-Obra-em-celebracao-ao-Dia-Internacional-da-Mulher-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/14-12-edicao-do-curso-Mulheres-a-Obra-em-celebracao-ao-Dia-Internacional-da-Mulher-Expresso-Carioca-1.webp?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/14-12-edicao-do-curso-Mulheres-a-Obra-em-celebracao-ao-Dia-Internacional-da-Mulher-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C225&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-74994" class="wp-caption-text">Foto: Gabriela Furlan</figcaption></figure>
<p>Contabilizando os números de alunas que passaram no “Mulheres a Obra”, já atingiu 2000 alunas, já capacitadas, destacando o impacto positivo ao longo desse tempo, evidenciando o sucesso e a aceitação de todas participantes, proporcionando uma experiência valiosa para todas.</p>
<p>Sempre buscando inovação, a Diretora de Marketing Isabel Gomes que está à frente do projeto, junto com seus parceiros, busca apresentar o que se tem de mais novo no mercado.</p>
<p><strong>Para 12º edição os cursos são:</strong></p>
<ul>
<li>2 de março: Tintas (com Suvinil e Atlas): Conceito básico de pintura, técnicas de pintura, como preparar uma parede para pintura, acabamento para madeira e metais, verniz, efeitos e aplicações.</li>
<li>9 de março: Ferramentas Elétricas (com Makita): Manusear Furadeira, parafusadeira, serra tico-tico, lixadeira orbital e ainda trabalhar um projeto</li>
<li>16 de março: Fixação Profissional (com Tekbond): Diversos tipos de técnicas de fixação com produtos profissionais: Adesivos instantâneos, Colas Pastilha, Cola Spray, Espuma Expansivas, Preg Fácil e outros.</li>
<li>23 de março: Ferramentas Dremel (com Dremel e Bosch): O curso vai apresentar gravação em madeira, utilizados os produtos da BOSCH.</li>
</ul>
<p>“Às vezes me ligam perguntando se teremos novos cursos, explicou que trabalhamos com as melhores marcas, e estas sempre estão inovando e trazendo novidades no mercado. Em 12 edições nunca repetimos as aulas tanto que tem alunas que já estão conosco desde a 1º edição” comentou Isabel Gomes.</p>
<p><strong>Quando tudo começou</strong></p>
<figure id="attachment_74996" aria-describedby="caption-attachment-74996" style="width: 400px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-74996" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/14-12-edicao-do-curso-Mulheres-a-Obra-em-celebracao-ao-Dia-Internacional-da-Mulher-Expresso-Carioca-2.webp?resize=400%2C267&#038;ssl=1" alt="12 Edição Do Curso Mulheres A Obra em Celebração Ao Dia Internacional Da Mulher - Expresso Carioca" width="400" height="267" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/14-12-edicao-do-curso-Mulheres-a-Obra-em-celebracao-ao-Dia-Internacional-da-Mulher-Expresso-Carioca-2.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/14-12-edicao-do-curso-Mulheres-a-Obra-em-celebracao-ao-Dia-Internacional-da-Mulher-Expresso-Carioca-2.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/14-12-edicao-do-curso-Mulheres-a-Obra-em-celebracao-ao-Dia-Internacional-da-Mulher-Expresso-Carioca-2.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-74996" class="wp-caption-text">Foto: Gabriela Furlan</figcaption></figure>
<p>&#8211; A 1ª edição foi em março de 2017, o mês escolhido foi de propósito, surgiu para homenagear as mulheres no mês delas, alusivo ao Dia Internacional da Mulher, que é celebrado em 8 de março. Bom, fez tanto sucesso que logo se programou a 2ª edição (em setembro do mesmo ano), e hoje, já registra mais de 2000 participantes em 11 edições anteriores (cada edição tem em torno de 5 aulas). O público é o mais diversificado, atraindo alunas de todas as faixas etárias, já recebeu inclusive mãe e filha na mesma atividade. As turmas são formadas com em torno de 40 alunas, a ideia é ter um controle e maior participação delas nas aulas teóricas e práticas.</p>
<p>Palácio da Ferramenta &#8211; Há 52 anos, fornece o que há de melhor no ramo, lojas nas ruas Buenos Aires, Praça da República e na Sete de Setembro, situada no centro do Rio de Janeiro. A empresa é considerada a mais completa, com variados produtos, com uma grande opção de máquinas, fechaduras, material elétrico, ferro fundido, parafusos, dobradiças, tintas, pisos, azulejos, metais e muito mais! Oferece em torno de 30 mil produtos. Em destaque o e-commerce, mais um canal de vendas.</p>
<p>&#8220;O Mulheres à Obra é o jeito que o Palácio da Ferramenta encontrou para homenagear mulheres no seu dia internacional, empoderando e transformando as suas vidas&#8221;, contextualiza Isabel Gomes.</p>
<p>Ah! tudo foi pensado, para despertar o interesse delas, mas com referências, a logomarca é uma mulher com uma bandana vermelha, o braço em pose de força e os dizeres: &#8220;O lugar de mulher é onde ela quiser&#8221; – E essa mensagem foi inspirada na musa feminista Naomi Parker Fraley, falecida em janeiro de 2018 (ela foi um marco na segunda guerra mundial e na história do feminismo).</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Dias:</strong> 16 e 23 de março / sempre no sábado.</p>
<p>A inscrição tem o valor de R$ 100,00 – cada aula</p>
<p>Um mimo, cada aluna recebe ainda um voucher de R$ 50,00 &#8211; para utilização na loja Palácio da Ferramenta</p>
<p>As aulas acontecem na Escola Técnica Centro Rio</p>
<p><strong>Endereço:</strong> Rua Camerino, nº 130 &#8211; Centro &#8211; RJ</p>
<p>Turmas com 40 participantes.</p>
<p>Inscrições através do site: <a href="http://www.palacio.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-auth="NotApplicable">www.palacio.com.br</a></p>
<p><a href="https://www.sympla.com.br/evento/mulheres-a-obra-12-edicao-" target="_blank" rel="noopener" data-auth="NotApplicable">https://www.sympla.com.br/evento/mulheres-a-obra-12-edicao-</a></p>
<p><strong>Informações no telefone:</strong> 96403 8334</p>
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		<title>Homens ocupam seis em cada dez cargos gerenciais, aponta IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/homens-ocupam-seis-em-cada-dez-cargos-gerenciais-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 15:34:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Homens]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[postos de gerenciamento]]></category>
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					<description><![CDATA[As mulheres são maioria entre os estudantes que estão em vias de concluir o ensino superior, no entanto são minoria em relação a posições de poder. Dados divulgados nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram, por exemplo, que apenas 39,3% dos cargos gerenciais no país são ocupados por mulheres. As [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As mulheres são maioria entre os estudantes que estão em vias de concluir o ensino superior, no entanto são minoria em relação a posições de poder. Dados divulgados nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram, por exemplo, que apenas 39,3% dos cargos gerenciais no país são ocupados por mulheres.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As mulheres só são maioria nas gerências e coordenações das áreas de educação (69,4%) e saúde humana e serviços sociais (70%).</p>
<p>“As mulheres ocupam mais posições de gerência justamente onde elas estão também mais colocadas de uma forma geral, que é na área de educação, na área de saúde e serviços sociais, ou seja, áreas relacionadas a cuidados”, constata a pesquisadora Bárbara Cobo.</p>
<p>A menor participação feminina é percebida no setor de agricultura, pecuária, engenharia florestal, aquicultura e pesca (15,8%).</p>
<p>A disparidade é observada não apenas no percentual dos cargos como também na remuneração. O rendimento das executivas femininas é apenas 78,8% dos pagos para os homens.</p>
<p>Em apenas três áreas, o rendimento feminino supera o masculino: agricultura, pecuária, engenharia florestal, aquicultura e pesca (128,6%), água, esgoto e atividades de resíduos (109,4%) e atividades administrativas e serviços complementares (107,5%).</p>
<p>São curiosamente atividades em que os homens predominam. “A gente imagina que isso esteja associado a elas estarem entrando nesses setores caracteristicamente ocupados por homens com uma especialização profissional maior, que leve a esse rendimento maior”, explica Bárbara.</p>
<p>As maiores desigualdades estão nos setores de transporte, armazenagem e correio e de saúde humana e serviços sociais. Nesses setores, os rendimentos das mulheres correspondem a 51,2% e 60,9% dos homens, respectivamente.</p>
<h2><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-74800" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/08-arte1_mulheres-Expresso-Carioca.png?resize=670%2C1389&#038;ssl=1" alt="Arte Mulheres - Expresso Carioca" width="670" height="1389" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/08-arte1_mulheres-Expresso-Carioca.png?w=670&amp;ssl=1 670w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/08-arte1_mulheres-Expresso-Carioca.png?resize=145%2C300&amp;ssl=1 145w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/08-arte1_mulheres-Expresso-Carioca.png?resize=551%2C1142&amp;ssl=1 551w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/08-arte1_mulheres-Expresso-Carioca.png?resize=150%2C311&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 670px) 100vw, 670px" />Outros cargos</h2>
<p>As mulheres são minoria também em cargos de poder no serviço público, tanto na política como na Justiça, mostra a pesquisa. Em relação ao parlamento, por exemplo, apenas 17,9% dos deputados federais eram mulheres em novembro de 2023.</p>
<p>Apesar de apresentar um avanço em relação a setembro de 2020, quando as deputadas federais representavam 14,8% do total, o Brasil ainda está na 133ª posição entre 186 países, no que se refere à participação parlamentar das mulheres.</p>
<p>Em 2020, somente 12,1% dos municípios elegeram prefeitas &#8211; das quais dois terços eram brancas. Do total de parlamentares municipais eleitos naquele ano, 16,1% eram vereadoras.</p>
<p>Em relação aos ministérios, apenas nove dos 38 cargos com status ministerial eram ocupados por mulheres em novembro de 2023.</p>
<p>Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostram que houve um avanço na parcela de magistradas no país de 1988 (24,6%) para 2022 (40%), mas as mulheres ainda são minoria. Na Justiça estadual, as mulheres são 38%, enquanto no Superior Tribunal de Justiça (STJ) são 23%.</p>
<h2>Educação</h2>
<p>Se, no mercado de trabalho formal, os homens levam vantagem, na educação são as mulheres que mais se destacam.</p>
<p>Entre os estudantes que estão no último ano da faculdade, 60,3% são mulheres. A maior parte delas está concentrada nos cursos de graduação relacionados à área de bem-estar (91% são mulheres).</p>
<p>“Elas concluem o ensino superior numa proporção maior do que os homens, então supostamente deveriam ter uma média salarial maior, mas quando você olha as áreas em que elas têm participação maior, são as áreas menos valorizadas”, ressalta a pesquisadora Betina Fresneda.</p>
<p>Nos cursos de ciência e tecnologia, que incluem as áreas de ciência, tecnologia da informação, matemática, estatística e engenharia, as mulheres são apenas 22% dos concluintes.</p>
<p>“Apesar de elas estarem em ampla vantagem no acesso ao ensino superior, e isso não mudou muito em 10 anos, elas ainda enfrentam barreiras para ingressar em determinadas áreas do conhecimento, especialmente naquelas ligadas a ciências exatas e à esfera da produção”, destaca Betina.</p>
<p>Segundo a pesquisa, entre as mulheres com 25 anos de idade ou mais, 21,3% tinham completado o ensino superior, contra 16,8% dos homens. Percebe-se, no entanto, desigualdade maior quando se compara as mulheres brancas (29%) com as pretas ou pardas (14,7%). A disparidade de cor ou raça pode ser observada também no quesito frequência escolar: 39,7% das mulheres brancas de 18 a 24 anos estudavam, contra apenas 27,9% das mulheres pretas ou pardas.</p>
<h2><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-74801" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/08-arte2_mulheres-Expresso-Carioca.png?resize=670%2C1669&#038;ssl=1" alt="Arte Mulheres - Expresso Carioca" width="670" height="1669" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/08-arte2_mulheres-Expresso-Carioca.png?w=670&amp;ssl=1 670w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/08-arte2_mulheres-Expresso-Carioca.png?resize=120%2C300&amp;ssl=1 120w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/08-arte2_mulheres-Expresso-Carioca.png?resize=458%2C1142&amp;ssl=1 458w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/08-arte2_mulheres-Expresso-Carioca.png?resize=617%2C1536&amp;ssl=1 617w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/08-arte2_mulheres-Expresso-Carioca.png?resize=150%2C374&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 670px) 100vw, 670px" />CEO</h2>
<figure id="attachment_74802" aria-describedby="caption-attachment-74802" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-74802" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/08-Milena-Palumbo-primeira-mulher-CEO-da-GL-events-Brasil-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="Milena Palumbo, Primeira Mulher CEO Da GL Events Brasil - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/08-Milena-Palumbo-primeira-mulher-CEO-da-GL-events-Brasil-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/08-Milena-Palumbo-primeira-mulher-CEO-da-GL-events-Brasil-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/08-Milena-Palumbo-primeira-mulher-CEO-da-GL-events-Brasil-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-74802" class="wp-caption-text">Milena Palumbo, primeira mulher CEO da GL events Brasil &#8211; Foto: GL events Brasil/Divulgação</figcaption></figure>
<p>O sonho de adolescente era ser jogadora de vôlei. Passado algum tempo, pensou em fazer faculdade de medicina. Enquanto não chegava esse momento, o rumo mudou e foi em um curso de turismo na Faculdade Federal do Paraná que Milena Palumbo encontrou o caminho na área de planejamento, que a levou atualmente a ser a primeira mulher a ocupar o cargo de CEO da GL events Brasil, uma das unidades do grupo espalhado em mais de 20 países de cinco continentes com a matriz na França.</p>
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<p>O grupo, no qual está há 17 anos, é líder mundial do mercado de eventos culturais, esportivos, institucionais, corporativos ou políticos e congressos e convenções, além de feiras de negócios e exposições. “O caminho feminino é muito mais complexo. Tem mais obstáculos, alguns sprints maiores. Tem que estar mais bem preparada, tem que estar com preparo físico muito melhor. A mulher para chegar em funções ela precisa entregar mais e ser mais preparada do que os homens”, avalia em entrevista à Agência Brasil.</p>
<p>A descoberta da área de planejamento foi fundamental para a carreira de Milena. A medicina perdeu uma médica e o mercado ganhou uma administradora. Milena reconheceu que nem sempre outras mulheres conseguem o apoio que recebeu tanto dos pais, ao resolver o seu destino profissional, quanto, depois, do marido, quando precisou se transferir de Curitiba, no Paraná, para assumir um cargo em uma unidade da empresa no Rio de Janeiro. Naquele momento estava casada há 3 anos e chegou a ficar insegura, até pensando em não aceitar a transferência.</p>
<p>“No mundo masculino seria uma coisa positiva, porque a mulher acompanha, não tem tantos dramas, não passa por um dilema como eu passei. Embora a pauta seja feminina, um dos meus maiores suportes é o meu lado masculino em casa, porque ele foi a pessoa que mais me deu força e disse ‘vai’”, disse, acrescentando que em nenhum momento houve a sensação de ficar devendo ao marido. “Nunca fui devedora desse movimento profissional, e esse movimento foi onde minha carreira alavancou”.</p>
<p>A referência dos pais que são ortodontistas, e sempre tiveram juntos uma vida profissional, ajudou na sua evolução profissional. Após a chegada ao Rio de Janeiro, foi um longo aprendizado em áreas onde não tinha exercido qualquer função e o conhecimento ainda não era completo.</p>
<h2>Preconceitos</h2>
<p>Conforme foi evoluindo e alcançando cargos, foram surgindo também as diferenças. Em uma viagem acompanhando um presidente de uma empresa, foi perguntada se era secretária dele, mas, na verdade, era diretora da empresa. Em outro momento, um diretor com o qual trabalhava precisou dizer a um executivo estrangeiro que se dirigisse a ela, porque era a diretora do projeto. “O cara continuou falando com ele. Esse é o direto, é um choque, mas aí estou falando de cultura”, disse, defendendo que não se pode normalizar situações deste tipo.</p>
<p>Milena apontou ainda a questão dos elogios à aparência, como mais um fator cultural. Nesse caso, é como se as mulheres precisassem ser agradecidas. “Eu não saio de um almoço de trabalho e falo ‘nossa como você está bonito’ [se dirigindo a um homem]. ‘Nossa essa roupa te cai muito bem’. As mulheres não fazem isso. Você aceita um elogio se está em uma situação social diferente. Não em ambiente profissional”.</p>
<p>A CEO tem duas filhas, uma de 11 e a outra de 8 anos de idade. “Tive momentos difíceis. Na primeira gravidez, eu estava no meio da Rio+20, um evento super complexo, extremamente estressante. Eu já era diretora e a gente entregou tudo para a Rio+20. Foram 156 países representantes em um evento com mais de 20 mil pessoas, que exigiu 6 meses. O evento acabou, dei à luz 3 semanas depois. É possível, mas você é exigida. Na segunda filha, eu estava de licença e precisei voltar porque a gente ia entrar em concorrência de um mega projeto para o grupo no Brasil”.</p>
<p>Para as filhas, Milena quer que façam boas escolhas na vida. “A primeira coisa do fundo do meu coração é que elas façam boas escolhas. Em relação à vida profissional, que seja em alguma coisa que tenham muito prazer. Vai ser difícil, mas que elas saibam que 70% do tempo vão ser de coisas que não gostam e 30% que gostam em qualquer decisão profissional que tenham”, desejou, lembrando de como é a realidade.</p>
</div>
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		<title>País terá mais locais para acolher mulheres agredidas, diz ministra</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pais-tera-mais-locais-para-acolher-mulheres-agredidas-diz-ministra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 10:00:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicidio]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Doméstica]]></category>
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					<description><![CDATA[Em pronunciamento em rede nacional nesta quinta-feira (7) pelo Dia Internacional das Mulheres &#8211; nesta sexta-feira, 8 de março -, a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, afirmou que uma das preocupações da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o combate à violência doméstica. Por isso, segundo ela, serão inauguradas este ano mais Casas da Mulher [&#8230;]]]></description>
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<p>Em pronunciamento em rede nacional nesta quinta-feira (7) pelo Dia Internacional das Mulheres &#8211; nesta sexta-feira, 8 de março -, a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, afirmou que uma das preocupações da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o combate à violência doméstica. Por isso, segundo ela, serão inauguradas este ano mais Casas da Mulher Brasileira, locais onde as vítimas de agressões recebem atendimento e acolhimento. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De 2015 até 2023, 10,6 mil brasileiras foram vítimas de feminicídio, segundo levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). No ano passado, foram mortas 1,4 mil mulheres, de acordo com a pesquisa.</p>
<p>O feminicídio é uma qualificação do crime de homicídio doloso, quando há a intenção de matar. É o assassinato decorrente de violência contra a mulher, em razão da condição do sexo ou quando demonstrado desprezo pela condição de mulher.</p>
<p>&#8220;Amanhã, 8 de março, é dia de homenagear todas as mulheres do mundo. Mulheres que querem muito mais do que flores. Que exigem, acima de tudo, respeito&#8221;, afirmou a ministra.</p>
<h2>Diferença salarial</h2>
<p>A ministra afirmou ainda ser inaceitável a diferença salarial entre homens e mulheres que ocupam o mesmo cargo.</p>
<p>&#8220;Em pleno século 21, não podemos aceitar que uma mulher ainda receba 22% a menos que o homem ao exercer o mesmo trabalho. E que as mulheres negras recebam menos da metade do salário dos homens brancos&#8221;, disse.</p>
<p>Em julho do ano passado, o governo federal sancionou uma lei que garante igualdade salarial entre homens e mulheres e estabelece medidas para tornar os salários mais justos, aumentando a fiscalização contra a discriminação e facilitando os processos legais para garantir igualdade salarial.</p>
<p>&#8220;Foi para mudar essa realidade que o Governo Federal aprovou a Lei da Igualdade Salarial. Trabalho igual, salário igual&#8221;, ressaltou Cida Gonçalves no pronunciamento.</p>
<p>Com a nova lei, empresas com 100 ou mais funcionários devem fornecer relatórios semestrais transparentes sobre salários e critérios de remuneração. Esses relatórios devem conter informações que permitam comparar salários e remunerações entre homens e mulheres de forma objetiva.</p>
<p>Cida Gonçalves citou outras ações realizadas pelo governo com foco na população feminina, entre elas distribuição gratuita de absorventes para meninas e mulheres em situação de vulnerabilidade social e destinação R$ 28 milhões para fortalecimento de mulheres negras empreendedoras, pesquisadoras e mães de vítimas da violência racial, além de R$ 6 milhões para oferta de bolsas de doutorado e pós-doutorado sanduíche no exterior a negras, quilombolas, indígenas e ciganas.</p>
</div>
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		<title>Fundo de Quintal faz show nesta sexta-feira (8), em homenagem ao Dia Internacional da Mulher</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fundo-de-quintal-faz-show-nesta-sexta-feira-8-em-homenagem-ao-dia-internacional-da-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 19:12:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo de Quintal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto Musical Pick Carioca, apresenta nesta sexta-feira, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a partir das 21h, show com o Grupo Fundo de Quintal na Quadra da Estácio de Sá. Abertura com Grupo Aquelas Coisas. Nos intervalos tem a DJ Hontas. Um evento que vai marcar história, no Berço do Samba num dia especial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto Musical Pick Carioca, apresenta nesta sexta-feira, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a partir das 21h, show com o Grupo Fundo de Quintal na Quadra da Estácio de Sá. Abertura com Grupo Aquelas Coisas. Nos intervalos tem a DJ Hontas. Um evento que vai marcar história, no Berço do Samba num dia especial para as Mulheres do Brasil e do Mundo. Venham celebrar essa data especial com a Pick Carioca, que trará muita cultura e entretenimento até dezembro de 2024. Todo mês com uma nova atração da Música Popular Brasileira.</p>
<p>Projeto Musical Pick Carioca:Trata-se de uma inovação de longa durabilidade, cujo início se dará à partir de março até dezembro de 2024 na quadra Grêmio Recreativo Escola de Samba Estácio de Sá, nos quais, haverá mistura de ritmos musicais, com grandes nomes somado a virtuosidade de novas gerações, proporcionando ao público uma experiência única que incorporará a cultura do Samba carioca.</p>
<p>Um culto à boa música e a boemia do jeitinho que o carioca gosta, tudo junto e misturado, com muito gingado e simpatia.</p>
<p>Fundo DE QUINTAL é a melhor tradução da frase: &#8220;Aconselho a você, que seja sambista também&#8221;. Parafraseando Dorival Caymmi, Quem não conhece o Fundo de Quintal, bom sujeito não é. É ruim da cabeça ou doente do pé. a verdade é que o Fundo de Quintal é o grupo de samba brasileira mais antigo em atividade até os dias de hoje.</p>
<p>Formado no Rio de Janeiro na década de 1970, surgiu a partir das rodas de samba do bloco carnavalesco Cacique de Ramos, agremiação criada por Bira Presidente, Ubirany e Serena em 1961. De lá para cá, o Fundo de Quintal tornou-se uma das maiores referências do gênero, em especial no pagode.</p>
<p>Em 2021, o grupo Fundo Quintal completou 45 anos de carreira. Além de muitas sambas e histórias que trazem na bagagem, para comemorar o aniversário, foi gravado a show de aniversário no Parque de Madureira, no dia 21 de novembro. Essa celebração contou com as participações especiais de Xande de Pilares, Diogo Nogueira, Bom Gosto entre outros. A direção musical foi de André Renato, direção do DVD de Anselmo Troncoso, o Rei das lives, e a produção executiva e realização da X Entretenimento.</p>
<p>Generosidade musical é o segredo para a longevidade do grupo, todo sambista é um pouco Fundo de Quintal, afinal, são 45 anos de sucesso na Música Popular Brasileira. Não é à toa que o grupo é reconhecidamente o mais premiado e respeitado da história.</p>
<p>O grupo é, orgulhosamente, o berço de bambas como Jorge Aragão, Sombrinha, Almir Guineta, Arlindo Cruz, Cleber Augusto, Maria Sérgio, Ronaldinho, Ubirany, entre vários outros nomes da música popular brasileira. Verdadeiros padrinhos das gerações de atuais e futuros sambistas. O tempero desta receita é a assinatura inconfundível do Fundo. Na primeira batida do tantã, do repique de mão e do pandeiro, todo mundo já sabe que vai ouvir samba da mais alta qualidade. Na internet, o grupo se mantém muito bem com mais de 154 milhões de visualizações em seu canal do YouTube, além de mais de 1 milhão de ouvintes mensais no Shopify. No palco, Bira Presidente, que além de exímio pandeirista, é dono absoluto do samba no pé, junto com Sereno, que além de cantor e compositor é o inventor do tantã. Ademir Batera, também conhecido como baterista Sorriso, Marcelo Alexandre e Junior Itaguaí, completam o Grupo Fundo de Quintal. Uma verdadeira união de sambistas, cada um com uma personalidade própria e independente que, juntos no palco, formam a principal referência do gênero. O samba comemora!</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Show em Homenagem ao Dia Internacional da Mulher com Fundo Quintal</strong></p>
<p><strong>Data:</strong> 8 de março<br />
<strong>Horário:</strong> à partir das 21 h.<br />
<strong>Local:</strong> Quadra da Estácio de Sá<br />
<strong>Endereço:</strong> Avenida Salvador de Sá, 206/2028<br />
<strong>Abertura:</strong> Grupo Aquelas Coisas.<br />
<strong>Atração principal:</strong> Grupo Fundo de Quintal<br />
<strong>Participação especial:</strong> Apresentação da bateria da escola da Estácio de Sá e suas passistas<br />
<strong>Nos Intervalos:</strong> DJ Hontas. DJ Ray</p>
<p><strong>Ingressos:</strong> <a href="https://www.sympla.com.br/evento/pick-carioca-apresenta-fundo-de-quintal/2326705" target="_blank" rel="noopener">https://www.sympla.com.br/evento/pick-carioca-apresenta-fundo-de-quintal/2326705</a></p>
<p><strong>Mais Informações:</strong> (21) 99448-3443<br />
<strong>Classificação:</strong> 18 anos</p>
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		<title>Por 40 anos, assassinatos de mulheres foram subestimados no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/por-40-anos-assassinatos-de-mulheres-foram-subestimados-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Mar 2023 00:20:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Homicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Inca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Subnotificação]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de homicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Uerj]]></category>
		<category><![CDATA[UFRN]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra a Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Violência de Gênero]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante 40 anos no Brasil, de 1980 a 2019, as taxas de homicídio de mulheres foram subestimadas. Os dados revelam um aumento de 28,62%, de 4,58 para 5,89 homicídios por 100 mil mulheres, na mesma proporção. Esse estudo foi conduzido por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante 40 anos no Brasil, de 1980 a 2019, as taxas de homicídio de mulheres foram subestimadas. Os dados revelam um aumento de 28,62%, de 4,58 para 5,89 homicídios por 100 mil mulheres, na mesma proporção. Esse estudo foi conduzido por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Instituto Nacional do Câncer (Inca) e Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).</p>
<p>De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma região é considerada de extrema violência quando a taxa de óbitos ultrapassa 3 por 100 mil mulheres.</p>
<p>A pesquisa utilizou um método de correção para analisar as mortes violentas de mulheres e identificar a violência de gênero. Os dados foram coletados a partir do registro de óbitos no Sistema de Informação sobre Mortalidade do Sistema Único de Saúde (SIM/Datasus).</p>
<p>Karina Meira, pesquisadora da UFRN e coordenadora do estudo, explica o método utilizado:</p>
<blockquote><p>“Existem técnicas demográficas que permitem identificar fatores de correção para esse problema de subnotificação. Primeiro nós fizemos a correção para as causas indeterminadas e depois nós fizemos as correções para a subnotificação, e aí a gente teve um número de óbitos, de homicídios, corrigido”.</p></blockquote>
<p>O estudo apontou um aumento na frequência de óbitos de mulheres causados por violência em todas as regiões do Brasil. Na Região Norte, por exemplo, esse tipo de ocorrência foi 49,88% maior do que o número apresentado pelo governo. O menor índice foi registrado na Região Sul, com um aumento de 9,13%.</p>
<p>Rafael Guimarães, coautor do estudo e pesquisador do Departamento de Ciências Sociais da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, da Fiocruz, explicou as disparidades entre as regiões.</p>
<p>“A gente tem aí uma redução do risco de óbito para o Sudeste e para o Sul e um aumento no Norte e Nordeste, o que significa dizer que ao longo destes últimos 40 anos, gradativamente, esse problema de saúde pública foi se tornando particularmente mais penalizante para mulheres do Norte e do Nordeste do que pro Sul do Brasil”.</p>
<h2>Recorte racial</h2>
<p>Um dado alarmante apontado pelo estudo é a questão dos assassinatos de mulheres negras. Entre 2009 e 2019, houve uma redução dos homicídios de mulheres brancas no Brasil, porém, um aumento significativo entre as mulheres negras.</p>
<p>Em 2019, uma mulher negra tinha, em média, 1,7 vezes mais chances de ser assassinada do que uma mulher branca, sendo que em alguns estados essa situação era ainda mais grave. No Rio Grande do Norte, por exemplo, uma mulher negra tinha um risco 5,1 vezes maior de ser morta.</p>
<p>Karina Meira, uma das autoras do estudo, destaca que esse resultado reflete a persistência do racismo no país.</p>
<blockquote><p>“A gente é um país que tem um racismo, que a gente vivenciou a escravidão por mais de 300 anos, e nós temos um país em que os corpos negros, tanto de mulheres quanto de homens, têm menos valor”.</p></blockquote>
<h2>Recorte etário e regional</h2>
<p>O estudo também analisou a faixa etária das mulheres e constatou que aquelas entre 20 e 39 anos enfrentam um risco maior de sofrerem violência em comparação a mulheres de outros grupos etários. Além disso, o local onde vivem também é um fator de influência, sendo que mulheres em cidades com culturas patriarcais mais conservadoras enfrentam um risco maior de sofrer violência doméstica do que mulheres em locais onde há mais discussões sobre violência.</p>
<p>Rafael Guimarães enfatizou a importância do estudo.</p>
<p>“A gente considera importante discutir o assassinato de mulheres neste mês em particular de março porque é o mês em que a gente celebra o Dia Internacional da Mulher e a gente pretende que este nosso diagnóstico seja uma pequena contribuição para os estudos de iniquidades do gênero neste país”.</p>
<p>A análise também apontou os principais métodos usados nos assassinatos, entre eles armas de fogo, objetos contundentes ou perfurantes e estrangulamento.</p>
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		<item>
		<title>Escola inclusiva deve considerar experiência de vida, diz professora</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/escola-inclusiva-deve-considerar-experiencia-de-vida-diz-professora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 13:32:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Escola Inclusiva]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Mantoan]]></category>
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					<description><![CDATA[A distinção entre escola regular e especial não existe para Teresa Mantoan. Professora há mais de seis décadas, ela trabalha para sensibilizar a sociedade sobre a importância da construção de uma escola que inclua todos os alunos, com deficiências ou não. Em entrevista exclusiva à Agência Brasil, para marcar o Dia Internacional da Mulher, comemorado nessa quarta-feira (8), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A distinção entre escola regular e especial não existe para Teresa Mantoan. Professora há mais de seis décadas, ela trabalha para sensibilizar a sociedade sobre a importância da construção de uma escola que inclua todos os alunos, com deficiências ou não. Em entrevista exclusiva à <strong>Agência Brasil,</strong> para marcar o Dia Internacional da Mulher, comemorado nessa quarta-feira (8), a docente mostra como é possível pensar a educação inclusiva no país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>&#8220;Sou professora desde 1961 e ocorre que o meu jeito de ensinar é muito próprio, não me alinho a nenhum método educacional, nenhuma didática específica. Eu acredito que as pessoas tendem para o conhecimento porque todos nós precisamos resolver problemas desde pequenos. O conhecimento é uma forma de a gente poder se ver cada vez melhor e criar situações que levem avanços ao conhecimento de todos&#8221;, afirmou a professora.</p>
<h2>Criança nota zero</h2>
<p>Segundo Mantoan, sua própria história de vida como uma aluna desinteressada na infância a motivou a buscar caminhos diferentes da metodologia de ensino convencional.</p>
<p>&#8220;Eu sempre tive essa ideia porque desde criança fui aluna nota zero. Eu nunca consegui, na escola, <span id="OBJ_PREFIX_DWT255_com_zimbra_date" role="link">ter</span> um bom aproveitamento, como eles diziam, porque não via utilidade naquilo que era ensinado. Quando eu perguntava [sobre] alguma coisa em que tinha interesse, que dizia respeito às disciplinas, eu era podada. Em matemática, língua portuguesa, história, os professores diziam: ‘olha, você precisa saber isso agora’, e eu me sentia desprestigiada e sem vontade de continuar estudando uma coisa que já sabia. Como professora, fui a mesma coisa&#8221;, contou.</p>
<p>Para Teresa Mantoan, a distância entre os conteúdos e o cotidiano dos alunos torna mais difícil o aprendizado das crianças. Segundo a professora, o sistema atual é baseado na simples reprodução de um modelo e impede a capacidade reflexiva do estudante.</p>
<p>&#8220;Quando me formei como normalista, em 1960, fui, no ano seguinte, trabalhar em uma escola seriada, e as crianças já precisavam <span id="OBJ_PREFIX_DWT256_com_zimbra_date" role="link">ter</span> habilidades e competências para cursar determinado ano ou disciplina. Mas isso não vale. O que vale é aquilo que as crianças já viveram de experiências, e elas querem saber mais do que está previsto nas atividades curriculares. Todos somos curiosos, mas deixamos de ser porque a escola nos impinge conhecimento que – a meu ver – destrói a capacidade de conhecer, de recriar o conhecimento&#8221;, acrescentou.</p>
<h2>Inclusão</h2>
<p>Por lei, pelo Plano Nacional de Educação (PNE), o Brasil deve incluir todos os estudantes de 4 a 17 anos na escola. Os estudantes com necessidades especiais devem ser matriculados preferencialmente em classes comuns. Para isso, o Brasil deve garantir todo o sistema educacional inclusivo, salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados.</p>
<figure id="attachment_58271" aria-describedby="caption-attachment-58271" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/09-Colniza-MT-Brasil-Criancas-na-escola-da-comunidade-de-ribeirinhos-de-Sao-Lourenc-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-58271" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/09-Colniza-MT-Brasil-Criancas-na-escola-da-comunidade-de-ribeirinhos-de-Sao-Lourenc-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C502&#038;ssl=1" alt="Colniza, MT, Brasil: Crianças Na Escola Da Comunidade De Ribeirinhos De São Lourenço - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="502" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/09-Colniza-MT-Brasil-Criancas-na-escola-da-comunidade-de-ribeirinhos-de-Sao-Lourenc-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/09-Colniza-MT-Brasil-Criancas-na-escola-da-comunidade-de-ribeirinhos-de-Sao-Lourenc-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/09-Colniza-MT-Brasil-Criancas-na-escola-da-comunidade-de-ribeirinhos-de-Sao-Lourenc-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C499&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-58271" class="wp-caption-text">Colniza, MT, Brasil: Crianças na escola da comunidade de ribeirinhos de São Lourenço &#8211; Marcelo Camargo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>&#8220;O Brasil, pela Constituição Federal e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), é um país genuinamente inclusivo e, no entanto, a educação inclusiva não considerava tudo isso e mantinha certos alunos em escolas especiais e instituições especiais&#8221;, criticou.</p>
<h2>&#8220;Estar com&#8221;</h2>
<p>No início<span id="OBJ_PREFIX_DWT257_com_zimbra_date" role="link"> de janeiro</span>, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva revogou decreto do ex-presidente Jair Bolsonaro que incentivou, em 2020, a criação de classes especializadas em escolas regulares e escolas próprias para pessoas com deficiência. Na prática, o dispositivo abria caminho para a criação de escolas especiais para alunos com deficiência e aulas separadas, sem convivência com as outras crianças. A medida já havia sido suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no mesmo ano, após questionamento da ação.</p>
<p>&#8220;Temos uma clareza muito grande do que é inclusão. Inclusão é ‘estar com’, não é estar junto. Junto a gente pode estar em toda parte, mas ‘estar com’ significa compartilhar, colaborar, cooperar, principalmente conviver. A inclusão não é estar do lado, à frente do outro. É estar com o outro e isso é muito difícil nas escolas do jeito como o governo tem agido, a partir de toda essa discussão feita de 2010 até 2022. Os professores e as redes de ensino faziam interpretações, e ainda fazem, muito diferentes do texto da política&#8221;, disse.</p>
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<div class="post-item-wrap">
<figure id="attachment_58272" aria-describedby="caption-attachment-58272" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/09-Escola-melhora-desenvolvimento-de-criancas-com-deficiencia-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-58272" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/09-Escola-melhora-desenvolvimento-de-criancas-com-deficiencia-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C502&#038;ssl=1" alt="Escola Melhora Desenvolvimento De Crianças Com Deficiência - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="502" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/09-Escola-melhora-desenvolvimento-de-criancas-com-deficiencia-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/09-Escola-melhora-desenvolvimento-de-criancas-com-deficiencia-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/09-Escola-melhora-desenvolvimento-de-criancas-com-deficiencia-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C499&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-58272" class="wp-caption-text">Escola melhora desenvolvimento de crianças com deficiência &#8211; Tomaz Silva/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Na avaliação da professora, ainda há um entendimento distorcido sobre o que é inclusão dentro da própria escola.</p>
<p>&#8220;A inclusão implica mudança do modo como conceber, realizar e avaliar o ensino. Na concepção atual, a inclusão dos alunos da educação especial é muito complicada porque eles fogem do modelo [padrão]. Por outro lado, os pais das pessoas com deficiência se veem numa situação muito difícil, de fazer com que os professores tenham uma visão do filho deles como pessoas que não se encaixam em um modelo&#8221;, observou. &#8220;Os pais querem que seus filhos sejam vistos como pessoas e não [apenas] como ‘pessoas com deficiência’&#8221;.</p>
<h2>Formação deficiente</h2>
<p>Atualmente, Teresa Mantoan lidera o Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferença (Leped) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), criado em 1996 para ampliar as pesquisas na área de educação inclusiva. Para a professora, a formação atual ainda não capacita adequadamente docentes para uma educação de fato inclusiva.</p>
<p>&#8220;A própria formação das universidades deixa muito a desejar, o pedagogo é malformado. Ao pedagogo se ensina a didática da matemática, da língua portuguesa, e isso não existe. Estamos em uma educação pós-moderna, o mundo é outro&#8221;, disse. &#8220;Ensinar não é simplesmente transmitir conteúdos, conhecimentos que não tenham gancho anterior na experiência da criança, que não tenham sentido para ela. Os conteúdos não funcionam como fim da aprendizagem. O conteúdo tem que ser um meio para que o aluno possa entender melhor o que o conteúdo quer dizer&#8221;, completou.</p>
<p>Autora do livro <em>A escola que queremos para todos</em>, a professora defende que a educação não seja apenas reprodução de conteúdos programáticos, dividindo alunos por conhecimentos decorados.</p>
<p>“[A escola que defendo] é aquela em que alunos e professores vão experimentar o mundo a partir de conteúdos dos currículos, mas sem uma preocupação de que todos aprendam e tenham as mesmas capacidades de respostas e interesses. A escola difícil é essa [atual] que dribla para o que ela mesma quer, não o que é de interesse do aluno. Na prática, é fazer com que os professores e, principalmente, quem coordena as políticas educacionais entendam que estudar não é decorar conteúdo, muito menos <span id="OBJ_PREFIX_DWT258_com_zimbra_date" role="link">ter</span> as mesmas capacidades, pois elas variam entre as pessoas”, argumentou.</p>
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		<title>Estudo mostra como as parlamentares são ofendidas nas redes sociais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estudo-mostra-como-as-parlamentares-sao-ofendidas-nas-redes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 13:21:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[deputada federal]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[discurso de ódio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[ofensa]]></category>
		<category><![CDATA[Parlamentar]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Senadora]]></category>
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					<description><![CDATA[Parlamentares brasileiras são alvos de insultos, críticas e invalidações feitas de forma violenta nas redes sociais. Um estudo com mais de 1,5 mil mensagens publicadas no Twitter, Facebook, Instagram e Youtube, entre julho e dezembro de 2021, mostra que 9% delas continham algum indício de violência discursiva contra essas deputadas federais e senadoras. A pesquisa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Parlamentares brasileiras são alvos de insultos, críticas e invalidações feitas de forma violenta nas redes sociais. Um estudo com mais de 1,5 mil mensagens publicadas no Twitter, Facebook, Instagram e Youtube, entre julho e dezembro de 2021, mostra que 9% delas continham algum indício de violência discursiva contra essas deputadas federais e senadoras.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A pesquisa Mapa da Violência Política de Gênero em Plataformas Digitais, produzida pelo Laboratório de Combate à Desinformação e ao Discurso de Ódio em Sistemas de Comunicação em Rede (DDoS Lab), da Universidade Federal Fluminense (UFF), analisou menções a 79 deputadas federais e a 12 senadoras da 56ª legislatura (2019 a 2023).</p>
<p>De acordo com o estudo, os insultos são a forma de ataque mais acionada pelos usuários das redes sociais contra as parlamentares. Esse tipo de violência discursiva, que segundo o estudo se revela em xingamentos como “loira burra” ou “vagabunda”, apareceu em 41% das mensagens ofensivas.</p>
<p>Em seguida, aparece a invalidação (26,6% das ofensas). Esse tipo de ofensa busca anular a validade ou diminuir a importância daquilo que a parlamentar expressou, mostrando-se em frases como “tal coisa é mimimi”.</p>
<p>As críticas puras e simples, que se manifestam em expressões como “ela é uma péssima profissional” ou “odeio fulana”, responderam por 24,5% das ofensas.</p>
<p>Outros tipos de violência discursiva encontradas, em número menor de menções, foram ameaça – “tem mais é que morrer” ou “vou te dar uma lição” – e discurso de ódio “tinha que ser preta”.</p>
<p>“Isso não significa que parlamentares homens não são atacados. Eles são, com certeza, e podem ser até mais. Mas o que a gente precisa olhar é o caráter dessa violência. Homens geralmente são atacados enquanto figuras políticas. O fulano é chamado de corrupto, o sicrano é classificado como mau gestor. Enquanto com as mulheres políticas, o que é atacado? O corpo dela, a aparência, a família, a capacidade intelectual, a legitimidade dela naquela espaço”, explica Letícia Sabbatini, pesquisadora que participou do estudo.</p>
<h2>Redes sociais</h2>
<p>O Twitter foi a plataforma com mais mensagens enquadradas como violência discursiva. Cerca de 24% do conteúdo analisado nesta rede social apresentavam ofensas às parlamentares. No Facebook, o percentual cai para 4,4% das menções violentas. No entanto, é nesta rede que os índices de engajamento nos conteúdos que incorporam ataques a parlamentares mulheres mais aumentam.</p>
<p>Nas demais redes, as menções com violência discursiva se apresentaram nas seguintes parcelas das postagens: Instagram (4,7%), e Youtube (2,9%).</p>
<p>Em relação ao tom usado nas ofensas, o estudo revelou que a retórica satírica – encontrada em expressões como “mulher macho!” e “faz xixi em pé” – era a principal, transparecendo em 30,9% dos conteúdos ofensivos.</p>
<p><em>“O que é isso? É o uso do humor para camuflar uma desavença, para indicar que é só uma brincadeira, que não precisa de alarde, que não tem nada a ver com violência. Continua sendo violência, mas se trata de uma violência muito mais difícil de a gente demarcar”</em>, explica Letícia Sabbatini.</p>
<p>A retórica desqualificadora – expressões como “fez o teste do sofá” ou “entrou na faculdade só por causa das cotas” – apareceu em 22,3% das ofensas.</p>
<p>Outros tipos retóricos encontrados foram a retórica cínica (“o feminismo é imoral” ou “vocês feministas são todas assim”), a contestadora (“você está errada” ou “não é assim que se faz”), a provocadora (“quero ver fazer isso”) e a violenta (“depois apanha, não sabe por quê”), entre outras.</p>
<p>Entre as menções violentas, observou-se que 8,6% usavam discurso misógino, ou seja, para inferiorizar, degradar ou desumanizar a mulher; 2,9% eram racistas e 1,4% se relacionavam à LGTBQIA+fobia.</p>
<p>As parlamentares do campo ideológico da esquerda sofreram duas vezes mais ataque do que aquelas do espectro da direita. As maiores vítimas, em termos proporcionais (número de ofensas em relação ao total de menções) são as deputadas Talíria Petrone (PSOL-RJ) – atacada em 50% das menções a ela –; Professora Dayane Pimentel (União-BA) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ) – ofendidas em 33,3% das mensagens dirigidas a elas.</p>
<p>Em termos absolutos (quantidade total de menções violentas), no entanto, a deputada mais atacada foi a conservadora Carla Zambelli (PL-SP). Os alvos mais visados, entre os partidos políticos, foram PCdoB, PSOL e PMB. “A motivação política foi a mais presente entre os ataques que a gente mapeou”, afirma a pesquisadora.</p>
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		<title>Lei estabelecerá multa para empresa que descumprir igualdade salarial</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lei-estabelecera-multa-para-empresa-que-descumprir-igualdade-salarial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 23:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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		<category><![CDATA[Salário]]></category>
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					<description><![CDATA[Empregadores que pagarem salários diferenciados a uma mulher que tem o mesmo tempo de casa, a mesma função e com escolaridade semelhante a um funcionário homem serão multados em 10 vezes o valor do maior salário pago na empresa. É o que consta no projeto de lei sobre igualdade salarial assinado nesta quarta-feira (8) pelo presidente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Empregadores que pagarem salários diferenciados a uma mulher que tem o mesmo tempo de casa, a mesma função e com escolaridade semelhante a um funcionário homem serão multados em 10 vezes o valor do maior salário pago na empresa. É o que consta no projeto de lei sobre igualdade salarial assinado nesta quarta-feira (8) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e enviado para análise do Congresso Nacional.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O texto prevê a obrigação das empresas que têm mais de 20 empregados darem transparência às faixas salariais para dar capacidade de fiscalização ao Ministério do Trabalho. A pasta também deverá elaborar um protocolo de fiscalização para esses casos.</p>
<p>A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, explicou que “nos casos gritantes de discriminação”, um juiz competente poderá, em caráter liminar, determinar que a mulher receba o mesmo salário que o homem já no mês da denúncia de desigualdade.</p>
<p>Sobre a possibilidade dessas medidas resultarem na redução de contratação de mulheres, Tebet afirmou que esse é um discurso misógino (de ódio ou aversão às mulheres) por parte de setores produtivos.</p>
<p>“Se algum empregador estiver discriminando uma mulher, se isso for fator para que ele não contrate uma mulher, não vai faltar empresas sérias, responsáveis e compromissadas para isso”, disse.</p>
<p>“Nós somos imprescindíveis no mercado de trabalho, não só no setor de cuidado, não só como enfermeiras, como professoras ou ramo da confecção, hoje somos imprescindíveis no mercado de trabalho porque se não contratarem mulheres vão ter dificuldade na sua produção”, disse Tebet após cerimônia de celebração ao Dia Internacional da Mulher, no Palácio do Planalto.</p>
<p>Tebet ressaltou que a medida ainda será debatida pelos parlamentares, mas lembrou que texto semelhante já foi aprovado. Em 2021, na gestão de Jair Bolsonaro, o Palácio do Planalto chegou a devolver ao Congresso Nacional um projeto de lei, que estava pronto para sanção, e aumentava a multa no valor correspondente a cinco vezes a diferença salarial paga pelo empregador. O projeto, desde então, está parado na Câmara dos Deputados.</p>
<h2>Violência histórica</h2>
<p>Para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao aceitar que a mulher ganhe menos que o homem no exercício da mesma função, se perpetua uma violência histórica contra as mulheres. “É importante lembrar que nesse projeto de lei tem uma palavra que faz a diferença de tudo que já foi escrito sobre trabalho igual entre homens e mulheres. E essa mágica palavra é ‘obrigatoriedade’ de pagar o salário igual. Vai ter muita gente que não vai querer pagar, mas para isso a Justiça tem que funcionar para obrigar o empresário que não pagar, pagar aquilo que a mulher merece pela sua capacidade de trabalho”, disse.</p>
<p>Durante seu discurso, a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, citou estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que aponta que a igualdade salarial entre homens e mulheres pode acrescentar 0,2% à taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) de um país. “Estamos trabalhando intensamente para que isso se concretize”, disse, destacando que a desigualdade salarial no Brasil chega a 30%, mesmo as mulheres tendo maior nível educacional.</p>
<h2>Misoginia</h2>
<p>Na celebração no Palácio do Planalto, o presidente Lula anunciou uma série de ações do governo federal que incidem diretamente no combate à violência e na garantia de direitos das mulheres. Para ele, o respeito às mulheres é um valor inegociável.</p>
<p>“Houve um tempo em que o 8 de março era comemorado com distribuição de flores, enquanto os outros 364 dias eram marcados pela discriminação, machismo e violência. Hoje, estamos comemorando 8 de março com o respeito que as mulheres exigem. Respeito em todos os espaços que elas queiram ocupar, seja no trabalho, em locais públicos, na política ou dentro de suas próprias casa”, disse Lula.</p>
<p>Ao citar o conjunto de medidas anunciadas, a ministra Cida Gonçalves propôs um pacto social para enfrentamento à misoginia e à violência contra mulher.</p>
<p>“É primordial que o poder público faça seu papel, mas é preciso ir além e continuar avançando na compreensão que o desprezo e ódio às mulheres não podem ser naturalizados. Não podemos aceitar o fato de que homens ganhem dinheiro na internet praticando misoginia, e isso precisa parar. Esse ambiente nos faz retomar estatísticas tão repetidas, mas ainda assim tão chocantes: a cada dia três mulheres são mortas no Brasil pelo fato de serem mulheres. O enfrentamento ao feminicídio é uma luta política urgente”, destacou.</p>
<p>Já é de conhecimento público a existência de grupos masculinistas que propagam misoginia e ameaçam mulheres na internet. Um deles, o movimento <em>RedPill</em>, usa o suposto discurso de autoajuda nos relacionamentos para propagar machismo e misoginia.</p>
<p>Nesse contexto de combate à violência, a ministra anunciou a recriação do programa Mulher Viver sem Violência, com a implantação de 40 unidades da <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/navegue-por-temas/politicas-para-mulheres/arquivo/assuntos/violencia/programa-mulher-viver-sem-violencia/servicos-disponiveis-na-casa-da-mulher-brasileira" target="_blank" rel="noopener">Casa da Mulher Brasileira</a>, com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública e investimento de R$ 372 milhões. O programa prevê ainda a doação de 270 viaturas para a Patrulha Maria da Penha, em todos os estados.</p>
<p>O Ligue 180, Central de Atendimento à Mulher, também está sendo reconstruído. Na gestão anterior, houve a integração desse sistema com o Disque 100 e a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos. Nesse telefone, é possível registrar denúncias contra qualquer tipo de violência de gênero, com ligação gratuita de qualquer lugar do país. O serviço funciona 24 horas por dia.</p>
<p><strong>Confira as ações anunciadas pelo governo federal neste 8 de março</strong></p>
<p><strong>Mão de obra feminina</strong></p>
<p>Decreto prevendo a regulamentação da cota de 8% da mão de obra para mulheres vítimas de violência em contratações públicas na administração federal direta, autarquias e fundações.</p>
<p>Será lançada também a política de enfrentamento ao assédio sexual e moral e discriminação na administração pública federal.</p>
<p><strong>Violência política</strong></p>
<p>Projeto de lei para que o 14 de março seja transformado no Dia Nacional Marielle Franco, data com foco no enfrentamento à violência política de gênero e de raça. Essa data marca o dia em que a vereadora do Rio de Janeiro foi assassinada, em 2018.</p>
<p><strong>Dignidade menstrual</strong></p>
<p>Decreto que trata da dignidade menstrual, com o compromisso de distribuição gratuita de absorventes no Sistema Único de Saúde (SUS). Adicionalmente, será lançado um programa de equidade de gênero e raça entre os servidores do SUS.</p>
<p><strong>Ações internacionais</strong></p>
<p>O governo federal vai ratificar a <a href="https://c190.lim.ilo.org/?lang=pt-br" target="_blank" rel="noopener">Convenção 190 da OIT</a>, primeiro tratado internacional a reconhecer o direito de todas as pessoas a um mundo de trabalho livre de violência e assédio, incluindo violência de gênero. Entre outras medidas, a Convenção 190 amplia conceitos de assédio sexual e moral no trabalho.</p>
<p>O país vai aderir à Coalizão Internacional de Igualdade Salarial, que envolve entidades como a OIT, a ONU Mulheres e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).</p>
<p><strong>Educação e esporte</strong></p>
<p>Retomada das obras de 1.189 creches que estavam com o andamento paralisado.</p>
<p>Nos próximos dois anos, também serão asseguradas vagas em cursos e programas de educação profissional e tecnológica para 20 mil mulheres em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>Assinatura de um decreto que determina a licença-maternidade para integrantes do Bolsa Atleta. A intenção é garantir o respeito, de forma ampla, à maternidade e à gestante. O texto garante o recebimento regular das parcelas do programa voltado para atletas de alto desempenho até que a beneficiária possa iniciar ou retomar a atividade esportiva.</p>
<p><strong>Cultura</strong></p>
<p>Edital Ruth de Souza de Audiovisual, que vai dar suporte a projetos inéditos de cineastas brasileiras para realização do primeiro longa-metragem. São R$ 10 milhões em investimentos.</p>
<p>Outra linha de ação é o incentivo à literatura, com R$ 2 milhões no Prêmio Carolina Maria de Jesus, para livros inéditos escritos por mulheres.</p>
<p><strong>Ciência e pesquisa</strong></p>
<p>Instituir a Política Nacional de Inclusão, Permanência e Ascensão de Meninas e Mulheres na Ciência, Tecnologia e Inovação. A estimativa é de que haja uma chamada pública do CNPq de R$ 100 milhões, voltada para mulheres nas ciências exatas, engenharia e computação.</p>
<p><strong>Autonomia financeira</strong></p>
<p>Lançamento de um edital de assistência técnica rural para mulheres do campo, pelo programa Organização Produtiva Econômica das Mulheres Rurais, com R$ 50 milhões de investimento e perspectiva de atender até 20 mil mulheres.</p>
<p>Banco do Brasil anunciou que cinco carretas do Agro Mulher percorrerão o país com oferta de crédito diferenciado para mulheres, serviços financeiros e capacitação para pessoas físicas e jurídicas.</p>
<p>A Caixa Econômica Federal promoverá o Mulheres na Favela, com a qualificação de mulheres em três laboratórios de inovação social no Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador.</p>
<p>O BNDES enfatizará o Projeto Garagem, com aceleração de startups lideradas por mulheres.</p>
<p><strong>Grupos de trabalho</strong></p>
<p>Criação de grupos de trabalho interministeriais com foco na garantia de direitos das mulheres. Um deles será voltado para a elaboração de uma Política Nacional de Cuidados, outro para formular o Plano Nacional de Igualdade Salarial, Remuneratório e Laboral entre Mulheres e Homens e um terceiro terá como meta a Política de Enfrentamento ao Assédio Moral e Sexual e Discriminação na Administração Pública.</p>
<p>Grupos de trabalho para o Enfrentamento à Violência Política de Gênero e Raça e outro para formulação da Política Nacional de Inclusão, Permanência e Ascensão de Meninas na Ciência, Tecnologia e Inovação. Palestras, eventos, seminários e debates estão previstos para todo o mês em diversos ministérios.</p>
<p><strong>Colegiado</strong></p>
<p>A Secretaria-Geral da Presidência da República determinou que a representação feminina nos conselhos e comissões vinculados à pasta deverá ser de, no mínimo, 50% de sua composição. A paridade de gênero foi definida em <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-147-de-6-de-marco-de-2023-468049048" target="_blank" rel="noopener">portaria publicada nesta terça-feira (7) no <em>Diário Oficial da União</em></a>. O texto estabelece ainda que pelo menos 20% dos assentos nos colegiados terão de ser ocupados por pessoas autodeclaradas pretas e pardas.</p>
<p>De acordo com a portaria, as organizações da sociedade civil poderão indicar a mesma pessoa como representante em até dois conselhos ou comissões, e os indicados terão direito a até dois mandatos consecutivos ou três alternados.</p>
<p>Os colegiados vinculados à Secretaria-Geral são o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional; Conselho de Participação Social; Conselho Nacional da Juventude; Conselho Nacional de Fomento e Colaboração; Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica; e Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.</p>
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		<title>Rosa Weber diz que igualdade de gênero é imperativo para democracia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rosa-weber-diz-que-igualdade-de-genero-e-imperativo-para-democracia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 18:04:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa Weber]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, afirmou nesta quarta-feira (8) que a busca pela igualdade entre homens e mulheres é um “imperativo” para todos os cidadãos e instituições brasileiras para que se possa efetivar a democracia no país. “O déficit de representatividade feminina significa um déficit para a própria democracia brasileira”, [&#8230;]]]></description>
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<p>A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, afirmou nesta quarta-feira (8) que a busca pela igualdade entre homens e mulheres é um “imperativo” para todos os cidadãos e instituições brasileiras para que se possa efetivar a democracia no país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p><em>“O déficit de representatividade feminina significa um déficit para a própria democracia brasileira”</em>, disse Rosa Weber. “<em>É imperativo que nos desafia a todos, homens e mulheres, partidos políticos, sociedade civil e instituições de Estado</em>”, afirmou.</p>
<p>As declarações foram dadas durante o evento O Olhar Delas, realizado na sala de audiências da Primeira Turma, na sede do Supremo, para marcar o Dia Internacional da Mulher, comemorado nesta quarta-feira (8).</p>
<p>A presidente do Supremo destacou ser apenas a terceira a presidir a Corte, que há pouco completou 132 anos de existência. “A história republicana deste Supremo Tribunal Federal conta com apenas três ministras, entre 169 ministros”, ressaltou.</p>
<p>A ministra disse ainda que <em>“há muito a ser feito”</em>, pois ainda nos encontramos distantes de uma igualdade efetiva, e mesmo quando conseguem superar a sub-representação em espaços de decisão e de poder, as mulheres continuam a sofrer um preconceito qualitativo e a ser inviabilizadas”.</p>
<p><em>“Mesmo quando nós, mulheres, podemos ocupar o espaço institucional, maior é o esforço a despender para sermos ouvidas em pé de igualdade com os homens”</em>, disse Weber. <em>“Há muito a ser feito”</em>, acrescentou a presidente do Supremo.</p>
<p>Entre as iniciativas nesse sentido, ela destacou que o Judiciário aprovou como uma de suas metas para este ano a priorização no julgamento de casos de feminicídio e violência doméstica e familiar contra a mulher.</p>
<h2>Mulheres no STF</h2>
<p>Além de Rosa Weber, participaram do evento a ministra do Supremo Cármen Lúcia; a cantora Maria Bethânia; a médica e pesquisadora Margareth Dalcolmo; a estagiária do CNJ Alcineide Cordeiro, integrante do povo indígena Piratapuya; e a atriz e apresentadora Regina Casé.</p>
<p><em>“Não somos nem guerreiras, nem amazonas, nem feitas de aço. Nós somos feitas de uma substância que é plástica, se adequa, se adapta, se emociona, chora, sangra. De uma substância muito especial, chamada mulher, isso que nos faz lutar, isso nos faz confiar”</em>, disse a pesquisadora Margareth Dalcolmo.</p>
<p>Na condição de mulher indígena, Alcineide Cordeiro, estudante de Relações Internacionais na Universidade de Brasília (UnB), disse nunca ter imaginado estar no Supremo, lado a lado com mulheres poderosas, o que a faz acreditar “que os paradigmas que a sociedade nos impõe podem ser remodelados a partir de nossa inserção desses espaços de decisão e crianças de leis”.</p>
<p>Já a atriz Regina Casé fez um apelo para que mais mulheres sejam indicadas para o Supremo. <em>“A gente precisa de muitas e muitas mulheres, indígenas, negras, aqui nesta casa, porque elas vão estar representando muitas outras que, infelizmente, não vão ter voz”</em>, disse.</p>
<p>Regina Casé pediu ainda a todos que já ocupam algum espaço de poder no Supremo para que, a cada ação julgada, pensem nas mulheres que precisam trabalhar e deixar seus filhos em casa.</p>
<p><em>“Para que todo esse mar de mulheres do Brasil, todas essas mães, possam voltar para casa e seus filhos ainda estejam lá, que seus filhos ainda estejam vivos. Principalmente as mães de mulheres negras. Eu imploro a vocês que a cada ação isso seja pensado”</em>, disse.</p>
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		<title>Respeito às mulheres é valor inegociável no Executivo, diz Lula</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/respeito-as-mulheres-e-valor-inegociavel-no-executivo-diz-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 17:48:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Equidade]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Salarios]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante cerimônia em alusão ao Dia Internacional da Mulher, lembrado nesta quarta-feira (8), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliou que, em meio à um contexto de diversas formas de violência contra as mulheres, é dever do Estado e de toda a sociedade enfrentar cada uma delas. Após assinar atos, decretos e projetos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Durante cerimônia em alusão ao Dia Internacional da Mulher, lembrado nesta quarta-feira (8), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliou que, em meio à um contexto de diversas formas de violência contra as mulheres, é dever do Estado e de toda a sociedade enfrentar cada uma delas. Após assinar atos, decretos e projetos de lei, Lula destacou as 11 ministras do seu governo e classificou o respeito às mulheres como valor inegociável.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p><em>“Nada, absolutamente nada justifica a desigualdade de gênero. A medicina não explica. A biologia não explica. A anatomia não explica. Talvez a explicação esteja no receio dos homens de serem superados pelas mulheres. É isso que não faz sentido algum. Primeiro porque as mulheres querem igualdade, não superioridade. Segundo porque quanto mais as mulheres avançam, mais o país avança. E isso é bom para toda a população.”</em></p>
<p>O presidente lembrou que a desigualdade de gênero não é um problema exclusivo do Brasil. Ele citou dados da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre disparidade de renda e desigualdade entre homens e mulheres que indicam que a questão é ainda mais profunda do que se imaginava.</p>
<p><em>“A humanidade levará 300 anos para alcançar a igualdade entre mulheres e homens se permanecerem as condições atuais. Por isso, não podemos aceitar que a condições atuais sejam mantidas. A igualdade de gênero não virá da noite para o dia, mas precisamos acelerar esse processo. E, se dependesse desse governo, a desigualdade acabaria hoje mesmo por um simples decreto do presidente”</em>, concluiu.</p>
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