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	<title>Dia do trabalhador &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>PEC que põe fim à escala 6&#215;1 segue parada na Câmara dos Deputados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pec-que-poe-fim-a-escala-6x1-segue-parada-na-camara-dos-deputados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2025 14:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[1º de Maio]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de dois meses após ser protocolada, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6&#215;1 — seis dias de trabalho por um de folga — ainda não teve qualquer avanço na Câmara dos Deputados. Até o momento, a presidência da Casa não encaminhou o texto à Comissão de Constituição [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de dois meses após ser protocolada, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6&#215;1 — seis dias de trabalho por um de folga — ainda não teve qualquer avanço na Câmara dos Deputados. Até o momento, a presidência da Casa não encaminhou o texto à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), nem instalou comissão especial para análise da proposta.</p>
<figure id="attachment_83185" aria-describedby="caption-attachment-83185" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-83185" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/01-Lider-do-PSOL-Taliria-Petrone-diz-que-agenda-do-fim-da-escala-6x1-e-a-proxima-prioridade-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C307&#038;ssl=1" alt="Líder Do PSOL, Talíria Petrone, Diz Que Agenda Do Fim Da Escala 6x1 é A Próxima Prioridade - Expresso Carioca" width="463" height="307" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/01-Lider-do-PSOL-Taliria-Petrone-diz-que-agenda-do-fim-da-escala-6x1-e-a-proxima-prioridade-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/01-Lider-do-PSOL-Taliria-Petrone-diz-que-agenda-do-fim-da-escala-6x1-e-a-proxima-prioridade-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/01-Lider-do-PSOL-Taliria-Petrone-diz-que-agenda-do-fim-da-escala-6x1-e-a-proxima-prioridade-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-83185" class="wp-caption-text">Líder do PSOL, Talíria Petrone, diz que agenda do fim da escala 6&#215;1 é a próxima prioridade na Câmara dos Deputados &#8211; José Cruz/Arquivo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Apresentada pela deputada Erica Hilton (PSOL-SP), a PEC ganhou força com o apoio popular nas redes sociais e nas ruas, especialmente entre os jovens. Segundo levantamento da Nexus, 65% da população é favorável à redução da jornada semanal de trabalho, percentual que chega a 76% entre brasileiros de 16 a 24 anos.</p>
<p>A proposta prevê uma jornada de até 36 horas semanais, com quatro dias de trabalho por semana, mediante acordo ou convenção coletiva. A mudança exigiria alteração no inciso XII do artigo 7º da Constituição.</p>
<h3>Articulação política</h3>
<p>A líder do PSOL na Câmara, Talíria Petrone (RJ), afirmou que a proposta será a próxima prioridade da bancada. “Vamos levar ao colégio de líderes a necessidade de abrir a comissão especial. A pressão da sociedade pode ser decisiva para que essa PEC avance”, afirmou.</p>
<p>O líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), também defendeu o debate, mas reconheceu que a pauta da Câmara está cheia nas próximas semanas. Já Lindbergh Farias (PT-RJ), líder do partido na Casa, reforçou que a PEC do fim da escala 6&#215;1 é uma das prioridades da legenda no Congresso, ao lado da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e do julgamento de envolvidos em atos golpistas.</p>
<p>Por outro lado, o tema encontra resistência entre parlamentares da oposição e setores empresariais. O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) afirmou que o assunto sequer foi debatido entre os líderes e classificou a proposta como “plataforma política da esquerda”.</p>
<p>A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) se manifestou contra a medida, alegando que ela elevaria os custos operacionais das empresas.</p>
<h3>Caminho legislativo</h3>
<p>Para ser aprovada, a PEC precisa do apoio de 308 dos 513 deputados, em dois turnos de votação. Além da proposta de Erica Hilton, outras duas PECs que tratam da redução da jornada de trabalho tramitam no Congresso, entre elas a PEC 221/2019, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que prevê a diminuição gradual da jornada de 44 para 36 horas semanais ao longo de dez anos, sem redução salarial.</p>
<p>Neste 1º de Maio, Dia do Trabalhador, entidades sindicais reforçam a mobilização para pressionar o Congresso a retomar o debate sobre a carga horária no país.</p>
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		<title>Governo deve lançar 3ª edição do Programa de Aceleração do Crescimento</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-deve-lancar-3a-edicao-do-programa-de-aceleracao-do-crescimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 02:57:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Centrais Sindicais]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta segunda-feira (1°), em ato realizado em São Paulo para celebrar o Dia Internacional do Trabalho, que o governo federal deve lançar uma terceira edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A promessa é agilizar o setor de infraestrutura. Lula, que iniciou seu discurso com agradecimentos ao povo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta segunda-feira (1°), em ato realizado em São Paulo para celebrar o Dia Internacional do Trabalho, que o governo federal deve lançar uma terceira edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A promessa é agilizar o setor de infraestrutura.</p>
<p>Lula, que iniciou seu discurso com agradecimentos ao povo brasileiro por dar mais um voto de confiança a ele, afirmou que pretende retomar o Farmácia Popular, que amplia o acesso gratuito a medicamentos, e adotar ações que garantam que as camadas socialmente vulneráveis consigam atendimento médico com especialistas.</p>
<p><em>&#8220;Nós vamos garantir que as pessoas pobres desse país tenham direito a um especialista, para não morrer com uma receita na cabeceira da cama&#8221;</em>, disse.</p>
<p>Outro objetivo do governo é concluir o campus de São Bernardo do Campo, da Universidade Federal do ABC, inaugurar o da Universidade Federal de Osasco e criar uma terceira instituição de ensino, na zona leste da capital paulista.</p>
<p><em>&#8220;Quando Haddad era prefeito, ele doou o terreno, mas, até hoje, ninguém botou uma pedra&#8221;</em>, afirmou Lula</p>
<p>Se, por um lado, o presidente demonstrou gratidão a seus eleitores, por outro criticou os ataques dos apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, por contribuírem com a disseminação de desinformação, que quase minaram sua terceira reeleição. Lula reforçou a mensagem de que é preciso ter cuidado, ao repassar conteúdos que configuram as chamadas <em>fake news</em>.</p>
<p><em>&#8220;A gente não pode permitir que a mentira continue prevalecendo neste país&#8221;</em>, defendeu. <em>&#8220;Foi a verdade que derrotou o ex-presidente da República.&#8221;</em></p>
<p>Ao citar a data celebrada hoje, Lula argumentou que, ao longo de &#8220;milênios de existência da humanidade&#8221;, não se pode mais tolerar a desigualdade de gênero em nenhuma área da vida e que, no mercado de trabalho, o mesmo se aplica.</p>
<p>O chefe do Poder Executivo concluiu o discurso com uma mensagem sobre a punição dos autores dos atos relacionados à tentativa de golpe, em 8 de janeiro, quando buscaram anular a vitória dele sobre Jair Bolsonaro.</p>
<p><em>&#8220;Todas as pessoas serão presas, porque esse é um país de democracia de verdade&#8221;</em>, disse ele, concluindo a fala sob aplausos e gritos de &#8220;Sem anistia&#8221; dos manifestantes.</p>
<p>Lula compareceu ao evento acompanhado de comitiva composta pelos ministros Luiz Marinho, do Trabalho e Emprego, Paulo Pimenta, da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Teixeira, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Cida Gonçalves, das Mulheres, e da presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, a deputada federal Gleisi Hoffmann.</p>
</div>
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		<title>Dia do Trabalhador, 1º de maio tem manifestações em todo país</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/dia-do-trabalhador-1o-de-maio-tem-manifestacoes-em-todo-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2022 00:10:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[1º de Maio]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Cairoca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Manifestações]]></category>
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					<description><![CDATA[Manifestações marcaram o Dia do Trabalhador, celebrado hoje (1º). Os atos dividem-se entre contrários e favoráveis ao governo. No Rio de Janeiro, manifestantes pedem melhorias nas condições de emprego e de salários no Brasil. No Aterro do Flamengo, na Zona Sul do Rio, o ato em defesa dos direitos dos trabalhadores foi convocado por sindicatos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Manifestações marcaram o Dia do Trabalhador, celebrado hoje (1º). Os atos dividem-se entre contrários e favoráveis ao governo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>No Rio de Janeiro, manifestantes pedem melhorias nas condições de emprego e de salários no Brasil. No Aterro do Flamengo, na Zona Sul do Rio, o ato em defesa dos direitos dos trabalhadores foi convocado por sindicatos e organizações.</p>
<p>Também na Zona Sul do Rio, em Copacabana, ocorreu um ato a favor do presidente Jair Bolsonaro. Em Niterói, também houve outra manifestação pró-governo, com a presença do deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ).</p>
<h2>Brasília</h2>
<p>Em Brasília, manifestantes ocuparam o gramado de frente ao Congresso Nacional, na Esplanada dos Ministérios, e caminharam junto com o presidente Jair Bolsonaro &#8211; que participou do evento durante cerca de 10 minutos. Bolsonaro não fez discursos, mas transmitiu imagens em suas redes sociais.</p>
<p>Na manhã deste domingo, a capital federal também foi palco de atos de centrais sindicais, pelo Dia do Trabalho.</p>
<h2>São Paulo</h2>
<p>Em São Paulo, os atos do Dia do Trabalhador foram realizados na Praça Charles Miller, no bairro do Pacaembu, onde um palco foi montado para receber os representantes sindicais, convidados e artistas. O encontro teve início por volta das 10h.</p>
<p>Os discursos e apresentações começaram pela manhã. Entre os assuntos abordados na manifestação, os trabalhadores presentes pediram políticas de valorização do salário-mínimo, geração de renda e emprego e ampliação de direitos sociais, incluindo para trabalhadores autônomos e de aplicativo.</p>
<p>Por volta de 16h, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou no ato dizendo que estava presente no ato de 1º de maio para discutir os problemas dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros.</p>
<p>Já a Avenida Paulista foi fechada para receber manifestantes pró-governo. Os manifestantes pedem a defesa da liberdade de expressão.</p>
<p>Durante a tarde, uma mensagem gravada pelo presidente Jair Bolsonaro foi exibida para os presentes.</p>
<h2>Policiamento e SSP</h2>
<p>A Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo informou que 840 policiais militares atuarão nos atos na Avenida Paulista e na Praça Charles Miller, com um esquema especial de policiamento, além do policiamento regular da capital.</p>
<p>Para isso, o patrulhamento será intensificado desde as primeiras horas no local e também nas imediações das estações do Metrô. No restante da capital e estado, o policiamento preventivo e ostensivo também está preparado para garantir a segurança da população.</p>
<p>Ainda segundo a SSP, as ações serão monitoradas pelo sistema Olho de Águia, por meio de câmeras fixas, móveis, motolink e body cams, e acompanhadas diretamente da Sala de Comando e Controle instalada no Centro de Operações da PM (Copom), e as delegacias territoriais também estarão preparadas para atender a população e registrar celeremente todas as ocorrências, se necessário.</p>
<p>Está prevista ainda revista pessoal e mochilas devem ser vistoriadas em virtude da proibição do porte de objetos que possam atentar contra a vida dos presentes nas manifestações, população em geral e policiais.</p>
<h2>Dia do Trabalho</h2>
<p>O Dia do Trabalhador é uma data celebrada em vários países do mundo e que, no Brasil, é feriado nacional. O dia faz memória a uma greve de trabalhadores que aconteceu em Chicago, nos Estados Unidos, em 1886, por melhores condições de trabalho. Por conta desta mobilização, o Dia do Trabalhador virou um marco da luta por direitos trabalhistas.</p>
</div>
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