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	<title>Dia da Consciência Negra &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Dia da Consciência Negra &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Gratuito, “Negro é Lindo Festival” ocupa o Circo Voador no Dia da Consciência Negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 14:28:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com roda de conversa, roda de acolhimento facilitada por psicólogas negras, capoeira, samba, jazz, ballroom, feira de economia preta e muita festa, a edição inaugural do Negro é Lindo Festival celebra a beleza negra como força política e inventora do Brasil e se apresenta como um novo e potente encontro para o 20 de novembro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/entretee" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-83228 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com roda de conversa, roda de acolhimento facilitada por psicólogas negras,</span> <span style="font-weight: 400;">capoeira, samba, jazz, </span><i><span style="font-weight: 400;">ballroom</span></i><span style="font-weight: 400;">, feira de economia preta e muita festa, a edição inaugural do </span><b>Negro é Lindo Festival</b><span style="font-weight: 400;"> celebra a beleza negra como força política e inventora do Brasil e se apresenta como um novo e potente encontro para o </span><b>20 de novembro</b><span style="font-weight: 400;"> no Rio de Janeiro. O </span><b>Circo Voador</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211; coração democrático da Lapa e um dos palcos mais emblemáticos do país &#8211; se transforma num grande quilombo contemporâneo a partir das </span><b>15h</b><span style="font-weight: 400;"> para receber o evento, que une arte, pensamento crítico, acolhimento e celebração para afirmar um princípio que estrutura sua existência: </span><b>a beleza negra é uma verdade política e um projeto de futuro para o Brasil</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<figure id="attachment_86855" aria-describedby="caption-attachment-86855" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-86855" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/18-Gratuito-Negro-e-Lindo-Festival-ocupa-o-Circo-Voador-no-Dia-da-Consciencia-Negra-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C267&#038;ssl=1" alt="Gratuito, “Negro é Lindo Festival” Ocupa O Circo Voador No Dia Da Consciência Negra - Expresso Carioca" width="400" height="267" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/18-Gratuito-Negro-e-Lindo-Festival-ocupa-o-Circo-Voador-no-Dia-da-Consciencia-Negra-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/18-Gratuito-Negro-e-Lindo-Festival-ocupa-o-Circo-Voador-no-Dia-da-Consciencia-Negra-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/18-Gratuito-Negro-e-Lindo-Festival-ocupa-o-Circo-Voador-no-Dia-da-Consciencia-Negra-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-86855" class="wp-caption-text">STER &#8211; Foto: Gabriel Trindade/@producoes.dev</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Com </span><b>entrada gratuita</b><span style="font-weight: 400;"> (retire seu ingresso no link</span><a href="https://www.sympla.com.br/evento/negro-e-lindo-festival/3147599?share_id=copiarlink" target="_blank" rel="noopener"> <span style="font-weight: 400;">https://www.sympla.com.br/evento/negro-e-lindo-festival/3147599?share_id=copiarlink</span></a><span style="font-weight: 400;">), </span><b>acessibilidade</b><span style="font-weight: 400;"> e uma maratona de </span><b>10 horas de programação contínua</b><span style="font-weight: 400;">, o festival reúne nomes de peso da cultura, da educação, da economia preta e da noite carioca numa experiência que atravessa corpo, mente, território e memória. Idealizado e realizado pela </span><b>Amefricana Produções</b><span style="font-weight: 400;"> e co-realizado pela Flexa, o </span><i><span style="font-weight: 400;">Negro é Lindo</span></i><span style="font-weight: 400;"> entende que não basta marcar a data — é preciso </span><b>pensar o país, fortalecer a autoestima negra e celebrar a influência negra que funda a cultura brasileira</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Dizer ‘</span><i><span style="font-weight: 400;">Negro é Lindo’</span></i><span style="font-weight: 400;"> não é um gesto estético vazio. É um contragolpe à cultura racista velada que insiste em apagar nossa beleza, nossa inteligência e nossa centralidade na história do Brasil. O festival parte da ideia de que celebrar e pensar não são dimensões opostas, mas formas complementares de afirmar a vida negra no Brasil”, afirma </span><b>Érika Lopes</b><span style="font-weight: 400;">, produtora cultural, psicóloga, curadora e diretora da Amefricana Produções.</span></p>
<p><b>ONDE A BELEZA PENSA E O PENSAMENTO DANÇA</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A programação se inicia às </span><b>15h</b><span style="font-weight: 400;"> com a </span><b>Capoeira Angola Aluandê</b><span style="font-weight: 400;"> firmando o chão com ancestralidade e axé e segue com a aula pública “</span><b><i>A beleza é política</i></b><span style="font-weight: 400;">”, às </span><b>16h</b><span style="font-weight: 400;">. Conduzida por </span><b>Débora Simões</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>Hildeberto Vieira Martins</b><span style="font-weight: 400;">, a aula discute como a experiência negra inventa futuros democráticos e desmonta o mito da democracia racial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante toda a tarde e início da noite, o público encontra no Circo Voador uma </span><b>feirinha de economia preta</b><span style="font-weight: 400;">, com expositores de </span><b>gastronomia</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>moda</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>artesanato e design</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>arte e produtos autorais</b><span style="font-weight: 400;">. Além disso, o festival apresenta uma </span><b>exposição de artes visuais com curadoria da Galeria Ocupá</b><span style="font-weight: 400;">, destacando artistas negros e afro-diaspóricos que investigam memória, afeto, território e imaginação política no presente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em seguida, a roda de conversa “</span><b><i>Valores Civilizatórios Afro-Brasileiros</i></b><span style="font-weight: 400;">”, com </span><b>Gisele Rose</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>André Lemos</b><span style="font-weight: 400;">, reflete sobre ancestralidade, educação e os modos afro-brasileiros de existir e ensinar, inspirados no legado de Azoilda Loretto da Trindade. Na sequência, uma </span><b>Roda de Acolhimento</b><span style="font-weight: 400;"> com psicólogas negras oferece um espaço protegido de escuta, partilha e elaboração afetiva, em formato comunitário e não clínico, para que tudo o que emerge nas conversas possa pousar no corpo e na emoção, reforçando o cuidado como prática política. </span></p>
<figure id="attachment_86856" aria-describedby="caption-attachment-86856" style="width: 1000px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-86856" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/18-Gratuito-Negro-e-Lindo-Festival-ocupa-o-Circo-Voador-no-Dia-da-Consciencia-Negra-Expresso-Carioca-2.webp?resize=1000%2C667&#038;ssl=1" alt="Gratuito, “Negro é Lindo Festival” Ocupa O Circo Voador No Dia Da Consciência Negra - Expresso Carioca" width="1000" height="667" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/18-Gratuito-Negro-e-Lindo-Festival-ocupa-o-Circo-Voador-no-Dia-da-Consciencia-Negra-Expresso-Carioca-2.webp?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/18-Gratuito-Negro-e-Lindo-Festival-ocupa-o-Circo-Voador-no-Dia-da-Consciencia-Negra-Expresso-Carioca-2.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/18-Gratuito-Negro-e-Lindo-Festival-ocupa-o-Circo-Voador-no-Dia-da-Consciencia-Negra-Expresso-Carioca-2.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/18-Gratuito-Negro-e-Lindo-Festival-ocupa-o-Circo-Voador-no-Dia-da-Consciencia-Negra-Expresso-Carioca-2.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/18-Gratuito-Negro-e-Lindo-Festival-ocupa-o-Circo-Voador-no-Dia-da-Consciencia-Negra-Expresso-Carioca-2.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-86856" class="wp-caption-text">Ballroom &#8211; Foto: Areninha da Maré</figcaption></figure>
<p><b>A NOITE É NOSSA: SAMBA, JAZZ, BALLROOM E FESTA</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir das </span><b>18h</b><span style="font-weight: 400;">, a noite assume o comando da pista, sem abrir mão da densidade simbólica. O </span><b>DJ Ademarley</b><span style="font-weight: 400;"> abre a programação e esquenta a pista do Circo com repertório afrodiaspórico, costurando tempos, beats e territórios. Às </span><b>19h</b><span style="font-weight: 400;">, entra em cena o </span><b>Samba Quente</b><span style="font-weight: 400;"> com </span><b>Marcelinho Moreira</b><span style="font-weight: 400;"> e o </span><b>Canto do Batuqueiro</b><span style="font-weight: 400;">, uma das formações mais respeitadas do samba carioca contemporâneo, trazendo a roda como lugar de encontro, memória e invenção da cidade.</span></p>
<p><b>Josiel Konrad</b><span style="font-weight: 400;">, um dos nomes mais celebrados da cena instrumental e jazz carioca, chega às </span><b>21h</b><span style="font-weight: 400;"> com um show especial e participações de </span><b>Ana Paula Cruz</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>Ster</b><span style="font-weight: 400;"> — encontro que firma o jazz negro como linguagem central da noite. Às </span><b>22h30 </b><span style="font-weight: 400;">o </span><b>Ballroom Casa de Laffond </b><span style="font-weight: 400;">incendeia a pista com performances, corpos exuberantes e estética preta em alta voltagem. De </span><b>23h40</b><span style="font-weight: 400;"> à </span><b>1h</b><span style="font-weight: 400;">, a</span><b> Festa Mariwô </b><span style="font-weight: 400;">fecha a noite em alta, transformando o Circo em um grande baile de orgulho negro e celebração coletiva. Toda essa travessia é guiada por </span><b>Carol Dallfarra</b><span style="font-weight: 400;">, slamer e poetisa que vem se firmando como uma das principais vozes femininas das artes no Rio, conduzindo o público entre pensamento, performance e festa.</span></p>
<p><b>SOBRE O “NEGRO É LINDO FESTIVAL” &#8211; DEMOCRÁTICO, GRATUITO E ACESSÍVEL</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Democrático, gratuito e acessível, o ‘</span><i><span style="font-weight: 400;">Negro é Lindo Festival’</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi pensado para ser popular e radicalmente democrático: ingressos gratuitos (com retirada antecipada), acessibilidade e um espaço que recebe todas as idades, territórios e experiências com segurança e acolhimento. A previsão é receber 3.500 pessoas presencialmente e alcançar mais de 1 milhão de impressões digitais por meio de uma estratégia multiplataforma — consolidando o festival como um dos principais marcos do Dia da Consciência Negra no calendário cultural da cidade. Realizado pela Amefricana Produções,</span> <span style="font-weight: 400;">o festival amplia a trajetória da produtora — responsável por projetos como o “</span><i><span style="font-weight: 400;">Festival Lélia 90”</span></i><span style="font-weight: 400;"> (MUHCAB) — reforçando seu compromisso com democratização do acesso, circulação nacional e formação de público.</span></p>
<hr />
<p><b>SERVIÇO</b><b> </b></p>
<p><b>“NEGRO É LINDO FESTIVAL”</b></p>
<p><strong>Data:</strong><span style="font-weight: 400;"> 20 de novembro de 2025 (5ª feira) – Dia da Consciência Negra</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><strong>Local:</strong><span style="font-weight: 400;"> Circo Voador<br />
</span><strong>Endereço:</strong><span style="font-weight: 400;"> Rua dos Arcos, s/nº &#8211; Lapa &#8211; Rio de Janeiro</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><strong>Horário:</strong><span style="font-weight: 400;"> 15h às 1h</span></p>
<p><strong>Ingressos:</strong><span style="font-weight: 400;"> Gratuitos – retirada antecipada (sujeito à lotação)</span></p>
<p><strong>Link para ingressos: </strong><a href="https://www.sympla.com.br/evento/negro-e-lindo-festival/3147599?share_id=copiarlink" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">https://www.sympla.com.br/evento/negro-e-lindo-festival/3147599?share_id=copiarlink</span></a> <span style="font-weight: 400;"><br />
</span><strong>Classificação:</strong><span style="font-weight: 400;"> Livre (à tarde) e 16 anos (atrações noturnas)</span></p>
<p><strong>Realização:</strong><span style="font-weight: 400;"> Amefricana Produções</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><b>PROGRAMAÇÃO</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>15h</b><span style="font-weight: 400;"> – Capoeira Angola Aluandê + Feira de gastronomia, moda, artes e economia preta + exposição de artes (Galeria Ocupá) durante a tarde e parte da noite</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>16h</b><span style="font-weight: 400;"> – Aula pública “A beleza é política” (Débora Simões + Hildeberto Vieira Martins)</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>16h40</b><span style="font-weight: 400;"> – Roda “Valores Civilizatórios Afro-Brasileiros” (Gisele Rose + André Lemos)</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>17h30</b><span style="font-weight: 400;"> – Roda de Acolhimento com psicólogas negras</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>18h</b><span style="font-weight: 400;"> – DJ Ademarley</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>19h</b><span style="font-weight: 400;"> – Roda de samba com Marcelinho Moreira e o Canto do Batuqueiro</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>21h</b><span style="font-weight: 400;"> – Show: Josiel Konrad + Ana Paula Cruz + Ster</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>22h30</b><span style="font-weight: 400;"> – Ballroom Casa de Laffond</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>23h40</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211; </span><b>01h</b><span style="font-weight: 400;"> – Festa Mariwô</span></p>
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		<title>Consciência Negra: coletivo destaca trajetórias de servidoras pretas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 13:35:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mulheres pretas que tiveram carreira de destaque no serviço público são o foco de um perfil de rede social que busca combater a invisibilidade dessas personalidades e servir de inspiração para outras negras. A iniciativa é do Coletivo de Mulheres Negras Servidoras e Empregadas Públicas do Governo Federal, que criou a página @servidorasnegras no Instagram. [&#8230;]]]></description>
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<p>Mulheres pretas que tiveram carreira de destaque no serviço público são o foco de um perfil de rede social que busca combater a invisibilidade dessas personalidades e servir de inspiração para outras negras. A iniciativa é do Coletivo de Mulheres Negras Servidoras e Empregadas Públicas do Governo Federal, que criou a página @servidorasnegras no Instagram.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em cada uma das cinco semanas deste mês da Consciência Negra, o coletivo publica uma minibiografia das servidoras que abriram caminhos no serviço público.</p>
<p>A primeira a ser homenageada pela página reúne ainda o elemento curiosidade. Uma mulher que ficou conhecida como Primeira-Dama do Samba, mas que marcou o nome também na reforma psiquiátrica no Brasil. Yvonne Lara da Costa era servidora do Ministério da Saúde e, no mundo da música, ficou conhecida como Dona Ivone Lara.</p>
<p>Não bastasse a relevância que teve no ambiente do samba, Dona Ivone teve uma carreira de destaque como servidora pública voltada para a saúde mental. Foram 37 anos de atuação. Formada em enfermagem e assistência social, a cantora e compositora teve papel de vanguarda ao levar para pacientes o mesmo que oferecia aos admiradores de sua produção artística, a música.</p>
<p>Yvonne Lara da Costa era especializada em terapia ocupacional. O interesse de usar a música nos tratamentos levou à união com outro grande nome do cuidado psiquiátrico no país, Nise da Silveira. As duas trabalham juntas no Rio de Janeiro.</p>
<p>Nise revolucionou o tratamento psiquiátrico no país com ações humanizadas, em contraste aos procedimentos agressivos como eletrochoques e lobotomia. Yvonne sugeriu a Nise que criasse uma sala com <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2022-04/ivone-lara-100-anos-como-enfermeira-influenciou-sambista" target="_blank" rel="noopener">instrumentos musicais</a> dentro do hospital em que trabalhavam, isso na década de 40.</p>
<p>“O trabalho de Dona Ivone Lara como servidora foi fundamental para a reforma psiquiátrica no Brasil”, afirma o perfil, que traz uma foto da então enfermeira no hospital em que trabalhava. Dona Ivone morreu em 2018, aos 96 ano.</p>
<h2>Surgimento</h2>
<p>O coletivo de servidoras negras tem cerca de 170 participantes. O grupo foi criado no começo do ano, depois de uma declaração da ministra do Planejamento, Simone Tebet, sobre dificuldade de conseguir mulheres pretas para compor a equipe.</p>
<p>“Quero não só ter mulheres, mas mulheres pretas. E a gente sabe, lamentavelmente, que mulheres pretas normalmente são arrimo de família. Trazer de fora de Brasília é muito difícil”, disse Tebet, um dia antes de tomar posse em 4 de janeiro.</p>
<p>“Algumas mulheres negras se sentiram particularmente atingidas por essa fala, que não condiz com a realidade. A gente tem um grupo significativo de mulheres com qualificações até mais altas que a de algumas pessoas que estão em determinados cargos do governo. Então, essas mulheres começaram a se organizar”, explicou Barbara Rosa, uma das organizadoras do coletivo.</p>
<p>Barbara é servidora do Ministério da Educação (MEC) e está cedida ao Ministério das Relações Exteriores (MRE), onde atua como coordenadora de planejamento de contratações.</p>
<p>À época da posse, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, se comprometeu a ajudar Tebet com uma lista de currículos de mulheres pretas. No dia da posse, Tebet comentou sobre a ajuda. “Foi bom que agora está vindo um monte de currículo. Estou achando ótimo”.</p>
<h2>Diplomata</h2>
<p>O Itamaraty foi a casa de outra homenageada pelo perfil @servidorasnegras. Trata-se de Mônica de Menezes Campos. Em 1978, aos 22 anos, Mônica foi a primeira mulher preta a ingressar no Instituto Rio Branco, órgão do governo para formação de diplomatas. Em 1980, se tornou a primeira negra diplomata.</p>
<p>“Sua admissão à carreira diplomática foi um marco. A trajetória de Mônica de Menezes Campos é um referencial para mulheres negras do serviço exterior brasileiro e para candidatas às carreiras de diplomata e de oficial de chancelaria”, publicou o coletivo no Instagram. Mônica morreu em 1985, aos 27 anos, vítima de um aneurisma cerebral.</p>
<p>No último dia 9 de novembro, o Itamaraty realizou o seminário Relações Internacionais, Política Externa e Igualdade Racial: Reflexões em Homenagem a Mônica de Menezes Campos. O encontro abordou o programa de ação afirmativa do MRE, igualdade racial como objetivo transversal da política externa, impacto de acadêmicas negras na teoria das relações internacionais e igualdade racial no serviço exterior.</p>
<h2>Primeira engenheira negra</h2>
<p>Outra servidora lembrada é Enedina Alves Marques, a primeira engenheira negra do Brasil. Filha de um lavrador e de uma empregada doméstica, a curitibana se formou em engenharia civil em 1945, pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Precisou trabalhar como doméstica para ajudar a pagar os estudos. Foi a primeira mulher a atingir a formação em engenharia no estado.</p>
<p>“Ao longo da graduação, Enedina teve embates com colegas, professores e com a própria instituição de ensino, por ser mulher, negra e pobre em um curso reservado aos homens brancos e ricos”, diz a publicação no Instagram.</p>
<p>Funcionária do Departamento Estadual de Águas e Energia Elétrica do Paraná, Enedina foi uma das responsáveis pela construção da Usina Capivari-Cachoeira (atual Parigot de Souza), inaugurada em 1971 no município de Antonina, litoral do Paraná.</p>
<p>“Enedina abriu espaços para a presença de pessoas negras e de mulheres na engenharia, sendo ainda hoje inspiração para mulheres negras que buscam espaço nas áreas de ciência e tecnologia”, escreveu o coletivo.</p>
<p>Em janeiro deste ano, quando completou 110 anos de nascimento, a engenheira preta recebeu uma homenagem na página de busca principal do Google.</p>
<p>A biografia de Enedina, que em 1940 buscou inserir-se em uma área profissional ocupada majoritariamente por homens, foi tema do trabalho de conclusão do curso de história na UFPR.</p>
<p>Enedina morreu em 20 de agosto de 1981, aos 61 anos.</p>
<h2>Pioneira na medicina</h2>
<p>A baiana Maria Odília Teixeira é mais uma das homenageadas pelo perfil. Filha de um médico branco de origem pobre e neta &#8211; por parte de mãe – de uma ex-escravizada, Maria Odília se tornou a primeira negra formada em medicina no país, em 1909.</p>
<p>Ainda na graduação, trabalhou para desmistificar teorias embasadas no racismo científico. Apresentou tese sobre a cirrose, desvinculando-a da população preta.</p>
<p>“A médica optou por não discutir os aspectos sociais da doença, nem atribuiu fatores genéticos e raciais às pessoas que desenvolviam a cirrose alcoólica. Diferentemente de muitos contemporâneos, Odília não recorreu a nenhum pressuposto das teorias racialistas”, escreveu em dissertação acadêmica Mayara Santos, mestre em história social pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).</p>
<p>Em 1914, Maria Odília atingiu mais um pioneirismo ao ser a primeira professora negra da Faculdade de Medicina da Bahia, onde se formou. A primeira médica negra do Brasil morreu em 1970, aos 86 anos.</p>
<h2>Música e ativismo</h2>
<p>Aos 85 anos, uma homenageada que une ativismo pelo movimento negro e pioneirismo na educação é Lydia Garcia, primeira professora de música da rede pública do Distrito Federal. A carioca, formada em piano clássico, é filha de uma costureira e de um funcionário público. Ela foi para a capital federal na década de 60, onde vive atualmente.</p>
<p>Lydia se utilizava de atividades como ciranda, coral, cantigas, entre outras, para iniciar crianças no mundo musical. Além do ensino de alunos, atuou também na formação de professores.</p>
<p>Ela criou, há mais de 30 anos, o Bazafro, ateliê cultural de moda e arte étnica que valoriza a autoestima e historicidade do povo negro. Além disso, é matriarca do Coletivo de Mulheres Negras Baobá.</p>
<p>A pianista, professora e ativista é vencedora do 1º Prêmio Cultura Afro-Brasileira, promovido pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal, e do 3º Prêmio Marielle de Direitos Humanos, oferecido pela Câmara Legislativa do Distrito Federal.</p>
<h2>Inspiração</h2>
<p>A servidora do MEC Barbara Rosa contou que os nomes foram escolhidos em reuniões do coletivo, e a divulgação dos perfis tem dois objetivos principais.</p>
<p>“O primeiro é proporcionar reflexão sobre a carreira, sobre as possibilidades que a gente tem. O segundo é reconhecer e valorizar o legado dessas mulheres, seja em vida ou pós-morte. Trazer à luz essas trajetórias.”</p>
<p>Além de combater o que classifica como invisibilidade de servidoras públicas pretas, o coletivo acredita que a iniciativa é um incentivo para que mais negras queiram fazer carreira no setor.</p>
<p>“Nosso perfil atinge não só mulheres que já são servidoras. Queremos inspirar nessas trajetórias históricas e consolidadas, porém não tão visíveis, outras mulheres que almejam destaque no serviço público”.</p>
<h2>Representatividade</h2>
<p>Reportagem publicada pela Agência Brasil no mês passado mostrou que pessoas negras, apesar de figurarem como maioria da população brasileira (56%), são apenas 35% no serviço público federal, além de receber menores salários.</p>
<p>O coletivo de mulheres negras reconhece a baixa representatividade. Esse é um dos motivos para a realização de seminários preparatórios para concursos públicos. De agosto a outubro, 250 pessoas participaram dos encontros.</p>
<p>Barbara acredita que a valorização de mulheres negras no setor público se dá por meio de mais presença e igualdade.</p>
<p>“Essa valorização se dá tanto por valorizar as carreiras onde estamos, na redução das desigualdades salarias entre carreiras, na garantia de oportunidades de ascensão e exercício de liderança, e na ampliação da participação nas carreiras onde somos minoria”, disse.</p>
<p>“Para fazer isso é necessário reformular a forma de ingresso a fim de garantir diversidade e, ao mesmo tempo, propiciar que pessoas que já são servidoras tenham oportunidades de terem carreiras que garantam qualidade de vida e dignidade”, conclui.</p>
<h2>Lei de Cotas</h2>
<p>A disparidade entre negros e brancos poderia ser pior não fosse a Lei de Cotas (Lei 12.990, de 9 de junho de 2014), que reserva 20% das vagas em concursos públicos da União para pretos e pardos. No ano 2000, para cada 100 novos servidores do Executivo federal, 17 eram negros. Em 2020, essa relação saltou para 43 em 100 novos aprovados.</p>
<p>A lei tem vigência de dez anos a contar de 2014, mas há iniciativas para que seja prorrogada. Uma delas é o Projeto de Lei 1.958, de 2021, de autoria do senador Paulo Paim (PT/RS), que tramita no Senado e mantém a reserva de 20% por mais dez anos.</p>
<p>Dentro do governo, além de interesse na prorrogação da lei, há um movimento para aumentar a faixa de reserva de 20% para 30%. A proposta foi construída pelos ministérios da Igualdade Racial, da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos e da Justiça e Segurança Pública.</p>
<h2>Comissionados</h2>
<p>Outra medida para diminuir a desigualdade dentro do serviço público é o decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em março deste ano, que reserva 30% dos cargos de confiança na administração direta, autarquias e fundações para pessoas negras.</p>
<p>As cotas são para os cargos comissionados executivos (CCE), de livre nomeação, e as funções comissionadas executivas (FCE), também de livre nomeação, mas exclusivas para servidores concursados. A norma determina a observação da paridade de gênero na ocupação desses cargos.</p>
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		<title>Diferenças não podem significar desigualdade de direitos, diz Anielle</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/diferencas-nao-podem-significar-desigualdade-de-direitos-diz-anielle/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 00:19:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Consciência Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Igualdade Racial]]></category>
		<category><![CDATA[ministra Anielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, defendeu a igualdade de direitos e oportunidades para o povo negro, bem como seu acesso à educação, saúde, emprego e salário justo. Anielle falou, na noite deste domingo (19), em cadeia nacional de rádio e televisão em alusão ao Dia da Consciência Negra, celebrado na próxima segunda-feira (20). [&#8230;]]]></description>
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<p>A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, defendeu a igualdade de direitos e oportunidades para o povo negro, bem como seu acesso à educação, saúde, emprego e salário justo. Anielle falou, na noite deste domingo (19), em cadeia nacional de rádio e televisão em alusão ao Dia da Consciência Negra, celebrado na próxima segunda-feira (20).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em seu pronunciamento, ela lembrou da diversidade cultural do país e da contribuição histórica dos negros para essa diversidade. Mas, reforçou, “essas diferenças não podem significar desigualdade de oportunidades e direitos”. Ela afirmou que dados comprovam que os negros são mais atingidos pela fome, pela insegurança alimentar e pela violência “como resultante do racismo que persiste em nossa sociedade”.</p>
<p>“Temos o mesmo direito de viver com dignidade, de ter acesso à educação da creche. Saúde, emprego, salário justo, segurança, moradia digna e alimentação de qualidade. Temos todas e todos o direito de sonhar, de realizar nossos sonhos”, acrescentou.</p>
<p>Anielle lembrou da luta do povo brasileiro e dos movimentos sociais na conquista dos direitos sociais. Em seguida, lembrou das ações do governo Lula, neste e nos seus mandatos anteriores, no sentido de reduzir a desigualdade. A ministra lembrou da criação da política de cotas nas universidades e também nos cargos e funções comissionadas no serviço público. Lembrou ainda da lei que equipara injúria racial ao crime de racismo, entre outras medidas.</p>
<p>“Continuaremos a trabalhar em nosso compromisso por memória e reparação por uma vida digna para o povo brasileiro e pelo desenvolvimento do nosso país. Seguimos juntas e juntos, construindo um Brasil pela igualdade racial. Um Brasil mais justo e mais feliz”.</p>
<p>A data de 20 de novembro faz referência ao dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695, pelas mãos de tropas portuguesas. Zumbi dos Palmares comandou a resistência de milhares de negros contra a escravidão, no Quilombo dos Palmares, localizado na Serra da Barriga, em Alagoas.</p>
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		<title>Anielle: medidas para população negra devem ser anunciadas dia 20</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/anielle-medidas-para-populacao-negra-devem-ser-anunciadas-dia-20/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 19:14:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Anielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Bom Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Consciência Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Medidas]]></category>
		<category><![CDATA[Ministra]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, disse, nesta quarta-feira (1º), que é preciso fazer com que os brasileiros passem a ter consciência racial. Em entrevista a emissoras de rádio, durante o programa Bom dia, Ministra, do Canal Gov, ela lembrou que apesar de ter 56% da população negra, o país continua registrando dados alarmantes de racismo. “Costumo [&#8230;]]]></description>
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<p>A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, disse, nesta quarta-feira (1º), que é preciso fazer com que os brasileiros passem a ter consciência racial. Em entrevista a emissoras de rádio, durante o programa <em>Bom dia, Ministra</em>, do <strong>Canal Gov</strong>, ela lembrou que apesar de ter 56% da população negra, o país continua registrando dados alarmantes de racismo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Costumo dizer que este é um mês em que se fala muito, assim como os meses de março (Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial) e julho (.Julho das Mulheres Negras). A gente precisa entender esse ministério, o retorno do presidente Lula e o retorno da pauta da consciência racial como ferramenta para que as pessoas negras possam viver as realidades que, infelizmente, ainda as cercam.”</p>
<p>Segundo Anielle, o governo federal pretende entregar no próximo dia 20 &#8211; Dia da Consciência Negra &#8211; um segundo pacote de medidas voltadas para a população negra, incluindo a publicação de editais e a estruturação de programas.</p>
<h2>Cotas</h2>
<p>Uma das políticas de destaque citadas pela ministra é a chamada Lei de Cotas nas universidades brasileiras, que recentemente passou por uma revisão. Segundo ela, antes da lei, entre 3% e 5% dos estudantes de ensino superior eram negros. O percentual, agora chega a 50%. “Sou fruto de cotas. Entrei na UERJ [Universidade do Estado do Rio de Janeiro] em terceiro lugar para fazer minha graduação como cotista”.</p>
<h2>Crimes</h2>
<p>Durante o programa, Anielle defendeu mais punição para crimes de racismo e voltou a destacar a importância de educar a população para conscientizar as pessoas sobre o preconceito racial. “É inadmissível que a gente tenha, em 2023, pessoas que cometem atos racistas, que achem que estão corretas e que ainda culpam o governo”.</p>
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		<title>Sociedade civil cobra cumprimento da Lei da Saúde da População Negra</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sociedade-civil-cobra-cumprimento-da-lei-da-saude-da-populacao-negra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2022 17:34:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Consciência Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Estatuto da Igualdade Racial]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política Nacional de Saúde Integral da População Negra]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste 20 de novembro, quando se comemoram o Dia Nacional da Consciência Negra e o Dia de Zumbi dos Palmares, organizações da sociedade civil cobram do poder público a efetivação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), que completou 13 anos. A mobilização é da Aliança Pró-Saúde da População Negra. Segundo a coordenadora-geral [&#8230;]]]></description>
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<p>Neste 20 de novembro, quando se comemoram o Dia Nacional da Consciência Negra e o Dia de Zumbi dos Palmares, organizações da sociedade civil cobram do poder público a efetivação da <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_saude_integral_populacao.pdf" target="_blank" rel="noopener">Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN)</a>, que completou 13 anos. A mobilização é da Aliança Pró-Saúde da População Negra.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo a coordenadora-geral da organização não governamental (ONG) Criola, uma das integrantes da Aliança, Lúcia Xavier, a política prevê diretrizes como formação permanente dos trabalhadores da saúde, presença do movimento negro no controle social da saúde e reconhecimento dos saberes e práticas populares, incluindo os de religiões de matriz africana.</p>
<p>“Ela tem como marco fundamental enfrentar o racismo na saúde, olhando dois problemas: o processo de discriminação e os meios de adoecimento e morte da população negra. Então, ela é composta por metas, indicadores e diretrizes que vão estabelecer aonde deve ser trabalhado em todos os processos do sistema de saúde, como na formação profissional, melhoria dos indicadores de saúde, estudos e pesquisas e enfrentamento à discriminação e aos determinantes sociais, como violência”, disse Lúcia Xavier.</p>
<p>De acordo com ela, a iniciativa, lançada em 2009, por meio de portaria do Ministério da Saúde, e incorporada como lei no <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12288.htm" target="_blank" rel="noopener">Estatuto da Igualdade Racial</a>, de 2010, busca combater o racismo estrutural nos serviços e atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>“A questão mais inovadora é trazer a dimensão da equidade como um princípio básico do sistema para poder enfrentar todos esses problemas. Ela traz como perspectiva que, na medida em que ampliar a equidade em saúde para a população negra, melhora a qualidade de vida dessa população em todos os sentidos”.</p>
<h2>Covid-19</h2>
<p>Lúcia ressalta, no entanto, que quase nada foi feito até o momento e os “efeitos do descaso foram escancarados durante a pandemia da covid-19”. O Mapa da Desigualdade, da Rede Nossa São Paulo, aponta que, durante os piores momentos da crise sanitária, as mortes em decorrência do vírus entre a população negra paulistana foram de 47,6%, proporção que cai para 28,1% entre a população branca.</p>
<p>O <a href="https://www.racaesaude.org.br/" target="_blank" rel="noopener">estudo Raça e Saúde</a> apontou que, em 2020, as mortes de pessoas pretas e pardas superaram em 57% as de brancos por covid-19. Em março deste ano, o Instituto Pólis mostrou que a população negra e de famílias chefiadas por mulheres com renda de até três salários mínimos é maioria nas regiões do município de São Paulo onde mais ocorreram mortes em decorrência da covid-19.</p>
<p>“Na pandemia, as mulheres pretas ficaram completamente desprotegidas. Foram as últimas a ganhar afastamento do trabalho e as últimas a serem orientadas sobre a vacina. É uma lista de problemas bastante graves, que não se encerram com o arrefecimento da pandemia”, destaca Lúcia.</p>
<p>Ela reforça a necessidade de mobilizar a população para implementar de fato a política. “Precisamos de ações práticas para que isso ocorra. Vamos pressionar os tomadores de decisões para que eles entendam que a política é o que existe de mais viável. Há uma política que é lei, tem recurso, tem debate, mas ela não acontece”, disse.</p>
<h2>Violência obstétrica</h2>
<p>De acordo com Lúcia Xavier, os dados do Ministério da Saúde indicam que a taxa de mortalidade materna no país saltou de 57,9 a cada 100 mil nascidos vivos em 2019 para 107,5 em 2021, sendo 61,3% de mulheres negras. “As taxas de mortalidade de mulheres negras nunca pararam de crescer. Essas mulheres têm a vida atravessada pela fome e insegurança alimentar, falta de saneamento, trabalho e renda. Além disso, têm acesso precário à saúde e educação e estão mais expostas às violências e à violação de direitos por parte do Estado”, alerta.</p>
<p>Para Lúcia, a mudança de governo prevista para janeiro cria a expectativa de melhora no diálogo com o poder público para implementar a política de atenção à saúde da população negra e retomar as ações do Estatuto da Igualdade Racial.</p>
<p>“Temos a chance de recuperar tanto a PNSIPN quanto o Estatuto da Igualdade Racial &#8211; que garante a política como um compromisso efetivo do Estado brasileiro &#8211; para fazer valer seus objetivos que já estão definidos, como o enfrentamento ao racismo e morbimortalidade da população negra. Esperamos que a atenção à Saúde da População Negra esteja desde já no foco de atuação dos governos federal, estaduais e municipais, de forma a garantir menos desigualdade e menor impacto da morbimortalidade nessa população”, defende.</p>
<h2>Ministério da Saúde</h2>
<p>O Ministério da Saúde informou que, desde 2017, vem implementando diversas ações para efetivar a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra. Entre elas, portarias que tornam obrigatório e normatizam o preenchimento da autodeclaração de cor do usuário do SUS, consolidação das normas do SUS incluindo a política racial, aprovação da Política Nacional de Atenção Básica, incentivos financeiros no âmbito da covid-19, cadastro da população quilombola, elaboração de <em>e-books</em> sobre equidade racial dirigido aos profissionais e gestores da saúde, curso a distância sobre a questão racial e monitoramento da <a href="http://aps.saude.gov.br/ape/equidade/painel_equidade" target="_blank" rel="noopener">Equidade em Saúde</a>.</p>
<p>“Na presente oportunidade, observamos o fundamental esforço das três esferas de gestão do SUS, assim como a participação do controle social para a implementação, efetivação e monitoramento da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, no intuito de promover a equidade em saúde e atuar nos processos de saúde e doença dessa população”, disse o ministério.</p>
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