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	<title>Despesas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Governo desbloqueia R$ 2,9 bilhões do orçamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2024 23:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal desbloqueou R$ 2,9 bilhões que estavam contingenciados no Orçamento Geral da União desde março, beneficiado pela liberação de R$ 15,8 bilhões em gastos adicionais. Este desbloqueio foi oficializado no Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado pelo Ministério do Planejamento nesta quarta-feira (22). A ampliação do limite de gastos foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal desbloqueou R$ 2,9 bilhões que estavam contingenciados no Orçamento Geral da União desde março, beneficiado pela liberação de R$ 15,8 bilhões em gastos adicionais. Este desbloqueio foi oficializado no Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado pelo Ministério do Planejamento nesta quarta-feira (22).</p>
<p>A ampliação do limite de gastos foi possível devido à inclusão de um &#8220;jabuti&#8221; — uma emenda não relacionada ao tema principal — na lei que reinstaurou a cobrança do Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (Dpvat). Este aumento no teto de gastos, conforme estipulado pelo Artigo 14 da Lei do Novo Marco Fiscal, foi possível porque as previsões de receita do segundo bimestre superaram as expectativas.</p>
<p>Com a adição dos R$ 15,8 bilhões, o governo agora possui uma margem de R$ 2,5 bilhões em relação ao limite de gastos imposto pelo novo arcabouço fiscal, que restringe o crescimento real das despesas a 70% do crescimento real da receita do ano anterior. Sem esse aumento no limite, seria necessário um novo bloqueio de R$ 10,4 bilhões.</p>
<p><em>&#8220;Esses recursos poderiam estar disponíveis desde o início do ano, mas foram removidos durante a tramitação do novo arcabouço fiscal no Congresso. É importante ressaltar que esse dinheiro seria incorporado ao Orçamento de 2024 de qualquer maneira</em>&#8220;, explicou Dario Durigan, secretário-executivo do Ministério da Fazenda.</p>
<p><strong>Déficit Primário</strong></p>
<p>O relatório bimestral, enviado ao Congresso a cada dois meses para orientar a execução do Orçamento, revisou a estimativa de déficit primário de R$ 9,3 bilhões para R$ 14,5 bilhões, equivalente a 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB). Este déficit, que exclui os juros da dívida pública, permanece dentro da margem de tolerância de R$ 28,8 bilhões estabelecida pelo novo arcabouço fiscal, que permite uma variação de 0,25% do PIB em relação à meta de déficit zero para o ano.</p>
<p><strong>Arrecadação</strong></p>
<p>O relatório projetou um aumento de R$ 16 bilhões nas receitas brutas em comparação com o documento anterior. Esse incremento é compensado por uma redução de R$ 16,4 bilhões na receita administrada pela Receita Federal, principalmente devido à queda na arrecadação de Imposto de Renda Pessoa Jurídica e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. No entanto, houve um aumento de R$ 22,7 bilhões em receitas extraordinárias, impulsionadas pelos royalties do petróleo e pelos dividendos das estatais, além de uma elevação de R$ 9,7 bilhões na arrecadação da Previdência Social. Após considerar os repasses para estados e municípios, o aumento líquido na receita é de R$ 6,3 bilhões.</p>
<p><strong>Apoio ao Rio Grande do Sul</strong></p>
<p>O relatório prevê um aumento de R$ 24,4 bilhões nos gastos, com destaque para as ajudas ao Rio Grande do Sul. As despesas obrigatórias foram revisadas para cima em R$ 20,1 bilhões, dos quais R$ 13 bilhões são destinados à reconstrução do estado. Como essas despesas são consideradas créditos extraordinários, elas não estão sujeitas ao resultado primário nem aos limites do novo arcabouço fiscal. As despesas discricionárias também foram ajustadas, resultando no aumento total de R$ 24,4 bilhões nas despesas federais.</p>
<p><strong>Receitas Extraordinárias</strong></p>
<p>O relatório manteve as projeções de março para a obtenção de receitas extras, essenciais para alcançar a meta de resultado primário zero, que exige R$ 168 bilhões em receitas adicionais para o ano. Com a aprovação da Medida Provisória 1.202, que limita as compensações tributárias em R$ 24 bilhões, o governo assegurou recursos adicionais para compensar as mudanças aprovadas pelo Congresso. Além disso, medidas para compensar a manutenção da desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia estão sendo definidas e devem ser anunciadas em breve, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.</p>
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		<title>Relatórios do Orçamento de 2023 serão analisados na CMO nesta semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Dec 2022 23:01:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[CMO]]></category>
		<category><![CDATA[Despesas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento de 2023]]></category>
		<category><![CDATA[PEC da Transição]]></category>
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		<category><![CDATA[Relatórios]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa entre os dias 7 e 8 de dezembro os 16 relatórios setoriais referentes ao projeto da Lei Orçamentária Anual de 2023 (PLN 32/2022). Cada relatório detalha uma área do Orçamento da União e avalia as emendas que contemplam os órgãos daquela área, sugerindo quais devem ser aceitas. O Relatório [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa entre os dias 7 e 8 de dezembro os 16 relatórios setoriais referentes ao projeto da Lei Orçamentária Anual de 2023 (PLN 32/2022). Cada relatório detalha uma área do Orçamento da União e avalia as emendas que contemplam os órgãos daquela área, sugerindo quais devem ser aceitas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O Relatório Preliminar do Orçamento de 2023 já foi aprovado na comissão e prevê que as projeções de receita e despesa totalizam R$ 5,2 trilhões, sendo R$ 143,5 bilhões destinados ao orçamento de investimento das estatais e R$ 5 trilhões aos orçamentos fiscal e da seguridade social. Destes, R$ 2 trilhões referem-se ao refinanciamento da dívida pública federal.</p>
<p>A votação do Orçamento de 2023 está prevista dia 16 de dezembro, em reunião conjunta do Congresso Nacional. No dia anterior, a comissão mista deve votar o parecer final do relator-geral do Orçamento de 2023, senador Marcelo Castro (MDB-PI).</p>
<p>O texto de Castro prevê que a meta para o déficit primário do governo central em 2023 foi fixada em R$ 65,9 bilhões na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023, o equivalente a 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB), com aumento em relação ao déficit primário apurado em 2021 (0,41% do PIB). No Projeto de Lei do Orçamento Anual (PLOA) de 2023, a previsão é que o resultado primário do governo central seja um pouco menor do que a meta da LDO (R$ 63,7 bilhões).</p>
<h2>PEC da Transição</h2>
<p>Nesta semana, parlamentares também devem definir os próximos passos da PEC da Transição. Protocolado formalmente no Senado na quarta-feira (28), o texto exclui o Programa Auxílio Brasil, que deverá ser rebatizado de Bolsa Família, da regra do teto de gastos para os próximos anos.</p>
<p>A medida apresentada pelo senador Marcelo de Castro é uma forma de viabilizar a manutenção do valor mínimo de R$ 600 para o programa de transferência de renda, além de instituir um valor adicional de R$ 150 por criança menor de 6 anos de idade de cada beneficiário. Esse é um dos principais compromissos de campanha do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</p>
<p>Na prática, com o valor assegurado para o programa assistencial, os recursos ordinários do Orçamento ficariam liberado para serem remanejados, no todo ou em parte, para outras despesas. A única mudança realizada por Castro em relação ao texto proposto pelo governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva é em relação ao prazo de 4 anos para validade para a medida. Inicialmente, a exclusão do Bolsa Família do teto de gastos seria permanente.  Pelos cálculos dos valores previstos no PLOA de 2023, a manutenção do Bolsa Família em R$ 600 teria um custo total de até R$ 175 bilhões.</p>
<p><em>*Com informações da Agência Senado</em></p>
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