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	<title>Desoneração da folha de pagamento &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>STF Prorroga prazo de suspensão da desoneração da folha até setembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 13:50:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desoneração da folha de pagamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou até 11 de setembro a suspensão do processo que trata da desoneração de impostos sobre a folha de pagamento de 17 setores da economia e de determinados municípios até 2027. A decisão atendeu a um pedido feito nesta terça-feira (16) pelo Senado Federal e pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou até 11 de setembro a suspensão do processo que trata da desoneração de impostos sobre a folha de pagamento de 17 setores da economia e de determinados municípios até 2027. A decisão atendeu a um pedido feito nesta terça-feira (16) pelo Senado Federal e pela Advocacia-Geral da União (AGU), que solicitaram mais tempo para concluir as negociações entre o governo federal e parlamentares sobre um acordo de compensação financeira pela desoneração.</p>
<p>O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, anunciou na tarde de hoje o adiamento da votação da proposta sobre a compensação das perdas, reforçando a necessidade do prazo adicional.</p>
<p>Em 25 de abril, o ministro Cristiano Zanin, relator do processo, concedeu uma liminar para suspender a desoneração de impostos sobre a folha de pagamento, justificando que a aprovação da desoneração pelo Congresso não indicou o impacto financeiro nas contas públicas. No mês seguinte, Zanin acatou um pedido da AGU e suspendeu a desoneração por 60 dias para permitir que o Congresso e o governo chegassem a um acordo de compensação.</p>
<p>Fachin, atuando como vice-presidente da Corte durante o recesso de julho, entendeu que governo e parlamentares precisam de mais tempo para construir esse acordo. Na decisão, o ministro destacou o esforço conjunto dos poderes Executivo e Legislativo, bem como de diversos grupos da sociedade civil, para resolver a questão.</p>
<p>&#8220;Está comprovado nos autos o esforço efetivo dos poderes Executivo e Legislativo federal, assim como dos diversos grupos da sociedade civil para a resolução da questão. Portanto, cabe à jurisdição constitucional fomentar tais espaços e a construção política de tais soluções&#8221;, justificou Fachin.</p>
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		<title>Pacheco pretende reunir líderes para analisar MP da desoneração</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pacheco-pretende-reunir-lideres-para-analisar-mp-da-desoneracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Dec 2023 17:18:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Desoneração da folha de pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[MP da desoneração]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), quer reunir os líderes partidários nos primeiros dias de janeiro para discutir a tramitação da medida provisória (MP) que instituiu uma reoneração gradual da folha de pagamentos. Em nota emitida na sexta-feira (29) à noite, Pacheco disse ter recebido com “estranheza” a MP que revogou a [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), quer reunir os líderes partidários nos primeiros dias de janeiro para discutir a tramitação da medida provisória (MP) que instituiu uma reoneração gradual da folha de pagamentos. Em nota emitida na sexta-feira (29) à noite, Pacheco disse ter recebido com “estranheza” a MP que revogou a prorrogação da desoneração da folha para 17 setores da economia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Farei uma análise apurada do teor da medida provisória com o assessoramento da consultoria legislativa do Senado Federal. Para além da estranheza sobre a desconstituição da decisão recente do Congresso Nacional sobre o tema, há a necessidade da análise técnica sobre os aspectos de constitucionalidade da MP”, afirmou Pacheco.</p>
<p>Publicada na sexta-feira no <em>Diário Oficial da União</em>, a MP derrubou a prorrogação, até 2027, da desoneração da folha para 17 setores da economia intensivos em mão de obra, instituída pelo Congresso após derrubada de veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>Além de estabelecer uma reoneração parcial, a MP limitou o uso de compensações tributárias (descontos em impostos a pagar) por empresas e instituiu a revisão do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), criado em 2021 para ajudar empresas afetadas pela pandemia de covid-19.</p>
<p>Uma eventual devolução da MP ao Palácio do Planalto dependerá do resultado da reunião de líderes, tanto da Câmara como do Senado.</p>
<p>“Há também um contexto de reação política à sua edição que deve ser considerado, de modo que também será importante reunir os líderes das duas Casas para ouvi-los, o que pretendo fazer nos primeiros dias de janeiro. Somente depois de cumprir essas etapas é que posso decidir sobre a sua tramitação no Congresso Nacional ou não”, acrescentou Pacheco na nota.</p>
<p>Na própria sexta-feira, a Frente Parlamentar do Empreendedorismo enviou um ofício a Pacheco em que pede a devolução da MP. Apesar de ter validade imediata, alguns pontos da MP, que preveem o aumento gradual das contribuições para a Previdência Social, só entrarão em vigor em abril. Isso ocorre por causa da regra da noventena, que estabelece prazo de 90 dias após a edição de uma MP ou sanção de projeto de lei, para o aumento de contribuições entrar em vigor.</p>
<h2>Haddad</h2>
<p>Ao anunciar as medidas, na última quinta-feira (28), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, repetiu que a desoneração da folha aprovada pelo Congresso é inconstitucional. Segundo o ministro, a prorrogação, sem nenhuma medida de compensação, contraria a emenda constitucional da reforma da Previdência, que estabeleceu que o governo não poderia aprovar medidas que aumentem o déficit da Previdência Social.</p>
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