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	<title>Desmatamento &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Desmatamento &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Terra Indígena Munduruku volta a liderar ranking de desmatamento na Amazônia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/terra-indigena-munduruku-volta-a-liderar-ranking-de-desmatamento-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 13:47:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bienal do Livro Rio 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[Após um breve período de alívio no início de 2025, a Terra Indígena (TI) Munduruku, no Pará, voltou a figurar entre os territórios mais impactados pelo desmatamento na Amazônia. Dados do relatório Ameaça e Pressão de Desmatamento em Áreas Protegidas, do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), mostram que, entre abril e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após um breve período de alívio no início de 2025, a Terra Indígena (TI) Munduruku, no Pará, voltou a figurar entre os territórios mais impactados pelo desmatamento na Amazônia. Dados do relatório <em>Ameaça e Pressão de Desmatamento em Áreas Protegidas</em>, do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), mostram que, entre abril e junho deste ano, a TI Munduruku foi a área indígena mais pressionada pela devastação, com seis células de 10 km² registrando ocorrência de derrubada de floresta.</p>
<p>A queda no desmatamento havia sido resultado de uma operação de desintrusão concluída em janeiro, que retirou invasores do território. Contudo, o avanço da devastação no segundo trimestre demonstra, segundo especialistas, que a fiscalização precisa ser permanente.</p>
<p>“Para gerar um efeito duradouro, é importante fortalecer a presença do Estado e envolver as próprias comunidades indígenas nas estratégias de preservação. Além disso, é essencial assegurar que os responsáveis por esses crimes sejam responsabilizados”, destacou Bianca Santos, pesquisadora do Imazon.</p>
<h3>Como funciona o levantamento</h3>
<p>O relatório do Imazon utiliza imagens de satélite para dividir a Amazônia Legal em quadrados de 10 por 10 km — chamados de células —, identificando quais apresentam sinais de desmatamento. A metodologia considera tanto áreas “pressionadas” (quando a derrubada ocorre dentro dos limites de territórios protegidos) quanto “ameaçadas” (quando o desmatamento acontece em um raio de até 10 km das fronteiras).</p>
<p>Essa abordagem permite identificar riscos antes que o problema se agrave, facilitando a atuação de órgãos de fiscalização.</p>
<h3>Pará e Amazonas em destaque</h3>
<p>No levantamento mais recente, a Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu, também no Pará, liderou entre as unidades de conservação mais pressionadas, com 15 células desmatadas dentro de seus limites. No total, o Pará concentrou seis dos dez territórios protegidos mais pressionados pela derrubada da floresta.</p>
<p>Já o Amazonas foi o estado com mais áreas sob ameaça no entorno: seis das dez mais impactadas estão em seu território. O Parque Nacional Mapinguari (AM/RO) e a Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes (AC) ocuparam o topo da lista, ambos com 21 células de desmatamento ao redor.</p>
<p>Entre os territórios indígenas, a TI Jacareúba/Katawixi, no Amazonas, foi a mais ameaçada, com dez células identificadas no entorno.</p>
<p>De acordo com o Imazon, o quadro evidencia que o desmatamento tem avançado nas zonas de amortecimento das áreas protegidas, colocando em risco a integridade de territórios indígenas e unidades de conservação.</p>
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		<title>Governo lança planos contra desmatamento no Pantanal e na Caatinga</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-lanca-planos-contra-desmatamento-no-pantanal-e-na-caatinga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 21:43:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[caatinga]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal aprovou nesta quarta-feira (18) os planos de ação para prevenção e controle do desmatamento e queimadas no Pantanal (PPPantanal) e na Caatinga (PPCaatinga). Ambos começarão a ser implementados em 2025, somando-se às iniciativas já existentes para a Amazônia, o Cerrado, a Mata Atlântica e o Pampa. A aprovação ocorreu durante a reunião [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal aprovou nesta quarta-feira (18) os planos de ação para prevenção e controle do desmatamento e queimadas no Pantanal (PPPantanal) e na Caatinga (PPCaatinga). Ambos começarão a ser implementados em 2025, somando-se às iniciativas já existentes para a Amazônia, o Cerrado, a Mata Atlântica e o Pampa. A aprovação ocorreu durante a reunião da Comissão Interministerial Permanente de Prevenção e Controle do Desmatamento, liderada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin no Palácio do Planalto.</p>
<p>Com base em dados científicos e em amplo diálogo com especialistas, os novos planos visam promover ações integradas entre União, estados, municípios e o setor privado. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), as medidas são essenciais para enfrentar os desafios ambientais únicos de cada bioma.</p>
<figure id="attachment_80873" aria-describedby="caption-attachment-80873" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-80873" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="No Pantanal, As Principais Causas Do Desmatamento Incluem A Expansão Da Pecuária E Da Agricultura - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-80873" class="wp-caption-text">No Pantanal, as principais causas do desmatamento incluem a expansão da pecuária e da agricultura &#8211; Foto: Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3>Queda nos alertas de desmatamento</h3>
<p>Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam uma redução significativa nos alertas de desmatamento entre agosto e novembro de 2024. No Pantanal, a queda foi de 77,2%; no Cerrado, 57,2%; e na Amazônia, 2%. Além disso, o monitoramento do desmatamento anual pelo sistema Prodes revelou uma diminuição de 30,6% na Amazônia Legal e de 25,7% no Cerrado no período de agosto de 2023 a julho de 2024, em comparação ao ano anterior.</p>
<figure id="attachment_80871" aria-describedby="caption-attachment-80871" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-80871" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Brigadistas Do Instituto Brasília Ambiental E Bombeiros Do Distrito Federal - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-80871" class="wp-caption-text">Brasília (DF), 24/08/2024 &#8211; Brigadistas do Instituto Brasília Ambiental e Bombeiros do Distrito Federal combatem incêndio em área de cerrado próxima ao aeroporto de Brasília. Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilN</figcaption></figure>
<p>Essa redução é atribuída à articulação entre governo federal e estados. No Pantanal, por exemplo, um pacto entre o MMA e Mato Grosso do Sul resultou na criação de uma lei estadual que restringe o desmatamento em áreas sensíveis. Já no Cerrado, acordos com governadores do Matopiba (região que inclui Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) reforçaram o monitoramento de imóveis com maiores índices de desmatamento.</p>
<h3>Principais metas e estratégias</h3>
<h4><strong>Plano de Ação para o Pantanal (PPPantanal)</strong></h4>
<p>Composto por 13 objetivos estratégicos, 54 linhas de ação e 159 metas, o plano prioriza:</p>
<ul>
<li>Fortalecimento da cooperação entre União, estados e municípios.</li>
<li>Implementação da Política de Manejo Integrado do Fogo.</li>
<li>Promoção de práticas agrícolas e pecuárias sustentáveis.</li>
<li>Regulamentação da supressão de vegetação.</li>
<li>Fomento ao turismo e às atividades extrativistas.</li>
<li>Integração de dados do Cadastro Ambiental Rural (Sicar) com o sistema de Autorização de Supressão de Vegetação (ASV).</li>
<li>Criação de um fundo de financiamento para ações no Pantanal.</li>
</ul>
<h4><strong>Plano de Ação para a Caatinga (PPCaatinga)</strong></h4>
<p>Com 13 objetivos estratégicos, 49 linhas de ação e 120 metas, o plano prevê:</p>
<ul>
<li>Regularização fundiária e ambiental.</li>
<li>Reconhecimento de territórios de Povos e Comunidades Tradicionais.</li>
<li>Promoção de práticas agrícolas sustentáveis.</li>
<li>Planejamento para empreendimentos energéticos.</li>
<li>Fortalecimento de linhas de crédito para pequenos produtores.</li>
<li>Criação de um fundo específico para o bioma.</li>
</ul>
<h3>Desafios e prevenção de queimadas</h3>
<p>Embora os dados mostrem avanços no combate ao desmatamento, a área queimada no Brasil entre janeiro e novembro de 2024 quase dobrou em relação ao mesmo período do ano anterior. Para 2025, o governo planeja implementar a recém-criada Política de Manejo Integrado do Fogo, que estabelece diretrizes de prevenção, preparação e controle de incêndios florestais.</p>
<p>“Nosso objetivo é antecipar medidas preventivas, engajando proprietários rurais, prefeituras, estados e o governo federal para mitigar os impactos das queimadas e garantir uma gestão sustentável dos biomas”, destacou André Lima, secretário extraordinário de Controle do Desmatamento.</p>
<p>Com os novos planos e políticas, o governo federal busca consolidar a preservação ambiental como uma prioridade estratégica, equilibrando desenvolvimento econômico e sustentabilidade em todo o território brasileiro.</p>
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		<title>Brasil enfrenta desafios em 95 milhões de hectares para restauração e serviços ambientais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-enfrenta-desafios-em-95-milhoes-de-hectares-para-restauracao-e-servicos-ambientais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 15:34:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[3º Panorama do Código Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Código Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[serviços ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[UFMG]]></category>
		<category><![CDATA[Vegetação Nativa]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil possui 95 milhões de hectares que necessitam de atenção ambiental, segundo o 3º Panorama do Código Florestal, produzido pelo Centro de Sensoriamento Remoto da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O levantamento revelou 74 milhões de hectares de vegetação nativa em propriedades rurais que poderiam gerar renda por serviços ambientais, enquanto outros 21 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil possui 95 milhões de hectares que necessitam de atenção ambiental, segundo o 3º Panorama do Código Florestal, produzido pelo Centro de Sensoriamento Remoto da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O levantamento revelou 74 milhões de hectares de vegetação nativa em propriedades rurais que poderiam gerar renda por serviços ambientais, enquanto outros 21 milhões de hectares desmatados precisam de restauração ou compensação para atender às exigências legais.</p>
<h3><strong>Potencial Econômico de Áreas Excedentes</strong></h3>
<p>O estudo aponta que as áreas de vegetação nativa excedentes ao exigido pelo Código Florestal são uma oportunidade para o pagamento por serviços ambientais, como explica o pesquisador Felipe Nunes. Esse modelo permite que proprietários sejam remunerados pela conservação da vegetação, seja por meio de iniciativas governamentais, privadas ou programas de mercado de ativos florestais.</p>
<p>&#8220;Essas áreas prestam um serviço ambiental importante, e é justo que os proprietários sejam recompensados por mantê-las intactas. Isso estimula a preservação e gera valor econômico para a vegetação em pé&#8221;, afirma Nunes.</p>
<h3><strong>Déficit de Vegetação e Obrigações Legais</strong></h3>
<p>Apesar da anistia para desmatamento ocorrido até 2008, proprietários de áreas com déficit de vegetação nativa devem restaurar ou compensar o passivo ambiental. Segundo o estudo, essa regularização pode ser realizada com recursos próprios ou por meio de parcerias e mecanismos de compensação, desde que atendam aos critérios legais.</p>
<p>&#8220;Proprietários que não cumprem o mínimo exigido precisam agir, seja replantando ou compensando em outras áreas. A lei é clara e exige adequação&#8221;, destaca o pesquisador.</p>
<h3><strong>Fraudes e Desmatamento em Áreas Protegidas</strong></h3>
<p>Um ponto crítico do levantamento é o aumento de desmatamento em Áreas de Preservação Permanente (APPs) e propriedades com reserva legal insuficiente, especialmente na Amazônia Legal. Após 2008, 26% do desmatamento ocorreu em desacordo com a lei, com destaque para estados como Rondônia, Acre, Pará, Roraima e Amazonas.</p>
<p>Além disso, o estudo identificou mais de 200 mil registros irregulares no Cadastro Ambiental Rural (CAR), incluindo sobreposições em unidades de conservação, terras indígenas e terras públicas sem destinação específica.</p>
<p>&#8220;Essas irregularidades apontam para a fragilidade do sistema. O CAR precisa de melhorias urgentes para evitar que seja usado para fraudes e desmatamento ilegal&#8221;, alerta Nunes.</p>
<h3><strong>Rumo a um Modelo Sustentável</strong></h3>
<p>O estudo enfatiza que o Brasil tem o potencial de liderar globalmente uma agenda de desenvolvimento sustentável. A combinação de um agronegócio produtivo com a conservação ambiental pode consolidar o país como referência em sustentabilidade agroambiental.</p>
<p>&#8220;Com milhões de hectares preservados e uma produção agrícola competitiva, o Brasil pode liderar programas de restauração florestal e serviços ambientais em escala mundial, unindo crescimento econômico e preservação ambiental&#8221;, conclui Nunes.</p>
<p>A implementação de políticas robustas para regularizar propriedades, combater fraudes e incentivar o pagamento por serviços ambientais será crucial para transformar esse potencial em realidade.</p>
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		<title>Brasil não trata meio ambiente com seriedade, diz promotor</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-nao-trata-meio-ambiente-com-seriedade-diz-promotor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2024 14:38:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[abrampa]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação de Membros do Ministério Público do Meio Ambiente (Abrampa) promove, entre os dias 24 e 26 de abril, em Belém, no Pará, a 22ª edição do Congresso Brasileiro do Ministério Público de Meio Ambiente. O tema é “Amazônia e Mudanças Climáticas: uma atuação socioambiental estratégica e integrada”. Mais de 30 especialistas vão discutir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação de Membros do Ministério Público do Meio Ambiente (Abrampa) promove, entre os dias 24 e 26 de abril, em Belém, no Pará, a 22ª edição do Congresso Brasileiro do Ministério Público de Meio Ambiente. O tema é “Amazônia e Mudanças Climáticas: uma atuação socioambiental estratégica e integrada”. Mais de 30 especialistas vão discutir os desafios e as soluções para lidar com os impactos das mudanças climáticas.</p>
<figure id="attachment_76238" aria-describedby="caption-attachment-76238" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-76238" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/22-Promotor-Alexandre-Gaio-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C463&#038;ssl=1" alt="Promotor Alexandre Gaio - Expresso Carioca" width="463" height="463" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/22-Promotor-Alexandre-Gaio-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/22-Promotor-Alexandre-Gaio-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/22-Promotor-Alexandre-Gaio-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/22-Promotor-Alexandre-Gaio-Expresso-Carioca.webp?resize=96%2C96&amp;ssl=1 96w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/22-Promotor-Alexandre-Gaio-Expresso-Carioca.webp?resize=75%2C75&amp;ssl=1 75w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/22-Promotor-Alexandre-Gaio-Expresso-Carioca.webp?resize=350%2C350&amp;ssl=1 350w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-76238" class="wp-caption-text">Promotor Alexandre Gaio defende ações efetivas de defesa do meio ambiente e da Amazônia. Foto arquivo pessoal</figcaption></figure>
<p>Entrevistamos o presidente da Abrampa, Alexandre Gaio. Ele falou sobre os principais problemas relacionados à preservação do meio ambiente, em especial, os que envolvem a atuação dos Ministérios Públicos estaduais e federal. O promotor destacou a falta de seriedade com que o país ainda lida com questões ambientais, o crescimento do crime organizado, a falta de proteção com ativistas e comunidades tradicionais, assim como os riscos de que os desmatamentos em curso nos principais biomas do Brasil se tornem irreversíveis.</p>
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<p>O Congresso Brasileiro do Ministério Público de Meio Ambiente vai reunir dezenas de especialistas para debates e palestras. Sendo um setor que demanda ações urgentes, como esse encontro pode resultar em medidas práticas e efetivas de proteção do meio ambiente no Brasil?<br />
<strong>Alexandre Gaio:</strong> Os congressos da Abrampa tradicionalmente buscam palestrantes de várias instituições, que têm uma atuação prática nas temáticas discutidas. Não se trata apenas de trazer diagnósticos, mas também proposições do que precisa ser feito para o enfrentamento dos problemas levantados. Nossos convidados são escolhidos pela atuação destacada para que possam servir de exemplo e referência, e os conhecimentos serem replicados nas mais variadas regiões do Brasil.</p>
<p>Também temos participado, seja a partir dos procuradores ou das instituições de forma ativa de Conferências das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP). A Abrampa foi nas duas últimas e vai estar presente na próxima. É um processo contínuo de debate e discussão, de convencimento em relação a prioridades e de enfrentamento às mudanças climáticas. Temos defendido nossos pontos de vista. É um espaço para discutir questões jurídicas e qual deve ser a política de Estado para enfrentar os problemas climáticos.</p>
<p>Hoje é possível dizer que o país enfrenta uma série de desafios ambientais. Um, que parece ter cada vez mais ramificações nacionais, é a criminalidade ambiental organizada. Como lidar com essas redes ilícitas complexas?<br />
<strong>Alexandre Gaio:</strong> Esse tema precisa de muita atenção não só dos Ministérios Públicos, mas das demais instituições públicas do Poder Judiciário e da própria sociedade. A gente sabe que há crimes ambientais em todo o Brasil. E eles são constantes, ocorrem rotineiramente, merecem uma atenção destacada dos órgãos do sistema judiciário. Envolvem grupos especializados, associados com outros ilícitos. Atuam no desmatamento, na dinâmica ilegal do comércio da madeira, entre outras coisas. Há organizações que tratam do desmatamento ligado à grilagem de terras públicas. Outras que são especializadas no tráfico de animais silvestres. Essas situações merecem atuação também especializada dos órgãos de fiscalização, dos Ministérios públicos e do Poder Judiciário. Caso contrário, não teremos uma resposta proporcional a esse tipo de crime, que envolve complexidades, necessita de aprofundamento de investigações e técnicas diferenciadas. Primeiro, precisamos de disposição dos Ministérios Públicos, dos órgãos de Segurança Pública e dos órgãos de fiscalização, especialmente de fiscalização ambiental. E todos esses órgãos devem dispor de recursos humanos, de planejamento, de capacitação e de uma atuação articulada e integrada entre eles. Há uma série de elementos necessários para que esse enfrentamento ocorra de modo efetivo. Dentre esses elementos a gente pode citar a implementação de grupos de atuação especializada na defesa de Meio Ambiente. A gente tem buscado estimular, junto com o Conselho Nacional do Ministério Público, os Ministérios Públicos estaduais a formarem esses grupos. Que tenham equipes técnicas com uso de tecnologia, com integração com os órgãos de segurança pública e com órgãos de fiscalização ambiental. Isso tudo vai permitir uma atuação minimamente à altura das organizações que trabalham na criminalidade ambiental.</p>
<p>O país é conhecido negativamente pelo número alto de perseguições e assassinatos de ativistas. No que estamos falhando e como melhorar a proteção de lideranças e de instituições que atuam em defesa do meio ambiente?<br />
<strong>Alexandre Gaio:</strong> Primeiro, precisamos de recepção e tratamento mais adequados para esses casos de agressões, ameaças e violências contra ativistas, lideranças de organizações ambientais, de povos indígenas e populações tradicionais. Um protocolo ou uma prioridade de atuação em relação a esses casos, porque são atores importantes, que muitas vezes são desestimulados a continuar a luta por causa dessas violências. E quando não há respostas efetivas rápidas a crimes praticados contra os ativistas fica uma sensação de impunidade e de que não haverá resposta estatal à altura. Em segundo lugar, existe a questão do discurso, de como se maneja o discurso ambientalista pela mídia, Poder Público, sociedade civil. Há ainda um menosprezo em relação aos argumentos ambientais. A pauta ambiental não é tratada com a seriedade que deveria ser tratada, a ponto de se conscientizar e se convencer a sociedade brasileira de que crimes ambientais são fatos de gravidade. Que eles afetam toda a comunidade, a qualidade de vida geral e a própria possibilidade de as gerações futuras usufruírem de um meio minimamente equilibrado.</p>
<p>Em relação às questões sociais, ainda estamos muito aquém do que deveríamos na proteção de comunidades tradicionais. Que inclusive são reconhecidas como protetoras do meio ambiente. O que pode ser feito nesse sentido?<br />
<strong>Alexandre Gaio:</strong> As populações tradicionais são fundamentais para o combate ao desmatamento, à grilagem e às queimadas. São fundamentais para a defesa da biodiversidade. E têm sido vítimas de pressão de grileiros e de proprietários de terras, que querem expandir suas fronteiras agrícolas. E muitas vezes há violações de direitos dessas populações. É preciso ouvir a voz delas e entender suas dinâmicas. O Estado deve proteger e auxiliar os que trazem essas demandas. Atuar fortemente na resposta a essas violações de direitos, garantir a consulta prévia e livre às informações de qualquer atividade, obra ou empreendimento que possa afetar diretos ou modos de vida tradicionais desses povos. Há uma série de medidas, iniciativas e atuações indispensáveis para a defesa dessas comunidades e desses povos. Também vale destacar as discussões que faremos sobre o tema das desigualdades socioambientais. A questão do racismo ambiental, como as decisões de governança, decisões de políticas públicas, são diferentes quando é para atender, por exemplo, grandes empreendimentos e quando é para atender populações socialmente vulneráveis. E como essas populações são atingidas com muito mais frequência do que aquelas mais favorecidas do ponto de vista econômico.</p>
<p>Recentemente, o chefe do clima da Organização das Nações Unidas disse, enfaticamente, que a humanidade tem dois anos para tentar salvar o planeta. Uma frase forte, que alerta para a gravidade da proteção ao meio ambiente. Como estamos contribuindo no Brasil para salvar o planeta? Estamos avançando bem ou construindo um futuro sombrio?<br />
<strong>Alexandre Gaio:</strong> Os desafios são atuais e constantes. O Brasil tem demonstrado esforços, desde o ano passado até abril desse ano, para a redução do desmatamento da Amazônia. É necessário reconhecer esse esforço, especialmente dos órgãos de fiscalização, dos integrantes do Ministério do Meio Ambiente no governo federal. E também a participação de alguns estados e municípios. É um avanço importante, mas há muito a ser feito. A situação é muito delicada, muito preocupante. Primeiro, porque o índice de grilagem de terras públicas na Amazônia ainda é muito alto. Houve redução do desmatamento, mas ele continua acontecendo. Em outros biomas, o desmatamento continua com índices bem elevados, exemplo do cerrado. E a gente continua com muitas dificuldades de estabelecer atuações integradas, planejadas, articuladas e constantes nesse combate ao desmatamento. Ele é a principal causa de emissão de gases do efeito estufa, considerando a alteração no uso do solo. Essa deve ser uma prioridade absoluta: que todas as instituições atuem no combate ao desmatamento ilegal. Há uma série de iniciativas que ainda precisam ser concatenadas com a fiscalização do desmatamento. Por exemplo, a interrupção dos financiamentos feitos por instituições financeiras. A capacidade de rastrear os produtos, algo que não funciona de modo adequado. A cadeia econômica do gado, da madeira.</p>
<p>Além da questão do desmatamento, estamos a passos muito lentos em relação à questão climática. Quando se fala em geração de energia, por exemplo, a transição energética é muito lenta. A matriz de impactos climáticos não é observada nos grandes licenciamentos ambientais. A Abrampa tem um trabalho sobre isso, produziu uma matriz de impactos climáticos e disponibilizou para todos os estados e todos os Ministérios Públicos para fazer o convencimento dos órgãos ambientais. Para que os MPs estaduais convençam os órgãos ambientais de que é necessário se observar condicionantes e pressupostos relacionados às mudanças climáticas nos grandes licenciamentos.</p>
<p>Os desafios são muito grandes. E não tem nada para ser comemorado. Pelo contrário. Há grandes porções territoriais da Amazônia que já não conseguem resgatar mais as suas funções ecológicas. Ou seja, entraram em um processo de irreversibilidade, que já afeta o regime hídrico não só da Amazônia, mas de outras regiões brasileiras. O cerrado, então, que abrange e dá origem a maior parte das bacias hidrográficas brasileiras, tem índices de desmatamento galopantes, que precisam de uma resposta imediata. Isso, sob pena também de irreversibilidade. O cenário não é positivo e a gente precisa ter uma atuação mais efetiva do Poder público e da sociedade para freá-lo. Precisamos cumprir as metas que nos obrigamos a cumprir internacionalmente pelo Acordo de Paris. Estamos muito longe de conseguir isso.</p>
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		<title>Lula propõe parceria com países africanos para combater o desmatamento e reforça reformas na ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Feb 2024 17:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[União Africana]]></category>
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					<description><![CDATA[Em seu discurso na 37ª Cúpula da União Africana, realizada em Adis Abeba, Etiópia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou a necessidade de iniciativas globais para a proteção das florestas tropicais. Durante sua vigésima primeira visita ao continente africano, Lula propôs a criação de uma rede de satélites para monitorar o desmatamento e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em seu discurso na 37ª Cúpula da União Africana, realizada em Adis Abeba, Etiópia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou a necessidade de iniciativas globais para a proteção das florestas tropicais. Durante sua vigésima primeira visita ao continente africano, Lula propôs a criação de uma rede de satélites para monitorar o desmatamento e a recuperação de áreas degradadas, destacando o compromisso do Brasil em promover uma governança multilateral e efetiva.</p>
<p>Lula reiterou a importância de parcerias estratégicas, enfocando a promoção da soberania em saúde, o combate à fome e a abordagem de doenças tropicais negligenciadas. Ele expressou preocupação com o acesso desigual a medicamentos durante a pandemia de covid-19 e instou a ampliação do acesso a vacinas para evitar um &#8220;apartheid&#8221; farmacêutico.</p>
<p>&#8220;A luta africana tem muito em comum com os desafios do Brasil. Nós, africanos e brasileiros, precisamos traçar nossos próprios caminhos na ordem internacional que surge. Precisamos criar uma nova governança global, capaz de enfrentar os desafios do nosso tempo&#8221;, afirmou o presidente.</p>
<p>Lula reconheceu a importância da União Africana como membro pleno do G20, mas defendeu a inclusão de mais países africanos. Ele expressou o compromisso do Brasil em colaborar com a África em diversas áreas, incluindo educação, saúde, meio ambiente e ciência e tecnologia. O presidente anunciou planos para fortalecer o intercâmbio de estudantes africanos em instituições de ensino superior brasileiras e ampliar a cooperação em pesquisa agrícola e saúde.</p>
<p>&#8220;O Brasil quer crescer junto com a África, mas sem ditar caminhos a ninguém.&#8221;</p>
<p>Ao abordar as crises internacionais, Lula reiterou sua posição em favor de uma solução duradoura para o conflito Israel-Palestina, destacando a importância do avanço na criação de um Estado palestino reconhecido pela ONU. Ele também ressaltou a necessidade de reformas na ONU para garantir uma representação mais equitativa, incluindo países da África e América Latina no Conselho de Segurança.</p>
<p>&#8220;Ser humanista hoje implica condenar os ataques perpetrados pelo Hamas contra civis israelenses e demandar a liberação imediata de todos os reféns. Ser humanista impõe igualmente o rechaço à resposta desproporcional de Israel&#8221;, afirmou Lula.</p>
<p>&#8220;A solução para essa crise só será duradoura se avançarmos rapidamente na criação de um Estado palestino, reconhecido como membro pleno das Nações Unidas.&#8221;</p>
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		<title>Desmatamento na Mata Atlântica cai 59% no acumulado do ano até agosto</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desmatamento-na-mata-atlantica-cai-59-no-acumulado-do-ano-ate-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 12:44:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Biomas]]></category>
		<category><![CDATA[caatinga]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[SOS Mata Atlântica]]></category>
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					<description><![CDATA[O desmatamento na Mata Atlântica caiu 59% de janeiro a agosto deste ano em comparação com o mesmo período de 2022, informa o novo boletim do Sistema de Alertas de Desmatamento, parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas. Consolidados na plataforma MapBiomas Alerta, os dados mostram que a área desmatada [&#8230;]]]></description>
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<p>O desmatamento na Mata Atlântica caiu 59% de janeiro a agosto deste ano em comparação com o mesmo período de 2022, informa o novo boletim do Sistema de Alertas de Desmatamento, parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Consolidados na plataforma MapBiomas Alerta, os dados mostram que a área desmatada entre janeiro e agosto foi de 9.216 hectares, ante 22.240 hectares registrados no mesmo período do ano passado.</p>
<p>Segundo a SOS Mata Atlântica, o levantamento reforça a tendência de redução significativa no desflorestamento do bioma já observada desde o início do ano. Boletim anterior, divulgado em julho, mostrou que a redução era de 42% até o mês de maio, quando a área desmatada estava em 7.088 hectares, ante 12.166 hectares registrados no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>“Nos últimos anos do governo Bolsonaro, o desmatamento aumentou. Agora a gente tem uma reversão de tendência, porque o desmatamento no bioma estava em alta e agora, com esses dados parciais, está em baixa, com 59%. Há uma redução significativa, um número surpreendente, muito bom”, diz o diretor executivo da Fundação SOS Mata Atlântica, Luís Fernando Guedes Pinto.</p>
<p>Ele ressalta que estados que costumam ser líderes do desmatamento, como Paraná e Santa Catarina, tiveram queda expressiva, em torno de 60%. Elementos que ajudam a explicar os dados são o aumento da fiscalização e de embargos e o fato de produtores ficarem sem acesso a crédito por terem desmatado.</p>
<p>“Isso realmente é uma mudança resultado de um fortalecimento da política ambiental, da fiscalização, de acabar aquela expectativa de impunidade. A gente tinha praticamente um convite ao desmatamento no governo passado”, disse.</p>
<p>Os dados compilados incluem os limites do bioma estabelecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), excluindo desmatamentos ocorridos nos fragmentos de Mata Atlântica localizados nos territórios de Cerrado e Caatinga. Os chamados encraves nesses dois biomas correspondem a cerca de 5% do total de Mata Atlântica do país. Na contramão da queda no desmatamento dentro dos limites estipulados pelo IBGE, os encraves florestais são regiões que apresentaram alta.</p>
<p>Guedes Pinto destaca que os encraves também são protegidos pela Lei da Mata Atlântica. A disparidade na definição dos limites do bioma ocorre porque o IBGE considera apenas os limites geográficos contínuos, enquanto a lei tem como objetivo preservar toda a vegetação característica do bioma e ecossistemas associados, incluindo os encraves.</p>
<p>Entre janeiro e maio de 2023, as derrubadas nos encraves do Cerrado e da Caatinga aumentaram, respectivamente, 13% e 123%. Para Guedes Pinto, esse cenário demanda uma ação contundente do poder público.</p>
<p>Quando se somam todas as áreas desmatadas da Mata Atlântica – tanto nos limites do IBGE, entre janeiro e agosto, quanto nos encraves, de janeiro a maio – a queda do desmatamento foi de apenas 26%. A porcentagem foi puxada para baixo justamente pela alta no desmatamento dos entraves. “A gente fica preocupado nessa região de transição da Mata Atlântica com o Cerrado e a Catinga. Ali a gente ainda tem um problema. A gente sabe que o desmatamento no Cerrado está em alta”, acrescenta Guedes Pinto.</p>
<p>Apesar da mudança de tendência deste ano, ele diz que qualquer desmatamento na Mata Atlântica é muito ruim e que a expectativa é chegar ao zero no bioma. Para combater o desmatamento nos encraves, onde há um avanço, Guedes Pinto avalia que o principal mecanismo é a aplicação da Lei da Mata Atlântica nessas regiões com bastante rigor pelos órgãos ambientais locais.</p>
<p>Segundo ele, existe ainda uma disputa jurídica sobre a abrangência da lei nas áreas de encraves. “[A Lei da Mata Atlântica] é muito clara. Existe um mapa com esses encraves, e fica muito claro que todas as formações florestais dentro desse mapa são protegidas pela Lei da Mata Atlântica. Não tem dúvida em relação a isso.”</p>
<p>“Tem uma disputa dos produtores, de donos de terra, mas a gente tem um problema também com órgãos ambientais estaduais e municipais que não aplicam a Lei da Mata Atlântica adequadamente”, conclui o diretor executivo da Fundação SOS Mata Atlântica.</p>
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		<title>MMA quer evitar licença ambiental de longo prazo no Cerrado</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mma-quer-evitar-licenca-ambiental-de-longo-prazo-no-cerrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 00:20:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Licença Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Marina Silva, disse, nesta segunda-feira (11), que as licenças ambientais no Matopiba são, muitas vezes, usadas para especulação de venda das terras.  A região é formada por áreas de Cerrado dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia e grande produtora de grãos, como soja [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Marina Silva, disse, nesta segunda-feira (11), que as licenças ambientais no Matopiba são, muitas vezes, usadas para especulação de venda das terras.  A região é formada por áreas de Cerrado dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia e grande produtora de grãos, como soja e milho.</p>
<blockquote><p>“Foram identificadas, no passado, as licenças dadas com um período muito estendido, de três até quatro anos. Essas licenças não eram imediatamente usadas, mas estavam sendo usadas para especulação de venda dessas terras. Quando você tem uma área com uma licença já concedida, eleva muito o valor daquela propriedade, então, eram licenças especulativas.”</p></blockquote>
<p>Diante do uso das licenças de forma especulativa, Marina Silva informou que a pasta avalia o prazo das licenças concedidas.</p>
<blockquote><p>“Estamos trabalhando um caminho para evitar essas licenças [ambientais] por um período muito longo. E o esforço de disputar outros usos para essas áreas, que não seja o de converter o Cerrado com atividades que façam a sua remoção”, diz a ministra.</p></blockquote>
<p>Marina Silva destacou ainda que a Secretaria Extraordinária de Controle do Desmatamento e Ordenamento Ambiental Territorial do MMA, em conjunto com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), tem dialogado com os secretários de meio ambiente estaduais e municipais, da região. “Eles já estão nos passando todas as informações do que é desmatamento legal e do que é ilegal”, adiantou a ministra.</p>
<p>A declaração da ministra Marina Silva foi dada durante a celebração do Dia Nacional do Cerrado, comemorado hoje, no Parque Nacional (Parna) de Brasília.</p>
<p>Na ocasião, a ministra Marina Silva plantou uma muda de ipê na unidade de conservação, juntamente com o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Mauro Pires, e com a secretária Nacional de Biodiversidade, Florestas e Direitos Animais do MMA, Rita de Cássia Mesquita.</p>
<p>“Todos os biomas são importantes e, nós sabemos disso. Mas, sem o Cerrado nós vamos perder a principal fonte de alimentação hídrica do nosso país”, declarou a ministra Marina Silva.</p>
<h2>Redução do desmatamento</h2>
<p>A ministra recordou que o governo tem trabalhado, desde janeiro deste ano, para reduzir os níveis de desmatamento do bioma, que vêm aumentando, impactado, sobretudo, pelo agronegócio. “Nós tivemos um crescimento no início do ano. A partir de julho e agosto, nós notamos uma diferença. Tivemos em julho, um aumento muito significativo e, em seguida, uma série de medidas foram tomadas junto com os governos dos estados, as secretarias de meio ambiente e já conseguimos dar uma estabilizada. A partir de agora é fazer [o desmatamento] cair também [no cerrado], como já aconteceu na mata atlântica e na Amazônia,” planeja a ministra Marina Silva.</p>
<p>Marina Silva defendeu o uso sustentável do Cerrado, a partir do aumento da produtividade do agronegócio sem a necessidade de exploração de novas áreas do bioma, como forma de frear o desmatamento e degradação.</p>
<p>“O que nós podemos fazer é aumentar a produção, por ganho de produtividade. O bom é que nós já temos tecnologia suficiente para dobrar a produção e até triplicar, sem precisar abrir novas áreas.”</p>
<h2>Dia do Cerrado</h2>
<p>Como parte da comemoração do Dia Nacional do Cerrado, o MMA planeja lançar, nesta quarta-feira (13), na Câmara dos Deputados, a consulta pública do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Bioma Cerrado, o PP Cerrado. Após a avaliação do MMA sobre as sugestões apresentadas na consulta pública, o ministério prevê o lançamento do PP Cerrado, ainda, em outubro.</p>
<p>O cerrado é um dos seis biomas do Brasil e cobre cerca de 25% do território nacional. O bioma perfaz uma área de aproximadamente 2 milhões de km², em 11 estados: Goiás, Tocantins, Mato Grosso do Sul, sul do Mato Grosso, oeste de Minas Gerais, Distrito Federal, oeste da Bahia, sul do Maranhão, oeste do Piauí e pequenas porções de São Paulo e do Paraná.</p>
<p>O cerrado é a segunda maior formação vegetal do país, atrás somente da floresta amazônica. Hoje, 7,5% das terras do bioma estão protegidas em unidades de conservação coordenadas pelo ICMBio, porém, o órgão estuda ampliar essa cobertura de proteção em todos os biomas, inclusive o cerrado.</p>
<p>O cerrado se concentra, principalmente, no Planalto Central brasileiro, o bioma é importante na questão hídrica brasileira.</p>
<p>A área abriga, também, as nascentes de grandes bacias hidrográficas do continente, com as dos rios São Francisco, na Serra da Canastra (MG); e Araguaia, na Serra de Caiapó, na divisa do Mato Grosso e Goiás.</p>
<p>A secretária Nacional de Biodiversidade, Florestas e Direitos Animais do MMA, Rita Mesquita, defendeu a preservação do bioma. “O cerrado tem importantes repositórios da biodiversidade e, também, são o que chamamos de berços das águas. É importante ter essas áreas protegidas e ter a conexão com a sociedade, com os usuários para que todos compreendam a importância da conservação da natureza para o nosso próprio bem-estar”, afirmou Rita.</p>
<h2>Plano de Manejo</h2>
<p>Ainda como celebração do cerrado, o ICMBio aprovou, nesta segunda-feira, o novo Plano de Manejo do Parque Nacional de Brasília, situado no Distrito Federal, no centro do bioma.</p>
<p>A unidade de conservação, apelidada de Água Mineral, foi criada em 1961, inicialmente com 30 mil hectares. Em 2006, na primeira gestão de Marina Silva como ministra do Meio Ambiente, os limites do parque nacional foram ampliados em 12 mil hectares e, atualmente, ocupa a área total de 42.355 hectares.</p>
<p>Agora, o novo plano de manejo da unidade vai permitir, também na área incorporada, além da realização de pesquisas científicas, o desenvolvimento de atividades de educação ambiental, bem como o turismo ecológico do público em geral, em atrações como as piscinas de águas correntes naturais e as trilhas para prática de caminhada e de <em>mountain bike</em>.</p>
<p>“Com o novo plano de manejo do parque, nós vamos poder ampliar os usos, as bases sustentáveis. Quando mais a população tiver contato, de forma respeitosa com o parque, mais ele se torna importante para a comunidade e mais será preservado”, destacou a ministra</p>
<p>O presidente do ICMBio, Mauro Pires, vê vantagens no contato do público com a natureza. “Quem conhece, conserva” A importância de o parque estar aberto para receber a visitação é exatamente aproximar a população da região. O Parque Nacional de Brasília está no coração da cidade. Portanto, é um parque urbano. É importante que as pessoas conheçam as belezas do cerrado, tenham contato com a natureza, com a paisagem, com as árvores, com os animais.”</p>
<blockquote><p>&#8220;A nossa expectativa é que com a educação ambiental, as pessoas estejam mais engajadas na conservação do próprio parque, mas na verdade, com a conservação do próprio bioma”, diz o presidente do ICMBio, Mauro Pires.</p></blockquote>
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<figure id="attachment_69223" aria-describedby="caption-attachment-69223" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/11-Andrey-Silva-PPI-Casa-Civil-a-ministra-do-Meio-Ambiente-e-Mudanca-do-Clima-Marina-Silva-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-69223" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/11-Andrey-Silva-PPI-Casa-Civil-a-ministra-do-Meio-Ambiente-e-Mudanca-do-Clima-Marina-Silva-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C480&#038;ssl=1" alt="Andrey Silva (PPI Casa Civil), A Ministra Do Meio Ambiente E Mudança Do Clima, Marina Silva - Expresso Carioca" width="754" height="480" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/11-Andrey-Silva-PPI-Casa-Civil-a-ministra-do-Meio-Ambiente-e-Mudanca-do-Clima-Marina-Silva-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/11-Andrey-Silva-PPI-Casa-Civil-a-ministra-do-Meio-Ambiente-e-Mudanca-do-Clima-Marina-Silva-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C191&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/11-Andrey-Silva-PPI-Casa-Civil-a-ministra-do-Meio-Ambiente-e-Mudanca-do-Clima-Marina-Silva-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C477&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69223" class="wp-caption-text">Brasília (DF), 11/09/2023, Andrey Silva (PPI-Casa Civil), a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e o presidente do ICMBio, Mauro Pires, durante assinatura do Plano de Manejo do Parque Nacional de Brasília. Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil &#8211; Antônio Cruz/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h2>Cartilha</h2>
<p>No mesmo evento de celebração do Dia Nacional do Cerrado, o Instituto Semeia, com a colaboração do ICMBio, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do Governo Federal, lançou a cartilha “<a href="https://bit.ly/3PdBnP5">Parques naturais e parcerias: perguntas e respostas para a sociedade</a>”.</p>
<p>A publicação explica o que são os parques naturais, como funciona a gestão desses espaços, esclarece dúvidas sobre as parcerias privadas, principalmente as concessões de parques naturais.</p>
<p>No formato de perguntas e respostas para a sociedade, a cartilha ainda apresenta um breve histórico das áreas protegidas e aponta a importância de conservá-las. A gerente de projetos do Instituto Semeia, Bárbara Matos, menciona como surgiu a necessidade de produzir o documento. “A gente foi vendo algumas perguntas recorrentes da sociedade e de gestores públicos sobre o que é a concessão. Nós entendemos ser interessante e pontual fazer um documento que esclarecesse essas perguntas, com uma linguagem de fácil acesso ao usuário do parque, ao gestor e a quem mais se interessar na sociedade”.</p>
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		<title>Ninguém pode impor sua vontade, diz Marina sobre desmatamento zero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 15:17:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Declaração de Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao comentar a ausência de uma meta comum para o desmatamento zero na Declaração de Belém, divulgada nessa terça-feira (8), a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, disse que ninguém pode impor sua vontade a ninguém. O documento é resultado da Cúpula da Amazônia, que reuniu representantes dos oito países amazônicos.  “O [&#8230;]]]></description>
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<p>Ao comentar a ausência de uma meta comum para o desmatamento zero na Declaração de Belém, divulgada nessa terça-feira (8), a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, disse que ninguém pode impor sua vontade a ninguém. O documento é resultado da Cúpula da Amazônia, que reuniu representantes dos oito países amazônicos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“O processo de negociação é sempre mediado. Ninguém pode impor a sua vontade. Então, são os consensos progressivos – na medida em que temos alguns consensos, a gente vai botando no documento. Uma coisa muito importante que aconteceu é que todos os países concordam que a Amazônia não pode ultrapassar o ponto de não retorno, ou seja, o ponto de quando não há volta. Porque, se ultrapassar 25% de desmatamento, a floresta entra num processo de savanização.”</p>
<p>“Aí, é um ponto de não retorno. Será a destruição da floresta. E a destruição da floresta significa a destruição, sobretudo, do nosso sistema de chuvas. Nós só não somos um deserto porque temos a Amazônia. Isso a gente tem que pensar com muita atenção. Quando se diz desmatamento zero é porque a ciência e o consenso estão nos mandando parar, porque essa floresta é responsável pelas chuvas, por 75% do PIB [Produto Interno Bruto] da América do Sul e pelo equilíbrio do planeta.”</p>
<p>Ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa <em>Bom Dia, Ministro</em>, Marina lembrou que quando a Organização do Tratado De Cooperação Amazônica (OTCA) foi criada, há 45 anos, diversas questões atualmente relacionadas à mudança do clima ainda não estavam em pauta.</p>
<p>“Há 14 anos, não tínhamos uma reunião dos presidentes que compõem o Tratado de Cooperação da Amazônia. Esse espaço de tempo foi prejudicial ao andamento de políticas regionais que nos levem a enfrentar o problema do desmatamento, da desigualdade social, do abandono das comunidades indígenas quando se pensa na região amazônica.”</p>
<p>Marina lembrou ainda que a cúpula, que termina nesta quarta-feira (9), tem como previsão a divulgação de dois documentos. “Essa cúpula terá dois comunicados. O comunicado conjunto dos oito países e o comunicado conjunto da sociedade, que servirá de impulso para os governos. Tudo aquilo que ainda não foi possível estabelecer como consenso na perspectiva dos vários países já é um consenso na perspectiva da ciência e da sociedade.”</p>
<p>“O Brasil já tem um compromisso de desmatamento zero. Já estamos trabalhando para alcançar o desmatamento zero até 2030”, disse, ao citar que, nos primeiros sete meses de governo, a pasta ampliou a capacidade de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em quase 200%, além de registrar queda de 42% no desmatamento do país.</p>
<p>“Só no mês de julho, que é um dos mais difíceis, quando temos um pico de desmatamento, a queda foi de 66%, queda que aconteceu nos mais diferentes estados da Amazônia, em vários municípios. Portanto, ainda que não tenhamos na declaração conjunta, em função de não se chegar a um consenso com outros países, o Brasil já tem esse compromisso e nós vamos continuar perseguindo”, concluiu.</p>
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		<title>Alertas de desmatamento batem recorde no Cerrado</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/alertas-de-desmatamento-batem-recorde-no-cerrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Aug 2023 19:17:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[Amazônia e Cerrado apresentam situações opostas com relação ao desmatamento. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), os alertas de desmatamento bateram recorde no Cerrado, o segundo maior bioma do país. Já na Amazônia, os alertas chegaram ao menor índice em quatro anos. No Cerrado, de janeiro a julho, os avisos do Sistema de Detecção [&#8230;]]]></description>
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<p>Amazônia e Cerrado apresentam situações opostas com relação ao desmatamento. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), os alertas de desmatamento bateram recorde no Cerrado, o segundo maior bioma do país. Já na Amazônia, os alertas chegaram ao menor índice em quatro anos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>No Cerrado, de janeiro a julho, os avisos do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter) aumentaram 21%.</p>
<p>Entre agosto de 2022 e julho deste ano, mais de 6.300 quilômetros quadrados foram desmatados, a maior parte deles na região do Matopiba, que abrange Maranhão, Tocantins,  Piauí e Bahia.</p>
<p>No caso da Amazônia, os alertas de desmate entre janeiro e julho deste ano caíram 42,5%. Uma mudança forte de sinal já que, no semestre anterior, a tendência era de aceleração do desmatamento. Entre agosto de 2022 e julho deste ano, o Deter emitiu alertas para uma área de 7.952 quilômetros quadrados.</p>
<p>A queda dos indícios de desmatamento foi registrada em todos os estados do bioma.</p>
<p>Uma diferença importante entre esses dois biomas, segundo explicaram os especialistas, é a reserva legal. Na Amazônia a área que deve ser preservada é de 80% da propriedade. No Cerrado, ao contrário, apenas 20% devem ser mantidos em pé. Por isso, o desmatamento do Cerrado é, em grande parte, autorizado, o que impede autuações por parte do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p>
<p>O secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, informou que o governo trabalha para lançar em outubro um plano para combater o desmatamento no Cerrado.</p>
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		<title>Multas por desmatamento na Amazônia aumentam 219% no 1º trimestre</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/multas-por-desmatamento-na-amazonia-aumentam-219-no-1o-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Apr 2023 14:48:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[MUltas]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de multas por desmatamento e outras infrações na região amazônica, no primeiro trimestre de 2023, aumentou 219%, se comparado à média do mesmo período dos anos de 2019 a 2022. Os dados são do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Somam-se às multas, as apreensões de bens e [&#8230;]]]></description>
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<p>O número de multas por desmatamento e outras infrações na região amazônica, no primeiro trimestre de 2023, aumentou 219%, se comparado à média do mesmo período dos anos de 2019 a 2022. Os dados são do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p>
<p>Somam-se às multas, as apreensões de bens e produtos relacionados às infrações ambientais, que tiveram alta de 133%, e o número de embargos de propriedades, que cresceu 93%, no mesmo período. O Ibama aponta que essas medidas descapitalizam os infratores e impedem que obtenham financiamentos bancários, além de restringir o comércio de produtos ilegais.</p>
<p>Se observadas somente as operações realizadas contra os invasores do território indígena Yanomami, localizado nos estados do Amazonas e Roraima, desde 6 de fevereiro até o momento, o Ibama destruiu 285 acampamentos de garimpeiros, oito aeronaves, 23 barcos, três tratores e 124 motores. Também foram apreendidos 21 mil litros de combustível, 22 toneladas do minério cassiterita, 5 kg de mercúrio, entre outros equipamentos de apoio logístico ao garimpo ilegal.</p>
<p>Em todo o Brasil, as autuações ambientais do instituto aumentaram 78%, de janeiro a março deste ano, em relação ao mesmo intervalo de meses, dos quatro anos anteriores.</p>
<p>O Ibama justifica que os aumentos das multas, apreensões de bens e produtos e embargos de propriedades ocorreram devido à retomada das atribuições do órgão ambiental do governo federal e o comando do combate ao desmatamento pela área ambiental.</p>
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